Blog - Página 2298 de 2383
back to top

Cresce em 264% o número de casos de dengue no país

O sistema de vigilância de estados e municípios e toda a população devem reforçar os cuidados para combater o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. O alerta do Ministério da Saúde é devido ao aumento de 264,1% dos casos de dengue no país, que passaram de 62,9 mil nas primeiras 11 semanas de 2018 para 229.064 no mesmo período deste ano (até 16 de março). A incidência, que considera a proporção de casos em relação ao número de habitantes, tem taxa de 109,9 casos/100 mil habitantes até 16 de março deste ano. O número de óbitos pela doença também teve aumento, de 67%, sendo grande parte no estado de São Paulo.

O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber, reforça que a melhor forma de evitar o agravamento e as mortes por dengue é com diagnóstico e tratamento oportunos. “O Brasil vem de dois anos seguidos com baixa ocorrência de dengue, portanto é necessário que os profissionais de saúde estejam atentos a esse aumento de casos. É preciso que eles estejam mais sensíveis e atentos para a dengue na hora de fazer o diagnóstico. Quanto mais cedo o paciente for diagnosticado e der início ao tratamento, menor o risco de agravamento da doença e de evoluir para óbito”, explica Wanderson.

Ainda de acordo com o secretário, apesar do aumento expressivo no número de casos, a situação ainda não é considerada uma epidemia. No último ano de epidemia no país, em 2016, foram registrados 857.344 casos da doença no mesmo período. Contudo, ele reforça que é preciso intensificar as ações de combate ao Aedes aegypti para que o número de casos de dengue não continue avançando no país.

Alguns estados têm situação mais preocupante, por apresentarem alta incidência da doença, ou seja, estão com a incidência maior que 100 casos por 100 mil habitantes: Tocantins (602,9 casos/100 mil hab.), Acre (422,8 casos/100 mil hab.), Mato Grosso do Sul (368,1 casos/100 mil hab.), Goiás (355,4 casos/100 mil hab.), Minas Gerais (261,2 casos/100 mil hab.), Espírito Santo (222,5 casos/100 mil hab.) e Distrito Federal (116,5 casos/100 mil hab.).

A região Sudeste apresentou o maior número de casos prováveis (149.804 casos; 65,4 %) em relação ao total do país, seguida das regiões Centro-Oeste (40.336 casos; 17,6 %); Norte (15.183 casos; 6,6 %); Nordeste (17.137 casos; 7,5 %); e Sul (6.604 casos; 2,9 %). As regiões Centro-Oeste e Sudeste apresentam as maiores taxas de incidência, com 250,8 casos/100 mil hab. e 170,8 casos/100 mil hab., respectivamente.

Em relação aos óbitos, os profissionais devem ficar atentos. O aumento neste ano é de 67% em relação ao mesmo período de 2018, passando de 37 para 62 mortes. Destaque para o estado de São Paulo, que registrou 31 óbitos, o que representa 50% do total registrado em todo o país.

COMBATE AO AEDES – DENGUE

As ações de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti são permanentes e tratadas como prioridade pelo Governo Federal. Todas as ações são gerenciadas e monitoradas pela Sala Nacional de coordenação e Controle para enfrentamento do Aedes, que atua em conjunto com outros órgãos, como o Ministério da Educação; da Integração, do Desenvolvimento Social; do Meio Ambiente; Defesa; Casa Civil e Presidência da República. A Sala Nacional articula com as Salas Estaduais e Municipais (2.166) as ações de mobilização e também monitora os ciclos de visita a imóveis urbanos no Brasil, que são vistoriados pelos agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.

O Ministério da Saúde também oferece continuamente aos estados e municípios apoio técnico e fornecimento de insumos, como larvicidas para o combate ao vetor, além de veículos para realizar os fumacês, e testes diagnósticos, sempre que solicitado pelos gestores locais. Entre janeiro e março deste ano, a pasta já enviou mais de 90 mil reações do teste Elisa para diagnóstico de dengue aos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACENs) estaduais. Para o diagnóstico das doenças zika e chikungunya, e também dengue, todos os laboratórios do país estão abastecidos com o teste em Biologia Molecular. Também são investidos recursos em ações de comunicação, como campanhas publicitárias e divulgação nas redes sociais, junto à população.

Para estas ações, a pasta tem garantido orçamento crescente aos estados e municípios. Os recursos para as ações de Vigilância em Saúde, incluindo o combate ao Aedes aegypti, cresceram nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões, em 2010, para R$ 1,73 bilhão em 2018. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas dengue, zika e chikungunya e é repassado mensalmente a estados e municípios.

ZIKA

Em 2019, até 02 de março, foram registrados 2.062 casos de Zika, com incidência de 1,0 caso/100 mil hab. Em 2018, no mesmo período, foram registrados 1.908 casos prováveis.

Entre as Unidades da Federação, destacam-se Tocantins (47,0 casos/100 mil hab.) e Acre (9,5 casos/100 mil hab.). Em 2019, não foram registrados óbitos por Zika.

