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União Europeia aprova assinatura de acordo comercial com Mercosul

Presidente da Comissão Europeia durante anúncio da aprovação do acordo comercial entre União Europeia e Mercosul
Presidente da Comissão Europeia anuncia aprovação do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul

A União Europeia aprovou, nesta quinta-feira (9), a assinatura do acordo comercial com o Mercosul. A decisão representa um avanço relevante na integração econômica entre os dois blocos e pode gerar impactos diretos no comércio internacional.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou a aprovação por meio das redes sociais. Segundo ela, a medida recebeu apoio da maioria dos países-membros da União Europeia.

Países europeus dão aval ao acordo com ampla maioria

O Conselho da União Europeia aprovou o acordo UE-Mercosul após alcançar o número mínimo exigido pelas regras do bloco. Ao todo, pelo menos 15 dos 27 Estados-membros votaram favoravelmente, representando mais de 65% da população europeia.

Apesar disso, alguns países se posicionaram contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. Entre eles estão Áustria, França, Hungria, Irlanda e Polônia. O ministro da Agricultura polonês, Stefan Krajewski, confirmou os votos contrários em publicação nas redes sociais.

Assinatura formal deve ocorrer no Paraguai

Com a aprovação política concluída, a Comissão Europeia deve avançar para a etapa de assinatura formal do acordo comercial UE-Mercosul. Ursula von der Leyen deve viajar ao Paraguai já na próxima semana para oficializar o compromisso com os países do Mercosul.

Atualmente, o Paraguai ocupa a presidência rotativa do bloco sul-americano. Ainda assim, o acordo UE-Mercosul só entrará em vigor após a ratificação do Parlamento Europeu, etapa considerada decisiva.

Acordo cria mercado trilionário e amplia exportações do Brasil

No Brasil, autoridades e representantes do setor produtivo comemoraram a decisão. A Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (ApexBrasil) avalia que o acordo comercial União Europeia Mercosul cria um mercado estimado em US$ 22 trilhões, com mais de 700 milhões de consumidores.

Além disso, a agência projeta aumento de cerca de US$ 7 bilhões nas exportações brasileiras para a União Europeia. Atualmente, mais de um terço das vendas do Brasil ao bloco europeu envolve produtos industrializados.

Setores industriais e estratégicos devem liderar ganhos

O acordo UE-Mercosul prevê a redução imediata de tarifas para máquinas, equipamentos de transporte, motores, geradores de energia elétrica, autopeças e aeronaves. Esses setores têm papel estratégico na inserção internacional da indústria brasileira.

Ao mesmo tempo, outros segmentos, como couro, peles, produtos químicos e algumas commodities, devem se beneficiar de cortes tarifários graduais previstos no acordo comercial com o Mercosul.

Comissão Europeia destaca papel do Brasil nas negociações

A presidente da Comissão Europeia também ressaltou a atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o período em que o Brasil presidiu o Mercosul, entre julho e dezembro de 2025.

Segundo Ursula von der Leyen, a liderança brasileira contribuiu para fortalecer o diálogo entre os blocos. Para ela, o acordo comercial União Europeia Mercosul surge em um momento de instabilidade global e reforça a Europa como parceira econômica confiável.

Primeiro ciclone extratropical do ano deve trazer temporais para o Sul

Pessoa caminha sob chuva forte com guarda-chuva durante temporais causados por ciclone extratropical no Sul do Brasil.
Primeiro ciclone extratropical de 2026 deve provocar temporais no Sul, com chuva intensa e rajadas de vento de até 100 km/h.

O primeiro ciclone extratropical de 2026 deve se formar nos próximos dias e provocar temporais intensos no Sul do Brasil, segundo alertas de meteorologistas. O fenômeno pode causar chuvas volumosas, rajadas de vento fortes e queda de granizo, principalmente no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná.

De acordo com especialistas, o sistema se desenvolve a partir do contraste entre massas de ar quente e frio, o que favorece a instabilidade atmosférica. Por isso, o avanço do ciclone exige atenção redobrada da população e dos órgãos de defesa civil.

Chuvas intensas e ventos fortes preocupam autoridades

As projeções indicam que algumas áreas podem registrar volumes de chuva próximos ou superiores a 100 milímetros em poucas horas, o que aumenta o risco de alagamentos, enxurradas e deslizamentos de terra. Além disso, as rajadas de vento podem chegar a até 100 km/h, especialmente em regiões costeiras.

