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Correios: funcionários fazem paralisação parcial em 9 estados

Paralisação parcial de funcionários dos Correios em agência durante mobilização em nove estados.
Funcionários dos Correios iniciaram paralisação parcial durante negociações do acordo coletivo de trabalho.

Funcionários dos Correios iniciaram uma paralisação parcial e localizada em pelo menos nove estados brasileiros. Segundo a estatal, o movimento começou na noite de quarta-feira (16) e acontece durante as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com sindicatos da categoria.

Apesar da mobilização, os Correios afirmam que a operação nacional segue funcionando normalmente, sem impactos estruturais nos serviços prestados à população.

Paralisação ocorre de forma localizada

De acordo com a empresa, a paralisação não ocorre de forma generalizada. Pelo contrário, o movimento afeta apenas unidades específicas em alguns estados. Até o momento, a estatal confirmou impacto nos seguintes locais:

  • Ceará

  • Mato Grosso

  • Minas Gerais

  • Paraíba

  • Paraná

  • Rio de Janeiro

  • Rio Grande do Sul

  • Santa Catarina

  • São Paulo

Ainda assim, a empresa reforça que o funcionamento geral permanece preservado.

Maioria dos funcionários segue trabalhando

Segundo os Correios, cerca de 91% dos empregados continuam em atividade em todo o país. Além disso, dos 36 sindicatos que representam a categoria, 24 não aderiram ao movimento de paralisação.

Por esse motivo, a estatal informa que todas as agências permanecem abertas e que as entregas seguem sendo realizadas normalmente em âmbito nacional.

Plano de continuidade foi acionado

Diante da paralisação parcial, os Correios acionaram o Plano de Continuidade do Negócio (PCN). Esse protocolo orienta medidas operacionais para reduzir eventuais impactos e, ao mesmo tempo, assegurar os serviços considerados prioritários.

Com isso, a empresa busca manter a regularidade das operações, mesmo diante de mobilizações pontuais.

Negociações do acordo coletivo continuam

Enquanto isso, as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho seguem em andamento. O debate envolve temas como condições de trabalho, benefícios e sustentabilidade financeira da empresa.

Nesse contexto, os Correios afirmam que mantêm abertura ao diálogo com as representações sindicais, sob mediação do Tribunal Superior do Trabalho (TST). A estatal também reforça o compromisso com a preservação dos empregos e com a continuidade do serviço público.

Empresa descarta impacto sistêmico

Por fim, os Correios destacam que a paralisação não comprometeu o funcionamento do sistema postal como um todo. Segundo a empresa, os impactos permanecem restritos a unidades específicas e seguem sob monitoramento constante.

A estatal informa que continuará avaliando o cenário enquanto as negociações avançam.

Fonte: G1

CCJ do Senado aprova PL da Dosimetria e plenário vota nesta quarta

Plenário do Senado durante sessão que aprovou o PL da Dosimetria na Comissão de Constituição e Justiça
Plenário do Senado durante a sessão da CCJ que aprovou o PL da Dosimetria, agora em análise pelo plenário.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (17), o PL da Dosimetria, que altera regras de cálculo e progressão de penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito. Com isso, o texto pode seguir ainda hoje para votação no plenário.

A CCJ aprovou o projeto por 17 votos a 7. Logo após a decisão, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), incluiu a proposta na pauta do dia, acelerando a tramitação.

O que muda com o PL da Dosimetria

O projeto redefine critérios usados na aplicação das penas e cria regras específicas para condenações ligadas aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Entre os principais pontos, o texto prevê:

  • redução de até dois terços da pena para réus classificados como vândalos comuns;

  • progressão mais rápida de regime, permitindo saída do fechado após 16% do cumprimento da pena;

  • prevalência da pena mais grave, em vez da soma, quando houver condenação simultânea por tentativa de golpe e tentativa de abolição do Estado;

  • possibilidade de abatimento de pena por estudo e trabalho, inclusive durante prisão domiciliar.

Além disso, o texto impede benefícios a líderes ou financiadores dos atos.

Mudança do relator evitou retorno do projeto à Câmara

O relator da proposta, senador Esperidião Amin (PP-SC), alterou o texto para restringir os efeitos apenas aos crimes contra o Estado Democrático de Direito. Com isso, ele evitou que o projeto precisasse voltar à Câmara dos Deputados.

A mudança respondeu às críticas de juristas e parlamentares. Segundo eles, a versão aprovada pelos deputados abria brechas para beneficiar condenados por crimes comuns, como organização criminosa e incêndio doloso.