CHIKUNGUNYA

Em 2019, até 16 de março, foram registrados 12.942 casos de chikungunya no país, com uma incidência de 6,2 casos/100 mil hab. Em 2018, foram 23.484 casos – uma redução de 44%.

Na análise dos estados, destacam-se entre as maiores incidências o Rio de Janeiro (39,4 casos/100 mil hab.), Tocantins (22,5 casos/100 mil hab.), Pará (18,9 casos/100 mil hab.) e Acre (8,6 casos/100 mil hab.). Em 2019, não foram confirmados óbitos por chikungunya. No mesmo período de 2018, foram confirmadas nove mortes.

DADOS REGIONALIZADOS

Acre tem aumento de 231% nos casos de dengue e está entre os estados com maior incidência do país

Tocantins tem aumento de 1.809% nos casos de dengue e está entre os estados com maior incidência do país

Minas Gerais tem aumento de 734% nos casos de dengue e está entre os estados com maior incidência do país

Espírito Santo tem aumento de 501% nos casos de dengue e está entre os estados com maior incidência do país

São Paulo tem aumento de 2.124% nos casos de dengue e está entre os estados com maior incidência do país

Mato Grosso do Sul tem aumento de 912,6% nos casos de dengue e está entre os estados com maior incidência do país

 


Distrito Federal tem aumento de 528% nos casos de dengue e está entre os estados com maior incidência do país

 


Apesar de menos casos em relação ao ano passado, Goiás está entre as maiores incidências de dengue no país, com 335,4 casos/100 mil habitantes

Rondônia tem queda de 41,9% nos casos de dengue

Amazonas tem aumento de 3,5% nos casos de dengue

Roraima tem aumento de 6.566% nos casos de dengue

Pará tem queda de 20,9% nos casos de dengue

Amapá tem queda de 81,5% nos casos de dengue

Maranhão tem aumento de 37,9% nos casos de dengue

Piauí tem queda de 55,8% nos casos de dengue

Ceará tem aumento de 81,8% nos casos de dengue

Rio Grande do Norte tem queda de 39,9% nos casos de dengue

Paraíba tem queda de 6,9% nos casos de dengue

Pernambuco tem aumento de 6,9% nos casos de dengue

Mato Grosso tem redução de 39% nos casos de dengue

Rio Grande do Sul tem aumento de 170% nos casos de dengue

Santa Catarina tem aumento de 587% nos casos de dengue

Paraná tem aumento de 1.424% nos casos de dengue

Rio de Janeiro tem queda de 36% nos casos de dengue

Bahia tem aumento de 281% nos casos de dengue

Sergipe tem aumento de 331% nos casos de dengue

Alagoas tem aumento de 145,3% nos casos de dengue

Bolsonaro se reúne com ministros no Palácio do Planalto

O presidente Jair Bolsonaro comanda hoje (26) à tarde a 8ª Reunião do Conselho de Governo, no Palácio do Planalto, quando vai reunir os ministros para tratar dos assuntos prioritários da gestão. A proposta de emenda à Constituição da reforma da Previdência (PEC 6/19) deve ser um dos temas do encontro. A expectativa do governo é aprovar o texto no primeiro semestre deste ano, para isso, Bolsonaro pretende fortalecer duas frentes de comunicação sobre a reforma, uma voltada especificamente para parlamentares e outra para a opinião pública em geral.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, não participa dessa 8ª reunião. Ele estará na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara para discutir a proposta. Os parlamentares querem que o ministro esclareça pontos da medida, a reforma previdenciária dos militares, a reestruturação da carreira das Forças Armadas e a necessidade de mudança do sistema de Previdência Social do país.

Esta é a primeira fase de tramitação do texto no Legislativo, mas que está sem relator. Devido a impasses nas articulações políticas entre Poder Executivo e Câmara dos Deputados, o presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), decidiu adiar a indicação do relator até que o cenário político esteja mais favorável para a aprovação da reforma no âmbito da comissão. A previsão é que o nome seja indicado até quinta-feira (28).

Petrobras anuncia ‘cartão caminhoneiro’ que permite comprar diesel com preço fixo

A Petrobras e a BR Distribuidora desenvolvem uma nova forma de pagamento para os caminhoneiros que deve reduzir a volatilidade dos preços dos combustíveis. Em fato relevante, as empresas anunciaram que trabalham na criação de um cartão de pagamentos “que viabilizará a compra por caminhoneiros de litros de diesel a preço fixo nos postos com a bandeira BR”. O chamado “Cartão Caminhoneiro” será destinado aos autônomos e proprietários de frotas de caminhões.

“O diferencial que se busca é oferecer uma opção aos diversos públicos, que poderá auxiliar na gestão do risco da flutuação de preços ao consumidor”, cita o fato relevante da BR Distribuidora. O cartão ainda está em desenvolvimento e as empresas acreditam que a conclusão deverá ocorrer nos próximos 90 dias.

