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STF retoma julgamentos sobre regras da Previdência de 2019

Plenário do STF em sessão, com ministros reunidos para julgar regras da Previdência de 2019.
Ministros do Supremo retomam ações que discutem cálculos e isenções da reforma da Previdência de 2019.

O Supremo Tribunal Federal (STF) retomará, em 3 de dezembro, três julgamentos que podem alterar pontos sensíveis da reforma da Previdência aprovada em 2019. Como cada processo envolve cálculos de benefícios e garantias previstas para diferentes categorias de segurados, o resultado tende a gerar impacto direto entre aposentados, servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada. Além disso, o governo acompanha o tema de perto devido ao impacto fiscal associado às decisões.

Cálculo da aposentadoria por invalidez volta ao centro da discussão

O primeiro processo trata do Recurso Extraordinário 1.469.150, que discute a forma de cálculo da aposentadoria por incapacidade permanente. A dúvida é se o benefício deve seguir a regra integral anterior ou o modelo reduzido criado pela Emenda Constitucional nº 103, que estabeleceu o pagamento de 60% da média das contribuições, com acréscimos progressivos.

O ministro Luís Roberto Barroso, relator, defendeu que o cálculo deve seguir a regra pós-reforma. Em seguida, os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin acompanharam a posição. Agora, o plenário analisará novamente o caso para, enfim, fixar um entendimento definitivo. Assim, segurados que aguardam concessões ou revisões poderão saber qual fórmula prevalecerá.

Isenção para doentes graves volta a ser analisada

Outro julgamento relevante é o da ADI 6.336, apresentada pela Anamatra. A entidade contestou a extinção da isenção parcial concedida a aposentados e pensionistas com doenças graves. Depois da reforma, esses segurados passaram a contribuir novamente sobre valores que superam o teto do Regime Geral da Previdência. Por isso, a ação ganhou força entre associações e entidades médicas.

O relator, Edson Fachin, votou pela manutenção das regras atuais. No entanto, o ministro Flávio Dino divergiu e defendeu a inconstitucionalidade da mudança. Como houve pedido de destaque, o caso deixou o plenário virtual e retornou ao plenário físico, o que reinicia os votos. Dessa forma, todos os ministros precisarão manifestar posição novamente.

Mudanças na aposentadoria especial seguem em debate

A ADI 6.309, protocolada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI), questiona três pontos da reforma: a criação da idade mínima, o fim da conversão do tempo especial em comum e o novo cálculo do benefício. Esses pontos atingem trabalhadores expostos a riscos biológicos, químicos e físicos, o que amplia a atenção sobre essa discussão.

O ministro Barroso considerou as mudanças constitucionais. Entretanto, Edson Fachin e Rosa Weber votaram de maneira divergente. Além disso, Alexandre de Moraes pediu vista e devolveu o processo em 2024, permitindo novo julgamento. Portanto, o resultado depende de uma recomposição dos votos e de um consenso entre os ministros na retomada do tema.

Bloco de 13 ações continua sem data para voltar à pauta

Além dos três julgamentos que retornarão imediatamente ao plenário, o STF ainda precisa concluir um bloco com 13 Ações Diretas de Inconstitucionalidade. Essas ações discutem desde alíquotas progressivas aplicadas a servidores até o tempo mínimo de contribuição das servidoras públicas, além da proibição da conversão do tempo especial em comum.

O julgamento começou, mas foi interrompido após pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Como a Corte ainda aguarda a posse de um novo integrante, não existe data definida para a análise. Portanto, a conclusão dessas ações deve ocorrer somente depois da reorganização interna do Tribunal.

Possíveis efeitos para segurados e para o governo

As decisões previstas para dezembro podem redefinir cálculos, restabelecer isenções e ajustar regras da aposentadoria especial. Desse modo, trabalhadores em atividade, aposentados e servidores precisam acompanhar a movimentação do STF, já que eventual mudança influenciará a renda, os critérios de elegibilidade e o planejamento previdenciário. Por fim, o governo também monitora os processos porque os resultados podem gerar impacto fiscal significativo.

Fonte: Metrópoles

CNU 2025 divulga locais das provas discursivas; veja como acessar

Cartão de confirmação do CNU 2025 exibindo informações de local da prova discursiva
Governo libera cartão de confirmação que mostra o endereço onde candidatos farão a prova discursiva do CNU 2025

O Ministério da Gestão publicou, nesta segunda-feira (1º), o cartão de confirmação do Concurso Nacional Unificado (CNU) 2025 e, com isso, divulgou os CNU 2025 locais da prova discursiva, informação essencial para os candidatos que farão o exame no domingo (7). O documento revela onde cada participante realizará a etapa discursiva, que acontecerá em 228 cidades e mobilizará cerca de 42,4 mil candidatos em todo o país. Além disso, a pasta reforça que o acesso ao cartão é obrigatório para conferir endereço, horários e orientações detalhadas.

