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Neurologista alerta para sintomas leves que podem surgir antes do AVC

Cérebro em destaque com áreas avermelhadas e silhueta de pessoa com tontura, representando sinais leves que antecedem um AVC.
Arte ilustrativa mostra cérebro com áreas de alerta e pessoa com tontura, indicando sintomas discretos que podem surgir antes de um AVC.

O acidente vascular cerebral (AVC) continua entre as principais causas de morte e incapacidade no Brasil e no mundo. Em 2025, o país registrou uma morte a cada seis ou sete minutos. Diante desse cenário, especialistas reforçam que alguns sintomas leves podem surgir dias ou semanas antes do AVC, funcionando como um aviso importante. Portanto, reconhecer essas mudanças é essencial para evitar complicações graves.

Alterações discretas podem anteceder o AVC

O AVC ocorre quando o fluxo de sangue para uma área do cérebro é interrompido por entupimento de artéria ou por sangramento. Assim, mesmo sinais temporários podem indicar que a circulação cerebral começou a falhar. Embora muitas pessoas não percebam a gravidade dessas alterações, elas exigem atenção imediata.

Médico segura exame de ressonância cerebral com áreas avermelhadas indicando possíveis lesões relacionadas ao AVC.
Médico analisa ressonância com regiões do cérebro destacadas em vermelho, indicando alterações que podem anteceder um AVC.

Segundo neurologistas ouvidos pelo Metrópoles, alguns sinais aparecem de maneira súbita e desaparecem rapidamente. Ainda assim, eles representam risco e podem apontar para uma fase inicial da doença. Entre os principais sintomas estão:

  • dificuldade repentina para articular palavras;

  • fala embaralhada ou frases desconexas;

  • perda parcial da visão;

  • cegueira momentânea em um dos olhos;

  • visão dupla súbita;

  • desequilíbrio e falta de coordenação;

  • dormência, formigamento ou fraqueza em um lado do corpo.

O neurologista Thiago Taya, do Hospital Brasília Águas Claras, explica que esses sinais podem indicar um ataque isquêmico transitório (AIT). Embora o episódio seja breve, ele funciona como um alerta claro de que algo está errado. “Se o sintoma aparece e some rapidamente, existe a falsa sensação de que está tudo bem. No entanto, esse é exatamente o tipo de situação que pode anteceder um AVC nas semanas seguintes, especialmente quando há fatores cardiovasculares não controlados”, destaca.

Sintomas leves revelam risco aumentado

Taya afirma que o AIT aponta para um comprometimento da circulação cerebral. Por isso, sintomas como assimetria facial, perda de força e dificuldade para falar surgem com frequência. Além disso, muitos familiares percebem essas mudanças antes do próprio paciente, principalmente quando há boca torta ou dificuldade para movimentar o rosto.

Fatores que elevam a chance de AVC

Mulher com tontura segura a cabeça e o apoio da porta, com visão turva simulada, representando sintomas leves que podem anteceder um AVC.
Mulher apresenta tontura intensa e dificuldade de equilíbrio, sintomas que podem surgir minutos ou dias antes de um AVC.

De acordo com o neurologista Alexandre Bossoni, do Hospital Santa Paula, os fatores de risco que favorecem sintomas leves são os mesmos que aumentam a probabilidade de um AVC completo. Assim, entre as condições que merecem atenção estão:

  • idade avançada;

  • sedentarismo;

  • tabagismo;

  • hipertensão;

  • obesidade;

  • colesterol elevado;

  • diabetes sem tratamento.

Bossoni ressalta que pequenas obstruções em artérias finas podem gerar sintomas discretos, que duram pouco. Ainda assim, eles não diminuem a gravidade. “O mais importante é realmente cuidar da saúde para evitar esses fatores”, afirma.

Como agir ao perceber sintomas iniciais

Em qualquer suspeita de AIT ou AVC, a recomendação é procurar atendimento de emergência imediatamente. Isso porque avaliações rápidas ajudam a identificar obstruções e definir se há indicação de trombólise ou trombectomia, procedimentos que podem preservar funções importantes do cérebro.

Para facilitar o reconhecimento dos sinais, especialistas recomendam o método BE FAST, que orienta observar:

  • Balance (equilíbrio);

  • Eyes (visão);

  • Face (simetria facial);

  • Arm (força nos braços);

  • Speech (fala);

  • Time (tempo — agir rápido).

Como o tempo é determinante para reduzir sequelas, buscar ajuda assim que o primeiro sintoma surgir é indispensável.