Segundo os meteorologistas, esse tipo de ciclone não costuma provocar furacões, mas ainda assim tem potencial para causar danos estruturais, como queda de árvores, destelhamentos e interrupções no fornecimento de energia elétrica.

Estados mais afetados devem ser RS, SC e PR

O Rio Grande do Sul tende a sentir os primeiros impactos do ciclone, com chuva persistente e ventos intensos. Na sequência, o sistema deve avançar sobre Santa Catarina e Paraná, mantendo o cenário de instabilidade ao longo do dia.

Em áreas urbanas, o risco maior envolve alagamentos rápidos, enquanto no meio rural há preocupação com perdas na agricultura, principalmente em lavouras mais sensíveis ao excesso de chuva e ao vento forte.

Defesa Civil orienta população a redobrar cuidados

Diante da previsão, a Defesa Civil recomenda que a população evite áreas alagadas, não se abrigue sob árvores durante tempestades e mantenha atenção a comunicados oficiais. Moradores de regiões costeiras também devem ficar atentos à ressaca e à elevação do nível do mar.

Especialistas reforçam que o acompanhamento das previsões meteorológicas é fundamental, já que a intensidade do ciclone pode variar conforme a evolução do sistema.

Fenômeno é comum nesta época do ano

Embora o termo “ciclone” cause apreensão, meteorologistas explicam que ciclones extratropicais são relativamente comuns no Sul do Brasil, especialmente durante períodos de transição de estações. Ainda assim, cada evento possui características próprias, o que justifica os alertas preventivos.

A expectativa é que o sistema perca força gradualmente após avançar pelo oceano, reduzindo os impactos nos dias seguintes.

Fonte: G1

Estudo da USP revela por que alguns brasileiros vivem mais de 110 anos

Idoso brasileiro representando estudo da USP sobre brasileiros que vivem mais de 110 anos
Pesquisa da USP aponta que a genética pode explicar por que alguns brasileiros vivem mais de 110 anos

Viver mais de um século com autonomia sempre foi associado a dietas rigorosas e rotinas saudáveis. No entanto, um novo estudo da USP aponta outro caminho. Segundo os pesquisadores, o fator decisivo pode estar no DNA, e não apenas no estilo de vida.

A pesquisa analisou brasileiros que vivem mais de 110 anos, incluindo supercentenários brasileiros que chegaram a essa idade com lucidez e independência. A partir disso, os cientistas passaram a questionar conceitos tradicionais sobre envelhecimento humano.

Diversidade genética brasileira chama atenção da ciência

Mais de um século de vida com autonomia pode ter menos relação com hábitos perfeitos e mais com a herança genética.

O estudo destaca que o Brasil possui uma das populações mais geneticamente diversas do mundo. Essa miscigenação reúne povos indígenas, europeus, africanos e imigrações posteriores. Como resultado, surgiram combinações genéticas raras.

Segundo os pesquisadores, essas variações funcionam como proteção natural contra doenças associadas ao envelhecimento. Assim, alguns indivíduos atravessam mais de um século mantendo longevidade extrema, força muscular e autonomia.

Supercentenários desafiam padrões conhecidos

Um dos achados mais relevantes está no perfil dos supercentenários brasileiros. Eles não compartilham hábitos padronizados. Vieram de regiões diferentes e contextos sociais distintos.

Além disso, muitos não tiveram acesso regular à medicina moderna. Mesmo assim, chegaram a idades extremas com qualidade de vida. Portanto, os dados reforçam que a genética da população brasileira exerce papel central nesse processo.

Genes ligados à imunidade e ao envelhecimento saudável

A análise genética identificou variantes raras associadas ao sistema imunológico, à preservação cognitiva e à função muscular. Essas variantes ajudam o organismo a resistir melhor ao tempo. Com isso, reduzem o impacto de doenças crônicas.

Até agora, os cientistas já mapearam mais de 160 variações genéticas com potencial efeito protetor. Muitas delas são pouco comuns em populações mais homogêneas de outros países.

Impacto para a medicina e o futuro do envelhecimento

Os resultados abrem caminho para avanços na medicina preventiva. A partir desse conhecimento, será possível desenvolver estratégias para ajudar mais pessoas a envelhecer melhor.

