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quarta-feira, junho 24, 2026
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Assista: Gliricídia pode reduzir custos e aumentar a produção no agro

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Gliricídia no agro é o tema deste episódio do RuralCast, em parceria com a UNIR, que mostra como a planta pode ajudar produtores rurais a reduzir custos, melhorar a alimentação animal e buscar mais eficiência na produção.

No vídeo, especialistas explicam por que a gliricídia vem ganhando espaço como alternativa sustentável para o campo. A planta aparece como opção para reforçar a nutrição do rebanho, apoiar o manejo do solo e oferecer mais segurança alimentar durante o período de seca.

Gliricídia no agro é tema do RuralCast sobre redução de custos e aumento da produção rural
RuralCast mostra como a gliricídia pode ajudar produtores rurais na alimentação animal, no manejo do solo e na redução de custos.

Ative o som e assista ao episódio.

Gliricídia no agro pode reduzir custos na propriedade

Um dos pontos centrais do episódio é o impacto da gliricídia no agro na redução de custos, especialmente na alimentação animal. Os especialistas explicam que a nutrição representa uma das maiores despesas da propriedade rural e que alternativas produzidas dentro da própria área podem diminuir a dependência de insumos externos.

A planta é apresentada como uma espécie de recurso forrageiro disponível na propriedade. Durante a conversa, os participantes destacam que a gliricídia pode ser usada em sistemas que buscam mais eficiência produtiva sem elevar os gastos do produtor.

O que o episódio mostra

5 usos da gliricídia como estratégia no campo

Alimentação animal
A planta pode reforçar a dieta do rebanho e reduzir gastos com complementação externa.
Período de seca
A gliricídia ajuda a manter oferta de alimento quando o pasto perde qualidade.
Solo mais fértil
Como leguminosa, contribui para a fixação natural de nitrogênio no solo.
Mais produtividade
O manejo adequado permite usar melhor a área e ampliar a oferta de alimento.
Teste gradual
A recomendação é começar em área pequena e avaliar a resposta dos animais.

Planta ajuda na alimentação animal durante a seca

No episódio, os especialistas explicam que a seca costuma reduzir a qualidade do pasto e afetar diretamente o desempenho do rebanho. Nesse cenário, a gliricídia no agro aparece como alternativa para manter oferta de alimento verde e ajudar o produtor a enfrentar meses mais críticos.

A conversa também aborda o valor nutricional da planta. Segundo os participantes, a gliricídia pode apresentar boa concentração de proteína bruta e digestibilidade, o que reforça seu potencial como complemento na alimentação de ruminantes.

RuralCast destaca manejo correto e sustentabilidade

Outro alerta importante é o manejo. Os convidados reforçam que nenhuma tecnologia deve ser adotada sem planejamento. A orientação apresentada no programa é começar em pequena escala, observar a resposta no campo e ampliar o uso apenas quando o produtor tiver segurança sobre o resultado.

Além da alimentação animal, o episódio cita benefícios ligados à adubação verde, à fixação de nitrogênio e ao uso da planta em estratégias de recuperação de áreas. Por isso, o uso da gliricídia exige orientação, observação e acompanhamento técnico.

Gliricídia no agro aproxima pesquisa e produção rural

O episódio reforça a importância da parceria entre o RuralCast e a Universidade Federal de Rondônia. A proposta é levar conhecimento aplicado ao produtor rural, conectando pesquisa, extensão universitária e desafios reais da propriedade.

Para quem atua no campo, o conteúdo mostra que pequenas mudanças no manejo podem gerar ganhos importantes. Ao produzir mais alimento dentro da propriedade, o produtor pode reduzir compras externas, melhorar a eficiência do rebanho e avançar com mais sustentabilidade.

A mensagem central do vídeo é prática: a gliricídia no agro pode ser uma solução acessível para produtores que desejam gastar menos, melhorar o solo e fortalecer a produção animal com tecnologia simples e aplicável à realidade do campo.

Fonte da notícia:
Olá Rondônia no YouTube.

Oncologia no Hospital de Base em Rondônia passa de 20 mil atendimentos

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oncologia no Hospital de Base
Hospital de Base Dr Ary Pinheiro reforça atendimento oncológico em Rondônia com estrutura hospitalar e cuidado especializado aos pacientes.

Oncologia no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro ultrapassou a marca de 20 mil atendimentos médicos entre 2023 e 2025, consolidando a unidade como referência no cuidado especializado a pacientes com câncer em Rondônia. O serviço é realizado pela Unidade de Alta Complexidade em Oncologia, a Unacon, vinculada à Secretaria de Estado da Saúde.

Corredor do Hospital de Base Dr Ary Pinheiro onde funciona atendimento de oncologia em Rondônia
Unacon do Hospital de Base Dr Ary Pinheiro registra mais de 20 mil atendimentos oncológicos em Rondônia

A unidade oferece primeiras consultas, retornos e avaliações clínicas, garantindo acompanhamento contínuo aos pacientes atendidos pela rede pública. De acordo com os dados divulgados pelo governo estadual, foram 5.047 atendimentos médicos em 2023, 7.188 em 2024 e 7.965 no último ano, totalizando mais de 20 mil registros no período.

Total acumulado

20 mil+

Atendimentos médicos foram registrados no período informado.

Evolução anual

5.047 → 7.965

Os registros cresceram entre 2023 e o último ano divulgado.

Perfil do serviço

SUS

A assistência segue as diretrizes da rede pública de saúde.

Oncologia no Hospital de Base atende média e alta complexidade

A oncologia no Hospital de Base atende pacientes com diagnóstico de câncer que precisam de cuidado especializado de média e alta complexidade. A proposta é garantir assistência integral, humanizada e alinhada às diretrizes do Sistema Único de Saúde.

Na prática, o atendimento não se limita à consulta inicial. A Unacon organiza o acompanhamento longitudinal, com retornos, avaliações clínicas e seguimento conforme o quadro de cada paciente. Esse modelo é essencial para manter a continuidade do tratamento e reduzir lacunas no cuidado.

Linha de cuidado

Especialidades que sustentam o atendimento

A unidade reúne áreas que permitem abordagem multidisciplinar para diferentes perfis clínicos de pacientes oncológicos.