Como acessar o cartão de confirmação

O candidato deve acessar o cartão pela plataforma inscricao-cpnu.conhecimento.fgv.br e fazer login com a conta gov.br. Depois disso, o sistema exibe:

  • endereço do local da prova;

  • número definitivo de inscrição;

  • horários de abertura e fechamento dos portões;

  • orientações sobre nome social e atendimento específico.

Embora o cartão impresso não seja obrigatório, o governo recomenda levar uma cópia, já que isso facilita a localização da sala. Assim, o candidato reduz atrasos e evita contratempos.

Quem participa da segunda fase

A etapa discursiva reúne participantes classificados em todas as regiões do país. Por isso, o concurso reforça seu caráter nacional. O CNU 2025 oferece 3.652 vagas de níveis médio, técnico e superior, com salários que variam entre R$ 4 mil e R$ 16,4 mil. Além disso, o edital da Enap apresenta a lista completa dos convocados e detalha critérios para a correção.

Como será a prova discursiva

Apesar de todas as provas ocorrerem no mesmo dia, o formato varia entre níveis:

  • Nível superior: duas questões discursivas de até 30 linhas, com 22,5 pontos cada;

  • Nível intermediário: redação dissertativo-argumentativa de até 30 linhas, valendo 30 pontos.

A banca avalia clareza, domínio técnico, coerência e linguagem. No nível superior, o candidato divide a nota entre conteúdo e escrita. No intermediário, todo o desempenho depende da construção textual e da argumentação.

Erros que podem zerar a prova

A banca elimina respostas com falhas graves. Entre os erros que zeram o texto, estão:

  • ultrapassar o limite de linhas;

  • apresentar letra ilegível;

  • usar caneta fora do padrão (deve ser azul ou preta de corpo transparente);

  • incluir assinatura, desenhos ou marcas que identifiquem o autor;

  • deixar de transcrever o texto para a folha oficial.

Por isso, o candidato precisa revisar tudo antes de entregar a prova.

Horários e regras da aplicação

Os portões fecham às 12h30, e a prova começa às 13h (horário de Brasília).
Além disso, os tempos de prova variam:

  • Nível superior: prova até 16h; retirada do caderno apenas após 15h;

  • Nível intermediário: prova até 15h; retirada do caderno a partir de 14h.

O candidato deve permanecer ao menos uma hora na sala. Além disso, as três últimas pessoas saem juntas, após assinarem a ata. A FGV entrega envelopes lacrados para guardar pertences, inclusive o celular, que deve permanecer desligado até o término. Assim, a organização reforça segurança e padronização.

O que levar no dia da prova

  • Documento de identificação (físico ou digital, configurado para uso offline);

  • Caneta azul ou preta de corpo transparente;

  • Roupas confortáveis, já que a permanência na sala é longa.

Com isso, o candidato reduz riscos e mantém o foco na prova.

Como foi a primeira fase

A etapa objetiva ocorreu em 5 de outubro e registrou participação de quase 60% dos inscritos. Além disso, o Ministério da Gestão destacou que o índice de abstenção caiu para 42,8%, número inferior ao do ano anterior. A prova contou com 36 versões diferentes, adotadas para reforçar a segurança.

Nos cargos de nível superior, a prova teve 90 questões; no nível intermediário, 68. Ambas foram divididas entre conhecimentos gerais e específicos. Assim, o CNU manteve o padrão de avaliação ampla e criteriosa.

Calendário das próximas etapas

  • 1° de dezembro: liberação do cartão de confirmação;

  • 7 de dezembro: prova discursiva;

  • 6 de janeiro de 2026: divulgação das notas preliminares;

  • 7 e 8 de janeiro: prazo para recursos;

  • 30 de janeiro: resultado final e classificação geral.

Fonte: G1

PIX bate recorde e registra 297,4 milhões de operações em um único dia

PIX bate recorde com 297,4 milhões de operações em um único dia
PIX registra volume histórico de operações durante Black Friday e pagamento do 13º salário

Demanda elevada impulsiona novo recorde nacional

O PIX bate recorde ao registrar 297,4 milhões de operações em um único dia, segundo o Banco Central. O volume histórico ocorreu na última sexta-feira (28) e ganhou força porque coincidiu com dois eventos relevantes: a Black Friday e o prazo final para o pagamento da primeira parcela do 13º salário. Dessa forma, milhões de consumidores e empresas recorreram ao sistema para movimentar valores com rapidez e sem custos adicionais.

