back to top
segunda-feira, abril 20, 2026
Início Site Página 44

IPCA: preços sobem em janeiro e inflação fica acima das projeções

0
IPCA sobe em janeiro e inflação fica acima das projeções do mercado
Inflação oficial avança em janeiro e supera as projeções do mercado, segundo dados do IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 0,33% em janeiro de 2026, resultado que superou levemente as projeções do mercado, que apontavam alta de 0,32%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados nesta terça-feira (10).

Com esse desempenho, a inflação oficial do país acumulou alta de 4,44% nos últimos 12 meses, acima dos 4,26% registrados no período anterior. Em janeiro de 2025, o índice havia subido 0,16%, o que confirma uma aceleração no início deste ano.

Transportes lideram a alta do IPCA em janeiro

O grupo Transportes exerceu a maior pressão sobre o índice mensal ao registrar alta de 0,60%, com impacto de 0,12 ponto percentual no IPCA. Os combustíveis responderam pela maior parte desse avanço e subiram 2,14% no mês.

A gasolina aumentou 2,06% e gerou o maior impacto individual do índice. Além disso, os preços do etanol cresceram 3,44%, enquanto o óleo diesel avançou 0,52% e o gás veicular, 0,20%.

Os reajustes nas tarifas de transporte público também influenciaram o resultado. O ônibus urbano subiu 5,14%, refletindo aumentos em diversas capitais. O metrô avançou 1,87%, enquanto o táxi registrou alta de 1,47%, com reajustes em cidades como Rio Branco, Fortaleza, Rio de Janeiro e Salvador.

Por outro lado, alguns itens ajudaram a reduzir uma pressão maior. As tarifas de transporte por aplicativo caíram 17,23%, enquanto as passagens aéreas recuaram 8,90%, após fortes altas no mês anterior.

Saúde e comunicação também pressionam os preços

O grupo Saúde e cuidados pessoais apresentou alta de 0,70%, a segunda maior variação entre os grupos. Os preços de artigos de higiene pessoal subiram 1,20%, enquanto os planos de saúde avançaram 0,49%.

Já o grupo Comunicação registrou aumento de 0,82%, puxado pela alta nos preços de aparelhos telefônicos e pelos reajustes nos serviços de TV por assinatura e combos de telefonia, internet e TV.

Alimentação desacelera e tem menor variação para janeiro desde 2006

O grupo Alimentação e bebidas desacelerou em janeiro e subiu 0,23%, abaixo dos 0,27% registrados em dezembro. Esse resultado representa a menor variação para o mês de janeiro desde 2006.

A alimentação no domicílio avançou apenas 0,10%, influenciada por quedas nos preços do leite longa vida e dos ovos. Em sentido oposto, o tomate registrou forte alta e limitou uma desaceleração maior do grupo.

Energia elétrica ajuda a conter a inflação

O grupo Habitação recuou 0,11% em janeiro, impulsionado principalmente pela queda de 2,73% na energia elétrica residencial. A mudança da bandeira tarifária, que passou de amarela para verde, contribuiu diretamente para esse recuo.

Mesmo assim, os reajustes nas tarifas de água e esgoto em diversas capitais e o aumento do gás encanado limitaram uma queda mais intensa do grupo.

Capitais registram comportamentos distintos

Entre as capitais, Rio Branco apresentou a maior variação do IPCA em janeiro, com alta de 0,81%, influenciada pelos preços da energia elétrica e dos artigos de higiene pessoal. Belém, por sua vez, registrou a menor variação, com 0,16%, puxada pela queda da energia elétrica residencial e das passagens aéreas.

No acumulado de 12 meses, Vitória e Porto Alegre ultrapassaram 5% de inflação, enquanto São Paulo acumulou alta de 4,92% no período.

Mercado mantém atenção sobre os próximos meses

O resultado de janeiro reforça o monitoramento do mercado e das autoridades econômicas sobre o comportamento da inflação ao longo de 2026. Os reajustes de serviços, a oscilação dos combustíveis e o impacto da energia elétrica seguirão no centro das análises nos próximos meses.

