A vacina contra Mpox no SUS está disponível em Rondônia de forma estratégica para públicos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. Diferentemente de outras campanhas, o imunizante não integra o calendário nacional de rotina. Portanto, as equipes de saúde aplicam a vacina apenas em pessoas com maior risco de exposição ao vírus ou de agravamento da doença.
Além disso, o governo estadual mantém a rede de vigilância ativa e organizada. Assim, Agevisa, Sesau e secretarias municipais acompanham permanentemente o cenário epidemiológico e ajustam as ações conforme a necessidade.
Como funciona a estratégia de vacinação em Rondônia
A estratégia estadual segue as diretrizes nacionais e prioriza a proteção de grupos vulneráveis. Ao mesmo tempo, a rede pública organiza fluxos de atendimento e monitora casos suspeitos e confirmados para agir com rapidez.
Dessa forma, Rondônia fortalece a resposta do sistema de saúde e reduz o risco de transmissão comunitária.
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Quem pode receber a vacina contra Mpox
Primeiramente, a vacina pode ser indicada como profilaxia pós-exposição (PEP) para pessoas que tiveram contato direto com caso confirmado de Mpox. Nesses casos, principalmente quando houve contato íntimo, domiciliar ou ocupacional sem proteção adequada, a equipe de saúde avalia a necessidade da aplicação.
Por outro lado, o Ministério da Saúde também autoriza o uso como profilaxia pré-exposição (PrEP) para grupos com maior risco epidemiológico. Entre eles estão:
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profissionais de saúde que atuam diretamente com casos suspeitos ou confirmados;
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trabalhadores de laboratório que manipulam Orthopoxvirus;
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pessoas vivendo com HIV com imunossupressão significativa, após avaliação clínica;
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pessoas inseridas em contextos de maior vulnerabilidade à exposição.
Assim, a vacinação concentra esforços em quem realmente precisa de proteção adicional.
Por que não há vacinação em massa
O Ministério da Saúde não recomenda vacinação em massa contra Mpox para a população geral. Em vez disso, o governo adota uma estratégia seletiva baseada em risco epidemiológico e disponibilidade de doses.
Consequentemente, quem apresentar sintomas ou suspeitar de exposição deve procurar imediatamente uma unidade de saúde. Lá, os profissionais realizam avaliação clínica e orientam sobre isolamento, testagem e possível vacinação.
Principais medidas de prevenção contra Mpox
Embora a vacina contra Mpox no SUS represente uma ferramenta importante, ela não substitui os cuidados preventivos. Por isso, as autoridades reforçam medidas básicas que ajudam a reduzir a transmissão:
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lavar frequentemente as mãos com água e sabão ou álcool em gel;
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isolar pessoas infectadas até a cicatrização total das lesões;
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não compartilhar roupas, toalhas, talheres ou objetos pessoais;
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utilizar máscara ao se aproximar de pessoas com suspeita da doença;
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higienizar superfícies e objetos contaminados;
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evitar contato físico direto com pessoas suspeitas ou confirmadas.
Em síntese, Rondônia mantém vigilância constante e atua de forma estratégica para proteger grupos prioritários, reduzir riscos e garantir atendimento ágil à população.
Fonte: Governo de Rondônia









