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Caixa começa a pagar saldo do FGTS retido pelo saque-aniversário

Caixa começa a pagar saldo do FGTS retido para trabalhadores do saque-aniversário
Pagamento do FGTS retido pelo saque-aniversário começa nesta segunda-feira

A Caixa Econômica Federal iniciou nesta segunda-feira (29) uma nova etapa de liberação de recursos. Caixa paga FGTS retido de trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário e tiveram o contrato de trabalho encerrado ou suspenso nos últimos anos. O crédito ocorre de forma automática, sem necessidade de solicitação.

A medida foi autorizada por uma medida provisória do governo federal. Ao todo, cerca de R$ 7,8 bilhões serão liberados, alcançando aproximadamente 14,1 milhões de trabalhadores. Dessa forma, o governo busca corrigir uma limitação da modalidade de saque criada em 2020.

Pagamento do FGTS ocorre em duas etapas

Inicialmente, a Caixa libera os recursos em duas fases. Na primeira etapa, iniciada em 29 de dezembro, o trabalhador pode receber até R$ 1,8 mil por conta vinculada, conforme o saldo disponível. Nessa fase, portanto, a estimativa é liberar cerca de R$ 3,9 bilhões.

na segunda etapa, o pagamento do valor restante começa em 2 de fevereiro de 2026. Nesse caso, os depósitos seguem de forma escalonada até 12 de fevereiro. Assim, todo o montante autorizado será disponibilizado gradualmente.

Crédito automático facilita acesso ao dinheiro

Segundo a instituição, Caixa paga FGTS retido em duas etapas, com liberação inicial de até R$ 1,8 mil por conta vinculada. O valor restante será depositado de forma escalonada a partir de fevereiro de 2026.

Por outro lado, quem não cadastrou conta no aplicativo ainda pode sacar os valores nos canais físicos, como:

  • casas lotéricas;

  • terminais de autoatendimento;

  • correspondentes Caixa Aqui;

  • agências da Caixa.

Além disso, o saque pode ser feito com Cartão Cidadão e senha. Em terminais da Caixa, também é possível utilizar biometria, o que agiliza o atendimento.

Quem tem direito ao saque do FGTS retido

Têm direito à liberação os trabalhadores que, ao mesmo tempo:

  • aderiram ao saque-aniversário;

  • tiveram o contrato suspenso ou rescindido entre 1º de janeiro de 2020 e 23 de dezembro de 2025;

  • possuem saldo disponível na conta do FGTS referente ao vínculo encerrado.

Além disso, a liberação vale para casos de:

  • demissão sem justa causa;

  • despedida indireta, culpa recíproca ou força maior;

  • falência ou falecimento do empregador;

  • término de contrato por prazo determinado, inclusive temporários;

  • suspensão total do trabalho avulso.

No entanto, quando a rescisão ocorre por acordo entre empregado e empregador, o trabalhador pode sacar apenas 80% do saldo disponível.

Situações que impedem o saque

Por outro lado, nem todos os trabalhadores poderão acessar os recursos. Não têm direito ao saque os valores que:

  • foram usados como garantia em empréstimos de antecipação do saque-aniversário;

  • estão sujeitos a bloqueio judicial, como em casos de pensão alimentícia.

Nessas situações, portanto, o saldo permanece indisponível enquanto durar o impedimento legal.

Como consultar se há valores a receber

Para verificar se há saldo liberado, o trabalhador pode consultar:

  • o aplicativo FGTS, na opção “Informações Úteis”;

  • o telefone 0800 726 0207, opção FGTS;

  • ou diretamente uma agência da Caixa.

No extrato do aplicativo, os créditos aparecem identificados como “SAQUE DEP 50S” ou “SAQUE DEP 50A”. Assim, fica mais fácil confirmar o valor exato disponível.

Entenda o saque-aniversário

O saque-aniversário está em vigor desde 2020 e permite ao trabalhador retirar, todos os anos, uma parte do saldo do FGTS no mês do aniversário. Em contrapartida, porém, quem escolhe essa modalidade não pode sacar o valor integral do fundo em caso de demissão, mantendo apenas o direito à multa rescisória.

Ainda assim, é possível solicitar o retorno ao saque-rescisão. Contudo, essa mudança só passa a valer 25 meses após o pedido, o que explica a necessidade da liberação excepcional autorizada agora.

? Serviço

Por fim, mais informações estão disponíveis no aplicativo FGTS e nos canais oficiais da Caixa Econômica Federal.

Fonte: Agência Brasil

Mudanças climáticas: 7 vitórias para o clima e a natureza em 2025

tartaruga marinha simboliza vitórias do planeta e avanços ambientais em 2025
Avanços ambientais em 2025 mostram que o planeta ainda responde a ações de conservação.

O cenário ambiental global segue desafiador. As mudanças climáticas em 2025 ainda provocam aumento das emissões de carbono e pressão sobre ecossistemas. Mesmo assim, o ano registrou avanços relevantes, mostrando que políticas públicas, ciência e cooperação internacional podem gerar resultados positivos para o clima e a natureza.