Fonte: Metrópoles

Netflix compra Warner Bros. Discovery por US$ 72 bilhões

Arte de capa mostrando os logotipos da Netflix e da Warner Bros. Discovery lado a lado, com o título “Netflix compra Warner Bros. Discovery” em destaque.
A arte destaca os logotipos da Netflix e da Warner Bros. Discovery para ilustrar o acordo bilionário entre as duas empresas.

A Netflix anunciou, nesta sexta-feira (5), a compra dos estúdios de cinema, TV e da divisão de streaming da Warner Bros. Discovery por US$ 72 bilhões. O valor, equivalente a R$ 382 bilhões, marca um dos maiores negócios já registrados no setor. Além disso, a operação fortalece a plataforma em um momento em que a disputa pelo público cresce de forma acelerada.

Com a aquisição, a empresa assume alguns dos catálogos mais valiosos de Hollywood. Entre eles estão franquias como Harry Potter, Game of Thrones, The Big Bang Theory, The Sopranos, O Mágico de Oz e o Universo DC. Dessa forma, a Netflix passa a controlar propriedades que moldaram gerações e que ainda possuem enorme relevância cultural.

Segundo Ted Sarandos, co-CEO da companhia, a união representa um avanço significativo. “Juntos, podemos oferecer ao público mais daquilo que ele ama e, portanto, ajudar a definir o próximo século da narrativa”, afirmou. Já David Zaslav, presidente da Warner Bros. Discovery, destacou que o acordo une duas forças criativas em um cenário de transformação.

Transação pode ultrapassar US$ 82 bilhões

Embora o valor divulgado seja de US$ 72 bilhões — destinado diretamente aos acionistas — o negócio pode chegar a US$ 82,7 bilhões, pois inclui as dívidas da Warner Bros. Discovery. Assim, o custo final da operação se torna ainda maior.

A conclusão do processo depende de aprovação das autoridades reguladoras dos Estados Unidos. Enquanto isso, as empresas avançam na etapa preparatória da separação entre Warner Bros. e Discovery Global, prevista apenas para o terceiro trimestre de 2026. Portanto, o fechamento definitivo ainda levará alguns meses.

Mercado reage com atenção e preocupações

A movimentação da Netflix pode reduzir custos e ampliar a oferta de conteúdos integrados com a HBO Max. Além disso, a fusão diminui a dependência de estúdios externos e abre espaço para maior investimento em áreas como games, eventos ao vivo e serviços complementares.

No entanto, a proposta também enfrenta críticas. Um grupo de produtores enviou uma carta ao Congresso americano ressaltando que a Netflix teria poucos incentivos para apoiar a exibição de filmes nos cinemas. Por outro lado, a empresa indicou que pretende manter o lançamento de títulos da Warner no circuito tradicional — algo considerado incomum dentro de sua estratégia.

Analistas consultados pela Reuters afirmam que o negócio pode elevar a concentração de mercado. Por isso, o caso pode enfrentar resistência durante a etapa regulatória, especialmente por envolver gigantes com forte poder econômico e influência cultural.

Novo capítulo para Hollywood

Se o acordo for aprovado, a Netflix se tornará um dos maiores conglomerados de mídia já existentes. Afinal, além de sua força como plataforma global, a empresa passará a controlar um acervo histórico capaz de transformar a dinâmica de Hollywood. Consequentemente, concorrentes como Paramount, Comcast e outros players do streaming precisarão rever suas estratégias.

Assim, o setor aguarda os próximos desdobramentos de uma das transações mais impactantes da década.

Fonte: G1

OAB da Medicina: o que é a proposta que avançou no Senado

Capa jornalística sobre a proposta da OAB da medicina, com imagem de médico medindo pressão e título sobre o avanço do projeto no Senado.
Arte de capa destaca o debate sobre a criação da “OAB da medicina” e o avanço do projeto no Senado, com imagem de atendimento médico.

A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou o projeto que cria a chamada “OAB da medicina”. A iniciativa estabelece um exame nacional para autorizar o exercício da profissão. Como o texto não precisa passar pelo plenário, ele segue diretamente para a Câmara dos Deputados. Com isso, o debate sobre formação médica, fiscalização e qualidade deve ganhar força nos próximos meses.

O que muda com a criação do exame

O PL 2.294 determina que médicos recém-formados só obterão registro no CRM após aprovação em uma prova nacional. O Conselho Federal de Medicina (CFM) ficará responsável por coordenar e aplicar o exame. Além disso, os conselhos regionais atuarão como parceiros na logística e na supervisão.