A nova forma de pagamento para proteger caminhoneiros das oscilações de preço foi anunciada ao mesmo tempo em que a diretoria executiva da Petrobras divulgou, na manhã desta terça-feira, 26, a alteração na periodicidade de reajuste nos preços do diesel nas refinarias, que, a partir de agora, serão atualizados por períodos não inferiores a 15 dias.

Assembleia realiza audiência pública para tratar dos impactos da cheia do rio Madeira

Proposta pelo deputado estadual Marcelo Cruz (PTB), a Assembleia Legislativa realizou audiência pública nesta terça-feira (25), para discutir os impactos da enchente do rio Madeira, sobre as comunidades ribeirinhas, tanto na zona rural quanto na zona urbana de Porto Velho.

Ao abrir a audiência, o deputado disse que esteve no Baixo Madeira, onde presenciou os prejuízos que a comunidade enfrenta com a enchente deste ano. “Minha avó morreu, sem ser indenizada. Ela foi atingida pela cheia de 2014, já aos 87 anos e sofreu muito. Ou seja, senti na pele, na minha família, os efeitos das enchentes e por isso decidi comprar essa briga”, destacou.

Marcelo Cruz encaminhou às Secretarias de Meio Ambiente do Governo e da Capital, além do Ibama, requerimentos solicitando informações a respeito das licenças ambientais vigentes, e seus respectivos prazos de validade, concedidas para a usina hidrelétrica de Jirau.

O deputado federal Léo Moraes (PTB), a secretária adjunta da Secretaria de Ação Social (Seas), Liana Silva, o major BM Tadeu Sanches, chefe da Defesa Civil Estadual, o coordenador da Defesa Civil no município de Porto Velho, Marcelo Santos, o vereador Tiãozinho (PTB), José de Arimatéia, vice-presidente da Emater, além de lideranças e moradores das áreas atingidas, participaram da reunião.

Léo Moraes pontuou que essa discussão se arrasta há anos, e ocorre muitas vezes de forma unilateral, sem a presença de representantes das usinas e do setor público, responsável pela emissão de licenças e o acompanhamento das compensações.

“As usinas alagaram áreas superiores ao previsto no Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e nada foi feito. Outro ponto é que o Ministério de Desenvolvimento Regional tem recursos à disposição para áreas afetadas, mas Porto Velho sequer apresentou projetos básicos. Estamos nos mobilizando para que uma Comissão do Congresso, junto com especialistas, possa vistorias as duas usinas do Madeira”, acrescentou.

Tiãozinho reclamou que, mais uma vez, nenhum representante das usinas esteve presente à audiência pública. “Eles não estão interessados nas discussões. Peço que as usinas instalem também sirenes ao longo do rio, para alertar a comunidade em caso de algum desastre, pois o que ocorreu em Brumadinho e Mariana (MG), precisa nos manter em alerta”, destacou.

O chefe da Defesa Civil Estadual disse que é preciso que os órgãos governamentais, do Estado e da União, precisam acompanhar os impactos do EIA e outras ações, ligadas à outorga da concessão da construção das usinas. “Se reconhecer qualquer elevação do rio, acima do Abunã, por exemplo, a usina de Jirau poderia colocar em risco essa concessão”, explicou.

Ele disse ainda que compete à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a cobrança às usinas sobre planos de evacuação, de treinamento e de enfrentamento de um eventual rompimento de barragens hidrelétricas.

Liana Silva iniciou sua fala dizendo ter origens no distrito de Calama, com conhecimento sobre a realidade das comunidades ribeirinhas do Baixo Madeira. “Ainda na transição, nos preocupamos com a questão orçamentária, para caso ocorresse uma cheia. O Estado está em alerta, já adquiriu quase 20 mil galões de água, com alguns entregues já em Candeias do Jamari e em Nova Mamoré e no Baixo Madeira vai ser enviado também”.

A partir do dia 28, um barco vai descer o Madeira, levando água e 900 cestas básicas. “Fazer um planejamento, uma prevenção, já que esse fenômeno ocorre ano após ano, precisa ser uma prioridade de Governo. Estamos em fase de construção do Plano Plurianual (PPA) e queremos abranger essa necessidade”, completou.

Sobre a suspensão da descida do barco pelo Madeira, na semana passada, a adjunta informou que o transporte não pode ser suspenso, mas foi reajustado, para que possa atender às famílias atingidas pela cheia. “É importante resolver o problema, para que não fique ano após ano, fazendo ações emergenciais”.

Marcelo Cruz quis saber quais os planos da Seas, para após as cheias, para atender às comunidades. Marcelo Santos garantiu que a prefeitura irá perfurar poços nas comunidades ribeirinhas, para garantir água.

“Sobre as ações para prevenção de riscos, caso haja alguma ruptura de barragem e alagação, estamos atuando com a usina de Santo Antônio um estudo para Zona de Auto Salvamento (ZAS), embora não haja esse risco de rompimento”, afirmou.