Além disso, o total financeiro movimentado chegou a R$ 166,2 bilhões, o que reforça a preferência dos brasileiros pelo meio de pagamento. O resultado superou com folga o recorde anterior, marcado em setembro, quando o sistema havia registrado 290 milhões de transações.

Adoção cresce de forma contínua em todo o país

Desde 2020, o PIX avança de maneira consistente. Hoje, mais de 170 milhões de brasileiros utilizam o serviço diariamente e, por isso, o número de chaves cadastradas ultrapassa 890 milhões. Ao longo desses cinco anos, o sistema movimentou R$ 85,5 trilhões, o que evidencia o papel central do PIX na modernização do setor financeiro.

Além do alcance massivo, o formato também ampliou a concorrência entre instituições. Com isso, bancos tradicionais, fintechs e cooperativas passaram a oferecer serviços mais competitivos e eficientes.

Novas regras fortalecem segurança e devolução de valores

Para aumentar a proteção dos usuários, o Banco Central colocou em prática novas regras que ampliam as possibilidades de devolução em casos de fraude, golpe ou coerção. Antes, a recuperação do dinheiro dependia exclusivamente da conta usada pelo criminoso. Agora, entretanto, o rastreamento se tornou mais amplo, o que favorece a recuperação dos valores e reduz prejuízos.

Além das devoluções, os bancos passaram a contar com mecanismos de bloqueio mais ágeis. Assim, operações suspeitas podem ser avaliadas com mais precisão, o que reforça a confiança dos usuários.

Expectativa é de novos picos até o fim do ano

Com a proximidade das festas de fim de ano, o Banco Central espera novos picos de movimentação. Tradicionalmente, dezembro reúne grande volume de pagamentos, já que inclui salários, férias e a segunda parcela do 13º salário. Além disso, o aumento de compras e transferências aumenta o fluxo de transações.

Dessa maneira, a tendência é que o PIX registre marcas ainda maiores nas próximas semanas. O desempenho recente, portanto, confirma que o sistema se consolidou como uma das principais infraestruturas digitais do país.

O que é o Dezembro Vermelho e qual sua relação com a Aids

Campanha Dezembro Vermelho destaca prevenção e conscientização sobre HIV e Aids no Brasil.
Imagem faz referência ao Dezembro Vermelho, mês de conscientização sobre HIV e Aids.

O mês de dezembro reúne várias ações voltadas à saúde pública. Entre elas, o Dezembro Vermelho se destaca porque mobiliza governos, instituições e comunidades para reforçar a prevenção ao HIV, à Aids e a outras ISTs. Além disso, a campanha chama atenção para o diagnóstico precoce e para a importância do tratamento contínuo. Assim, o período se torna fundamental para ampliar o acesso à informação e reduzir o estigma que ainda acompanha essas infecções.

O que é o Dezembro Vermelho

O Dezembro Vermelho, criado pela Lei nº 13.504, organiza diversas atividades durante todo o mês. Por isso, ele começa oficialmente no Dia Mundial de Luta contra a Aids, em 1º de dezembro, e segue com palestras, ações educativas, eventos públicos, campanha de mídia e oferta de testagem rápida em várias regiões do país.

Dessa forma, a campanha reforça a necessidade de prevenção, amplia o diálogo sobre práticas seguras e estimula que a população busque atendimento médico quando necessário.

Por que o Dezembro Vermelho existe

A campanha surgiu porque o enfrentamento ao HIV exige informação constante. Embora o acesso ao tratamento esteja disponível pelo SUS, muitas pessoas ainda convivem com dúvidas, receios e preconceitos. Por isso, o mês de dezembro se tornou um marco nacional, já que ele reúne esforços do poder público, da sociedade civil e de organizações internacionais.

Ao longo das ações, a campanha busca:

  • ampliar o conhecimento sobre HIV e ISTs

  • reduzir o estigma social associado ao vírus

  • incentivar o diagnóstico precoce

  • garantir tratamento gratuito

  • fortalecer os direitos das pessoas que vivem com HIV

Consequentemente, o Dezembro Vermelho representa um avanço na promoção de ambientes mais acolhedores e informados.

HIV e Aids não são a mesma coisa

Apesar de muitas pessoas utilizarem os termos como sinônimos, existe uma diferença importante entre eles. HIV é o vírus que compromete o sistema imunológico. Aids é o estágio avançado da infecção, quando o organismo já está mais vulnerável a doenças oportunistas.

Com tratamento adequado, a pessoa que vive com HIV pode manter uma rotina normal. Além disso, quando a carga viral se torna indetectável, o vírus deixa de ser transmitido, o que reforça a importância do acompanhamento médico e do uso correto da medicação.