Pressão política marcou a votação

Durante a sessão, senadores tentaram adiar a análise do projeto para 2026. No entanto, a CCJ rejeitou todos os requerimentos.

O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmou que o Congresso discute o tema para corrigir distorções nas penas, sem conceder anistia. Segundo ele, parte das punições aplicadas foi excessiva.

Por outro lado, líderes do governo negaram qualquer acordo político. O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) afirmou que não houve troca de apoio. Já Jaques Wagner (PT-BA) confirmou apenas um acordo de procedimento para viabilizar a votação.

Próximos passos no Senado

Se o plenário aprovar o texto sem novas mudanças, o PL da Dosimetria seguirá diretamente para sanção ou veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Assim, o Senado pode encerrar 2025 com uma nova regra para penas ligadas aos ataques às instituições democráticas, em um dos debates mais sensíveis do ano no Congresso Nacional.

Fonte: G1

O que aconteceria se a Terra parasse de girar

Planeta Terra visto do espaço em cenário que ilustra o que aconteceria se a Terra parasse de girar
Ilustração mostra cenário hipotético em que a Terra interrompe sua rotação e enfrenta consequências extremas.

Imagine estar em um carro em alta velocidade e, de repente, o motorista pisa no freio com força total. Agora, amplie essa sensação para a escala de um planeta inteiro. É assim que cientistas descrevem, de forma simplificada, o que aconteceria se a Terra parasse de girar de forma abrupta.

Embora esse cenário seja fisicamente improvável, ele ajuda a entender o quanto a rotação do planeta é essencial para a estabilidade do clima, dos oceanos e da própria vida.

Um freio brusco com efeitos imediatos

A Terra gira a cerca de 1.670 km/h na linha do Equador. Se essa rotação cessasse de repente, tudo o que não estivesse rigidamente preso à crosta continuaria se movendo nessa velocidade por causa da lei da inércia.

Na prática, isso significaria um arremesso global em direção ao leste. Prédios, florestas, oceanos e pessoas seriam arrastados violentamente, provocando destruição em escala planetária.

Além disso, a atmosfera continuaria em movimento, criando ventos supersônicos capazes de varrer continentes inteiros em poucas horas.

Tsunamis e oceanos em movimento

Os oceanos também seguiriam a mesma lógica. A água, que hoje acompanha a rotação do planeta, continuaria avançando sobre a superfície, formando tsunamis globais com ondas gigantescas.

Segundo especialistas em física planetária, esses deslocamentos seriam suficientes para redesenhar completamente os continentes, eliminando cidades costeiras e alterando irreversivelmente a geografia do planeta.

A água migraria para os polos

Atualmente, a rotação da Terra gera uma leve força centrífuga que faz o planeta ser mais largo na região do Equador. Essa força ajuda a manter grande parte da água dos oceanos distribuída de forma relativamente uniforme.

Sem a rotação, essa força desapareceria. A gravidade passaria a agir sozinha, puxando a água em direção aos polos. O resultado seria dramático:

  • Regiões equatoriais se tornariam áreas secas, formando um supercontinente árido

  • Polos ficariam submersos, cobrindo vastas áreas da Europa, Canadá e Rússia sob quilômetros de água

O mapa-múndi deixaria de ser reconhecível.

Um dia que duraria um ano inteiro

Mesmo que a Terra continuasse orbitando o Sol, mas sem girar em torno do próprio eixo, o conceito de dia e noite mudaria radicalmente.

Nesse cenário, um “dia” completo duraria um ano inteiro:

  • Seis meses de luz solar contínua, com calor extremo

  • Seis meses de escuridão total, com frio intenso e congelante

Esse ciclo destruiria os padrões climáticos conhecidos e inviabilizaria a maioria das formas de vida, que dependem do ritmo de 24 horas para sobreviver.

O campo magnético entraria em colapso

Outro efeito crítico seria a possível perda do campo magnético da Terra, gerado em parte pelo movimento do núcleo do planeta.

Sem essa proteção natural, a superfície ficaria exposta à radiação solar e cósmica, aumentando drasticamente os riscos para qualquer forma de vida remanescente.

Um cenário extremo, mas cientificamente impossível

Apesar de todos esses efeitos catastróficos, os cientistas explicam que a Terra não pode simplesmente parar de girar de repente. Isso violaria a lei da conservação do momento angular, um princípio fundamental da física.

O que a ciência observa, na realidade, é uma desaceleração extremamente lenta, causada principalmente pela interação gravitacional com a Lua. Esse processo ocorre ao longo de bilhões de anos e não representa qualquer risco imediato.