Por fim, os pesquisadores afirmam que os supercentenários brasileiros funcionam como um verdadeiro manual vivo. Eles mostram que viver mais de 110 anos vai além de sobreviver. Trata-se, sobretudo, de viver com qualidade.

Fonte: UOL

Começa prazo de inscrição para a chamada escolar em Porto Velho

Crianças em escola municipal durante período de chamada escolar em Porto Velho
Prefeitura de Porto Velho abre prazo de inscrição para a chamada escolar da rede municipal de ensino

A Prefeitura de Porto Velho iniciou o prazo de inscrição para a chamada escolar da rede municipal de ensino, etapa fundamental para garantir vaga de crianças e adolescentes no ano letivo. O processo atende principalmente alunos que vão ingressar pela primeira vez na rede, além de pedidos de transferência entre escolas municipais.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), a inscrição é necessária para organizar a distribuição das vagas, planejar turmas e assegurar que o atendimento ocorra de forma equilibrada em todas as unidades escolares do município.

Quem deve fazer a inscrição

Devem participar da chamada escolar:

  • Crianças que ainda não estudam na rede municipal;

  • Alunos que desejam transferência entre escolas da Prefeitura;

  • Estudantes que irão iniciar a educação infantil ou o ensino fundamental.

Já os alunos que permanecem na mesma escola e etapa normalmente seguem o processo de rematrícula interna, conforme orientação da própria unidade.

Como funciona o processo

O procedimento de inscrição ocorre conforme o cronograma divulgado pela Semed e pode ser realizado pelos responsáveis legais do estudante. Durante o cadastro, é essencial informar corretamente os dados do aluno e do responsável, além de indicar a unidade escolar de preferência, quando solicitado.

A secretaria alerta que o preenchimento correto das informações evita atrasos e problemas na alocação das vagas. Após o período de inscrição, a pasta analisa a demanda e divulga as listas de encaminhamento para matrícula.

Importância da chamada escolar

A chamada escolar permite ao município:

  • Planejar a abertura de turmas;

  • Organizar a lotação de professores e equipes pedagógicas;

  • Garantir o acesso à educação pública perto da residência do aluno.

Além disso, o procedimento ajuda a reduzir filas e deslocamentos desnecessários das famílias em busca de vagas.

Orientação às famílias

A Semed reforça que os responsáveis fiquem atentos aos prazos oficiais, pois inscrições fora do período podem dificultar o atendimento imediato. As informações completas sobre datas, documentos exigidos e etapas seguintes estão disponíveis nos canais oficiais da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Educação.

A recomendação é não deixar o cadastro para os últimos dias, garantindo mais tranquilidade e segurança no processo de matrícula.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Por que ultraprocessados fazem mal à saúde e como reduzir o consumo

Alimentos ultraprocessados como salgadinhos, biscoitos e refrigerante ilustram os riscos à saúde do consumo excessivo.
Ultraprocessados são práticos, mas o consumo frequente está associado a obesidade, diabetes e outras doenças crônicas.

Os alimentos ultraprocessados estão cada vez mais presentes na mesa dos brasileiros. Embora pareçam inofensivos, estudos recentes mostram que o consumo frequente desses produtos aumenta o risco de obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, depressão e alguns tipos de câncer. Por isso, especialistas alertam que o problema vai além do excesso e envolve, sobretudo, o modo de fabricação e consumo desses alimentos.

O que caracteriza um alimento ultraprocessado

Nem todo alimento industrializado representa um risco. Conservas simples, alimentos congelados sem aditivos e pães tradicionais passam por algum tipo de processamento. No entanto, os ultraprocessados seguem um caminho diferente.

Nesse caso, a indústria submete os ingredientes a transformações profundas. Ela quebra alimentos naturais, refina componentes e os recompõe em formulações artificiais, geralmente carregadas de aditivos químicos, como corantes, conservantes, aromatizantes e emulsificantes que não existem na natureza.

Assim, o alimento perde sua identidade original. Um exemplo claro é o milho, que deixa de ser milho e passa a se transformar em um salgadinho colorido, crocante e com sabor artificial.

Como o ultraprocessamento afeta a digestão

Durante essas transformações, nutrientes importantes se perdem. As fibras quase desaparecem, enquanto grãos como arroz, trigo e milho passam por moagem e refinamento intensos. Como resultado, o valor nutricional cai drasticamente.