A coordenadora de Assistência Social da Seas, Fabiane Pasarini, fez um breve relato da situação das áreas de reassentamento, nas localidades atingidas em 2014.

“A gestão Marcos Rocha (PSL) está muito atenta às aquisições e desapropriações. Estamos em processo de regularizações e acompanhando cada caso. Importante que as famílias entendam que as áreas ficaram longe da margem dos rios, até para evitar novos impactos”, completou.

O representante da Emater assegurou que a empresa tem dado o apoio possível aos produtores. “Fizemos um levantamento dos impactos, em 2014, que apontou um prejuízo em torno de R$ 125 milhões na agropecuária. Estamos à disposição para atuar em parceria com as demais pastas governamentais, pois sabemos das dificuldades de se reconstruir a produção”.

Sobre o financiamento rural, ele disse que os agentes financeiros podem identificar melhor as necessidades e a Emater atuar em conjunto. “Hoje, 100% dos financiamentos estão inadimplentes. Se não produzem, se perdem a produção, não podem pagar. Realmente, precisam de uma atenção especial”.

Ao final da audiência, o deputado Marcelo Cruz disse que vai seguir buscando informações sobre o que foi feito, o que foi tratado com as usinas, o que foi cumprido, o que está pendente, quais as ações prioritárias e que devem sem implementadas. “Estou tomando pé da situação, que é ampla e complexa, mas não quero e não vamos parar por aqui: vamos seguir reunindo informações e trabalhando para que as responsabilidades sejam dadas a quem dá causa a essa situação”.

 

Depoimentos

Nágila Maria, moradora do distrito de São Carlos, destacou a iniciativa de realizar a audiência, para que possa trazer alguma resposta. “Que agora, com o trabalho e o empenho do deputado Marcelo Cruz, possamos ter um resultado melhor do que nos anos anteriores, onde quase nada avançou e a comunidade tá revoltada”, desabafou.

Ela creditou às usinas do Madeira o volume de águas a cada período de inverno. “O sonho dos ribeirinhos é ter a sua casa, a sua vida de volta. Mesmo após a cheia de 2014, nada foi feito e as famílias continuam abandonadas. As pessoas não puderam ter acesso à moradias aqui na capital e não temos meios de sobreviver. Não temos mais como produzir e não fomos indenizados para reconstruir o mínimo. As usinas precisam nos indenizar”, garantiu.

Paulo de Souza, representando o Baixo Madeira, na Vila do Monte Belo, disse que as famílias da localidade perderam tudo. “Muitos dizem que as cheias não têm nada a ver com as usinas. Eu sou nascido e criado na região e estou com 62 anos, nunca vi algo parecido. Ficamos quatro meses dentro d’água e ninguém fez nada. Cadê a nossa São Carlos, que iria ser feita? Veio essa nova cheia e, mais uma vez, as famílias estão sofrendo”.

Segundo ele, é importante que a Assembleia Legislativa abra espaços para que pessoas simples como ele, possam relatar seu sofrimento. “Agradeço ao deputado Marcelo, por nos dar esse espaço, por nos dar voz. Somos gente simples e que não tem força sozinhos”, observou.

Marcelo Cruz retomou a palavra e reforçou que está reunindo informações, para se posicionar e atuar em defesa das comunidades. “Estamos buscando informações, juntando dados e depoimentos, para que possamos definir os encaminhamentos e ações. É ouvindo quem é atingido, que podemos traçar uma estratégia de atuação”.

Alessandro Borges, da localidade de Cujubim Grande, disse que a área foi atingida diretamente pelas cheias, e alertou para o fato do rio Madeira subir e descer três vezes ao dia. “Pessoas nascidas e criadas no Baixo Madeira, nunca viram isso: um rio do tamanho do Madeira ter esse sobe e desce no mesmo dia, não é normal. Não sou especialista, mas não tem como excluir a responsabilidade das usinas nesse processo”.

Para ele, o descaso é muito grande com comunidade pequenas, tradicionais e carentes, que ficam sem nenhum amparo, sem nenhum apoio dos grandes empreendimentos energéticos.

“Cerca de 95% da produção do Baixo Madeira foi perdida. Quem conseguiu um financiamento, não vai ter como pagar. Precisa alongar esse prazo. Produtos que seriam entregues para a merenda escolar, foram perdidos. O medo é de que o ano que vem alague de novo. Não é um caso isolado. Um pai de família que planta macaxeira ou banana, não tem mais sossego, mais garantia de que vai colher, para sustentar sua família”, lamentou.

 

Comissão

O advogado Fadrício Santos representando a OAB/RO, sugeriu formar uma Comissão para seguir discutindo e apontando soluções, foi um dos encaminhamentos da audiência pública. Ele disse que a Ordem tem acompanhado essa situação e se posicionado em defesa das famílias atingidas.

