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Programa Pão Nosso oferece café da manhã gratuito em Porto Velho

Pessoa recebe café da manhã gratuito em estabelecimento credenciado do programa Pão Nosso em Porto Velho
Programa estadual Pão Nosso oferece café da manhã gratuito para famílias em situação de vulnerabilidade em Porto Velho.

O governo de Rondônia inicia, na próxima segunda-feira (22), a fase piloto do programa Pão Nosso, que vai oferecer café da manhã gratuito para pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica em Porto Velho. Com isso, o estado amplia a política de segurança alimentar e garante acesso à primeira refeição do dia sem custo para o beneficiário.

O atendimento ocorrerá das 6h às 9h, de segunda a sábado, em 15 estabelecimentos credenciados na capital. Além disso, o cidadão poderá consumir a refeição no local ou levá-la para casa, o que facilita o acesso das famílias ao benefício.

O programa é coordenado pela Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas) e foi criado em 2024. Desde então, a proposta prioriza o combate direto à pobreza e à insegurança alimentar.

Quem pode receber o benefício

O Pão Nosso atende:

  • Pessoas ou famílias com renda per capita de até meio salário mínimo

  • Aposentados que recebem até um salário mínimo

  • Beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC)

Nesse sentido, o governo estadual custeia integralmente as refeições com recursos do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep). Assim, o beneficiário não arca com nenhum valor.

Programa reforça política de segurança alimentar

De acordo com o governador Marcos Rocha, o programa fortalece a rede de proteção social e atende uma necessidade básica da população vulnerável. Segundo ele, a iniciativa amplia o alcance das políticas públicas voltadas à alimentação.

Além disso, o governador destacou que o Pão Nosso se diferencia de outras ações já existentes. Enquanto o Prato Fácil cobra um valor simbólico pelo almoço, o novo programa garante o café da manhã totalmente gratuito, o que amplia o número de beneficiários.

Importância do café da manhã

A secretária da Seas, Luana Rocha, explicou que o café da manhã desempenha papel fundamental na rotina das pessoas. Após o jejum noturno, o organismo precisa repor energia e nutrientes essenciais.

Por isso, segundo a secretária, a refeição contribui para a melhora do desempenho físico e mental. Como resultado, há reflexos positivos no trabalho, nos estudos e na qualidade de vida dos beneficiários.

Cardápio variado e nutritivo

Durante os dias de atendimento, os beneficiários terão acesso a um cardápio diversificado. Entre as opções estão:

  • Café puro ou com leite

  • Chá ou leite

  • Pão com ovo ou carne bovina

  • Tapioca com carne bovina

  • Cuscuz com ovo ou carne

  • Frutas

Dessa forma, o programa garante refeições equilibradas e com valor nutricional adequado.

Expansão para outros municípios

Assim como ocorreu com o Prato Fácil, o governo de Rondônia pretende expandir gradualmente o Pão Nosso para outros municípios do estado. No entanto, a gestão avaliará primeiro os resultados da fase piloto em Porto Velho.

Enquanto isso, a iniciativa já representa um avanço importante na política de combate à fome e de promoção da dignidade social na capital.

Comissão aprova Orçamento de 2026 com R$ 61 bilhões para emendas

Plenário do Congresso Nacional durante sessão que aprovou o Orçamento de 2026 com R$ 61 bilhões em emendas parlamentares
Congresso Nacional aprova texto-base do Orçamento de 2026, que reserva R$ 61 bilhões para emendas parlamentares.

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional aprovou nesta sexta-feira (19) o texto-base do Orçamento da União para 2026. A proposta reserva R$ 61 bilhões para emendas parlamentares e, por isso, amplia o peso do Legislativo na destinação de recursos públicos. Agora, o projeto segue para votação em sessão conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado.

Além disso, o relatório prevê um superávit primário de R$ 34,5 bilhões nas contas públicas no próximo ano. Esse resultado permanece dentro das regras do novo arcabouço fiscal, aprovado em 2023, que estabelece margens de tolerância para o cumprimento da meta.

Emendas parlamentares concentram parcela expressiva do Orçamento

Do total reservado para emendas, cerca de R$ 49,9 bilhões ficarão sob controle direto de deputados e senadores. Nesse grupo, entram as emendas individuais, de bancada e de comissão. Assim, o Congresso amplia sua influência sobre a execução orçamentária de 2026.