Por que esse exercício é importante

Estudar cenários extremos como esse ajuda os cientistas a compreender melhor:

  • O papel da rotação na estabilidade climática

  • A dinâmica dos oceanos e da atmosfera

  • Os limites físicos que mantêm a Terra habitável

Mais do que um exercício de imaginação, a hipótese reforça um ponto central da ciência: a vida na Terra depende de um equilíbrio delicado, mantido por forças invisíveis, mas fundamentais.

Fonte: Olhar Digital

Gripe K 2026: médicos explicam o que esperar dos sintomas e quando se preocupar

Pessoa usando máscara em ambiente clínico durante alerta sobre gripe K em 2026
Especialistas explicam sintomas da gripe K e orientam quando procurar atendimento médico em 2026.

A circulação de um subtipo do vírus influenza A (H3N2), associado ao chamado subclado K, passou a chamar a atenção de autoridades de saúde em vários países. Por isso, o tema ganhou repercussão e passou a ser conhecido popularmente como “gripe K”. O alerta sobre a Gripe K 2026 surgiu após comunicados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que observaram uma circulação mais prolongada do vírus em determinadas regiões.

No entanto, especialistas são claros ao afirmar que não se trata de uma nova gripe, tampouco de um vírus mais agressivo. Na prática, o que mudou foi o padrão de circulação do influenza em alguns países.

O que é a chamada “gripe K”

Antes de tudo, é importante esclarecer que o termo “gripe K” não é científico. Na verdade, ele se refere a um subclado, ou seja, uma subdivisão genética do vírus influenza A (H3N2), formada por pequenas mutações ao longo do tempo. Essas alterações, por sua vez, não criam um novo vírus, embora possam influenciar a forma como ele se espalha.

Segundo a OMS, o subclado K esteve associado a temporadas de gripe mais longas na Austrália e na Nova Zelândia. Por isso, como esses países costumam antecipar tendências globais, os dados acenderam um sinal de atenção para outros sistemas de saúde.

Os sintomas mudaram?

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), os sintomas permanecem os mesmos da gripe sazonal. Até o momento, não há registros de manifestações diferentes ou mais graves relacionadas a esse subtipo.

Entre os principais sintomas estão:

  • Febre

  • Mal-estar

  • Dor no corpo

  • Dor de cabeça

  • Tosse

  • Dor de garganta

  • Cansaço

Segundo o pediatra e infectologista Renato Kfouri, vice-presidente da SBIm, “o quadro clínico é o de uma síndrome gripal típica”. Ou seja, não há sinais de que o subclado provoque sintomas inéditos.

Por que algumas pessoas relatam sintomas mais intensos?

Embora alguns pacientes relatem quadros mais fortes, isso não significa, necessariamente, que o vírus seja mais agressivo. Na maioria dos casos, a intensidade dos sintomas varia conforme características individuais.

Fatores como idade, presença de doenças crônicas, estado imunológico e vacinação influenciam diretamente a resposta do organismo. Assim, enquanto algumas pessoas apresentam sintomas leves, outras podem evoluir com maior desconforto, independentemente do subtipo do vírus.

Quem corre mais risco de complicações

Assim como ocorre em outras temporadas de gripe, os casos mais graves tendem a se concentrar em grupos mais vulneráveis. Entre eles estão:

  • Idosos

  • Crianças pequenas

  • Gestantes

  • Pessoas com doenças crônicas

  • Indivíduos imunocomprometidos

Segundo especialistas, cerca de 75% das mortes por influenza acontecem nesses grupos. Por esse motivo, a vacinação continua sendo uma das principais ferramentas de prevenção.

Quando procurar atendimento médico

Em geral, a maioria das pessoas se recupera da gripe sem complicações. Ainda assim, alguns sinais exigem atenção, sobretudo entre os grupos de risco.

É recomendável procurar atendimento médico diante de:

  • Febre alta e persistente

  • Falta de ar

  • Cansaço intenso ou prostração

  • Piora progressiva do quadro clínico

Nessas situações, quanto mais cedo houver avaliação médica, maiores são as chances de evitar complicações.

Diagnóstico precoce faz diferença

Além disso, especialistas destacam que o diagnóstico precoce pode mudar o curso da doença. Atualmente, existe tratamento antiviral, como o oseltamivir, que reduz o risco de agravamento quando iniciado nas primeiras 48 a 72 horas após o início dos sintomas.

