Mariângela Hungria e Luciano Moreira em composição editorial que representa o reconhecimento internacional da ciência brasileira
O ranking da revista Time colocou dois cientistas brasileiros entre os nomes mais influentes do mundo em 2026 e levou a ciência nacional ao centro de uma vitrine global. O reconhecimento alcança Mariângela Hungria, da Embrapa, e Luciano Moreira, da Fiocruz, pesquisadores ligados a soluções com efeitos concretos na produção agrícola e na saúde pública.
Mais do que prestígio simbólico, o ranking da revista Time destaca duas trajetórias associadas a tecnologias já aplicadas na prática. De um lado, microrganismos que ajudam plantas a absorver nitrogênio e reduzem a dependência de fertilizantes sintéticos. Do outro, o método Wolbachia, que usa mosquitos com bactéria capaz de reduzir a transmissão da dengue.
Resumo rápido
Reconhecimento
Lista global da Time
Dois pesquisadores brasileiros passaram a integrar o grupo dos mais influentes de 2026.
Instituições
Embrapa e Fiocruz
O destaque internacional alcança duas referências públicas da ciência brasileira.
Impacto
Campo e saúde
As pesquisas reconhecidas têm efeito direto na produção agrícola e no combate à dengue.
Por que importa
Efeito prático
O ranking da revista Time valorizou pesquisas que saíram do laboratório e chegaram ao cotidiano.
No caso de Mariângela Hungria, o destaque veio de uma carreira dedicada à microbiologia e à agronomia. A pesquisadora recebeu o World Food Prize, conhecido como “Nobel da Agricultura”, e ganhou projeção por desenvolver microrganismos que ajudam plantas a absorver nitrogênio. Segundo a Time, a tecnologia já impacta o agronegócio brasileiro e ajuda produtores em outros países a ampliar a produtividade com menor dependência de insumos que poluem o ambiente.
Mariângela Hungria
Pesquisa aplicada ao agronegócio
A atuação da cientista está ligada ao uso de microrganismos que elevam a produtividade e ajudam a reduzir o uso de fertilizantes sintéticos.
Luciano Moreira
Estratégia voltada à saúde pública
O pesquisador da Fiocruz se destacou pelo avanço do método Wolbachia, usado para reduzir a transmissibilidade da dengue.
A revista afirmou que 85% da soja brasileira já é cultivada com esses microrganismos em vez de fertilizantes sintéticos. Também apontou que as inovações associadas à pesquisadora ajudaram agricultores do país a economizar cerca de US$ 25 bilhões por ano e a evitar a emissão de 230 milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono. Esses dados ajudam a explicar o peso do ranking da revista Time nesta pauta.
Já Luciano Moreira foi citado pela expansão do programa de controle da dengue. O trabalho dele está associado à criação de uma fábrica em Curitiba para produzir mosquitos Aedes aegypti infectados com a bactéria Wolbachia. Esses insetos competem com os mosquitos na natureza e diminuem a capacidade de transmissão da doença quando são infectados.
Soja com microrganismos
85%
Percentual citado pela Time ao tratar do alcance da tecnologia ligada à Embrapa.
Economia anual
US$ 25 bi
Valor associado ao efeito das inovações sobre a atividade agrícola brasileira.
Emissões evitadas
230 mi
Toneladas métricas de CO₂ que deixaram de ser emitidas, segundo a revista.
O ranking da revista Time e o destaque global da ciência brasileira
O ranking da revista Time chama atenção porque valoriza pesquisas que dialogam com desafios concretos do país. Na produção agrícola, o reconhecimento ajuda a mostrar que produtividade e redução de impacto ambiental podem caminhar juntas. Na saúde pública, reforça a relevância de estratégias capazes de enfrentar doenças recorrentes em território nacional.
Além disso, o ranking da revista Time projeta para o exterior o papel de instituições públicas brasileiras na produção de conhecimento com alcance internacional. Em vez de um prêmio restrito ao meio acadêmico, o reconhecimento se conecta com resultados que já afetam o cotidiano de produtores, gestores e comunidades expostas à dengue.
Por que esse reconhecimento importa
Visibilidade internacional
O destaque amplia a presença da ciência brasileira em um dos rankings mais conhecidos do mundo.
Impacto mensurável
As pesquisas citadas pela revista já produzem efeitos verificáveis no campo e na prevenção de doenças.
Valorização institucional
O caso reforça a importância de centros públicos de pesquisa em pautas estratégicas para o país.
A inclusão inédita de dois brasileiros na lista da publicação também reforça um ponto importante: quando a produção científica recebe investimento e continuidade, ela pode ganhar escala, gerar impacto econômico, melhorar indicadores ambientais e contribuir para respostas de saúde pública. Nesse cenário, o ranking da revista Time funciona como selo de visibilidade para soluções que nasceram no país.
Produção de café indígena em Rondônia une tradição, sustentabilidade e qualidade reconhecida em concursos nacionais
A produção agrícola de café tem colocado povos indígenas de Rondônia em posição de destaque no campo, com resultados que unem tradição, produção orgânica e reconhecimento em concursos nacionais. Na terra indígena Rio Branco, em Alta Floresta d’Oeste, a família Aruá se tornou um dos símbolos desse avanço.
O caso de Tawã Aruá resume bem esse movimento. Em 2024, o agricultor familiar alcançou 100 pontos na avaliação dos baristas durante a prova sensorial do café robusta e ficou em primeiro lugar no concurso Tribus, promovido por uma das maiores torrefadoras do país. O resultado reforça como a produção agrícola de café vem ganhando força entre comunidades indígenas do estado.
Quem se destaca
Etnia Aruá
Famílias da aldeia São Luiz vêm acumulando reconhecimento pela qualidade do café orgânico.
Onde
Alta Floresta d’Oeste (RO)
A produção ocorre na Terra Indígena Rio Branco, localizada no município.
Por que importa
Renda e tradição
A produção agrícola de café fortalece a autonomia produtiva e ajuda a preservar práticas culturais.
Produção agrícola de café une tradição e reconhecimento
A trajetória recente da família Aruá mostra que a produção agrícola de café não se resume ao aumento da produtividade. O cultivo também carrega identidade cultural e um modo de produção ligado ao manejo orgânico. Desde 2020, a etnia já aparece em premiações de qualidade, quando Valdir Aruá, um dos patriarcas, conquistou o terceiro lugar em um concurso com orientação de extensionistas da Emater-RO.
