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Documentos escolares em Rondônia passam a ser solicitados pela internet

Documentos escolares podem ser solicitados online em Rondônia pelo Portal do Cidadão
Portal do Cidadão passa a oferecer solicitação online de documentos escolares em Rondônia

O governo de Rondônia avançou na digitalização dos serviços públicos e, agora, permite a solicitação de documentos escolares online em Rondônia por meio do Portal do Cidadão. Com isso, alunos e ex-alunos da rede estadual podem solicitar históricos e certificados escolares pela internet, sem precisar se deslocar até uma unidade de ensino.

Dessa forma, o novo serviço garante mais praticidade, reduz o tempo de espera e amplia o acesso aos documentos educacionais essenciais.

Transformação digital chega à educação

Com a oferta de documentos escolares online em Rondônia, o governo estadual reduz a burocracia e facilita o acesso da população a serviços educacionais essenciais, especialmente para quem mora longe das unidades escolares.

Nos últimos anos, o governo estadual tem investido na modernização dos serviços públicos. Nesse cenário, a iniciativa voltada à educação surgiu da parceria entre a Superintendência Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) e a Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

Assim, a educação passou a integrar o conjunto de serviços digitais reunidos em um único ambiente online. Segundo o governador Marcos Rocha, a medida reforça o compromisso do estado com a transformação digital.

De acordo com ele, o cidadão pode solicitar documentos escolares usando apenas o celular ou o computador. Isso facilita, principalmente, o avanço na vida acadêmica e profissional.

Como solicitar documentos escolares pela internet

O processo para solicitar os documentos é simples. Primeiro, o cidadão deve acessar o Portal do Cidadão. Em seguida, precisa usar o campo de pesquisa e digitar “Solicitar Certificado de Conclusão Escolar”.

Depois disso, o acesso ocorre por meio da conta gov.br. Na sequência, o solicitante deve preencher os dados exigidos e anexar a documentação necessária.

Após o envio, a Secretaria de Estado da Educação analisa o pedido. Em seguida, encaminha a solicitação à unidade escolar responsável pelas assinaturas. Concluída essa etapa, o documento fica disponível no portal em até 30 dias.

Enquanto isso, o cidadão pode acompanhar o andamento do processo diretamente pela plataforma.

Atendimento online mantém opção presencial

Embora o serviço digital ofereça mais comodidade, o atendimento presencial continua disponível. Segundo a secretária de Estado da Educação, Albaniza Oliveira, o cidadão pode solicitar o documento físico na escola onde concluiu o ensino básico, caso precise.

Dessa maneira, a iniciativa atende estudantes de todas as modalidades da rede estadual. Isso inclui, por exemplo, o Ensino de Jovens e Adultos (EJA). Assim, o serviço amplia o acesso sem eliminar alternativas já existentes.

Linguagem simples facilita o entendimento

Além da digitalização, o serviço segue os princípios da Linguagem Simples. Com isso, as informações são claras, objetivas e fáceis de entender.

Por fim, a iniciativa está alinhada ao Guia de Linguagem Simples do governo de Rondônia. Dessa forma, o estado fortalece uma comunicação centrada no cidadão e avança na modernização da gestão pública.

Fonte: Governo de Rondônia

Brasil aguarda notificação dos EUA sobre novas tarifas por retaliação ao Irã

Brasil aguarda notificação dos EUA sobre novas tarifas em retaliação ao Irã
Brasil monitora anúncio dos EUA sobre tarifas a países que mantêm comércio com o Irã

O governo do Brasil informou que ainda não recebeu a notificação dos EUA sobre novas tarifas anunciadas como retaliação ao Irã. A sinalização surgiu após o presidente norte-americano Donald Trump declarar que pretende taxar em 25% países que mantêm relações econômicas com o governo iraniano.

Até agora, Washington não detalhou como pretende implementar a medida nem quais países podem ser diretamente afetados. Ainda assim, a declaração já provoca apreensão no governo brasileiro e, principalmente, em setores ligados ao comércio exterior.

Anúncio dos Estados Unidos gera alerta diplomático

Segundo Trump, a taxação terá efeito imediato e caráter definitivo. Com isso, os Estados Unidos buscam ampliar a pressão econômica sobre o Irã por meio de sanções indiretas, atingindo também países parceiros.

Diante desse cenário, o governo brasileiro acompanha o tema com cautela. Além disso, o Itamaraty mantém canais diplomáticos abertos e aguarda uma comunicação formal antes de adotar qualquer posicionamento oficial.