A seguir, sete vitórias ambientais alcançadas ao longo do ano.

Energia renovável supera o carvão no mundo

Pela primeira vez, as fontes renováveis ultrapassaram o carvão como principal fonte de eletricidade global. Energia solar, eólica e outras alternativas limpas avançaram em ritmo acelerado.

A China liderou esse crescimento, com forte expansão da energia solar e eólica, inclusive com parques resistentes a eventos climáticos extremos. Como resultado, as emissões chinesas de dióxido de carbono caíram pela primeira vez, mantendo tendência de queda por mais de um ano.

No Reino Unido, o vento se tornou a maior fonte individual de energia elétrica, enquanto o carvão praticamente desapareceu da matriz energética.

Proteção inédita aos oceanos em águas internacionais

Após décadas de negociação, o Tratado do Alto-Mar entrou em vigor em 2025, permitindo que 30% das águas internacionais sejam transformadas em Áreas Marinhas Protegidas.

Além disso, foi criada na Polinésia Francesa a maior área marinha protegida do mundo, com 1,1 milhão de quilômetros quadrados, fortalecendo a preservação da biodiversidade oceânica.

Redução histórica do desmatamento no Brasil e no mundo

O Brasil sediou a COP30, em Belém, consolidando as florestas como tema central das discussões climáticas globais. Dados oficiais mostram que o desmatamento na Amazônia brasileira caiu 11%, atingindo o menor nível em 11 anos.

Organizações independentes apontam reduções ainda maiores em períodos específicos. Globalmente, as taxas de desmatamento entre 2015 e 2025 foram 38% menores do que nas décadas anteriores, segundo relatório das Nações Unidas.

Decisão histórica na Justiça internacional sobre o clima

O Tribunal Internacional de Justiça emitiu, em 2025, uma decisão histórica que abre caminho para ações legais entre países por danos climáticos.

Embora não seja juridicamente vinculante, o entendimento da corte estabelece um marco importante, fortalecendo o uso do direito internacional como ferramenta de pressão contra grandes emissores de poluentes.

Recuperação de espécies ameaçadas da vida selvagem

Diversas espécies apresentaram recuperação significativa. As tartarugas-verdes deixaram a lista de espécies ameaçadas, após décadas de esforços de conservação.

Na Índia, a população de tigres dobrou em pouco mais de uma década, concentrando agora cerca de 75% dos tigres do planeta. Nos Estados Unidos, houve recorde de ninhos de tartarugas-marinhas na Flórida.

Povos indígenas ganham protagonismo global

Em 2025, os povos indígenas foram formalmente reconhecidos pela ONU como guardiões do planeta, passando a ter voz oficial nas decisões sobre conservação ambiental.

Durante a COP30, no Brasil, a maior delegação indígena da história participou das negociações, que resultaram em novos compromissos de financiamento e no reconhecimento de direitos territoriais.

Restauração do rio Klamath devolve vida ao ecossistema

Após a remoção de quatro grandes represas na Califórnia, o rio Klamath voltou a fluir livremente, permitindo o retorno dos salmões aos locais históricos de desova.

A recuperação ocorreu em tempo recorde e se tornou referência mundial em restauração de rios degradados por infraestrutura antiga.

Um ano que mostra que avanços são possíveis

As sete vitórias ambientais de 2025 não eliminam os riscos das mudanças climáticas, mas demonstram que ações coordenadas, políticas públicas eficazes e pressão social produzem resultados concretos.

O desafio permanece grande, porém os avanços mostram que o planeta ainda responde quando recebe a chance de se recuperar.

Que medidas da reforma tributária já valem a partir de janeiro

Medidas da reforma tributária que começam a valer a partir de janeiro de 2026
Reforma tributária entra em fase de testes a partir de janeiro de 2026

A partir de 1º de janeiro de 2026, o sistema tributário brasileiro inicia uma nova etapa. Nesse contexto, passam a valer as primeiras medidas da reforma tributária, que inauguram o período de transição para o novo modelo de impostos no país. Embora o governo classifique 2026 como um ano de testes, as mudanças já impõem obrigações práticas e imediatas a empresas, produtores rurais e contribuintes.

O principal marco desse processo é o início do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) dual, que, ao longo dos próximos anos, substituirá PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS. Assim, mesmo sem aumento imediato da carga tributária, o novo sistema exige ajustes técnicos, fiscais e contratuais.

Novos tributos passam a aparecer nas notas fiscais

Desde o primeiro dia de 2026, empresas de todos os portes precisam destacar nas notas fiscais eletrônicas dois novos tributos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência estadual e municipal.

Nesse início, as alíquotas somam 1%, sendo 0,9% da CBS e 0,1% do IBS. No entanto, o valor pago poderá ser compensado com PIS e Cofins. Dessa forma, o governo evita impacto imediato na arrecadação e nos preços, enquanto testa o funcionamento do sistema.