Além disso, pesquisas indicam que o ultraprocessamento altera a estrutura dos alimentos. Ao quebrar ligações naturais entre nutrientes, o processo dificulta o reconhecimento desses compostos pelo organismo. Consequentemente, a digestão se torna menos eficiente e a resposta metabólica sofre alterações.

Somado a isso, esses produtos concentram grandes quantidades de amido refinado. Esse fator interfere na absorção da glicose e, com o tempo, contribui para o aumento dos casos de obesidade e diabetes tipo 2.

Excesso de açúcar, gordura e sal

Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, os ultraprocessados reúnem altos teores de açúcar, gorduras de baixa qualidade e sódio. A indústria utiliza o sal não apenas para conservar os alimentos, mas também para intensificar sabores e mascarar gostos desagradáveis criados pelos aditivos.

Por causa disso, esses produtos oferecem poucas vitaminas, minerais e substâncias bioativas. Em longo prazo, essa combinação fragiliza o organismo e reduz sua capacidade de proteção contra doenças.

Por que a saciedade não funciona como deveria

Outro problema relevante envolve a saciedade. Alimentos ricos em fibras percorrem todo o sistema digestivo, alimentam a microbiota intestinal e mantêm a fome controlada por mais tempo.

Em contrapartida, os ultraprocessados seguem um caminho oposto. Eles são absorvidos rapidamente no trato gastrointestinal superior. Dessa forma, liberam muitas calorias em pouco tempo, mas não sustentam a saciedade. Por isso, a fome retorna cedo, mesmo após refeições calóricas.

Além disso, esses produtos:

  • exigem pouca mastigação, o que facilita o consumo excessivo;

  • permitem o consumo em qualquer lugar, estimulando o comer automático;

  • costumam vir em embalagens grandes, incentivando porções exageradas;

  • incluem bebidas adoçadas, cujas calorias líquidas o organismo registra com menos eficiência.

Estratégias para reduzir o consumo de ultraprocessados

Embora a praticidade desses alimentos seja inegável, o impacto negativo se acumula ao longo dos anos. Ainda assim, reduzir o consumo não exige mudanças radicais. Pelo contrário, ações graduais trazem resultados mais consistentes.

Entre as principais estratégias, destacam-se:

  • priorizar alimentos frescos ou minimamente processados;

  • planejar refeições para evitar decisões impulsivas;

  • não pular refeições, a fim de controlar a fome;

  • aumentar o consumo de frutas, verduras, legumes e grãos integrais;

  • sempre que possível, cozinhar e comer em casa, ampliando o controle sobre ingredientes e preparo.

Portanto, pequenas mudanças diárias fazem grande diferença no longo prazo. O objetivo não é eliminar completamente esses produtos, mas reduzir a dependência de alimentos que prejudicam a saúde de forma silenciosa.

Fonte: UOL

Abono Salarial começa a ser pago em 15 de fevereiro para nascidos em janeiro

Abono salarial começa a ser pago em fevereiro de 2026 para trabalhadores brasileiros
Abono salarial começa a ser pago em fevereiro de 2026 para trabalhadores nascidos em janeiro

O pagamento do Abono Salarial começa em 15 de fevereiro de 2026 para trabalhadores nascidos em janeiro, conforme o calendário divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Além disso, o benefício pode chegar a um salário mínimo, de acordo com o número de meses trabalhados no ano-base. Ao todo, a medida deve beneficiar 26,9 milhões de pessoas em todo o país.

Para garantir os repasses, o Governo Federal destinou R$ 33,5 bilhões ao programa em 2026. Esse valor, portanto, supera o investimento de 2025, quando o pagamento somou R$ 30,7 bilhões.

Quem pode receber o Abono Salarial em 2026

Podem receber o Abono Salarial os trabalhadores da iniciativa privada e do serviço público que atendam a critérios específicos. Em primeiro lugar, o profissional precisa estar inscrito no PIS ou Pasep há pelo menos cinco anos. Além disso, deve ter recebido, em 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.766,00.

Também é necessário ter exercido atividade remunerada por, no mínimo, 30 dias no ano-base. Por fim, o empregador deve ter informado corretamente os dados do trabalhador no eSocial, dentro do prazo legal.

O valor do benefício varia conforme o tempo de trabalho no ano-base e pode alcançar até um salário mínimo.