Fonte: G1

Hugo Motta encaminha à CCJ proposta que prevê o fim da escala 6×1

0
Hugo Motta anuncia envio à CCJ de proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 na Câmara dos Deputados
Hugo Motta encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) a Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil. Com isso, o debate sobre a redução da jornada avança no Congresso e ganha novo peso institucional.

Agora, caberá à CCJ analisar a admissibilidade da proposta, etapa inicial do processo legislativo. Caso o colegiado aprove o texto, a matéria seguirá para uma comissão especial. Somente depois, o Plenário da Câmara poderá votar a PEC em dois turnos.

Propostas tramitam de forma conjunta

A comissão analisará duas propostas que tramitam apensadas. A primeira é a PEC 8/2025, apresentada pela deputada Erika Hilton (Psol-SP). A segunda é a PEC 221/2019, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Ambas tratam da revisão do atual modelo de jornada, que prevê seis dias de trabalho para apenas um de descanso.

Segundo Hugo Motta, o tema exige cautela e diálogo amplo. Por isso, o presidente da Câmara defendeu que o Parlamento escute todos os setores envolvidos antes de avançar na formulação do texto final.

“O mundo avançou, principalmente na área tecnológica. Nesse sentido, o Brasil não pode ficar para trás. Vamos ouvir todos os setores para entregar a melhor lei para os brasileiros”, afirmou o deputado em suas redes sociais.

Debate envolve economia e qualidade de vida

Além disso, em entrevista a uma emissora de rádio na Paraíba, Motta ressaltou que o debate sobre o fim da escala 6×1 representa uma demanda antiga da classe trabalhadora. Segundo ele, a discussão tem impacto direto na economia brasileira e precisa considerar o atual cenário de pleno emprego.

Na avaliação do presidente da Câmara, a mudança pode representar um avanço social relevante. A redução da jornada, segundo o parlamentar, contribui para melhorar a qualidade de vida e fortalecer a dignidade do trabalhador.

“A escala 6×1 precisa ser diminuída. Dessa forma, vamos dar um passo firme na valorização do trabalhador, com mais qualidade de vida e respeito aos brasileiros”, declarou.

Tramitação ainda terá novas etapas

Apesar do avanço, a proposta ainda precisa cumprir etapas importantes. Primeiramente, a CCJ analisará se o texto atende aos requisitos constitucionais. Em seguida, uma comissão especial discutirá o mérito da proposta. Somente após esse percurso, o Plenário poderá deliberar sobre a mudança.

Enquanto isso, o debate sobre a jornada de trabalho segue ganhando espaço no Congresso e na sociedade. Ao mesmo tempo, trabalhadores, especialistas e setores produtivos acompanham a discussão, que envolve produtividade, bem-estar e adaptação às novas relações de trabalho.

Fonte: Câmara dos Deputados

Pó para decoração de doces é suspenso e deve ser recolhido

0
Pó para decoração de doces suspenso pela Anvisa após fiscalização sanitária
Anvisa suspendeu e determinou o recolhimento de pó decorativo para doces após identificar materiais não autorizados.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão e o recolhimento do pó para decoração de doces da marca Mago, produzido pela empresa Mago Indústria e Comércio de Produtos para Confeitaria Ltda. A decisão entrou em vigor nesta sexta-feira (6) e atinge a fabricação, a comercialização, a distribuição, a divulgação e o uso do produto em todo o país.

A ação ocorreu depois que análises laboratoriais identificaram materiais plásticos, resinas e pigmentos de composição desconhecida. Esses elementos não são compatíveis com o uso em alimentos. Mesmo assim, vendedores ofereciam o produto para aplicação direta em doces e sobremesas, inclusive em plataformas digitais.

Produto oferece risco direto à saúde

Segundo a Anvisa, o consumo de substâncias não autorizadas pode causar riscos à saúde. Por isso, a agência ordenou o recolhimento imediato de todos os lotes disponíveis no mercado.