Cabo Moura, líder comunitário, integra Comissão que trata da questão dos atingidos pela cheia de 2014, e denunciou que foram adquiridas terras públicas, por preços acima do mercado, mas que nunca foram entregues, pois as áreas não seriam recomendadas para reassentamentos. “Que a coisa agora aconteça. É vergonhosa a situação, ano após ano, as famílias perdem tudo e ninguém nos defende, nos apoia. Há muita promessa, muita média, muita hipocrisia e politicagem”, observou

Allan França, que tem uma propriedade rural na região de Abunã, declarou que não tem como não apontar a responsabilidade das usinas nas cheias. “A região foi afetada e não se consegue contato com ninguém. O solo está encharcado e causa prejuízos para todo mundo, pois não podemos mais plantar e nem criar nada”.

Ele denunciou que desde 2010 não tem sido feita a estrada na comunidade da Vila da Penha, por ela estar alagada, tendo virado um charco. “Mas, a usina de Jirau não reconhece isso, infelizmente. E no Ramal São Sebastião, onde reconheceram as indenizações há seis anos, ninguém foi indenizado até agora”.

França questionou ainda a autorização da elevação da cota da usina e a área alagada ser maior do que a área de supressão vegetal. “Tem que ser revisto o estudo de impacto ambiental, pois a situação está muito acima do que foi previsto”.

A diretora da Escola Estadual de São Carlos, Marie Lima, disse que é necessário um trabalho para garantir, de forma permanente, apoio às famílias do Baixo Madeira. “As pessoas querem trabalhar, querem viver a sua vida, sem depender, a cada cheia, de água mineral e cesta básica da Defesa Civil. Está claro que após as usinas, as áreas estão alagadas e não permitem mais o plantio”, destacou.

Ela questionou ainda a aplicação, pelo Governo e prefeitura, dos royalties advindos das usinas do Madeira. “Quanto desse recurso tem sido aplicado para promover o desenvolvimento do Baixo Madeira? Quem foi mais afetado com essas usinas? As comunidades ribeirinhas, e por isso precisamos trabalhar para compensar a quem está sendo diretamente afetada”, completou.

O professor Adailton Noleto, representando o assentamento Aliança, conclamou que os órgãos e Poderes possam atuar de forma conjunta em ações judiciais e administrativas. “Não basta só conhecer a comunidade e sua realidade. É preciso ser deliberativo, ter um encaminhamento e efetividade nas ações”.

Bretas diz que silêncio é a melhor resposta aos “tolos”, após crítica de desembargador que mandou soltar Temer

O juiz Marcelo Bretas, responsável pela Operação Lava Jato no Rio, escreveu em seu Twitter, nesta terça-feira (26), que a única resposta que se deve dar aos “tolos” é o “silêncio”. “Porque onde a ignorância fala, a inteligência não dá palpites”, emendou. Na mesma mensagem, desejou “um bom dia aos brasileiros de bem”. Os comentários foram publicados um dia depois de o desembargador Antônio Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), reverter a decisão de Bretas que havia determinado a prisão preventiva (por tempo indeterminado) do ex-presidente Michel Temer, do ex-ministro Moreira Franco e de outros oito acusados de desviar recursos de obras da usina nuclear de Angra 3, no Rio de Janeiro. Os dois emedebistas foram soltos ontem à noite.

Ao conceder o habeas corpus em favor de Temer e Moreira, o desembargador argumentou que o juiz cometeu excesso, afrontando direitos constitucionais, com as prisões. Segundo o desembargador,  Bretas apresentou uma justificativa “interessantíssima e sem a menor base empírica” para fundamentar sua ação.

“Tenho de pedir vênia, mais uma vez, ao eminente Magistrado que proferiu a decisão. Embora ninguém discorde da necessidade de apuração de todos os fatos, e de responsabilização dos autores, mediante devido processo legal, assegurado contraditório e ampla defesa, e considerada a presunção de inocência, aplicando-se as penas previstas em lei, não há em nosso ordenamento jurídico – repito, antecipação de pena, tampouco a possibilidade de prisão preventiva de pessoas que não representam perigo a outras pessoas e à ordem pública, tampouco à investigação criminal (que no caso parece já concluída), muito menos à instrução processual, e à aplicação da lei, e muitos menos visando recuperar valores ditos desviados”, diz Athié em trecho da decisão.

O desembargador concedeu habeas corpus a Temer, a Moreira Franco e ao coronel reformado da Polícia Militar João Baptista Lima Filho, o Coronel Lima, e a outros quatro alvos da Operação Descontaminação. Derivada da Lava Jato, a operação investiga crimes de cartel, corrupção ativa e passiva, lavagem de capitais e fraudes à licitação na construção de Angra 3. Alegando que não tinha tempo hábil para analisar os pedidos das defesas na sexta-feira, Athié anunciou que dividiria a decisão com os demais integrantes da Primeira Turma do tribunal, que se reúnem nesta quarta.

Ele disse que, ao verificar o caso no fim de semana, decidiu se antecipar porque “não se justifica aguardar mais dois dias para decisão, ora proferida e ainda que provisória”. O Ministério Público Federal recorre contra a soltura dos emedebistas.