Mastologia oncológica
Hematologia
Urologia oncológica
Oncologia clínica
Cirurgia torácica
Cirurgia de cabeça e pescoço

Atendimento inclui diagnóstico, tratamento e acompanhamento

Os atendimentos na Unacon abrangem diversas especialidades que compõem a linha de cuidado contra o câncer. Entre as áreas citadas estão cirurgia de cabeça e pescoço, mastologia oncológica, cirurgia torácica oncológica, hematologia, cirurgia oncológica geral, patologia cervical, urologia oncológica, ortopedia oncológica, oncologia clínica, cirurgia do aparelho digestivo e cirurgia plástica oncológica.

A oncologia no Hospital de Base também atua de forma integrada com outros serviços hospitalares e com a rede de atenção à saúde. A unidade acompanha pacientes encaminhados para serviços conveniados de quimioterapia e radioterapia, conforme indicação médica.

Fluxo do paciente

Como o acesso é organizado

1. Encaminhamento médico

O paciente precisa de indicação formal para entrar no fluxo da unidade.

2. Regulação estadual

O atendimento é organizado por sistemas oficiais, com destaque para o SISREG.

3. Seguimento clínico

A unidade mantém retornos, avaliações e encaminhamentos conforme o caso.

Unacon funciona anexa ao Hospital de Base em Porto Velho

Todo o fluxo de atendimento é organizado por meio dos sistemas oficiais de regulação, com destaque para o Sistema de Regulação Estadual. Para ser atendido, o paciente precisa ter encaminhamento médico. A Unacon fica anexa ao Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, na Avenida Governador Jorge Teixeira, nº 3.766, bairro Industrial, em Porto Velho.

Para o secretário de Estado da Saúde, Edilton Oliveira, o avanço nos números mostra o compromisso da gestão com a ampliação do acesso ao tratamento oncológico. Segundo ele, a rede especializada vem sendo fortalecida para oferecer atendimento qualificado, acompanhamento contínuo e estrutura adequada aos casos de maior complexidade.

Serviço ao leitor

Informações essenciais para o paciente

Onde fica: anexo ao Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, em Porto Velho.

Como acessar: é necessário encaminhamento médico e entrada pelo fluxo regulado.

O que oferece: consultas, retornos, avaliações clínicas, acompanhamento e suporte dentro da linha de cuidado oncológico.

Com o crescimento dos registros, a oncologia no Hospital de Base ganha ainda mais relevância para pacientes que dependem do SUS em Rondônia. O resultado também reforça a necessidade de manter uma rede organizada, com acesso regulado, equipe especializada e continuidade no cuidado.

A estrutura da oncologia no Hospital de Base concentra uma etapa sensível da assistência pública. Ela ajuda a garantir que o paciente com câncer receba avaliação adequada, tenha acompanhamento regular e siga o tratamento conforme a complexidade do caso.

Vinhos atingidos por enchentes viram símbolo de retomada no RS

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vinhos soterrados por enchentes
Garrafa de vinho e uvas em cenário de vinhedo representam a reconstrução de produtores da Serra Gaúcha após as enchentes.

Vinhos soterrados por enchentes viraram símbolo de resistência no Rio Grande do Sul depois que produtores da Serra Gaúcha transformaram perdas causadas pela lama em uma edição especial. Após a maior catástrofe ambiental da história recente do estado, a viticultura vive um momento de retomada, com safra considerada emblemática e produção acima da média.

Segundo dados citados pela Emater-RS, a safra deste ano chegou a 905 mil toneladas, somando uvas de mesa e uvas destinadas à indústria. A recuperação, porém, não veio apenas do clima favorável. Ela também reflete investimento em tecnologia, persistência dos agricultores e novas estratégias para reduzir os impactos das mudanças climáticas no campo.

Safra

905 mil t

Volume reúne uvas de mesa e uvas usadas pela indústria.

Prejuízo

R$ 1,5 mi

Perda acumulada em três anos na propriedade da família Argenta.

Edição especial

180 garrafas

Rótulos limpos e vendidos como lembrança da enchente.

Vinhos soterrados por enchentes ganham novo significado

Em Barão, na Serra Gaúcha, a família do produtor Arnaldo Argenta enfrentou transbordamentos e enchentes por três anos consecutivos, entre 2023 e 2025. Em maio de 2024, a lama atingiu máquinas e comprometeu a produção que estava em fermentação. O prejuízo acumulado chegou a R$ 1,5 milhão.

Mesmo diante das perdas, os vinhos soterrados por enchentes foram transformados em memória e resistência. Das garrafas atingidas, 180 unidades foram limpas e comercializadas como “Edição Inundação”, acompanhadas de um poema sobre a força da terra e da água. A iniciativa deu novo sentido ao que, inicialmente, parecia apenas destruição.

Área rural alagada no Rio Grande do Sul mostra lavouras, casas e estradas atingidas pelas enchentes.
Vista aérea mostra áreas rurais tomadas pela água durante as enchentes que afetaram lavouras e propriedades no Rio Grande do Sul.

Da lama à memória

O caso da família Argenta mostra como a tragédia passou a ser contada também pela produção rural. As garrafas preservadas carregam a marca do desastre, mas também registram a tentativa dos produtores de transformar perda em continuidade, renda e identidade.

Tecnologia ajuda produtores a reduzir riscos climáticos

A retomada da viticultura passa por uma mudança prática no manejo das plantações. Para reduzir os efeitos das chuvas intensas e das variações extremas do tempo, produtores apostam no sistema de cultivo coberto. A técnica protege os frutos da chuva e reduz em até 90% a ocorrência de doenças fúngicas.

O custo, no entanto, ainda pesa no planejamento das propriedades. A implantação pode chegar a R$ 450 mil por hectare, valor alto para pequenos e médios produtores. Ainda assim, a proteção física aparece como alternativa para quem tenta manter qualidade, reduzir perdas e evitar que novos vinhos soterrados por enchentes representem perdas ainda maiores no futuro.

O que muda no campo

Proteção: a cobertura reduz o contato direto dos cachos com a chuva intensa.

Sanidade: a queda de doenças fúngicas pode chegar a 90%, segundo a reportagem.

Custo: o desafio é o investimento elevado, estimado em até R$ 450 mil por hectare.

Novas variedades reforçam adaptação da viticultura

Além das estruturas cobertas, a pesquisa com novas uvas ganhou importância. Em Santa Teresa, a família de João Paulo Berra mantém uma área experimental com 50 variedades de uvas europeias. Entre elas está a Palava, originária da República Checa, descrita como uma uva precoce.

Garrafa de vinho, uvas maduras e mesa molhada representam a retomada da viticultura na Serra Gaúcha após enchentes.
Garrafa de vinho e uvas em cenário de vinhedo representam a reconstrução de produtores da Serra Gaúcha após as enchentes.