Segundo Kfouri, os testes rápidos permitem identificar se o quadro é de influenza. Dessa forma, quando o tratamento começa cedo, o risco de complicações diminui, especialmente entre os mais vulneráveis.

Por que o subtipo K chamou a atenção das autoridades

Estudos recentes indicam que o subclado K esteve associado a temporadas de gripe mais longas do que o habitual. Isso ocorre porque o vírus apresenta maior capacidade de transmissão, o que pode prolongar o período de circulação.

Apesar disso, até o momento, não houve aumento de hospitalizações nem de mortes ligado a esse subtipo. Além disso, os vírus continuam sensíveis aos antivirais disponíveis. Mesmo que a eficácia da vacina possa variar, a imunização segue sendo recomendada, principalmente para reduzir casos graves.

Vigilância e vacinação continuam sendo prioridade

Por fim, autoridades de saúde reforçam que o cenário exige acompanhamento constante, porém sem alarmismo. A orientação é manter a vigilância epidemiológica e ampliar a cobertura vacinal.

“A gripe continua sendo uma doença potencialmente grave para alguns grupos. Portanto, é isso que deve guiar a resposta neste momento”, resume Juarez Cunha.

Fonte: G1

Anvisa encontra agrotóxicos irregulares em 20% dos alimentos analisados

Frutas e hortaliças analisadas pela Anvisa com resíduos irregulares de agrotóxicos
Análise da Anvisa identificou resíduos irregulares de agrotóxicos em alimentos consumidos no Brasil

Resíduos irregulares de agrotóxicos aparecem em 20,6% dos alimentos analisados no Brasil, de acordo com levantamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A divulgação ocorreu nesta terça-feira (17) e integra o ciclo 2024 do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA). Anvisa encontra agrotóxicos irregulares em 20% dos alimentos, o que destaca a importância do monitoramento contínuo.

Apesar de a maioria das amostras cumprir os limites legais, o estudo acende um alerta relevante. Em especial, 12 amostras apresentaram potencial risco agudo ao consumidor. Nessas situações, o consumo em grande quantidade, ainda que em curto período, pode gerar efeitos adversos à saúde.

Fiscalização ampliada em todo o país

Durante todo o ano de 2024, técnicos da Anvisa avaliaram 3.084 amostras de 14 alimentos amplamente consumidos pela população brasileira. Para garantir abrangência nacional, as equipes realizaram coletas semanais em 88 municípios, passando por supermercados, feiras livres e sacolões.

Ao final do monitoramento, 636 amostras receberam classificação insatisfatória. Em grande parte das ocorrências, os problemas envolveram falhas no uso de defensivos agrícolas. Em determinados casos, produtores utilizaram substâncias não autorizadas. Já em outras situações, as concentrações superaram os limites permitidos pela legislação.

Entre as irregularidades identificadas, destacam-se:

  • resíduos não autorizados para a cultura analisada, em 12,2% das amostras;

  • níveis acima do Limite Máximo de Resíduos (LMR), em 5,6%;

  • presença de agrotóxicos proibidos no Brasil, em 0,1%.

Alimentos com maior concentração de risco

Quando a análise se restringe às amostras com risco agudo, três alimentos concentram os registros mais preocupantes. Nesse recorte específico, surgem uva, laranja e abobrinha, todos presentes com frequência na alimentação diária dos brasileiros.

De forma mais detalhada, o risco apareceu em seis amostras de uva, cinco de laranja e uma de abobrinha. Além disso, os técnicos identificaram ingredientes ativos como abamectina, bifentrina, carbofurano, etefom, formetanato e imazalil. Quando acima do permitido, essas substâncias podem provocar efeitos adversos ao organismo humano.

Indicadores mostram redução do risco imediato

Mesmo diante das irregularidades, os dados apontam uma tendência consistente de queda no risco agudo ao longo dos anos. Entre 2013 e 2015, esse índice alcançava 1,11%. Em 2024, entretanto, caiu para 0,39%, ainda que o monitoramento tenha sido ampliado.

Segundo avaliação da própria Anvisa, esse avanço resulta do fortalecimento das ações de fiscalização. Além disso, o acompanhamento contínuo permite corrigir falhas na cadeia produtiva. Ainda assim, o órgão ressalta que a vigilância precisa permanecer constante.

Cuidados essenciais para o consumidor

Diante dos resultados, a Anvisa esclarece que os alimentos analisados não devem ser considerados inseguros de forma generalizada. Ainda assim, o órgão orienta atenção diária à higienização e à escolha dos produtos.

