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Influ Sangue Bom mobiliza influenciadores e incentiva doação de sangue

Campanha Influ Sangue Bom incentiva a doação de sangue em Rondônia
Influenciadores digitais participam da campanha Influ Sangue Bom para incentivar a doação de sangue.

Doar sangue é um gesto simples, porém fundamental para salvar vidas. Por isso, durante o mês de janeiro, o Governo de Rondônia lançou a campanha Influ Sangue Bom, que mobiliza influenciadores digitais para incentivar a doação voluntária de sangue e, ao mesmo tempo, ampliar a conscientização da população sobre a importância desse ato solidário.

A iniciativa tem como foco fortalecer os estoques da Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron). Isso porque, neste período de férias, o número de doadores costuma diminuir significativamente, enquanto a demanda por sangue permanece constante nos hospitais da rede pública.

Influência digital a favor da vida

Daiana Parente, doadora da tipagem O+, feliz em realizar este ato de amor

Para alcançar mais pessoas, a campanha aposta no poder das redes sociais. Dessa forma, influenciadores utilizam seus perfis para compartilhar informações, experiências pessoais e mensagens de incentivo à doação de sangue.

Além disso, a estratégia transforma engajamento digital em ação concreta, estimulando novos doadores a procurarem os hemocentros do estado. Nesse sentido, a comunicação direta e humanizada se torna uma ferramenta essencial para sensibilizar a população.

O governador Marcos Rocha destacou que a campanha une solidariedade e responsabilidade social. Segundo ele, ações como a Influ Sangue Bom fortalecem o sistema de saúde e ampliam o alcance das políticas públicas. Para o governador, doar sangue é um ato de cidadania e compromisso coletivo.

Doação de sangue é essencial para o sistema de saúde

Após a doação, o sangue passa por um processo de fracionamento

O sangue é indispensável para o funcionamento do sistema de saúde. Por exemplo, ele é utilizado em cirurgias, atendimentos de emergência, tratamentos oncológicos e no cuidado a pacientes com doenças hematológicas.

Após a coleta, o sangue passa por um processo de fracionamento. Assim, seus principais componentes são separados para atender diferentes necessidades clínicas, como glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma e crioprecipitado.

Cada componente tem uma função específica. Como resultado, uma única bolsa de sangue pode beneficiar até quatro pessoas, ampliando o impacto da doação de sangue para pacientes em diferentes situações.

Depoimentos reforçam a importância da campanha

Além da divulgação nas redes sociais, a campanha conta com relatos que fortalecem sua mensagem. A influenciadora Renata Becaria ressaltou que quem possui grande alcance digital também carrega responsabilidade social. Segundo ela, usar as redes para incentivar a doação de sangue é uma forma de levar informação e despertar empatia.

Da mesma forma, a influenciadora Nileve Eduarda compartilhou sua experiência pessoal. Inspirada pela mãe, que sempre foi doadora, ela decidiu doar sangue pela primeira vez aos 23 anos. Para ela, ajudar quem precisa é um gesto simples, mas transformador.

Doação regular garante estoques seguros

Além dos influenciadores, doadores voluntários também participam da mobilização. Daiana Parente, doadora do tipo O+, destacou que a doação de sangue é rápida, segura e essencial. Segundo ela, ninguém sabe quando um familiar ou até mesmo o próprio doador pode precisar.

Nesse contexto, profissionais da Fhemeron alertam que a necessidade de sangue é contínua. Ou seja, acidentes, cirurgias e tratamentos não podem esperar. Por isso, a doação regular é fundamental para manter os estoques em níveis seguros ao longo do ano.

Campanha segue em todo o estado

A campanha Influ Sangue Bom segue incentivando a população a procurar os hemocentros em Rondônia. Dessa maneira, pessoas saudáveis e aptas à doação de sangue podem contribuir diretamente para salvar vidas.

Por fim, a orientação é clara: doar sangue é um gesto simples, seguro e solidário, que faz a diferença para milhares de pacientes em todo o estado.