Essa característica ajuda a escalonar a colheita e o processamento industrial, reduzindo a pressão nos períodos de pico. Na prática, a adaptação permite que os produtores organizem melhor o trabalho, preservem a qualidade da fruta e diminuam riscos. Nesse contexto, os vinhos soterrados por enchentes também expõem uma virada mais ampla: produzir vinho no Sul exige tradição, mas também inovação.

ADAPTAÇÃO

Pesquisa, manejo e tradição passam a caminhar juntos

A viticultura da Serra Gaúcha combina legado familiar com decisões técnicas. Novas variedades, cultivo protegido e melhor organização da colheita ajudam produtores a enfrentar extremos climáticos sem abandonar a identidade construída por gerações.

Tradição familiar sustenta retomada na Serra Gaúcha

A força da viticultura no Rio Grande do Sul também está ligada à história das famílias que cultivam uva. A tradição remonta à chegada dos imigrantes italianos em 1875. Hoje, cerca de 15 mil famílias cultivam uva no estado, e 90% da produção está concentrada na região serrana.

Para produtores como João Paulo Berra, a atividade não representa apenas renda. Ela também carrega pertencimento, sucessão familiar e memória. Mesmo trabalhando na cidade, ele retorna todos os anos durante a colheita para manter viva a tradição da quinta geração da família, em um setor que agora convive com o alerta deixado pelos vinhos soterrados por enchentes.

LEGADO E FUTURO

A recuperação vai além da safra

A história dos vinhos soterrados por enchentes mostra que a recuperação do agro não se mede apenas em toneladas. Ela também aparece na capacidade de preservar lavouras, reconstruir estruturas, investir em tecnologia e manter comunidades produtivas diante de eventos extremos.

Com safra forte e iniciativas simbólicas, os vinhos soterrados por enchentes passaram a representar mais do que uma edição especial. Eles sintetizam a retomada de famílias que enfrentaram lama, prejuízo e incerteza, mas seguem apostando na terra, na tecnologia e na continuidade da viticultura na Serra Gaúcha.

A reação dos produtores reforça uma mensagem importante para o agronegócio brasileiro: tradição e inovação precisam caminhar juntas. Em regiões expostas a extremos climáticos, a permanência no campo dependerá cada vez mais de planejamento, adaptação e capacidade de transformar perdas em novos caminhos produtivos.

Fonte da notícia: G1

Plataformas de previsão terão limite para apostas no Brasil

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apostas não financeiras
Nova regra do CMN restringe plataformas de previsões e separa apostas não financeiras de contratos econômicos regulados.

Apostas não financeiras em plataformas de previsões serão proibidas no Brasil a partir do início de maio. A decisão foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional e atinge contratos ligados a temas como esportes, política, entretenimento, eventos sociais e culturais.

Na prática, as plataformas de mercado preditivo só poderão manter contratos relacionados a temas econômicos e financeiros, como inflação, juros, câmbio e preço de commodities. A medida busca fechar uma brecha regulatória e separar o que pode ser tratado como produto financeiro do que passa a ser visto como jogo de azar.

Painel da decisão

A nova regra reorganiza o mercado de previsões e separa investimento financeiro de aposta sobre evento popular.

O que muda

Eventos populares saem do radar

Contratos sobre esporte, política e entretenimento deixam de ser aceitos como previsão financeira.

Quando vale

A partir de 4 de maio

As plataformas terão de adequar produtos oferecidos ao público brasileiro.

Quem regula

CMN e CVM

O CMN definiu a regra e a CVM fará a regulamentação complementar.

Apostas não financeiras deixam de ser permitidas

Com a nova regra, apostas não financeiras sobre resultados esportivos, eleições, reality shows e eventos culturais deixam de ser aceitas em plataformas de previsões no país. A proibição também alcança empresas estrangeiras que ofereçam esse tipo de contrato a brasileiros.

O governo passou a entender que essas operações não funcionam como investimento tradicional. Quando o contrato depende de um fato sem natureza econômica, como o resultado de uma eleição ou de um jogo, a atividade se aproxima das apostas de quota fixa, conhecidas como bets.

Fica proibido

Previsões sobre fatos sem natureza financeira

Plataformas de mercado preditivo não poderão oferecer contratos sobre jogos esportivos, eleições, política, reality shows, entretenimento e eventos sociais ou culturais.

Continua permitido

Contratos com base econômica verificável

Seguem possíveis operações ligadas a juros, inflação, câmbio, petróleo e outras commodities, desde que dentro da supervisão do mercado financeiro.

Leitura rápida: a regra não acaba com todas as apostas, mas impede que contratos sobre eventos populares sejam oferecidos como se fossem produtos financeiros.

Bets esportivas autorizadas continuam funcionando

A decisão do CMN não significa o fim das bets esportivas no Brasil. Na prática, o usuário ainda pode apostar em plataformas de apostas de quota fixa, como casas esportivas conhecidas, desde que elas estejam autorizadas pelo Ministério da Fazenda a operar no país.

Imagem promocional da Bet365 em estádio de futebol, usada para ilustrar apostas esportivas autorizadas no Brasil
Bets esportivas autorizadas seguem funcionando no Brasil, enquanto plataformas de previsões ficam proibidas de operar apostas não financeiras.

A diferença está no tipo de serviço oferecido. Uma bet regulamentada atua dentro das regras do setor de apostas, com exigência de licença, pagamento de taxas e normas de proteção ao jogador. Já as plataformas de mercado preditivo tentavam oferecer contratos sobre eventos não financeiros como se fossem produtos de investimento, sem seguir o mesmo enquadramento das bets.

Diferença essencial para o leitor

A pergunta central é: a plataforma funciona como bet autorizada ou como mercado de previsão?

Bet esportiva autorizada

Permite apostas em eventos esportivos dentro da regulação das apostas de quota fixa.

Pode operar se tiver autorização válida no Brasil.

Mercado preditivo

Negocia contratos entre usuários sobre acontecimentos futuros, como eleições, reality shows ou jogos.

Não pode vender evento popular como produto financeiro.

Como funcionam os mercados preditivos

O mercado preditivo opera como uma espécie de ambiente de negociação sobre eventos futuros. Os usuários compram e vendem contratos baseados em perguntas simples, como se determinado fato vai acontecer ou não. Se o evento ocorre, quem comprou o contrato certo ganha dinheiro. Caso contrário, perde.