Entre as principais recomendações estão lavar frutas e hortaliças em água corrente, utilizar bucha ou escovinha exclusiva para limpeza, priorizar alimentos da estação, optar por produtos com origem identificada e rastreável e higienizar com solução à base de hipoclorito para reduzir riscos microbiológicos. Por outro lado, a agência ressalta que esse procedimento não elimina resíduos químicos, embora ajude a reduzir outros riscos à saúde.

Próximas etapas do programa

Além do monitoramento contínuo, o PARA já contribuiu para a retirada de mais de 100 produtos do mercado. Paralelamente, o programa apoiou a reavaliação de 17 agrotóxicos, o que resultou no banimento de dez substâncias e na aplicação de restrições a outras seis.

Para 2025, está previsto um novo ciclo do programa, com ampliação do número de amostras e foco em alimentos de grande consumo. Dessa forma, a Anvisa busca reforçar a segurança do que chega diariamente à mesa do consumidor brasileiro.

Fonte: Olhar Digital

Ponto facultativo é decretado a partir do meio-dia desta quarta-feira em Porto Velho

Ponto facultativo em Porto Velho a partir do meio-dia desta quarta-feira
Prefeitura de Porto Velho decreta ponto facultativo a partir das 12h desta quarta-feira

A Prefeitura de Porto Velho decretou ponto facultativo para os servidores municipais a partir das 12h desta quarta-feira (17). A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município e altera o expediente da administração pública ao longo da tarde.

A medida ocorre em razão da final do Mundial de Clubes, marcada para as 13h no horário de Rondônia. Com isso, os servidores municipais poderão acompanhar a partida entre Flamengo e Paris Saint-Germain (PSG).

Além disso, a prefeitura seguiu o mesmo entendimento adotado por outras capitais brasileiras. Em situações semelhantes, municípios optam por flexibilizar o funcionamento dos órgãos públicos diante de eventos esportivos de grande repercussão.

Na Região Norte, o confronto gera grande expectativa. Segundo levantamento do IPEC (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), cerca de 20% da população nortista declara torcer pelo Flamengo. Por isso, o impacto do jogo ultrapassa o campo esportivo.

Enquanto isso, bares, lanchonetes e restaurantes de Porto Velho já se organizam para a transmissão da final. A expectativa é de aumento no movimento, principalmente nas áreas centrais da capital.

Apesar do ponto facultativo, a prefeitura garantiu o funcionamento dos serviços essenciais. Áreas como saúde, segurança e atendimento de urgência seguirão operando normalmente, sem prejuízo à população.

Por fim, o decreto busca equilibrar o funcionamento da administração pública com eventos de grande alcance popular. Dessa forma, o município mantém os serviços básicos e, ao mesmo tempo, reconhece o impacto social do evento esportivo.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

MPF cobra de Rondônia o tombamento do Real Forte Príncipe da Beira

Real Forte Príncipe da Beira em Costa Marques, patrimônio histórico alvo de ação do MPF por tombamento definitivo
MPF pede que Rondônia conclua o tombamento definitivo do Real Forte Príncipe da Beira, em Costa Marques

O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com ação civil pública para obrigar o estado de Rondônia a concluir o tombamento definitivo do Real Forte Príncipe da Beira, em Costa Marques. Por meio da ação, conhecida como “Ação do MPF pede tombamento do Real Forte Príncipe da Beira”, o órgão cobra o início do processo em até 30 dias e a conclusão no prazo máximo de 365 dias. O MPF cobra que se conclua rapidamente o processo de tombamento para evitar danos futuros.

Além disso, o MPF exige que o governo estadual libere, em até 60 dias, os recursos necessários para a restauração do imóvel. O Exército Brasileiro elaborou o projeto, sob supervisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Essa ação do MPF pede o tombamento do Real Forte Príncipe da Beira e ações de preservação. O MPF cobra tombamento do Forte Príncipe da Beira para garantir sua preservação histórica.

MPF aponta omissão do estado no processo de tombamento

Segundo a ação, o tombamento previsto na Constituição de Rondônia tem apenas caráter provisório. Para torná-lo definitivo, o estado precisa cumprir o procedimento administrativo previsto no Decreto-Lei nº 25/1937. A continuidade do processo é essencial, conforme a ação do MPF que pede o tombamento do Real Forte Príncipe da Beira.

Além disso, o MPF cita entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) na Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 5670, que reforça a obrigatoriedade do processo formal.

De acordo com o procurador da República Gabriel de Amorim Silva Ferreira, o estado permanece inerte. Por isso, o patrimônio histórico segue exposto à deterioração, especialmente nas áreas internas das ruínas, razão pela qual o MPF cobra o rápido tombamento do Forte Príncipe da Beira.