A maior parte desses recursos será destinada às emendas impositivas, que exigem execução obrigatória por parte do governo federal. Em 2026, esse tipo de emenda deve somar aproximadamente R$ 37,8 bilhões, o que reforça o caráter vinculante dessas despesas.

Atualmente, as emendas impositivas se dividem em dois formatos principais:

  • Emendas individuais, direcionadas a cada parlamentar, que totalizam R$ 26,6 bilhões;

  • Emendas de bancada, destinadas às bancadas estaduais, no valor de R$ 11,2 bilhões.

Por outro lado, as emendas de comissão não têm execução obrigatória. Nesses casos, a liberação dos recursos depende de decisão do Poder Executivo. Ainda assim, o Orçamento reserva R$ 12,1 bilhões para essa modalidade.

Calendário de pagamento prioriza áreas sociais

Além de definir os valores, o texto aprovado estabelece um calendário para o pagamento das emendas parlamentares ao longo de 2026. Dessa forma, mais da metade desses recursos deverá ser liberada pelo governo federal até o final do primeiro semestre.

Ao mesmo tempo, o Executivo ficará obrigado a pagar 65% das emendas impositivas destinadas às áreas da saúde e da assistência social. Essas áreas, portanto, concentrarão a maior parte dos recursos indicados por deputados e senadores no próximo ano.

Investimentos públicos terão piso mínimo garantido

O Orçamento de 2026 também fixa um piso mínimo de R$ 83 bilhões para investimentos públicos. Esse valor corresponde a 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB), cuja estimativa oficial aponta para R$ 13,8 trilhões no próximo ano.

Esses investimentos integram as chamadas despesas discricionárias. Ou seja, embora não tenham execução obrigatória, precisam constar no Orçamento. Mesmo assim, o governo sinaliza que dará prioridade às obras do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), especialmente aquelas que enfrentam restrições financeiras.

Orçamento total da União chega a R$ 6,5 trilhões

O Orçamento Geral da União para 2026 está estimado em R$ 6,5 trilhões. Desse montante, aproximadamente R$ 1,8 trilhão será destinado ao refinanciamento da dívida pública.

Enquanto isso, o limite de despesas para os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário ficará em R$ 2,3 trilhões. O texto também autoriza um aumento de R$ 12,4 bilhões nas despesas com pessoal. Esse valor inclui reajustes salariais, criação de cargos, funções e gratificações.

Segundo o relatório aprovado, esse crescimento reflete a intenção do governo e dos demais Poderes de fortalecer carreiras e adequar as políticas de cargos e salários às necessidades institucionais.

Texto segue para votação final no Congresso

Com a aprovação na Comissão Mista de Orçamento, o texto do Orçamento de 2026 avança agora para votação em sessão conjunta do Congresso Nacional. Nessa etapa, deputados e senadores ainda poderão apresentar destaques antes da aprovação final da proposta.

Fonte: G1

Comer queijo pode fazer bem ao cérebro, sugere estudo

Ilustração mostra pedaços de queijo ao lado de um cérebro humano para representar estudo sobre alimentação e saúde cerebral.
Estudo de longo prazo sugere que o consumo de queijos ricos em gordura pode estar associado a menor risco de demência.

Um alimento comum na rotina de milhões de pessoas pode estar ligado a um benefício inesperado para a saúde cerebral. Segundo um estudo de longo prazo realizado na Suécia, o consumo regular de queijo com alto teor de gordura aparece associado a um menor risco de desenvolvimento de demência ao longo da vida.

Por muitos anos, especialistas trataram a gordura como vilã da saúde. No entanto, os novos dados desafiam recomendações tradicionais, especialmente quando o assunto envolve cérebro e envelhecimento.

Estudo acompanhou quase 28 mil adultos por mais de duas décadas

Para chegar aos resultados, os pesquisadores acompanharam 27.670 adultos suecos durante cerca de 25 anos. Ao longo do período, eles compararam hábitos alimentares e diagnósticos clínicos.

Como resultado, pessoas que consumiam 50 gramas ou mais de queijo rico em gordura por dia apresentaram um risco menor de desenvolver demência. Em contrapartida, participantes que ingeriam menos de 15 gramas diários registraram índices mais elevados da doença.

Além disso, após ajustes para idade, sexo, escolaridade e padrão alimentar geral, o grupo com maior consumo apresentou redução de 13% no risco de demência. Em números absolutos, cerca de 10% dessas pessoas desenvolveram a condição, contra aproximadamente 13% entre os consumidores de baixo consumo.

