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quinta-feira, outubro 22, 2026
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Pirarucu moqueado encanta na Rondônia Rural Show 2023

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Pirarucu moqueado ganhou destaque na Rondônia Rural Show 2023 ao revelar ao público uma técnica ancestral que transforma o sabor do peixe sem uso de temperos. A apresentação chamou atenção pela autenticidade e pelo resgate direto da cultura amazônica.

O preparo foi conduzido pelo renomado chef Helvécio Maciel, referência na valorização da gastronomia regional, que apresentou a técnica durante a 10ª edição da feira em entrevista à repórter Carla Nardi. Ao vivo, ele mostrou como o método indígena transforma o alimento apenas com fogo, fumaça e tempo.

🔊 Ative o som e veja o chef Helvécio Maciel preparar o pirarucu moqueado na feira

Chef Helvécio Maciel resgata técnica indígena

Reconhecido por sua atuação na gastronomia amazônica, Helvécio Maciel destacou que o pirarucu foi preparado no moquém, estrutura tradicional indígena utilizada há séculos.

Nesse método, o peixe é grelhado, cozido e defumado ao mesmo tempo, sem qualquer tipo de tempero. Segundo o chef, a proposta é preservar o sabor original do alimento e valorizar a cultura ancestral.

🔥 Destaque do chef:
“Não leva sal, nem limão. Só a fumaça e o fogo transformam completamente o peixe.”

Preparo exige tempo, técnica e respeito à natureza

Durante a demonstração, o chef explicou que o processo pode levar até oito horas. O controle da fumaça é essencial para garantir textura e sabor equilibrados.

Para isso, o peixe é coberto com folhas de bananeira, evitando a perda de calor e intensificando a defumação natural.

🌿 Técnica tradicional:
A folha de bananeira ajuda a manter a umidade e potencializa o sabor da fumaça na carne.

Chef orienta como adaptar o preparo em casa

Mesmo sendo um método tradicional, Helvécio Maciel destacou que é possível adaptar a técnica. O uso de grelhas altas e fogo médio a alto já permite bons resultados.

O chef também alertou sobre um erro comum: usar limão antes do preparo. Segundo ele, o ácido altera a proteína e impede a absorção correta dos sabores.

O ideal é temperar apenas após o preparo, mantendo a essência do método indígena.

Gastronomia amazônica ganha protagonismo

A apresentação reforçou o papel da Rondônia Rural Show como vitrine não apenas do agronegócio, mas também da cultura e da identidade regional.

Comandada por um chef de destaque, a experiência elevou o nível gastronômico do evento e proporcionou ao público um contato direto com técnicas tradicionais raramente vistas ao vivo.

📢 Impressão da reportagem:

“O sabor surpreende. Mesmo sem tempero, o resultado é uma explosão de autenticidade que representa a Amazônia.”

Leia também

Veja mais sobre valorização da gastronomia regional no site da Embrapa.

Vídeo: Idaron alerta que período de semeadura da soja no Estado inicia nesta segunda-feira

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A semeadura da soja em Rondônia para a safra 2023/2024 começou com calendário dividido em duas regiões e alerta da Idaron para que os produtores respeitem os prazos definidos. A medida segue regras do Ministério da Agricultura e busca fortalecer o controle da ferrugem asiática da soja.

▶ Ative o som e assista: o vídeo explica como funciona a semeadura da soja em Rondônia, os prazos por região e o cadastro obrigatório das áreas de cultivo.

Na Região I, formada por Cabixi, Cerejeiras, Chupinguaia, Colorado do Oeste, Corumbiara, Pimenteiras do Oeste e Vilhena, o plantio começa em 11 de setembro e segue até 19 de dezembro. Já na Região II, que abrange os demais municípios do estado, a semeadura deve ocorrer entre 16 de setembro e 24 de dezembro.

Calendário ajuda no controle da ferrugem asiática

Segundo a Idaron, o calendário tem base no Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, dentro das normas do Mapa. O objetivo é reduzir o risco de ocorrência da doença na lavoura e proteger a produtividade da safra.

O gerente de Inspeção e Defesa Sanitária Vegetal, Jessé de Oliveira Júnior, reforçou que o produtor não deve iniciar a semeadura antes do período permitido. O respeito ao vazio sanitário é tratado como essencial para conter a ferrugem asiática e evitar prejuízos econômicos no campo.

Região I
11/9 a 19/12
Cone Sul de Rondônia, com início mais cedo do plantio.
Região II
16/9 a 24/12
Prazo válido para os demais municípios do estado.
Cadastro
Até 15/12
Prazo para registrar a área cultivada junto à Idaron.

Cadastro é obrigatório para quem vai cultivar

O presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha Peres, destacou que o produtor que for trabalhar com a cultura precisa cadastrar a área até 15 de dezembro. O procedimento pode ser feito pela internet, no sistema da agência.

O governador Marcos Rocha também reforçou que o cumprimento das datas é importante não apenas pelo aspecto fitossanitário, mas também pelo impacto econômico da soja na balança comercial de Rondônia.

Cultivo cresce em Rondônia

A área cultivada de soja no estado cresceu fortemente ao longo da última década. Segundo os dados informados, a safra 2011/2012 tinha 107,6 mil hectares, enquanto a safra 2022/2023 alcançou 544,1 mil hectares. Entre os municípios com maior área cultivada aparecem Pimenteiras do Oeste, Corumbiara, Vilhena, Porto Velho e Chupinguaia.

Fonte da notícia: Idaron e Governo de Rondônia, com base no calendário oficial de semeadura da soja para a safra 2023/2024.

AROM reúne gestores para debater Reforma Tributária em Rondônia

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Imagem ilustrativa sobre Reforma Tributária em Rondônia, com palestra, gestores em auditório e elementos de planejamento fiscal
Encontro da AROM está previsto para 17 e 18 de novembro, em Porto Velho. Imagem ilustrativa.

Reforma Tributária em Rondônia será o principal tema do 3º Encontro de Prefeitos, Secretários e Vereadores organizado pela Associação Rondoniense de Municípios (AROM) nos dias 17 e 18 de novembro de 2026, em Porto Velho. O evento pretende ajudar as administrações municipais a entender as etapas de transição do sistema tributário e seus reflexos no planejamento fiscal.

A programação presencial ocorrerá na Escola Municipalista, segundo a página oficial da AROM. As inscrições estão disponíveis pela internet. Quem pretende participar precisa conferir a agenda final, as condições de acesso e eventuais alterações antes de viajar.

Reforma Tributária em Rondônia: agenda do encontro em novembro

O evento será presencial e reunirá gestores municipais, representantes dos Poderes Executivo e Legislativo, órgãos de controle, instituições públicas, entidades municipalistas e especialistas. A organização espera participação ampla dos 52 municípios de Rondônia, mas isso não equivale à confirmação individual da presença de cada prefeitura.

AGENDA CONFIRMADADatas: 17 e 18 de novembro de 2026. Cidade: Porto Velho. Local: Escola Municipalista. Organização: AROM. Horários detalhados e eventuais atualizações devem ser conferidos nos canais oficiais.

A Reforma Tributária em Rondônia será discutida sob o ponto de vista da gestão municipal, com atenção para arrecadação, receitas próprias, planejamento fiscal, administração tributária e segurança jurídica.

Prefeituras precisam preparar leis, cadastros e planejamento

A mudança do sistema de tributação sobre o consumo exige preparação administrativa. O ISS será substituído gradualmente pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), e municípios terão de adaptar rotinas, legislação local, cadastros, fiscalização e planejamento.

Isso não significa que uma prefeitura terá aumento ou queda automática de receita. Os efeitos dependem das regras de transição, da regulamentação e da realidade econômica de cada município. A Reforma Tributária em Rondônia exige, portanto, análise local e acompanhamento técnico.