Comércio entre Brasil e Irã movimentou US$ 3 bilhões em 2025

De acordo com dados oficiais do governo federal, os negócios entre Brasil e Irã somaram cerca de US$ 3 bilhões em 2025. Desse total, aproximadamente US$ 2,9 bilhões corresponderam às exportações brasileiras.

Em contrapartida, as importações ficaram em torno de US$ 84,6 milhões. Como resultado, o saldo comercial permaneceu amplamente favorável ao Brasil, especialmente no setor do agronegócio.

Governo avalia impactos sobre exportações brasileiras

Nesse contexto, técnicos do governo analisam os efeitos da possível medida sobre empresas brasileiras que mantêm relações comerciais tanto com o Irã quanto com os Estados Unidos.

O foco recai, sobretudo, sobre riscos como aumento de custos, perda de competitividade e insegurança jurídica para exportadores brasileiros.

Brasil aguarda posição oficial antes de reagir

Enquanto não recebe uma notificação formal, o governo brasileiro evita decisões precipitadas. Por esse motivo, a estratégia prioriza diálogo diplomático, monitoramento técnico e defesa dos interesses comerciais do país.

Ao mesmo tempo, a expectativa é de que os Estados Unidos esclareçam os critérios da medida nos próximos dias. Até lá, o Brasil segue atento aos desdobramentos econômicos e políticos da política comercial norte-americana.

Fonte: SBT News

Mega-Sena pode pagar R$ 20 milhões nesta terça-feira

Mega-Sena pode pagar prêmio de R$ 20 milhões no sorteio desta terça-feira
Prêmio da Mega-Sena pode chegar a R$ 20 milhões no sorteio desta terça-feira

A Mega-Sena pode pagar um prêmio estimado em R$ 20 milhões no sorteio desta terça-feira (13). O concurso 2.959 acontece às 21h, em São Paulo, conforme informou a Caixa Econômica Federal.

Como ninguém acertou as seis dezenas no último sorteio, realizado no sábado (10), o prêmio acumulou. Por isso, a expectativa de apostas cresceu ao longo do dia, tanto nas lotéricas quanto nos canais digitais.

Como fazer a aposta na Mega-Sena

Os apostadores podem registrar seus jogos até as 20h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país. Além disso, o público também pode apostar pelo site ou aplicativo Loterias Caixa, disponíveis para celulares e computadores.

Enquanto isso, os bolões digitais permanecem disponíveis até as 20h30, exclusivamente pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo oficial.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6. Para participar, o jogador precisa ter 18 anos ou mais.

Formas de pagamento das apostas online

Quem escolhe apostar pela internet pode pagar via Pix, cartão de crédito ou internet banking, no caso de correntistas da Caixa. Dessa forma, o sistema confirma a aposta rapidamente e permite maior comodidade ao usuário.

Além disso, a plataforma digital facilita o acesso para quem não consegue ir até uma lotérica física.

Quais são as chances de ganhar

As probabilidades de ganhar na Mega-Sena variam conforme a quantidade de números escolhidos. Em uma aposta simples, com seis dezenas, o apostador tem 1 chance em 50.063.860 de acertar o prêmio principal, segundo a Caixa.

Por outro lado, ao escolher 20 dezenas, que representa o limite máximo permitido, o jogador aumenta significativamente suas chances. Nesse caso, a probabilidade passa para 1 em 1.292, embora o valor da aposta chegue a R$ 232.560.

Quando ocorrem os sorteios

A Mega-Sena realiza três sorteios por semana, sempre às terças, quintas e sábados. Logo após cada sorteio, a Caixa divulga o resultado nos canais oficiais.

Assim, os apostadores podem conferir rapidamente se acertaram as dezenas sorteadas.

Anvisa aprova lenacapavir para prevenção do HIV-1

Seringa com medicamento injetável usado na PrEP após aprovação do lenacapavir pela Anvisa para prevenção do HIV-1
Anvisa autoriza uso do lenacapavir como PrEP injetável semestral para reduzir o risco de infecção pelo HIV-1

A Anvisa aprova lenacapavir para prevenção do HIV ao autorizar o uso do medicamento como profilaxia pré-exposição (PrEP) injetável, com aplicação a cada seis meses. Com isso, o Brasil amplia as estratégias de prevenção do HIV-1 e oferece uma alternativa inovadora para pessoas com maior risco de infecção. A nova indicação vale para adultos e adolescentes a partir de 12 anos, com peso mínimo de 35 quilos, mediante teste negativo para HIV-1 antes do início do tratamento.