Empresas precisam atualizar sistemas para evitar bloqueios

Apesar da fase de testes, as empresas já precisam atualizar sistemas de gestão (ERP) e plataformas de emissão de documentos fiscais. Caso contrário, correm o risco de ter notas fiscais rejeitadas, o que impede o faturamento e compromete as operações.

Por isso, especialistas recomendam antecipação. Mesmo sem penalidades iniciais, a adaptação garante segurança quando a fiscalização passar a cruzar dados de forma automatizada.

Governo flexibiliza prazos, mas recomenda cumprimento imediato

A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS anunciaram que não aplicarão penalidades imediatas a quem deixar de preencher os campos de IBS e CBS até a publicação definitiva dos regulamentos. Ainda assim, a orientação técnica segue clara: informar os dados desde já.

Essa postura reduz riscos futuros, evita retrabalho e prepara as empresas para a cobrança efetiva prevista para os próximos anos.

Revisão cadastral se torna estratégica

Além da tecnologia, a reforma exige atenção redobrada à revisão cadastral, especialmente da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) e da classificação fiscal de produtos.

Erros que antes passavam despercebidos agora podem:

  • impedir a emissão de notas fiscais;

  • gerar recolhimentos incorretos;

  • comprometer o aproveitamento de créditos tributários.

Como o novo sistema adota a não cumulatividade, o enquadramento correto influencia diretamente a geração de créditos ao longo da cadeia produtiva.

Contratos e pessoas físicas também entram no radar

Ao mesmo tempo, empresas precisam revisar contratos comerciais. Afinal, cláusulas sobre repasse de tributos e recomposição de preços ganham importância para manter o equilíbrio financeiro nas operações.

No caso das pessoas físicas, a reforma traz mudanças relevantes. A partir de 2026, contribuintes considerados habituais em operações sujeitas ao IBS e à CBS deverão se inscrever no CNPJ. Embora isso não transforme a pessoa física em jurídica, amplia o controle e facilita a apuração dos impostos.

Regras para imóveis e aluguéis começam a ser testadas

Outro ponto sensível envolve o setor imobiliário. Em 2026, entram em fase de testes as regras que diferenciam pessoas físicas isentas daquelas que passam a recolher o IVA dual.

Devem pagar imposto, por exemplo, contribuintes que:

  • vendam mais de três imóveis por ano adquiridos há menos de cinco anos;

  • comercializem imóveis construídos pelo próprio contribuinte;

  • obtenham renda anual superior a R$ 240 mil com aluguel de mais de três imóveis.

Embora a cobrança efetiva comece apenas em 2027, o próximo ano servirá para coleta e validação de dados.

Produtores rurais enfrentam novas regras

No campo, a reforma preserva a isenção total para produtores com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões, o que contempla a maioria da agricultura familiar. Por outro lado, quem ultrapassar esse limite passará a integrar o novo sistema, com alíquota estimada em até 28%.

Em contrapartida, alimentos e insumos agrícolas, como sementes e adubos, terão redução de 60% da alíquota em relação à taxa geral.

Importações seguem mesma lógica do mercado interno

Empresas e pessoas físicas que importam bens ou serviços também entram na transição. O novo modelo tributa os produtos no destino, equiparando importados e nacionais.

Ainda assim, durante 2026, as alíquotas permanecem as mesmas. O período funciona apenas como preparação para a cobrança gradual a partir de 2027.

Um ano de preparação que exige atenção

Embora o governo trate 2026 como um ano experimental, especialistas avaliam que o período será decisivo. Quem se adaptar agora reduzirá riscos operacionais, fiscais e financeiros no futuro.

Em resumo, a reforma tributária já começou a valer. Portanto, ignorar as mudanças pode gerar custos elevados quando o novo sistema entrar em funcionamento pleno.

Fonte: Gazeta do Povo

Correios fecham empréstimo de R$ 12 bilhões com bancos para reforçar caixa

Empréstimo de R$ 12 bilhões dos Correios com bancos para reforçar caixa da estatal
Correios recorrem a empréstimo bilionário com bancos para enfrentar crise financeira

Os Correios fecharam um empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco grandes bancos para reforçar o caixa da empresa. A estatal enfrenta, portanto, uma das mais graves crises financeiras de sua história. O contrato foi assinado na sexta-feira (26) e publicado no Diário Oficial da União neste sábado (27).

A operação envolve Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, Bradesco e Santander. Além disso, conta com garantia da União, o que reduz o risco para as instituições financeiras e facilita a liberação do crédito em condições mais favoráveis.

Contrato vai até 2040 e integra plano de reestruturação

O empréstimo terá validade até 2040 e faz parte do plano de reestruturação financeira dos Correios. Com a garantia federal, o governo assume o compromisso de honrar as parcelas caso a estatal não consiga cumprir os pagamentos.

Antes da assinatura, o Tesouro Nacional analisou a capacidade de pagamento da empresa e avaliou o plano de reequilíbrio apresentado pela nova gestão. Somente após esse processo, o governo autorizou a operação.