O teste será oferecido duas vezes ao ano em todos os estados e no Distrito Federal. Dessa forma, o estudante poderá se inscrever logo após concluir a graduação. O objetivo central é assegurar competências teóricas, práticas e éticas, reforçando a qualidade mínima exigida para o início da carreira.

O projeto também cria uma avaliação obrigatória para alunos do 4º ano, sob coordenação do Ministério da Educação. Esse instrumento permitirá acompanhar o desempenho dos cursos e, portanto, ampliar a fiscalização sobre a formação médica no país.

Regras para formados no exterior

A proposta mantém a necessidade de exame para quem estudou fora do Brasil. No entanto, ela equipara a aprovação no Exame Nacional de Proficiência em Medicina às duas etapas do Revalida. Dessa maneira, o processo de revalidação pode se tornar mais direto, sem reduzir o nível de exigência para o exercício profissional.

Quem defende a proposta

O CFM lidera a defesa do projeto. A entidade afirma que o exame garantirá mais segurança para a população, já que filtrará profissionais sem preparo adequado. Além disso, conselheiros e médicos apontam que diversos cursos de medicina apresentam desempenho abaixo do esperado em avaliações oficiais. Com um exame nacional, eles enxergam a chance de corrigir falhas na formação e elevar o padrão mínimo.

Ex-examinadores da OAB e especialistas em educação também apoiam a iniciativa. Para eles, a experiência do exame da Ordem demonstra que avaliações nacionais ajudam a proteger a sociedade e a organizar o mercado profissional.

Quem critica e por quê

Associações que representam faculdades particulares rejeitam a proposta. Segundo elas, o país já possui mecanismos de avaliação contínua e diretrizes curriculares definidas pelo MEC. Além disso, as instituições argumentam que o exame pode aumentar a evasão e desestimular estudantes. Outro ponto citado é o impacto nas regiões remotas, que enfrentam escassez crônica de médicos.

Mesmo assim, defensores do projeto afirmam que a qualidade dos cursos varia bastante e que a prova se torna necessária para equilibrar o padrão nacional.

O debate ainda deve crescer

Com o avanço no Senado, o tema entra agora na pauta da Câmara. A mudança ocorre em um momento de expansão acelerada de cursos de medicina, portanto, a pressão por avaliações mais rígidas deve aumentar. Enquanto isso, entidades do setor se organizam para influenciar a tramitação e pressionar por ajustes no texto.

Como o tema deve avançar

A criação da “OAB da medicina” representa uma das maiores mudanças recentes na formação médica brasileira. O exame nacional poderá alterar o início da carreira, afetar faculdades, transformar processos de revalidação e, acima de tudo, redefinir o padrão mínimo para quem ingressa no mercado. Agora, o futuro da proposta depende do debate político na Câmara dos Deputados.

Fonte: UOL

Adoção cresce, mas abandono ainda preocupa e mobiliza ações da Sema

Cães filhotes representam adoção e abandono em Porto Velho, destacando ações da Sema contra maus-tratos.
Montagem mostra filhotes em situação de resgate e alerta sobre abandono de animais, tema de ações da Sema em Porto Velho.

A história de Larysse Almeida, moradora de Porto Velho, mostra como a adoção pode transformar vidas. Ela já vive com três animais e, inclusive, um deles está com a família há dez anos, depois de ser resgatado de uma vala. Nesta semana, porém, Larysse decidiu adotar mais um filhote abandonado. “A adoção transforma nossas vidas. É carinho mesmo. Agora ele terá um novo começo”, afirmou. A adoção de animais em Porto Velho é uma atitude nobre que muitos estão abraçando.

Embora relatos como o dela revelem esperança, o cenário geral ainda exige atenção. O abandono de cães e gatos continua aumentando e, por isso, desperta preocupação entre autoridades e protetores. A adoção de animais em Porto Velho está sendo incentivada para combater este problema crescente.

Abandono aumenta e exige resposta mais firme

De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), o número de denúncias de abandono e maus-tratos permanece alto. A média diária varia entre 12 e 15 registros, o que significa mais de 300 denúncias por mês. Além disso, esse volume reforça a necessidade de ações constantes.

O abandono é crime previsto na Lei Federal 9.605/1998 e na Lei Complementar Municipal 825/2020. Por esse motivo, a Sema intensifica fiscalizações, amplia campanhas educativas e orienta a população sobre a importância das denúncias. A adoção de animais em Porto Velho é uma das soluções propostas para mitigar o problema.

“O alerta é para dizer que abandonar é crime. Recebemos muitas denúncias anônimas e vamos aos locais verificar os maus-tratos, encaminhando os casos às autoridades competentes”, explicou André Oliveira, coordenador de Proteção Animal da Sema.