Anvisa aprova lenacapavir para prevenção do HIV como PrEP

O medicamento, comercializado como Sunlenca, atua no capsídeo do HIV-1 e bloqueia a replicação do vírus em diferentes fases do seu ciclo. Diferentemente da PrEP oral diária, o lenacapavir permite aplicação subcutânea semestral, o que reduz falhas de adesão. Por isso, a Anvisa considerou os resultados clínicos consistentes e autorizou a nova indicação após análise técnica rigorosa.

Eficácia comprovada em estudos clínicos

Os estudos clínicos apresentaram resultados expressivos. Em primeiro lugar, uma pesquisa apontou 100% de eficácia na prevenção do HIV-1 entre mulheres cisgênero. Em seguida, outro estudo confirmou 96% de eficácia em homens cis e pessoas trans. Além disso, os dados indicaram maior adesão ao tratamento, já que a aplicação semestral elimina o uso diário de comprimidos. Dessa forma, o medicamento reduz o risco de abandono da PrEP. Os achados reforçam um estudo que mostrou alta eficácia do lenacapavir na prevenção do HIV, publicado anteriormente pela TVdoPOVO.com.

Quem pode usar o lenacapavir aprovado pela Anvisa

A nova indicação contempla pessoas sem diagnóstico de HIV que apresentem risco aumentado de infecção. Nesse grupo, entram adultos e adolescentes a partir de 12 anos, desde que atendam aos critérios estabelecidos. Antes do início, o teste negativo para HIV-1 é obrigatório. Ao mesmo tempo, o medicamento integra a prevenção combinada, que inclui testagem regular, uso de preservativos, PrEP, PEP e tratamento antirretroviral para pessoas que vivem com o vírus.

Quando o medicamento pode chegar ao SUS

Apesar da aprovação, o lenacapavir ainda não está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). Agora, o medicamento precisa passar pela avaliação da Conitec, que analisa custo, impacto orçamentário e benefícios clínicos. Em paralelo, a CMED definirá o preço máximo para comercialização no país. Portanto, o Ministério da Saúde ainda não informou uma data para a incorporação na rede pública.

Avanço estratégico na prevenção do HIV no Brasil

Ao aprovar o lenacapavir para prevenção do HIV, a Anvisa fortalece a política de inovação em saúde pública. Além disso, especialistas consideram o medicamento uma das principais evoluções da PrEP desde sua criação. Como resultado, a estratégia pode reduzir novas infecções e ampliar o alcance da prevenção. Enquanto o acesso pelo SUS não ocorre, a decisão já posiciona o Brasil em sintonia com recomendações internacionais e com novas tecnologias de combate ao HIV-1.

Fonte: Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa

MPF alerta para falhas na proteção a defensores de direitos humanos em Rondônia

Mãos entrelaçadas simbolizam vulnerabilidade e falhas na proteção a defensores de direitos humanos em Rondônia, tema de alerta do MPF.
MPF alerta para falhas na proteção a defensores de direitos humanos em Rondônia após caso de liderança rural vítima de atentado.

O Ministério Público Federal (MPF) alertou para falhas graves na proteção a defensores de direitos humanos em Rondônia. Nesse contexto, o órgão acompanhou um caso recente que exigiu atuação judicial para garantir a segurança de uma liderança rural vítima de atentado à bala. Segundo o MPF, o episódio revela a fragilidade dos programas existentes e a inexistência de uma política estadual efetiva de proteção.

No fim de 2025, o MPF precisou acionar a Justiça para assegurar escolta policial a um trabalhador rural internado em hospital de Porto Velho, após sofrer tentativa de homicídio. Ainda assim, embora a vítima tenha sido incluída no Programa Federal de Assistência a Vítimas e a Testemunhas Ameaçadas (Provita), o programa não garantiu nenhuma medida concreta de proteção, nem mesmo em caráter emergencial.

Diante desse cenário, o MPF decidiu prorrogar um procedimento administrativo instaurado para acompanhar a situação dos defensores de direitos humanos no estado. Além disso, para acompanhar outras atuações do órgão, saiba mais sobre o MPF-RO.

Déficit estrutural nos programas de proteção

Para o MPF, o caso revela um déficit estrutural na política de proteção em Rondônia. Apesar de existir legislação que prevê ações específicas, o estado não conta com programa próprio em funcionamento. Além disso, Rondônia não mantém convênios ou parcerias vigentes com a União para esse fim.

Essa lacuna institucional, por sua vez, compromete a capacidade de resposta do poder público. Como resultado, o risco enfrentado por pessoas ameaçadas em razão de sua atuação na defesa de direitos fundamentais aumenta.