Tipos de queijo analisados na pesquisa

O estudo classificou como queijos ricos em gordura aqueles com mais de 20% de teor lipídico. Entre eles, estão:

  • brie

  • gouda

  • cheddar

  • parmesão

  • gruyère

  • mussarela

Por outro lado, outros produtos lácteos não apresentaram a mesma associação. Leite, iogurte, kefir e queijos com baixo teor de gordura não mostraram efeito semelhante. Já a manteiga apresentou resultados inconsistentes ao longo da análise.

Pesquisa desafia visões antigas sobre gordura e cérebro

De acordo com Emily Sonestedt, epidemiologista nutricional da Universidade de Lund, os resultados ajudam a rever conceitos consolidados. Segundo ela, por décadas, dietas ricas em gordura despertaram desconfiança.

Entretanto, os dados indicam que o impacto da gordura pode variar conforme o alimento, especialmente quando se observa a saúde cerebral de forma isolada. Por isso, o estudo reacende o debate sobre dieta, cognição e envelhecimento saudável.

Demência cresce no mundo e prevenção ganha importância

Atualmente, a demência afeta cerca de 57 milhões de pessoas em todo o mundo. Além disso, projeções internacionais indicam que esse número pode chegar a 153 milhões até 2050.

Diante desse cenário, a comunidade científica tem buscado estratégias preventivas. Assim, ajustes na alimentação e no estilo de vida passaram a receber mais atenção, sobretudo porque ainda existem poucos tratamentos capazes de interromper a progressão da doença.

Especialistas recomendam cautela na interpretação dos dados

Apesar dos resultados promissores, os próprios autores destacam uma limitação importante: o estudo é observacional. Portanto, ele não comprova relação direta de causa e efeito.

Além disso, especialistas independentes reforçam a necessidade de cautela. Para Tara Spires-Jones, do Instituto de Pesquisa em Demência do Reino Unido, a principal limitação está no registro da dieta apenas uma vez, décadas antes do possível diagnóstico.

Segundo ela, há grande chance de mudanças nos hábitos alimentares ao longo do tempo. O estudo foi publicado na revista científica Neurology e, por enquanto, não justifica exageros no consumo de queijo, mas contribui para uma discussão mais equilibrada sobre alimentação e saúde do cérebro.

Fonte: Olhar Digital

Destinação social de 558 casas em Rondônia é definida em acordo

Casas de Nova Mutum Paraná que terão destinação social após acordo envolvendo a Hidrelétrica de Jirau
Acordo encerra disputa judicial e garante moradia a famílias de baixa renda em Nova Mutum Paraná.

Um acordo firmado em 16 de dezembro encerrou duas ações judiciais que tramitavam há mais de uma década na Justiça Federal e garantiu a destinação social de 558 casas em Nova Mutum Paraná, distrito de Porto Velho, em Rondônia. Essa destinação social de 558 casas em Rondônia é um marco importante. O entendimento envolve instituições públicas, a Hidrelétrica de Jirau e a Construtora Camargo Corrêa.

Pelo acordo, a prefeitura de Porto Velho assumiu o compromisso de realizar a destinação social e a regularização fundiária dos imóveis. A medida beneficiará ocupantes que tenham posse direta das casas, não possuam outro imóvel, sejam de baixa renda e atendam a critérios sociais previamente definidos para a destinação social de 558 casas em Rondônia.

Critérios priorizam famílias em situação de vulnerabilidade

A seleção das famílias seguirá critérios como maior número de integrantes, mais tempo de moradia em Nova Mutum Paraná, famílias chefiadas por mulheres, pessoas idosas e outros indicadores de vulnerabilidade social. O objetivo é garantir que as moradias cumpram sua função social, conforme previsto na legislação. Além disso, a destinação social de 558 casas em Rondônia ajuda a atender a esses critérios.

Além disso, a Hidrelétrica de Jirau e a Construtora Camargo Corrêa se comprometeram a depositar R$ 240 mil em juízo para custear o processo de regularização fundiária dos imóveis. As empresas também pagarão R$ 24 mil em honorários advocatícios à Associação dos Procuradores do Município de Porto Velho (Aprom).