Como ocorre a transmissão do HIV

O HIV não se transmite por beijo, abraço, suor, lágrima ou contato social cotidiano. Em vez disso, as principais formas de transmissão são:

  • relações sexuais sem preservativo

  • compartilhamento de seringas e agulhas

  • transfusão de sangue contaminado

  • transmissão vertical — durante a gestação, parto ou amamentação

Além disso, existem várias formas eficazes de prevenção, como:

  • preservativos

  • testagem regular

  • PrEP (profilaxia pré-exposição)

  • PEP (profilaxia pós-exposição)

  • tratamento contínuo

Por isso, campanhas como o Dezembro Vermelho são essenciais para esclarecer dúvidas e incentivar práticas seguras.

A importância do diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce é decisivo porque permite iniciar o tratamento antes que o sistema imunológico seja comprometido. Assim, a pessoa recebe orientação adequada desde o início, o que reduz complicações e melhora a qualidade de vida. Além disso, o tratamento rápido diminui significativamente a transmissão do HIV, ajudando a controlar a epidemia.

Por que o Dezembro Vermelho importa

O Dezembro Vermelho reforça, todos os anos, que o combate ao HIV envolve responsabilidade coletiva. Portanto, ele vai além da prevenção, já que inclui acolhimento, informação de qualidade e garantia de direitos. Com mais diálogo e conscientização, o Brasil se aproxima de um cenário com menos estigma, mais testagem e maior acesso ao tratamento.

Fonte: Olhar Digital

Governo de RO realiza formatura da 1ª turma da Academia de Agentes de Segurança Viária

Agentes de trânsito de Rondônia marcham em formação durante a formatura da primeira turma da AcadeVia.
Agentes marcham durante a formação da AcadeVia, que concluiu sua primeira turma em Porto Velho.

O Governo de Rondônia realizou, nesta sexta-feira (28), a formatura da primeira turma da Academia de Formação e Especialização de Agentes de Segurança Viária (AcadeVia). O evento reuniu cerca de mil pessoas e marcou um avanço importante para a segurança viária do estado. Além disso, reforçou o compromisso do Detran-RO com a formação contínua de servidores.

AcadeVia forma 500 agentes e reconhece servidores veteranos

A cerimônia destacou a conclusão do curso por 500 novos agentes de trânsito. Além disso, 130 servidores do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO) receberam homenagens pelos mais de 30 anos de serviços prestados. Houve também a entrega de Medalhas de Mérito de Trânsito. O reconhecimento reforçou a dedicação dos profissionais que contribuíram para transformar o setor ao longo dos anos.

Durante o evento, o público acompanhou momentos de emoção e valorização da categoria. Assim, a solenidade marcou a união entre gerações e simbolizou o início de uma nova etapa para o sistema de trânsito estadual.

Academia nasce alinhada às novas atribuições do Detran-RO

A AcadeVia segue as diretrizes da Lei nº 6.143, que reestruturou o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) do órgão. Por isso, a academia passou a centralizar a formação de novos agentes e a atualização de condutores. Dessa forma, o estado fortalece políticas públicas de prevenção, fiscalização e educação no trânsito.

O diretor-geral do Detran-RO, Sandro Rocha, destacou a importância da preparação técnica. Segundo ele, a formação adequada garante ações mais eficientes e respeitosas. “Este é um marco histórico para a segurança viária rondoniense. Nosso objetivo é salvar vidas e promover um trânsito mais humano”, afirmou.

Evento reforça integração e modernização

A formatura reuniu autoridades, servidores e familiares. Além disso, apresentou o impacto da AcadeVia na formação de profissionais preparados para atuar com responsabilidade e tecnologia. Com isso, Rondônia passa a contar com um centro de capacitação atualizado e conectado às demandas atuais da mobilidade urbana.

A solenidade também reforçou a importância de políticas integradas. Afinal, um trânsito mais seguro depende de agentes qualificados, fiscalização eficiente e ações de educação contínua. Por isso, a criação da academia representa um avanço estratégico para o estado.

Serviço

Evento: Formatura da Academia de Formação e Especialização de Agentes de Segurança Viária (AcadeVia)
Data: 28/11, às 16h
Local: Rua Matrinchã, nº 9.96, Bairro Lagoa, Porto Velho

Alero libera R$ 160 milhões para reforçar a Saúde de Rondônia

Equipe médica realiza procedimento cirúrgico enquanto título destaca investimento de R$ 160 milhões para a Saúde de Rondônia.
Equipe médica durante procedimento cirúrgico; arte destaca a autorização de cerca de R$ 160 milhões para reforçar cirurgias, medicamentos e serviços essenciais em Rondônia.