A diferença em relação às bets está na estrutura da operação. Nas apostas tradicionais, a empresa define regras e prêmios. Nos mercados preditivos, os próprios usuários negociam entre si. Ainda assim, quando o tema não envolve variável econômica, o governo considera que apostas não financeiras devem seguir a lógica regulatória das bets.

Lógica do governo

Separar investimento de jogo

Risco regulatório: contratos sobre fatos não financeiros poderiam escapar das exigências impostas às bets autorizadas.

Proteção ao usuário: a regra busca reduzir confusão entre aposta, especulação e produto financeiro supervisionado.

Organização do setor: plataformas que quiserem atuar com apostas devem seguir o enquadramento próprio das bets.

CVM ficará responsável por regulamentação complementar

A regulamentação complementar ficará sob responsabilidade da Comissão de Valores Mobiliários. A CVM deverá detalhar como as plataformas poderão atuar quando os contratos estiverem ligados a indicadores financeiros ou econômicos.

Com isso, apostas não financeiras perdem espaço dentro de plataformas de previsões, enquanto contratos vinculados a variáveis de mercado continuam possíveis. A mudança reduz a atuação de empresas que ofereciam previsões sobre eleições, eventos globais e disputas esportivas.

Linha de adequação

O setor passa a ter uma divisão mais clara entre produto financeiro, mercado preditivo e bet autorizada.

1. Retirada

Contratos sobre fatos não financeiros deverão sair das plataformas de previsão.

2. Supervisão

Contratos econômicos permanecem sob regras do mercado financeiro e da CVM.

3. Separação

Apostas esportivas seguem outro caminho: o das bets autorizadas pela Fazenda.

Ponto de atenção: o usuário deve verificar se a casa de aposta usada está autorizada oficialmente antes de apostar.

O que muda para quem usa essas plataformas

Para o usuário comum, a mudança significa que apostas não financeiras sobre temas populares não deverão mais aparecer legalmente em plataformas de mercado preditivo. Quem quiser apostar em eventos esportivos deverá verificar se a casa de apostas está regularizada e autorizada a operar no Brasil.

Já quem atua com produtos financeiros deverá observar as regras da CVM. O objetivo do governo é evitar confusão entre investimento e jogo, reduzir especulação excessiva e aumentar a segurança regulatória em um setor que vinha crescendo sem limites claros. Nesse novo cenário, apostas não financeiras ficam fora das plataformas de previsão e passam a depender do enquadramento correto no setor de bets, quando envolverem apostas esportivas.

Assim, a proibição de apostas não financeiras marca uma nova etapa na regulação das plataformas digitais de previsão no Brasil. O mercado continuará existindo, mas com foco restrito a contratos econômicos e financeiros, sob fiscalização mais definida.

Fonte da notícia: Agência Brasil

Assista: Engenheiros destacam importância do conhecimento e especialização no PodRondônia

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Engenheiros no PodRondônia discutem como o conhecimento, a especialização e a atualização constante podem mudar a trajetória profissional na engenharia. O episódio recebeu o presidente do CREA-RO, Abelardo Castro, e o engenheiro civil Fábio Kikuchi para uma conversa sobre carreira, estruturas e oportunidades no mercado.

Engenheiros no PodRondônia falam sobre conhecimento e especialização na carreira profissional
Abelardo Castro e Fábio Kikuchi participam do PodRondônia em episódio sobre conhecimento, especialização e oportunidades na engenharia.

Durante o bate-papo, os convidados destacam que a engenharia exige aprendizado contínuo, visão técnica e capacidade de adaptação. A conversa também aborda áreas como concreto armado, concreto protendido, estrutura metálica, networking e uso da internet como ferramenta para acelerar o crescimento profissional.

Ative o som e assista ao episódio.

Engenheiros no PodRondônia falam sobre conhecimento e carreira

O episódio reforça uma ideia central: na engenharia, conhecimento técnico pode abrir portas mais rápido do que a experiência isolada. Fábio Kikuchi relembra sua trajetória em Porto Velho, a formação em engenharia civil e a decisão de buscar especializações fora do estado para atuar com mais segurança em áreas estruturais.

Ao longo da conversa, os convidados também chamam atenção para a necessidade de o profissional sair da estagnação. Para eles, quem investe em cursos, eventos, internet, relacionamento profissional e aprofundamento técnico consegue enxergar oportunidades que muitas vezes passam despercebidas no mercado.

O que o episódio destaca

5 pontos para quem quer crescer na engenharia

Conhecimento contínuo
Atualização constante ajuda o profissional a acompanhar novas demandas do mercado.
Especialização técnica
Áreas como concreto armado, protendido e estrutura metálica exigem preparo específico.
Networking
Cursos, eventos e contatos profissionais ampliam caminhos e novas oportunidades.
Uso da internet
Conteúdos online, cursos e mentores digitais ajudam no avanço profissional.
Visão de mercado
A conversa mostra como transformar qualificação em renda, autoridade e crescimento.

Especialização em estruturas ganha destaque no episódio

Um dos pontos centrais do programa é a atuação em estruturas. Fábio Kikuchi comenta a busca por formação em diferentes áreas, como estruturas de concreto armado, estrutura metálica e concreto protendido. A trajetória mostra como a escolha por um nicho técnico pode fortalecer a carreira do engenheiro.

O conteúdo também apresenta um convite para um curso gratuito no CREA, voltado a profissionais e estudantes interessados em aprofundar conhecimentos. A proposta reforça o papel da qualificação prática como ponte entre formação acadêmica, mercado e novas oportunidades.

CREA-RO reforça papel da atualização profissional

Na conversa, Abelardo Castro destaca a importância de valorizar profissionais, divulgar trajetórias e aproximar o sistema profissional da realidade de quem atua na engenharia. O episódio mostra o CREA-RO como espaço de orientação, atualização e conexão para quem busca crescer na área.

Mais do que uma entrevista sobre currículo, o episódio funciona como um alerta para engenheiros e estudantes: o mercado muda rápido, e quem deixa de aprender tende a ficar para trás. Por isso, o tema central do vídeo é simples e direto: conhecimento continua sendo um dos maiores diferenciais competitivos da profissão.

Fonte da notícia:
PodRondônia no YouTube.

Mega-Sena não tem ganhador e próximo concurso pode pagar R$ 100 milhões

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Mega-Sena acumula
Mega-Sena acumula no concurso 2.999 e próximo sorteio pode pagar R$ 100 milhões.

Mega-Sena acumula no concurso 2.999, realizado na noite desta quinta-feira (23), em São Paulo, e o prêmio principal para o próximo sorteio foi estimado em R$ 100 milhões. Nenhuma aposta acertou as seis dezenas sorteadas: 09 – 24 – 26 – 38 – 45 – 58.

