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Os superidosos

Os brasileiros que atingiram mais de nove décadas de vida somam 775 mil em 2019. Em termos demográficos, são menos de 0,5% da população e, junto com os octogenários, formam o grupo etário que mais cresce proporcionalmente. Em 2049, quando a turma que faz 60 este ano chegar aos 90, eles serão quase 3,5 milhões. Alguns deles aproveitam a vida bem melhor do que os mais jovens, incluindo aí as turmas dos 70 e 80 anos. Ainda que a classificação científica não exista, a vida de qualidade que levam permite que sejam chamados de superidosos, mesmo diante das dores e das limitações inevitáveis. Para os pesquisadores, o segredo não estaria na busca pela juventude nem nos genes, mas nos cuidados anteriores que mantiveram com a saúde e no estilo de vida que cultivam, com amizades e atividades.

NORA RÓNAI
Idade: 93
Como vive: Faz natação, apesar do joelho dolorido, lê por algumas horas todos os dias e faz jardinagem pela manhã (Crédito:Divulgação)

“A genética é responsável por apenas 25% do envelhecimento saudável. A maior parte vem das condições ambientais”, diz o infectologista e especialista em envelhecimento Alexandre Kalache. Essas constatações surgiram após observações nas comunidades mais longevas do mundo, na ilha de Okinawa, no Japão, Nikoya, na Costa Rica, e Ogliastra, na Sardenha, onde não raro alguém atinge 100 anos. No Brasil, a expectativa de vida cresce e atinge todas as classes sociais. “Os problemas de alguns nonagenários são iguais aos de quem tinha 70 anos há três décadas”, diz Carlos Uehara, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

O anúncio de que a designer e empresária americana Iris Apfel foi contratada aos 97 anos pela IMG Models é o exemplo extremo de que a vida segue para quem está bem e antenado. A agência cuida de fashionistas como Gisele Bündchen, Cindy Crawford e Tyra Banks. As contribuições de Apfel lhe renderam, desde 2005, um livro, documentários e exposições. No Brasil, a peça “Através da Iris” é estrelada por Nathalia Timberg, de 89 anos.
O estilo de vida também explica a disposição da professora universitária aposentada Nora Rónai, do Rio de Janeiro. Aos 93 anos, ela mantém uma prazeirosa rotina de exercícios, leituras e afazeres. “Sou uma apaixonada pelo divertimento”, afirma. Nadadora, ela lamenta que uma dorzinha persistente nos joelhos a fez diminuir os mergulhos na piscina do Clube Guanabara para apenas dois dias por semana. Os 1,6 mil metros caíram para 1,2 mil metros. Já a rotina de musculação leve com sua personal trainer foi mantida. Nora jura que nada a incomoda. Frugal, seu único exagero é comer um pedaço de frango frito de vez em quando.

Praticante de salto ornamental até os 30 anos, foi campeã brasileira e vice sul-americana. Parou após a segunda gravidez, quando percebeu que já não tinha a mesma elasticidade que as concorrentes adolescentes. A genética ajudou, pois Nora sempre manteve o peso do início da vida adulta. Porém, o que conta é a cabeça. Todas as manhãs ela gasta uma hora cuidando das plantas. À noite, lê em português, inglês, italiano e húngaro no tablet que ganhou da filha, a escritora Cora Rónai. Ela prefere os contemporâneos, como Svetlana Aleksiévitch e Yuval Harari.

Com ânimo e ignorando o marca-passo, o ex-desenhista Carlos Alberto Manço resolveu enfrentar a viuvez estudando. Aos 91 anos, cursa o segundo ano de arquitetura em Ribeirão Preto (SP). Senta nas primeiras cadeiras para compensar a perda de audição. Por detestar ser chamado de senhor pelos colegas 70 anos mais jovens, virou o Carlão. “Mais de 90% dos meus amigos já morreram. Ganhei novos. A molecada me faz sentir como um ‘garoto’ de 65”, brinca. Carlão tem planos para quando se formar, aos 95 anos. Quer atuar no escritório de arquitetura de seu neto.