A Assembleia Legislativa de Rondônia aprovou um novo pacote de investimentos que soma cerca de R$ 160 milhões para fortalecer a Saúde do estado. A votação ocorreu durante a 35ª sessão ordinária, realizada na última terça-feira (25). Os recursos permitirão ampliar cirurgias eletivas, comprar medicamentos, manter unidades e garantir o pagamento de servidores.

Reforço direto ao Fundo Estadual de Saúde

O primeiro repasse está previsto no Projeto de Lei 1210/2025, que autoriza crédito adicional suplementar de R$ 93,8 milhões ao Fundo Estadual de Saúde. O valor vem do excesso de arrecadação do próprio fundo. Assim, o governo ampliará ações de vigilância em saúde e fortalecerá atendimentos ambulatoriais.

Além disso, a verba assegura cirurgias eletivas, amplia a compra de insumos e mantém o abastecimento de medicamentos. O Lacen também receberá apoio para aprimorar análises e diagnósticos.

Três modalidades de crédito reforçam o orçamento

O Projeto de Lei 1224/2025 acrescenta outra parcela importante. O texto autoriza créditos adicionais por superávit financeiro, excesso de arrecadação e anulação de dotações. No total, o governo utilizará:

  • R$ 36,8 milhões do superávit

  • R$ 21,2 milhões do excesso de arrecadação

  • R$ 65,8 milhões da anulação de outras pastas

Com essa realocação, a Sesau mantém a continuidade dos serviços essenciais. A secretaria precisou reforçar a gestão de recursos para preservar a infraestrutura das unidades e garantir atendimento regular. Por isso, o governo destacou que o reforço orçamentário evita interrupções e assegura o pagamento da folha.

Deputados aprovam medidas e reforçam fiscalização

Os deputados estaduais aprovaram os projetos sem divergências. Eles destacaram a urgência das ações e defenderam repasses rápidos para a rede estadual. Dessa forma, cirurgias, exames e atendimentos de alta prioridade seguem em execução, mesmo com o aumento da demanda.

Durante a sessão, parlamentares afirmaram que acompanharão a aplicação dos recursos ao longo do ano. A intenção é garantir que cada etapa chegue de fato às unidades que enfrentam maior pressão assistencial.

Canais de acesso e transparência

As sessões da Assembleia Legislativa podem ser acompanhadas presencialmente, pela TV Assembleia (7.2) e pelo YouTube. Além disso, o conteúdo completo dos projetos e suas votações está disponível no Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (Sapl) e no site oficial da Alero.

Fonte: Alero

Mortes em incêndio em Hong Kong sobem para 146 e comoção marca homenagens às vítimas

Família em Hong Kong reza diante de flores colocadas em homenagem às vítimas do incêndio que deixou 146 mortos.
Moradores se reúnem diante do Wang Fuk Court para deixar flores e rezar pelas vítimas do incêndio que matou 146 pessoas em Hong Kong.

O número de mortos no incêndio que atingiu o complexo residencial Wang Fuk Court, em Hong Kong, alcançou 146 pessoas. As autoridades divulgaram o novo balanço neste domingo, e, com isso, a comoção aumentou. Enquanto equipes trabalham para atualizar as buscas, moradores se mobilizam para homenagear quem perdeu a vida na tragédia.

Desde as primeiras horas da manhã, familiares, amigos e vizinhos caminham até o local das homenagens. Aos poucos, a área se transformou em um corredor de flores, bilhetes escritos à mão e longos minutos de silêncio. Muitas pessoas permaneceram em oração, enquanto outras aguardaram pacientemente para deixar uma despedida. As filas chegaram a quase dois quilômetros e reforçaram o impacto emocional que domina a cidade.

Incêndio se espalhou rapidamente e consumiu sete prédios

O fogo começou na quarta-feira (26/11), por volta das 14h51, no bloco F do conjunto. Em poucos minutos, as chamas avançaram entre os edifícios e alcançaram sete dos oito prédios. As estruturas externas estavam cobertas por telas plásticas, poliestireno e andaimes de bambu usados na reforma, o que facilitou a propagação intensa.

Mais de 2 mil bombeiros atuaram no combate. Eles permaneceram no local por quase dois dias até eliminar todos os focos. Apesar do esforço, muitos moradores não conseguiram deixar os apartamentos. Além disso, os alarmes de incêndio falharam nos oito blocos, o que aumentou o risco e reduziu o tempo de reação.

Autoridades avançam na investigação e realizam novas prisões

A polícia iniciou as buscas por sobreviventes e por evidências ainda na quarta-feira. À medida que os agentes avançaram pelos prédios, encontraram sinais de irregularidades. Como resultado, 11 pessoas foram presas, entre elas diretores de empresas envolvidas nas reformas e trabalhadores responsáveis pelos andaimes.