Além disso, o órgão orienta que consumidores não utilizem o produto. Da mesma forma, comerciantes devem interromper imediatamente a venda e retirar os estoques de circulação.

Fiscalização também atingiu azeite de oliva

Durante a mesma operação, a Anvisa proibiu o azeite de oliva extravirgem da marca Campo Ourique. O produto não comprovou a origem e apresentou resultado insatisfatório em laudo do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF).

Diante desse cenário, a agência vetou a comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação, a propaganda e o consumo do azeite em todo o país.

Café de açaí teve apreensão determinada

Além do azeite, a fiscalização também alcançou o café de açaí da empresa DU Brasil. O produto apresentava origem desconhecida e utilizava ingrediente não autorizado em suplementos alimentares.

Além disso, fiscais identificaram condições inadequadas de armazenamento. O rótulo, por sua vez, trazia alegações terapêuticas proibidas, como promessas de tratamento para diabetes e fibromialgia. Dessa forma, a Anvisa determinou a apreensão do produto e proibiu todas as etapas de comercialização e consumo.

Anvisa orienta consumidores

Diante das irregularidades, a Anvisa reforça a importância de verificar rótulos, procedência e autorizações sanitárias antes da compra. Especialmente, o cuidado deve ser maior com produtos vendidos como suplementos ou ingredientes de uso direto em alimentos.

As resoluções que fundamentam as decisões já constam no Diário Oficial da União. Assim, todas as medidas estão em vigor.

Fonte: Governo Federal

Anvisa emite alerta para risco de pancreatite com canetas emagrecedoras

0
Anvisa alerta para risco de pancreatite associado ao uso indevido de canetas emagrecedoras
Anvisa alerta para risco de pancreatite aguda ligado ao uso indevido de canetas emagrecedoras

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária emitiu um alerta de farmacovigilância sobre o risco de pancreatite aguda ligado ao uso indevido das chamadas canetas emagrecedoras. Embora a reação já conste em bula, o uso fora das indicações aprovadas tem elevado a ocorrência de casos graves.

Além disso, a Agência reforçou que esses medicamentos exigem prescrição médica e acompanhamento contínuo. Sem esse controle, o risco de eventos adversos aumenta de forma significativa.

Uso inadequado de medicamentos GLP-1 eleva riscos

O alerta envolve medicamentos agonistas do receptor GLP-1, como dulaglutida, liraglutida, semaglutida e tirzepatida. Esses fármacos oferecem benefícios terapêuticos quando usados corretamente. No entanto, o uso inadequado pode provocar eventos adversos graves, incluindo pancreatite aguda.

Por esse motivo, a Anvisa destacou que o uso indiscriminado, especialmente para emagrecimento sem indicação clínica, compromete a segurança do paciente e dificulta o diagnóstico precoce de complicações.

Registros nacionais e internacionais reforçam preocupação

Enquanto autoridades internacionais monitoram o problema, dados recentes reforçam o alerta. No Reino Unido, órgãos reguladores registraram mais de mil notificações de pancreatite associadas a esses medicamentos, incluindo casos fatais.

No Brasil, sistemas de farmacovigilância também apontaram dezenas de notificações de suspeitas de eventos adversos, além de investigações envolvendo óbitos. Diante disso, a Anvisa intensificou as ações regulatórias.

Retenção de receita busca conter uso indevido

Em junho de 2025, a Anvisa determinou a retenção obrigatória da receita médica para a venda desses medicamentos. Desde então, farmácias e drogarias só podem comercializar as substâncias mediante prescrição em duas vias, com validade de até 90 dias.

Com essa medida, a Agência busca reduzir o uso fora das indicações aprovadas e proteger a saúde da população.

Orientações à população e aos profissionais de saúde

A Anvisa orienta que usuários procurem atendimento médico imediato ao apresentar dor abdominal intensa e persistente, especialmente quando acompanhada de náuseas ou vômitos, sinais compatíveis com pancreatite.