Siapets facilita adoção e combate ao abandono

Para fortalecer a proteção animal, a Sema implementou uma série de medidas. Entre elas, o destaque é o Siapets, plataforma que reúne diferentes funcionalidades importantes:

  • animais disponíveis para adoção responsável;

  • canal direto para denúncias de maus-tratos;

  • busca de pets perdidos;

  • informações sobre castração, vacinação e microchipagem.

Graças à plataforma e às campanhas de conscientização, cada vez mais animais encontram um lar seguro. Assim, Porto Velho combina fiscalização e educação para promover responsabilidade e reduzir o abandono, destacando a importância da adoção de animais em Porto Velho.

Como a população pode ajudar

Além de adotar, a população pode colaborar de várias maneiras. Primeiramente, é possível denunciar qualquer situação de maus-tratos ou abandono. Além disso, apoiar campanhas de castração, vacinação e identificação contribui para a saúde dos animais. Por fim, manter cuidados responsáveis é essencial para garantir bem-estar e prevenir novos casos.

“Abandonar animais é crime, e dar um lar a cães e gatos é um ato de amor”, reforça o coordenador André Oliveira.

Com união entre poder público e comunidade, Porto Velho avança na proteção animal e fortalece uma cultura de respeito, responsabilidade e acolhimento. A adoção de animais em Porto Velho tem papel fundamental nesse avanço.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

É daqui a pouco Última Superlua de 2025 ilumina o céu nesta quinta

Superlua de 2025 iluminando o céu noturno acima de montanhas, com brilho intenso e título destacado à esquerda.
Arte destaca a última Superlua de 2025, que surge com brilho até 30% mais intenso nesta quinta-feira.

A última Superlua do ano toma o céu nesta noite

A última Superlua de 2025 transforma o céu desta quinta-feira (4) em um espetáculo marcante. O fenômeno encerra a sequência anual de Luas no perigeu e, por isso, atrai ainda mais atenção. Nesta noite, a Lua surge até 30% mais brilhante e 14% maior, o que cria uma experiência visual rara para observadores em todo o país. Assim, observadores poderão apreciar pela última vez em 2025 esse fenômeno celestial.

Por que a Superlua parece maior e mais brilhante

A diferença acontece porque a órbita lunar é elíptica. Assim, a Lua se aproxima e se afasta da Terra ao longo do mês. Quando essa aproximação — chamada de perigeu — ocorre quase ao mesmo tempo da fase cheia, o brilho aumenta e o tamanho aparente também cresce. Por causa disso, a Última Superlua de 2025 se destaca com facilidade no horizonte.

Segundo a plataforma InTheSky.org, o perigeu ocorreu por volta das 8h da manhã, enquanto a fase cheia começa depois das 20h. Essa combinação reforça o efeito visual que desperta tanto interesse, embora a variação nem sempre seja evidente para quem observa sem referência. Este é um fenômeno que compõe a Última Superlua de 2025.

O termo “Superlua” e sua popularização

O colunista Marcelo Zurita, presidente da Associação Paraibana de Astronomia, explica que a expressão “Superlua” não faz parte de uma definição científica rígida. Ainda assim, ele destaca que o termo se popularizou porque aproxima o público da astronomia. Além disso, ajuda a transformar um momento comum do calendário lunar em uma oportunidade de divulgação científica. Este é especialmente o caso da Última Superlua de 2025.

Lua Fria: tradições, culturas e simbologias

A Lua cheia de dezembro também recebe o nome de Lua Fria em tradições do Hemisfério Norte. Entre os povos Mohawk, o termo representa a queda brusca das temperaturas e o início de noites longas, associadas à introspecção. Embora sejam simbólicos, esses nomes reforçam o vínculo cultural criado ao longo da história com os fenômenos celestes.

No Hemisfério Sul, porém, dezembro marca o verão, motivo pelo qual algumas tradições adotam o nome Lua de Morango, o que mostra como diferentes culturas interpretam o mesmo evento de maneiras singulares.

As Superluas de 2025: um ciclo que chega ao fim

Ao longo de 2025, três Luas cheias foram classificadas como Superluas: outubro, novembro e dezembro. A Última Superlua de 2025 é a Lua desta quinta e encerra esse ciclo, o que torna a observação ainda mais especial para entusiastas da astronomia e para quem deseja apenas apreciar um belo espetáculo natural.