SEM PROJEÇÃO AUTOMÁTICAO encontro discute preparação e gestão. Não há base para antecipar, de forma genérica, quanto cada município ganhará ou perderá com o novo sistema.

Faixa editorial sobre Reforma Tributária em Rondônia com palestra ilustrativa, documentos financeiros e assinatura Leia na TVdoPOVO.com
AROM prevê debates sobre arrecadação e planejamento fiscal; imagem ilustrativa, sem registro do evento.

Transição do novo sistema vai até 2033

A Emenda Constitucional 132/2023 estabeleceu a reforma da tributação sobre o consumo, com implantação gradual do novo modelo. Para as equipes municipais, a transição envolve acompanhar normas nacionais e ajustar procedimentos locais ao longo dos próximos anos.

Por isso, a Reforma Tributária em Rondônia entra no calendário das prefeituras antes mesmo da conclusão de todas as etapas. Decisões sobre sistemas, cadastros e planejamento precisam ser tomadas de forma coordenada com as regras que forem sendo regulamentadas.

O QUE AINDA MUDAA transição é gradual e depende de normas complementares e implementação. Evento, palestra ou orientação técnica não substituem os atos legais que definem as regras efetivas.

Evento terá Central de Atendimento aos Municípios

Uma das novidades anunciadas é a Central de Atendimento aos Municípios, prevista para funcionar paralelamente à programação principal. A proposta é permitir que prefeitos, secretários e servidores levem dúvidas concretas e busquem orientação de instituições e consórcios participantes.

A Reforma Tributária em Rondônia também estará entre os temas que podem gerar dúvidas práticas sobre arrecadação, fiscalização e planejamento. A organização cita instituições como CNM, TCE-RO, Ministério Público de Contas, TJRO, Sebrae e Receita Federal, mas a lista não deve ser tratada como confirmação definitiva de cada participação até a programação final.

COMO SE PREPARARA orientação é que as equipes municipais levem dúvidas e pendências sobre cadastros, fiscalização, receitas, planejamento e outros temas da gestão para aproveitar o atendimento técnico.

Inscrição está disponível no site da AROM

Quem pretende acompanhar os debates sobre Reforma Tributária em Rondônia pode acessar a página oficial do evento e seguir para o formulário de inscrição disponibilizado pela AROM.

Antes do deslocamento, o participante deve confirmar horários, eventual custo e possíveis atualizações da programação. A página oficial informa a Escola Municipalista, em Porto Velho, como local do encontro.

A agenda sobre Reforma Tributária em Rondônia tem caráter preparatório. Debates realizados no encontro não devem ser apresentados antecipadamente como decisões definitivas ou como resultado fiscal já conhecido para as prefeituras.

Até a realização do encontro, a orientação é consultar a AROM para confirmar horários, inscrições e programação. A discussão não altera, por si só, tributos municipais nem define antecipadamente o impacto fiscal em cada cidade.

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Porto Velho discute novo modelo para coleta de lixo no Baixo Madeira com estações de transbordo

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Composição ilustrativa da coleta de lixo no Baixo Madeira, com trabalhadores, resíduos e embarcação em cenário ribeirinho
A coleta fluvial já é realizada desde 2024; novas estações de transbordo fazem parte de uma proposta ainda em debate.

A coleta de lixo no Baixo Madeira entrou em uma nova etapa de discussão em Porto Velho. Audiências com moradores de São Carlos e Calama abordaram uma proposta para reorganizar o transporte dos resíduos e prever estações de transbordo em comunidades atendidas por embarcações.

O modelo ainda está em consulta pública e na elaboração da parceria público-privada (PPP). As estruturas anunciadas não estão prontas nem há contrato concluído para a nova operação. A coleta fluvial já funciona desde 2024; o que está em debate é como enfrentar as dificuldades que persistem ao longo do rio.

O que as comunidades discutiram nas audiências

A Prefeitura apresentou aos participantes de São Carlos e Calama alternativas para o serviço de limpeza nas localidades ribeirinhas. As reuniões permitiram que os moradores relatassem problemas no acesso às embarcações, no recolhimento e na retirada de resíduos.

A coleta de lixo no Baixo Madeira integra uma modelagem municipal mais ampla. O projeto inclui a possibilidade de novas estruturas de apoio ao transporte, mas a realização das audiências não autoriza afirmar que a concessão foi contratada ou que as obras começaram.

Calama, São Carlos, Nazaré e Demarcação estão entre os distritos considerados prioritários no planejamento. O estudo técnico estima, para esse conjunto, cerca de 1.500 toneladas de resíduos ao ano, parâmetro usado para dimensionar a logística pretendida.

Como a coleta por balsa funciona atualmente

A coleta de lixo no Baixo Madeira não começa com essa proposta. O transporte dos resíduos por balsa já ocorre desde 2024, e o diagnóstico utilizado na modelagem descreve trabalhadores locais, contêineres e embarcações que fazem a retirada periódica.

Em São Carlos, o estudo relata transferência informal de materiais antes do transporte até a destinação final. Também foram apontados resíduos de serviços de saúde misturados ao lixo urbano e ausência de coleta na Agrovila Rio Verde no momento do levantamento.

Esses registros são um retrato do diagnóstico técnico, não uma medição atualizada de cada comunidade. Eles ajudam a explicar por que a Prefeitura discute condições de trabalho, organização dos pontos de entrega e alternativas para os períodos de seca.

Faixa da TVdoPOVO sobre coleta de lixo no Baixo Madeira e proposta de estações de transbordo em discussão
Modelo em estudo prevê estações de transbordo para a logística dos resíduos. Imagem ilustrativa gerada com inteligência artificial / TVdoPOVO.

Cheias, estiagem e terras caídas complicam o acesso

O nível do rio Madeira varia intensamente ao longo do ano. Segundo o estudo socioambiental reunido no handoff, a diferença entre cheia e estiagem pode chegar a 12 metros, alterando a altura das margens e as condições para atracar.

Na vazante, equipes podem ter de carregar recipientes manualmente pela várzea para alcançar a embarcação. Em Calama, o fenômeno conhecido como terras caídas também afeta os pontos utilizados no embarque dos materiais.

Por isso, a coleta de lixo no Baixo Madeira exige soluções que funcionem em mais de uma estação do ano. Uma estrutura adequada na cheia pode exigir outra forma de acesso quando o nível da água baixa.

Para que serviriam as estações de transbordo

As estações previstas funcionariam como pontos intermediários: os resíduos coletados seriam reunidos em locais definidos para posterior transferência a balsas ou outros meios de transporte. O modelo em análise considera instalações nos quatro distritos prioritários.

A proposta também menciona uma estação regional na Boca do Jamari. Essa instalação é prevista, não uma unidade existente. Seu papel seria apoiar a logística do sistema, conforme o desenho que ainda passa por consulta e modelagem.

Para a coleta de lixo no Baixo Madeira, a intenção é reduzir deslocamentos improvisados e tornar o processo mais organizado. Ainda não há base para afirmar que a operação planejada eliminou riscos, diminuiu custos ou melhorou indicadores sanitários.

O que falta definir e como acompanhar a proposta

A etapa atual envolve receber contribuições das comunidades, revisar as alternativas técnicas e avançar pelos procedimentos administrativos da PPP. Licitação, contrato, cronograma definitivo e implantação dependem de decisões posteriores.

Quem utiliza a coleta de lixo no Baixo Madeira deve acompanhar as informações oficiais e relatar dificuldades concretas de acesso, acúmulo de materiais e segurança nos pontos de retirada. As sugestões podem ser encaminhadas pelos canais de consulta pública da Prefeitura.

O comunicado de 20 de outubro pode ser lido no portal da Prefeitura de Porto Velho. Até que haja nova confirmação documental, permanecem separados o serviço fluvial em andamento e as estações ainda planejadas.