Fiscalização ficará a cargo de órgãos de controle

O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO) acompanharão e fiscalizarão o cumprimento integral do acordo. Já a Defensoria Pública da União (DPU) e a Defensoria Pública do Estado de Rondônia (DPE-RO) firmaram compromisso de colaborar com ações voltadas à população local, incluindo orientação jurídica em mutirões judiciais.

Entenda a origem do litígio

Em agosto de 2008, a Jirau Energia passou a ser responsável pela construção e operação da Usina Hidrelétrica de Jirau, mediante contrato de concessão. Entre as exigências para o licenciamento ambiental estava a construção de casas em Nova Mutum Paraná e na localidade de Palmeiral.

Posteriormente, a hidrelétrica realizou a doação onerosa de lotes à Construtora Camargo Corrêa, que construiu e vendeu os imóveis. Parte dessas casas, porém, permaneceu sem regularização fundiária, o que gerou disputas judiciais envolvendo 558 lotes, além de outros imóveis destinados a fins sociais. A destinação social de 558 casas em Rondônia foi fundamental nessa definição.

Ibama condicionou licença à destinação social

Em 2019, o Ibama renovou a licença ambiental da Hidrelétrica de Jirau com a condicionante de que os imóveis ocupados tivessem destinação social, priorizando a prefeitura de Porto Velho como receptora. Posteriormente, o órgão ambiental aplicou um auto de infração à Jirau Energia por descumprimento da exigência.

Com o novo acordo, essa condicionante será considerada cumprida. Após a homologação pela Justiça Federal, as ações judiciais de números 0009476-91.2015.4.01.4100 e 0001266-80.2017.4.01.4100 serão oficialmente encerradas.

Impacto social e segurança jurídica

A solução representa um marco social e jurídico para centenas de famílias que vivem em Nova Mutum Paraná há anos sem a segurança da posse definitiva. Além disso, encerra um litígio prolongado e dá encaminhamento definitivo a uma pendência ambiental relevante no contexto da maior hidrelétrica em operação no rio Madeira.

Câmara aprova Lei Marília Mendonça que reconhece a música sertaneja como patrimônio cultural

Marília Mendonça em imagem de destaque sobre lei que reconhece a música sertaneja como patrimônio cultural
Câmara aprova projeto que homenageia Marília Mendonça e reconhece o sertanejo como patrimônio cultural brasileiro

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei conhecido como Lei Marília Mendonça. Com isso, a proposta reconhece a música sertaneja e a música caipira como patrimônio cultural do Brasil. Além disso, o texto presta homenagem à cantora e reforça a relevância do gênero para a cultura nacional.

Agora, o projeto segue para análise do Senado Federal. Caso não haja alterações, a proposta seguirá, então, para sanção presidencial.

Reconhecimento oficial da cultura sertaneja

O projeto afirma que o sertanejo integra, de forma permanente, a identidade cultural brasileira. Segundo o texto, o gênero representa tradições, valores e histórias transmitidas ao longo das gerações.

Ao mesmo tempo, a proposta reconhece o papel central da música sertaneja no interior do país. Nessas regiões, o gênero sempre esteve ligado à vida social e às festas populares. Dessa forma, a iniciativa reforça a importância da cultura local.

Além disso, o reconhecimento oficial fortalece a preservação das raízes culturais. Com isso, manifestações populares passam a receber maior valorização no cenário cultural brasileiro.

Incentivo à viola caipira e à formação musical

Outro ponto relevante da Lei Marília Mendonça trata do incentivo ao ensino da viola caipira. Nesse contexto, o instrumento simboliza a música sertaneja e a tradição caipira.

Além de preservar a cultura, a medida também estimula a formação musical. Assim, novas gerações terão acesso ao aprendizado técnico e artístico do gênero. Ao mesmo tempo, o projeto amplia as possibilidades de difusão cultural.

Por isso, a proposta fortalece o patrimônio cultural imaterial. Dessa maneira, o texto contribui para a continuidade da tradição musical em diferentes regiões do país.

Homenagem a Marília Mendonça

A proposta possui, ainda, forte caráter simbólico. Nesse sentido, a lei homenageia Marília Mendonça, um dos maiores nomes da música sertaneja contemporânea.

Ao longo da carreira, a cantora se tornou referência do feminejo. Com isso, o movimento ampliou o protagonismo feminino em um gênero historicamente dominado por homens.