Novas regras do Abono Salarial entram em vigor

A partir de 2026, passam a valer as regras previstas na Emenda Constitucional nº 135/2024. Essa mudança, portanto, altera o critério de renda para acesso ao benefício.

De acordo com o novo modelo, o limite de renda sofrerá redução gradual, ano a ano, até atingir o patamar de um salário mínimo e meio, o que deve ocorrer em 2035. Ainda assim, o valor do Abono Salarial permanece inalterado, mantendo o cálculo proporcional ao número de meses trabalhados.

Calendário de pagamento do Abono Salarial em 2026

O calendário de pagamento segue o mês de nascimento do trabalhador. Confira as datas:

  • Janeiro: 15 de fevereiro

  • Fevereiro: 15 de março

  • Março e abril: 15 de abril

  • Maio e junho: 15 de maio

  • Julho e agosto: 15 de junho

  • Setembro e outubro: 15 de julho

  • Novembro e dezembro: 15 de agosto

Os valores ficarão disponíveis para saque até 29 de dezembro de 2026, último dia útil do calendário bancário. Caso o trabalhador não realize o saque até essa data, os recursos retornam aos cofres públicos. No entanto, ainda será possível solicitar o valor por até cinco anos.

Como funciona o pagamento do PIS e do Pasep

A Caixa Econômica Federal realiza o pagamento do PIS, destinado aos trabalhadores da iniciativa privada. Preferencialmente, o banco deposita o valor em conta corrente, poupança ou Conta Digital CAIXA. Além disso, o trabalhador pode acessar o benefício pelo aplicativo CAIXA Tem.

Já o Pasep, voltado aos servidores públicos, é pago pelo Banco do Brasil. Nesse caso, o crédito ocorre em conta bancária, por transferência via TED ou PIX. Para quem não possui conta, o saque pode ser feito diretamente nas agências.

Como consultar o Abono Salarial

A partir de 5 de fevereiro, os trabalhadores poderão verificar se têm direito ao Abono Salarial por meio do aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo Portal Gov.br. Além disso, o Ministério do Trabalho e Emprego disponibiliza atendimento pelo telefone 158 e nas Superintendências Regionais do Trabalho.

Serviço

  • Início dos pagamentos: 15 de fevereiro de 2026

  • Público estimado: 26,9 milhões de trabalhadores

  • Investimento total: R$ 33,5 bilhões

Fonte: Gov.br

Governo abre seleção de formadores para alfabetização em Rondônia

Seleção de formadores para a política de alfabetização em Rondônia com atividade educacional em sala de aula
Processo seletivo do governo de Rondônia busca formadores para fortalecer a política de alfabetização no estado.

O governo de Rondônia abriu seleção de formadores para a política de alfabetização no estado e, dessa forma, amplia as ações educacionais nos municípios. A iniciativa integra o Programa de Alfabetização do Estado de Rondônia (Proalfa) e, além disso, garante a concessão de bolsas a profissionais que atuarão diretamente na formação educacional.

A Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc) coordena o processo seletivo e organiza todas as etapas previstas no edital, assegurando transparência e padronização.

Inscrições seguem abertas até 25 de janeiro

Os interessados podem se inscrever no processo seletivo até às 23h59 do dia 25 de janeiro de 2026. O governo prorrogou o prazo, já que inicialmente encerraria as inscrições em 18 de janeiro.

Conforme o cronograma divulgado pela Seduc, o órgão publicará o resultado preliminar no dia 9 de fevereiro. Em seguida, os candidatos poderão apresentar recursos nos dias 10 e 11 de fevereiro. Por fim, a secretaria divulgará o resultado final em 18 de fevereiro.

A Coordenadoria de Articulação com os Municípios conduz toda a organização do processo e acompanha cada etapa da seleção.

Edital define bolsas e áreas de atuação

O Edital nº 2/2025/SEDUC-CAM – Retificado nº 1 detalha as regras para a concessão de bolsas aos formadores que atuarão no Proalfa. Além disso, o documento estabelece as áreas contempladas, que incluem:

  • Alfabetização

  • Recomposição das aprendizagens nos anos iniciais

  • Matemática

  • Gestão educacional

Dessa maneira, os profissionais selecionados atuarão em diferentes frentes da política pública de alfabetização, fortalecendo o suporte pedagógico nas redes estadual e municipais.