Da mesma forma, profissionais de saúde devem interromper o tratamento ao suspeitar da reação adversa. Caso confirmem o diagnóstico, não devem retomar o uso do medicamento. Além disso, a Agência reforça a importância da notificação de eventos adversos no sistema VigiMed.

Monitoramento contínuo da classe terapêutica

Nos últimos anos, a Anvisa já emitiu outros alertas relacionados aos agonistas de GLP-1. Entre eles, estão riscos durante procedimentos anestésicos e relatos raros de perda de visão. Esse histórico demonstra o monitoramento permanente desses medicamentos no mercado brasileiro.

Fonte: Governo Federal

Piloto preso por pedofilia pagava mães e avós para abusar de meninas

0
Piloto é preso dentro de avião em Congonhas suspeito de liderar rede de exploração sexual infantil
Piloto foi preso dentro de aeronave no Aeroporto de Congonhas durante operação da Polícia Civil.

A Polícia Civil de São Paulo prendeu, na manhã desta segunda-feira (9), um piloto de avião comercial no Aeroporto de Congonhas, sob a acusação de liderar uma rede de exploração sexual de menores . Inicialmente, as autoridades apontam que o suspeito aliciava as vítimas ao pagar diretamente a mães e avós para obter acesso às crianças e adolescentes .

A ação policial integra a Operação Apertem os Cintos . Para capturar o piloto, que reside em Guararema, na Grande São Paulo, a equipe de investigação solicitou a escala de voo à companhia aérea . Dessa forma, os agentes efetuaram a detenção dentro da aeronave, antes da decolagem, estratégia que impediu qualquer tentativa de fuga do criminoso .

Família participava ativamente dos crimes

Além disso, o inquérito revelou a participação direta de familiares das vítimas . Juntamente com o piloto, a polícia deteve duas mulheres :

  • Uma avó: A polícia a acusa de “vender” o acesso a três netas para o piloto .

  • Uma mãe: Ela cedeu a própria filha e, inclusive, auxiliava o homem ao enviar fotos e vídeos da menor .

Conforme apurado, o piloto utilizava uma abordagem calculada. Ele contatava as responsáveis e afirmava gostar de crianças, entretanto, ele também se relacionava com as mulheres adultas como um meio de chegar até as menores .

Pagamentos irrisórios e violência extrema

Em contrapartida ao abuso e ao material pornográfico, o acusado pagava valores baixos, que variavam entre R$ 30, R$ 50 e R$ 100 às responsáveis . Ademais, ele fornecia “agrados”, visto que comprava medicamentos, pagava aluguéis e até mesmo presenteou uma das famílias com um aparelho de TV .

A delegada Ivalda Aleixo relatou a brutalidade dos encontros. “Quando ele tinha contato físico com essas crianças, ele as estuprava“, afirmou a autoridade . Recentemente, o homem espancou uma das vítimas dentro de um motel .

Perfil do suspeito e vítimas

Por outro lado, o piloto afirmou em depoimento ser casado e ter filhos . A atual esposa, uma psicóloga, compareceu à delegacia e se mostrou horrorizada, pois, segundo a polícia, ela desconhecia os crimes do marido .

Atualmente, a operação já identificou dez vítimas, com idades entre 12 e 13 anos . No entanto, a análise preliminar do celular do piloto indica a existência de dezenas de outras crianças em fotos e vídeos armazenados . Portanto, a Polícia Civil continua as investigações para localizar e amparar as outras vítimas .

Fonte: Agência Brasil

Governo anuncia vacinação nacional contra dengue a partir desta segunda (9)

0
Vacinação nacional contra a dengue começa pelo SUS com vacina do Instituto Butantan
Governo federal inicia vacinação nacional contra a dengue com vacina brasileira em dose única

O governo federal anunciou, nesta segunda-feira (9), o início da vacinação nacional contra a dengue. A campanha começa pelos profissionais da atenção primária do Sistema Único de Saúde (SUS). Com isso, a estratégia protege quem atua na linha de frente e, ao mesmo tempo, organiza a ampliação gradual da imunização em todo o país.