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Vingadores: Doutor Destino estreia em dezembro; veja elenco e o que assistir antes

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Doutor Destino, de capuz verde e máscara metálica, aparece em projeção de cinema em cenário cósmico ilustrativo.
Imagem ilustrativa de Doutor Destino em uma sala de cinema; Vingadores: Doutor Destino tem estreia anunciada para dezembro de 2026.

Vingadores: Doutor Destino estreia oficialmente nos cinemas brasileiros em 17 de dezembro de 2026, segundo a Disney Brasil. A plataforma Disney+ também menciona pré-estreias em 16 de dezembro. O novo encontro de heróis reúne personagens dos Vingadores, X-Men, Quarteto Fantástico e Wakanda, sob direção dos irmãos Anthony e Joe Russo.

O retorno de Robert Downey Jr. é um dos destaques, mas o ator aparece em outro papel: Victor von Doom, o Doutor Destino. Para ajudar o público a se preparar sem spoilers, a TVdoPOVO reuniu os nomes confirmados, os detalhes sobre ingressos e a seleção de filmes e séries divulgada pelo próprio Disney+.

Quando Vingadores: Doutor Destino chega aos cinemas brasileiros?

A estreia oficial está marcada para 17 de dezembro de 2026. No guia de contagem regressiva, o Disney+ informa pré-estreias em 16 de dezembro, um dia antes da abertura regular. A comunicação de plataformas de ingressos pode chamar as sessões antecipadas de estreia; para a data brasileira, a referência adotada aqui é o comunicado da distribuidora.

A Disney também já divulgou material promocional de Doutor Destino. O lançamento inicial será exclusivo nos cinemas. Embora haja previsão de chegada futura ao streaming, não foi anunciada uma data para assistir ao novo filme no Disney+.

O anúncio pode ser conferido no comunicado oficial da Disney Brasil. Horários e sessões em Porto Velho dependem da programação de cada exibidor; não há confirmação específica de cinema ou preço nesta apuração.

Vingadores, X-Men e Quarteto Fantástico: veja o elenco confirmado

Entre os Vingadores divulgados pela Disney estão Chris Hemsworth (Thor), Chris Evans (Steve Rogers), Anthony Mackie (Capitão América), Paul Rudd (Homem-Formiga) e Simu Liu (Shang-Chi). Pedro Pascal, Vanessa Kirby, Joseph Quinn e Ebon Moss-Bachrach representam os quatro integrantes do Quarteto Fantástico.

Os X-Men aparecem com Patrick Stewart (Professor Xavier), Ian McKellen (Magneto), James Marsden (Ciclope), Rebecca Romijn (Mística), Alan Cumming (Noturno), Kelsey Grammer (Fera) e Channing Tatum (Gambit). Wakanda reúne Letitia Wright (Shuri) e Winston Duke (M’Baku); Tenoch Huerta Mejía e Mabel Cadena retornam como Namor e Namora.

Florence Pugh, Wyatt Russell, Sebastian Stan, David Harbour, Hannah John-Kamen e Lewis Pullman integram o núcleo dos Thunderbolts*. Tom Hiddleston, Danny Ramirez, Kathryn Newton e Hayley Atwell também constam da relação divulgada. O elenco de Doutor Destino é amplo, mas a duração das participações e os destinos dos personagens continuam desconhecidos.

Faixa editorial sobre Vingadores: Doutor Destino, estreia em dezembro, elenco e guia do que assistir antes
Arte ilustrativa da TVdoPOVO sobre Vingadores: Doutor Destino; composição criada com inteligência artificial, não oficial da Marvel Studios ou Disney.

Robert Downey Jr. será Victor von Doom, não Tony Stark

O Doutor Destino é Victor von Doom, monarca da fictícia Latvéria e adversário histórico de Reed Richards. A descrição publicada pelo Disney+ destaca sua combinação de conhecimentos científicos, feitiçaria e habilidade estratégica. Robert Downey Jr., que interpretou o Homem de Ferro, assume agora o papel do vilão.

A Disney deixa claro que não existe ligação confirmada entre Victor von Doom e Tony Stark. Teorias sobre versões alternativas do Homem de Ferro não devem ser confundidas com informações do roteiro. A sinopse divulgada fala em heróis de universos diferentes enfrentando uma ameaça existencial, sem antecipar quem vence o confronto.

Quais 13 filmes e séries o Disney+ sugere rever antes da estreia?

A contagem regressiva oficial do Disney+ destaca 13 produções, mas a plataforma ressalta que não é necessário assistir a tudo para compreender o filme. A seleção é organizada em cinco caminhos, de mutantes às equipes mais recentes:

Mutantes: X-Men; X-Men 2.

Vingadores: Capitão América: O Primeiro Vingador; Vingadores; Vingadores: Guerra Infinita.

Multiverso: Loki (série); Doutor Estranho no Multiverso da Loucura.

Novos heróis: Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis; Pantera Negra: Wakanda para Sempre; Capitão América: Admirável Mundo Novo.

Equipes e encontros: Thunderbolts*; Quarteto Fantástico: Primeiros Passos; Deadpool & Wolverine.

A lista acima vem da seleção oficial da Disney+. A inclusão de uma produção é uma sugestão de preparação, não confirmação de que todos os seus personagens aparecerão em Doutor Destino.

Por onde começar a maratona e como consultar ingressos

Para quem tem pouco tempo, a TVdoPOVO sugere três passos: rever Vingadores, acompanhar a série Loki e conhecer Quarteto Fantástico: Primeiros Passos. Essa ordem é uma sugestão editorial, não uma recomendação obrigatória da Disney. Quem quiser ampliar a maratona pode acrescentar Vingadores: Ultimato.

A venda antecipada foi divulgada nacionalmente, mas não é correto presumir valores ou horários para Porto Velho. Antes de comprar, selecione a cidade e a rede exibidora em canais de venda conhecidos, confira a data efetiva da sessão e verifique a classificação indicativa disponível no momento da compra.

Se preferir, consulte a comunicação de pré-venda da Ingresso.com. A estreia prevista para Doutor Destino permanece em 17 de dezembro, com possíveis sessões antecipadas no dia 16.

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Anvisa manda recolher produtos para unhas que prometem eliminar fungos e bactérias

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Produto para unhas recolhido pela Anvisa após alegação contra fungos e bactérias no rótulo
Composição editorial ilustra produto para unhas no contexto do recolhimento determinado pela Anvisa contra itens da SDK com alegação terapêutica específica.

Produto para unhas recolhido pela Anvisa está entre as novas medidas sanitárias divulgadas nesta semana. A Agência determinou o recolhimento de produtos fabricados pela SDK Indústria de Cosméticos Ltda. que tragam no rótulo a alegação de “regenerador de unhas” capaz de eliminar 99% dos fungos e bactérias. A decisão foi divulgada em 21 de outubro e tem alcance nacional.

Para o consumidor, o ponto principal é observar exatamente quais itens são atingidos. A determinação não alcança automaticamente toda a linha da fabricante: entram na medida os produtos da SDK que apresentam a alegação terapêutica especificada pela Anvisa na rotulagem.

Anvisa determina recolhimento de produtos com alegação específica

A ação consta da Resolução-RE nº 4.140/2026. Segundo a Agência, entram na medida os produtos fabricados pela SDK Indústria de Cosméticos Ltda. que contenham a indicação questionada no rótulo.

O QUE A MEDIDA NÃO SIGNIFICA
A decisão não autoriza afirmar que todos os produtos da SDK foram recolhidos. Também não significa que a Anvisa tenha comprovado que o produto é ineficaz. A irregularidade informada é regulatória e está ligada à alegação terapêutica apresentada na rotulagem.

Por isso, ao identificar um possível produto para unhas recolhido, o consumidor deve comparar fabricante e texto do rótulo, em vez de concluir pela aparência da embalagem ou por uma marca não citada na decisão.

