O agente penitenciário Fabrício Borges Mendes, de 43 anos, foi condenado a 18 anos de prisão pelo homicídio de um policial militar em Porto Velho. O Tribunal do Júri da capital analisou o caso e decidiu pela condenação após a apresentação das provas pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO). Logo depois da sentença, a Justiça determinou a prisão imediata do réu. Entretanto, ao reagir à abordagem da Polícia Militar, ele efetuou disparos contra os agentes e morreu durante a ocorrência.
Resumo do caso
- Agente penitenciário foi condenado por homicídio.
- Tribunal do Júri fixou pena de 18 anos de prisão.
- Justiça determinou prisão imediata após o julgamento.
- Condenado reagiu à abordagem policial e morreu na ocorrência.
O caso ganhou repercussão porque os fatos ocorreram em sequência. Primeiro, os jurados reconheceram a responsabilidade do acusado pela morte do policial militar. Em seguida, a Justiça determinou o cumprimento imediato da pena. Depois disso, a tentativa de execução da ordem judicial terminou em confronto.
Júri reconhece culpa pelo homicídio
O Tribunal do Júri de Porto Velho conduziu o julgamento e analisou o crime doloso contra a vida. Durante a sessão, promotores do Ministério Público apresentaram provas e defenderam a condenação do réu. Além disso, a acusação destacou elementos reunidos ao longo da investigação.
Ao final da votação, os jurados reconheceram a responsabilidade de Fabrício Borges Mendes pelo homicídio do policial militar. Dessa forma, o juiz fixou a pena de 18 anos de prisão.
Entenda o julgamento
O Tribunal do Júri julga crimes contra a vida, como homicídios. Nesse modelo, cidadãos escolhidos como jurados decidem se o acusado é culpado ou inocente. Neste caso, o conselho de sentença decidiu pela condenação do agente penitenciário.
Justiça determina prisão após o julgamento
Logo após a leitura da sentença, a Justiça determinou o cumprimento imediato da prisão. Portanto, as autoridades iniciaram o procedimento para executar a ordem judicial.
No entanto, durante a abordagem, o condenado reagiu à ação policial. Segundo as informações divulgadas, ele efetuou disparos contra os agentes que cumpriam a decisão judicial.
Condenado morre ao reagir à abordagem
A reação armada transformou o cumprimento da ordem judicial em uma nova ocorrência policial. Diante da ameaça, os policiais intervieram na situação. Como consequência, o agente penitenciário morreu durante o confronto.
Assim, o caso ganhou grande repercussão. Primeiro houve a condenação pelo Tribunal do Júri. Depois disso, a morte do condenado ocorreu logo após a tentativa de prisão.
Ponto central da notícia
O episódio reúne dois acontecimentos de forte impacto: a condenação de um agente penitenciário pelo homicídio de um policial militar e a morte do réu ao reagir à prisão logo após o julgamento.
Atuação do MPRO marcou o julgamento
O Ministério Público de Rondônia participou ativamente do julgamento e apresentou a acusação no Tribunal do Júri. Além disso, o órgão sustentou a responsabilidade criminal do réu com base nas provas reunidas durante a investigação.
Por fim, o desfecho reforça a importância do Tribunal do Júri nos crimes contra a vida. Ao mesmo tempo, o caso também evidencia os riscos envolvidos no cumprimento de decisões judiciais em situações de resistência armada.
Com a condenação e a morte do réu durante a reação à prisão, o episódio passou a marcar o noticiário policial de Porto Velho neste início de 2026.
Leia também
🔎 STJ garante indenização a pescadores afetados no rio Madeira
O Superior Tribunal de Justiça manteve decisão que reconhece o direito de pescadores atingidos por impactos ambientais no rio Madeira receberem indenização.
Fonte: MPRO