A etnia Aruá é notável pelo uso e práticas culturais específicas, em destaque a produção de café orgânico, que vem sendo premiada desde o ano de 2020
Esse histórico ajuda a explicar por que a produção agrícola de café passou a ser vista como um dos exemplos mais consistentes de integração entre saber tradicional e inserção em mercados mais exigentes. No caso da etnia Aruá, o café orgânico virou vitrine de qualidade e também instrumento de valorização da vida no território.
Apoio técnico no campo
A Emater-RO presta assistência técnica e extensão rural a etnias como Paiter Suruí, Aruá, Arara e Gavião, além de outros povos na região Madeira-Mamoré. O trabalho inclui orientação para culturas comerciais, como café e castanha-do-brasil, mas também preserva a cultura originária e incentiva o manejo agroecológico, sem uso de insumos químicos.
Linha do tempo da valorização do café indígena
2020
Valdir Aruá conquista terceiro lugar em concurso de qualidade com apoio técnico.
2024
Tawã Aruá obtém 100 pontos na avaliação dos baristas e vence o concurso Tribus.
Atualidade
A produção agrícola de café se consolida como fonte de renda, segurança alimentar e projeção para os povos indígenas de Rondônia.
Além do reconhecimento externo, a produção agrícola de café tem peso direto na segurança alimentar e na autonomia das comunidades. Segundo a Emater-RO, a agricultura indígena no estado combina práticas tradicionais de subsistência com produção comercial, criando uma base mais estável para geração de renda sem romper com a cultura originária.
Essa lógica amplia o valor do produto na hora da venda e fortalece o papel do agricultor indígena dentro da cadeia produtiva. Assim, a produção agrícola de café avança não apenas como atividade econômica, mas como estratégia de permanência no território e de fortalecimento social.
O que esse avanço representa
Valor agregado
O manejo orgânico e o processamento mínimo ajudam a elevar a qualidade final do café.
Autonomia produtiva
A venda da produção fortalece a renda e a inserção econômica das comunidades.
Preservação cultural
O trabalho no campo segue conectado às práticas tradicionais e à identidade originária.
Na avaliação do diretor-presidente da Emater-RO, Hermes José Dias Filho, a assistência técnica também busca garantir produtos saudáveis e maior retorno comercial aos produtores. Por isso, a produção agrícola de café entre povos indígenas ganha relevância estratégica para Rondônia ao reunir qualidade, sustentabilidade e fortalecimento comunitário.
Com premiações, apoio técnico e valorização do cultivo orgânico, o café produzido nas aldeias mostra que tradição e mercado podem caminhar juntos. Em vez de apagar a cultura, esse processo ajuda a projetar o conhecimento indígena e amplia a visibilidade de um modelo de desenvolvimento que nasce do próprio território.
Navios petroleiros avançam por corredor marítimo estratégico em meio à tensão geopolítica no Estreito de Ormuz.
Irã fecha o Estreito de Ormuz novamente neste sábado (18) e recoloca uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta no centro da crise entre Teerã e Washington. A decisão foi anunciada depois de os Estados Unidos manterem o bloqueio naval ligado aos portos iranianos, segundo o material-base publicado pelo g1.
A nova medida amplia a tensão no Oriente Médio e reforça o temor de impacto sobre o mercado global de energia. Quando Irã fecha o Estreito de Ormuz, governos, operadores do comércio marítimo e agentes do setor de petróleo voltam a acompanhar de perto uma passagem considerada vital para o fluxo internacional de combustíveis.
Resumo rápido
Situação atual
Passagem fechada
O governo iraniano voltou a restringir a navegação na rota após recuar da reabertura.
Motivo
Bloqueio mantido
Teerã diz que continuará o controle enquanto o bloqueio naval americano estiver em vigor.
Peso mundial
20% do consumo
O estreito concentra cerca de um quinto do petróleo e do gás consumidos no mundo.
Irã fecha o Estreito de Ormuz após manter pressão sobre os EUA
Segundo o texto-base, a comunicação inicial partiu de um porta-voz militar à agência estatal iraniana Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária. Em seguida, embarcações mercantes foram avisadas pela marinha iraniana, via rádio, de que nenhum navio estava autorizado a atravessar a passagem.
O porta-voz do Quartel-General Central Khatam al-Anbia afirmou que o estreito segue sob controle rigoroso das Forças Armadas iranianas. Na prática, Irã fecha o Estreito de Ormuz enquanto considerar que o bloqueio americano aos portos iranianos continua ativo, mantendo o impasse militar e diplomático em um dos pontos mais sensíveis do mapa global.
Linha da crise
Segunda-feira (13): os EUA mantêm o bloqueio naval ligado ao acesso aos portos iranianos.
Sexta-feira (17): o Irã já havia avisado que poderia voltar a restringir a rota.
Sábado (18): o governo confirma que retomou o fechamento da passagem marítima.
Por que o Estreito de Ormuz voltou ao centro da crise
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em publicação na Truth Social que só retirará tropas da rota depois que as negociações com o Irã estiverem “100% concluídas”. Ao mesmo tempo, sustentou que o estreito estaria aberto para negócios e livre tráfego. A reação iraniana mostrou que esse entendimento não foi aceito por Teerã.
Na prática, quando Irã fecha o Estreito de Ormuz, o episódio deixa de ser apenas uma resposta militar e ganha dimensão econômica global. A rota é uma das principais vias do comércio de petróleo, e qualquer restrição no local aumenta o risco de alta de preços, encarece o frete marítimo e amplia a instabilidade para países dependentes da circulação normal de energia.
Contexto estratégico
Uma passagem decisiva
O estreito fica entre Omã e Irã, tem trechos estreitos e permite forte controle militar, o que eleva sua importância em momentos de confronto.
Fluxo energético: cerca de 20% do petróleo e do gás consumidos no mundo passam pela área.
Largura: em alguns pontos, a passagem não supera 35 quilômetros.
Efeito imediato: qualquer interrupção aumenta a pressão internacional sobre energia, navios e cadeias de abastecimento.
Dados de monitoramento marítimo citados no material-base mostravam que a circulação havia sido retomada mais cedo, com três petroleiros iranianos deixando o Golfo do Irã carregando milhões de barris de petróleo bruto. O novo anúncio de que Irã fecha o Estreito de Ormuz novamente anulou a percepção de alívio e devolveu incerteza ao cenário.
Desde o início da atual guerra no Oriente Médio, no fim de fevereiro, o estreito vem operando sob pressão constante. O Irã havia fechado a passagem, ameaçado embarcações que cruzassem a área e intensificado o controle militar sobre uma faixa considerada essencial para o comércio marítimo global.