Forte reúne valor turístico e importância histórica

O MPF destaca que o Real Forte Príncipe da Beira possui valor histórico e econômico. Atualmente, o local recebe cerca de 500 visitantes por mês, o que o torna um importante atrativo turístico da região. Como ação do MPF pede o tombamento do Real Forte Príncipe da Beira, a preservação é crucial para manter esse atrativo. A preservação que o MPF cobra do Forte Príncipe da Beira é essencial para valorizar o turismo local.

Além disso, a edificação carrega forte simbolismo social. Ancestrais escravizados construíram o forte, e seus descendentes integram hoje a comunidade quilombola local.

Diante disso, os moradores manifestaram interesse em atuar como guias turísticos. Dessa forma, a preservação do imóvel pode fortalecer a identidade cultural e gerar renda para a comunidade.

Estado não participou de ação anterior

Em outro processo, o MPF já obteve sentença que obrigou a União a executar medidas de conservação do forte. O Iphan passou a acompanhar e fiscalizar essas ações.

No entanto, o estado de Rondônia não integrou aquela ação. Mesmo assim, segundo o MPF, o governo estadual possui responsabilidade solidária ou subsidiária sobre o imóvel histórico.

Por essa razão, a nova ação busca reconhecer formalmente esse dever.

Forte integra brasão de Rondônia

O MPF também chama atenção para um ponto simbólico. O Real Forte Príncipe da Beira integra o brasão oficial do estado de Rondônia.

Apesar disso, o procurador afirma que o governo estadual não adota medidas efetivas de preservação. Segundo ele, essa postura contrasta com a relevância histórica do monumento.

MPF pede indenização por danos morais coletivos

Além do tombamento definitivo, o MPF pede a condenação do estado ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, no valor mínimo de R$ 500 mil.

O órgão propõe que o valor seja revertido em projetos, obras ou políticas públicas voltadas à valorização do patrimônio histórico estadual. O cumprimento deve ocorrer em até dois anos após a sentença definitiva.

A ação tramita na Justiça Federal sob o número 1008283-69.2025.4.01.4101.

Fonte: MPF

Confúcio destaca Centro de Saúde e Clima como virada histórica em Rondônia

Inauguração do Centro de Saúde e Clima da Fiocruz em Porto Velho com autoridades e destaque para avanço científico em Rondônia
Autoridades participam da inauguração do Centro de Saúde e Clima da Fiocruz, marco para a ciência e a saúde pública em Rondônia

Após mais de 16 anos desde a concepção da ideia, Rondônia vive um marco histórico com a inauguração das novas instalações da Fiocruz Rondônia e o lançamento oficial do Centro de Saúde e Clima. Com isso, o estado dá um salto estratégico na pesquisa científica, na saúde pública e no enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas na Amazônia.

Durante a cerimônia, o senador Confúcio Moura (MDB-RO) destacou que a conquista resulta de persistência política, articulação institucional e visão de longo prazo.

“Essa luta vem de longe. A vida não anda em linha reta”, resumiu.

Ainda nos anos 1980, quando atuava como secretário estadual de Saúde, Confúcio buscou apoio de instituições como a Universidade de São Paulo (USP). Posteriormente, já como governador, ajudou a consolidar a presença da Fiocruz em Rondônia e fortaleceu o próprio Sistema Único de Saúde (SUS) no estado.

Confúcio Moura e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participam de visita institucional durante a inauguração do Centro de Saúde e Clima da Fiocruz Rondônia

Segundo ele, o novo centro vai além da produção científica. Além disso, a iniciativa posiciona Rondônia como referência nacional na formação de especialistas e na adaptação da saúde pública aos desafios climáticos.

Investimentos em ciência e proteção aos mais vulneráveis

Durante o evento, autoridades anunciaram que R$ 9,8 bilhões serão destinados a ações voltadas à adaptação do SUS às mudanças climáticas em todo o país. Nesse contexto, os impactos de secas prolongadas, enchentes e eventos extremos atingem principalmente as populações mais vulneráveis, com efeitos diretos sobre a saúde.

Por isso, o Ministério da Saúde já reorganiza a formação de profissionais para enfrentar doenças emergentes e reemergentes, cada vez mais associadas às transformações ambientais.

Além disso, Confúcio relembrou a chegada do cientista Luiz Hildebrando Pereira a Rondônia, após anos de exílio na França. Segundo ele, esse momento marcou o início de uma nova fase para a pesquisa em doenças endêmicas, como a malária.