Marília morreu em 5 de novembro de 2021, aos 26 anos. Na ocasião, o acidente aéreo ocorrido no interior de Minas Gerais causou grande comoção nacional. Ainda assim, sua trajetória segue marcada por renovação, impacto cultural e reconhecimento popular.

Próximos passos no Congresso

Após a aprovação na Câmara, o projeto segue, agora, para votação no Senado Federal. Se os senadores mantiverem o texto original, a proposta será enviada à Presidência da República.

Por fim, com a sanção presidencial, a Lei Marília Mendonça passará a integrar oficialmente a legislação cultural brasileira.

Fonte: SBT News

A tecnologia surpreendente que faz plantas “avisarem” tudo

Planta em vaso com sensor inteligente indicando sinais de comunicação entre natureza e tecnologia
Sensores inteligentes permitem que plantas emitam alertas sobre água, estresse e condições do ambiente em tempo real.

As plantas sempre reagiram ao ambiente ao seu redor. No entanto, apenas recentemente a ciência passou a interpretar esses sinais de forma clara. Agora, uma nova tecnologia baseada em sensores inteligentes permite que plantas “avisem” quando estão com sede, estressadas ou expostas a condições inadequadas. Assim, a inovação aproxima ciência, tecnologia e bem-estar de maneira prática e acessível.

Pesquisas conduzidas por cientistas da Universidade de São Paulo (USP) mostram que plantas emitem sinais elétricos, químicos e hídricos sempre que enfrentam mudanças no ambiente. Até pouco tempo, esses sinais passavam despercebidos. Contudo, sensores fixados nas folhas conseguem captar essas variações em tempo real e traduzi-las em informações simples para quem cuida das plantas.

O que a ciência revela sobre os sinais das plantas

De acordo com os estudos, alterações como falta de água, calor excessivo ou iluminação inadequada provocam respostas fisiológicas detectáveis nas folhas e caules. Esses sinais se propagam internamente e refletem o estado de saúde da planta.

Nesse sentido, os sensores inteligentes convertem esses impulsos naturais em alertas objetivos. Dessa forma, o cuidado deixa de ser baseado apenas na intuição e passa a seguir dados precisos, reduzindo erros comuns na jardinagem urbana.

Como os sensores inteligentes funcionam na prática

Na prática, os sensores monitoram continuamente fatores como perda de água e nível de estresse vegetal. Além disso, os dados podem ser acessados por aplicativos ou sistemas simples, o que facilita o acompanhamento mesmo para quem não tem experiência com plantas.

Em casas, apartamentos ou ambientes de trabalho, essa tecnologia ajuda a evitar o excesso de água, reduzir perdas e manter plantas mais saudáveis. Como resultado, o cuidado se torna mais eficiente, enquanto o tempo gasto com tentativas e erros diminui.

Plantas, tecnologia e bem-estar no dia a dia

Além dos benefícios práticos, o impacto vai além da jardinagem. Ambientes verdes bem cuidados estão associados à redução do estresse, ao aumento da concentração e à sensação de equilíbrio emocional.

Por isso, ao transformar sinais invisíveis em informações claras, a tecnologia fortalece a conexão entre pessoas e natureza. Assim, cuidar das plantas deixa de ser uma tarefa incerta e passa a ser um diálogo constante baseado em dados.

Quanto custa adotar sensores inteligentes para plantas

Com o avanço da tecnologia, os sensores se tornaram mais acessíveis. Atualmente, existem modelos básicos voltados para iniciantes e opções mais avançadas com integração a aplicativos e sistemas de automação.

Em geral, sensores conectados a aplicativos oferecem o melhor custo-benefício. Isso porque permitem acompanhar as necessidades das plantas em tempo real e entender melhor o comportamento de cada espécie ao longo do tempo.

O futuro do cuidado urbano com plantas

A jardinagem entra, portanto, na era da biofilia inteligente. Escritórios, residências e espaços urbanos já começam a adotar plantas monitoradas para melhorar a qualidade do ambiente e o bem-estar das pessoas.

Por fim, quando tecnologia e natureza se encontram, o cuidado se torna mais consciente. Entender o que as plantas comunicam ajuda a desacelerar, observar mais e viver com maior equilíbrio, dentro e fora de casa.

Fonte: Olhar Digital

PF faz operação contra desvio de cotas parlamentares no Congresso

A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta sexta-feira (19), uma operação para aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos provenientes de cotas parlamentares. Dessa vez, a ofensiva policial tem como alvos os deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ), ambos atingidos por mandados de busca e apreensão.