Ausência de política efetiva amplia riscos

No despacho que prorrogou o procedimento, o procurador regional dos Direitos do Cidadão em Rondônia, Raphael Bevilaqua, classificou o cenário como crítico. Segundo ele, a falta de uma política estruturada gera riscos severos à vida de lideranças sociais. Em especial, o impacto é ainda maior entre aqueles que atuam na defesa de direitos básicos.

Entre os grupos mais expostos estão trabalhadores rurais, povos tradicionais e defensores ambientais. Em muitos casos, esses grupos enfrentam ameaças em contextos de conflitos fundiários e disputas territoriais.

Programa acompanha mais de 50 casos no estado

Mesmo diante das falhas apontadas, o Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos acompanha atualmente mais de 50 casos em Rondônia. No entanto, o MPF ressalta que o simples acompanhamento não garante proteção efetiva. Isso ocorre, sobretudo, quando não há integração entre União e estado nem estrutura local para executar medidas de segurança.

Além disso, a falta de resposta rápida e de mecanismos operacionais adequados agrava a vulnerabilidade das vítimas. Nessas situações, o risco se torna ainda maior em cenários de ameaça iminente, como ocorreu no atentado registrado em 2025.

MPF cobra efetivação de política pública prevista em lei

Além das medidas administrativas, o MPF aguarda decisões judiciais consideradas estratégicas. Entre elas, um dos pedidos busca que a União aperfeiçoe a Política Pública de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas em Rondônia. O objetivo, portanto, é suprir a ausência de programa próprio e de parceria ativa com o governo federal.

Outro pedido requer que o estado de Rondônia implemente a Política Pública de Proteção prevista na Lei nº 3.889/2016. Apesar disso, embora a norma tenha sido aprovada há quase dez anos, o estado nunca a efetivou. Na avaliação do MPF, essa omissão compromete diretamente a segurança de defensores de direitos humanos.

Risco permanente a lideranças ameaçadas

Para o MPF, enquanto a política pública não sair do papel, lideranças ameaçadas continuarão expostas. Nessas condições, elas dependem de decisões judiciais pontuais para obter proteção mínima. Por fim, o órgão defende que a implementação efetiva da política estadual é fundamental para prevenir novos episódios de violência e assegurar o direito à vida de quem atua na defesa de direitos fundamentais em Rondônia.

Fonte: Ministério Público Federal em Rondônia (MPF-RO), por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC). Informações repassadas pela Assessoria de Comunicação do MPF-RO.

IBGE vai contratar mais de 39 mil temporários; veja o que já se sabe

IBGE vai contratar mais de 39 mil temporários para novos censos no Brasil
IBGE recebeu autorização para contratar mais de 39 mil trabalhadores temporários para novos censos nacionais

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai contratar mais de 39 mil trabalhadores temporários para atuar em novos censos nacionais. O governo federal publicou a autorização no Diário Oficial da União e, com isso, permitiu que o instituto avance nos preparativos para a seleção.

No entanto, o edital ainda não saiu. Por esse motivo, informações como salários, prazos de inscrição e datas das etapas do processo seletivo seguem indefinidas.

Por que o IBGE vai contratar tantas pessoas

O IBGE decidiu ampliar o número de contratações por causa da dimensão dos censos previstos. Esses levantamentos exigem grande estrutura operacional e equipes distribuídas por todo o país.

Além disso, os trabalhos envolvem coleta direta de dados junto à população. Dessa forma, o instituto reforça o quadro de pessoal em períodos específicos e recorre a contratos temporários para atender demandas excepcionais.

Em quais censos os temporários vão atuar

De acordo com a portaria publicada pelo governo federal, os profissionais vão atuar na execução de dois censos nacionais.

Primeiro, o Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola vai reunir informações sobre produção rural, atividades florestais e aquicultura. Em seguida, o Censo da População em Situação de Rua vai mapear um grupo que exige metodologia própria e abordagem diferenciada.

Assim, o IBGE busca ampliar a precisão dos dados e alcançar públicos que demandam estratégias específicas de coleta.

Quais cargos devem ser oferecidos

A maior parte das vagas ficará concentrada no cargo de recenseador, responsável pela coleta de dados em campo. Para essa função, o instituto prevê 27.330 oportunidades.

Além disso, o IBGE vai distribuir vagas entre funções operacionais e de apoio. Contudo, o instituto só deve detalhar as atribuições de cada cargo após a publicação do edital.

Como ocorreu em seleções anteriores, a contratação seguirá o modelo de processo seletivo simplificado.