Frase sobre fungos e bactérias identifica o alcance da ação

A formulação destacada pela Anvisa é a alegação de que o produto seria “regenerador de unhas” e eliminaria 99% dos fungos e bactérias. É essa afirmação terapêutica que delimita os itens mencionados pela Agência.

A fonte oficial consultada não informa nome comercial específico nem número de lote. Por isso, a TVdoPOVO não atribui marca, apresentação ou lote que não estejam expressamente confirmados na medida.

CONFIRA A ROTULAGEM
O consumidor deve observar o nome do fabricante e a presença da alegação indicada pela Anvisa. Não é correto ampliar o recolhimento para produtos que não se enquadrem nesses critérios sem nova informação oficial.
Faixa editorial da TVdoPOVO sobre produto para unhas recolhido pela Anvisa e itens da SDK com alegação contra fungos e bactérias
A medida atinge produtos da SDK com alegação terapêutica específica no rótulo. Arte editorial / TVdoPOVO.

Por que uma promessa terapêutica muda o enquadramento do produto

Segundo a Anvisa, os itens estavam regularizados como cosméticos, mas apresentavam no rótulo indicação terapêutica incompatível com essa categoria. A Agência cita a Lei nº 6.360/1976 como fundamento para a irregularidade.

Na prática, um cosmético não pode ser apresentado ao consumidor como se tivesse finalidade terapêutica que não corresponde ao seu enquadramento sanitário. É esse conflito entre regularização e promessa no rótulo que sustenta a medida sobre o produto para unhas recolhido.

NÃO CONFUNDA
A Anvisa não informou nessa decisão que realizou estudo para provar ou negar a eficácia da promessa contra fungos. O fato confirmado é que a alegação terapêutica não era compatível com a regularização apresentada como cosmético.

Como o consumidor pode conferir um item

Quem tiver dúvida sobre um produto pode consultar os sistemas oficiais da Anvisa e conferir dados como nome, fabricante, CNPJ, registro ou situação sanitária. A própria Agência mantém ferramenta pública para pesquisa de produtos e alertas sanitários.

Se o item for fabricado pela SDK e contiver a alegação indicada na resolução, ele se enquadra no alcance descrito pela Anvisa. Para questões sobre recolhimento, devolução ou comercialização, o consumidor pode buscar informações oficiais da Agência, do estabelecimento onde realizou a compra ou do fabricante.

SERVIÇO AO CONSUMIDOR
Antes de concluir que um item é o produto para unhas recolhido, confira fabricante e rotulagem. Denúncias ou dúvidas sobre produtos sujeitos à vigilância sanitária podem ser encaminhadas pelos canais oficiais da Anvisa.

Medida nacional também vale para eventual comércio em Rondônia

A determinação tem alcance nacional e, portanto, também se aplica a eventual venda física ou on-line acessível aos consumidores de Rondônia. Até a publicação desta matéria, a fonte oficial consultada não informa apreensão, venda ou identificação específica desses produtos no estado.

Essa diferença é importante: o impacto local é regulatório, mas não há base para afirmar que o produto para unhas recolhido tenha sido encontrado em estabelecimentos rondonienses. Caso surjam informações locais de fiscalização, elas deverão ser tratadas como um fato novo.

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Fonte e estágio da informação: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), comunicado de 21 de outubro de 2026 e Resolução-RE nº 4.140/2026. O recolhimento foi determinado e atinge os produtos da SDK que apresentem a alegação terapêutica especificada pela Agência.

Setembro tem maior número de atendimentos de trânsito do Samu em Porto Velho; motos aparecem em 82,7%

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Acidentes com motos em Porto Velho aparecem em balanço de atendimentos do Samu
Composição editorial ilustra atendimento de urgência em via urbana no contexto do balanço do Samu sobre ocorrências de trânsito em Porto Velho.

Acidentes com motos em Porto Velho aparecem com força no novo balanço do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Setembro terminou com 353 atendimentos relacionados ao trânsito, maior volume mensal registrado entre janeiro e setembro de 2026.

Desse total, 292 atendimentos envolveram motocicletas, o equivalente a 82,72% dos registros de trânsito atendidos pelo serviço naquele mês. O percentual se refere somente a esse recorte e não significa que as motos representaram 82,72% de todos os chamados recebidos pelo Samu.

Página especial de culinária do AgoraRO

Setembro teve o maior volume mensal de atendimentos de trânsito

O Samu registrou 2.319 atendimentos no mês de setembro. Dentro desse conjunto, 353 estavam relacionados ao trânsito. Esse foi o maior número mensal desse tipo de atendimento no período analisado pela Semusa.

O QUE OS NÚMEROS MEDEM
Os dados representam atendimentos realizados pelo Samu. Eles não equivalem automaticamente ao total de acidentes ocorridos em Porto Velho, ao número de vítimas únicas nem ao número total de sinistros registrados por outros órgãos.

Os acidentes com motos em Porto Velho aparecem em 292 dos 353 atendimentos de trânsito registrados em setembro. O levantamento não permite transformar esse número em quantidade confirmada de motociclistas únicos atendidos.

Série mensal mostra avanço a partir do meio do ano

Em janeiro foram 184 atendimentos relacionados ao trânsito. Fevereiro teve 174 e março, 169. O volume subiu para 197 em abril, 211 em maio, 223 em junho e 225 em julho.

Em agosto, o Samu registrou 274 atendimentos dessa natureza. Setembro chegou a 353, consolidando o maior resultado mensal entre janeiro e setembro e reforçando o peso dos acidentes com motos em Porto Velho no atendimento de urgência.

SÉRIE JANEIRO–SETEMBRO
Janeiro: 184 · Fevereiro: 174 · Março: 169 · Abril: 197 · Maio: 211 · Junho: 223 · Julho: 225 · Agosto: 274 · Setembro: 353.
Faixa editorial da TVdoPOVO sobre acidentes com motos em Porto Velho e atendimentos de trânsito do Samu em setembro
Setembro teve 353 atendimentos de trânsito pelo Samu; 292 envolveram motocicletas. O percentual de 82,72% se refere somente a esse recorte. Arte editorial / TVdoPOVO.

Os 82,72% têm um recorte específico

No recorte dos acidentes com motos em Porto Velho, o índice de 82,72% resulta da divisão dos 292 atendimentos envolvendo motocicletas pelos 353 atendimentos de trânsito registrados em setembro. Portanto, ele descreve somente a participação das motos dentro das ocorrências de trânsito atendidas pelo Samu naquele mês.

Esse percentual não pode ser comparado diretamente aos 43,8% divulgados pelo AgoraRO em agosto. Na matéria anterior, os acidentes com motos em Porto Velho eram comparados com todas as ocorrências atendidas pelo Samu no primeiro semestre, e não apenas com os atendimentos de trânsito.

DENOMINADORES DIFERENTES
43,8% = atendimentos envolvendo motos sobre todas as ocorrências do Samu no primeiro semestre. 82,72% = atendimentos envolvendo motos sobre os atendimentos de trânsito de setembro. Não são indicadores diretamente comparáveis.

Motolâncias realizaram 62 atendimentos diretos

As equipes de motolâncias fizeram 62 atendimentos diretos em ocorrências envolvendo motociclistas durante setembro. Esses veículos permitem a chegada mais rápida de profissionais em locais onde congestionamentos ou dificuldades de acesso podem retardar outros meios de socorro.

O dado ajuda a dimensionar como os acidentes com motos em Porto Velho mobilizam diferentes recursos da rede de urgência. Isso não significa, porém, que cada atendimento de motolância corresponda a uma vítima diferente ou que o veículo substitua a ambulância quando há necessidade de transporte.

PREVENÇÃO É COMPARTILHADA
Respeitar sinalização, limites de velocidade, distância segura e regras de circulação reduz riscos para motociclistas, motoristas, ciclistas e pedestres. Os dados não permitem atribuir as ocorrências a uma única causa ou grupo.