Os deputados Sóstenes Cavalcante (PL) e Carlos Jordy (PL) — Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

A ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e ocorre tanto no Distrito Federal quanto no Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Federal, os parlamentares são suspeitos de utilizar empresas de fachada, entre elas uma locadora de veículos, com o objetivo de desviar verbas do orçamento público. Além disso, os investigadores apuram indícios de ocultação da origem dos recursos.

Operação aprofunda investigação iniciada em 2024

De acordo com a PF, a operação desta sexta-feira representa um desdobramento direto da operação Rent a Car, deflagrada em dezembro do ano passado. Naquele momento, o foco da investigação recaía sobre assessores parlamentares. No entanto, com o avanço das apurações, surgiram novos elementos.

Conforme apurado, a análise de mensagens de celular, depoimentos e quebras de sigilo permitiu aos investigadores identificar indícios que levaram aos próprios deputados. Assim, a investigação passou a mirar os supostos articuladores do esquema.

Ainda segundo a Polícia Federal, agentes políticos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de forma coordenada. Dessa forma, o grupo teria desviado recursos da cota parlamentar e, posteriormente, adotado mecanismos para ocultar a origem do dinheiro, o que pode caracterizar crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

O que é a cota parlamentar

A cota parlamentar é um recurso mensal pago com dinheiro público a deputados e senadores para custear despesas relacionadas ao exercício do mandato. Entre os gastos permitidos estão passagens aéreas, hospedagens, alimentação, manutenção de escritórios e contratação de serviços, como consultorias e locação de veículos. Ou seja, trata-se de um valor distinto do salário do parlamentar.

Por esse motivo, o uso indevido desses recursos pode configurar crime contra a administração pública, especialmente quando há indícios de contratos simulados ou empresas de fachada.

Deputado nega irregularidades e fala em perseguição

Após a deflagração da operação, o deputado Carlos Jordy se manifestou por meio das redes sociais. Em vídeo e nota oficial, ele confirmou que foi alvo dos mandados de busca e apreensão. Contudo, afirmou ser vítima de perseguição política e negou qualquer irregularidade.

Segundo Jordy, a empresa citada nas investigações presta serviços ao seu gabinete desde o início do mandato. Além disso, ele alegou que a Polícia Federal também cumpriu mandados em endereços de familiares. Para o parlamentar, não cabe ao deputado fiscalizar a estrutura interna da empresa contratada, mas sim contratar o serviço considerado mais eficiente e com menor custo.

Até a última atualização desta reportagem, o deputado Sóstenes Cavalcante não havia se manifestado oficialmente sobre a operação.

Investigação continua e novas fases não são descartadas

A Polícia Federal informou que as diligências seguem em andamento. Agora, o material apreendido durante as buscas será analisado com mais profundidade. A partir disso, novas linhas de investigação podem ser abertas.

Enquanto isso, a PF não descarta novas fases da operação, caso surjam novos indícios ao longo da análise dos documentos, equipamentos e dados recolhidos.

Fonte: G1

É hoje: Brasil faz primeiro lançamento de foguete comercial

Foguete Hanbit-Nano pronto para o primeiro lançamento comercial do Brasil na base de Alcântara
Foguete Hanbit-Nano será lançado hoje a partir do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão

O Brasil dá, nesta sexta-feira (19), um passo histórico na área espacial. Pela primeira vez, um lançamento comercial de foguete será realizado em território nacional, a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. Com isso, o país passa a integrar oficialmente o mercado global de lançamentos espaciais.

O foguete Hanbit-Nano, desenvolvido pela empresa sul-coreana Innospace, deve decolar a partir das 15h (horário de Brasília). No entanto, como ocorre em operações desse porte, o cronograma pode sofrer alterações por questões técnicas ou meteorológicas.

Lançamento comercial coloca o Brasil em novo patamar espacial

Esse voo inaugural representa o primeiro lançamento comercial de um veículo espacial a partir do Brasil. Além disso, consolida Alcântara como um polo estratégico internacional para operações aeroespaciais. A missão, batizada de Operação Spaceward, resulta de uma parceria entre a Força Aérea Brasileira (FAB) e a Innospace.