Apesar de ninguém levar a faixa principal, milhares de jogadores foram premiados nas faixas menores. A quina teve 111 apostas ganhadoras, com prêmio de R$ 28.755,27 para cada uma. Já a quadra registrou 5.741 apostas vencedoras, e cada bilhete vai receber R$ 916,43.

Painel do resultado

O que saiu no concurso 2.999

Dezenas

09 24 26 38 45 58

Números sorteados em São Paulo.

Próximo prêmio

R$ 100 mi

Valor estimado após acumular.

Faixas menores

5.852

Apostas premiadas na quina e quadra.

Mega-Sena acumula após ninguém acertar as seis dezenas

Com o resultado, a Mega-Sena acumula novamente e chega ao concurso 3.000 com uma estimativa que deve aumentar a procura por apostas em todo o país. O valor de R$ 100 milhões coloca o próximo sorteio entre os mais aguardados pelos apostadores, especialmente pela combinação de prêmio alto e ampla mobilização nas lotéricas e canais digitais.

A aposta simples da Mega-Sena custa R$ 6. Os jogos podem ser feitos até as 20h, no horário de Brasília, em casas lotéricas credenciadas, pelo site das Loterias Caixa ou pelo aplicativo oficial. Para participar pela internet, é preciso ter 18 anos ou mais, além de seguir as formas de pagamento aceitas pela Caixa.

Como ficou a premiação

A faixa principal não teve ganhador, mas duas categorias distribuíram prêmios para apostadores que chegaram perto das seis dezenas.

  • 5 acertos: 111 apostas ganhadoras, com R$ 28.755,27 para cada uma.
  • 4 acertos: 5.741 apostas ganhadoras, com R$ 916,43 para cada uma.

A Mega-Sena acumula em um momento de atenção maior para os concursos da Caixa, já que os sorteios seguem um calendário fixo durante a semana. A modalidade tem três extrações semanais, realizadas às terças, quintas e sábados, o que mantém o prêmio em circulação constante e permite nova rodada de apostas em pouco tempo.

Probabilidade mostra o tamanho do desafio

Segundo a Caixa, a chance de acertar o prêmio principal com uma aposta simples, de seis dezenas, é de 1 em 50.063.860. Já uma aposta com 20 dezenas, limite máximo permitido, aumenta a probabilidade para 1 em 1.292, mas o custo sobe para R$ 232.560,00.

Comparativo

Aposta simples x aposta máxima

Aposta simples: custa R$ 6 e tem chance de 1 em 50.063.860 para o prêmio principal.

Aposta com 20 dezenas: custa R$ 232.560,00 e reduz a chance para 1 em 1.292.

Embora as probabilidades sejam baixas, concursos acumulados costumam ampliar a expectativa do público. Agora que a Mega-Sena acumula para R$ 100 milhões, a tendência é que o movimento cresça até o fechamento das apostas do próximo concurso.

O apostador deve conferir os números no comprovante antes de finalizar o jogo e guardar o bilhete, caso tenha apostado em lotérica. Nas apostas online, o registro fica vinculado aos canais digitais oficiais. A orientação é usar apenas plataformas da Caixa e evitar páginas não oficiais que prometem intermediar jogos.

Serviço ao apostador

O que observar antes do próximo sorteio

Horário limite: apostas para concursos da Mega-Sena podem ser feitas até as 20h, no horário de Brasília.

Canais oficiais: lotéricas, site das Loterias Caixa e aplicativo oficial concentram os registros válidos.

Valor mínimo: a aposta simples custa R$ 6 e permite escolher seis dezenas.

Como a Mega-Sena acumula sem ganhador na faixa principal, o próximo sorteio passa a concentrar a atenção de quem acompanha loterias. O prêmio de R$ 100 milhões pode mudar de mãos se uma ou mais apostas acertarem as seis dezenas.

Até lá, a Mega-Sena acumula expectativa, movimenta apostas e mantém o concurso 3.000 no centro das buscas por resultado, prêmio e calendário das loterias. A recomendação final é acompanhar os canais oficiais e conferir todos os dados antes de apostar.

Fonte da notícia: G1

Presídios de Rondônia recebem 508 livros para ressocialização

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livros nas prisões de Rondônia
Doação de obras literárias amplia o acesso à leitura e fortalece ações de ressocialização no sistema prisional.

Livros nas prisões de Rondônia ganharam novo reforço com a doação de 508 obras literárias ao projeto Pró-Leitura, no Centro de Ressocialização Vale do Guaporé, em Porto Velho. A entrega ocorreu na quarta-feira (15) e amplia o acesso à leitura dentro do sistema prisional estadual.

O acervo reúne clássicos da literatura brasileira e internacional, obras de mistério, filosofia, história, ficção, literatura infantojuvenil, dicionários e produções acadêmicas. Segundo o Governo de Rondônia, os exemplares serão distribuídos para todas as unidades prisionais do estado, fortalecendo ações de educação, ressocialização e preparação para o retorno à sociedade.

Painel da ação

O que muda com a doação

ACERVO

508 livros

Obras literárias serão encaminhadas para unidades prisionais do estado.

FOCO

Educação prisional

A leitura entra como ferramenta de formação, reflexão e reinserção social.

DIREITO

Remição de pena

A obra lida e resenhada pode reduzir até quatro dias da pena.

Livros nas prisões de Rondônia ampliam acesso à leitura

A iniciativa foi desenvolvida pelo Poder Judiciário de Rondônia, por meio do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Medidas Socioeducativas, em parceria com a Secretaria de Estado da Justiça. A ação também aproxima instituições públicas de uma pauta sensível: a educação como caminho para reduzir barreiras dentro e fora do cárcere.

Homem lendo livro em biblioteca.

Na prática, os livros nas prisões de Rondônia ajudam a criar uma rotina de estudo, interpretação e produção de resenhas. Esse processo não funciona apenas como atividade cultural. Ele também pode contribuir para o desenvolvimento crítico, a disciplina de leitura e a construção de novas perspectivas para pessoas privadas de liberdade.

Por que a leitura importa

Educação dentro do sistema prisional tem impacto direto na reinserção social

O acesso ao livro cria uma ponte entre formação educacional, reflexão pessoal e oportunidade de mudança. Em ambientes de privação de liberdade, esse contato com a leitura pode ampliar repertório, melhorar escrita e fortalecer o preparo para o convívio social após o cumprimento da pena.