Como observar a Superlua desta noite

Quem quiser aproveitar o fenômeno deve buscar locais com horizonte aberto. No momento em que nasce, a Lua costuma apresentar tom alaranjado por causa da refração da luz atmosférica. Em seguida, à medida que sobe no céu, ela revela mais detalhes da superfície e ganha coloração mais clara.

O espetáculo pode ser visto a olho nu; entretanto, binóculos e telescópios ampliam a experiência e revelam texturas e crateras com mais precisão.

Fonte: Olhar Digital

Educação Profissional amplia ações de sustentabilidade com nova horta hidropônica

Educação Profissional amplia ações de sustentabilidade

A Educação Profissional de Rondônia avançou em práticas de sustentabilidade ao inaugurar uma nova horta hidropônica na sede do Idep, em Porto Velho. A estrutura, construída em outubro e entregue durante a Semana da Educação Profissional e Tecnológica, simboliza um esforço integrado para aproximar educação técnica, inovação e responsabilidade ambiental. Além disso, fortalece ações de economia circular que já vinham sendo desenvolvidas pela instituição.

Horta hidropônica reforça segurança alimentar

Semana da Educação Profissional e Tecnológica integra as comemorações dos nove anos do Idep

O projeto foi implantado em parceria com uma fabricante de refrigerantes e utiliza um sistema que dispensa o solo, o que permite cultivar hortaliças mesmo em espaços reduzidos. Assim, os estudantes vivenciam um método produtivo mais eficiente, enquanto ampliam o entendimento sobre sustentabilidade aplicada ao dia a dia.

Durante a inauguração, os participantes receberam hortaliças cultivadas na unidade, o que demonstrou a eficácia do modelo adotado. Com isso, a horta hidropônica se torna também um laboratório permanente, já que novas turmas aprenderão técnicas de cultivo e reutilização de materiais. Por fim, o espaço contribui para fortalecer hábitos relacionados à segurança alimentar.

Oficinas ampliam educação ambiental

Participantes do evento receberam hortaliças para comprovar o sucesso do projeto sustentável

A Semana da Educação Profissional e Tecnológica incluiu oficinas de compostagem, reaproveitamento de resíduos sólidos e receitas saudáveis, que aproximaram teoria e prática. Além disso, essas atividades formarão multiplicadores, pois os alunos poderão aplicar o conhecimento em suas comunidades.

A presidente do Idep, Adir Josefa de Oliveira, explicou que a iniciativa une formação técnica e responsabilidade social. Segundo ela, a horta estimula criatividade, promove novas experiências e incentiva o protagonismo dos estudantes. Dessa forma, o Idep reforça seu papel como centro de inovação educacional.

Governo reforça compromissos ambientais

O governador Marcos Rocha destacou que Rondônia segue investindo em projetos que conciliam preservação e desenvolvimento. Ele citou o Programa Rural Sustentável – Amazônia, conduzido pela Seagri e pela Sedam, que incentiva práticas agrícolas com menor impacto ambiental. Assim, a horta hidropônica se soma a outras iniciativas que fortalecem a agenda socioambiental do estado.

Além disso, o governo avalia que ações em ambientes educacionais geram impacto ampliado, já que os estudantes levam o conhecimento para diferentes espaços sociais. Portanto, projetos como esse representam uma estratégia de longo prazo para transformar práticas produtivas.

Jovens empreendedores ganham espaço

A programação da semana também abriu espaço para o empreendedorismo. Ex-alunos participaram da Feira do Empreendedor, que ocorreu paralelamente a palestras, workshops e rodas de conversa. Entre os destaques, a artesã Dória Lúcia Carvalho, de 32 anos, apresentou flores gigantes, tiaras, sandálias e peças feitas com materiais recicláveis.

Ela contou que o curso concluído em 2024 impulsionou sua renda e ampliou sua visão sobre reaproveitamento criativo. Por isso, considera o Idep um ambiente que transforma vidas e oferece oportunidades reais de inclusão produtiva.

Idep amplia impacto social e educacional

A celebração dos nove anos do Idep reforça a expansão de projetos que aproximam formação técnica, empreendedorismo e sustentabilidade. Com isso, a instituição pretende replicar o modelo da horta em outras unidades e fortalecer a rede de ensino profissional em Rondônia.

Desse modo, cada nova ação conecta o estudante ao mercado de trabalho e também à responsabilidade socioambiental, pilares que orientam a Educação Profissional no estado.

Fonte: Assessoria

Gilmar diz que lei do impeachment ‘caducou’ e que decisão não protege ministros

Gilmar Mendes sentado no plenário do STF enquanto discute atualização da lei do impeachment.
Ministro Gilmar Mendes defende que a lei do impeachment está defasada e que sua decisão não visa proteger ministros do STF.