Athié afirmou que é favorável à Lava Jato e comparou a corrupção a uma “praga”. “Ressalto que não sou contra a Lava Jato, ao contrário, também quero ver nosso país livre da corrupção que o assola. Todavia, sem observância das garantias constitucionais, asseguradas a todos, inclusive aos que a renegam aos outros, com violação de regras não há legitimidade no combate a essa praga”, escreveu na decisão.

Apesar das críticas, também elogiou o que chamou de “lisura” de Marcelo Bretas. “Tenho de reconhecer a absoluta lisura do prolator da decisão impugnada, notável juiz, seguro, competente, corretíssimo, e refutar eventuais alegações que procurem tisnar seu irrepreensível proceder.”

Temer foi preso em meio a uma investigação desmembrada do Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro do ano passado. A apuração aponta que ele recebeu propinas da empreiteira Engevix, que havia sido subcontratada para obras na usina nuclear. Temer recebeu diretamente R$ 1,1 milhão neste caso, segundo o Ministério Público Federal. A força-tarefa da Lava Jato estima que o grupo ligado ao ex-presidente recebeu, ao longo dos anos, repasse ou promessa de até R$ 1,8 bilhão em propinas.

O ex-presidente é alvo de dez inquéritos por suspeitas variadas. As prisões da operação foram desencadeadas pela delação premiada de José Antunes Sobrinho, ex-sócio da Engevix. A empreiteira foi subcontratada por um consórcio que venceu o principal contrato da usina nuclear. Uma das empresas do consórcio era a Argeplan José Batista Lima Filho, o Coronel Lima, apontado como operador de Teme

Bolsonaro determinou que Defesa faça as ‘comemorações devidas’ do golpe de 64, diz porta-voz

O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou nesta segunda-feira (25) que o presidente Jair Bolsonaro determinou ao Ministério da Defesa que faça as “comemorações devidas” pelos 55 anos do golpe que deu início a uma ditadura militar no país.

golpe militar que depôs o então presidente João Goulart ocorreu em 31 de março de 1964. Após o ato, iniciou-se uma ditadura que durou 21 anos. No período, não houve eleição direta para presidente. O Congresso Nacional chegou a ser fechado, mandatos foram cassados e houve censura à imprensa.

Na semana passada, Rêgo Barros havia dito que não haveria nenhum tipo de comemoração relacionada à data. Nesta segunda, porém, o porta-voz mudou o discurso.

“O nosso presidente já determinou ao Ministério da Defesa que faça as comemorações devidas com relação a 31 de março de 1964, incluindo uma ordem do dia, patrocinada pelo Ministério da Defesa, que já foi aprovada pelo nosso presidente”, afirmou Rêgo Barros durante entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

Questionado por jornalistas sobre o que seriam as “comemorações devidas”, Rêgo Barros respondeu: “Aquilo que os comandantes acharem dentro das suas respectivas guarnições e dentro do contexto em que devam ser feitas”. Ele afirmou que não há previsão de nenhum tipo de ato no Palácio do Planalto no próximo dia 31.

Desde o período em que foi deputado federal, Bolsonaro sempre defendeu que o Brasil não viveu uma ditadura entre 1964 e 1985, mas, sim, um “regime com autoridade”. De acordo com o porta-voz da Presidência, o agora presidente da República não considera que houve um golpe militar em 1964.

“O presidente não considera 31 de março de 1964 um golpe militar. Ele considera que a sociedade, reunida e percebendo o perigo que o país estava vivenciando naquele momento, juntou-se, civis e militares, e nós conseguimos recuperar e recolocar o nosso país em um rumo que, salvo o melhor juízo, se isso não tivesse ocorrido, hoje nós estaríamos tendo algum tipo de governo aqui que não seria bom para ninguém”, disse.

Ao votar a favor do impeachment da então presidente Dilma Rousseff, Bolsonaro homenageou em plenário o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, reconhecido pela Justiça de São Paulo como torturador durante o regime militar. Para Bolsonaro, Ustra é um “herói brasileiro”.

Segundo a Comissão da Verdade, 434 pessoas foram mortas pelo regime ou desapareceram durante o período – somente 33 corpos foram localizados.

Diante disso, a comissão entregou em 2014 à então presidente Dilma Rousseff um documento no qual responsabilizou 377 pessoas pelas mortes e pelos desaparecimentos durante a ditadura.

Reforma da Previdência

Na mesma entrevista, Rêgo Barros afirmou que Bolsonaro está “disposto” e “aberto” a realizar a interlocução com deputados e senadores para aprovar a reforma da Previdência no Congresso Nacional.

“O presidente fará todos os esforços necessários para que a proposta da Previdência avance, sob a batuta agora do Congresso Nacional, mas entendendo que ele é parte dessa solução”, disse.

Nos últimos dias, Bolsonaro e Maia travaram um duelo de declarações sobre a responsabilidade pela articulação e aprovação da reforma. O porta-voz disse que o presidente pretende buscar a paz na relação com os parlamentares.