Acervo reúne clássicos, filosofia, ficção e obras acadêmicas

Entre os autores citados estão Machado de Assis e Gabriel García Márquez, além de outros grandes nomes da literatura. A diversidade do acervo é importante porque permite alcançar diferentes perfis de leitores. Assim, os livros nas prisões de Rondônia podem atender desde quem busca obras clássicas até quem precisa de materiais de apoio, consulta e formação geral.

Pilhas de livros empilhados desordenadamente.

A leitura também se conecta à Lei de Execução Penal, que permite a remição de pena por estudo e leitura. Conforme a regra aplicada a esse tipo de iniciativa, cada obra lida e resenhada pode resultar na redução de até quatro dias da pena. Portanto, o livro passa a ter papel pedagógico, social e jurídico.

Como a leitura pode gerar remição

1. Leitura

O reeducando acessa uma obra do acervo disponível.

2. Resenha

Após a leitura, produz um texto de compreensão da obra.

3. Resultado

A atividade pode reduzir até quatro dias da pena.

Sejus destaca transformação social pela educação

A diretora de Políticas Penais da Sejus, Larissa Guedes, destacou que o acesso à leitura contribui para o desenvolvimento educacional, social e crítico das pessoas privadas de liberdade. Para ela, iniciativas desse tipo reforçam a transformação social por meio da educação e abrem novas oportunidades.

O titular da Sejus, Marcus Rito, também avaliou que a chegada do acervo fortalece e qualifica as ações de educação prisional. Segundo ele, os livros nas prisões de Rondônia estimulam o desenvolvimento pessoal e ajudam na preparação para o retorno à sociedade.

Síntese

Livro como ponte para cidadania

A doação atua em três frentes ao mesmo tempo

Ela amplia o acervo disponível, fortalece programas de leitura e dá suporte a uma política pública que combina educação, disciplina intelectual e reinserção social. Por isso, os livros nas prisões de Rondônia têm efeito que vai além da biblioteca: eles entram na rotina de formação dos reeducandos.

Política de leitura fortalece reinserção social

A ação está alinhada à Política Nacional de Leitura e Escrita, instituída pela Lei nº 13.696/2018. No sistema prisional, esse tipo de política pública ganha relevância porque oferece uma alternativa concreta de formação, especialmente em unidades onde o acesso a atividades educacionais precisa ser contínuo e organizado.

Com a distribuição dos exemplares, os livros nas prisões de Rondônia passam a alcançar diferentes unidades e ampliar o alcance do projeto Pró-Leitura. A medida reforça a ideia de que a ressocialização exige mais do que cumprimento de pena. Ela também depende de educação, acesso à cultura e oportunidades reais de reconstrução de trajetória.

Terapia celular contra Parkinson anima cientistas no Japão

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terapia celular contra parkinson
Pesquisa no Japão testa terapia celular para restaurar dopamina no cérebro de pacientes com Parkinson.

Terapia celular contra Parkinson testada no Japão trouxe resultados animadores ao usar neurônios produtores de dopamina criados em laboratório para substituir células afetadas pela progressão da doença. A técnica ainda está em fase experimental, mas reacendeu a esperança de pesquisadores e pacientes ao apontar melhora em sinais motores, tremores e rigidez.

O estudo clínico envolveu sete pacientes, com idades entre 50 e 70 anos, acompanhados após o transplante celular. Segundo os dados divulgados, houve aumento significativo da dopamina dois anos depois do procedimento, com crescimento médio de 44%. Também foram observadas respostas motoras positivas, com melhora relatada entre 20% e 50% em um dos casos.

Painel do avanço clínico

O que os primeiros resultados mostraram no Japão

Participantes

7 pacientes

Voluntários tinham entre 50 e 70 anos e diagnóstico já estabelecido.

Dopamina

44% de alta média

O aumento foi observado dois anos depois do transplante celular.

Sintomas motores

Melhora observada

O estudo relatou redução de tremores, rigidez e dificuldades de movimento.

Como funciona a terapia celular contra Parkinson

A terapia celular contra Parkinson usa células do sangue de doadores, que são reprogramadas em laboratório até se tornarem células-tronco pluripotentes induzidas, conhecidas como iPS. Essa tecnologia permite que as células sejam transformadas em diferentes tecidos do corpo humano.

No caso do Parkinson, os pesquisadores direcionam essas células para se tornarem neurônios dopaminérgicos, responsáveis pela produção de dopamina. Essa substância tem papel essencial no controle dos movimentos e costuma diminuir conforme a doença avança e compromete áreas específicas do cérebro.

Do laboratório ao cérebro

Etapa 1

Células do sangue são coletadas de doadores.

Etapa 2

O material é reprogramado em células-tronco iPS.

Etapa 3

As células viram neurônios produtores de dopamina.

Etapa 4

O transplante mira o putâmen, região ligada aos movimentos.

Após a preparação, os médicos implantam cerca de 10 milhões dessas células no cérebro do paciente. O procedimento exige pequenas aberturas no topo da cabeça e o uso de uma cânula fina para alcançar o putâmen, área profunda associada ao controle motor.

A proposta da terapia celular contra Parkinson é fazer com que as novas células passem a produzir dopamina de forma mais contínua. Com isso, os pesquisadores buscam reduzir a dependência exclusiva de tratamentos tradicionais, especialmente em pacientes que já não respondem bem à levodopa.

Quem pode se beneficiar do tratamento experimental

A técnica foi aplicada em pessoas com mais de cinco anos de diagnóstico e problemas motores persistentes. Esse perfil inclui pacientes que apresentam resposta limitada ao tratamento convencional ou enfrentam efeitos indesejados após o uso prolongado de medicamentos.

Perfil observado

O estudo envolveu pacientes com diagnóstico antigo, sintomas motores relevantes e necessidade de novas alternativas terapêuticas.

Ponto de cautela

A terapia celular contra Parkinson ainda não está liberada para uso clínico amplo e depende de estudos maiores.

Apesar do entusiasmo, os especialistas ressaltam que a terapia celular contra Parkinson não representa cura. A doença não afeta apenas os neurônios produtores de dopamina. Ela também envolve outras áreas e tipos celulares do cérebro, o que limita o alcance da técnica neste momento.

Por isso, o resultado deve ser interpretado como avanço científico relevante, não como solução definitiva. A terapia celular contra Parkinson atua na reposição de células específicas e pode abrir caminho para novas estratégias de tratamento, desde que a eficácia seja confirmada em grupos maiores.