CARLOS ALBERTO MANÇO
Idade: 91
Como vive: Entrou na faculdade de arquitetura aos 90. Quando se formar, aos 95, almeja trabalhar no escritório do neto (Crédito:Divulgação)

Viagens e companhia

Outra serelepe é Maria de Freitas Panadés. Viúva há 32 anos, aos 95 ela não sabe o que é ficar em casa. Decana de um grupo de senhoras, foi para a Argentina quatro vezes e deve ir ao Chile em setembro. Sem doenças crônicas, só reclama de algumas dores. Ela vive com o filho, o neto e duas domésticas, o que lhe garante casa cheia. A única queixa: “Não tenho companhia para o pilates”, diz.

Respeitadas a fortuna e os tratamentos, Carlão, Nora e Maria não diferem tanto do ator americano Dick Van Dyke. Aos 93 anos, ele atuou e dançou em “O Retorno de Mary Poppins”, continuação do filme de sucesso que estrelou em 1964. Van Dyke precisou de maquiagem para parecer mais envelhecido, provando que hoje os 90 são os novos 70.

Minoria no Congresso, mulheres lutam por mais participação

Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher (8 de março), um tema volta à pauta do Congresso: a participação feminina na política. Existem diversas medidas em tramitação no Senado para estimular que o espaço das mulheres seja assegurado nas instituições, como a Proposta de Emenda à Constituição que garante a representação proporcional de cada sexo na composição das mesas e comissões permanentes e temporárias do Senado, da Câmara dos Deputados e do Congresso Nacional (PEC 38/2015). A matéria, apresentada originalmente pela deputada Luiza Erundina (Psol-SP) e já aprovada pela Câmara dos Deputados, está pronta para a votação pelos senadores em Plenário.

A sugestão de mudança na Constituição assegura ao menos uma vaga para cada sexo no preenchimento das vagas nesses colegiados. É considerada um passo para que as parlamentares passem a ocupar mais espaços na representação política.

Sem uma medida desse tipo em vigor, a realidade atual é bem diferente. No biênio 2019-2020, dos 11 cargos da Mesa do Senado, por exemplo, apenas um é ocupado por uma mulher, a senadora Leila Barros (PSB-DF), como suplente.

Essa realidade tem paralelo na representação das mulheres no Legislativo, que, apesar de ter crescido na Câmara dos Deputados nas últimas eleições, raramente passa de 15% da composição de uma das Casas do Congresso. Diferentemente do que aconteceu entre as deputadas, a bancada feminina do Senado diminuiu no pleito de 2018. Nesta legislatura são 12 senadoras, uma a menos que na anterior, o que corresponde a apenas 14,8% do total das 81 cadeiras. É um percentual muito abaixo da parcela feminina na população, que corresponde a mais da metade dos brasileiros.

Avanços

Apesar da baixa representação das mulheres, uma das comissões mais importantes da Casa, a de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) tem a senadora Simone Tebet (MDB-MS) na presidência. E à frente da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) está a senadora Soraya Thronicke (PSL-MS).

Nos demais colegiados as senadoras também estão presentes. Algumas delas participam de até sete comissões, como é o caso da senadora Rose de Freitas (Pode-ES).

— Temos como nos fortalecer e ampliar nossa atuação — avalia a senadora.

A bancada feminina prepara atualmente a eleição da nova procuradora da mulher no Senado e a escolha dos nomes das premiadas com o diploma Bertha Lutz de 2019 concedido a pessoas pela sua contribuição para a defesa dos direitos das mulheres no país.

E as senadoras também já estão definindo uma pauta prioritária com propostas a serem votados ainda em março, Mês da Mulher. Entre elas está o projeto que amplia a Lei Maria da Penha (Lei 11.340, de 2006) para autorizar a aplicação de medida protetiva de urgência, pela autoridade judicial, delegado ou policial, à mulher em situação de violência doméstica e familiar ou a seus dependentes (PLC 94/2018).