Segundo as autoridades, a investigação segue em ritmo acelerado. Técnicos analisam documentos, materiais usados na obra e depoimentos de funcionários. Além disso, a polícia monitora denúncias e informações enviadas por moradores que acompanharam a reforma nos últimos meses. As equipes avaliam a conduta das empresas suspeitas e já indicaram possível negligência grave.

Hong Kong inicia dias de luto oficial e amplia apoio aos sobreviventes

O governo declarou três dias de luto oficial. Logo após o anúncio, bandeiras da China e de Hong Kong foram colocadas a meio mastro. As cerimônias começaram com três minutos de silêncio e, logo depois, voluntários organizaram pontos de apoio para os desabrigados.

Nos abrigos, famílias buscam informações sobre parentes desaparecidos e recebem orientação de assistentes sociais. Muitos moradores relatam noites sem dormir devido ao trauma e ao medo de novos desabamentos. A comoção se intensifica porque quase 40% dos residentes do conjunto eram idosos, muitos vivendo no local desde 1983.

Tragédia supera registros históricos e marca gerações

O incêndio se tornou o mais mortal em Hong Kong desde 1948, quando uma explosão em um armazém matou 176 pessoas. Ele também ultrapassa o impacto emocional da tragédia do Hipódromo de Happy Valley, em 1918, que deixou mais de 600 mortos.

Agora, Hong Kong enfrenta um dos momentos mais dolorosos de sua história recente. Enquanto as equipes seguem com as buscas e a população mantém as homenagens, a cidade cobra respostas rápidas e medidas contundentes para garantir que uma tragédia dessa dimensão não volte a acontecer.

Fonte: BBC Brasil

Por que o mundo deveria viver como o Uruguai para frear a exploração dos recursos do planeta

Ciclista em estrada rural no Uruguai com turbinas eólicas ao fundo, representando sustentabilidade e transição energética.
Ciclista percorre estrada no interior do Uruguai, país que ampliou o uso de energias renováveis e se tornou referência internacional em sustentabilidade.

O alerta que revela o limite dos recursos do planeta

O avanço das mudanças climáticas, da perda de biodiversidade e da pressão crescente sobre florestas e solos tem uma origem comum, segundo especialistas: o ritmo acelerado de consumo de recursos naturais. Para o engenheiro suíço Mathis Wackernagel, criador do conceito de pegada ecológica, o problema central não é apenas o aquecimento global, mas a incapacidade da humanidade de viver dentro dos limites do planeta. Uruguai exemplo global de sustentabilidade, é frequentemente citado como modelo de ações efetivas. Além disso, ele destaca que a atual pressão sobre os ecossistemas compromete diretamente a capacidade de regeneração da Terra.

Engenheiro suíço Mathis Wackernagel desenvolveu o conceito de ‘pegada ecológica’ nos anos 1990

A análise de Wackernagel mostra que o uso atual de recursos exige o equivalente a 1,8 planeta Terra para sustentar o estilo de vida médio global. “Estamos consumindo muito mais do que a capacidade de regeneração dos ecossistemas”, alerta.
Por isso, ele reforça que a humanidade já opera em déficit ecológico permanente.

Essa relação é medida todos os anos pelo Dia da Sobrecarga da Terra, data em que a demanda humana supera tudo o que o planeta consegue renovar no período de 12 meses. Em 2025, essa marca foi atingida em 24 de julho, três meses mais cedo do que há duas décadas.
Dessa forma, fica evidente que a tendência é insustentável.

Ainda assim, existem exemplos positivos — e um deles vem da América do Sul. O Uruguai, embora seja um país pequeno, demonstra que a combinação de planejamento, acordo político e inovação pode mudar cenários complexos, servindo como exemplo global de sustentabilidade.

Uruguai vira referência global em uso sustentável de recursos

O Dia da Sobrecarga da Terra adiantou três meses nas últimas duas décadas

Entre mais de 80 países analisados pela Global Footprint Network, o Uruguai aparece como o modelo mais próximo de equilíbrio. Se toda a população mundial vivesse como os uruguaios, o Dia da Sobrecarga cairia em 17 de dezembro, uma diferença significativa em relação às principais economias do mundo.
Além disso, o país mostra que é possível crescer sem ampliar a pressão sobre os recursos naturais.

O desempenho tem relação direta com a transformação radical da matriz energética uruguaia, iniciada há pouco mais de uma década. Hoje, 99,1% da eletricidade gerada no país vem de fontes renováveis, entre hidráulica, eólica, solar e biomassa.
Portanto, o país se tornou um exemplo concreto de transição energética acelerada, considerando-se como um Uruguai exemplo global de sustentabilidade.