Decisão reacende debate sobre impeachment de ministros

O ministro Gilmar Mendes afirmou que a lei do impeachment caducou e que sua decisão sobre limitar pedidos contra integrantes do Supremo Tribunal Federal não tem o objetivo de blindar magistrados. A medida determina que apenas a Procuradoria-Geral da República pode apresentar denúncias contra ministros do STF, mudança que reacendeu tensões entre Legislativo e Judiciário.

A declaração ocorreu durante um fórum sobre segurança jurídica realizado em Brasília, um dia após o anúncio da decisão individual.

Limitação amplia pressão sobre Congresso

Gilmar explicou que a lei atual, de 1950, já não acompanha o marco constitucional de 1988. Para ele, a regra não pode permanecer baseada em uma estrutura política ultrapassada. O ministro disse que a Constituição exige interpretação coerente e que o modelo vigente permite afastamento de ministros com maioria simples, enquanto o impeachment presidencial requer quórum qualificado de dois terços.

Segundo o magistrado, esse descompasso torna o mecanismo sujeito a politização excessiva, especialmente em períodos de intensa polarização. Ele afirmou que a atualização legislativa é necessária e que o Congresso deve discutir uma nova redação ainda nesta legislatura.

Reação no Senado amplia tensão institucional

A decisão provocou críticas no Senado, principalmente porque a Casa é responsável por processar e julgar pedidos de impeachment de ministros do Supremo. Para parlamentares, a medida restringe a atuação política no contexto de embates entre Poderes.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e outros membros da Casa argumentaram que a restrição poderia diminuir a participação cidadã no controle de atos da Corte. Mesmo assim, o STF já confirmou que o plenário virtual analisará a questão entre 12 e 19 de dezembro.

Flávio Dino destaca volume recorde de pedidos

Também presente no evento, o ministro Flávio Dino afirmou que o Senado acumula atualmente 81 pedidos de impeachment contra magistrados do STF — número que ele classificou como inédito em qualquer democracia. Dino avaliou que a decisão de Gilmar Mendes poderá estimular o Congresso a revisar a lei, modernizando critérios e procedimentos.

Segundo Dino, o debate pode reduzir o uso político do instrumento e reforçar a segurança institucional. Ele defendeu que a revisão normativa deve considerar a Constituição de 1988 e a estabilidade democrática.

Discussão seguirá no STF e no Congresso

A análise do plenário poderá confirmar ou modificar o alcance da decisão de Gilmar. Enquanto isso, parlamentares discutem possíveis propostas para reformar a legislação vigente. O tema divide interpretações e desafia a relação entre os Poderes em um momento de forte pressão política.

Fonte: G1

Carreta da Saúde inicia atendimentos em Ariquemes com foco oftalmológico

Carreta da Saúde chega a Ariquemes para ampliar o atendimento oftalmológico no Vale do Jamari.
Carreta do programa Agora Tem Especialistas chega a Ariquemes e reforça cirurgias, exames e consultas para pacientes do SUS no Vale do Jamari.

Chegada da unidade ao município

A Carreta do programa Agora Tem Especialistas chega a Ariquemes no dia 12. A vinda da unidade deve mudar a rotina de atendimento oftalmológico em todo o Vale do Jamari. A confirmação ocorreu durante uma conversa entre o diretor do Departamento de Estratégias da Atenção Especializada do Ministério da Saúde, Rodrigo Oliveira, e o senador Confúcio Moura (MDB-RO). A carreta da saúde em Ariquemes promete trazer grandes melhorias.

Durante o diálogo, Rodrigo explicou que o pedido sensibilizou o ministro Alexandre Padilha e, além disso, chamou a atenção do presidente Lula. Por isso, o Ministério autorizou a implantação imediata da unidade no município.

O que a Carreta oferece

A estrutura da Carreta foi planejada para atender exclusivamente pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Assim, a população terá acesso a consultas, exames especializados, biópsias e cirurgias de catarata. Esses procedimentos, muitas vezes, acumulam filas de espera que ultrapassam anos. A chegada da carreta da saúde em Ariquemes deve revolucionar o acesso a esses serviços.

O senador Confúcio Moura destacou que o programa surgiu exatamente para enfrentar essa realidade. Além disso, ele lembrou que a Carreta também vai atender demandas ginecológicas, com ações voltadas para a prevenção do câncer de mama. Dessa forma, os atendimentos ampliam o cuidado especializado no estado. A carreta da saúde em Ariquemes será crucial neste processo.