Fonte: Fhemeron

Ameixa seca ajuda a frear a perda de massa muscular após os 45 anos, revela estudo

Ameixa seca relacionada à perda de massa muscular após os 45 anos
Consumo de ameixa seca pode ajudar a reduzir a perda de massa muscular após os 45 anos, aponta estudo

A perda gradual de massa muscular é uma das mudanças mais comuns a partir dos 45 anos. Esse processo, embora natural, costuma preocupar médicos e pesquisadores. No entanto, um estudo recente aponta que a alimentação pode desempenhar um papel relevante para reduzir esse impacto. Entre os alimentos analisados, um se destacou por ser simples, acessível e amplamente consumido: a ameixa seca.

A informação foi divulgada pelo jornal argentino La Nación e tem como base pesquisas científicas que analisaram a relação entre o consumo regular da fruta e indicadores ligados à saúde muscular e saúde óssea em adultos. Em especial, os resultados chamaram atenção ao observar efeitos positivos em mulheres nessa faixa etária.

Mudanças no corpo após os 45 anos

Com o avanço da idade, o organismo passa por alterações hormonais e metabólicas que afetam diretamente a força física e a estrutura corporal. Entre essas mudanças estão a redução progressiva da massa muscular e a diminuição da densidade óssea. Como consequência, a mobilidade, o equilíbrio e a autonomia podem ser comprometidos ao longo do tempo.

Essas transformações não acontecem de forma abrupta. Ao contrário, elas se acumulam gradualmente com o passar dos anos. Por isso, estratégias de prevenção ganham cada vez mais importância, principalmente aquelas relacionadas ao estilo de vida, como alimentação equilibrada e atividade física regular.

Alimentação como aliada da saúde muscular

Nesse contexto, a alimentação aparece como uma das principais aliadas na preservação da massa muscular após os 45 anos. De modo geral, nutrientes como proteínas, antioxidantes, fibras e minerais ajudam a sustentar processos metabólicos essenciais para a força e a integridade dos tecidos.

Entre os alimentos estudados, a ameixa seca se destaca pela combinação desses nutrientes em um único item. Além disso, a fruta concentra compostos bioativos e antioxidantes que atuam na proteção das células contra processos inflamatórios e oxidativos. Dessa forma, o organismo passa a lidar melhor com os efeitos naturais do envelhecimento.

O que revela o estudo científico

De acordo com um estudo publicado no Journal of Medicinal Food, pesquisadores analisaram os efeitos do consumo regular de ameixa seca em mulheres acima dos 45 anos. Como resultado, foram observados níveis mais elevados do hormônio IGF-1, diretamente associado ao crescimento e à manutenção da massa muscular e da massa óssea.

Além disso, a pesquisa identificou aumento da capacidade antioxidante do organismo. Ao mesmo tempo, houve redução de marcadores inflamatórios, fatores ligados à preservação da força física e da densidade dos ossos. Com isso, os dados reforçam que a fruta pode atuar como complemento dentro de uma dieta equilibrada.

Fibras e controle metabólico ao longo do dia

Outro ponto importante destacado pelos pesquisadores é a presença de fibras solúveis na ameixa seca. Essas fibras ajudam a regular o apetite e contribuem para um metabolismo mais estável, algo especialmente relevante com o avanço da idade.

Além disso, as fibras desaceleram a absorção de glicose, auxiliando no controle da glicemia. Somado a isso, o sorbitol, açúcar natural presente na fruta, promove uma liberação mais gradual de energia. Como resultado, o organismo apresenta menor oscilação energética ao longo do dia.

Minerais e vitaminas que fortalecem ossos e músculos

A ameixa seca também reúne minerais e vitaminas importantes para a saúde óssea, como ferro, cobre, magnésio e vitamina K. Esses micronutrientes participam diretamente da formação e da manutenção dos ossos, além de processos ligados ao funcionamento muscular.

Por essa razão, o alimento costuma aparecer em recomendações voltadas à saúde de adultos e idosos. Ainda assim, especialistas reforçam que os benefícios são maiores quando a fruta faz parte de uma dieta variada e equilibrada.

Consumo moderado e orientação profissional

Apesar dos benefícios apontados, o consumo deve ser feito com moderação. Em geral, a indicação mais comum é uma porção diária em torno de 50 gramas, o equivalente a cinco ou seis ameixas secas.

A fruta pode ser incluída em lanches, combinada com iogurtes, adicionada a saladas ou utilizada em sobremesas com menor teor de açúcar. Além disso, o consumo também favorece o funcionamento do sistema digestivo. Ainda assim, qualquer mudança alimentar deve contar com orientação médica ou nutricional, especialmente em casos de doenças pré-existentes ou necessidades específicas.