“Embora não tenha sido boina azul, ele [Bolsonaro] tem como lema ‘tudo pela paz’. Então, ele procurará, como sempre procurou, a paz a fim de, por meio da interlocução convencer e até aceitar ser convencido.

Embaixada em Israel

O porta-voz foi perguntando se Bolsonaro cogita anunciar durante viagem a Israel, a partir de sábado (30), a transferência da embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém, uma das promessas que fez após ter sido eleito.

Rêgo Barros afirmou que Bolsonaro defende mais tempo para avaliar a questão. “Nosso presidente vem advogando que merece um estudo um pouco mais aprofundado, que ele o fará ao longo do tempo e no tempo necessário”, disse.

Exames em São Paulo

Rêgo Barros informou que Bolsonaro irá na próxima quarta-feira (27) ao Hospital Albert Einstein, em São Paulo, para fazer a “última revisão física” após a cirurgia para retirara de uma bolsa de colostomia e para ligar o intestino delgado a parte do intestino grosso.

A cirurgia foi realizada em janeiro e Bolsonaro ficou 17 dias internado. O procedimento foi a terceira cirurgia do presidente após sofrer uma facada, em setembro, durante a campanha eleitoral.

Nova fraude no app WhatsApp já atingiu mais de 320 mil usuários no Brasil

Foram identificados mais quatro novos golpes utilizando de forma fraudulenta a marca ‘O Boticário’ nos últimos 15 dias. No total, foram mais de 320 mil detecções de links maliciosos no WhatsApp que oferecem falsos brindes, perfumes, maquiagem e descontos de 100% em produtos da marca.

Cada golpe oferecia um suposto benefício diferente, mas a forma de conduzir a vítima é quase sempre a mesma: ao tocar no link, o usuário é incentivado a responder perguntas sobre a empresa e, posteriormente, compartilhar o link malicioso com seus contatos e grupos do WhatsApp para ter acesso ao falso prêmio.

WhatsApp

Depois do compartilhamento, o usuário é induzido a fornecer dados pessoais e fazer downloads de aplicativos infectados com malwares, de acordo com informações do Dfndr Lab, laboratório da PSafe.

“Não é de hoje que cibercriminosos se aproveitam de empresas que, geralmente, realizam ações promocionais para criar golpes quase idênticos as promoções verdadeiras”, comenta Emilio Simoni, Diretor do dfndr lab.

“Além disso, é comum que os golpistas lancem esse tipo de isca em datas comemorativas – neste caso, o mês da mulher – já que são justamente nesses períodos que diversas marcas fazem promoções de seus produtos. Essas estratégias acabam potencializando o golpe o que, consequentemente, aumenta o número de pessoas afetadas”.

Como evitar?

Para não cair em ataques como esse, o especialista afirma que é essencial o usuário tomar algumas medidas de segurança, como sempre checar se o link é verdadeiro ou não.

Além disso, é importante ficar atento a promessas muito vantajosas ou preços muito abaixo do valor original, pois há grande probabilidade de ser um golpe.

Moro diz que lei pode ser alterada para levar à Justiça comum crimes ligados ao caixa 2

O ministro da Justiça, Sergio Moro, defendeu nesta terça-feira (26) uma mudança na lei para levar para a Justiça comum casos de caixa 2 associados a outros crimes.

Em entrevista à rádio BandNews, ele comentou decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que firmou entendimento de que crimes ligados ao caixa 2 são de competência da Justiça Eleitoral.

Moro disse que no pacote anticrime enviado por ele ao Congresso há um projeto que estabelece a competência da Justiça comum para crimes cometido junto com o caixa 2.

“Como foi interpretação legislativa, o que se pode fazer é tentar mudar via legislativa. No âmbito do projeto anticrime, nós temos um projeto, o PLP 38/2019, que pode ser apreciado, e isso ser alterado”, afirmou Moro.

O ministro disse que discorda “respeitosamente” da decisão do STF. Ele argumentou que, embora a Justiça Eleitoral seja digna de elogios, não tem estrutura para lidar com casos de crimes ligados ao caixa 2.

“O remédio para isso [levar esses casos para a Justiça comum] é a gente mudar a legislação”, completou Moro.

Atrito com Rodrigo Maia

O ministro da Justiça também foi questionado sobre o atrito que teve na semana passada com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Maia não gostou de uma declaração de Moro sobre a tramitação do projeto anticrime. O ministro disse que, em seu entendimento, a matéria poderia ser analisada na Câmara ao mesmo tempo da reforma da Previdência.

A reação de Maia foi dizer que Moro é “funcionário” de Jair Bolsonaro e que, portanto, se tinha alguma reclamação, devia fazer com o presidente. Disse ainda que o pacote anticrime era uma cópia de um texto já preparado pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.

Na entrevista para a rádio, Moro afirmou que o episódio foi “super dimensionado”. Para ele, “rusgas” na política são normais.

“Já conversamos, estamos tranquilos e o projeto vai tramitar”, afirmou o ministro.