Em ocorrência com feridos, Samu deve ser acionado pelo 192

Quando há feridos em acidentes com motos em Porto Velho ou em outras ocorrências de urgência, o Samu funciona 24 horas e pode ser acionado pelo número 192. Durante a ligação, é importante informar o endereço, um ponto de referência, o número de pessoas envolvidas e as condições observadas.

Em situações com suspeita de lesão grave, a orientação é não movimentar a pessoa, salvo quando houver perigo imediato, e seguir as instruções da regulação médica. Esse cuidado também vale em ocorrências relacionadas a acidentes com motos em Porto Velho.

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Fonte e estágio da informação: Prefeitura de Porto Velho / Semusa / Samu. Dados correspondem ao balanço operacional divulgado em 21 de outubro de 2026, com série mensal de janeiro a setembro.

Cursos do Idep em Porto Velho têm inscrições até hoje; veja opções

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Cursos do Idep em Porto Velho com inscrições no último dia para formações presenciais
Composição editorial ilustra ambiente de formação profissional no contexto dos cursos presenciais do Idep em Porto Velho.

Quem pretende fazer um dos cursos do Idep presenciais em Porto Velho precisa se inscrever até esta quinta-feira, 22 de outubro. A nova rodada reúne formações em três unidades da capital e tem cadastro aberto pela plataforma oficial da instituição.

As opções estão distribuídas entre a Escola Técnica Estadual (Etec), o Polo Rio Branco e o Polo Flora Calheiros. A publicação oficial informa ensino fundamental incompleto como escolaridade mínima geral, mas cada interessado deve conferir as condições específicas do curso escolhido antes de concluir a inscrição.

Inscrições dos cursos do Idep terminam nesta quinta-feira

O prazo divulgado pelo Governo de Rondônia vai até 22 de outubro de 2026. Por isso, quem ainda não fez o cadastro deve acessar os canais oficiais do Idep e conferir a oferta presencial antes do encerramento das inscrições.

ATENÇÃO AO PRAZO
A inscrição é a etapa de entrada no processo e não deve ser tratada como matrícula garantida. O candidato precisa observar as condições da oferta escolhida e acompanhar as orientações oficiais do Idep.

Esta seleção é diferente de rodadas anteriores. Agora, o cronograma tratado nesta matéria reúne somente as formações presenciais previstas para esta etapa em Porto Velho, com prazo próprio até esta quinta-feira.

Veja os cursos disponíveis em cada unidade

Os cursos do Idep estão distribuídos em três pontos da capital. Na Etec, a oferta informada é de Operador de Drone. No Polo Rio Branco, estão disponíveis Empreendedorismo, Design de Sobrancelhas, Maquiagem para Festa e Auxiliar Administrativo.

No Polo Flora Calheiros, as opções são Informática Básica, Copeira Hospitalar e Excel do Básico ao Avançado. Ao todo, a relação oficial soma oito cursos presenciais. A divisão por unidade é importante porque o interessado deve conferir onde a formação escolhida será realizada antes de efetivar o cadastro.

ONDE SERÃO AS AULAS
Escola Técnica Estadual (Etec), Polo Rio Branco e Polo Flora Calheiros, todos em Porto Velho. O curso escolhido define o local das atividades presenciais.
Faixa editorial da TVdoPOVO sobre cursos do Idep em Porto Velho com inscrições até hoje na Etec e nos polos Rio Branco e Flora Calheiros
Cursos presenciais do Idep têm inscrições até 22 de outubro em três unidades de Porto Velho. Arte editorial / TVdoPOVO.

Escolaridade mínima geral é ensino fundamental incompleto

A publicação oficial informa ensino fundamental incompleto como escolaridade mínima geral para inscrição nos cursos do Idep. Essa informação, porém, não substitui a leitura das regras específicas de cada formação.

O candidato deve verificar especialmente eventuais exigências próprias do curso pretendido. A idade mínima e outras condições devem ser conferidas no processo seletivo da formação escolhida antes do envio dos dados.

CERTIFICAÇÃO
Segundo o Idep, o certificado é concedido mediante participação nas atividades e avaliações previstas. Fazer a inscrição, por si só, não equivale à conclusão do curso nem garante certificação.

Como acessar a inscrição antes do fim do prazo

Para participar, o interessado pode acessar a plataforma de cursos do Idep e localizar a formação presencial desejada. Também é possível consultar a publicação oficial do processo seletivo.

Como o prazo dos cursos do Idep termina hoje, o serviço mais importante para o leitor é conferir imediatamente a opção de interesse, o local das aulas e os requisitos aplicáveis antes de enviar os dados.

SERVIÇO
Prazo: 22/10/2026 · Modalidade: presencial · Cidade: Porto Velho · Inscrição: plataforma oficial do Idep · Oferta: oito cursos distribuídos entre Etec, Polo Rio Branco e Polo Flora Calheiros.

Inscrição não significa matrícula garantida

Depois do cadastro, o candidato deve acompanhar os canais oficiais do Idep para saber como seguirá o processo da formação escolhida. A inscrição nos cursos do Idep não deve ser apresentada como confirmação automática de matrícula.

Também é importante não confundir esta rodada dos cursos do Idep com os cursos remotos divulgados pelo instituto no mesmo período. A pauta tratada aqui é exclusivamente das ofertas presenciais em Porto Velho.

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Parque Circuito reabre sábado às 15h; veja o que será entregue na primeira etapa

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Reabertura do Parque Circuito em Porto Velho com primeira etapa da revitalização prevista para sábado
Composição editorial ilustra o Parque Circuito no contexto da reabertura prevista para sábado, com entrega da primeira etapa da revitalização.

A reabertura do Parque Circuito está prevista para este sábado (24), às 15h, em Porto Velho. A programação marca a entrega da primeira etapa da revitalização do espaço, com novas estruturas de lazer, convivência e atividade física.

Entre as melhorias anunciadas pela Prefeitura estão fonte interativa com 47 jatos, playground, academia ao ar livre, espaço pet, chuveirão, deck de madeira, iluminação especial e banheiros reformados. A entrega é da primeira etapa; por isso, não significa que toda a revitalização esteja concluída.

Reabertura do Parque Circuito começa às 15h de sábado

A Prefeitura de Porto Velho marcou a programação para as 15h de sábado, 24 de outubro. O horário divulgado corresponde ao evento de reabertura e à apresentação da primeira etapa das melhorias.

Isso não permite concluir que o novo horário regular do parque será a partir das 15h nos demais dias. Até esta atualização, a administração municipal não detalhou o expediente permanente depois da reabertura do Parque Circuito.

Fonte de 47 jatos, playground e academia estão entre as novidades

A fonte interativa com 47 jatos de água é um dos principais equipamentos anunciados para esta fase. Também aparecem na relação oficial playground, academia ao ar livre, espaço pet e chuveirão.

O pacote inclui ainda deck de madeira, nova iluminação e banheiros reformados, com espaço destinado aos cuidados com bebês. A reabertura do Parque Circuito devolve ao público parte de um espaço tradicional de lazer e atividade física da capital.

A Prefeitura, porém, não publicou na notícia de 21 de outubro um mapa de localização de cada equipamento nem horários específicos de funcionamento da fonte. Esses detalhes devem ser confirmados depois da entrega.

Programação terá atividade cultural voltada às famílias

A programação anunciada inclui o evento Entardecer com Cristo, com apresentações musicais e momentos de reflexão. A agenda integra o evento de sábado, mas não deve ser confundida com a programação permanente do Parque Circuito.

Quem pretende acompanhar a reabertura do Parque Circuito deve considerar que o município ainda pode divulgar orientações operacionais adicionais sobre acesso, circulação e uso dos equipamentos.