Salários ainda não foram divulgados

Até o momento, o IBGE não informou os valores das remunerações. O próprio instituto vai definir os salários, que sairão do orçamento interno, classificados como “Outras Despesas Correntes”.

Além disso, a contratação depende da confirmação de adequação orçamentária e financeira. Esse processo segue as regras da Lei Orçamentária Anual e da Lei de Diretrizes Orçamentárias.

Quando sai o edital do IBGE

O IBGE tem prazo de até seis meses, contados a partir da publicação da portaria, para divulgar o edital de abertura das inscrições. Portanto, o documento pode ser publicado até o mês de maio.

Enquanto isso, o instituto ainda não definiu datas para inscrições, aplicação de provas ou divulgação dos resultados.

Últimos concursos e seleções do IBGE

Em 2023, o governo federal autorizou o IBGE a contratar 8.141 trabalhadores temporários para pesquisas estatísticas. Além disso, o instituto ofertou 895 vagas no Concurso Público Nacional Unificado.

Atualmente, o IBGE mantém outro processo seletivo temporário em andamento. Nesse caso, o instituto oferece 9.580 vagas para os cargos de Agente de Pesquisas e Mapeamento e Supervisor de Coleta e Qualidade.

Fonte: G1

Foguete indiano falha de novo em missão com participação do Brasil

foguete indiano PSLV apresenta falha durante lançamento com satélite brasileiro
Foguete indiano PSLV apresentou falha no terceiro estágio durante missão com satélite brasileiro

O foguete indiano falha em lançamento pela segunda vez consecutiva e coloca em risco uma missão internacional com participação do Brasil. O PSLV (Veículo Lançador de Satélites Polares) apresentou uma anomalia poucos minutos após a decolagem, neste domingo (11). A missão transportava diversas cargas úteis, entre elas um satélite brasileiro de monitoramento ambiental, o que reacende alertas sobre a confiabilidade do programa espacial da Índia.

O lançamento ocorreu no Centro Espacial Satish Dhawan, em Sriharikota. Além disso, o voo marcava a primeira missão do PSLV desde um problema semelhante registrado em maio de 2025.

Falha ocorreu no terceiro estágio do foguete

Durante a transmissão ao vivo, os controladores identificaram instabilidade no terceiro estágio do foguete. Essa etapa é responsável pela inserção final das cargas em órbita. Segundo o presidente da Organização Indiana de Pesquisa Espacial (ISRO), V. Narayanan, os sensores indicaram alterações nas taxas de rotação do veículo.

Na sequência, os sistemas detectaram desvio na trajetória de voo. Diante disso, a ISRO interrompeu a transmissão para analisar os dados técnicos. Até o momento, a agência não confirmou oficialmente se houve perda total das cargas transportadas.

Nova falha repete problema registrado em 2025

O episódio repete um incidente ocorrido em maio do ano passado, quando o PSLV apresentou falha e provocou a perda do satélite EOS-09. Caso a anomalia atual seja confirmada, esta será a quarta falha da história operacional do foguete.

Apesar disso, o PSLV acumula 64 lançamentos e mantém um histórico relevante. O modelo já participou de missões emblemáticas, como a Chandrayaan-1, à Lua, e da primeira missão indiana a Marte. Ainda assim, a sequência recente de falhas preocupa autoridades e parceiros internacionais.

Satélite brasileiro integrava a missão

Entre as cargas estava um satélite brasileiro, parte da primeira constelação privada do país. O projeto contou com a participação direta de 30 estudantes do ensino médio, de escolas públicas e privadas do Distrito Federal. Os alunos atuaram desde o desenvolvimento até a integração do equipamento.

A constelação tem foco em monitoramento ambiental, com detecção de queimadas. Além disso, prevê aplicações em segurança marítima e agronegócio. Após o lançamento, os novos satélites se juntariam a outros três dispositivos já em operação.

Além disso, a infraestrutura prevista permitiria que estudantes brasileiros desenvolvessem novas aplicações tecnológicas a partir dos dados coletados em órbita.

Missão era teste decisivo para o PSLV

A NewSpace India Limited, braço comercial da ISRO, organizou a missão. O voo funcionava como um teste crucial para recuperar a credibilidade do PSLV após a falha registrada em 2025.

Agora, a agência espacial indiana segue com a análise detalhada dos dados do lançamento. Segundo a ISRO, novas informações serão divulgadas assim que a investigação for concluída.

Impactos e próximos passos

A repetição de falhas pode afetar contratos comerciais e parcerias internacionais, especialmente em um cenário de forte concorrência no mercado global de lançamentos espaciais.