Fonte: Só Notícias Boas

MPRO e parceiros articulam ação contra violência no Carnaval

MPRO articula ação conjunta para prevenção da violência contra a mulher durante o Carnaval
MPRO e instituições parceiras definem estratégias para proteger mulheres durante o Carnaval.

Ação integrada reforça proteção às mulheres no Carnaval

O Ministério Público de Rondônia (MPRO) articulou, junto a instituições parceiras, uma ação conjunta voltada à prevenção da violência contra a mulher durante o Carnaval. A iniciativa ganhou forma em reunião realizada no edifício-sede do órgão, em Porto Velho.

O encontro teve como objetivo alinhar estratégias de conscientização, prevenção e resposta rápida. Além disso, os participantes discutiram medidas práticas para reduzir riscos em um período de grande circulação de pessoas.

Reunião define estratégias de prevenção e conscientização

Durante a reunião, representantes do MPRO e de órgãos parceiros definiram ações educativas e campanhas informativas. Dessa forma, as instituições pretendem ampliar a orientação sobre direitos, canais de denúncia e formas de buscar ajuda.

Além disso, os participantes defenderam o reforço da presença institucional em locais de maior concentração de foliões. Com isso, a rede de proteção pode agir com mais agilidade diante de situações de risco.

Atuação conjunta envolve segurança e assistência social

A articulação envolve forças de segurança, administração municipal e programas especializados no enfrentamento à violência doméstica. Entre eles, está a Patrulha Maria da Penha, que atua diretamente no acompanhamento de mulheres em situação de vulnerabilidade.

Ao mesmo tempo, os órgãos de assistência social reforçam o atendimento humanizado. Assim, o trabalho busca evitar a revitimização e garantir apoio psicológico, social e jurídico às vítimas.

Prevenção é prioridade durante o período festivo

O MPRO destacou que o foco principal da ação está na prevenção da violência, e não apenas na repressão. Por isso, as campanhas devem alcançar o maior número possível de pessoas durante o Carnaval.

Além de informar, as ações pretendem estimular o respeito e a responsabilidade. A mensagem central é clara: festa não combina com violência.

Compromisso permanente no combate à violência contra a mulher

Segundo o Ministério Público, o enfrentamento à violência contra a mulher exige atuação contínua e integrada. Nesse sentido, o Carnaval representa um momento estratégico para ampliar a conscientização e fortalecer a rede de proteção.

Por fim, o MPRO reforçou que a união entre instituições e sociedade é essencial. Somente assim será possível garantir um Carnaval mais seguro, com respeito e dignidade para todas as mulheres.

Fonte: MPRO

Anvisa suspende suplementos alimentares de duas marcas

Anvisa suspende suplementos alimentares de duas marcas após identificar riscos à saúde
Decisão da Anvisa determina suspensão e recolhimento de suplementos alimentares no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu suplementos alimentares de duas marcas após identificar ingredientes sem avaliação de segurança. A decisão saiu no Diário Oficial da União nesta terça-feira (20) e determina, além disso, o recolhimento dos produtos em todo o território nacional.

Segundo a Anvisa, os itens afetados apresentam substâncias não autorizadas para uso em suplementos alimentares. Por isso, o órgão alerta que o consumo pode representar riscos à saúde da população.

Cycles Nutrition tem três suplementos suspensos

No caso da Cycles Nutrition, a Anvisa proibiu três suplementos: Recover, Shot Ritual e Relax Ritual. A empresa Sylvestre Indústria e Comércio de Insumos Alimentícios fabrica os produtos.

De acordo com a agência reguladora, os suplementos não passaram pelos testes exigidos pela legislação sanitária. Dessa forma, a Anvisa vetou a fabricação, a comercialização, a importação, a divulgação e o consumo desses itens.

Além disso, o órgão determinou o recolhimento imediato de todos os lotes disponíveis no mercado.

Em nota, a Cycles Nutrition afirmou que utiliza ingredientes compostos, principalmente, por frutas e vegetais. A empresa também declarou que adota critérios rigorosos de seleção, qualidade e certificação antes da composição final dos produtos.