Faixa editorial da TVdoPOVO sobre a reabertura do Parque Circuito sábado às 15h em Porto Velho
Parque Circuito tem reabertura prevista para sábado, às 15h, com entrega da primeira etapa. Arte editorial / TVdoPOVO.

Horário regular e regras de uso ainda precisam ser detalhados

A comunicação oficial informa a hora do evento, mas não apresenta o horário regular de visitação após sábado. Também não detalha turnos da fonte interativa, regras do espaço pet, estacionamento ou eventual controle de determinadas áreas.

Por isso, o leitor não deve reutilizar horários antigos como se fossem automaticamente válidos após a reabertura do Parque Circuito. A confirmação deve ser feita pelos canais da Prefeitura e da Emdur.

A notícia oficial mais recente pode ser consultada na Agência de Notícias da Prefeitura de Porto Velho.

Revitalização ainda terá etapas além da entrega deste sábado

A entrega anunciada corresponde à primeira fase da intervenção. Documentos e comunicados anteriores já indicavam execução por etapas, o que exige cautela para não apresentar a revitalização como totalmente concluída.

Para quem pretende visitar o local, o dado central permanece simples: a reabertura do Parque Circuito está prevista para sábado, às 15h, com novos equipamentos disponíveis dentro da primeira etapa. Informações sobre funcionamento permanente e etapas seguintes ainda dependem de atualização oficial.

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Rondônia tem 197,4 mil suínos em mais de 26,7 mil propriedades, diz Idaron

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Criação de suínos em granja ilustrativa representa a suinocultura em Rondônia e os cuidados sanitários mantidos por produtores.
Imagem ilustrativa de criação de suínos; não mostra uma propriedade cadastrada específica nem uma ação oficial da Idaron.

A suinocultura em Rondônia reúne aproximadamente 197,4 mil suínos distribuídos por mais de 26,7 mil propriedades, conforme dados cadastrais divulgados nesta quarta-feira (21) pela Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron). O levantamento chama a atenção pela presença de pequenos criadores: segundo o órgão, 98% das propriedades com suínos mantêm criação de subsistência.

Os números da suinocultura em Rondônia ajudam a dimensionar a atividade, mas também mostram por que a prevenção de doenças precisa alcançar estabelecimentos de diferentes portes. Para quem cria animais no campo, a informação mais importante é entender como funciona a vigilância, quais registros devem estar atualizados e onde comunicar suspeitas sanitárias. O comunicado não anuncia surto nem criação de novo programa de defesa animal.

Página de culinária e receitas do AgoraRO

Cadastro estadual reúne 197,4 mil suínos em mais de 26,7 mil propriedades

O comunicado oficial do Governo de Rondônia apresenta o retrato cadastral da suinocultura em Rondônia e informa que aproximadamente 98% das propriedades com criação de suínos se enquadram como de subsistência. Isso não significa que 98% dos animais estejam nessas propriedades, pois o percentual divulgado se refere à quantidade de estabelecimentos rurais.

Para a suinocultura em Rondônia, o cadastro é importante para a identificação das criações e para o planejamento das visitas e das medidas sanitárias. Uma propriedade com poucos animais também integra a rede de prevenção: doenças infecciosas podem afetar criadores de qualquer porte e exigir investigação oficial antes da movimentação de animais.

Na trajetória da suinocultura em Rondônia, uma publicação anterior da Idaron citou mais de 181,1 mil suínos em 24.557 propriedades. Como não foram confirmadas a data-base exata e a comparabilidade entre os levantamentos, a diferença entre comunicados não deve ser apresentada como taxa oficial de crescimento da atividade.

O percentual de subsistência

O índice de 98% diz respeito às propriedades com suínos, e não ao total do rebanho. O cadastro divulgado não detalha quantos animais estão em cada modalidade de criação.

Vigilância protege a produção e busca identificar doenças precocemente

A defesa da suinocultura em Rondônia inclui o acompanhamento de doenças que podem causar perdas aos produtores e afetar a circulação de animais e produtos. Entre elas estão a Peste Suína Clássica (PSC), a Peste Suína Africana (PSA) e a Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos (PRRS). O monitoramento tem caráter preventivo e não constitui prova de ocorrência dessas enfermidades no estado.

Rondônia integra, desde 2016, a zona brasileira reconhecida como livre de PSC. Para manter essa condição, é necessário continuar a vigilância. O Plano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos (PIVDS) foi implantado em 2021 e, portanto, não é uma iniciativa criada agora em outubro de 2026.

No acompanhamento da suinocultura em Rondônia, a agência atua em duas frentes. Na vigilância sorológica, equipes coletam amostras de sangue para testes laboratoriais. Na vigilância clínica ativa, técnicos visitam estabelecimentos, observam os animais e orientam os responsáveis sobre prevenção e reconhecimento de sinais suspeitos. Essa combinação permite buscar indícios precoces e apoiar respostas técnicas quando necessárias.

Para a suinocultura em Rondônia, a manutenção da condição sanitária contribui para a segurança produtiva e pode favorecer a confiança dos mercados. Isso, porém, não equivale a autorização automática de novas exportações, abertura comprovada de destinos comerciais ou garantia de aumento de vendas.

Ciclo 2025–2026 prevê vigilância em 160 propriedades

A Idaron informa que o ciclo em andamento começou em setembro de 2025, com encerramento previsto para novembro de 2026. O planejamento inclui vigilância sorológica em 86 propriedades e vigilância clínica ativa em outras 74, em diferentes municípios. São metas de cobertura, não a quantidade comprovadamente executada até esta quarta-feira.

Na avaliação da suinocultura em Rondônia, os relatórios históricos citados pela agência registram exames laboratoriais em 2.479 suínos e inspeções clínicas em 13.459 animais ao longo de ciclos anteriores. As notas oficiais divergem, entretanto, quanto ao número de propriedades da amostragem laboratorial — 285 em junho e 286 em outubro. Por essa razão, esta reportagem não adota nenhuma das contagens como definitiva.

A quantidade de visitas já realizada no ciclo atual também não foi verificada em documento consolidado. O anúncio mostra a estrutura de acompanhamento, mas não permite afirmar que todas as 160 propriedades previstas já foram inspecionadas. A diferença entre planejamento e execução é importante para avaliar o alcance real da vigilância sobre a suinocultura em Rondônia.

Meta não é execução concluída

As 86 propriedades previstas para coleta sorológica e as 74 destinadas à vigilância clínica representam o planejamento do ciclo 2025–2026. A realização integral dessas etapas ainda precisa de confirmação.

Faixa informativa sobre cuidados sanitários e acompanhamento da criação de suínos em Rondônia.

Cadastro, transporte e biosseguridade: o que o criador deve observar

Quem participa da suinocultura em Rondônia, inclusive em pequenas criações familiares, precisa manter o estabelecimento registrado e as informações do rebanho atualizadas junto à Idaron, conforme as regras estaduais. Os dados declarados ajudam o serviço veterinário a identificar onde há animais e a organizar a atenção sanitária.

Antes de transportar suínos, o responsável deve consultar as exigências documentais aplicáveis à movimentação, incluindo a Guia de Trânsito Animal (GTA), quando exigida. Não se deve presumir que a movimentação está liberada apenas porque a propriedade consta do cadastro. O atendimento da Idaron pode orientar sobre procedimentos e condições vigentes.

Na suinocultura em Rondônia, o manejo também exige medidas de biosseguridade compatíveis com a estrutura da criação, como controlar o acesso de pessoas e veículos, observar as condições de higiene, acompanhar a saúde dos animais e evitar a entrada de animais de origem desconhecida. As orientações específicas devem ser confirmadas com profissionais habilitados e com o serviço de defesa agropecuária.

A página oficial da Idaron reúne notícias, serviços e contatos institucionais. Buscar orientação antes de transportar animais ou diante de mudança no estado de saúde do plantel ajuda a evitar problemas para o criador e para outros estabelecimentos que integram a suinocultura em Rondônia.