“Foi ali que formamos nossos primeiros cientistas. A educação e a pesquisa transformam qualquer realidade”, afirmou.

Padilha reforça ligação com a Amazônia

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou sua ligação pessoal com a Amazônia e reforçou o papel estratégico da região no debate global sobre saúde e clima.

“Alguma coisa aconteceu que me conectou definitivamente com a Amazônia brasileira”, contou, ao relembrar viagens por rios e comunidades isoladas.

Além disso, Padilha alertou que mais de 60% da população mundial já enfrenta impactos diretos de eventos climáticos extremos, com reflexos imediatos na saúde pública. Ele também recordou o período em que o Brasil registrava cerca de 1 milhão de casos de malária, nos anos 1990.

“Foi essa Amazônia que conquistou a Fiocruz. Hoje, temos um presidente que mais investe em ciência e saúde na região”, afirmou.

Arquitetura simbólica e esforço coletivo

Público e autoridades acompanham a cerimônia de inauguração do Centro de Saúde e Clima da Fiocruz Rondônia, em Porto Velho

Localizada no km 3,5 da BR-364, no bairro Cidade Jardim, em Porto Velho, a nova sede da Fiocruz Rondônia carrega forte simbolismo histórico. O projeto arquitetônico foi doado por Oscar Niemeyer, ainda na década de 1970.

No entanto, a obra enfrentou duas paralisações ao longo dos anos. Mesmo assim, o projeto foi retomado e concluído, consolidando um sonho construído por pesquisadores, gestores e profissionais da saúde ao longo de décadas.

Durante a solenidade, o presidente da Fiocruz, Mário Moreira, destacou a articulação institucional e o alcance do novo centro.

“Esse espaço fortalece uma articulação poderosa, em escala nacional e global”, afirmou.

Representando a Universidade Federal de Rondônia (UNIR), a professora Marília Pimentel reforçou a parceria entre as instituições.

“Somos instituições irmãs, comprometidas com o ensino, a pesquisa e a extensão”, disse.

Um marco para Rondônia e para o Brasil

Com a inauguração do Centro de Saúde e Clima, Rondônia consolida uma visão de futuro baseada na integração entre ciência, saúde pública e Amazônia. Dessa forma, o estado passa a ocupar posição estratégica no debate nacional e internacional sobre os impactos do clima na saúde.

Ao reunir infraestrutura moderna, pesquisadores qualificados e foco em desafios globais, o centro fortalece o protagonismo brasileiro e, ao mesmo tempo, responde às necessidades reais da população amazônica.

Fonte: Assessoria

Mega-Sena 2952 acumula e pode pagar R$ 58 milhões na quinta-feira

Prêmio da Mega-Sena 2952 acumulado em R$ 58 milhões
Prêmio da Mega-Sena acumula após sorteio sem ganhadores

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas do concurso Mega-Sena 2952, sorteado na noite de terça-feira (16) pela Caixa Econômica Federal. Mega-Sena 2952 acumula e pode pagar R$ 58 milhões no próximo sorteio. Com isso, o prêmio da Mega-Sena acumula e pode chegar a R$ 58 milhões no próximo sorteio, marcado para quinta-feira (18).

Dessa forma, o valor estimado volta a chamar a atenção de apostadores em todo o país. Além disso, a proximidade do sorteio aumenta a expectativa de quem tenta a sorte na principal loteria brasileira.

Números sorteados no último concurso

As dezenas sorteadas no concurso Mega-Sena 2952 foram: 01 – 20 – 45 – 48 – 51 – 58. No entanto, ninguém conseguiu acertar todos os números e levar o prêmio principal.

Ainda assim, houve ganhadores nas faixas secundárias. Segundo a Caixa Econômica Federal, 16 apostas acertaram a quina e cada uma vai receber R$ 131.659,90. Já a quadra teve 2.041 apostas vencedoras, com prêmio individual de R$ 1.701,29.

Próximo sorteio da Mega-Sena

O próximo sorteio da Mega-Sena acontece na quinta-feira (18). Até lá, os interessados podem registrar suas apostas até as 19h, em qualquer casa lotérica credenciada ou, alternativamente, pelo site e aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6. Porém, quem deseja aumentar as chances pode marcar mais dezenas. Nesse caso, o valor do jogo sobe, enquanto a probabilidade de acerto melhora.

Bolão é alternativa para dividir custos

Outra opção disponível é o bolão da Mega-Sena, que permite dividir o valor da aposta entre várias pessoas. Nesse modelo, o valor mínimo do bolão é de R$ 15, com cotas a partir de R$ 6.