Mushin também entra na lista de suspensão

Além da Cycles Nutrition, a Anvisa suspendeu três produtos da empresa Mushin Serviços e Comércio no Geral. A decisão atinge os suplementos Fantastic Oat Frutas Vermelhas, Fantastic Oat Banana e Caramelo e Fantastic Oat Maçã e Canela.

Segundo a Anvisa, os produtos informavam conter “extrato de cogumelo rico em vitamina D”. No entanto, o ingrediente ainda não teve a segurança avaliada para uso em suplementos alimentares.

Além disso, a empresa atribuía aos produtos efeitos como redução do colesterol ruim e controle do nível de açúcar no sangue. Contudo, a Anvisa afirma que não há comprovação científica para essas alegações.

Por esse motivo, o órgão determinou a retirada imediata dos produtos do mercado.

Empresas contestam a decisão

Em resposta, a Mushin informou que recebeu a decisão com surpresa. Segundo a empresa, o extrato de cogumelo Agaricus bisporus com vitamina D2 teria sido aprovado para uso em alimentos e suplementos no Brasil em 2023.

Além disso, a Mushin afirmou que já apresentou estudos e dossiês técnicos às autoridades. A empresa também informou que acionou seus advogados para tratar do caso.

Apesar das manifestações, a Anvisa reforça que a proteção da saúde pública é prioridade. Por isso, o órgão orienta os consumidores a suspenderem imediatamente o uso dos produtos citados e a buscarem informações pelos canais oficiais.

Fonte: Agência Brasil

BC decreta liquidação extrajudicial do Will Bank

Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Will Bank
Banco Central anunciou a liquidação extrajudicial do Will Bank após agravamento financeiro.

O Banco Central do Brasil decretou nesta quarta-feira (21) a liquidação extrajudicial do Will Bank, instituição financeira digital que integra o conglomerado do Banco Master. Com isso, o banco teve as operações encerradas de forma definitiva, após o agravamento da sua situação financeira.

Segundo o BC, a medida ocorreu por extensão, já que o Banco Master entrou em liquidação em novembro de 2025. Dessa forma, o regulador concluiu que o Will Bank não reunia mais condições operacionais para permanecer no sistema financeiro nacional.

Banco Central já mantinha intervenção na instituição

Antes da liquidação, o Will Bank operava sob Regime Especial de Administração Temporária (Raet). Nesse modelo, o Banco Central assume o controle da instituição para evitar danos maiores aos clientes e ao sistema financeiro.

No entanto, mesmo com a intervenção, o banco não conseguiu reverter o quadro de desequilíbrio financeiro. Assim, o BC avaliou que a manutenção das atividades não atendia mais ao interesse público.

Inadimplência e falha em negociação aceleraram decisão

Além da deterioração financeira, o Will Bank deixou de honrar compromissos no sistema de pagamentos. Na segunda-feira (19), a Mastercard comunicou ao Banco Central o não pagamento de valores devidos pela instituição.

Em seguida, a administradora do arranjo decidiu suspender a aceitação dos cartões emitidos pelo banco. Paralelamente, uma tentativa de venda do Will Bank a um investidor estrangeiro não avançou, o que agravou ainda mais o cenário.

Diante disso, o Banco Central concluiu que não havia alternativa viável além da liquidação extrajudicial.

Entenda o que é liquidação extrajudicial

A liquidação extrajudicial representa o encerramento administrativo das atividades de uma instituição financeira, sem necessidade de ação judicial. Nesse processo, o regulador organiza o levantamento de ativos e define a ordem de pagamento dos credores.

Portanto, o procedimento busca reduzir riscos sistêmicos e garantir maior previsibilidade aos clientes afetados.

Clientes terão valores ressarcidos pelo FGC

Com a decisão, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) assume a responsabilidade de ressarcir os clientes do Will Bank.

O fundo garante:

  • até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ

  • valores aplicados mais rendimentos acumulados

  • dentro do limite legal por instituição

A estimativa é que a liquidação gere um custo aproximado de R$ 5 bilhões ao FGC.

Perfil do Will Bank e impactos da liquidação

Criado com foco em inclusão financeira, o Will Bank atendia principalmente clientes de renda média e baixa, oferecendo serviços digitais a pessoas com menor acesso ao sistema bancário tradicional.