Como o país fez essa virada energética

Físico Ramón Méndez Galain foi o arquiteto da transformação radical ocorrida na matriz elétrica uruguaia

A mudança começou em 2008, quando o país enfrentou uma crise de abastecimento e decidiu reestruturar todo o sistema elétrico. De acordo com Ramón Méndez Galain, físico e ex-diretor nacional de energia, três pilares tornaram a mudança possível e garantiram continuidade ao projeto.

1. Acordo político de longo prazo

Em 2010, todos os partidos firmaram um compromisso para orientar a transição pelos 25 anos seguintes. Cinco governos consecutivos mantiveram a mesma política energética.
Assim, o país conseguiu evitar retrocessos e disputas típicas de mudanças de governo.

2. Liderança estatal com participação privada

Embora a UTE, empresa pública de energia, controle a distribuição, a maior parte dos investimentos veio do setor privado — cerca de US$ 6 bilhões, o equivalente a 12% do PIB da época. As empresas passaram a vender energia para a estatal, com contratos garantidos por 20 anos.
Contudo, o Estado manteve o comando estratégico da transição.

3. Reformas regulatórias e criação de um ecossistema inovador

O país revisou regras, abriu espaço para novos modelos de geração, criou carreiras universitárias e fortaleceu centros de pesquisa para sustentar a migração para as renováveis.
Dessa maneira, o Uruguai reduziu barreiras estruturais e acelerou a expansão das fontes limpas, uma verdadeira inspiração de um Uruguai globalmente sustentável.

O resultado é visível: as tarifas caíram, a dependência de combustíveis fósseis diminuiu, foram criados 50 mil empregos e o Uruguai passou a exportar eletricidade para países vizinhos.
Além disso, a geração se tornou mais estável e menos vulnerável a crises internacionais.

A importância da biocapacidade

‘Entre 1° de janeiro e 24 de julho, consumimos tudo o que a Terra pode regenerar em todo o ano’

Wackernagel reforça que o fator-chave para o futuro não será apenas tecnologia ou finanças, mas a capacidade real dos ecossistemas de regenerar recursos — a chamada biocapacidade. Países com grande área natural preservada, como os da América do Sul, tendem a ter vantagem.
Ainda assim, ele afirma que a biocapacidade continua subvalorizada nos mercados atuais.

Entretanto, o especialista alerta que a humanidade segue consumindo o futuro para sustentar o presente. “Estamos praticando uma espécie de pirâmide com os recursos naturais”, afirma.
Por outro lado, ele destaca que ainda há tempo para corrigir o rumo.

Um futuro inevitavelmente regenerativo

Para Wackernagel, o mundo não precisa esperar por acordos climáticos perfeitos para agir. Soluções locais, como a do Uruguai considerado um exemplo global de sustentabilidade, mostram que mudanças estruturais são possíveis mesmo em países pequenos e com recursos limitados.
Enquanto isso, a demanda global por recursos cresce, o que torna ainda mais urgente a adoção de modelos sustentáveis.

“Não temos um problema comum — temos um contexto comum. E depende de como cada país vai se preparar para o futuro”, resume. Segundo ele, a equação é clara:
“O futuro será regenerativo, ou não haverá futuro.”

Fonte: BBC Brasil

Médicos operam coração de feto dentro do útero em hospital do RS

Imagem ilustrativa mostra útero estilizado com coração iluminado durante representação de cirurgia fetal no RS.
Arte representa o procedimento cardíaco fetal realizado no Hospital Moinhos de Vento, no Rio Grande do Sul.

O Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, realizou uma cirurgia cardíaca fetal que marcou um avanço para a medicina do país. A intervenção, feita na 29ª semana de gestação, tratou uma atresia de valva pulmonar e devolveu o fluxo sanguíneo necessário para o desenvolvimento saudável do coração do bebê. Como resultado, a equipe evitou a evolução de complicações graves após o parto.

Diagnóstico acendeu o alerta durante exame de rotina

O problema apareceu em um exame morfológico. Os médicos perceberam que a válvula pulmonar do feto não se abria. Por isso, o sangue não chegava aos pulmões e o lado direito do coração não conseguia se desenvolver. Diante do risco, a equipe concluiu que a cirurgia intrauterina era a opção mais segura.

Além disso, o caso exigia uma resposta rápida. A malformação poderia comprometer a vida da criança logo após o nascimento. Dessa forma, a decisão pelo procedimento aconteceu de forma coordenada entre obstetras, cardiologistas intervencionistas e especialistas em cardiopatias congênitas.