Tesouro rejeitou proposta maior por juros elevados

Inicialmente, os Correios negociavam um empréstimo de R$ 20 bilhões com um consórcio de bancos. No entanto, o Tesouro rejeitou a proposta porque a taxa de juros superava o limite permitido para operações com garantia da União.

A oferta previa juros de 20% ao ano. Contudo, o governo aceitava, no máximo, 18% ao ano. Segundo o Tesouro, o novo acordo de R$ 12 bilhões respeitou os critérios fiscais e técnicos exigidos.

Prejuízos se acumulam desde 2022

A crise financeira dos Correios se arrasta há 12 trimestres consecutivos, com prejuízos acumulados desde 2022. Somente no primeiro semestre de 2025, a estatal registrou um rombo de R$ 4,36 bilhões, o maior de sua história.

Entre os principais fatores que agravaram a situação financeira, destacam-se:

  • aumento expressivo das despesas com pessoal

  • queda no fluxo de caixa

  • crescimento dos gastos com precatórios

  • mudanças no programa Remessa Conforme, que reduziram receitas internacionais

  • operação deficitária de cerca de 85% das agências

Nova gestão aposta em cortes e mudanças estruturais

Para tentar reverter o cenário, a nova gestão dos Correios aprovou um plano de reestruturação. Entre as medidas, estão corte de custos, Programa de Demissão Voluntária (PDV), venda de imóveis ociosos e renegociação de contratos.

Além disso, o plano prevê redução da jornada de trabalho, mudanças nos planos de saúde, retorno ao trabalho presencial e o lançamento de um marketplace próprio. A ideia é, assim, diversificar receitas e reduzir o déficit operacional.

Governo descarta privatização dos Correios

Apesar das discussões nos bastidores sobre privatização, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não pretende vender os Correios. Segundo ele, enquanto estiver no cargo, a estatal seguirá sob controle público.

Lula avaliou que parte das dificuldades financeiras pode estar ligada a problemas de gestão. Ainda assim, defendeu ajustes administrativos e mudanças internas, mas reforçou que não haverá privatização da empresa.

Fonte: G1

Varejistas fazem saldões pós-Natal com descontos de até 80%

Consumidores circulam em shopping durante saldões pós-Natal com descontos de até 80%
Varejistas apostam em saldões pós-Natal para reduzir estoques e atrair consumidores no início do ano.

Após o Natal, o varejo brasileiro intensificou as estratégias para reduzir estoques. Como resultado, saldões pós-Natal oferecem descontos que chegam a 80% em diversas categorias. As ações se concentram entre o fim de dezembro e a primeira quinzena de janeiro.

Além disso, shoppings, supermercados e grandes redes apostam em campanhas agressivas. O objetivo é atrair consumidores logo no início do ano. Ao mesmo tempo, o setor tenta compensar o ritmo mais lento de vendas após as festas.

Liquidações tradicionais impulsionam as vendas

Historicamente, o período pós-Natal marca uma das fases mais fortes do calendário do varejo. Por isso, redes apostam em liquidações tradicionais para acelerar o giro de produtos. Essas ações ajudam a liberar espaço nos estoques e a preparar as lojas para novas coleções.

Nesse contexto, campanhas conhecidas ganham destaque. Elas reúnem descontos elevados em produtos novos e de mostruário. Além das lojas físicas, o comércio online também participa, com frete grátis e prazos de entrega menores.

Casas Bahia e Ponto Frio reforçam campanhas em janeiro

O Grupo Casas Bahia inicia o ano com ações concentradas em janeiro. Na Casas Bahia, a campanha Super Fantástica ocorre entre os dias 2 e 17 de janeiro. A rede prioriza categorias como smartphones, eletrodomésticos, móveis e tecnologia.

Enquanto isso, o Ponto Frio promove a campanha Liquida Tudo no mesmo período. A ação inclui parcelamento facilitado e prazos mais longos para o início do pagamento. Dessa forma, a rede busca estimular compras de maior valor.

Supermercados ampliam ofertas após as festas

Os supermercados também entraram no movimento. O Carrefour realiza a campanha “Liquida Geral” no fim de dezembro. Em seguida, promove um saldão concentrado no início de janeiro.

As ofertas abrangem diferentes categorias. Entre elas estão eletroeletrônicos, eletrodomésticos e itens para casa. Além disso, a rede oferece condições especiais de parcelamento, conforme o cartão utilizado.

Já o Assaí mantém promoções voltadas para itens sazonais. O foco está em carnes e bebidas para o Ano-Novo. Ao mesmo tempo, o aplicativo da rede oferece preços diferenciados e vantagens adicionais.

Shoppings concentram descontos em datas específicas

Diversos shoppings programaram saldões para janeiro. Nessas ações, os descontos variam entre 60% e 70%. As campanhas incluem lojas de vestuário, calçados, eletrônicos e serviços.

Além disso, alguns centros comerciais oferecem programas de fidelidade. Em muitos casos, os clientes acumulam pontos ou têm acesso a benefícios extras. Assim, os shoppings tentam ampliar o tempo de permanência do consumidor.

