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Fãs podem participar de próximo clipe de Pabllo Vittar

A cantora Pabllo Vittar, em parceria com o Instagram, permitirá que seus fãs participem de seu próximo clipe, Não Vou Deitar. Para participar, é preciso publicar um story (vídeo de até 15 segundos) marcando o perfil @eunoclipedapabllo.

“Se vocês querem aparecer no meu próximo clipe, aproveitem esse carnaval, se joguem muito nos stories marcando a arroba do perfil @eunoclipedapabllo. Vale stories dançando, curtindo com as amigas, fazendo performance, quero que sejam quem realmente vocês são nesse carnaval”, explicou Pabllo Vittar.

O videoclipe será lançado em formato vertical no início do mês de março. A proposta é que a produção “inspire pessoas do Brasil inteiro a serem quem são e aproveitarem o carnaval de forma livre e espontânea”.

Alguns ‘embaixadores’ também foram chamados para falar sobre a importância de “ser você mesmo” nas redes sociais, como Federico de Vito, Maíra Medeiros e Mel Gonçalves.

Carro do ministro Ricardo Salles é atacado na Bahia

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, foi alvo de agressões por parte de integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST) e do Partido da Causa Operária (PCO), quando saía nesta quarta-feira, 27, de cerimônia comemorativa da concessão do Parque Nacional do Pau Brasil, em Porto Seguro (BA).

Salles disse que a Polícia Federal abriu investigação para apurar os fatos. Em mensagem no Instagram, o ministro postou fotos e até um vídeo mostrando o carro em que estava sendo cercado por manifestantes. Um deles exibia o adesivo “Fora, Bolsonaro” colado na blusa. O titular do Meio Ambiente classificou o episódio como “uma vergonha”.

Após o ataque, Salles seguiu para Brasília, onde participou da reunião do Conselho de Defesa Nacional, no Palácio do Planalto. Ele apresentou as imagens das agressões ao presidente Jair Bolsonaro e a ministros.

No vídeo, manifestantes aparecem esmurrando o carro, que tem o para-brisa trincado. Salles foi chamado de “golpista” e “desgraçado”. Ao Estado, ele disse que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, afirmou que o caso é de “atentado” contra servidor público no exercício da função.

O site Causa Operária, ligado ao PCO, também divulgou vídeo mostrando que um carro do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) tentou passar pelo protesto. “Ao chegar lá, o carro da comitiva (do ministro) se colocou contra os manifestantes. Os sem terra reagiram pulando em cima do carro do ICMBio”, diz o site. Procurado por meio de sua assessoria, o MST não se manifestou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

BBB 19: Rízia acusa Rodrigo de tentar beijá-la

Nessa quarta-feira (27) o BBB 19 foi palco da festa ‘Sétima Arte’, que contou com muitos selinhos entre os brothers. No entanto, um caso específico chamou atenção. Após o término da festa, Rízia contou para Paula e Hariany que Rodrigo tentou beijá-la sem seu consentimento. De acordo com ela, era apenas para ser um selinho e ele “botou a língua para fora”.

A sister afirmou não ter gostado da atitude do brother e ainda chorou bastante antes de dormir, sendo consolada por Hariany e Gabriela.

Nas redes sociais, muitos internautas condenaram a atitude de Rodrigo. “Gente não interessa se o Rodrigo é gay ou se estava bêbado, ele tentou beijar a Rízia à força e isso é ASSÉDIO SIM”, escreveu um usuário no Twitter. “Rízia merece respeito”, disse outro.

A família do brother se pronunciou sobre o caso, através da conta oficial de Rodrigo no Twitter. “Pessoal, bom dia. Não ficamos acompanhando a festa durante a madrugada, mas nos surpreendemos com a repercussão aqui. Sim, nós não aprovamos a atitude do Rodrigo com a Rízia na festa passada. Temos certeza que, ao longo do dia, ele vai conversar com ela, reconhecer que exagerou e pedir desculpas”, diz o tweet.