Ao todo, cerca de 400 profissionais participam da operação, incluindo militares brasileiros, técnicos civis e engenheiros sul-coreanos. Segundo as autoridades, o evento vai além de um teste técnico e simboliza maturidade institucional e avanço tecnológico do setor espacial brasileiro.

“Será um voo inaugural a partir do Brasil, simbolizando a entrada do país no mercado global de lançamentos espaciais”, afirmou o coronel aviador Clóvis Martins de Souza, diretor do Centro de Lançamento de Alcântara.

Foguete vai colocar satélites em órbita baixa

Do ponto de vista técnico, o Hanbit-Nano possui 21,8 metros de altura, pesa cerca de 20 toneladas e utiliza propulsão híbrida, combinando combustível sólido e líquido. Dessa forma, o veículo atende missões comerciais de pequeno porte.

A missão prevê a colocação de oito cargas úteis em órbita baixa da Terra, a aproximadamente 300 quilômetros de altitude. Entre elas, estão cinco pequenos satélites operacionais e três dispositivos experimentais, voltados a testes tecnológicos e científicos.

Janela de lançamento vai até 22 de dezembro

Para garantir segurança e flexibilidade, a janela de lançamento se estende até o dia 22 de dezembro. Assim, caso ocorram condições climáticas ou técnicas desfavoráveis, a operação poderá ser remarcada dentro desse período.

O foguete foi transportado para a plataforma de lançamento na última segunda-feira (15) e, desde então, passou por uma série de verificações técnicas finais. Nesse contexto, o major engenheiro Robson Coelho de Oliveira, chefe da Divisão de Operações do CLA, destacou a relevância do momento.

“É um marco que demonstra nossa maturidade técnica. Alcântara se firma como um polo estratégico, atraindo investimentos, empresas e inovação.”

Alcântara ganha destaque no cenário internacional

Centro de Lançamento de Alcântara (Imagem: INNOSPACE)

Localizado próximo à Linha do Equador, o Centro de Lançamento de Alcântara oferece vantagens energéticas importantes. Por isso, os lançamentos realizados a partir da base demandam menos combustível, reduzindo custos e aumentando a eficiência das missões.

Com o sucesso da operação, especialistas avaliam que o CLA pode se transformar em um hub competitivo para lançamentos comerciais internacionais. Além disso, o avanço abre caminho para novos acordos e investimentos no setor aeroespacial brasileiro.

Para a Innospace, o lançamento também tem forte valor simbólico. Segundo o CEO da empresa, Kim Soo-jong, a missão marca o início de um novo serviço de transporte espacial operado por uma empresa privada sul-coreana a partir do Brasil.

Marco histórico para a ciência e a economia espacial

Dessa maneira, o lançamento desta sexta-feira amplia a presença do Brasil no setor aeroespacial, fortalece parcerias internacionais e impulsiona investimentos em ciência, tecnologia e inovação.

Em síntese, o evento consolida Alcântara como peça-chave da estratégia espacial brasileira e posiciona o país de forma mais competitiva no cenário global.

Porto Velho implementa direita livre para melhorar fluidez do trânsito

Direita livre melhora a fluidez do trânsito em cruzamento de Porto Velho
Direita livre já funciona em cruzamentos estratégicos e reduz filas no trânsito da capital.

A Prefeitura de Porto Velho iniciou a implantação da direita livre em cruzamentos estratégicos da capital para melhorar a fluidez do trânsito e reduzir filas desnecessárias. A medida autoriza a conversão à direita mesmo com o sinal vermelho, desde que a via conte com sinalização específica.

A Secretaria Municipal de Trânsito (Semtran) coordena a ação e afirma que a iniciativa prioriza soluções práticas para tornar o tráfego mais ágil, especialmente em vias com grande circulação de veículos.

Onde a direita livre já está em funcionamento

Direita livre implantada em pontos estratégicos de Porto Velho melhora a fluidez do trânsito e reduz filas nos cruzamentos.

Atualmente, a prefeitura já implantou a direita livre nos seguintes pontos da cidade:

  • Avenida Guaporé com Avenida Calama

  • Avenida Calama com Avenida Mamoré

  • Avenida Jatuarana com Rua Açaí

  • Avenida Jorge Teixeira com Rua Santos Dumont

  • Rua Venezuela com Avenida José Vieira Caúla

Esses locais concentram alto fluxo de veículos e registravam filas frequentes, sobretudo nos horários de pico.