Estratégia mira demanda reprimida no início do ano

Segundo especialistas, os saldões pós-Natal miram a demanda reprimida. Muitos consumidores adiam compras em dezembro. Por isso, aproveitam os preços mais baixos em janeiro.

Ao mesmo tempo, o varejo tenta antecipar gastos previstos para os primeiros meses do ano. Dessa forma, o setor busca equilibrar estoques e melhorar o fluxo de caixa logo no início do novo ciclo.

Justiça derruba liminar e regras da nova CNH do Brasil são mantidas

Justiça mantém regras da nova CNH em todo o Brasil após derrubada de liminar
Decisão da Justiça Federal garante validade nacional das novas regras da CNH.

A Justiça Federal derrubou a liminar que havia suspendido as regras da nova Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Com isso, o novo modelo de habilitação segue válido em todo o Brasil. A decisão partiu do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), após recurso apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU).

Inicialmente, a Justiça Federal em Mato Grosso havia concedido a liminar a pedido do Departamento Estadual de Trânsito do estado (Detran-MT). No entanto, a medida interrompia a aplicação nacional das novas regras e criava divergências no sistema de trânsito. Por esse motivo, a AGU recorreu.

AGU apontou risco ao interesse público

No recurso, a Advocacia-Geral da União argumentou que a suspensão da norma colocava em risco o interesse público. Além disso, o órgão destacou que a decisão isolada comprometia a uniformidade do sistema nacional de trânsito e ampliava a insegurança jurídica.

Segundo a AGU, a paralisação do novo modelo afetaria milhões de condutores em todo o país. Dessa forma, o governo defendeu que a regulamentação precisava permanecer em vigor enquanto o Judiciário analisava o mérito da ação.

Ao avaliar o pedido, o presidente do TRF1, desembargador federal João Batista Moreira, concordou com os argumentos. Para ele, os órgãos federais de trânsito atuaram dentro do poder regulamentar previsto em lei, especialmente o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran).

Nova CNH continua válida em todo o país

Com a derrubada da liminar, a Resolução nº 1.020/2025 segue plenamente válida. O governo publicou a norma no Diário Oficial da União em 10 de dezembro, com efeito imediato. Desde então, diversos estados já iniciaram a implementação do novo modelo.

Além de preservar a política pública nacional, a decisão evita impactos administrativos e operacionais no processo de habilitação. Portanto, o sistema segue funcionando de forma unificada em todo o território brasileiro.

O que muda com as novas regras da CNH

A nova regulamentação promove mudanças relevantes no processo de formação de condutores. O objetivo, segundo o governo federal, é ampliar o acesso à habilitação e reduzir custos, sem comprometer a avaliação técnica.

Curso teórico fora das autoescolas

Agora, o curso teórico pode ocorrer fora dos Centros de Formação de Condutores (CFCs). Instituições de ensino regulares, desde que homologadas, passam a oferecer essa etapa. Além disso, o ensino a distância ganha um formato mais amplo e flexível.

Etapas do processo ficam mais flexíveis

O candidato pode iniciar o curso teórico antes de abrir o Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach). Assim, o processo se torna mais simples, reduz deslocamentos e facilita o planejamento dos estudos.

Instrutores autônomos passam a atuar

A resolução também autoriza instrutores independentes, sem vínculo obrigatório com autoescolas. Esses profissionais precisam se credenciar na Senatran. Depois disso, podem oferecer aulas diretamente aos candidatos ou por meio de plataformas digitais.

Aulas práticas têm novas exigências

Outra mudança importante elimina a obrigatoriedade de veículos com duplo comando nas aulas práticas. Agora, o aluno pode usar carro particular, desde que atenda às regras de sinalização previstas no Código de Trânsito Brasileiro. Além disso, a carga mínima obrigatória caiu de 20 horas para apenas 2 horas.

Provas continuam obrigatórias

Apesar das mudanças, as provas teórica e prática permanecem obrigatórias. A aprovação nos exames segue como critério central para obtenção da CNH. Dessa maneira, a flexibilização do ensino não reduz o rigor na avaliação final.

Decisão fortalece modelo nacional de habilitação

Com a decisão do TRF1, o governo mantém a estratégia de modernizar o processo de habilitação. Ao mesmo tempo, o modelo busca equilibrar flexibilidade, redução de custos e segurança no trânsito.

Portanto, a nova CNH segue como política pública nacional, garantindo previsibilidade jurídica e padronização do sistema em todo o Brasil.

Fonte: CNN Brasil

Vacina brasileira contra a dengue deve começar no SUS no fim de janeiro

Vacina brasileira contra a dengue no SUS com frasco e seringa em ambiente hospitalar
Vacina brasileira contra a dengue deve começar a ser aplicada no SUS no fim de janeiro, segundo o Ministério da Saúde.

O Sistema Único de Saúde (SUS) deve iniciar, no fim de janeiro, a aplicação da vacina brasileira contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan. A confirmação veio do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante entrevista ao Jornal da CBN.