Expansão do programa no estado

O governo federal destinou três unidades para Rondônia. Porto Velho já utiliza a primeira. Ariquemes recebe a segunda agora. Por fim, Ji-Paraná contará com a terceira. Essa distribuição fortalece a rede de atendimentos e, consequentemente, reduz deslocamentos longos para quem busca cirurgias e exames.

Segundo Confúcio, a iniciativa mostra a presença ativa do governo no estado. Ele ressalta que a ação resolve demandas antigas da população e melhora o acesso aos serviços de saúde, sobretudo para quem depende exclusivamente do SUS.

Articulação institucional

A confirmação da chegada da Carreta ocorreu em uma reunião que também contou com a presença de Williames Pimentel, diretor de Operação da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS). Ele afirmou que o trabalho conjunto entre União e municípios fortalece o programa e, portanto, garante resultados mais rápidos para Rondônia.

Fonte: Assessoria

Governo envia mensagens sobre retirada de absorventes no país

Arte mostra celular com notificação do GOVBR sobre retirada de absorventes e ilustração de absorvente ao lado.
Arte destaca o envio de mensagens do GOVBR para orientar meninas e mulheres sobre como retirar absorventes gratuitos no Farmácia Popular.

O Governo do Brasil enviou, ao longo da última semana, mensagens personalizadas para 14 milhões de meninas e mulheres inscritas no CadÚnico. As notificações, disponibilizadas pela Caixa Postal GOV.BR e também pelo WhatsApp, orientam as beneficiárias sobre como emitir a autorização necessária para a retirada de absorventes gratuitos. Além disso, o governo reforça o alcance da política de dignidade menstrual, que opera desde 2024 por meio do Farmácia Popular.

Com essa ação integrada, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e o Ministério da Saúde ampliam o acesso a cuidados básicos e fortalecem políticas de enfrentamento à pobreza menstrual.

Como funciona a retirada dos absorventes

Nas mensagens, o governo detalha o processo de forma direta. Primeiro, a pessoa deve emitir a autorização na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima ou, alternativamente, no aplicativo Meu SUS Digital. Depois disso, basta procurar uma farmácia credenciada ao Farmácia Popular para retirar os pacotes de absorventes gratuitos. Assim, o procedimento torna-se simples e acessível para quem depende do programa.

Têm direito ao programa pessoas que:

  • Estão na faixa etária entre 10 e 49 anos;

  • Encontram-se inscritas no CadÚnico;

  • Possuem renda mensal de até R$ 218 por pessoa;

  • São estudantes de baixa renda;

  • Ou vivem em situação de rua.

Além disso, a ministra da Gestão, Esther Dweck, ressalta que a comunicação personalizada facilita o acesso a serviços essenciais:

“Receber mensagens personalizadas com informações práticas sobre saúde pode garantir o acesso de pessoas em vulnerabilidade a cuidados necessários para o dia a dia.”

Política pública fortalece a dignidade menstrual

O Programa de Promoção e Proteção da Saúde e da dignidade menstrual atua para promover equidade de gênero, justiça social e acesso a direitos fundamentais. Por isso, além da distribuição gratuita de absorventes, o governo investe em iniciativas de educação em saúde menstrual, que buscam reduzir estigmas históricos e combater a desinformação sobre o tema.

Além dessas medidas, a comunicação ativa com a população torna a política pública mais eficiente e amplia a capacidade de atendimento, sobretudo para pessoas em maior vulnerabilidade.

Caixa Postal GOV.BR já enviou mais de 60 milhões de mensagens

A Caixa Postal GOV.BR, lançada em 2025, centraliza a comunicação oficial entre governo e cidadãos. Desde então, mais de 60 milhões de mensagens personalizadas foram enviadas sobre diversos serviços públicos. Entre eles, destacam-se:

  • Enem

  • Passaportes

  • Concurso Público Nacional Unificado (CPNU)

  • GOV.BR

  • Meu SUS Digital

  • Carteira Digital de Trânsito

Além disso, a plataforma permite que cada pessoa avalie a utilidade das notificações recebidas. Até agora, mais de 230 mil avaliações foram registradas, com 95% de aprovação, o que demonstra alta aceitação e confiança no serviço.

GOV.BR amplia acesso a serviços públicos

A plataforma GOV.BR reúne 4.600 serviços digitais federais e outros 8.300 serviços estaduais e municipais. Assim, cidadãos conseguem acessar serviços de acordo com seus perfis, como trabalhadores, estudantes, turistas ou empreendedores. Além disso, o portal organiza informações por categorias, permitindo navegação mais rápida e intuitiva.