Suspeita de doença deve ser comunicada ao serviço veterinário oficial

Produtores e demais pessoas que identificarem suspeitas de doenças de notificação obrigatória devem procurar imediatamente o serviço veterinário oficial. O Ministério da Agricultura explica quais ocorrências precisam ser comunicadas e apresenta canais para registrar notificações. Não é necessário esperar confirmação por exame particular para avisar sobre uma suspeita.

Sinais como mortalidade incomum, febre, alterações respiratórias ou outros quadros preocupantes exigem avaliação técnica. Quando houver suspeita de doença sujeita a controle oficial, o produtor deve buscar orientação da Idaron e evitar movimentar animais suspeitos até receber instruções do serviço veterinário. Os sintomas isolados não permitem ao criador concluir qual doença está presente.

Na suinocultura em Rondônia, comunicar rapidamente uma ocorrência suspeita ajuda a proteger as criações vizinhas e a atividade em seu conjunto. A divulgação de outubro trata do cadastro e da continuidade da vigilância: não apresenta surto confirmado, interdição geral de granjas nem restrição extraordinária ao comércio.

Serviço ao produtor

Atualize o cadastro, confira a documentação antes do trânsito de suínos e, diante de suspeita sanitária, comunique o serviço veterinário oficial. Consulte as orientações federais e a Idaron para os procedimentos atuais.

Rolim de Moura assina ordem de serviço para ampliar a Escola Altenir Tavares

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Mesa com plantas genéricas ilustra a ampliação da escola Altenir Tavares em Rolim de Moura, sem retratar a unidade real.
Cena editorial ilustrativa de planejamento de infraestrutura escolar; não mostra a obra nem as dependências reais da escola.

A Prefeitura de Rolim de Moura assinou, na terça-feira (20), uma ordem de serviço para a ampliação da escola Altenir Tavares de Oliveira, localizada no bairro Beira Rio. O contrato de R$ 326 mil prevê intervenções no bloco administrativo da unidade e prazo de execução de 120 dias, contado da assinatura. A autorização foi divulgada oficialmente nesta quarta-feira (21).

A medida permite a execução dos serviços previstos no contrato, mas não comprova que as equipes já começaram a trabalhar no local. Para as famílias e profissionais da rede municipal, o ponto principal é entender o que será ampliado, quem responde pela obra e como acompanhar a aplicação dos recursos. A ampliação da escola também não deve ser confundida com a reforma do refeitório, autorizada em outro processo.

Página de culinária e receitas do AgoraRO

Ordem de serviço foi assinada em 20 de outubro

A Prefeitura de Rolim de Moura informou que a assinatura ocorreu em 20 de outubro, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A ordem se refere à Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental (EMEIEF) Altenir Tavares de Oliveira, situada na avenida Poeta Augusto dos Anjos, nº 4.060, bairro Beira Rio.

A ampliação da escola passou à etapa de autorização dos serviços contratados. Na documentação disponibilizada até o fechamento desta matéria, não foi identificada confirmação independente sobre a mobilização de trabalhadores, a instalação de canteiro de obras ou a realização de etapas físicas. A diferença importa: assinatura do documento e obra efetivamente iniciada são acontecimentos distintos.

O comunicado municipal apresenta a melhoria da estrutura administrativa como objetivo da ampliação da escola. Não informa, porém, quantas novas salas serão construídas nem quantos estudantes terão atendimento diretamente alterado pela intervenção. Esses detalhes dependem dos projetos e das informações técnicas da execução.

O que está confirmado

Ordem de serviço assinada em 20/10; investimento contratado de R$ 326 mil; intervenção no bloco administrativo. O início físico e a conclusão ainda não foram comprovados.

Ampliação do bloco administrativo: o que muda na escola

A obra anunciada é voltada aos espaços usados nas rotinas de gestão e organização da unidade. A Prefeitura informa que a ampliação da escola busca oferecer melhores condições para as atividades administrativas e para o atendimento da comunidade escolar. Trata-se de uma finalidade prevista, não de resultado já alcançado.

Esse tipo de intervenção pode contribuir para o trabalho das equipes e o relacionamento com pais ou responsáveis, mas o alcance concreto só poderá ser avaliado depois da execução. Não há informação técnica suficiente para afirmar a criação de secretaria, direção, sala de professores ou outro ambiente específico, nem para anunciar mudança de capacidade de matrículas.

A escola integra a rede municipal e atende uma comunidade do bairro Beira Rio. Para quem acompanha a ampliação da escola, o interesse imediato está na identificação dos espaços contemplados no projeto, nas condições de funcionamento durante os serviços e no cronograma confirmado pela administração.

Contrato de R$ 326 mil e dados do portal da transparência

O contrato divulgado tem o número 108/2026, vinculado ao processo de contratação 4169/2026. A empresa responsável é a C. A. Martins Construção de Edifícios Ltda. A Prefeitura associa a ampliação da escola ao Termo de Compromisso nº 202500061-1 e menciona emenda parlamentar federal como instrumento de viabilização.

O orçamento inicial para a ampliação da escola trabalhava com previsão de R$ 387.546,78, diferente dos R$ 326 mil contratados. Por isso, não é correto tomar a estimativa inicial como despesa final, nem concluir que a totalidade do contrato atual tenha uma composição de recursos já detalhada. A divisão definitiva entre fontes de financiamento não foi confirmada nesta consulta.

Na consulta pública por projeto, o código 1012 aparece com R$ 326 mil empenhados, sem valores liquidados ou pagos na atualização de 14 de outubro de 2026. Esses registros refletem a data do sistema, anterior à assinatura, e não demonstram como estavam as medições e os pagamentos em 21 de outubro.

Contrato e acompanhamento

Empresa: C. A. Martins Construção de Edifícios Ltda. • Contrato: 108/2026 • Processo: 4169/2026 • Projeto de transparência: 1012. Consulte a data de atualização do sistema ao conferir os valores.

Faixa ilustrativa sobre ampliação da escola Altenir Tavares de Oliveira em Rolim de Moura e contrato municipal de R$ 326 mil.

Prazo de 120 dias não é confirmação de entrega

A ordem de serviço prevê 120 dias para a execução, contados da assinatura. O período informado é uma referência contratual para a ampliação da escola; ele não permite afirmar que os trabalhos começaram no próprio dia 20 nem assegurar a conclusão em uma data específica.

Antes de tratar a ampliação da escola como obra em andamento ou concluída, é necessário conferir registros de execução física, eventuais mudanças no cronograma e informações sobre aditivos. O material público consultado não apresenta um levantamento independente dessas etapas nem uma data de inauguração confirmada.

Também não há número documentado de alunos beneficiados especificamente pela ampliação da escola. A expectativa de melhoria do atendimento administrativo não deve ser convertida em estimativa de matrículas adicionais ou em promessa de ampliação das salas de aula, pois esses não são os objetos comprovados da contratação.

Acompanhe a obra sem confundir com a reforma do refeitório

Há outro contrato envolvendo a mesma unidade. Em agosto, foi autorizada a reforma e ampliação do refeitório da Altenir Tavares de Oliveira, com valor de R$ 481.954,27, empresa MJ Engenharia Ltda. e prazo divulgado de 90 dias. Essa intervenção tem finalidade própria e não integra automaticamente o objeto administrativo autorizado em outubro.

No portal de transparência, os dois serviços aparecem em projetos separados: 1012 para o bloco administrativo e 1014 para o refeitório. Quem deseja verificar a ampliação da escola anunciada agora deve procurar o projeto 1012, observar a data de atualização e comparar as informações com os atos oficiais do contrato.

Uma forma prática de acompanhar é consultar a página municipal, identificar a empresa e o número do processo, verificar medições e pagamentos quando publicados e observar comunicados posteriores sobre o andamento dos serviços. Se houver informação contraditória, o pedido de esclarecimento pode ser dirigido à Prefeitura ou à Secretaria Municipal de Educação e Cultura.