Próximos efeitos
O risco continua elevado
O novo fechamento mostra que a disputa permanece aberta. Enquanto não houver recuo concreto de um dos lados, a navegação seguirá vulnerável e o mercado continuará sensível.
Por isso, o fato de que Irã fecha o Estreito de Ormuz mais uma vez reforça o peso geopolítico da rota e o potencial de novos desdobramentos rápidos no conflito.
Ao restabelecer a restrição, Teerã deixa claro que não pretende aliviar a pressão enquanto considerar que segue sob cerco naval dos Estados Unidos. O novo capítulo confirma que, sempre que Irã fecha o Estreito de Ormuz, a crise ultrapassa a escala regional e passa a afetar diretamente o ambiente político e econômico internacional.
Bilhetes da Mega-Sena e caneta sobre a mesa ilustram a expectativa para o sorteio do prêmio acumulado de R$ 60 milhões neste sábado
Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões será o centro das atenções neste sábado (18), quando a Caixa realizará o concurso 2.998 da loteria mais popular do país. O sorteio está marcado para as 21h, no Espaço da Sorte, em São Paulo, e deve mobilizar apostadores em todo o Brasil.
Até lá, os interessados ainda podem registrar seus jogos até as 20h, tanto nas casas lotéricas credenciadas quanto pelos canais digitais das Loterias Caixa. O valor acumulado reforça a expectativa em torno de um concurso que costuma atrair grande procura quando o prêmio principal alcança cifras milionárias.
Painel inicial
O que o leitor precisa saber agora
Prêmio
R$ 60 milhões
Valor acumulado colocado em disputa no concurso 2.998.
Horário
21h
As seis dezenas serão anunciadas à noite, em São Paulo.
Apostas
Até 20h
Os jogos podem ser feitos em lotéricas, site e aplicativo.
Como participar da Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões
Para disputar a Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões, o apostador pode escolher de seis a vinte dezenas. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6. Já a aposta com sete dezenas sobe para R$ 42, ampliando o número de combinações possíveis.
O modelo é o mesmo já conhecido do público, mas o valor elevado do concurso tende a aumentar a procura ao longo do dia. Além das apostas individuais, muitos jogadores recorrem a bolões, principalmente em concursos acumulados, para tentar ampliar as chances sem assumir sozinhos o custo total de combinações mais caras.
Entenda os valores das apostas
Aposta simples
R$ 6
Inclui seis dezenas e representa a porta de entrada para quem quer participar do sorteio.
Sete números
R$ 42
Aumenta as combinações possíveis, mas também eleva de forma significativa o valor pago.
A Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões também terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa Econômica Federal no YouTube. Com isso, quem não estiver acompanhando o sorteio presencialmente poderá conferir o resultado em tempo real, sem depender apenas da divulgação posterior nos canais oficiais.
O concurso mantém a lógica tradicional da loteria: leva o prêmio máximo quem acertar as seis dezenas sorteadas. Além disso, há faixas de premiação para quem acerta quatro ou cinco números, o que mantém o interesse de uma parcela ampla de jogadores, mesmo quando o prêmio principal não é alcançado.
Probabilidade
As chances variam muito conforme a quantidade de dezenas escolhidas
Na aposta simples de seis dezenas, a chance de acertar o prêmio principal é de mais de uma em 50 milhões.
Na aposta com 20 dezenas, o cenário melhora para cerca de uma em pouco mais de 1,2 mil, mas o custo supera R$ 232 mil, o que restringe esse formato a um grupo muito menor de jogadores.
Por que a Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões chama tanta atenção
Concursos acumulados costumam mudar o ritmo das lotéricas e aumentar o fluxo nas plataformas digitais. No caso da Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões, o valor em disputa funciona como gatilho de interesse imediato, especialmente porque se trata de uma quantia capaz de gerar forte repercussão popular e grande circulação nas redes sociais.
Outro ponto que ajuda a explicar a mobilização é a facilidade de acesso. Hoje, além do atendimento presencial, o apostador pode registrar o jogo online, o que acelera a participação e mantém o sorteio em evidência durante todo o dia. Esse conjunto de fatores transforma o concurso em um tema de serviço, economia popular e interesse massivo.
Antes do sorteio
O que ainda dá tempo de fazer
Quem pretende entrar na disputa pela Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões precisa concluir a aposta até as 20h. Depois desse horário, os jogos deixam de valer para o concurso deste sábado.
Com o fechamento do prazo e a proximidade da extração oficial, a expectativa se desloca para o anúncio das dezenas e para a confirmação de quantos acertadores, se houver, dividirão o valor acumulado.
A Mega-Sena prêmio de R$ 60 milhões encerra o dia como um dos principais assuntos de serviço ao consumidor, reunindo informação prática, expectativa financeira e alto apelo popular. Para quem vai apostar, a recomendação central é conferir o horário limite e utilizar apenas os canais oficiais da Caixa.
Depois das 21h, o foco passa a ser o resultado do concurso 2.998, que definirá se o prêmio acumulado sairá neste sábado ou se continuará crescendo para a próxima rodada.
Câncer de pele exige prevenção diária, atenção aos sinais e acompanhamento regular, porque muitas lesões começam discretas e podem passar despercebidas por muito tempo.
Especialistas do Hospital de Amor explicam cuidados diários, sinais de alerta e prevenção do câncer de pele.
No Prevcast #4, o Dr. Júlio Possati conversa com o cirurgião oncológico Dr. Vinícius de Lima Vazquez e com o dermatologista Dr. Bruno Augusto Álvares sobre os principais cuidados contra o câncer de pele, os fatores de risco mais comuns, os sinais que merecem avaliação e a importância do diagnóstico precoce para evitar tratamentos mais agressivos.
▶️ Ative o som e assista ao programa completo
O episódio mostra como a prevenção do câncer de pele começa na rotina, no olhar atento e na proteção diária.
1. Câncer de pele pode começar com sinais discretos
Um dos pontos centrais do programa é que o câncer de pele muitas vezes não chama atenção no começo. Uma ferida que não cicatriza, uma pinta que muda de cor, um sinal que cresce ou uma lesão que sangra facilmente podem parecer pequenos problemas, mas precisam ser observados com seriedade.
Os especialistas reforçam que a pele é um órgão visível, mas isso não significa que o diagnóstico precoce aconteça automaticamente. Muita gente vê a alteração todos os dias, mas não interpreta aquilo como um alerta real. É justamente nesse atraso entre perceber e agir que mora parte do problema.