Atualmente, o Ministério da Saúde mantém cerca de 300 mil doses em estoque, armazenadas em galpões federais. Além disso, o Butantan prevê entregar até 1 milhão de doses até o final de janeiro. Com isso, a pasta consegue dar início imediato à campanha nacional de vacinação.

Profissionais da atenção primária serão os primeiros

Alexandre Padilha, ministro da Saúde — Foto: Carolina Antunes/Ministério da Saúde

Inicialmente, a vacinação vai atender profissionais da atenção primária, grupo considerado estratégico no combate à dengue. Esses trabalhadores atuam diretamente nas unidades básicas de saúde e realizam visitas domiciliares, funcionando como a primeira porta de entrada do sistema.

Segundo o ministro, esse público prioritário reúne aproximadamente 1 milhão de profissionais em todo o país. Por esse motivo, o Comitê de Especialistas recomendou a imunização desse grupo logo na primeira fase.

Além disso, Padilha destacou que o governo já concluiu a compra das doses e definiu o cronograma de entrega, o que garante segurança para o início da campanha ainda em janeiro.

Vacinação acelerada em cidades-piloto

Paralelamente à estratégia nacional, o Ministério da Saúde vai adotar um modelo de vacinação acelerada em cidades-piloto. As localidades escolhidas são Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Nesses municípios, a imunização deve avançar além dos profissionais de saúde. Primeiro, o foco será a população a partir de 59 anos. Em seguida, o público será ampliado de forma gradual para faixas etárias mais jovens. Assim, o ministério poderá avaliar impacto epidemiológico, logística e cobertura vacinal em curto prazo.

Quem já teve dengue também pode se vacinar

Outro ponto importante envolve quem já contraiu dengue. De acordo com o ministro, essas pessoas podem receber a vacina normalmente. Afinal, o vírus possui quatro sorotipos, e uma infecção anterior não impede novos casos, inclusive os mais graves.

Enquanto isso, o SUS segue aplicando um imunizante de origem internacional, com esquema de duas doses, voltado a adolescentes de 10 a 16 anos. O governo adquiriu essa vacina anteriormente como parte da estratégia de enfrentamento da doença.

Produção nacional deve aumentar

Ao mesmo tempo, o Instituto Butantan trabalha para ampliar a capacidade de produção da vacina brasileira. Segundo Padilha, parcerias internacionais devem acelerar esse processo nos próximos meses.

Com o aumento da oferta, o governo pretende expandir a vacinação para a população acima de 59 anos e, posteriormente, para outros grupos etários. Além disso, estudos clínicos para incluir pessoas com mais de 60 anos já começam a recrutar voluntários em janeiro.

Por fim, o ministro reforçou que o Ministério da Saúde também busca ampliar o acesso a outras vacinas no SUS. Ele aproveitou a entrevista para alertar que gestantes a partir da 28ª semana já podem se vacinar gratuitamente contra a bronquiolite.

Fonte: CBN

Juros bancários disparam com Selic alta e atingem maior nível em 8 anos

Juros bancários disparam com Selic em 15% e crédito mais caro no Brasil
Com Selic em 15%, juros bancários sobem e pressionam famílias e empresas.

Com a taxa básica de juros em patamar elevado, os juros bancários disparam com a Selic alta. Os juros bancários voltaram a subir em novembro e alcançaram o maior nível dos últimos oito anos. Segundo dados divulgados pelo Banco Central, a taxa média cobrada pelos bancos em operações com pessoas físicas e empresas chegou a 46,7% ao ano, avanço de 0,6 ponto percentual em relação a outubro.

Esse é o maior patamar desde abril de 2017, quando os juros estavam em 48,3% ao ano. Além disso, somente em 2025, a taxa média já acumulou alta de seis pontos percentuais, o que amplia o custo do crédito no país.

O movimento ocorre em meio à manutenção da taxa Selic em 15% ao ano, nível mais alto em quase duas décadas. O Banco Central mantém a política monetária restritiva na tentativa de conter a inflação, mas o efeito direto é o encarecimento do crédito para consumidores e empresas.

Selic elevada pressiona o custo do crédito

A taxa média divulgada pelo Banco Central considera apenas operações com recursos livres, ou seja, não inclui financiamentos habitacionais, crédito rural nem operações com o BNDES. Mesmo assim, o impacto é amplo, pois essas linhas representam a maior parte do crédito utilizado no dia a dia da economia.

Enquanto isso, os juros cobrados das pessoas físicas continuam mais altos. Em novembro, a taxa média subiu de 58,5% para 59,4% ao ano, maior nível desde agosto de 2017. Já nas operações com empresas, houve leve recuo, de 25,1% para 24,5% ao ano.

Cheque especial e cartão de crédito seguem em níveis elevados

Entre as modalidades mais caras, o cheque especial apresentou novo avanço. A taxa cobrada das pessoas físicas passou de 139,1% ao ano, em outubro, para 141,7% ao ano em novembro, uma alta de 2,6 pontos percentuais.

No caso do cartão de crédito rotativo, os juros seguem em patamar considerado proibitivo. A taxa média subiu de 439,8% para 440,5% ao ano, mantendo essa linha de crédito como a mais cara do mercado financeiro brasileiro.