Requisitos variam conforme o nível de atuação

Os critérios de participação variam conforme o nível de atuação pretendido. Para o nível estadual, o edital exige licenciatura na área correspondente e experiência mínima de três anos no ensino fundamental.

No nível regional, a seleção contempla profissionais licenciados em Pedagogia, Letras ou Matemática, que atuarão, principalmente, na recomposição das aprendizagens nos anos iniciais. Já no nível municipal, professores licenciados nas mesmas áreas podem participar, desde que comprovem experiência docente e disponibilidade, conforme os critérios definidos no edital.

Além disso, os candidatos precisam demonstrar conhecimento sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o Documento de Referência Curricular de Rondônia (RCRO) e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Assim, o processo seleciona profissionais alinhados às diretrizes educacionais vigentes.

Governo destaca importância estratégica da seleção

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, afirmou que a seleção dos formadores representa uma ação estratégica para o avanço da política de alfabetização no estado. Segundo ele, o governo estrutura uma rede de formação que começa no nível estadual e chega aos municípios.

Nesse sentido, a iniciativa qualifica a atuação pedagógica e, ao mesmo tempo, fortalece a implementação das diretrizes de alfabetização em todo o território estadual.

A secretária de Estado da Educação, Albaniza Oliveira, reforçou a importância da leitura atenta do edital retificado. De acordo com ela, o documento reúne todas as informações válidas do processo seletivo e orienta os candidatos sobre requisitos, atribuições e prazos.

Formação continuada fortalece a alfabetização em Rondônia

O processo seletivo integra uma estratégia mais ampla do governo estadual para qualificar profissionais da educação e fortalecer a alfabetização em Rondônia. Dessa forma, os formadores selecionados participarão de ações de formação continuada e prestarão apoio direto às redes municipais.

Por fim, a expectativa é que a iniciativa melhore os indicadores educacionais e, consequentemente, consolide uma política pública de alfabetização mais eficiente, integrada e sustentável.

Fonte: Governo de Rondônia

Quem para de usar caneta emagrecedora recupera peso rápido, diz estudo

Pessoa segurando caneta emagrecedora, ilustrando recuperação de peso após interrupção do tratamento
Estudo indica que interromper o uso de canetas emagrecedoras acelera o reganho de peso

Quem interrompe o uso de canetas emagrecedoras enfrenta um risco elevado de recuperação de peso após caneta emagrecedora, que ocorre de forma rápida e consistente. É o que revela um estudo conduzido pela Universidade de Oxford e publicado no British Medical Journal, apontando que o reganho pode ser até quatro vezes mais acelerado do que em pessoas que emagrecem apenas com dieta e exercícios.

Atualmente, medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro ganharam popularidade por promoverem perdas rápidas e expressivas de peso. No entanto, os dados mostram que os benefícios diminuem de forma significativa após a suspensão do tratamento, sobretudo quando não há mudanças estruturais no estilo de vida.

Reganho acontece pouco tempo após o fim do tratamento

De acordo com a pesquisa, que analisou 37 estudos clínicos envolvendo mais de nove mil adultos, o reganho médio após a interrupção de qualquer medicamento para controle de peso é de cerca de 0,4 quilo por mês. Dessa forma, mantido esse ritmo, muitos pacientes retornam ao peso inicial em aproximadamente um ano e meio.

Além disso, entre usuários de medicamentos mais recentes, como os análogos de GLP-1, o cenário se mostra ainda mais preocupante. Nesse grupo, o peso volta a uma velocidade média de 0,8 quilo por mês. Na prática, isso significa que parte relevante do emagrecimento se perde em menos de dois anos após o fim das aplicações.

Dieta e exercício apresentam recuperação mais lenta

Por outro lado, o estudo também comparou esses resultados com programas baseados exclusivamente em alimentação equilibrada e atividade física. Mesmo quando a perda inicial é menor, quem segue apenas intervenções comportamentais recupera o peso de forma mais lenta.

Nesse contexto, a diferença chega a cerca de 0,3 quilo por mês a menos em relação às pessoas que interrompem o uso das medicações. Além disso, esse padrão se mantém independentemente da quantidade de peso perdida no início do processo.

