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Em Israel, Bolsonaro tratará de TI, defesa, segurança, aviação e saúde

O presidente Jair Bolsonaro embarca no próximo domingo (31) para Israel, em sua terceira viagem internacional, todas nesse mês (Estados Unidos e depois Chile). Em Israel, o presidente brasileiro irá retribuir o gesto do premiê Benjamin Netanyahu, que veio à posse em 1º de janeiro.

Já no domingo, Bolsonaro terá uma reunião com o premiê, por volta das 17h, horário local. Os temas que serão discutidos entre os dois são parcerias nas áreas de TI (Tecnologia da Informação), defesa, segurança, aviação e saúde. Após a reunião, eles devem fazer uma declaração à imprensa, e depois jantam juntos.

Na segunda-feira (1º), o presidente brasileiro irá cumprir agenda relacionada à segurança pública. Estão previstas visitas a unidades de segurança israelenses. Cerimônias militares (entrega de medalha) e uma agenda religiosa estão previstas.

O dia de terça-feira (2) será dedicado a encontros empresariais e outras visitas. O retorno ao Brasil será na quarta-feira (3).

Os destinos das primeiras viagens do presidente Bolsonaro foram escolhidos a dedo e mostram para que lado deve caminhar a diplomacia e as relações comerciais da sua gestão. Grande admirador de Donald Trump e do livre mercado, Bolsonaro escolheu o país de residência de um de seus gurus, Olavo de Carvalho, como seu primeiro destino. Depois foi para o País mais liberal das Américas onde assinou participação em um grupo que isola a Venezuela. Agora, Israel por motivos políticos, comerciais e religiosos.

O ponto delicado da viagem é não desagradar os países muçulmanos, grandes importadores de carnes halal brasileira. A mudança da embaixada brasileira em Israel, de Tel Aviv para Jerusalém, foi uma das questões abordadas por Bolsonaro desde a campanha, seguindo decisões semelhantes as adotadas pelos Estados Unidos e Guatemala. Os países árabes, no entanto, não aprovam a mudança, que poderia abalar as relações comerciais do Brasil com os países.

Energético é banido na Zâmbia após casos de ereção prolongada

Uma bebida energética foi retirada das prateleiras de supermercados na Zâmbia após relatos de efeitos colaterais, digamos, inesperados. A suspeita de que havia algo errado começou em janeiro de 2019, após uma série de posts nas redes sociais sugerirem que o “Natural Power SX Energy Drink” havia sido misturado ao Viagra, com um consumidor reclamado que a bebida causou uma ereção prolongada de seis horas e sudorese excessiva.

A embalagem da garrafa apresenta uma imagem de um homem flexionando seus músculos e um rótulo que afirma que a bebida pode “aumentar a libido” e atua como um “afrodisíaco”. Assim como as autoridades de saúde suspeitaram, uma análise científica dos ingredientes da bebida mostrou que ela realmente contém uma dose substancial do componente químico do Viagra.

Eles instruíram os consumidores a não bebida até que todas as investigações tenham sido concluídas. No entanto, de acordo com a BBC News, a revelação acabou aumentando a demanda pelo produto. Embora produzida na Zâmbia, a bebida também é exportada para outros países, como Uganda, Malauí e Zimbábue.

Segundo o Lusaka Times, testes recentes de laboratórios no Zimbábue e na África do Sul mostraram agora que a bebida contém citrato de sildenafila, uma droga para disfunção erétil que é vendida com o nome de Viagra. Apenas 250 mililitros da bebida continham entre 68,5 e 71,3 miligramas da droga. É uma dose alta considerando que é recomendado que os homens tomem apenas 50 mg de Viagra até que saibam a sua tolerância. Além disso, a bebida oferece riscos a mulheres e crianças que podem ter consumido a bebida também.

É importante lembrar que tomar qualquer medicamento prescrito sem saber disso pode ser muito perigoso. Como resultado, as autoridades da Zâmbia afirmaram que a bebida adulterada é uma ameaça à saúde pública e ordenou a retirada total do produto da Natural Power High Energy Drink SX.

Principal opositor do governo no Congresso tem sido o próprio governo, diz Guedes

Revista Veja Matéria: Cerimônia de posse do novo ministro da Ecônomia, Paulo Guedes. Personagem: Paulo Guedes, ministro da Ecônomia Foto: Cristiano Mariz Data: 02/01/2019 Local: SCS - Brasília - DF

Questionado sobre o voto até mesmo dos parlamentares da base do governo em medida que contrariariam a equipe econômica, o ministro da Economia, Paulo Guedes, reconheceu nesta quarta-feira, 27, que o principal opositor do governo no Congresso tem sido o próprio governo. “Está falhando algo em nós. É assustador. Ontem, tomei susto quando falaram que partido do governo ia jogar pedra na CCJ da Câmara”, afirmou, em referência à audiência pública à qual desistiu de ir.