▶️ Assista ao trecho sobre o alerta inicial e a importância de observar a pele
2. Exposição solar acumulada aumenta o risco de câncer de pele
Outro tema forte do episódio é o efeito cumulativo da radiação solar. O câncer de pele não aparece apenas por uma exposição pontual no lazer. Em muitos casos, ele está ligado ao acúmulo de anos de sol no trabalho, no deslocamento diário e em atividades repetidas ao ar livre.
Isso ajuda a explicar por que a doença aparece com maior frequência em pessoas acima dos 40 anos e em idosos. A exposição vai deixando marcas ao longo do tempo, sobretudo em quem trabalhou sob sol forte durante décadas, como trabalhadores rurais, pessoas da construção civil, caminhoneiros e profissionais expostos à radiação em horários críticos.
O programa mostra ainda que a prevenção precisa ir além do verão e da praia. Quem caminha até o ponto de ônibus, volta para casa no almoço, anda de bicicleta ou trabalha ao ar livre também está se expondo todos os dias.
▶️ Assista ao trecho sobre exposição ao sol, trabalho e risco acumulado
3. Quem precisa redobrar a atenção
Os especialistas explicam que pessoas de pele clara, olhos claros, cabelos claros e histórico de queimaduras solares têm risco maior de desenvolver câncer de pele ao longo da vida. Isso está ligado ao chamado fototipo, que representa a forma como a pele reage à radiação solar.
Mesmo assim, o programa deixa claro que o problema não se limita a um único perfil. Pessoas de pele mais escura também podem ter câncer de pele. A diferença é que a incidência pode ser menor, mas a necessidade de atenção continua existindo.
Além da cor da pele, entram nessa conta fatores como tempo de exposição, queimaduras repetidas, histórico familiar e presença de muitas pintas no corpo.
▶️ Assista ao trecho sobre pele clara, fototipo e fatores de risco
4. Câncer de pele não é tudo igual
Um trecho muito importante do Prevcast esclarece que câncer de pele não é uma doença única. Existem tipos diferentes, com comportamentos diferentes. Entre os mais comuns, os especialistas destacam o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma.
O carcinoma basocelular costuma crescer localmente e, em geral, é menos agressivo. Muitas vezes aparece como uma lesão pequena, brilhante ou um machucado persistente. Já o carcinoma espinocelular pode formar feridas e apresentar comportamento mais agressivo em alguns casos.
O melanoma merece atenção especial porque, quando não é diagnosticado cedo, pode se espalhar para outros órgãos. Em muitos casos, ele surge como uma pinta nova ou como uma pinta antiga que muda de aspecto, ganha mais de uma cor, cresce, sangra ou fica claramente diferente das demais.
▶️ Assista ao trecho sobre os tipos mais comuns de câncer de pele
5. Diagnóstico precoce muda completamente o tratamento
O programa deixa claro que o diagnóstico precoce do câncer de pele pode ser a diferença entre um procedimento simples e um tratamento muito mais complexo. Lesões iniciais muitas vezes são resolvidas com cirurgia pequena, anestesia local e retorno rápido à rotina.
Quando o diagnóstico chega tarde, a realidade pode ser bem diferente. O paciente pode precisar de cirurgias maiores, enfrentar sequelas estéticas ou funcionais e, no caso do melanoma, até de tratamentos sistêmicos como imunoterapia.
Essa diferença também pesa financeiramente e emocionalmente. O episódio destaca que prevenir e identificar cedo custa muito menos do que tratar doença avançada, tanto para o sistema de saúde quanto para as famílias.
▶️ Assista ao trecho sobre diagnóstico precoce e impacto no tratamento
6. Onde ainda falhamos na saúde pública
Ao tratar do cenário brasileiro, os especialistas apontam que os diagnósticos tardios não se explicam por um único motivo. Falta informação, falta acesso, falta treinamento em algumas áreas e ainda existe dificuldade da população em reconhecer que uma lesão persistente pode representar câncer de pele.
O episódio defende que a atenção primária, os profissionais da ponta e até trabalhadores de áreas como estética, maquiagem, tatuagem e cabelo podem ajudar nessa triagem, desde que recebam capacitação adequada.
Essa lógica amplia a promoção de saúde e cria mais pontos de alerta antes que o problema se agrave.
▶️ Assista ao trecho sobre acesso, saúde pública e formação de profissionais
7. Inteligência artificial pode ajudar na triagem
Um dos temas mais atuais do episódio é o uso de imagem, fotografia e inteligência artificial para ajudar na triagem do câncer de pele. Os convidados explicam que a tecnologia não substitui consulta, exame clínico ou biópsia, mas pode funcionar como um gatilho importante para acelerar a busca por ajuda.
Em regiões onde o acesso ao especialista é mais difícil, uma ferramenta que sinalize alto risco em uma lesão suspeita pode reduzir o tempo de espera e ajudar a priorizar casos que precisam de avaliação mais rápida.
O próprio Hospital de Amor trabalha com treinamento, prevenção e ampliação da capacidade de triagem, reforçando o papel da educação em saúde junto da tecnologia.
▶️ Assista ao trecho sobre fotografia, imagem e inteligência artificial
8. Protetor solar é importante, mas não é a única barreira
Na parte final, os especialistas reforçam que a proteção contra o câncer de pele não depende apenas do filtro solar. Chapéu, roupas, mangas longas, sombra, barreiras físicas e redução da exposição em determinados horários também fazem diferença.
O programa ainda destaca que há alternativas para diferentes rotinas e bolsos. Quando o protetor não é bem aceito, especialmente entre homens que resistem mais ao uso diário, as barreiras físicas aparecem como caminho prático e acessível.
O mais importante é abandonar a ideia de que proteção é algo ocasional. Na prática, ela precisa virar hábito.
9. Consulta anual ao dermatologista pode evitar problemas maiores
Entre as orientações finais, o Prevcast recomenda que toda pessoa faça avaliação dermatológica pelo menos uma vez por ano. Quem tem pele clara, muitas pintas, histórico de lesão suspeita ou câncer prévio pode precisar de acompanhamento mais frequente.
Além disso, qualquer ferida que não cicatriza, pinta que muda ou lesão que sangra deve antecipar a procura por avaliação. O episódio reforça que o diagnóstico precoce do câncer de pele depende muito desse passo simples: não adiar a consulta.