Apesar do limite imposto pelo Conselho Monetário Nacional desde janeiro de 2024, que restringe o valor total da dívida a até 100% do débito original, especialistas seguem alertando para os riscos do uso do crédito rotativo, especialmente em períodos de juros elevados.

Endividamento e inadimplência preocupam

Mesmo com o crédito mais caro, o endividamento das famílias continua elevado. Segundo o Banco Central, as dívidas com bancos alcançaram 49,3% da renda acumulada em 12 meses até outubro, o maior nível desde novembro de 2022, ainda durante a pandemia.

A inadimplência também segue em patamar alto. A taxa média total permaneceu em 3,8%, próxima ao recorde histórico da série iniciada em 2011. Nas operações com pessoas físicas, a inadimplência ficou em 4,7%, enquanto entre as empresas houve leve recuo, de 2,4% para 2,3%.

Crédito cresce, mas com custo mais alto

Apesar do cenário desafiador, o volume total de crédito no país continuou crescendo. Em novembro, o saldo do crédito bancário chegou a R$ 7 trilhões, alta de 0,9%. O crédito às pessoas físicas subiu 1,2%, enquanto o destinado às empresas avançou 0,3%.

Ainda assim, analistas avaliam que, com a Selic mantida em nível elevado, o custo do crédito deve continuar pressionando o consumo e os investimentos, especialmente em 2025, exigindo maior cautela de famílias e empresários.

Fonte: G1

Governo de Rondônia é destaque em 2025 na gestão pública

Prédio do governo de Rondônia simboliza destaque nacional na gestão pública em 2025
Rondônia encerra 2025 com reconhecimento nacional pela transparência e inovação na gestão pública

O governo de Rondônia encerra 2025 com reconhecimento nacional pela qualidade da gestão pública. O estado se destacou pela transparência, pela inovação administrativa e pela responsabilidade fiscal. Como resultado, conquistou nota máxima na Capacidade de Pagamento (Capag) e obteve destaque no Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal, divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). O governo de Rondônia é destaque em 2025 na gestão pública por esses êxitos.

Esse desempenho reflete, principalmente, a modernização dos processos contábeis e fiscais. Além disso, consolida uma gestão orientada por resultados, equilíbrio das contas e eficiência no uso dos recursos públicos. A atuação da Contabilidade-Geral do Estado (Coges) foi decisiva para esse avanço.

Reconhecimento nacional confirma maturidade administrativa

Segundo o governador Marcos Rocha, os resultados demonstram um momento de maturidade administrativa vivido por Rondônia. Para ele, o reconhecimento do governo de Rondônia é destaque em 2025 na gestão pública é fruto de planejamento, controle de gastos e transparência na gestão.

Além disso, o governador ressaltou que a nota máxima na Capag posiciona Rondônia entre os estados mais responsáveis do país. O desempenho também reflete avanços na integração de sistemas e na oferta de serviços públicos de qualidade à população, reafirmando que o governo de Rondônia é destaque em 2025 na gestão pública.

Transparência orienta a gestão fiscal do estado

A Contabilidade-Geral do Estado coordena e supervisiona os processos contábeis ligados à execução orçamentária, financeira e patrimonial. Entre suas atribuições estão a elaboração do Balanço Geral do Estado, do Relatório Contábil de Propósito Geral e da Prestação Geral de Contas.

Dessa forma, o trabalho da Coges garante clareza sobre a aplicação dos recursos públicos. Ao mesmo tempo, assegura à sociedade acesso a informações confiáveis sobre a situação fiscal do estado, reforçando como o governo de Rondônia é destaque em 2025 na gestão pública.

Balanço Cidadão amplia o acesso às informações públicas

Com o objetivo de aproximar a população das contas públicas, o governo lançou o Balanço Cidadão 2024. A publicação apresenta, de forma simples, como os recursos arrecadados foram utilizados ao longo do ano.

Além dos dados financeiros, o material destaca investimentos em áreas essenciais, como saúde, educação, segurança pública e infraestrutura. Também evidencia entregas concretas, incluindo obras, melhorias em estradas e avanços na transformação digital.

Cooperação entre estados fortalece a gestão pública

Ao longo de 2025, a Coges participou de iniciativas de troca de experiências com outros estados. Entre elas, destacou-se o diálogo com a Secretaria do Tesouro Estadual de São Paulo, voltado ao uso do Sistema Integrado de Gestão Financeira (Sigef).

Durante os encontros, Rondônia apresentou avanços e desafios enfrentados na utilização do sistema. Assim, contribuiu para o aprimoramento da gestão fiscal em nível nacional.

Consulta pública reforça controle e participação social

Outra iniciativa relevante foi a abertura de consulta pública para aperfeiçoar procedimentos ligados à prestação de contas de convênios estaduais. A ação permitiu contribuições de órgãos públicos e profissionais da área contábil.

Com isso, o governo buscou alinhar as normas às melhores práticas da contabilidade pública. Ao mesmo tempo, fortaleceu os mecanismos de controle e transparência.