Guedes avaliou a aprovação na terça-feira na Câmara dos Deputados de uma proposta de emenda constitucional que engessa ainda o orçamento – com ampla maioria no plenário – foi uma “exibição de poder político”.

“Ontem aconteceu uma demonstração de poder de uma casa legislativa. Foi um recado ao governo que diz que quer aprovar a reforma da Previdência em seis meses, mas também mostrou que PECs podem ser aprovadas em dois dias”, afirmou, em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Guedes disse ainda que esperava fechamento de questão dos principais partidos da base – PSL e DEM – sobre aprovação da previdência. “Há um choque de acomodação. O grupo que está chegando ainda não sabe onde está a cadeira e o grupo que já estava aí está sentado na janela. Mas acho que esse choque de acomodação no parlamento será superado”, completou.

Anderson Pereira relata precariedades na RO-460, no acesso a Buritis e quer ação do Governo para melhorias

Durante sessão ordinária ocorrida na última terça-feira (26), o deputado Anderson Pereira (Pros), fez sérias cobranças ao Governo do Estado, relatando as péssimas condições de tráfego em que se encontra a RO-460, trecho que dá acesso ao município de Buritis.

O parlamentar esteve na região durante o final de semana e constatou que via está repleta de buracos, crateras de diferentes tamanhos, lama que prejudicam o trânsito e são propícios a sérios acidentes devido o constante fluxo de veículos. A rodovia é uma das principais na região para escoamento de produção.

Anderson ressaltou que devido ao abandono da via, o Ministério Público Estadual bloqueou R$ 30 milhões das contas do Departamento de Estradas e Rodagens (DER), por conta de não realizar manutenção, obras de reparos na rodovia durante gestão passada, parabenizando o judiciário pela ação.

O deputado quer uma ação urgente do Governo, mesmo sabendo que o governador assumiu agora e pegou a situação em andamento.  O município de Buritis é carente de alguns serviços que precisam ser realizados em locais vizinhos, como a capital Porto Velho ou Ariquemes, obrigando a população a correr riscos trafegando pela via. A cidade está sem serviço público de Raio X, por falta de uma sala e insumos adequados. Outra carência é o posto da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), que foi fechado na localidade

Mais de 200 indígenas fecham BR-364 em protesto contra municipalização da saúde em Cacoal, RO

Mais de 200 indígenas e servidores da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) se reuniram nesta quarta-feira (27), sob a ponte do Riozinho, para protestarem contra a municipalização da saúde indígena em Cacoal (RO). Na ocasião, indígenas de 14 etnias usaram cartazes e barricadas colocadas sobre a ponte, impedindo a passagem de veículos.

Após cerca de duas horas de bloqueio, o tráfego foi liberado, porém os manifestantes afirmam que novos bloqueios devem ocorrer nos próximos dias.

De acordo com o líder indígena Marcelo Cinta Larga, a manifestação é contra a municipalização da saúde dos povos indígenas.

“Estamos com uma equipe de liderança em Brasília (DF), em audiência com o ministro da saúde. Somente quando recebermos uma resposta positiva é que os indígenas brasileiros vão desbloquear as estradas e deixar as mobilizações”, disse Marcelo.

Indígenas protestam contra municipalização da saúde em RO — Foto: Rede Amazônica/ReproduçãoIndígenas protestam contra municipalização da saúde em RO — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Indígenas protestam contra municipalização da saúde em RO — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Marcelo afirma ainda que a municipalização para os indígenas é uma forma de ‘assassinato’, tendo em vista que o acesso às aldeias é complicado.

“Para ter acesso muitas vezes é preciso a ajuda até mesmo de helicóptero, carro e barco. Portanto, nenhum município é capaz de dar assistência nem mesmo para os brancos, imagina para os indígenas, que se encontram em locais dificultosos”, destacou o indígena.

Para o indígena Henrique Surui, a municipalização da saúde trará grande impacto para os indígenas.

Policiais acompanham manifesto em Cacoal — Foto: Rede Amazônica/ReproduçãoPoliciais acompanham manifesto em Cacoal — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Policiais acompanham manifesto em Cacoal — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

“Eu acho que essa municipalização não deveria ocorrer, por isso estamos manifestando. O governo não criou a saúde indígena no Brasil porque queriam, mas sim, com a nossa luta. Parar com os atendimentos da Sesai vai prejudicar a saúde dos indígenas que moram na aldeia, pois temos culturas diferentes, e acesso é difícil. O município não tem recurso humano para atender a saúde indígena no Brasil”, afirmou o manifestante.