O anúncio ocorreu durante visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Instituto Butantan, em São Paulo. Na ocasião, o governo confirmou a incorporação da vacina Butantan-DV ao calendário público. Assim, o Brasil passa a contar com um imunizante inédito no enfrentamento da doença.

Profissionais do SUS recebem as primeiras doses

Nesta fase inicial, o Ministério da Saúde direciona a vacinação nacional contra a dengue aos profissionais cadastrados nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Dessa forma, o governo prioriza quem mantém contato direto com pacientes e, além disso, reduz riscos operacionais no início da campanha.

A vacina já integra oficialmente o Programa Nacional de Imunizações (PNI). Para isso, a Anvisa aprovou o imunizante em novembro de 2025, após análise dos dados de segurança e eficácia. Desde então, o Ministério da Saúde estruturou a logística nacional de distribuição.

Até agora, o Instituto Butantan entregou 1,3 milhão de doses ao PNI. Ao todo, o governo federal adquiriu 3,9 milhões de doses, que seguirão para estados e municípios de forma escalonada.

Vacina em dose única acelera a proteção da população

A Butantan-DV é a primeira vacina do mundo em dose única capaz de proteger contra os quatro sorotipos do vírus da dengue. Por esse motivo, o imunizante simplifica a aplicação em massa e, consequentemente, reduz gargalos logísticos no SUS.

Antes da adoção nacional, equipes técnicas testaram a vacina em cidades como Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Esses estudos, portanto, confirmaram a segurança e a eficácia do imunizante em diferentes realidades regionais.

Governo amplia investimentos na produção de vacinas

Além do início da vacinação nacional contra a dengue, o governo federal anunciou um pacote de R$ 1,8 bilhão para ampliar e modernizar a produção nacional de vacinas e soros. Desse total, R$ 1 bilhão vem do Novo PAC, enquanto cerca de R$ 400 milhões correspondem a aportes da Fundação Butantan.

Os recursos serão aplicados, principalmente, em quatro frentes:

  • construção de fábrica para produção de vacinas contra HPV

  • modernização de unidade para vacinas com tecnologia mRNA

  • ampliação da produção da vacina tríplice bacteriana (DTPa)

  • aumento da capacidade anual de produção de soros

Com isso, o país reduz a dependência externa de insumos biológicos e, ao mesmo tempo, fortalece a soberania sanitária.

Quem pode receber a vacina contra a dengue

A vacina Butantan-DV é indicada para pessoas de 12 a 59 anos. No entanto, o Ministério da Saúde poderá ampliar o público-alvo conforme a disponibilidade de doses e o avanço da produção nacional.

Segundo o Instituto Butantan, a expectativa é alcançar até 25 milhões de doses produzidas até o fim do ano. Assim, o governo pretende ampliar a cobertura da vacinação nacional contra a dengue de forma progressiva e organizada.

Avanço histórico no combate à dengue

Com produção nacional, aplicação em dose única e distribuição gratuita pelo SUS, a vacinação nacional contra a dengue representa um avanço histórico na saúde pública brasileira. Além disso, a iniciativa consolida o Instituto Butantan como referência internacional em imunização.

Dessa maneira, o início da campanha marca uma nova etapa no enfrentamento da dengue e reforça o compromisso do Brasil com a proteção da população.

Fonte: CNN Brasil

Socialista Antônio Seguro é eleito presidente de Portugal

0
Antônio Seguro discursa após ser eleito presidente de Portugal
Antônio Seguro discursa após vencer o segundo turno das eleições presidenciais em Portugal

O socialista Antônio José Seguro venceu neste domingo (8) as eleições presidenciais e foi eleito presidente de Portugal. Ele ultrapassou a marca de 3 milhões de votos e superou o candidato da extrema direita, André Ventura, no segundo turno.

Até as 21h30 no horário local, Seguro somava cerca de 3,3 milhões de votos. Enquanto isso, Ventura havia obtido aproximadamente 1,6 milhão. Já a taxa de abstenção ficou próxima de 50%, segundo dados oficiais das autoridades eleitorais.