Objetivo é reduzir filas e melhorar a mobilidade

De acordo com a Semtran, a direita livre evita congestionamentos desnecessários nos cruzamentos e garante que os motoristas realizem a conversão de forma segura. A secretaria destaca que muitos condutores ainda permanecem parados no sinal vermelho mesmo quando a sinalização permite a manobra, o que acaba bloqueando a faixa e prejudicando o fluxo.

A prefeitura orienta os motoristas a observarem atentamente as placas instaladas nos cruzamentos, já que o desrespeito ou o desconhecimento da regra compromete os resultados da medida.

Prefeito reforça importância de respeitar a sinalização

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, afirmou que a direita livre representa uma mudança simples, mas com impacto direto na organização do trânsito da capital. Segundo ele, o sucesso da iniciativa depende do comportamento dos motoristas.

“Essa é uma iniciativa que faz toda a diferença nesses pontos. A direita livre melhora a mobilidade da nossa cidade. Queremos que todos os motoristas entendam a regra para que o trânsito flua melhor, beneficiando motoristas, pedestres e o transporte público”, destacou.

Atenção às regras evita infrações

A administração municipal reforça que a conversão à direita com o sinal vermelho só é permitida onde houver placa específica. Nos locais sem sinalização, virar à direita continua sendo infração de trânsito, conforme o Código de Trânsito Brasileiro.

Segundo a prefeitura, quando os condutores conhecem as regras e respeitam a sinalização, o trânsito se torna mais organizado, seguro e rápido para todos que utilizam as vias da cidade.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Farofa de gengibre é acompanhamento que tem tudo para brilhar na ceia

Farofa de gengibre servida em bowl de madeira como acompanhamento da ceia de Natal
Farofa de gengibre aposta em sabor intenso e toque aromático para surpreender na ceia de Natal

A farofa marca presença quase obrigatória na mesa brasileira, sobretudo durante as festas de fim de ano. Além de tradicional, ela se adapta facilmente a diferentes pratos. No entanto, nesta versão, o clássico ganha um toque inesperado. O gengibre assume o papel principal e transforma o acompanhamento em uma opção aromática, intensa e cheia de personalidade para a ceia de Natal.

Assim, a receita atende quem deseja inovar na ceia sem abrir mão da culinária afetiva. O gengibre fresco acrescenta leve picância e aroma marcante. Ao mesmo tempo, ele equilibra o sabor da manteiga e da farinha de mandioca. Como resultado, a farofa de gengibre mantém simplicidade no preparo, mas surpreende no sabor logo na primeira garfada.

Gengibre fresco dá aroma e identidade ao prato

O preparo começa com cerca de cinco centímetros de gengibre fresco, cortado em fatias bem finas. Nesse ponto, o uso da faca garante melhor textura, já que o ingrediente é fibroso. Em seguida, uma frigideira ampla recebe manteiga em quantidade generosa, responsável por dar cremosidade e profundidade ao prato.

Logo depois, entram a cebola picada bem miúda e o gengibre. Enquanto refogam juntos, os ingredientes liberam aroma intenso e criam a base de sabor da receita. Para completar, sal e pimenta-do-reino moída na hora realçam os sabores e equilibram o conjunto.

Farinha de mandioca dourada garante textura e sabor

Quando a cebola atinge o ponto ideal, a farinha de mandioca fina e bem torrada entra na frigideira. A partir daí, o preparo exige atenção. A farofa precisa ser mexida com calma para dourar de forma uniforme. Desse modo, ela absorve a manteiga sem queimar e desenvolve textura crocante.

Além disso, o tempo correto no fogo faz toda a diferença. A farinha ganha cor, aroma e leve crocância, valorizando o gengibre e os demais ingredientes. Por isso, esse cuidado transforma uma receita simples em um acompanhamento marcante para a ceia.

Acompanhamento versátil para pratos natalinos

A farofa de gengibre combina especialmente bem com aves assadas, como peru e frango. Da mesma forma, ela harmoniza com carnes suínas e pratos com toque agridoce, comuns nas festas de fim de ano. Apesar da proposta diferente, o sabor não se sobrepõe ao prato principal.

Além disso, a receita permite preparo antecipado, o que facilita a organização da ceia. Bastam poucos minutos para aquecer antes de servir. Assim, quem busca inovação na ceia de Natal encontra na farofa de gengibre uma escolha equilibrada, elegante e pronta para brilhar na mesa.

Fonte: Band Receitas

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