Também podem avançar na Casa, alguns dos 20 projetos elencados pela Procuradoria da Mulher nas questões de gênero e relacionadas à violência, família, saúde e trabalho.

Ações

Entre as iniciativas do Senado contra a desigualdade de gênero, uma parte das iniciativas se dá fora do plano legislativo do Plenário e das comissões, em ações institucionais realizadas pela Casa — que, aliás, acabam influenciando o conteúdo da legislação aprovada.

Nos últimos anos, além da Procuradoria Especial da Mulher, o Senado criou o Observatório da Mulher contra a Violência, o Programa Pró-Equidade e o Comitê pela Promoção da Igualdade de Gênero e Raça. Esses quatro setores tratam de combater o machismo e fortalecer a posição das mulheres na política e na sociedade. Por meio desses órgãos e programas, são coletados e analisados dados estatísticos sobre a violência contra a mulher no Brasil; consultadas e avaliadas opiniões de especialistas para instruir os parlamentares na elaboração de projetos de lei, bem como a indicação dessas proposições para a votação; e atendidas as funcionárias do Senado (30% do pessoal efetivo) por meio de campanhas de reforço à igualdade de gênero.

Receita recebe 490 mil declarações de IR no primeiro dia de entrega

Programa de preenchimento da declaração está disponível no site da Receita Federal

No primeiro dia de entrega, o volume de declarações de Imposto de Renda (IR) enviadas à Receita Federal equivaleu a quase o dobro do registrado no mesmo período do ano passado. Até as 17h de hoje (7), a Receita Federal recebeu 490.347 documentos, 98% a mais que os 247,5 mil registrados até o mesmo horário na estreia da entrega em 2018.

Segundo o Fisco, a diferença deve-se aos contribuintes que preencheram as declarações durante o carnaval e enviaram o documento nas horas iniciais de declaração. Tradicionalmente, o prazo de entrega das declarações começa em 1º de março, mas neste ano o Fisco só começou a receber as declarações hoje por causa do feriado prolongado dos últimos dias.

O prazo para envio da declaração começou às 8h de hoje e vai até as 23h59min59s de 30 de abril. A expectativa da Receita Federal é receber 30,5 milhões de declarações neste ano.

A declaração pode ser feita de três formas: pelo computador, por celular ou tablet ou por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC). Pelo computador, será utilizado o Programa Gerador da Declaração – PGD IRPF2019, disponível no site da Receita Federal.

Também é possível fazer a declaração com o uso de dispositivos móveis, como tablets smartphones, por meio do aplicativo Meu Imposto de Renda. O serviço também está disponível no e-CAC no site da Receita, com o uso de certificado digital, e pode ser feito pelo contribuinte ou seu representante com procuração.

Pré-preenchida

O contribuinte que tiver apresentado a declaração referente ao exercício de 2018, ano-calendário 2017, poderá acessar a Declaração Pré-Preenchida no e-CAC, por meio de certificado digital. Para isso, é preciso que, no momento da importação do arquivo, a fonte pagadora ou pessoas jurídicas tenham enviado para a Receita informações relativas ao contribuinte referentes ao exercício de 2019, ano-calendário de 2018, por meio da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf), Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (Dmed), ou a da Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob).

Segundo a Receita, o contribuinte que fez doações, inclusive em favor de partidos políticos e candidatos a cargos eletivos, também poderá utilizar, além do Programa Gerador da Declaração (PGD) IRPF2019, o serviço Meu Imposto de Renda.

Para a transmissão da Declaração pelo PGD não é necessário instalar o programa de transmissão Receitanet, uma vez que essa funcionalidade está integrada ao IRPF 2019. Entretanto, continua sendo possível usar o Receitanet para a transmissão da declaração.

O serviço Meu Imposto de Renda não pode ser usado em tablets ou smartphones para quem tenha recebido rendimentos superiores a R$ 5 milhões.