Muitos serviços exigem contas Prata ou Ouro, que podem ser validadas por reconhecimento facial, CNH digital, bancos parceiros ou certificado digital. Dessa forma, o GOV.BR consolida-se como a principal porta de entrada para serviços públicos digitais no país.

Fonte: Governo Federal

As palavras que você não pode dizer na internet

Smartphone com ícones de redes sociais censurados e título “As palavras proibidas na internet” sobre fundo tecnológico.
Capa ilustrativa mostra ícones de redes sociais com tarjas de censura para representar o impacto dos algoritmos sobre o que pode ser dito online.

A linguagem que nasceu para escapar dos algoritmos

As redes sociais moldaram a forma como a informação circula no mundo digital. Ao mesmo tempo, elas criaram um ambiente em que milhões de usuários acreditam precisar evitar palavras, códigos e expressões para não sofrer restrições de alcance impostas por sistemas automatizados de recomendação. Esse comportamento, conhecido como algospeak, se espalhou com força nos últimos anos.

Plataformas como TikTok, Instagram, YouTube e outras afirmam que não há listas secretas de termos proibidos. No entanto, relatos de criadores de conteúdo mostram um cenário mais complexo, no qual a ambiguidade das regras e a falta de transparência alimentam a sensação de censura invisível.

Quando criadores mudam sua linguagem para sobreviver nos feeds

Para muitos influenciadores, essa lógica virou rotina. O criador Alex Pearlman, que acumula milhões de seguidores, relata que evita até mencionar o YouTube em vídeos publicados no TikTok. Segundo ele, postagens que convidam usuários a visitar plataformas concorrentes costumam ter desempenho muito inferior. Embora o TikTok negue esse tipo de moderação, Pearlman afirma que análises internas de estatísticas deixam o padrão evidente.

O caso mais marcante envolveu vídeos sobre Jeffrey Epstein, figura central de um dos escândalos mais discutidos da última década. Em um único dia, conteúdos de Pearlman sobre o tema foram removidos sem explicação clara. Para continuar debatendo o assunto, ele passou a usar códigos — chamando Epstein de “Homem da Ilha”, por exemplo — estratégia também adotada por outros criadores.

Pesquisadores apontam que a falta de clareza reforça teorias e comportamentos de autocensura, ampliando a ideia de que os algoritmos punem certos termos e temas. Investigações independentes mostram que redes sociais já suprimiram conteúdos políticos ou sensíveis em diversos momentos. Vazamentos publicados entre 2019 e 2023 revelaram políticas internas do TikTok para reduzir a visibilidade de usuários considerados “não atraentes”, bem como transmissões classificadas como controversas.

O “festival de música” que denunciou o medo da censura

O fenômeno vai além de palavras isoladas. A cultura do algospeak agora influencia como usuários narram protestos, mobilizações e temas sociais. Em 2025, vídeos sobre manifestações nos Estados Unidos viralizaram ao usar o termo “festival de música” para driblar suposta censura. Não havia confirmação de que as plataformas estavam restringindo esse conteúdo, mas a prática se espalhou rapidamente.

Especialistas chamam essa reação de “imaginário algorítmico”: a crença, fundamentada ou não, de que determinadas ações são necessárias para evitar punições do sistema. Esse comportamento coletivo pode, inclusive, reforçar as próprias tendências algorítmicas.

O papel das plataformas e o peso das decisões invisíveis

Apesar das críticas, as plataformas sustentam que seu objetivo é equilibrar liberdade de expressão, segurança e boas práticas para anunciantes. Contudo, estudiosos apontam que decisões de moderação costumam ser guiadas por interesses comerciais, o que torna o ambiente ainda mais nebuloso para usuários.

Para Sarah T. Roberts, pesquisadora da Universidade da Califórnia (UCLA), entender esse processo exige observar não apenas o conteúdo removido, mas o modelo econômico que sustenta as redes sociais. “Toda decisão de algoritmo e moderação passa pelo lucro”, afirma. Ela alerta que, em um espaço dominado por grandes empresas, a sociedade precisa refletir sobre como deseja se expressar — e sob quais regras invisíveis está disposta a aceitar.

A reinvenção da linguagem no mundo digital

Enquanto isso, usuários continuam reinventando códigos, símbolos e metáforas para evitar que suas mensagens desapareçam na imensidão dos feeds. E, mesmo que as plataformas neguem qualquer censura automática baseada em palavras, o fato é que milhões de pessoas já adaptaram sua linguagem digital para sobreviver dentro do jogo dos algoritmos.

Fonte: BBC Brasil

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