Próximos passos antes da aprovação

Os pesquisadores agora pretendem ampliar o estudo para avaliar segurança, resposta clínica e duração dos efeitos em mais pacientes. Essa etapa será decisiva para indicar se a terapia celular contra Parkinson poderá avançar rumo ao uso médico fora do ambiente experimental.

Caminho até chegar aos pacientes

Fase atual: acompanhamento dos resultados iniciais em pacientes transplantados no Japão.

Próxima etapa: ampliação do estudo para confirmar eficácia e segurança em larga escala.

Uso clínico: só poderá ocorrer após comprovação científica mais robusta e aprovação regulatória.

Até lá, médicos e pacientes devem manter cautela. A terapia celular contra Parkinson mostra potencial importante, mas ainda precisa responder perguntas sobre alcance, durabilidade, riscos e indicação precisa. Mesmo assim, os dados divulgados no Japão reforçam o avanço das terapias regenerativas na neurologia.

Se os próximos estudos confirmarem os resultados, a terapia celular contra Parkinson poderá se tornar uma alternativa relevante para pacientes com sintomas motores difíceis de controlar. O caminho ainda exige validação, mas a pesquisa já representa uma das frentes mais promissoras no combate aos efeitos da perda de dopamina.

Fonte da notícia: Só Notícia Boa

Após reciprocidade, agente americano deixa o país por decisão do Itamaraty

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oficial dos EUA deixa o Brasil
Medida de reciprocidade do Itamaraty ocorre após expulsão de delegado brasileiro dos Estados Unidos.

Oficial dos EUA deixa o Brasil após determinação do Ministério das Relações Exteriores, em resposta direta à expulsão do delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho dos Estados Unidos. A decisão foi tratada pelo Itamaraty como aplicação do princípio da reciprocidade, após o governo norte-americano retirar o agente brasileiro que atuava em função de ligação no país.

Segundo a informação divulgada, Michel Myers deixou o território brasileiro na quinta-feira, 23 de abril. Ele trabalhava junto à Polícia Federal na troca de informações desde 2024, dentro de um acordo de cooperação bilateral entre Brasil e Estados Unidos.

Painel diplomático

O que está no centro da reação brasileira

1
Expulsão de delegado brasileiro
Marcelo Ivo de Carvalho foi retirado dos Estados Unidos, onde atuava como oficial de ligação junto ao ICE.
2
Resposta por reciprocidade
O Itamaraty determinou a saída de Michel Myers, que atuava em função similar no Brasil.
3
Tensão na cooperação bilateral
O caso envolve segurança, imigração, extradição e a confiança entre autoridades dos dois países.

Oficial dos EUA deixa o Brasil após reação do Itamaraty

O caso ganhou peso diplomático porque o Itamaraty avaliou que a retirada do delegado brasileiro dos Estados Unidos não seguiu a boa prática diplomática nem respeitou parâmetros de cooperação entre os dois países. Por isso, o governo brasileiro decidiu adotar uma medida equivalente em território nacional.

Fachada do Itamaraty em enquadramento macro com colunas e reflexo na água em Brasília
Fachada do Itamaraty simboliza a decisão brasileira de aplicar reciprocidade em meio à tensão diplomática.

O oficial dos EUA deixa o Brasil em meio a uma crise aberta pela expulsão de Marcelo Ivo de Carvalho. O delegado atuava como oficial de ligação no Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos, conhecido pela sigla ICE, quando foi retirado do país pelo governo norte-americano.

Entenda a origem da crise

Da prisão de Ramagem à reação diplomática

A sequência começou após a detenção do ex-deputado federal Alexandre Ramagem nos Estados Unidos. A partir desse episódio, a atuação de agentes em cooperação policial passou a ser questionada pelos dois governos.

Ponto sensível

Os Estados Unidos acusaram o delegado brasileiro de tentar manipular o sistema de imigração para contornar procedimentos formais de extradição. O Brasil, por sua vez, apontou quebra de confiança na cooperação bilateral.

Marcelo Ivo de Carvalho, delegado da Polícia Federal expulso dos Estados Unidos em caso diplomático
Marcelo Ivo de Carvalho foi expulso dos Estados Unidos, o que levou o Itamaraty a aplicar reciprocidade.

Marcelo foi expulso depois da detenção de Alexandre Ramagem, considerado foragido pela Justiça brasileira e alvo de pedido de extradição. A Polícia Federal afirmou que a prisão ocorreu com base na cooperação entre os dois países, enquanto os Estados Unidos sustentaram que a abordagem teve relação com verificação de status migratório.

Ramagem acabou liberado dois dias depois, sem aviso prévio às autoridades brasileiras, conforme o relato divulgado. Ainda segundo a versão norte-americana, o ex-deputado poderia permanecer no país enquanto aguardava resposta ao pedido de asilo. Nesse contexto, o oficial dos EUA deixa o Brasil como resposta institucional do governo brasileiro.

Linha do tempo

Como o episódio avançou

Primeiro movimento

Alexandre Ramagem é detido nos Estados Unidos em episódio ligado a pedido brasileiro de extradição.

Desdobramento

Marcelo Ivo de Carvalho, delegado da PF em função de ligação, é expulso do território norte-americano.

Resposta brasileira

Michel Myers deixa o Brasil após o Itamaraty aplicar medida de reciprocidade contra agente em função similar.

Cooperação policial fica no centro da tensão

O governo brasileiro interpretou a expulsão do delegado como uma quebra de confiança na cooperação bilateral. Na avaliação do Itamaraty, Marcelo Ivo atuava com base em memorando firmado entre os dois países, o que aumentou a sensibilidade institucional do episódio.

Enquanto isso, o Departamento de Estado americano justificou a medida ao acusar o delegado brasileiro de tentar “manipular” o sistema de imigração para contornar pedidos de extradição. A acusação foi rejeitada politicamente pelo lado brasileiro, que passou a defender uma reação baseada no mesmo padrão aplicado pelos Estados Unidos.

Com isso, o oficial dos EUA deixa o Brasil como efeito imediato da decisão brasileira. A saída de Michel Myers representa a interrupção de uma função de cooperação que envolvia troca de informações com a Polícia Federal desde 2024.

Leitura institucional

O que a reciprocidade sinaliza

Para a diplomacia

A medida mostra que o Brasil pretende responder de forma equivalente quando entender que uma ação externa atingiu agentes brasileiros em missão oficial.

Para a segurança pública

A tensão atinge uma área sensível da relação bilateral, ligada à troca de informações, imigração, cooperação policial e extradição.