Efeitos vão além do aumento de peso

Enquanto isso, os impactos da suspensão não se limitam à balança. Melhoras observadas durante o uso das canetas, como controle da glicose, redução da pressão arterial e diminuição do colesterol e dos triglicerídeos, tendem a desaparecer em cerca de 1,4 ano após o fim do tratamento.

Por esse motivo, projeções mais otimistas, que indicavam manutenção dos benefícios por até três anos, começam a perder força. À luz dos dados atuais, o horizonte mais realista para a duração dos ganhos fica próximo de 18 meses.

Obesidade volta a ser tratada como condição crônica

Segundo os pesquisadores, os resultados não indicam falha dos medicamentos. Pelo contrário, eles apontam uma expectativa exagerada criada em torno dessas drogas. A obesidade, portanto, reaparece como uma condição crônica e recorrente, que responde mal a soluções temporárias.

Além disso, relatos de pacientes mostram que a interrupção das injeções provoca uma sensação súbita e intensa de fome. Muitos descrevem essa experiência como se um “interruptor” fosse acionado, fazendo com que o apetite volte a dominar as decisões alimentares.

Há ainda um componente biológico relevante. O uso prolongado de níveis elevados de GLP-1 pode reduzir a sensibilidade do organismo e a produção natural do hormônio responsável pela saciedade. Assim, quando o estímulo artificial desaparece, o corpo reage com mais fome e menos controle.

Especialistas defendem estratégia de longo prazo

Por fim, os dados indicam que cerca de 50% dos usuários abandonam as injeções antes de completar um ano de tratamento. Diante disso, especialistas reforçam que o uso dessas drogas precisa ser planejado no longo prazo, sempre integrado a acompanhamento médico e mudanças reais de hábitos.

Caso contrário, o ciclo de perda e ganho de peso tende a se repetir, comprometendo tanto os resultados alcançados quanto os benefícios metabólicos obtidos durante o tratamento.

Fonte: Olhar Digital

Lula veta PL da Dosimetria e texto volta ao Congresso

Lula anuncia veto integral ao PL da Dosimetria durante cerimônia em defesa da democracia
Presidente Lula veta integralmente o PL da Dosimetria, que alterava o cálculo de penas por crimes contra a democracia.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente, nesta quinta-feira (8), o Projeto de Lei conhecido como PL da Dosimetria. O Congresso aprovou a proposta no fim de 2025, com mudanças no cálculo de penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito.

Com a decisão, o texto retorna ao Congresso Nacional. Agora, deputados e senadores analisam se mantêm ou derrubam o veto presidencial em sessão conjunta.

Cerimônia do 8 de Janeiro marca anúncio do veto

O presidente formalizou o veto durante uma cerimônia oficial que marcou os três anos dos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília. O governo organizou o evento com o objetivo de reforçar a defesa da democracia e das instituições.

Desde o início da tramitação do projeto, Lula já demonstrava resistência ao texto. Além disso, o presidente afirmou, em diferentes ocasiões, que não aceitaria propostas que reduzissem penas para crimes contra a ordem democrática. Por esse motivo, o veto não surpreendeu integrantes do governo.

Mudanças previstas no PL da Dosimetria

O PL da Dosimetria alterava regras da Lei de Execução Penal. Em especial, o texto mudava a forma de calcular penas quando o réu cometia mais de um crime no mesmo contexto.

Na prática, o projeto impedia a soma de penas em crimes como tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Assim, o Judiciário aplicaria apenas a punição mais grave. Como resultado, o tempo total de prisão diminuiria de forma significativa.

Além disso, o texto facilitava a progressão de regime. Mesmo em casos de reincidência ou uso de violência, o condenado poderia avançar mais rapidamente no cumprimento da pena.

Reflexos sobre condenações do 8 de Janeiro

Atualmente, o Supremo Tribunal Federal já condenou mais de 800 pessoas pelos atos criminosos de 8 de janeiro de 2023. As investigações também alcançam envolvidos na articulação de uma tentativa de golpe para impedir a posse do presidente eleito.

Entre os investigados, aparece o ex-presidente Jair Bolsonaro, apontado como liderança política do grupo que questionou o resultado das eleições de 2022.

Segundo avaliação do governo federal, o projeto reduziria o impacto das condenações. Além disso, abriria um precedente perigoso para crimes contra a democracia. Por isso, o Palácio do Planalto optou pelo veto integral.