▶️ Assista ao trecho final sobre prevenção contínua e consulta anual
Oscar Schmidt marcou gerações dentro e fora das quadras e se tornou símbolo do basquete brasileiro
Oscar Schmidt morre aos 68 anos e encerra um dos capítulos mais marcantes da história do esporte brasileiro. Símbolo do basquete nacional, o ex-jogador passou mal nesta sexta-feira, em São Paulo, foi levado a uma unidade hospitalar em Santana de Parnaíba e não resistiu. A informação foi confirmada pela assessoria do atleta, que destacou sua trajetória de coragem diante da doença e seu peso humano e esportivo.
Conhecido como Mão Santa, Oscar transformou talento em legado. Ele atravessou gerações como referência da seleção brasileira, virou sinônimo de pontuação histórica e construiu uma carreira reverenciada no Brasil e no exterior. A despedida será reservada à família, conforme comunicado divulgado após a morte.
idade
68 anos
O maior nome do basquete brasileiro morreu nesta sexta-feira em São Paulo.
saúde
2011
Foi o ano do diagnóstico de câncer no cérebro, enfrentado por mais de 15 anos.
despedida
reservada
Velório e sepultamento não serão abertos ao público, por desejo da família.
legado
recordista
Oscar deixa marcas históricas em Olimpíadas, Mundiais e Jogos Pan-Americanos.
Oscar Schmidt morre aos 68 anos e deixa legado no basquete
A notícia de que Oscar Schmidt morre aos 68 anos reacende a dimensão do que ele representou para o país. Mais do que um grande cestinha, ele foi uma figura capaz de ampliar o alcance do basquete brasileiro, atrair público, inspirar atletas e manter o nome do Brasil em evidência por décadas.
Oscar Schmidt em imagem marcante que reforça sua ligação histórica com o basquete brasileiro
A assessoria informou que Oscar enfrentou a doença com coragem, dignidade e resiliência. A família também pediu privacidade neste momento de luto. Mesmo nos períodos mais delicados, o ex-jogador seguiu presente em eventos, homenagens, palestras e conversas sobre o basquete, mantendo a conexão com o público até os últimos anos.
Linha do tempo de Oscar Schmidt
1978
Conquista o bronze no Mundial com a seleção brasileira e consolida sua força internacional.
1987
Vira protagonista do histórico ouro no Pan-Americano, uma das vitórias mais lembradas do basquete nacional.
2011
Recebe diagnóstico de tumor cerebral e inicia uma longa fase de cirurgias e tratamentos.
2026
Morre aos 68 anos, deixando um legado histórico para o esporte brasileiro e mundial.
Oscar Schmidt morre aos 68 anos e deixa recordes históricos
Quando se diz que Oscar Schmidt morre aos 68 anos, a comoção cresce também pelo tamanho de sua obra esportiva. Ele foi tricampeão sul-americano, conquistou o ouro no Pan-Americano de 1987, levou bronze no Mundial de 1978 e acumulou marcas que o colocaram entre os maiores pontuadores da história do basquete.
Oscar Schmidt em momento histórico da seleção brasileira no Pan-Americano de 1987, conquista marcante do basquete nacional
Durante anos, ele foi reconhecido como um dos maiores pontuadores da história do basquete. Somou 49.737 pontos ao longo da carreira, foi o maior cestinha da história das Olimpíadas e acumulou marcas relevantes em Campeonatos Mundiais e Jogos Pan-Americanos. Esse conjunto de dados explica por que sua morte provoca comoção muito além do universo do basquete.
legado em números
Painel de marcas históricas
Oscar reuniu recordes individuais, protagonismo em grandes torneios e números que ajudaram a colocá-lo entre os maiores nomes da história do basquete.
pontuação total
49.737
Foi a marca que o colocou entre os maiores pontuadores da história do basquete mundial.
olimpíadas
maior cestinha
Oscar encerrou a carreira reconhecido como o maior pontuador da história olímpica do basquete.
campeonatos mundiais
893 pontos
Também liderou a estatística histórica de pontos somados em Mundiais.
recorde em Mundial
52 pontos
Foi a maior pontuação de um jogador em uma única partida de Mundial, contra a Austrália, em 1990.
recorde no Pan
53 pontos
Nos Jogos Pan-Americanos, também cravou o maior número de pontos em uma única partida, diante do México, em 1987.
títulos pela seleção
ouro e pódios
Foi tricampeão sul-americano, ganhou o ouro no Pan de 1987 e o bronze no Mundial de 1978.
leitura editorial
Mais do que números isolados, essas marcas ajudam a explicar por que Oscar Schmidt virou símbolo do basquete brasileiro. Seu legado reúne longevidade, protagonismo internacional e capacidade rara de decidir jogos em grandes competições.
Oscar Schmidt morre aos 68 anos após longa luta contra a doença
A história recente de Oscar também foi marcada pela resistência. Diagnosticado com câncer no cérebro em 2011, ele passou por cirurgias, tratamentos e conviveu com outras complicações de saúde. Em 2022, revelou que havia perdido o medo da morte e decidido interromper a quimioterapia, numa declaração que comoveu admiradores em todo o país.
Fora das quadras, o ex-jogador construiu uma vida familiar estável ao lado de Maria Cristina Victorino, com quem teve dois filhos. Também era irmão de Tadeu Schmidt e tio do campeão olímpico Bruno Schmidt. Ao reunir feitos esportivos, franqueza sobre a doença e presença pública constante, Oscar se tornou uma figura rara: um ídolo respeitado tanto pela grandeza competitiva quanto pela força com que encarou a fragilidade humana.
Por que a despedida mobiliza o país
dimensão esportiva
Oscar virou referência de excelência, ajudou a popularizar o basquete brasileiro e empilhou recordes que atravessaram décadas.
dimensão humana
A longa luta contra a doença, somada à sinceridade com que tratava o tema, ampliou ainda mais a identificação do público com sua trajetória.
Com a confirmação de que Oscar Schmidt morre aos 68 anos, o esporte brasileiro perde um de seus rostos mais reconhecidos. Ainda assim, sua memória seguirá viva em recordes, medalhas, imagens históricas e no impacto que causou em gerações de fãs e atletas.
Ambiente interno do Museu do Presépio reúne arte sacra, memória cultural e acervo que fortalece o turismo religioso em Porto Velho.
Museu do Presépio é um dos espaços culturais mais singulares de Porto Velho e vem ampliando sua relevância ao unir arte, fé, memória e visitação em um mesmo ambiente. Instalado na Associação São Tiago Maior, na zona Leste da capital, o local chama atenção pelo porte do acervo e pela capacidade de oferecer ao público uma experiência que combina contemplação, identidade cultural e tradição religiosa.