Agora, com a liquidação, o banco interrompe todas as atividades, incluindo:

  • contas digitais

  • operações de crédito

  • emissão e uso de cartões

Além disso, o Banco Central informou que seguirá apurando responsabilidades de controladores e ex-administradores, podendo aplicar sanções administrativas e comunicar outros órgãos competentes.

Nota do Banco Central

Em nota oficial, o Banco Central afirmou que a liquidação ocorreu devido ao comprometimento da situação econômico-financeira, à insolvência da instituição e ao vínculo direto com o Banco Master, já liquidado.

Em síntese, a liquidação extrajudicial do Will Bank reforça a atuação do Banco Central na proteção do sistema financeiro e dos consumidores. Para os clientes, a principal orientação é acompanhar os comunicados do FGC, que informará prazos e procedimentos para o ressarcimento dos valores.

Mais de 440 mil produtores rurais regularizam dívidas com o Desenrola Rural

Produtor rural em área agrícola representa regularização de dívidas pelo Desenrola Rural
Programa Desenrola Rural já permitiu a regularização de dívidas de mais de 440 mil produtores

Mais de 440 mil produtores rurais regularizam dívidas com o Desenrola Rural, programa do Governo Federal com participação da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Desde o lançamento, a iniciativa facilitou a renegociação de débitos e permitiu a retomada do acesso ao crédito por agricultores familiares em todo o país.

O programa, criado em 2025, tem foco na agricultura familiar. Além disso, busca fortalecer a produção de alimentos e ampliar o alcance das políticas públicas no campo.

Como produtores rurais regularizam dívidas com o Desenrola Rural

Dados consolidados da PGFN mostram que mais de 440 mil acordos já foram firmados. Ao todo, o programa renegociou R$ 20,3 bilhões em dívidas, com base no Edital nº 3/2025.

Entre fevereiro e dezembro de 2025, os produtores regularizaram mais de 881 mil débitos. Como resultado, o governo concedeu mais de R$ 6 bilhões em descontos, o que reduziu o impacto financeiro para agricultores familiares.

Segundo o assessor especial da PGFN, Theo Lucas Borges, as condições atrativas explicam a alta adesão. “O edital oferece descontos de até 70%, parcelamento em até 145 meses e entrada facilitada, dividida em até 12 parcelas”, afirmou.

Regularização garante crédito em poucos dias

Além dos descontos, o Desenrola Rural acelera a recuperação da capacidade de crédito. Logo após o pagamento da primeira parcela, o produtor pode emitir a Certidão Positiva de Débito com Efeito de Negativa (CPDEN).

Com isso, ele deixa o Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados do Setor Público Federal (Cadin). Em seguida, já consegue acessar linhas de financiamento do Plano Safra e de outros programas federais.

Dessa forma, o agricultor volta a investir em insumos, maquinário e melhorias na produção, o que fortalece a economia local.

Programa fortalece a agricultura familiar

Para o procurador da Fazenda Nacional Eduardo Bucci, o impacto do Desenrola Rural vai além dos números. Segundo ele, a regularização fiscal garante dignidade ao produtor e fortalece a segurança alimentar do país.

“A agricultura familiar sustenta o abastecimento da população. Quando o produtor regulariza sua situação, ele consegue produzir mais e com melhores condições”, destacou.

Além disso, Bucci ressaltou que o programa melhora a relação entre o Estado e os contribuintes. “O produtor percebe que o governo analisa sua realidade de forma individualizada. Isso aumenta a confiança nas instituições públicas”, avaliou.

Adesões seguem abertas até 30 de janeiro

O governo prorrogou o prazo de adesão ao Desenrola Rural até 30 de janeiro de 2026. Com isso, a PGFN espera ultrapassar 450 mil acordos firmados e alcançar mais de R$ 22 bilhões em dívidas renegociadas.

Os produtores interessados podem consultar as condições e aderir ao programa pelos canais oficiais da PGFN.

Fonte: Governo Federal

China encerra embargo e libera frango do RS após surto sanitário

China libera frango do Rio Grande do Sul após encerramento de embargo sanitário
China autoriza retomada da importação de frango do Rio Grande do Sul após controle sanitário

Após cerca de um ano e meio de restrições, a China encerrou o embargo à importação de carne de frango produzida no Rio Grande do Sul. As autoridades chinesas anunciaram a decisão na sexta-feira (16). Em seguida, na terça-feira (20), o governo brasileiro confirmou oficialmente a liberação.