Painel previdenciário amplia transparência ativa

Em 2025, a Contabilidade-Geral do Estado lançou o Painel de Controle dos Aportes Previdenciários. A ferramenta permite que qualquer cidadão acompanhe, de forma simples, as transferências destinadas ao Instituto de Previdência Estadual.

Essa iniciativa integra um conjunto de ações voltadas à transparência ativa. Além disso, estimula o controle social e o acesso à informação pública.

Capacitação técnica garante qualidade dos dados

O governo também investiu na capacitação de servidores estaduais. Os treinamentos abordaram normas contábeis, orçamentárias e financeiras aplicadas à administração pública.

Segundo o contador-geral do Estado, Jurandir Cláudio Dadda, o desempenho de 2025 reflete o empenho técnico das equipes. Ele destacou, ainda, o investimento contínuo em inovação, capacitação e modernização dos sistemas.

Gestão transparente consolida Rondônia entre os destaques nacionais

Com o terceiro reconhecimento consecutivo no ranking da STN e a nota máxima na Capag, Rondônia consolida sua posição entre os estados com melhor desempenho fiscal do país. O resultado fortalece a confiança nas informações produzidas pelo estado.

Por fim, o governo afirma que seguirá investindo em tecnologia, qualificação de servidores e melhoria dos processos. O objetivo é manter uma gestão pública transparente, eficiente e voltada ao cidadão, destacando-se no cenário de 2025.

Fonte: Governo de Rondônia

Tânia Maria começou no cinema aos 72 e chegou ao radar do Oscar

Tânia Maria atriz de O Agente Secreto que começou no cinema aos 72 anos
Tânia Maria ganhou destaque internacional após atuação em O Agente Secreto.

Até os 72 anos, Tânia Maria nunca havia assistido a um filme em uma sala de cinema. Incrivelmente, Tânia Maria começou no cinema aos 72 anos de idade, mostrando que nunca é tarde para iniciar uma nova jornada. Ainda assim, sua vida já carregava histórias intensas. Moradora de Santo Antônio da Cobra, no interior do Rio Grande do Norte, ela dividia os dias entre a costura e o cuidado com a família. Naquele momento, o cinema parecia distante. No entanto, o destino decidiu mudar completamente o rumo dessa trajetória.

Hoje, aos 78 anos, Tânia Maria aparece citada por veículos internacionais como possível candidata ao Oscar, graças à atuação elogiada no filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho.

Uma estreia tardia que surpreendeu o cinema brasileiro

A entrada de Tânia Maria no cinema não foi planejada. Pelo contrário, aconteceu por acaso. Em 2018, durante a seleção de figurantes para o filme Bacurau, a equipe de produção visitou sua casa em busca de moradores da região. Naquele instante, um convite simples abriu caminho para algo muito maior.

A princípio, a participação seria pontual. Contudo, o carisma natural chamou atenção. Assim, novos convites surgiram. Desde então, Tânia já soma seis filmes no currículo, todos iniciados após os 70 anos. Desse modo, sua história passou a desafiar padrões comuns da indústria cinematográfica.

Reconhecimento em O Agente Secreto

Em O Agente Secreto, Tânia interpreta Dona Sebastiana, uma mulher que acolhe perseguidos políticos durante o período da ditadura militar. A personagem, portanto, carrega força, humanidade e simplicidade. Justamente por isso, conquistou o público e a crítica.

Além disso, a atuação foi descrita como natural e magnética. O The New York Times, por exemplo, incluiu Tânia entre as melhores performances de 2025. Ao mesmo tempo, publicações como Variety e The Hollywood Reporter passaram a citá-la em listas da temporada de premiações.

Uma vida simples longe dos holofotes

Antes do cinema, Tânia Maria praticamente não tinha contato com produções audiovisuais. A televisão era rara. Além disso, ela nunca havia acompanhado filmes inteiros. Quando soube que contracenaria com Wagner Moura, reagiu com espontaneidade: “Quem é esse?”.

Apesar do reconhecimento internacional, a atriz manteve a mesma rotina simples. Ainda hoje, continua morando no interior do Rio Grande do Norte. No entanto, a costura, antes centro absoluto do cotidiano, começou a dar lugar às filmagens, viagens e compromissos artísticos.

O sonho de chegar ao Oscar

Durante décadas, Tânia fumou intensamente. Contudo, decidiu abandonar o cigarro ao perceber que as viagens longas poderiam limitar novas oportunidades. Assim, a decisão teve um objetivo claro: não perder mais chances profissionais.

Atualmente, com passaporte pronto e aguardando o visto americano, a atriz não esconde o sonho. “Quero ir ao Oscar”, afirma com convicção. Para ela, a idade não representa limite. Pelo contrário, simboliza recomeço.

Além de O Agente Secreto, Tânia já tem novos projetos confirmados. Entre eles estão o filme Yellow Cake e a série Delegado, prevista para 2026. Assim, a carreira, iniciada tardiamente, segue em plena expansão.

Fonte: BBC Brasil

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