Câmara impõe condições para votar pacote de Moro

Líderes de partidos do Centrão querem condicionar a aprovação do pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, à votação do projeto de lei que endurece a lei de abuso de autoridade. O texto foi aprovado no Senado em abril de 2017, mas não avançou na Câmara porque ganhou a pecha de anti-Lava Jato, por prever punição a juízes e integrantes do Ministério Público. Agora, deputados vão usar a crise na Receita Federal como pretexto para votar o projeto de abuso de autoridade. A articulação é estimulada por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Integrantes das duas Cortes ou até mesmo seus parentes estão entre os 134 contribuintes alvo de pente-fino da Receita. O vazamento dessas informações provocou reação do Judiciário. Já o Tribunal de Contas da União (TCU) mandou abrir uma inspeção (mais informações nesta página). O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou a interlocutores que o pacote de Moro andará no mesmo ritmo do projeto de abuso de autoridade. Procurado para falar sobre esse ponto, Maia não se manifestou. Já o líder do DEM, deputado Elmar Nascimento (BA), afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que a investigação da Receita foi uma surpresa. “Se fizeram isso com um ministro do Supremo e com a mulher do presidente da Corte, o que se pode fazer com qualquer cidadão? Aí é que se pressiona pela votação do projeto de abuso de autoridade”, afirmou o deputado, em referência a Gilmar Mendes e a Roberta Rangel, mulher do ministro Dias Toffoli. A ministra do STJ Isabel Gallotti também entrou na mira da Receita Federal. Em nota, a Receita afirmou que “os indícios originalmente apontados não se confirmaram, razão pela qual os procedimentos de fiscalização não foram instaurados”. O secretário especial da Receita, Marcos Cintra, chegou a pedir desculpas aos contribuintes que tiveram seus dados expostos. Gilmar, por sua vez, reforçou o coro sobre a necessidade de o Congresso votar o projeto de abuso de autoridade. “Está evidente que (o vazamento) virou um festival, um pandemônio”, argumentou ele. O líder do PP, Arthur Lira (AL), definiu como “esculhambação” não apenas o vazamento de dados da Receita, como de investigações da Justiça e do Ministério Público. “Sempre defendi o projeto de abuso de autoridade.” No PT, o deputado Paulo Pimenta (RS), líder da bancada, também disse ser favorável a dar prioridade ao projeto que pune desvios de conduta de agentes públicos. “Somos a favor porque todos os setores da sociedade devem ter regras. Sejam deputados ou juízes”, declarou Pimenta. Até mesmo integrantes do partido do presidente, o PSL, admitem votar as duas propostas “casadas”. A deputada Bia Kicis (DF) ressalvou, porém, que a alternativa “não pode prejudicar o pacote de Moro”. Penas O projeto sobre abuso de autoridade prevê mais de 30 ações que podem ser assim classificadas, com penas que variam de seis meses a quatro anos de prisão. Para a força-tarefa da Lava Jato, essas medidas, se aprovadas, acabarão por restringir as investigações. Na prática, a votação conjunta das duas proposições também é uma resposta do Congresso a trechos do pacote de Moro, como o que criminaliza o caixa 2 nas campanhas eleitorais. A medida foi apartada do projeto principal justamente para evitar danos à parte do pacote que trata da segurança pública e do combate ao crime organizado. Na tentativa de obter apoio dos congressistas, o próprio Moro tem adotado discurso mais brando sobre o caixa 2. Maia ainda avalia se irá ou não instaurar uma comissão especial para analisar o pacote anticrime. Nesse caso, o conjunto de propostas teria de tramitar em diversas comissões temáticas, o que poderia prolongar por anos a análise final. “Ainda não decidi. Vamos analisar isso com calma”, disse Maia ao jornal. A preocupação é evitar que esse debate contamine a votação da reforma da Previdência. A pauta econômica é prioridade não só do governo como do presidente da Câmara. Outro “entrave” ao projeto de Moro é o ministro do Supremo Alexandre de Moraes. Ex-ministro da Justiça, ele integrou uma comissão de juristas que preparou projeto semelhante ao de Moro. Na noite desta quarta-feira, 27, os dois se reuniram para tentar uma aproximação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Apoio à libertação da Venezuela é “incondicional”, diz Araújo