Por enquanto, a ISRO não divulgou um prazo oficial para a conclusão do relatório técnico. No entanto, a expectativa é de que os resultados esclareçam o destino das cargas e indiquem medidas corretivas para evitar novos problemas.

Fonte: Olhar Digital

Globo de Ouro: O Agente Secreto faz história ao vencer duas categorias

Wagner Moura recebe prêmio do Globo de Ouro pelo filme O Agente Secreto
Wagner Moura celebra vitória de O Agente Secreto no Globo de Ouro 2026

O cinema brasileiro entrou para a história na madrugada deste domingo (11). Dessa vez, o longa O Agente Secreto conquistou duas estatuetas na mesma edição do Globo de Ouro, um feito inédito para o país. Assim, o Brasil venceu como melhor filme em língua não inglesa e também levou o prêmio de melhor ator em filme de drama, com Wagner Moura.

Com isso, a produção alcançou um marco histórico. Até então, nenhuma obra do Brasil havia conquistado duas categorias simultaneamente na principal premiação internacional do cinema.

Brasil alcança feito inédito no Globo de Ouro

Historicamente, o Brasil acumulava apenas vitórias isoladas no Globo de Ouro. Em 1999, Central do Brasil venceu como melhor filme em língua não inglesa. Já em 2025, Ainda Estou Aqui levou somente o prêmio de melhor atriz.

Agora, o cenário mudou. O Agente Secreto chegou à cerimônia com três indicações. Ainda assim, superou produções internacionais de grande orçamento. Dessa forma, garantiu duas vitórias e consolidou um novo capítulo para o cinema nacional.

Wagner Moura vence como melhor ator e quebra recorde

Além do reconhecimento ao filme, Wagner Moura fez história individualmente. Ao receber o prêmio de melhor ator em filme de drama, ele se tornou o primeiro brasileiro a vencer nessa categoria no Globo de Ouro.

Durante o discurso, o ator destacou o significado da obra. Segundo ele, o filme aborda memória, trauma coletivo e valores transmitidos entre gerações. Ao mesmo tempo, Wagner agradeceu ao público brasileiro e ressaltou a importância da cultura brasileira em momentos desafiadores.

Filme brasileiro leva melhor filme em língua não inglesa

Enquanto isso, O Agente Secreto também venceu como melhor filme em língua não inglesa. Com essa conquista, o Brasil voltou a vencer na categoria após 27 anos.

No palco, a atriz Minnie Driver, responsável pelo anúncio do prêmio, surpreendeu o público. Antes de tudo, ela disse “parabéns” em português. Em seguida, anunciou o nome do filme, gesto que arrancou aplausos da plateia internacional.

Direção de Kleber Mendonça Filho é destaque

Dirigido por Kleber Mendonça Filho, o longa é ambientado nos anos 1970. Nesse contexto, a trama acompanha um professor universitário que retorna ao Recife em plena ditadura militar.

Ao enfrentar riscos pessoais, o personagem tenta reconstruir laços familiares. Por isso, o diretor destacou que o filme dialoga diretamente com a história recente do Brasil e com desafios que ainda permanecem atuais.

Reconhecimento internacional fortalece o cinema brasileiro

Com as duas vitórias, o cinema brasileiro ganha ainda mais visibilidade no exterior. Além disso, o reconhecimento amplia o espaço para produções brasileiras em festivais e premiações internacionais.

Dessa maneira, O Agente Secreto se consolida como um dos filmes brasileiros mais premiados da década. Por fim, o resultado reforça o protagonismo do Brasil no cenário global do cinema e abre caminho para novas produções ganharem destaque internacional.

Doença fatal e pouco conhecida avança no Brasil

Trabalhador rural revolvendo o solo durante atividade agrícola associada à transmissão da paracoccidioidomicose no Brasil
Contato direto com o solo expõe trabalhadores rurais ao fungo causador da paracoccidioidomicose

A paracoccidioidomicose, uma doença fatal e pouco conhecida, avança de forma silenciosa no Brasil e, por isso, preocupa especialistas em saúde pública. Embora seja causada por um fungo presente no solo, a infecção permanece invisível para grande parte da população e, inclusive, para profissionais de saúde. Como consequência, o diagnóstico costuma ocorrer tarde, quando o quadro já é grave.