Além disso, as próprias lotéricas podem organizar bolões. Entretanto, o apostador deve ficar atento, pois pode haver cobrança de uma taxa de serviço adicional, limitada a até 35% do valor da cota, conforme as regras da Caixa.

O destino dos prêmios não resgatados

Os prêmios da Mega-Sena têm prazo de 90 dias para resgate após a data do sorteio. Caso isso não ocorra, os valores são repassados ao Tesouro Nacional.

Por fim, o montante é direcionado ao Fies, programa de financiamento estudantil do governo federal. Enquanto isso, sempre que não há ganhador da sena, o prêmio da Mega-Sena acumula automaticamente para o concurso seguinte, elevando ainda mais o valor em disputa.

Fonte: CNN Brasil

Prefeitura avança na saúde com assinatura da compra do Hospital Universitário Municipal

Compra do Hospital Universitário Municipal amplia a saúde pública em Porto Velho
Autoridades assinam contrato de compra do Hospital Universitário Municipal durante solenidade em Porto Velho.

A Prefeitura de Porto Velho deu um passo histórico na área da saúde ao realizar a assinatura simbólica do contrato de aquisição do Hospital Universitário Municipal. A solenidade ocorreu no auditório do Teatro Banzeiros e reuniu autoridades locais, estaduais e federais.

Além disso, o evento contou com a presença de profissionais da saúde, representantes da comunidade acadêmica e lideranças políticas. O ato consolida a criação de uma estrutura hospitalar própria do município, voltada ao atendimento da população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Investimento amplia a rede municipal de saúde

Solenidade de assinatura simbólica do contrato de aquisição do Hospital Universitário Municipal aconteceu no auditório do Teatro Banzeiros

Com a aquisição, o município incorpora de forma definitiva uma unidade hospitalar à sua rede pública. O investimento total chega a R$ 39,3 milhões, valor que garante a constituição de patrimônio público e maior autonomia administrativa.

Além disso, a nova estrutura permitirá a ampliação dos serviços de média e alta complexidade. Dessa forma, Porto Velho reduz a dependência de pactuações externas e diminui a sobrecarga das unidades estaduais.

De acordo com o Léo Moraes, o investimento assegura a constituição de patrimônio público e maior autonomia administrativa

Segundo o prefeito Léo Moraes, a iniciativa marca uma mudança estrutural na saúde da capital. De acordo com ele, o município passa a oferecer atendimento mais qualificado e próximo da população.

Hospital terá perfil universitário e gestão compartilhada

O Hospital Universitário Municipal terá perfil universitário, unindo assistência, ensino e pesquisa. A gestão será compartilhada entre a Prefeitura de Porto Velho, a Universidade Federal de Rondônia (UNIR) e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

Com isso, a administração ganha eficiência e qualificação técnica. Ao mesmo tempo, a parceria fortalece a integração entre formação profissional e atendimento público.

Parceria fortalece formação de profissionais da saúde

Marília Pimentel disse que o hospital vai atender a população e contribuir para a formação dos profissionais da saúde

A reitora da UNIR, Marília Pimentel, destacou a importância do hospital para a universidade e para a população. Segundo ela, a unidade atenderá diretamente os moradores de Porto Velho e ampliará a formação prática dos estudantes da área da saúde.

Além disso, a gestão municipal prevê a doação futura do prédio à UNIR. Assim, a iniciativa consolida o vínculo entre ensino superior e serviço público de saúde.

Hospital deve iniciar funcionamento em 2026

A expectativa da Prefeitura é que o Hospital Universitário Municipal entre em funcionamento no segundo semestre de 2026. A unidade será 100% pública e atenderá exclusivamente pelo SUS.

Inicialmente, o hospital começará com atendimento progressivo. No entanto, a projeção é de expansão para até 200 leitos, com aumento gradual da complexidade dos serviços.

Além de atender Porto Velho, a unidade receberá pacientes de outros municípios de Rondônia. Dessa forma, a capital reforça seu papel regional na oferta de saúde pública.

Ministro da Saúde destaca marco histórico para a capital

De acordo com o Léo Moraes, o investimento assegura a constituição de patrimônio público e maior autonomia administrativa

O evento contou com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ele ressaltou que a criação do primeiro hospital municipal de Porto Velho representa um avanço importante para o SUS.

Segundo o ministro, o novo hospital fortalece a rede pública, amplia o acesso da população e contribui para a formação de profissionais qualificados na região Norte.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

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