Criado em 1998, o espaço nasceu inspirado na tradição italiana dos presépios e hoje é reconhecido como Patrimônio Artístico do Estado de Rondônia. Ao longo dos anos, o Museu do Presépio ampliou o acervo, consolidou sua presença no circuito de visitação da cidade e passou a ocupar posição de destaque no fortalecimento do turismo religioso e cultural em Porto Velho.
Resumo rápido
O que o visitante encontra no espaço
Origem
1998
O museu surgiu inspirado na tradição italiana dos presépios.
Acervo
+ de mil
Presépios de várias partes do mundo reunidos em um só lugar.
Dimensão
2,8 mil
Peças artísticas produzidas por artistas de mais de 50 nacionalidades.
Destaque
Monumental
Presépio permanente considerado o maior do Brasil e o segundo maior do mundo.
Museu do Presépio amplia o valor cultural de Porto Velho
O grande diferencial do Museu do Presépio está na força do conjunto reunido ao longo do tempo. Segundo o padre Enzo Mangano, fundador da Associação São Tiago Maior e criador do espaço, o acervo ultrapassa a marca de mil presépios vindos de diferentes países. Além disso, o museu abriga um presépio monumental permanente em cerâmica, reconhecido pelo valor artístico e religioso e apontado como o maior do Brasil e o segundo maior do mundo em seu gênero.
Esse alcance internacional dá ao Museu do Presépio uma identidade rara na capital. As obras apresentam diferentes formas de representar o nascimento de Cristo, com estilos, materiais e técnicas que refletem culturas distintas. Assim, o visitante não encontra apenas uma coleção temática, mas uma espécie de percurso visual pela diversidade simbólica e estética de dezenas de regiões do mundo.
Dimensão do acervo
50+
Nacionalidades representadas nas peças artísticas que compõem o espaço.
O que torna o museu singular
Escala: acervo extenso e permanente com forte identidade religiosa.
Diversidade: peças com materiais e linguagens visuais de diferentes países.
Valor simbólico: arte sacra associada à memória, fé e tradição.
Força turística: ponto de visitação que amplia o roteiro cultural da cidade.
Mais do que um espaço de exposição, o Museu do Presépio funciona como ambiente de aprendizado e preservação de memória. Cada peça amplia o olhar do público sobre tradições religiosas e manifestações culturais construídas em contextos diferentes. Esse aspecto educativo reforça o valor do passeio para famílias, estudantes e visitantes interessados em patrimônio, espiritualidade e história.
Outro ponto importante é a acessibilidade do passeio. O local se apresenta como uma alternativa de lazer cultural em Porto Velho e pode ser visitado de terça a domingo, do período da tarde até a noite, no bairro Socialista. Essa característica amplia o potencial de circulação de moradores e turistas e ajuda o Museu do Presépio a se consolidar como espaço de visita regular, e não apenas de contemplação ocasional.
Experiência de visita
1. Chegada ao espaço
O visitante encontra um ambiente voltado à contemplação, com forte presença de arte sacra e identidade cultural.
2. Imersão no acervo
As peças revelam estilos, materiais e interpretações diferentes do nascimento de Cristo em várias partes do mundo.
3. Leitura cultural do passeio
A visita termina com uma percepção mais ampla sobre memória, fé, tradição e papel do museu na vida cultural da capital.
Museu do Presépio fortalece o turismo religioso na capital
Com um acervo que atravessa fronteiras e valoriza a arte sacra em múltiplas expressões, o Museu do Presépio ajuda a ampliar o roteiro turístico da cidade e reforça a identidade cultural de Porto Velho. O espaço dialoga com um público que busca experiências ligadas à espiritualidade, mas também alcança quem deseja compreender melhor a formação simbólica e artística da região.
Na prática, o museu combina três forças relevantes para a cidade: preserva memória, oferece conteúdo cultural e cria uma alternativa de lazer com apelo educativo. Esse conjunto faz do Museu do Presépio um equipamento valioso para a imagem da capital, sobretudo por mostrar que Porto Velho também pode atrair visitação a partir de patrimônios ligados à tradição, à arte e ao pertencimento.
Impacto local
Por que o espaço ganha peso editorial
O museu reúne serviço, identidade cultural, patrimônio reconhecido e potencial turístico em uma pauta de interesse direto para moradores e visitantes.
Memória preservada
O acervo mantém viva uma tradição religiosa com valor artístico permanente.
Turismo de nicho
A pauta fortalece o turismo religioso e cultural em uma capital amazônica.
Uso educativo
O passeio pode servir a escolas, famílias e visitantes em busca de aprendizado.
Acesso contínuo
A visita regular ajuda o museu a ocupar lugar permanente na rotina cultural da cidade.
Ao reunir mais de mil presépios, milhares de peças artísticas e um conjunto monumental reconhecido pela dimensão e pelo valor simbólico, o Museu do Presépio transforma tradição em experiência concreta de visitação. Em vez de ser apenas um espaço temático, ele se firma como ponto de memória, de aprendizado e de reforço do turismo religioso em Porto Velho.
Paciente recebe medicação intravenosa em hospital após inclusão da imunoterapia no SUS
Imunoterapia no SUS agora integra oficialmente o tratamento contra o câncer na rede pública, após a sanção de uma nova lei pelo governo federal. A medida já está em vigor e amplia as possibilidades terapêuticas para pacientes que não conseguem pagar por uma das abordagens mais modernas da oncologia.
Publicada no Diário Oficial da União neste mês, a nova legislação incorpora ao sistema público um tratamento que estimula o próprio sistema imunológico a combater as células cancerígenas. Segundo o material-base, a principal vantagem é a possibilidade de menor impacto colateral em comparação com métodos tradicionais, como quimioterapia e radioterapia.
Resumo rápido
O que mudou
Lei sancionada
A imunoterapia passa a integrar oficialmente o tratamento contra o câncer no SUS.
Situação
Já está em vigor
A medida foi publicada no Diário Oficial da União e já pode orientar a rede pública.
Quando será usada
Casos resistentes
A aplicação prevista é para pacientes em que os tratamentos convencionais deixarem de fazer efeito.
Dimensão
781 mil por ano
É a estimativa de novos casos anuais de câncer no Brasil entre 2026 e 2028, segundo o INCA.