Durante quatro anos, o técnico de informática Antônio Rodrigues Joaquim conviveu com sintomas progressivos sem saber a origem do problema. Inicialmente, ele perdeu peso de forma abrupta após uma gripe. Em seguida, surgiram falta de ar, dores abdominais e dificuldade para engolir. Apesar das idas e vindas aos hospitais, o diagnóstico correto só veio em 2024, quando a doença já havia provocado sequelas irreversíveis

O que é a paracoccidioidomicose

A paracoccidioidomicose é uma micose sistêmica grave causada por fungos do gênero Paracoccidioides. Diferentemente das micoses comuns, que atingem a pele, essa infecção começa nos pulmões e, com o tempo, pode se espalhar para gânglios, mucosas, ossos, cérebro e órgãos genitais. Por isso, quanto maior o atraso no diagnóstico, maior é o dano ao organismo.

Além disso, dados científicos mostram que a doença atinge majoritariamente homens. Para cada 15 homens infectados, apenas uma mulher desenvolve a infecção, o que está relacionado à proteção hormonal feminina.

Como ocorre a transmissão

A infecção ocorre pela inalação de esporos do fungo presentes no solo. Quando a terra é revolvida, o micro-organismo fica suspenso no ar e, então, é aspirado. Por esse motivo, agricultores, garimpeiros e trabalhadores da construção civil estão entre os grupos mais expostos.

No entanto, é importante destacar que não há transmissão entre pessoas, nem de animais para humanos. Embora o fungo já tenha sido encontrado em tocas de tatus, não existe comprovação científica de contágio direto por animais.

Subnotificação esconde a real dimensão da doença

Embora seja a micose sistêmica que mais mata no país, a paracoccidioidomicose não integra a Lista Nacional de Notificação Compulsória do Ministério da Saúde. Por essa razão, o acompanhamento epidemiológico é falho e as políticas públicas tornam-se insuficientes.

Entre 2017 e agosto de 2025, o SUS registrou ao menos 2.424 internações por PCM em praticamente todos os estados brasileiros. Ainda assim, pesquisadores afirmam que os números reais são muito maiores, justamente porque muitos casos não entram nas estatísticas oficiais.

Diagnóstico tardio agrava casos e eleva mortes

Outro fator crítico é a falta de testagem. Atualmente, apenas sete estados realizam exames específicos para diagnosticar a doença. Como resultado, muitos pacientes procuram atendimento quando a infecção já está avançada, o que reduz as chances de evitar sequelas permanentes.

Segundo especialistas, essa limitação estrutural contribui diretamente para o aumento da mortalidade e para a sobrecarga do sistema público de saúde.

Pesquisa científica brasileira traz esperança

Em Mato Grosso, a pesquisadora Rosane Hahn coordena um dos poucos laboratórios de referência em PCM no país. Desde 2018, a unidade já realizou cerca de 1,7 mil exames, identificando centenas de casos positivos.

Além disso, a cientista foi responsável pela descoberta do Paracoccidioides lutzii, uma nova espécie do fungo. Essa identificação foi fundamental porque explicou por que muitos exames davam falso negativo em pacientes do Centro-Oeste e do Norte. A partir dessa descoberta, novos métodos diagnósticos passaram a ser desenvolvidos.

Relação com desmatamento e grandes obras

Estudos mostram que o avanço da paracoccidioidomicose acompanha alterações ambientais intensas. Regiões com desmatamento acelerado, expansão agrícola, mineração e grandes obras de infraestrutura apresentam maior número de casos.

Entre 2017 e 2024, por exemplo, a área plantada na Região Norte cresceu significativamente, coincidindo com o aumento das internações. Dessa forma, pesquisadores alertam que o manejo inadequado do solo contribui diretamente para a dispersão do fungo.

O que especialistas defendem

Para conter o avanço da doença, especialistas defendem três medidas urgentes:

  • inclusão da paracoccidioidomicose como doença de notificação compulsória nacional;

  • ampliação da rede de laboratórios de diagnóstico;

  • garantia do fornecimento regular de medicamentos pelo SUS.

A paracoccidioidomicose nasce na terra, mas seus impactos atingem comunidades inteiras. Por isso, enfrentar a doença exige informação, vigilância e ação coordenada do poder público.

Fonte: Metrópoles

Ano começa com conta de luz mais barata; veja o calendário de 2026

Conta de luz mais barata em 2026 com bandeira verde definida pela Aneel
Aneel definiu bandeira verde para janeiro e divulgou o calendário das bandeiras tarifárias de 2026.

O ano de 2026 começa com uma notícia positiva para o bolso dos brasileiros. Logo em janeiro, a conta de luz mais barata entra em vigor após a Agência Nacional de Energia Elétrica definir a bandeira verde para o período. Com isso, não haverá cobrança extra nas faturas de energia elétrica.