Vitória amplia legitimidade política

Com esse resultado, Antônio Seguro entra para um grupo restrito de presidentes portugueses que ultrapassaram a marca de 3 milhões de votos desde a redemocratização do país, em 1976. Além disso, o desempenho reforça sua legitimidade política logo no início do mandato.

Ao mesmo tempo, a votação expressiva sinaliza uma resposta do eleitorado à polarização política. Nos últimos anos, o país enfrentou o avanço de discursos extremistas, sobretudo no campo conservador.

Contexto eleitoral e cenário europeu

Portugal conta atualmente com mais de 11 milhões de eleitores aptos. Durante a campanha, Antônio Seguro defendeu o fortalecimento das instituições democráticas, a proteção social e o respeito às liberdades civis.

Além disso, o socialista destacou a importância do diálogo político e do compromisso com a União Europeia. Por outro lado, seu adversário apostou em um discurso mais radical, o que ampliou o contraste entre os projetos apresentados ao eleitorado.

Transição presidencial em 2026

Antônio Seguro assumirá oficialmente a Presidência da República em março de 2026. Ele substituirá Marcelo Rebelo de Sousa, que encerra seu segundo mandato consecutivo no cargo.

Desde 1976, Portugal teve como presidentes António Ramalho Eanes, Mário Soares, Jorge Sampaio, Cavaco Silva e Marcelo Rebelo de Sousa. Agora, com a eleição de Seguro, o país inicia um novo ciclo político.

Novo ciclo político em Portugal

A posse do novo presidente ocorre em um momento decisivo para Portugal. Entre os principais desafios estão a economia, a política social e o posicionamento do país no cenário internacional.

Dessa forma, a expectativa gira em torno da capacidade de Antônio Seguro de promover estabilidade institucional e responder às demandas da população portuguesa nos próximos anos.

Fonte: Agência Brasil

Sonhava em me tornar uma estrela do K-pop, mas fui vítima de um golpe

0
Jovem em silhueta com microfone simboliza vítimas de golpe no K-pop em academias privadas na Coreia do Sul
Imagem representa o sonho de jovens estrangeiras no K-pop que terminou em denúncias de golpe e falsas promessas

O crescimento global do K-pop transformou a Coreia do Sul em um destino disputado por jovens de vários países que sonham em se tornar idols. No entanto, por trás do brilho dos palcos, surgem relatos de promessas não cumpridas, contratos frágeis e um possível golpe aplicado por academias privadas de treinamento.

A experiência de uma adolescente estrangeira, identificada como Miyu para preservar sua identidade, ilustra esse cenário. Ela afirma que pagou quase R$ 100 mil por um programa de seis meses em Seul. O curso prometia aulas profissionais e acesso a audições com grandes agências do K-pop. Apesar disso, segundo a jovem, essas oportunidades nunca se concretizaram.

Promessas que ficaram no papel

A Coreia do Sul se tornou um destino para jovens do mundo todo que desejam entrar no mundo do K-pop

Miyu decidiu viajar à Coreia do Sul inspirada por idols estrangeiras que alcançaram fama mundial. Inicialmente, a academia apresentou um plano de treinamento intensivo em canto e dança. Na prática, porém, as aulas ocorreram com pouca frequência e apresentaram um nível abaixo do esperado.

Além disso, outras duas jovens estrangeiras que frequentaram a mesma academia relataram experiências semelhantes. Em comum, todas afirmam que a empresa prometeu audições regulares, mas nenhuma delas participou desses processos.

A empresa responsável nega as acusações e afirma que cerca de 200 alunas estrangeiras já passaram pelos programas desde a inauguração.

Relatos de assédio e vigilância constante

A empresa afirma que as câmeras de segurança foram instaladas após incidentes de segurança ocorridos no passado, para ‘proteger a segurança das trainees’

Além das falhas no treinamento, as ex-trainees relatam episódios ainda mais graves. Duas delas acusam um membro sênior da equipe de assédio sexual, incluindo toques indevidos, convites para encontros a sós e abordagens consideradas intimidatórias.