Obrigatoriedade

É obrigado a apresentar a declaração anual o contribuinte que, no ano-calendário de 2018, recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, quem obteve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50

Também estão obrigadas a apresentar a declaração pessoas físicas residentes no Brasil que no ano-calendário de 2018: receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil; obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; pretendam compensar, no ano-calendário de 2018 ou posteriores, prejuízos com a atividade rural de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2018; tiveram, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e encontravam-se nessa condição em 31 de dezembro; ou optaram pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias contados da celebração do contrato.

CPF de dependentes

Neste ano, é obrigatório o preenchimento do número do CPF de dependentes e alimentados residentes no país. A Receita vinha incluindo essa informação gradualmente na declaração. No ano passado, era obrigatório informar CPF para dependentes a partir de 8 anos.

Dados sobre imóveis e carros

Em 2019, não será obrigatório o preenchimento de informações complementares em Bens e Direitos relacionadas a carros e casas. A previsão inicial da Receita era que essas informações passassem a ser obrigatórias neste ano, mas, devido à dificuldade de contribuintes de encontrar os dados, o preenchimento complementar não precisa ser feito.

Desconto simplificado

A pessoa física pode optar pelo desconto simplificado, correspondente à dedução de 20% do valor dos rendimentos tributáveis, limitado a R$ 16.754,34.

Deduções

O limite de dedução por contribuição patronal ficou em R$ 1.200,32, devido ao reajuste do salário mínimo. No ano passado, o limite era R$ 1.171,84. Se não houver nova lei, este é o último ano em que há possibilidade dessa dedução de contribuições pagas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por patrões de empregados domésticos com carteira assinada. A medida começou a valer em 2006 para incentivar a formalização dos empregados domésticos.

A dedução por dependente é de, no máximo, R$ 2.075,08 e, para instrução, de R$ 3.561,50.

Os contribuintes também podem deduzir valores gastos com saúde, sem limites, como internação, exames, consultas, aparelhos e próteses e planos de saúde. Nesse caso, é preciso ter recibos, notas fiscais e declaração do plano de saúde e informar CPF ou CNPJ de quem recebeu os pagamentos.

As chamadas doações incentivadas têm o limite de 6% do Imposto de Renda devido. As doações podem ser feitas, por exemplo, aos fundos municipais, estaduais, distrital e nacional da criança e do adolescente, que se enquadram no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Segundo a Receita, neste ano o formulário sobre as doações ao ECA vai ficar mais visível.

Aqueles que contribuem para um plano de previdência complementar – Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) – podem deduzir até o limite de 12% da renda tributável.

Cai N’água Vídeo 02 – Cheia do Rio Madeira Fecha Comércios, Interdita Ruas e Trânsito Precisa Ser Desviado.

Barbie faz 60 anos sem uma ruga sequer

Sem rugas, a boneca Barbie completa 60 anos no sábado: loura ou morena, esbelta ou acima do peso, princesa ou bombeira, ela não deixa de encantar as meninas de hoje, em um constante esforço por se manter atual, apesar das controvérsias.

“Em uma indústria onde um sucesso dura hoje de três a cinco anos, 60 anos é extremamente importante”, disse Nathan Baynard, diretor de marketing global da boneca.

Apesar da concorrência cada vez mais feroz, a cada ano são vendidos 58 milhões de exemplares em mais de 150 países. É uma marca tão conhecida quanto a Coca-Cola ou o McDonald’s, explicou o executivo em dezembro, durante uma visita privada ao centro de design do grupo Mattel em El Segundo, um subúrbio de Los Angeles.

Desde sua apresentação no Salão do Brinquedo de Nova York, em 9 de março de 1959, foram vendidas mais de um bilhão destas bonecas.

Sua “mãe” é a cofundadora da Mattel, Ruth Handler, que foi inspirada por seus próprios filhos para criar a boneca.

“Sua filha Barbara estava limitada nas escolhas de seus brinquedos – havia apenas bonecos bebês”, contou Baynard.

“O único papel que ela poderia imaginar através dessa peça era o de cuidadora, de mãe”, enquanto o filho de Handler “poderia se imaginar como um astronauta, cowboy, piloto, cirurgião”.