O país asiático suspendeu as compras após confirmar um surto da Doença de Newcastle no estado, registrado em julho de 2024. Desde então, o setor produtivo enfrentou perdas relevantes no comércio exterior.

Surto sanitário motivou suspensão das exportações

O embargo começou após técnicos identificarem a doença em uma granja comercial no município de Anta Gorda, no interior do Rio Grande do Sul. Naquele momento, o estado decretou emergência zoossanitária por aproximadamente três semanas.

Durante esse período, os órgãos de controle aplicaram medidas rigorosas de contenção. Como resultado, as equipes eliminaram o foco da doença. Ainda assim, a China manteve o bloqueio ao produto gaúcho.

Posteriormente, em maio do ano seguinte, o estado também registrou um caso de gripe aviária em uma granja no município de Montenegro. No entanto, após 28 dias sem novos registros, o Brasil voltou a ser considerado livre da doença, conforme os protocolos internacionais.

China manteve restrição apenas ao RS

Apesar da normalização sanitária, a China decidiu manter o embargo específico ao Rio Grande do Sul. Em novembro de 2025, o país asiático liberou a importação de frango dos demais estados brasileiros, mas preservou a restrição aos produtores gaúchos.

Com isso, os impactos econômicos se prolongaram. Ainda assim, produtores buscaram alternativas, redirecionaram parte da produção e reduziram perdas.

Exportações sentiram impacto econômico

A ausência do mercado chinês afetou diretamente as exportações do Rio Grande do Sul. Em 2024, o bloqueio contribuiu para uma queda aproximada de 1% nas vendas externas de carne de frango.

Antes do embargo, a China respondia por quase 6% dos embarques do estado. Embora outros países tenham absorvido parte da produção, o setor avaliou o impacto como significativo.

Governo comprova controle sanitário

Segundo o Ministério da Agricultura, a retomada das exportações ocorreu após a comprovação das ações de controle e erradicação da doença. As autoridades brasileiras apresentaram relatórios técnicos e seguiram rigorosamente os protocolos internacionais de saúde animal.

Diante disso, a China reconheceu a segurança sanitária do produto e autorizou novamente as importações provenientes do estado.

Setor avalia retomada como estratégica

A Associação Brasileira de Proteína Animal avaliou a reabertura do mercado chinês como um avanço estratégico para o setor.

Segundo a entidade, o diálogo permanente com as autoridades chinesas foi decisivo. Além disso, o envio contínuo de informações técnicas ajudou a comprovar a eficiência do sistema sanitário brasileiro.

Expectativa é de retomada gradual

Agora, o setor projeta uma retomada gradual dos embarques, à medida que os sistemas de habilitação avançam e os certificados sanitários são liberados.

Por fim, a China segue como um dos principais destinos do frango brasileiro. Portanto, a reabertura do mercado é fundamental para o equilíbrio do comércio internacional da proteína animal.

Fonte: Agência Brasil

Manutenção asfáltica é executada pelo governo de RO na Rodovia-490, em Alto Alegre dos Parecis

Manutenção asfáltica na Rodovia-490 em Alto Alegre dos Parecis
Obras de manutenção asfáltica melhoram a trafegabilidade na Rodovia-490, em Alto Alegre dos Parecis

O governo de Rondônia executa manutenção asfáltica na Rodovia-490, no trecho que dá acesso ao município de Alto Alegre dos Parecis, na região da Zona da Mata. A obra alcança 25,17 quilômetros da via e, com isso, busca melhorar a trafegabilidade, além de aumentar a segurança e o conforto de motoristas e moradores da região.

Os serviços seguem sob responsabilidade do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transporte (DER-RO), por meio da Usina de Asfalto de Rolim de Moura. Dessa forma, a rodovia recebe intervenções estratégicas que fortalecem o deslocamento diário da população e o escoamento da produção rural.

Serviços reforçam mobilidade e reduzem riscos

As equipes realizam a recuperação do pavimento, corrigem pontos danificados e reforçam a estrutura da pista. Com essas ações, o governo reduz riscos de acidentes e melhora as condições de tráfego, principalmente em períodos de maior fluxo de veículos e durante o inverno amazônico.