Além disso, as jovens denunciam a instalação de câmeras de segurança em áreas sensíveis, como dormitórios femininos. Segundo os relatos, os equipamentos funcionavam de forma contínua, com captação de áudio, sem consentimento formal. Com isso, elas afirmam que passaram a se sentir observadas durante os treinos e constrangidas por comentários inadequados sobre seus corpos.

A empresa nega todas as acusações. Em resposta, afirma que instalou as câmeras apenas em áreas comuns, exclusivamente por motivos de segurança.

Falhas na fiscalização do setor

O caso expõe fragilidades estruturais da indústria do K-pop. Muitas academias se registram como agências de entretenimento, e não como instituições educacionais. Por esse motivo, elas escapam da fiscalização direta do sistema de ensino sul-coreano.

Como resultado, programas de treinamento não passam por inspeções regulares. Consequentemente, jovens estrangeiros enfrentam maior vulnerabilidade, sobretudo adolescentes que lidam com barreiras linguísticas, restrições de visto e pouco conhecimento do sistema jurídico local.

Medo, silêncio e dificuldades para denunciar

A história de Miyu lança luz sobre uma indústria não regulamentada, mas em crescimento

As jovens afirmam que demoraram a procurar ajuda. De um lado, temiam prejudicar qualquer chance futura na indústria musical. De outro, enfrentaram dificuldades para relatar os fatos às próprias famílias, que haviam feito grandes sacrifícios financeiros.

Em um dos casos, a polícia arquivou a denúncia por falta de provas. Mesmo assim, uma das ex-trainees ingressou com ações judiciais contra a empresa por quebra de contrato e danos morais relacionados ao suposto golpe.

Um sonho que ainda persiste

Apesar da experiência traumática, Miyu afirma que ainda deseja seguir carreira no K-pop. Segundo ela, a música continuou sendo uma forma de apoio emocional mesmo após os episódios vividos.

Especialistas alertam que o sucesso internacional do K-pop ampliou a responsabilidade das empresas do setor. Enquanto isso, histórias como a de Miyu mostram que, longe dos holofotes, o caminho até o estrelato pode esconder riscos graves para jovens que buscam realizar um sonho.

Fonte: BBC Brasil

Mercado reduz previsão da inflação para 3,97% em 2026

0
Notas de real simbolizam a queda da previsão da inflação para 2026, segundo o mercado financeiro
Mercado financeiro revisa para baixo a projeção da inflação em 2026

A previsão do mercado financeiro para a inflação brasileira em 2026 voltou a cair e passou de 3,99% para 3,97%, conforme mostra o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central. Com isso, o indicador registra a quinta redução consecutiva, permanecendo dentro do intervalo da meta oficial de inflação.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve como referência oficial da inflação no país, tem meta central de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite máximo permitido é de 4,5%, patamar ainda distante da projeção atual.

Inflação mantém trajetória de desaceleração

Além da queda na estimativa para 2026, o mercado financeiro manteve as projeções de inflação em 3,8% para 2027 e 3,5% para 2028 e 2029. Dessa forma, os dados reforçam a percepção de que os preços seguem em desaceleração gradual.

Apesar disso, alguns setores ainda exercem pressão pontual sobre o índice. Em dezembro do ano passado, por exemplo, o aumento das tarifas de transporte por aplicativo e das passagens aéreas elevou a inflação mensal. Ainda assim, o IPCA acumulou alta de 4,26% em 2025, resultado considerado controlado pelos analistas.

Enquanto isso, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgará nesta terça-feira o primeiro resultado oficial do IPCA de 2026, referente ao mês de janeiro.

Juros seguem altos, mas cortes ganham força no radar

Para manter a inflação sob controle, o Banco Central mantém a taxa Selic em 15% ao ano, o maior nível desde 2006. O Comitê de Política Monetária (Copom), inclusive, decidiu não alterar os juros pela quinta reunião consecutiva.