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, disse no Twitter que se reunirá Hoje (28) com Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino da Venezuela, e o acompanhará no encontro com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. Segundo o chanceler, a diplomacia brasileira continua com seu “apoio irreversível e incondicional à libertação” da Venezuela.

“Receberei hoje o presidente encarregado da Venezuela, Juan Guaidó, e o acompanharei em encontro com o presidente Bolsonaro. A diplomacia brasileira segue com seu apoio irreversível e incondicional à libertação da Venezuela”, escreveu na rede social.

Após encontro com Bolsonaro, Guaidó dará entrevista coletiva no Palácio Itamaraty, às 16h.

Ernesto Araújo

@ernestofaraujo

Receberei hoje o Presidente Encarregado da Venezuela, Juan Guaidó, e o acompanharei em encontro com o PR Bolsonaro. A diplomacia brasileira segue com seu apoio irreversível e incondicional à libertação da Venezuela.

Apesar de o Brasil reconhecer Guaidó como presidente interino da Venezuela, o encontro não será tratado como uma visita de Estado. O encontro com Bolsonaro não terá formalidades de chefe de Estado. O presidente receberá Guaidó em seu gabinete.

No mês passado, o Tribunal Supremo de Justiça proibiu Guaidó de deixar o país e congelou suas contas. A Corte atendeu a um pedido do procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, aliado do presidente Nicolás Maduro. Apesar da decisão judicial, o presidente interino foi à Colômbia para articular a entrega de ajuda humanitária e prometeu retornar à Venezuela em breve.

Confrontos

Nos últimos dias, o clima de confronto dominou a região fronteiriça da Venezuela com o Brasil e a Colômbia. Por ordem de Maduro, a fronteira com o Brasil foi fechada. Houve dificuldades para o transporte da ajuda humanitária internacional com registros de mortos e feridos. Segundo relatos, militares venezuelanos atiraram na direção de civis desarmados.

Para Maduro, há uma orquestração internacional, liderada pelos Estados Unidos e Colômbia, com o objetivo de promover uma intervenção na Venezuela. Ele e aliados negam a existência de crise humanitária no país.

Tite convoca seleção com Vinicius Junior e Daniel Alves para amistosos em março

O técnico Tite convocou nesta quinta-feira a seleção brasileira para os seus primeiros compromissos em 2019 e chamou o atacante Vinicius Junior para os amistosos contra Panamá e República Checa, em março. Essa é a primeira vez que o jogador, de 18 anos, é incluído em uma lista para a equipe principal. E a relação também conta com o retorno de Daniel Alves.

Vinicius Junior vem em ascensão no Real Madrid, tendo conquistado a titularidade do setor ofensivo do clube nas últimas semanas da sua primeira temporada na Europa. E, observado pela comissão técnica, agora recebe uma chance com Tite.

Após perder a Copa do Mundo por lesão, o veterano lateral-direito Daniel Alves, de 35 anos, voltou a ser lembrado por Tite. O jogador do Paris Saint-Germain tem atuado mais como meio-campista no clube, mas foi incluído em sua posição de origem na convocação desta quinta.

Como já havia sido adiantado pelo auxiliar Cleber Xavier, Tite também chamou o meia Lucas Paquetá. Ele já havia sido lembrado para os primeiros compromissos do Brasil após a Copa do Mundo, diante de El Salvador e Estados Unidos, e agora voltará a ser observado. Assim, o jovem meio-campista, de 21 anos, deve se tornar uma das “caras” da renovação da seleção, realizada paulatinamente pelo treinador, assim como o atacante Richarlison e o meio-campista Arthur.