Congresso define próximos passos

Agora, o Congresso Nacional decide se mantém ou derruba o veto presidencial. Para isso, deputados e senadores precisam reunir maioria absoluta em sessão conjunta.

Enquanto essa análise não ocorre, seguem em vigor as regras atuais de cálculo das penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito. Dessa forma, nenhuma mudança passa a valer neste momento.

Fonte: CNN Brasil

Investigação do Caso Master apura ataque digital contra o BC

Prédio do Banco Central simboliza investigação da Polícia Federal no Caso Master
PF apura denúncias de campanha digital contra o Banco Central no Caso Master

A Polícia Federal conduz a investigação do caso Master, que envolve denúncias sobre a contratação de influenciadores digitais para atacar o Banco Central em favor do Banco Master, instituição financeira que entrou em liquidação extrajudicial e responde a apurações por suspeita de fraude bilionária.

Atualmente, a Diretoria de Inteligência da PF elabora uma Informação de Polícia Judiciária (IPJ). Com esse material, a corporação deverá decidir se abre um inquérito policial formal para aprofundar as apurações.

Influenciadores relatam abordagens feitas no fim de 2025

Segundo os relatos, influenciadores digitais receberam abordagens de empresas de marketing digital no fim de 2025. As propostas teriam como objetivo impulsionar conteúdos que questionavam a atuação do Banco Central no processo de liquidação do Banco Master.

Entre os denunciantes estão o vereador Rony Gabriel, de Erechim (RS), e a jornalista Juliana Moreira Leite, ambos com grande alcance nas redes sociais. Eles afirmam que recusaram as propostas, mas decidiram relatar os contatos por considerarem o movimento suspeito.

Propostas envolviam gestão de crise e cláusulas de sigilo

De acordo com Rony Gabriel, a abordagem previa serviços de gerenciamento de reputação e gestão de crise para um grande executivo. Além disso, a empresa exigia a assinatura de um contrato de confidencialidade, com multa de até R$ 800 mil em caso de quebra de sigilo.

Documentos analisados indicam que o projeto recebeu internamente o nome de “Projeto DV”. Para o vereador, a sigla faria referência ao empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Embora a proposta previsse valores elevados, ele afirma que não chegou a negociar cifras.

Estratégia buscava questionar decisão do Banco Central

Ainda segundo os influenciadores, a estratégia pretendia sustentar a narrativa de que o Banco Master teria sido vítima de uma decisão precipitada do Banco Central. Para isso, os contratantes sugeriam a disseminação coordenada de matérias e postagens críticas ao processo de liquidação.

Juliana Moreira Leite relatou ter recebido proposta semelhante de outra empresa do setor. Em mensagens de áudio e texto, o representante afirmou que o cliente precisava divulgar conteúdos no campo político e financeiro para ampliar o alcance das publicações. A jornalista recusou a proposta, mas relatou ter observado postagens semelhantes circulando nas redes sociais nos dias seguintes.

Agências negam vínculo direto com o Banco Master

Após a repercussão das denúncias, as empresas citadas afirmaram que não mantêm vínculo direto com o Banco Master. Uma das agências declarou que apenas indicou perfis, sem firmar contratos com influenciadores para esse tipo de ação.

Enquanto isso, o Banco Central e o Banco Master foram procurados para comentar o assunto. Até a publicação desta reportagem, no entanto, nenhuma das instituições havia se manifestado.

Febraban identificou aumento atípico de menções

Em nota, a Febraban informou que identificou, no fim de dezembro, um aumento atípico no volume de menções relacionadas à entidade e a seus representantes nas redes sociais. As publicações surgiram no contexto do noticiário sobre a liquidação de uma instituição financeira.

Segundo a federação, a equipe técnica avalia se o movimento pode caracterizar um ataque coordenado. Ainda assim, a entidade destacou que houve redução significativa no volume de menções nos últimos dias e que os levantamentos têm uso interno.

Próximos passos da apuração

Com a conclusão da IPJ, a Polícia Federal deverá decidir se abre um inquérito policial para aprofundar a investigação do caso Master. Caso avance, a apuração poderá identificar responsáveis e apurar eventuais crimes ligados à manipulação de informação e ao uso irregular de campanhas digitais para influenciar decisões institucionais.

Por enquanto, a investigação do caso Master segue em andamento e pode ter novos desdobramentos nos próximos dias.

Fonte: CNN Brasil

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