No entanto, o próprio Banco Central sinalizou que pode iniciar um ciclo de cortes a partir de março, desde que o cenário econômico continue favorável. Nesse sentido, o mercado financeiro projeta que a Selic encerre 2026 em 12,25% ao ano.

Além disso, as estimativas apontam novas reduções nos anos seguintes. Para 2027, a taxa deve cair para 10,5%, enquanto para 2028 a projeção indica 10% ao ano. Já em 2029, os juros básicos podem chegar a 9,5%.

PIB cresce de forma moderada

Ao mesmo tempo, o boletim Focus manteve a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,8% para 2026. A mesma projeção também vale para 2027. Por outro lado, para 2028 e 2029, o mercado espera uma expansão um pouco maior, de 2% ao ano.

No terceiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 0,1%, resultado considerado estabilidade pelo IBGE. Segundo o instituto, a indústria e a agropecuária puxaram esse desempenho.

Já em 2024, o país registrou crescimento econômico de 3,4%, marcando o quarto ano consecutivo de alta do PIB e a maior expansão desde 2021.

Dólar permanece estável nas projeções

Por fim, a previsão para o câmbio permaneceu inalterada. O mercado financeiro estima que o dólar encerre 2026 cotado a R$ 5,50, mesmo patamar esperado para o fim de 2027. Com isso, a estabilidade cambial tende a contribuir para o controle dos preços, especialmente de produtos importados.

Fonte: Agência Brasil

Cármen Lúcia discutirá código de ética nesta terça-feira

0
Cármen Lúcia discute código de ética com tribunais eleitorais
Cármen Lúcia durante reunião no TSE sobre regras de conduta para magistrados

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, vai se reunir nesta terça-feira (10) com os presidentes dos tribunais regionais eleitorais. O encontro, portanto, terá como foco a discussão de um código de ética para magistrados.

Durante a reunião, a ministra pretende apresentar dez recomendações de conduta. Segundo a proposta, as diretrizes devem servir como base para a criação do código e fortalecer a transparência institucional.

Entre os pontos previstos estão a transparência em reuniões e audiências, além do cuidado com declarações públicas. Além disso, o texto orienta a recusa de presentes ou vantagens por magistrados.

A proposta também recomenda o afastamento de processos que tenham vínculo profissional ou pessoal. Dessa forma, o TSE busca evitar conflitos de interesse e preservar a imparcialidade das decisões.

A criação de um código de ética para integrantes da Corte eleitoral não é recente. Ainda assim, o tema ganhou força após o ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), colocá-lo como prioridade de gestão.

Nesse contexto, a iniciativa ocorre em um momento de maior cobrança por credibilidade e confiança pública no Judiciário. Regras claras, segundo integrantes da Corte, ajudam a reforçar a imagem institucional.

Após a reunião, a expectativa é que o texto avance para novas etapas de debate interno. Por fim, o TSE deve definir prazos e o formato final antes de uma eventual adoção oficial.

Fonte: Band News

casa própria em porto velho

Mais de 500 famílias recebem chave da casa própria em Porto Velho

0
Famílias deixam o aluguel para trás com entrega de moradias e passam a ter mais segurança e estabilidade na capital.
Mina de terras-raras do Brasil

Empresa dos EUA compra única mina de terras-raras do Brasil

0
Negócio bilionário em Goiás reposiciona o país na disputa por minerais estratégicos usados pela indústria global
pec da escala 6x1

Motta acelera processo e CCJ deve votar PEC da escala 6×1 na quarta

0
Movimento ganha novo impulso no Congresso e proposta sobre jornada de trabalho entra em fase decisiva nesta semana.
transplante de membrana no sus

Transplante de membrana no SUS avança no tratamento de feridas

0
Medida amplia o acesso a tratamento regenerativo e reforça o atendimento a feridas crônicas e danos oculares.
mercados abertos para o agro

Governo mira 700 aberturas de mercado para o agro até o fim do ano

0
Meta avança com acordos em nove países e amplia o espaço de produtos agropecuários no comércio externo.