Segundo o governador Marcos Rocha, a manutenção contínua das rodovias fortalece a infraestrutura viária e impulsiona o desenvolvimento regional.
“Trabalhamos para manter nossas estradas em boas condições. Assim, garantimos mobilidade e qualidade de vida à população. A RO-490 é estratégica para Alto Alegre dos Parecis e para toda a Zona da Mata”, afirmou.

DER-RO destaca impacto direto da obra

O diretor-geral do DER-RO, Eder André, explicou que a manutenção da rodovia assegura melhores condições de tráfego. Além disso, segundo ele, o trabalho amplia a segurança dos usuários e contribui diretamente para o progresso da região.

Ao mesmo tempo, o gerente da Usina de Asfalto de Rolim de Moura, Thiago Moreira, ressaltou o empenho das equipes. De acordo com ele, os serviços seguem critérios técnicos rigorosos e mantêm foco total na qualidade e na eficiência da pavimentação.

Rodovia é essencial para a Zona da Mata

A Rodovia RO-490 desempenha papel fundamental na ligação entre municípios da Zona da Mata. Além disso, a via sustenta o transporte de insumos, serviços essenciais e produção agrícola. Por esse motivo, a melhoria atende uma demanda antiga da população local.

As obras seguem em andamento. Conforme o governo estadual, outros trechos da malha rodoviária também devem receber serviços de manutenção ao longo do ano, ampliando os investimentos em infraestrutura em Rondônia.

Fonte: Governo de Rondônia

Anatel inicia retirada definitiva dos orelhões no Brasil

Orelhão antigo e abandonado em rua vazia simboliza o fim dos telefones públicos no Brasil
Orelhão desativado em via urbana representa o encerramento definitivo da telefonia pública no país.

O ano de 2026 marca oficialmente o fim do orelhão no Brasil. A partir de janeiro, começa a retirada definitiva dos telefones públicos das ruas, após o encerramento das concessões de telefonia fixa. A medida foi confirmada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e encerra um ciclo que atravessou décadas da história da comunicação no país.

Segundo dados da agência reguladora, cerca de 38 mil orelhões ainda permanecem instalados em todo o território nacional, número muito inferior ao registrado no passado. Em 2020, por exemplo, o Brasil ainda contava com aproximadamente 202 mil aparelhos em funcionamento ou desativados.

Retirada começa em janeiro

A remoção em massa terá início com a retirada de carcaças e aparelhos já desativados, espalhados por ruas, praças e calçadas. Com o fim dos contratos de concessão, empresas como Algar, Claro, Oi, Sercomtel e Telefônica deixam de ter obrigação legal de manter a infraestrutura dos telefones públicos.

Apesar disso, a extinção não será imediata em todos os locais. Cidades sem cobertura adequada de telefonia móvel ou outras formas de comunicação ainda poderão manter o serviço, mas apenas até 2028.

De símbolo nacional à obsolescência

Durante décadas, o orelhão foi essencial para a comunicação dos brasileiros. Entre os anos 1970 e o início dos anos 2000, os telefones públicos garantiam chamadas urgentes, contatos familiares e até serviam como ponto de encontro.

Com a popularização dos celulares e da internet móvel, porém, o equipamento se tornou obsoleto. Hoje, a maioria dos aparelhos restantes está sem uso, vandalizada ou fora de operação. Dados da Anatel indicam que mais de 33 mil orelhões ainda aparecem como ativos, enquanto cerca de 4 mil estão em manutenção.

Investimentos em novas tecnologias

Como contrapartida à desativação definitiva, a Anatel determinou que as operadoras redirecionem os recursos antes usados na manutenção dos orelhões para investimentos em banda larga e telefonia móvel, tecnologias que atualmente concentram a maior parte da comunicação no Brasil.

A decisão acompanha a transformação do setor de telecomunicações e reforça a prioridade dada à expansão do acesso digital, especialmente em regiões mais afastadas dos grandes centros urbanos.

Um marco histórico

Criado em 1971 pela arquiteta Chu Ming Silveira, o orelhão brasileiro se tornou um ícone do design urbano, reconhecido inclusive fora do país. O formato oval, além de estético, tinha função acústica, reduzindo ruídos externos durante as ligações.