Por volta de 13h, o tráfego sobre a ponte foi liberada, mas os manifestantes afirmaram que ainda na tarde de quarta-feira o bloqueio será retomado.

Indígenas exibem cartazes em Cacoal — Foto: Rede Amazônica/ReproduçãoIndígenas exibem cartazes em Cacoal — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Indígenas exibem cartazes em Cacoal — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Jair Montes recomenda governador a fazer tomada de contas no Executivo

O deputado estadual Jair Montes (PTC) fez um duro pronunciamento na sessão ordinária desta quarta-feira (27), cobrando que o governador Marcos Rocha (PSL) tome medidas urgentes para identificar a real situação financeira do Estado.

“Fui eleito para trabalhar, para me posicionar. Eu vou deixar um exemplo do que aconteceu em Porto Velho. O ex-prefeito Mauro Nazif (PSB), hoje deputado federal, tem um coração grande e não gosta de confrontos. O governador Marcos Rocha (PSL) tem coração grande também, mas precisa se posicionar, determinar uma tomada de contas, para não assumir responsabilidades que não são dele. Não pode esconder nada de ruim que herdou!”, desabafou.

Ele alertou para a situação precária e preocupante em órgãos como o Iperon, o Detran, a Caerd e outros. “Precisa com urgência, montar uma equipe, chamar o Tribunal de Contas e a Assembleia, reunir técnicos e fazer uma tomada de contas nesses locais. Estou pronto para contribuir, mas o governador precisa querer, precisa ser firme”, arrematou.

O deputado destacou ainda a motivação dos parlamentares, que estão atuando para contribuir com o Governo e sempre debatendo nas sessões, nas comissões temáticas e outros espaços, com muita determinação, na opinião dele.

“Quero ver essa mesma determinação do secretariado e dos assessores do governador, que ao invés de ficarem no Facebook, devem trabalhar, mostrar resultados e ajudar o governador. As finanças do Estado estão no amarelo, quase no vermelho. Se não forem tomadas medidas sérias, pode voltar a atrasar salários, inclusive”, desabafou.

Montes disse ainda que “tenho grande respeito pelo líder do Governo nesta Casa, o deputado Eyder Brasil (PSL), que tem se mostrado um parlamentar atuante e equilibrado, mesmo estando estreando na vida pública. Mas, não posso deixar de pontuar que há uma falta de articulação política do Governo. Os Poderes são independentes, mas precisam ser harmônicos”.

O parlamentar também destacou que “eu uso a tribuna todos as sessões, para marcar posição. Não se trata de criticar o Governo, mas sim de ter posicionamento. Eu tenho grande responsabilidade como parlamentar. Não posso fingir que nada está acontecendo, ficar quietinho e não falar nada. Não posso ser covarde”.

Silvia Cristina pede auditoria na Ceron

 

A deputada federal, Silvia Cristina (PDT) informou que esta indignada com a redução de apenas 7,46% nas tarifas de energia elétrica do Estado de Rondônia e que protocolou um requerimento na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara Federal, na qual é membro, solicitando que seja realizada uma auditoria nas Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) para explicarem o real motivo deste aumento.

“Me sinto indignada porque está redução é muito pequena perto do aumento abusivo, entre 25% a 27%, que tivemos e a economia de Rondônia foi muito abalada. Precisamos desta auditoria, no período de cinco anos anterior à venda em leilão para a empresa Energisa e a dívida existente na empresa e seus processos, para saber a justificativa deste aumento  e para que a população entenda o motivo, comentou Silvia Cristina.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou ontem (26), após várias reuniões junto com a bancada de Rondônia e Ministério de Minas e Energia, uma redução na tarifa da energia elétrica do estado de Rondônia de  7,46 por cento de redução. “Vamos continuar lutando para que está redução seja maior e atenda os anseios da população rondoniense”, finalizou.

Maia corrige nota e diz que vigência da PEC do Orçamento pode ser já em 2020

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), divulgou “uma atualização” da nota que distribuiu mais cedo nesta quarta-feira, 27, para comentar a aprovação da chamada PEC do Orçamento. O novo texto esclarece que a PEC produzirá efeitos a partir da execução orçamentária do exercício seguinte à sua publicação, ou seja, o engessamento do Orçamento poderá ocorrer já no próximo ano, caso a PEC passe pelo Senado e seja convertida em emenda constitucional ainda em 2019.

“Deve-se esclarecer que, nos termos do art. 3º, a PEC produzirá efeitos a partir da execução orçamentária do exercício seguinte à sua publicação. Se a PEC for convertida em emenda constitucional em 2019, a execução do orçamento de 2020 (a ser aprovado este ano) será de execução obrigatória. Se aprovada em 2020, a execução obrigatória se dará com o orçamento de 2021”, diz a nova nota.