Tite tem aproveitado os amistosos após a Copa da Rússia para realizar testes na seleção, aumentando as observações nesse início de ciclo para o Mundial no Catar, com 40 jogadores sendo convocados. Mas agora reduziu, em parte, as observações.

O treinador, porém, chamou o meia Felipe Anderson, que vem se destacando pelo West Ham, pela primeira vez – ele até já havia sido convocado para a seleção, mas por Dunga, em 2015, para um amistoso contra o México. A convocação também conta com apenas dois jogadores que atuam no futebol brasileiro, casos do goleiro Weverton, do Palmeiras, e o atacante Everton, do Grêmio.

A principal ausência da lista é, evidentemente, Neymar. O atacante do Paris Saint-Germain se lesionou no fim de janeiro. O atacante deverá voltar aos gramados antes do fim da temporada 2018/2019 europeia e também a tempo de defender a seleção brasileira na Copa América.

Outros nomes recorrentes da seleção com o treinador, como o volante Paulinho, o meia-atacante Willian e o lateral-esquerdo Marcelo ficaram de fora da lista. O jogador do Real Madrid, inclusive, está em má fase no seu clube, com Tite chamando Filipe Luís e Alex Sandro para a sua posição na seleção.

Os amistosos serão realizados no continente europeu. Em 23 de março, a seleção estará em Porto para enfrentar o Panamá. E, depois, no dia 26, enfrentará a República Checa em Praga. Esses serão os últimos compromissos do Brasil antes de Tite anunciar a lista de convocados para a Copa América, o que ocorrerá em maio, em data ainda a ser determinada.

O torneio continental será disputado no País em junho, a partir do dia 14. E será uma chance para a seleção se recuperar após a queda nas quartas de final da Copa do Mundo da Rússia, para a Bélgica. Depois disso, a CBF optou por Tite à frente da equipe nacional, e venceu os seis amistosos que disputou, contra Estados Unidos, El Salvador, Arábia Saudita, Argentina, Uruguai e Camarões.

Antes da convocação, a CBF também confirmou a realização de dois amistosos no País preparatórios para a Copa América. Os jogos serão em 5 de junho, contra o Catar, no Maracanã, e um adversário ainda a ser determinado no dia 9, no Beira-Rio.

Confira a lista de convocados do Brasil para os amistosos contra Panamá e República Checa:

Goleiros – Alisson (Liverpool), Ederson (Manchester City) e Weverton (Palmeiras).

Defensores – Daniel Alves (Paris Saint-Germain), Eder Militão (Porto), Danilo (Manchester City), Alex Sandro (Juventus), Filipe Luis (Atlético de Madrid), Marquinhos (Paris Saint-Germain), Miranda (Inter de Milão) e Thiago Silva (Paris Saint-Germain).

Meio-campistas – Allan (Napoli), Arthur (Barcelona), Casemiro (Real Madrid), Fabinho (Liverpool), Felipe Anderson (West Ham), Lucas Paquetá (Milan) e Philippe Coutinho (Barcelona).

Atacantes – Vinicius Junior (Real Madrid), Roberto Firmino (Liverpool), Everton (Grêmio), Gabriel Jesus (Manchester City) e Richarlison (Everton).

Lady Gaga fala sobre ‘clima’ entra ela e Bradley Cooper no Oscar

A performance de Lady Gaga e Bradley Cooper na música Shallow na premiação do Oscar deixou quem estava assistindo suspirando. Eles pareciam estar tão em sintonia que muitos levantaram a hipótese de que estavam apaixonados – mesmo com o ator sendo casado com a modelo Irina Shayk desde 2015. A atriz e cantora, por outro lado, terminou seu relacionamento de dois anos com Christian Carino dias antes do Oscar.