A ampliação da escola está documentada como contratação autorizada e tem prazo previsto de execução. O resultado para estudantes, profissionais e famílias dependerá do andamento efetivo da obra e da entrega dos espaços administrativos. Até lá, a informação verificável é a assinatura da ordem de serviço, e não a conclusão das melhorias.

Serviço ao leitor

Unidade: Altenir Tavares de Oliveira, avenida Poeta Augusto dos Anjos, 4.060, Beira Rio, Rolim de Moura. Consulte os projetos 1012 (bloco administrativo) e 1014 (refeitório) separadamente no Portal da Transparência.

Educação inclusiva: veja o que é o AEE e quais são os direitos dos alunos

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Materiais pedagógicos para educação inclusiva organizados sobre mesa escolar em cena ilustrativa de atendimento educacional especializado.
Recursos pedagógicos ajudam a eliminar barreiras e apoiar a participação dos estudantes; imagem ilustrativa.

O debate sobre educação inclusiva ganhou espaço em Porto Velho nos dias 19 e 20 de outubro, durante um seminário promovido pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO). A cobertura atribuída à comunicação do MPRO relata debates com representantes da educação e do sistema de garantia de direitos sobre barreiras à aprendizagem, organização de apoios nas escolas e participação das famílias.

Para quem acompanha a rotina de um estudante com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) ou altas habilidades ou superdotação, a dúvida é prática: o que a escola deve oferecer? As regras federais de educação inclusiva explicam como funciona o Atendimento Educacional Especializado (AEE), por que ele não substitui a sala de aula comum e quais caminhos podem ajudar quando o apoio necessário não chega.

Página de culinária e receitas do AgoraRO

Educação inclusiva: o que é o AEE e quem pode receber atendimento

O AEE reúne atividades pedagógicas, recursos de acessibilidade e estratégias que ajudam o estudante a participar das aulas e desenvolver autonomia. Na educação inclusiva, esse atendimento é complementar à escolarização de alunos com deficiência e TEA e suplementar para estudantes com altas habilidades ou superdotação. Ele não funciona como substituição das disciplinas regulares.

Segundo o Inep, a matrícula no AEE não dispensa a matrícula nem a frequência na classe comum. O serviço deve integrar o planejamento da escola e pode ocorrer na própria unidade, em outra escola ou, nas condições previstas, em centro especializado conveniado.

A oferta não depende exclusivamente da existência de uma sala de recursos multifuncionais. O importante é que a rede organize atendimento adequado, com professor habilitado e recursos compatíveis com as necessidades educacionais identificadas. É assim que a educação inclusiva procura transformar o acesso à escola em participação e aprendizagem efetivas.

AEE não é aula separada obrigatória

O atendimento complementa ou suplementa o ensino regular. A criança ou adolescente continua estudando com sua turma comum e recebe os recursos pedagógicos necessários.

A escola pode exigir laudo médico para oferecer o AEE?

Não. O Decreto federal nº 12.686/2025, com alterações posteriores, proíbe condicionar a oferta do AEE à apresentação de diagnóstico, laudo ou relatório emitido por profissional de saúde. O Inep também esclarece que a ausência de laudo não pode impedir a matrícula escolar ou o acesso a esse atendimento.

Isso não significa que informações clínicas, quando disponíveis, sejam descartadas. Elas podem auxiliar o acompanhamento do estudante, mas a definição das estratégias educacionais precisa considerar as barreiras encontradas na escola. A educação inclusiva não deve ficar paralisada enquanto uma família tenta obter documentos médicos.

Os direitos ao acesso, à permanência e à participação no ensino constam da Lei Brasileira de Inclusão. O seminário do MPRO discutiu a aplicação dessas garantias, mas não criou uma nova regra nem anunciou, por si só, a abertura de vagas ou serviços em Rondônia.

Como são identificadas as barreiras e planejados os apoios

Na prática da educação inclusiva, quando o estudante enfrenta dificuldades para acessar atividades, compreender materiais ou participar da rotina escolar, a equipe pedagógica precisa identificar o que provoca essas barreiras. O chamado estudo de caso considera as necessidades e potencialidades individuais, as condições do ambiente e os recursos que podem facilitar a aprendizagem.

Esse processo envolve o professor do AEE, o docente da sala comum e a família, com participação do próprio estudante sempre que possível. O resultado orienta o Plano de Atendimento Educacional Especializado (PAEE) e o Plano Educacional Individualizado (PEI), previstos na regulamentação federal atualizada. Na prática, a educação inclusiva exige planejamento acompanhado e revisto, não apenas o registro de uma matrícula.

O seminário realizado em Porto Velho abordou justamente a identificação de obstáculos e a articulação entre educação, saúde, assistência social e órgãos de proteção. O debate ajuda a compreender o tema, mas não foi localizado ato formal que estabeleça novos serviços decorrentes do encontro.

Faixa informativa sobre AEE e educação inclusiva com recursos pedagógicos em ambiente escolar ilustrativo.

Qual é a diferença entre professor do AEE e apoio escolar

O professor da classe comum conduz o trabalho curricular e deve articular ajustes com a equipe escolar. Já o professor do AEE planeja recursos específicos, estratégias de acessibilidade e atividades complementares. São funções relacionadas, mas distintas, dentro da educação inclusiva.

Na educação inclusiva, o profissional de apoio escolar, quando necessário, pode auxiliar na locomoção, alimentação, higiene, comunicação e participação nas atividades, conforme as atribuições legais e o planejamento individual. Sua presença não deve ser tratada como automática e idêntica para todos os estudantes: a necessidade é avaliada pelo estudo de caso, sem exigência de laudo médico como condição.

A escola e a rede de ensino têm responsabilidade pela organização dos apoios, enquanto saúde e assistência social podem participar da articulação quando o caso exigir. Nenhum desses profissionais deve ser confundido com o outro, e a educação inclusiva não se resume à designação de um acompanhante individual.

Apoio escolar não substitui professor

O professor da sala comum, o professor do AEE e o profissional de apoio escolar exercem papéis diferentes. O tipo de suporte necessário deve partir da situação real do estudante.

O que a família pode fazer quando o atendimento falha

O primeiro passo é conversar com a direção e a equipe pedagógica da escola. Para fortalecer a educação inclusiva, a família pode pedir esclarecimentos sobre o atendimento disponível, relatar barreiras observadas, apresentar exemplos concretos das dificuldades e solicitar que sejam registradas as providências e os encaminhamentos. Isso ajuda a transformar a queixa em um pedido verificável.

Se a resposta não resolver a situação, é possível procurar a secretaria municipal ou estadual responsável pela rede de ensino. Na educação inclusiva, o acompanhamento deve considerar a necessidade individual, o que foi solicitado, o que a escola realizou e o que ainda precisa ser discutido. Guardar protocolos e respostas facilita a continuidade do atendimento.

Quando houver indícios de recusa de matrícula, discriminação ou ausência persistente de providências, a família pode consultar a rede de proteção e os canais institucionais. O MPRO disponibiliza uma página de Ouvidoria; o endereço foi identificado, mas o envio do formulário não foi testado nesta apuração. Cada relato exige avaliação própria, sem pressupor que toda dificuldade seja uma violação já comprovada.

Para entender os fundamentos da educação inclusiva, vale consultar as orientações oficiais do Inep e a legislação federal. Para saber o que funciona na escola de seu filho, a conversa deve ser com a unidade e a rede responsável. O encontro do MPRO reforçou a importância dessa atuação conjunta, sem divulgar expansão confirmada de serviços.

Serviço às famílias

Procure primeiro a escola; solicite explicações e registro das providências; se necessário, acione a secretaria de Educação e, diante de possíveis violações, os canais competentes de proteção e orientação.

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