Na primeira mensagem, Maia havia registrado que a PEC só vigoraria a partir do exercício financeiro de 2022, não se tratando, portanto, “de uma medida casuística ou política”.

A PEC do Orçamento (Proposta de Emenda Constitucional nº 2, de 2015) foi aprovada na terça-feira na Câmara, em dois turnos, em uma votação relâmpago e com ampla maioria. A matéria, que estava “adormecida”, nem constava da pauta oficial do plenário no início do dia, mas sua aprovação foi costurada entre os líderes partidários durante reunião no início da tarde de terça.

Na nota divulgada nesta quarta, Maia afirma que o texto aprovado pela Comissão Especial no final de 2015 recebeu emendas de redação para garantir sua compatibilidade com o Teto de Gastos (Emenda Constitucional 96/2016), que não poderá ser ultrapassado. “É fundamental, ainda, esclarecer que a PEC não impede o governo de atuar no sentido de conter déficits, nem de realizar o contingenciamento de despesas quando necessário”, diz.

Segundo Maia, o que muda agora é que o contingenciamento, seja das emendas individuais, seja das de bancada, deverá incidir de forma proporcional sobre as demais despesas passíveis de contingenciamento. “A PEC torna o orçamento público mais realista e, por consequência, atribui maior peso às propostas do Executivo aprovadas pelo Legislativo”, afirma o presidente da Câmara. Para ele, com a medida o orçamento deixa de ser uma “peça de ficção”.

‘Vingadores: ultimato’ terá três horas de duração

Já se especulava que a duração do filme, de fato, beirasse as três horas, a partir de interpretações de entrevistas concedidas pelos diretores Anthony e Joe Russo. No entanto, a possibilidade esbarraria em questões comerciais, pois um maior tempo de filme significa uma diminuição no número de sessões, o que pode afetar a venda de ingressos.

Quarto volume da saga, o longa traz os heróis sobreviventes, agora reunidos para salvar a humanidade do vilão Thanos. Será que três horas serão suficientes para isso?

Vingadores: Ultimato chega aos cinemas em 25 de abril. Confira tudo o que já sabemos sobre o filme nesta matéria.

Assista:

Indígenas invadem prefeitura

Indígenas da etnia guarani que vivem no Jaraguá, zona norte da cidade de São Paulo, invadiram na manhã desta quarta-feira, 27, o saguão da sede da Prefeitura de São Paulo, no centro. O protesto é contra a municipalização da saúde indígena e o que chamam de “sucateamento” da Secretaria Especial da Saúde Indígena (Sesai), ligada ao Ministério da Saúde.

Segundo lideranças guarani, os povos indígenas correm risco de morte após o governo federal ter cortado o pagamento dos funcionários que prestam serviços de saúde. A ameaça estaria ligada à falta de pagamento às empresas que fornecem mantimentos básicos para o socorro médico às aldeias.

A ocupação começou por volta das 9h30, quando um grupo que cantava e dançava em frente ao prédio conseguiu entrar no local. Pintado e com instrumentos musicais, lanças e arco e flecha, ele chegou a se instalar no saguão.

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) retirou o grupo. Segundo relatos, foi usado spray de pimenta e violência física. Os guardas que estão na Prefeitura negaram.

O grupo conseguiu uma promessa de audiência na Secretaria da Saúde para discutir o tema. Antes da reunião, fez uma reza para “alcançar inspiração”. Até o início da tarde desta quarta-feira, a reunião não aconteceu. Os índios querem a presença do prefeito, que está em agenda externa. A decisão do grupo é acampar na frente à Prefeitura.

Em nota, o grupo indígena disse que o ato “está incluído nas ações da Semana de Mobilização Nacional contra a municipalização da saúde Indígena e o sucateamento da SESAI- Secretaria Especial de Saúde Indigena, convocada pela APIB- Articulação dos Povos indígenas do Brasil”.

“Convênios com organizações civis não foram pagos; distritos sanitários estão sem medicamentos, transporte e vacinas. Indígenas em todo o país estão sem planos de assistência à saúde e, por isso, correm risco de morte. A ameaça está ligada à falta de pagamento do governo federal as empresas que fornecem mantimentos básicos para o socorro médico para as aldeias”, diz a nota.

“Ocupando o Prédio da Prefeitura, o povo guarani exige que a prefeitura reconheça que o município não tem condições de assumir a oferta de uma saúde diferenciada aos povos indígenas, direito assegurado pela Constituição Federal. Vários atos semelhantes estão acontecendo em todo Brasil e o movimento indígena nacional, afirma que não recuarão enquanto o governo federal não mudar sua postura desrespeitosa em relação a saúde indígena.”

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