Como a imunoterapia no SUS passa a funcionar
A imunoterapia no SUS entra como alternativa dentro do tratamento oncológico público para pacientes com indicação clínica em situações específicas. De acordo com o texto-base, ela estimula o sistema imunológico do próprio paciente a combater as células cancerígenas, o que a diferencia das terapias tradicionais já usadas com maior frequência.
No material publicado, a imunoterapia aparece como uma opção importante principalmente por combinar avanço terapêutico e menor incidência de efeitos colaterais relevantes em comparação com quimioterapia e radioterapia. Isso não elimina os desafios do tratamento, mas amplia o leque de resposta clínica dentro da rede pública.
Como a imunoterapia age no organismo
Mecanismo
Estimula o sistema imunológico
A terapia ativa a defesa do próprio paciente para combater as células cancerígenas.
Diferença central
Abordagem mais direcionada
No material-base, ela aparece como alternativa moderna em relação à quimioterapia e à radioterapia.
Vantagem destacada
Menos efeitos colaterais
A expectativa informada é de menor impacto adverso em comparação com métodos tradicionais.
Casos em que o tratamento poderá ser indicado
O texto-base informa que a nova fase da imunoterapia no SUS leva esperança a pacientes com melanoma e também a alguns tipos de câncer nos pulmões, rins, bexiga, mama e linfoma de Hodgkin. A informação é relevante porque delimita, já nesta largada, os cenários em que a política pública tende a ter maior impacto prático.
Além disso, o Instituto Nacional de Câncer projeta que o Brasil terá 781 mil novos casos anuais de câncer entre 2026 e 2028. Esse dado reforça o peso da decisão, já que a expansão do acesso a terapias mais modernas ganha dimensão nacional diante do volume previsto de diagnósticos.
Aplicação clínica prevista
Onde a imunoterapia pode entrar no tratamento
O texto-base cita tipos de câncer específicos e informa que o uso ocorrerá quando as terapias convencionais não fizerem mais efeito.
Melanoma
Está entre os tipos citados como beneficiados pela nova etapa do SUS.
Pulmão
Alguns tipos de câncer pulmonar entram no grupo apontado pelo material.
Rins e bexiga
Também aparecem entre os cenários clínicos mencionados na nova política.
Mama
O tratamento pode ampliar opções para pacientes com esse tipo de diagnóstico.
Linfoma de Hodgkin
O texto também inclui esse quadro entre os que podem ser alcançados.
O texto também apresenta o caso de uma paciente identificada como Vera Lúcia, diagnosticada com um tipo raro de câncer intestinal. Após cirurgia, ela segue o tratamento com esse método inovador. O relato informa sessões de 30 minutos a cada 20 dias e ausência de efeitos colaterais significativos até aqui.
Impacto público
Por que essa mudança pesa no SUS
A incorporação da imunoterapia no SUS amplia o acesso a uma terapia moderna para pacientes que não conseguem pagar pelo tratamento e que já não respondem bem às abordagens convencionais. Em um país com projeção de 781 mil novos casos anuais de câncer entre 2026 e 2028, a medida ganha peso como resposta prática dentro da rede pública.
Acesso
Reduz a distância entre o tratamento de ponta e o paciente da rede pública.
Resposta clínica
Cria nova alternativa para casos em que quimioterapia ou radioterapia deixam de surtir efeito.
Esperança
Amplia a perspectiva de cuidado com menor carga de efeitos colaterais relevantes.
Com a lei em vigor, a expectativa é de ampliação gradual das opções terapêuticas no sistema público. Dentro do que o material-base sustenta, a principal mudança está no acesso: a imunoterapia no SUS deixa de ser exceção distante e passa a integrar oficialmente a política de tratamento do câncer no país.
Café, segurança, educação e gestão pública marcam as principais ações do governo de RO na semana
As ações do governo de RO entre os dias 13 e 17 de abril reuniram avanços em bioeconomia, cafeicultura, segurança pública, educação, cultura e infraestrutura, consolidando uma semana de forte presença institucional e entregas em áreas estratégicas. O balanço divulgado pelo governo estadual mostra uma agenda com impacto direto sobre produtores rurais, estudantes, mulheres atendidas por políticas públicas e setores que movimentam a economia de Rondônia.
Ao longo da semana, as ações do governo de RO ganharam visibilidade por combinar reconhecimento externo, investimentos e resultados práticos. O destaque principal foi a parceria com a ONU para um projeto ligado à bioeconomia, mas o período também trouxe evidências do avanço do café rondoniense, da modernização da segurança e da ampliação de oportunidades por meio da mediação tecnológica no ensino público.
Resumo rápido
Bioeconomia
Quase R$ 10 mi
Parceria com a ONU fortalece mulheres empreendedoras e agricultores familiares.
Café
75% da produção
Região Matas de Rondônia concentra o principal polo cafeeiro do estado.
Educação
Medicina
Mediação tecnológica ajudou alunos da rede estadual a chegar à universidade.
Segurança
Viaturas blindadas
Novos veículos foram exibidos em evento internacional do setor.
Ações do governo de RO ganham projeção internacional
Entre as principais ações do governo de RO, o lançamento do projeto de Inclusão e Empoderamento de Mulheres Empreendedoras e de Agricultores Familiares por meio da Bioeconomia colocou Rondônia em evidência na agenda global do desenvolvimento sustentável. A iniciativa, apresentada no Palácio Rio Madeira, em Porto Velho, oficializou a conquista de quase R$ 10 milhões em investimento e reforçou o protagonismo estadual em uma disputa que envolveu a Amazônia Legal.
Leitura do movimento
O avanço da bioeconomia amplia renda, fortalece a produção familiar e conecta Rondônia a uma pauta global que une desenvolvimento econômico e preservação ambiental.
No campo, as ações do governo de RO também se refletiram no fortalecimento da cafeicultura. A região Matas de Rondônia, que responde por 75% da produção estadual, aparece como símbolo da transformação do setor. O café local já recebeu o selo de Indicação Geográfica do tipo Denominação de Origem, reconhecimento que associa o produto à qualidade, ao sabor e às práticas sustentáveis empregadas pelos produtores.
Além da origem certificada, os Robustas Amazônicos consolidam uma mudança importante na imagem do café produzido em Rondônia. O que antes era visto apenas como produto de menor valor agregado passou a ganhar espaço em mercados exigentes, com apoio de pesquisa, tecnologia e políticas públicas voltadas ao produtor rural. Em Alta Floresta d’Oeste, por exemplo, o incentivo técnico e a entrega de mudas aparecem como parte desse processo de expansão produtiva e melhoria de vida no campo.