Nesta quarta-feira, 27, Lady Gaga negou os rumores e disse que tudo foi uma encenação. “Francamente, a mídia social é o banheiro da internet. O que ela fez para a cultura pop é péssimo”, disse a cantora em entrevista ao programa Jimmy Kimmel Live!.

Mais especificamente sobre a performance com o ator e diretor de Nasce Uma Estrela, Gaga afirmou que as pessoas viram o que eles queriam ver. “As pessoas viram amor e, adivinha, isso era o que nós queríamos que vocês vissem. Essa é uma música de amor, Shallow. O filme, Nasce Uma Estrela, é uma história de amor”, disse ela.

Gaga acrescentou que eles trabalharam na performance a semana inteira, e Cooper, como diretor, tomou decisões tais como garantir que a plateia fosse iluminada durante a música, entre outros detalhes que ajudaram na ilusão de amor.

Até mesmo a forma como o piano chega ao palco e a movimentação que eles fazem no palco foram ensaiadas. “Então eu sou uma artista e acho que fizemos um bom trabalho e enganamos vocês”, disse Lady Gaga.

Campos Neto toma posse como presidente do Banco Central

O economista Roberto Campos Neto tomou posse hoje (28) como presidente do Banco Central (BC), em reunião privada no Palácio do Planalto. Ele assume o lugar de Ilan Goldfajn, que estava no comando da instituição desde junho de 2016. A transmissão do cargo ocorre depois do Carnaval, em data ainda a ser definida, quando o novo presidente deve discursar em solenidade com a presença de convidados.

Campos Neto, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, foi um dos formuladores da política econômica do governo e integrou a equipe brasileira que foi ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, em janeiro deste ano. Na última terça-feira (26), o economista passou por sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, pela manhã, e teve o nome aprovado no colegiado. À noite também foi aprovado pelo plenário da Casa.

Durante a sabatina, Campos Neto defendeu a autonomia do Banco Central e afirmou que terá como foco estabilizar o poder de compra da população e assegurar um sistema financeiro sólido e eficiente.

Perfil

Nascido em 1969, Roberto de Oliveira Campos Neto é bacharel e mestre em economia pela Universidade da Califórnia. O novo presidente do BC tem longa trajetória no sistema financeiro, iniciou a carreira no Banco Bozano Simonsen e trabalhou no Banco Santander por vários anos.

Ele é neto do economista, diplomata e escritor Roberto Campos (1917-2001), defensor do liberalismo econômico, que participou do governo Juscelino Kubitschek e foi ministro do Planejamento do governo Castello Branco.

Secretaria desmente boato sobre abono salarial

A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia alerta a população sobre a mensagem falsa que está circulando por aplicativos de mensagens.

Segundo a mensagem fraudulenta, o suposto abono seria perdido com o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Nova Previdência. A Secretaria informa que a mensagem é falsa e que a mudança no abono salarial proposta na PEC só produzirá efeitos a partir de 2020, não tendo qualquer relação com a situação descrita.

A Secretaria Especial reitera que todos os serviços oferecidos pela Previdência Social e pelo Trabalho assim como eventuais valores a receber, quando realmente existentes, são comunicados oficialmente pelos órgãos públicos e disponibilizados de forma gratuita aos segurados. É o caso do pagamento do abono salarial, iniciado na última quinta-feira (21), conforme calendário oficial disponível aqui.

Dados pessoais – A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho reforça, ainda, que não solicita dados pessoais dos seus segurados por e-mail ou telefone e tampouco faz qualquer tipo de cobrança para prestar atendimento ou para realizar seus serviços. A recomendação aos segurados é de que não recorram a intermediários para entrar em contato com a Previdência e, em hipótese alguma, depositem qualquer quantia para ter direito a algum benefício.
A Secretaria também orienta os segurados a não fornecer seus dados pessoais a terceiros, já que essas informações podem ser utilizadas para fins ilícitos.

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