Barbie é, naturalmente, uma versão abreviada de Barbara.

A boneca deveria ensinar às meninas “que elas tinham escolhas, que poderiam ser qualquer coisa. Em 1959, essa era uma ideia radical!” disse Baynard.

A Barbie foi um sucesso instantâneo. No primeiro ano, 300 mil bonecas foram vendidas, acrescentou.

Seu aspecto de “pin-up”, típico da época, não fazia da Barbie um modelo de feminismo.

“Sua estrutura corporal foi exagerada para combinar com a estética da época”, disse Carlyle Nuera, designer da Barbie.

Suas medidas pouco realistas foram revisadas desde então pela Mattel, mas em geral a Barbie, arquétipo da loira californiana, foi criticada ao longo dos anos por projetar uma imagem de mulher superficial, fomentar a anorexia e deformar a forma como as mulheres se veem desde a infância.

A Barbie se tornou astronauta em 1965, quatro anos antes de Neil Armstrong pisar na Lua, e sua primeira versão negra foi lançada em 1968.

Hoje, 55% das bonecas vendidas “não têm cabelo loiro nem olhos azuis”, apontou Lisa McKnight, diretora-geral da marca Barbie no mundo.

A Mattel tem mais de 100 pessoas trabalhando no seu estúdio de design em El Segundo, um enorme edifício semelhante a um hangar, entre o Aeroporto Internacional de Los Angeles e uma rodovia.

Os designers começam com um esboço simples. A partir daí, todo protótipo é feito por um exército de especialistas – desde a escultura do boneco com software de última geração e impressão 3D até a pintura do rosto, modelagem do cabelo, escolha de tecidos e criação de padrões de roupas.

O processo completo de design de uma nova Barbie pode durar de 12 a 18 meses. Então, o protótipo é enviado para fábricas na China e na Indonésia para produção em massa.

– Barbie “influencer” –

A Barbie não é apenas um sucesso de lojas de brinquedos – ela tem uma enorme presença nas redes sociais e é uma espécie de ‘influencer’ (influenciadora), com milhões de seguidores.

Ela tem uma identidade: Barbie Millicent Roberts, da cidade inventada de Willows, no meio-oeste dos Estados Unidos.

E agora ela fala diretamente para as meninas sobre sua vida e importantes tópicos da atualidade.

Em 2018, a marca lançou uma campanha abrangente para ajudar as meninas a acreditarem em si mesmas e a não aceitarem estereótipos sexistas de gênero.

A Barbie tem uma cabeleireira, maquiadora e fotógrafa que viaja com ela “de verdade” nos Estados Unidos e no exterior para sessões fotográficas no Instagram (confira a conta @barbiestyle, que tem quase dois milhões de seguidores).

Aos 60 anos – embora se mantenha para sempre jovem -, não tem filhos nem marido.

“A Barbie é uma mulher jovem e independente que busca ser bem-sucedida em diferentes carreiras”, disse McKnight.

Peritos dizem que agressor de Bolsonaro tem doença mental

PF confirmou que o homem suspeito de ter esfaqueado o candidato Jair Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos, foi detido por populares e seguranças e conduzido por policiais federais para a Delegacia da Polícia Federal em Juiz de Fora.

Peritos indicados pela Justiça Federal atestaram, em laudo, que Adélio Bispo de Oliveira, que tentou matar o presidente Jair Bolsonaro (PSL), sofre de doença mental. O documento pode levar Adélio a ser considerado inimputável perante a Justiça Criminal. As informações foram reveladas pelo G1 e confirmadas pelo Estadão.

Adélio está preso desde a tarde de 6 de setembro do ano passado, quando golpeou com uma faca o abdome do então candidato à Presidência, em uma rua de Juiz de Fora (MG).

Ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal em Minas Gerais por atentado pessoal por inconformismo político, enquadrado na Lei de Segurança Nacional. A Justiça recebeu a ação.

De acordo com o documento, Adélio tem transtorno delirante permenanete paranoide.