Café especial
Rondônia reforça presença nacional e internacional com produção sustentável e identidade própria.
Produção rural
Apoio técnico e estrutura no campo ajudam a ampliar oportunidades e renda.
Valor agregado
O produto deixa de ser apenas commodity e ganha espaço como café de referência.
Segurança, cultura e educação entram no radar da semana
As ações do governo de RO ainda incluíram a apresentação de viaturas semi-blindadas adquiridas pelo estado na LAAD Security & Defence, em São Paulo, movimento que reforça a modernização da estrutura de segurança. Na área social, a capacitação do programa Mulher Protegida mobilizou 200 participantes da rede de proteção em Porto Velho, com foco na saúde mental de mulheres vítimas de violência.
Na cultura, a abertura da IV Mostra Estudantil de Arte e Cultura Indígena valorizou saberes tradicionais e fortaleceu a diversidade nas escolas estaduais. Já na infraestrutura, a ampliação da malha aérea com novos voos e horários em Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena aponta para mais mobilidade e integração econômica. Na educação, as ações do governo de RO ganharam um resultado expressivo com estudantes da mediação tecnológica aprovados em Medicina, ampliando o alcance do ensino em localidades de difícil acesso.
RO
Antes do fechamento
A semana mostra um governo com agenda espalhada por várias frentes.
De bioeconomia a educação remota, passando por segurança, cultura e transporte, as entregas reforçam uma estratégia de visibilidade pública e impacto regional.
Com esse conjunto de iniciativas, as ações do governo de RO formam um retrato de semana marcado por presença institucional, reconhecimento externo e ações voltadas a setores que influenciam diretamente a vida cotidiana da população. O balanço reúne agendas de curto prazo, mas também aponta para linhas de desenvolvimento que o estado tenta consolidar em áreas sensíveis e estratégicas.
Ryu aparece em posição de combate enquanto Blanka surge ao fundo em clima sombrio e cinematográfico.
O trailer de Street Fighter colocou o novo live action da franquia da Capcom no centro das atenções ao mostrar personagens clássicos como Ryu, Blanka e outros nomes importantes do elenco. A nova prévia foi divulgada no contexto da CinemaCon e reforça a tentativa de aproximar o filme do visual, dos golpes e da atmosfera que marcaram os jogos.
Além de servir como peça promocional, o trailer de Street Fighter ajuda a medir a recepção do público a uma adaptação cercada de expectativa. Pela prévia, o projeto aposta em nostalgia, ação direta e reconhecimento imediato dos personagens mais populares da saga, num movimento que pode fortalecer o interesse dos fãs antigos e também atrair um público novo para a estreia nos cinemas.
Destaque
Ryu e Blanka
A prévia mostra personagens centrais e reforça a conexão direta com o universo clássico dos games.
Tom
Fiel aos jogos
O material destaca golpes, figurinos e referências reconhecíveis para quem acompanha a franquia há décadas.
Estreia
Outubro de 2026
O lançamento já tem data definida e entra no calendário de filmes mais observados pelos fãs de ação.
Produção
Legendary e Paramount
O projeto reúne estúdio, distribuidora e elenco de forte apelo comercial para sustentar a nova adaptação.
Veja o trailer
O que o trailer de Street Fighter mostra
O novo trailer de Street Fighter dá ênfase à apresentação visual dos lutadores e à promessa de um filme mais conectado ao imaginário da série. Isso aparece na forma como o vídeo trabalha a presença de Ryu, a transformação de Blanka e a ambientação de combate que remete diretamente aos confrontos mais icônicos dos jogos da Capcom. O material também sugere que a produção quer equilibrar fan service com apelo de blockbuster.
Leitura editorial
A prévia aposta no reconhecimento imediato
Em vez de esconder os personagens mais aguardados, o material promocional entrega logo de início elementos que dialogam com a memória afetiva dos fãs.
Essa escolha fortalece a campanha porque posiciona o filme como uma adaptação que quer parecer Street Fighter de verdade, e não apenas usar o nome da franquia como referência solta.
Elenco reúne nomes conhecidos do cinema da luta e da cultura pop
A escalação do filme é outro ponto que chama atenção. Andrew Koji interpreta Ryu, enquanto Noah Centineo assume o papel de Ken. Já Jason Momoa aparece como Blanka, um dos nomes mais comentados da nova adaptação. O elenco ainda inclui David Dastmalchian como M. Bison, Roman Reigns como Akuma, Cody Rhodes como Guile, 50 Cent como Balrog, Callina Liang como Chun-Li, Vidyut Jammwal como Dhalsim, Orville Peck como Vega e Andrew Schultz como Dan Hibiki.
Quem aparece com mais força na divulgação
Ryu surge como eixo simbólico da adaptação
Blanka ganha destaque visual imediato no trailer
Ken reforça a dupla clássica mais conhecida da saga
Chun-Li, Akuma e Guile ampliam o peso nostálgico da prévia
Montagem promocional reúne personagens do live action de Street Fighter com Blanka no centro da composição.
Na prática, o trailer de Street Fighter usa esse conjunto de nomes para mostrar que o filme foi pensado como evento de entretenimento. O elenco mistura atores conhecidos, lutadores e celebridades com presença popular, o que amplia o alcance da campanha para além do público tradicional dos games.
Calendário do filme
Divulgação do trailer
A prévia foi lançada no período da CinemaCon e abriu uma nova fase da campanha.
Estreia nos cinemas
O filme chega às salas em outubro de 2026, segundo a divulgação oficial.
Aposta central
Fidelidade estética, nostalgia e personagens clássicos como força da campanha.
Estreia já tem data e amplia a expectativa dos fãs
A estreia de Street Fighter está marcada para outubro de 2026. Com produção da Legendary e distribuição da Paramount Pictures, o longa entra numa fase decisiva de divulgação. Por isso, o trailer de Street Fighter funciona como peça central para consolidar a expectativa em torno do reboot e reposicionar a franquia nos cinemas depois de adaptações anteriores que não alcançaram o mesmo reconhecimento dos jogos.
Ao reunir personagens conhecidos, reforçar movimentos marcantes e apostar numa estética mais próxima do material original, o trailer de Street Fighter indica que o filme quer falar diretamente com quem cresceu acompanhando a saga. Ao mesmo tempo, tenta se vender como um grande lançamento de ação para o público amplo, unindo nostalgia, espetáculo visual e reconhecimento de marca.