Paulo Guedes vai à Câmara nesta terça-feira explicar proposta de reforma da Previdência

O ministro da Economia, Paulo Guedes, participará na tarde desta terça-feira (26) de uma audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara para explicar a proposta de reforma da Previdência Social.

Enviada em fevereiro ao Congresso, a reforma está na primeira etapa da tramitação. Na CCJ, os deputados analisarão se a proposta do governo Jair Bolsonaro está de acordo com a Constituição.

Se o texto for aprovado, seguirá para uma comissão especial, na qual o mérito (conteúdo) será discutido pelos parlamentares.

A reforma é considerada pela equipe econômica como medida prioritária para a recuperação das contas públicas.

Pelas estimativas do governo, se a reforma for aprovada, será possível economizar R$ 1 trilhão.

Polêmica sobre a articulação

A participação de Paulo Guedes na CCJ nesta terça-feira acontece em meio às divergências públicas entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sobre a quem cabe a articulação para a aprovação da reforma.

Enquanto Bolsonaro diz que a responsabilidade é do Congresso, Rodrigo Maia afirma que o governo não pode “terceirizar” a articulação política e, por isso, deixou de atuar.

Em um encontro com prefeitos nesta segunda (25), em Brasília, Paulo Guedes afirmou que há “problema de comunicação” na articulação para aprovar a reforma.

Para o secretário especial de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, a ida de Guedes à comissão pode “distensionar” o ambiente político.

Formação da base aliada

O presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), tem dito que a proposta só terá celeridade se a base aliada do governo estiver “organizada e coesa“.

Para o líder do governo na Câmara, deputado Major Vítor Hugo (PSL-GO), a audiência com o ministro da Economia na comissão ajudará a melhorar o clima entre Planalto e Congresso.

“A vinda do Paulo Guedes é algo que a gente espera que dê uma arrefecida, porque o Paulo Guedes vai tirar muitas dúvidas, vai falar sobre construção da nova Previdência e da sua importância. Tudo faz parte do movimento de aproximação do Executivo para mostrar a disposição de interagir com o Legislativo”, afirmou Vítor Hugo.

Nome do relator da reforma da Previdência pode sair até a próxima quarta (27)

Relator

A expectativa é que Felipe Francischini anuncie nesta semana quem será o relator da reforma da Previdência.

Caberá ao relator elaborar um parecer no qual recomendará a admissibilidade ou a rejeição da proposta. O relatório deverá ser discutido e votado pelos demais integrantes da comissão.

Porto Velho – Atendimento na unidade básica de saúde Ernandes Índio estará suspenso temporariamente

A Secretaria Municipal de Saúde de Porto Velho (Semusa) informa, à população, que o atendimento na Unidade Básica de Saúde Ernandes Índio estará suspenso temporariamente, para reparos na rede elétrica. O atendimento está sendo redirecionado a outras unidades.

Os pacientes que estão com consultas agendadas estão sendo atendidos, durante a manhã desta segunda-feira (25/3), na Associação Esperança, ao lado da UBS. No período da tarde, o atendimento acontece na Igreja Adventista do Sétimo dia, que fica na Av. 7 de Setembro esquina com Av. Mamoré.

De acordo com a diretora da unidade, Érika da Silva, a vacinação está sendo direcionada para a UBS Aponiã. Os demais atendimentos, como agendamento de consultas, odontologia, entrega de medicamentos, estão sendo direcionados para as unidades mais próximas – Hamilton Gondim, Agenor de Carvalho e Socialista.

Lua de Sangue durante eclipse lunar visível em seis estados do Brasil

Lua de Sangue poderá ser vista em seis estados do Brasil no eclipse lunar

0
Lua de Sangue poderá ser vista parcialmente em seis estados brasileiros na manhã de 3 de março; veja horários e onde observar o eclipse.
Prazo final para empresas enviarem dados salariais por gênero com alerta de fiscalização e relatório salarial obrigatório

Empresas têm até sábado (28) para enviar dados salariais por gênero

0
Empresas com 100 ou mais funcionários devem enviar dados salariais por gênero até sábado. Lei prevê multa em caso de descumprimento.
Caneta injetável usada para emagrecimento com destaque para alerta sobre efeitos colaterais

17 efeitos colaterais das canetas emagrecedoras

0
Os efeitos colaterais das canetas emagrecedoras incluem náusea, refluxo e até pancreatite. Veja os 17 riscos descritos na bula e quando buscar atendimento.
Volantes da Mega-Sena com destaque para prêmio de R$ 145 milhões neste sábado

Mega-Sena pode pagar R$ 145 milhões neste sábado

0
Mega-Sena pode pagar R$ 145 milhões neste sábado no concurso 2.978. Veja como apostar, horário do sorteio e probabilidades atualizadas.
Explosão em cidade após ataque coordenado de EUA e Israel contra o Irã

EUA e Israel realizam ataque coordenado contra o Irã

0
EUA e Israel realizam ataque coordenado contra o Irã, que responde com mísseis e amplia tensão militar no Oriente Médio.