Para os próximos passos

O ponto central será manter canais institucionais abertos sem ampliar a crise provocada pelas versões divergentes dos dois governos.

A delegada Tatiana Alves Torres foi designada para assumir a função na Flórida. Mesmo assim, o episódio mantém a relação entre os países sob atenção, especialmente porque envolve um caso de repercussão política e judicial no Brasil.

Na prática, o oficial dos EUA deixa o Brasil em um momento de tensão entre versões oficiais. Para o Itamaraty, a reciprocidade preserva o equilíbrio diplomático. Para os Estados Unidos, a expulsão anterior teria relação com regras migratórias.

O desdobramento agora fica concentrado na capacidade dos dois governos de manter canais de cooperação sem ampliar a crise. Ao mesmo tempo, o fato de que o oficial dos EUA deixa o Brasil reforça a sinalização brasileira de que decisões contra agentes nacionais em funções oficiais podem receber resposta proporcional.

Fonte da notícia: Metrópoles

Prefeitura reforça cadastro para produtores de mel em Porto Velho

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cadastro de produtores de mel
Cadastro reforçado busca organizar a cadeia do mel em Porto Velho e ampliar o acesso de produtores a políticas públicas.

Cadastro de produtores de mel passou a ser reforçado pela Prefeitura de Porto Velho como medida para organizar a cadeia produtiva, ampliar o acesso a políticas públicas e melhorar o acompanhamento técnico no campo. O chamado envolve apicultores, meliponicultores e demais criadores de abelhas que ainda não regularizaram suas informações junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia, a Idaron.

Abelhas nativas em entrada de ninho natural durante atividade de meliponicultura em Porto Velho.
Abelhas nativas reforçam o potencial da meliponicultura em Porto Velho, atividade ligada à renda rural e à biodiversidade.

A iniciativa busca mapear a produção local, identificar demandas reais dos produtores e direcionar ações de apoio, assistência técnica e fiscalização sanitária. Segundo a Prefeitura, a produção de mel em Porto Velho se destaca pela qualidade, impulsionada pela diversidade da flora amazônica, e tem potencial para gerar renda, fortalecer a economia rural e contribuir com práticas de preservação ambiental.

Painel de impacto

Por que a regularização pesa para o setor

MAPEAMENTO

Produção local identificada

O cadastro permite conhecer melhor quem produz e onde estão as demandas.

APOIO TÉCNICO

Atendimento direcionado

Com dados atualizados, a assistência chega de forma mais organizada.

POLÍTICAS PÚBLICAS

Mais acesso a programas

A regularização facilita a inclusão dos produtores em ações públicas.

Como o cadastro de produtores de mel organiza a atividade

O prefeito Léo Moraes afirmou que a medida ajuda a fortalecer a economia rural. Segundo ele, a organização da produção é fundamental para gerar mais renda, ampliar oportunidades no campo e permitir que o município apoie melhor os produtores. A Prefeitura avalia que o cadastro de produtores de mel cria uma base mais eficiente para planejar ações, acompanhar a atividade e estimular o crescimento do setor com mais segurança.

Apicultores analisam quadro de colmeia em apiário durante ação ligada ao cadastro de produtores de mel em Porto Velho.
Produtores participam de atividade em apiário, setor que a Prefeitura de Porto Velho busca organizar com o reforço no cadastro.

O secretário municipal de Agricultura e Abastecimento, Douglas Bener, também destacou a importância da regularização. Para ele, o cadastro é essencial para planejar ações, ampliar suporte técnico e atrair investimentos. Na prática, a medida cria um retrato mais claro da cadeia produtiva e ajuda o poder público a entender quais produtores precisam de orientação, capacitação, estrutura ou apoio logístico.

Caminho do atendimento

Da informação do produtor ao apoio no campo

1. Cadastro
Produtor informa sua atividade e regulariza os dados junto à Idaron.
2. Diagnóstico
Município identifica demandas, localidades e necessidades produtivas.
3. Ação pública
Treinamentos, oficinas, palestras e apoio técnico podem ser direcionados.

Produção de mel em Porto Velho tem potencial de crescimento

A Prefeitura informou que mantém ações de incentivo à atividade, como treinamentos, oficinas, palestras, atendimento técnico e apoio logístico para a produção. O gerente de assistência técnica da Semagric, Roseval Guzo, afirmou que as informações atualizadas ajudam a direcionar melhor o atendimento e garantem que o produtor tenha acesso aos programas disponíveis.

Esse ponto é central porque a produção de mel depende de organização, orientação técnica e segurança sanitária. Ao reunir dados dos criadores de abelhas, o cadastro de produtores de mel também ajuda a fortalecer a relação entre produtores, assistência técnica e fiscalização. Com isso, a cadeia pode avançar de forma mais planejada e com maior capacidade de resposta às necessidades do campo.

Contexto amazônico

Flora diversificada fortalece a qualidade do mel

A diversidade da flora amazônica aparece como um diferencial para a qualidade da produção local. Esse ambiente amplia o valor da atividade e reforça a necessidade de organização da cadeia.

Renda no campo
A melicultura pode complementar a economia rural e ampliar oportunidades para famílias produtoras.
Preservação ambiental
A criação de abelhas mantém relação direta com biodiversidade, manejo adequado e valorização da floresta.

Cadastro de produtores de mel é gratuito

A Prefeitura de Porto Velho orienta que os produtores que ainda não estão regularizados procurem a Idaron para realizar o procedimento. O serviço é simples, gratuito e considerado fundamental para o fortalecimento de toda a cadeia produtiva do mel no município.

Além de facilitar o acesso a políticas públicas, o cadastro de produtores de mel pode abrir caminho para assistência técnica mais eficiente e novas oportunidades de crescimento. A regularização também permite que o município trabalhe com informações mais precisas, o que melhora o planejamento das ações públicas voltadas ao setor.

Serviço ao produtor

O que fazer agora

Quem deve procurar

Apicultores, meliponicultores e criadores de abelhas que ainda não atualizaram seus dados.

Onde regularizar

O produtor deve procurar a Idaron para realizar o cadastro e manter as informações atualizadas.

Por que regularizar

A medida ajuda no acesso a programas, suporte técnico, fiscalização sanitária e oportunidades no setor.

Com o reforço no cadastro de produtores de mel, Porto Velho busca transformar informação em planejamento. A medida não se limita à burocracia: ela cria base para que a produção seja acompanhada, apoiada e valorizada em um segmento ligado à renda rural, à biodiversidade e ao desenvolvimento sustentável da capital.

Fonte da notícia: Prefeitura de Porto Velho

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