Ao ser examinado por psicólogos, ele disse que, se solto, voltaria a tentar matar Bolsonaro.

A defesa de Adélio chegou a ser alvo de busca e apreensão e o inquérito sobre um possível mandante do atentado contra Bolsonaro estava em fase de análise dos materiais apreendidos com os advogados dele. A investigação, no entanto, foi suspensa pelo Néviton Guedes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), acolhendo pedido do Conselho Federal da OAB.

Bolsonaro, em campanha, foi golpeado por Bispo em uma rua central de Juiz de Fora na tarde de 6 de setembro. O agressor foi preso em flagrante e confessou o crime.

Game of Thrones: George R.R. Martin, autor dos livros, não sabe o final da série

Game of Thrones vai chegar ao fim neste ano, mas não conte com George R.R. Martin, autor dos livros, para descobrir spoilers sobre o final da série.

O escritor, em entrevista ao site EW, nesta quarta-feira, dia 6, afirmou que não sabe nada sobre os capítulos finais do programa: “Eu não li os roteiros finais e não pude visitar o set porque estou trabalhando em meu próximo livro.”

“Eu sei alguma das coisas, mas existem vários arcos para outros personagens menores que eles terão que fazer. E, é claro, eles me ultrapassaram há vários anos, então podem haver importantes discrepâncias.”

A oitava e última temporada de Game of Thrones vai focar na luta final contra o Rei da Noite e seu exército de mortos-vivos. Os episódios serão disponibilizados no Brasil pela emissora e pelo serviço HBO Go simultaneamente à exibição nos Estados Unidos.

Além da oitava temporada, a HBO já está planejando a produção de derivados da série, um deles estrelado por Naomi Watts, ainda sem data de estreia.

A temporada final de Game of Thrones chega na HBO em 14 de abril.

Cai N’água Vídeo 01 – Rio Madeira Invade Ruas do Cai N’água em Porto Velho

Clubes brasileiros mais do que dobram arrecadação com exportação de jogadores

Os clubes brasileiros mais do que dobraram nos últimos quatro anos a arrecadação com a venda de jogadores para times estrangeiros. Segundo dados da CBF sobre as negociações, entre 2015 e 2018 as equipes nacionais realizaram 2,9 mil operações nesse período, entre vendas e empréstimos, e selaram aproximadamente R$ 3,7 bilhões em acordos por esses atletas.

Desse montante total de arrecadação, cerca de 37% se concentrou na última temporada. O ano de 2018 foi o de maior movimento desde 2015, ano em que pela primeira vez a CBF divulgou um boletim anual sobre janelas de transferências. Somente na temporada passada, 792 jogadores profissionais se transferiram do Brasil para outro país e geraram uma arrecadação de R$ 1,4 bilhão para o mercado interno.

Uma das maiores negociações de 2018 foi entre o Flamengo e o Milan, da Itália. O clube europeu pagou cerca de R$ 150 milhões para contratar o atacante Lucas Paquetá. O acordo foi selado em outubro e em janeiro o jogador de 21 anos se apresentou à equipe. Até agora, ele tem 11 jogos pela equipe, com um gol marcado em partida contra o Cagliari.

Apesar de os dados da CBF não detalharem o montante recebido por cada clube, o Flamengo está entre os que mais recebeu dinheiro de vendas de jogadores. Em maio de 2017, a diretoria acertou a saída do atacante Vinícius Junior ao Real Madrid por cerca de R$ 164 milhões. O jogador só se apresentou à equipe espanhola em julho do ano seguinte, depois de completar 18 anos.

O número recorde de 792 jogadores negociados para o exterior em 2018 contempla também um número elevado de operações sem custos. Mais de 600 saídas envolveram atletas que estavam sem contrato profissional ou se destinaram a equipes de fora do Brasil com vínculos de amadores. Somente 171 operações envolveram valores, das quais 62 foram por empréstimo.

Parte 02: Rio Madeira com 17.31 e Estrada do Belmont já conta com pontos de alagação.

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