Como a cirurgia foi realizada

Hospital em Porto Alegre realiza cirurgia cardíaca fetal para tratamento de malformação congênita. Imagem: Hospital Moinhos de Vento / Divulgação

A intervenção utilizou uma técnica minimamente invasiva. Com acesso percutâneo, os especialistas introduziram uma agulha através do útero até alcançar a válvula cardíaca fechada. Em seguida, passaram um cateter para abrir a obstrução e restabelecer o fluxo sanguíneo.

Segundo o coordenador do Serviço de Cirurgia Fetal, Eduardo Becker, a precisão foi decisiva para o sucesso:
“Conseguimos recuperar o fluxo na artéria pulmonar e permitir que o coração volte a se desenvolver de forma adequada.”

A operação durou poucos minutos, mas exigiu atenção constante da equipe, já que qualquer movimento poderia alterar o posicionamento do cateter.

Recuperação mostra evolução positiva

Desenvolvimento de um bebê dentro da placenta (Imagem: vetre/Shutterstock)

Logo após a cirurgia, o ultrassom revelou que a válvula estava aberta e o sangue circulava normalmente. Esse resultado imediato trouxe alívio para a equipe e, principalmente, para a gestante.

A mãe, Jéssica Peruzzo, descreveu o processo como emocional e desafiador. Entretanto, ela afirmou que o acolhimento dos profissionais deu forças para seguir:
“O medo virou confiança. Quero que outras mães entendam a importância dos exames cardíacos na gestação. Eles podem salvar vidas.”

Avanço importante para a medicina fetal no Brasil

O procedimento reforça o avanço das técnicas de cirurgia fetal no país. Embora a abordagem ainda seja rara, ela amplia as possibilidades de intervenção e reduz a necessidade de cirurgias complexas após o parto.

Além disso, casos como esse mostram que o diagnóstico precoce e a ação rápida podem transformar o desfecho de gestantes que enfrentam malformações cardíacas graves.

Importância do avanço

A cirurgia realizada em Porto Alegre representa um marco. Ela não apenas corrigiu a obstrução, mas também garantiu melhores condições para o nascimento do bebê. Com isso, o caso se torna um exemplo de como a medicina fetal evolui e oferece novas perspectivas para famílias afetadas por cardiopatias congênitas.

Fonte: Olhar Digital

Deputados aprovam R$ 10 milhões para o combate à pobreza em RO

Pessoa segurando marmita com arroz, feijão, farofa, salada e frango, representando ações sociais de combate à pobreza em Rondônia.
Marmita distribuída em ação social simboliza os projetos que serão financiados com os R$ 10 milhões aprovados pela Assembleia Legislativa de Rondônia.

Os deputados de Rondônia aprovaram R$ 10 milhões para ampliar ações de combate à pobreza no estado. A votação ocorreu na sessão ordinária de terça-feira (25) e reforçou a prioridade do tema na agenda pública. Além disso, o governo afirmou que o investimento cria condições para expandir políticas sociais já planejadas.

Crédito reforça o fundo de combate à pobreza

O Projeto de Lei 1171/2025 autorizou a abertura de crédito adicional suplementar de até R$ 10.737.280,11. O valor vai para o Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep/RO), responsável por financiar iniciativas de assistência social.

O governo explicou que o montante vem do superávit financeiro de 2024. Dessa forma, o Fecoep ganha fôlego para executar projetos e atender demandas que cresceram durante o ano. O fundo permanece sob gestão da Secretaria de Estado da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas).

Edital vai selecionar 35 iniciativas sociais

Com o crédito aprovado, a Seas poderá lançar um novo edital de chamamento público. O documento escolherá Organizações da Sociedade Civil (OSCs) com capacidade de desenvolver ações sociais estratégicas.

A previsão inclui o financiamento de 35 projetos de inclusão, fortalecimento comunitário e promoção da cidadania. Assim, o estado busca reduzir desigualdades e apoiar famílias em situação de vulnerabilidade.

Fundo criado para reduzir desigualdades

O Fecoep surgiu em 2015, por meio da Lei Complementar nº 842. Desde então, o fundo financia programas de distribuição de alimentos, capacitação profissional e ações voltadas à proteção de grupos vulneráveis.

Segundo a Seas, os projetos apoiados costumam alcançar regiões urbanas e rurais. Além disso, muitas iniciativas fortalecem lideranças comunitárias e ampliam o acesso a serviços públicos essenciais.

Acesso às informações da Alero

A população pode acompanhar as sessões da Assembleia Legislativa presencialmente ou pelos canais da TV Assembleia (7.2) e do YouTube. As propostas em tramitação e os detalhes das votações estão disponíveis no Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (Sapl) e no site oficial da Alero.

Com isso, o cidadão consegue fiscalizar decisões, entender prioridades e participar do debate público.

Fonte: Alero

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