Agora, mais de 50 anos depois, a retirada definitiva dos aparelhos simboliza não apenas o avanço tecnológico, mas também o encerramento de uma era que marcou gerações.

Fonte: G1

Feminicídio: Brasil registra recorde histórico em 2025

Mulher em protesto contra o feminicídio simboliza recorde histórico de assassinatos de mulheres no Brasil em 2025
Brasil registra o maior número de feminicídios da série histórica, com média de quatro mulheres assassinadas por dia.

O Brasil registrou o maior número de feminicídios da série histórica em 2025. Ao longo do ano, 1.470 mulheres foram assassinadas pelo fato de serem mulheres, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O número supera o recorde anterior, de 1.464 casos, registrado em 2024.

Na prática, os dados revelam uma realidade alarmante. Quatro mulheres morreram por dia no país em decorrência da violência de gênero. Além disso, o total ainda pode aumentar, já que estados como São Paulo não concluíram a atualização dos dados de dezembro na base nacional.

Crescimento acelerado em dez anos

O Brasil criou a tipificação do feminicídio em 2015. Naquele ano, o país contabilizou 535 mortes. Desde então, os registros cresceram de forma contínua. Em dez anos, o número aumentou 316%, até alcançar o patamar de 2025.

Mesmo com avanços legais, os dados mostram que a violência letal contra mulheres segue em alta. Em muitos casos, os crimes ocorrem dentro de relações afetivas marcadas por histórico de agressões, ameaças e perseguição.

Estados concentram maior número de casos

Mesmo sem os dados finais consolidados, São Paulo liderou o ranking nacional em 2025, com 233 feminicídios. Em seguida, aparecem:

  • Minas Gerais, com 139 casos

  • Rio de Janeiro, com 104 casos

Ao longo da última década, mais de 13,4 mil mulheres foram mortas no Brasil em crimes classificados como feminicídio. Esse volume representa uma média anual de 1.345 mortes.

Casos recentes expõem violência extrema

Durante 2025, diversos crimes chamaram atenção pela brutalidade. Em São Paulo, uma mulher morreu após quase um mês internada em estado grave. O ex-companheiro a atropelou e a arrastou por mais de um quilômetro. Inicialmente, a polícia tratou o caso como tentativa de feminicídio, mas a investigação mudou após a morte da vítima.

Enquanto isso, no Recife, um episódio ainda mais grave terminou com a morte de uma mulher e de seus quatro filhos. O companheiro ateou fogo na residência após uma discussão. As autoridades prenderam o suspeito.

Esses episódios reforçam um padrão recorrente. Grande parte dos feminicídios ocorre dentro do ambiente doméstico, após um ciclo prolongado de violência.

Lei ampliou penas, mas crimes persistem

Em outubro de 2025, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que ampliou as penas para crimes contra mulheres. Com a mudança, a punição para o feminicídio passou a variar entre 20 e 40 anos de prisão. Antes, a legislação previa penas de 12 a 30 anos.

Além disso, a lei determinou aumento da pena em situações específicas, como quando a vítima estava grávida, tinha menos de 14 anos ou mais de 60, ou quando o crime ocorreu na presença de filhos ou pais.

Ainda assim, os dados indicam que o endurecimento das penas, sozinho, não conseguiu conter o avanço dos crimes.

Dados reforçam desafio estrutural

Especialistas avaliam que o recorde registrado em 2025 expõe falhas na prevenção e na proteção de mulheres ameaçadas. Muitas vítimas chegaram a registrar ocorrências antes do crime, mas não receberam resposta eficaz do Estado.

Por isso, os números reforçam a necessidade de políticas públicas integradas, que envolvam prevenção, acolhimento, monitoramento de agressores e resposta rápida às denúncias.

Fonte: G1

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Vacina contra dengue começa a ser aplicada em Rondônia enquanto ponte na RO 495 avança e Rondônia Cidadã leva serviços a Jaru.
STF condena irmãos Brazão a 76 anos pelo assassinato de Marielle Franco

STF condena irmãos Brazão a 76 anos e 3 meses por assassinato de Marielle

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O STF condena irmãos Brazão a 76 anos e 3 meses pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes e fixa R$ 7 milhões em indenizações.