Além dessa definição inicial, a Aneel também divulgou o calendário das bandeiras tarifárias de 2026, permitindo que o consumidor acompanhe, mês a mês, possíveis mudanças no valor da conta.

Conta de luz começa o ano sem cobrança adicional

Atualmente, com a bandeira verde, os consumidores não pagam nenhum acréscimo na conta de luz. Na prática, isso ocorre quando as condições de geração de energia são consideradas favoráveis em todo o país.

Principalmente, o bom nível dos reservatórios e a menor necessidade de acionamento de usinas térmicas, que possuem custo mais elevado, contribuem para esse cenário. Dessa forma, o valor final da fatura permanece estável no início de 2026.

Como funciona o sistema de bandeiras tarifárias

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015. Desde então, o modelo passou a indicar de forma mais transparente o custo real da geração de energia elétrica para o consumidor final.

Todos os meses, o Operador Nacional do Sistema Elétrico avalia fatores como nível dos reservatórios, volume de chuvas, demanda por energia e necessidade de uso de usinas térmicas. A partir dessa análise, a Aneel define qual bandeira será aplicada no mês seguinte.

Assim, quando as condições são favoráveis, a bandeira permanece verde. Por outro lado, quando os custos aumentam, entram em vigor as bandeiras amarela ou vermelha, que geram cobrança adicional na conta de luz.

Aneel divulga o calendário das bandeiras tarifárias de 2026

Para facilitar o planejamento financeiro dos consumidores, a Aneel divulgou o calendário oficial das bandeiras tarifárias de 2026. A agência informa, sempre ao final de cada mês, qual bandeira estará em vigor no mês seguinte.

Confira as datas de divulgação ao longo do ano:

  • Bandeira de fevereiro: anúncio em 30 de janeiro

  • Bandeira de março: anúncio em 27 de fevereiro

  • Bandeira de abril: anúncio em 27 de março

  • Bandeira de maio: anúncio em 24 de abril

  • Bandeira de junho: anúncio em 29 de maio

  • Bandeira de julho: anúncio em 26 de junho

  • Bandeira de agosto: anúncio em 31 de julho

  • Bandeira de setembro: anúncio em 28 de agosto

  • Bandeira de outubro: anúncio em 25 de setembro

  • Bandeira de novembro: anúncio em 30 de outubro

  • Bandeira de dezembro: anúncio em 27 de novembro

  • Bandeira de janeiro de 2027: anúncio em 23 de dezembro

Planejamento ajuda a economizar na conta de luz

Com o acompanhamento mensal das bandeiras tarifárias, o consumidor consegue se organizar melhor ao longo do ano. Assim, torna-se possível adotar medidas simples de economia nos períodos em que a geração de energia fica mais cara.

Além disso, reduzir desperdícios, evitar o uso excessivo de eletrodomésticos e priorizar equipamentos eficientes ajuda a manter a conta de luz mais barata ao longo de 2026. Portanto, o calendário divulgado pela Aneel se torna uma ferramenta essencial para o planejamento financeiro das famílias.

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 130 milhões em sorteio realizado nesta quinta-feira

Mega-Sena vai sortear R$ 130 milhões nesta quinta

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Mega-Sena pode pagar R$ 130 milhões nesta quinta. Veja horário do sorteio, valor da aposta e as chances de ganhar o prêmio acumulado.
Prefeitura de Porto Velho amplia ações em proteção animal, reciclagem, agricultura e assistência social

Prefeitura de Porto Velho amplia pacote de ações e leva serviços direto à população

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A Prefeitura de Porto Velho amplia ações em proteção animal, reciclagem, agricultura familiar e assistência social, levando serviços mais perto da população.
Nova vacina contra HIV que neutraliza o vírus com dose única em estudo experimental

Nova vacina contra HIV neutraliza o vírus com dose única em testes

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Nova vacina contra HIV demonstra neutralização do vírus com dose única em testes pré-clínicos e pode transformar protocolos de imunização.
Fraude no INSS com delação premiada em investigação no STF

Fraude no INSS: ex-dirigentes presos negociam delação e citam possível elo político

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Fraude no INSS avança com negociação de delação premiada no STF. Defesa de Lulinha afirma que ele não é investigado.
Vacina contra dengue em Rondônia e avanço da ponte na RO 495 com ação do Rondônia Cidadã

Vacina contra dengue, ponte e Rondônia Cidadã movimentam o estado

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Vacina contra dengue começa a ser aplicada em Rondônia enquanto ponte na RO 495 avança e Rondônia Cidadã leva serviços a Jaru.