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quarta-feira, outubro 28, 2026
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Baixo Madeira recebe ação integrada de proteção à infância

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Profissionais levam proteção à infância a uma comunidade ribeirinha do Baixo Madeira.
Profissionais de diferentes áreas chegam a uma comunidade ribeirinha para orientar famílias e fortalecer a rede pública.

Uma ação de proteção à infância começou nesta segunda-feira, 3 de agosto, em comunidades ribeirinhas do Baixo Madeira. A iniciativa reúne profissionais da Justiça, segurança, saúde, educação e assistência social para orientar famílias e ampliar o acesso à rede pública.

O roteiro divulgado inclui São Carlos nos dias 3 e 4, Santa Catarina no dia 5 e Calama nos dias 6 e 7 de agosto. A publicação oficial não informa horários diários, pontos exatos, necessidade de inscrição, quantidade de vagas ou relação completa dos serviços oferecidos.

Guia da ação
Neste artigo, você vai ver
Qual é o objetivo do projeto e quais áreas participam da ação.
Quais comunidades fazem parte do roteiro divulgado.
Como funciona a integração entre os serviços públicos.
Como buscar orientação sem expor crianças e adolescentes.

Proteção à infância chega ao Baixo Madeira

A iniciativa é coordenada pela Vara de Crimes contra Crianças e Adolescentes de Porto Velho. O objetivo é fortalecer a atuação conjunta dos órgãos públicos, aproximando prevenção, orientação e encaminhamento das famílias que vivem longe da área urbana da capital.

A proposta não se limita a um atendimento judicial. A proteção à infância pode exigir a participação de diferentes serviços, conforme a necessidade identificada em cada situação. A visita busca facilitar esse contato, mas não representa solução automática ou imediata para todas as demandas.

Roteiro divulgado

São Carlos: atendimento previsto para 3 e 4 de agosto.

Santa Catarina: comunidade incluída no roteiro de 5 de agosto.

Calama: atividades previstas para 6 e 7 de agosto.

Confirmação: horários, locais e serviços devem ser consultados nos canais oficiais.

Projeto percorre três comunidades ribeirinhas

São Carlos é a primeira parada da programação, seguida por Santa Catarina e Calama. Nessas localidades, muitas famílias dependem do transporte fluvial e enfrentam distâncias maiores para procurar serviços disponíveis na área urbana de Porto Velho.

A presença das equipes pode facilitar orientações e encaminhamentos, mas os moradores devem confirmar previamente as condições do atendimento. A fonte não detalha documentos obrigatórios, transporte oferecido, agendamento ou número de pessoas que poderão ser recebidas.

Equipe de proteção à infância percorre passarela entre barco e comunidade do Baixo Madeira.
Ação integrada percorre São Carlos, Santa Catarina e Calama entre os dias 3 e 7 de agosto.

A imagem-faixa mostra a estrutura de deslocamento utilizada para alcançar as comunidades. A embarcação e as passarelas fazem parte da rotina de acesso a localidades situadas às margens do rio Madeira.

O trabalho em campo permite que profissionais de diferentes setores conversem diretamente com moradores, identifiquem necessidades e indiquem o serviço responsável por cada tipo de situação.

Rede integrada
Como funciona a proteção à infância
Justiça: articula encaminhamentos e medidas de garantia de direitos.
Saúde e educação: identificam necessidades e orientam responsáveis.
Assistência social: avalia vulnerabilidades e direciona famílias para a rede.
Segurança pública: participa quando a situação exige resposta dentro de sua competência.

Rede reúne Justiça, saúde, educação e assistência

O atendimento integrado funciona quando cada instituição atua dentro de sua atribuição e compartilha encaminhamentos de forma responsável. Escolas e unidades de saúde podem identificar sinais de vulnerabilidade, enquanto a assistência social avalia necessidades familiares.

Órgãos de Justiça e segurança podem participar quando a situação exigir medidas específicas. Essa articulação também ajuda a reduzir a repetição desnecessária do mesmo relato para diferentes setores, desde que a privacidade das pessoas envolvidas seja preservada.

Busca de ajuda
Como agir sem expor crianças e adolescentes
Privacidade: não publique nomes, imagens, escola ou endereço em redes sociais.
Registros: preserve mensagens e informações para entrega direta aos órgãos responsáveis.
Canais: procure os serviços da rede ou utilize o Disque 100.
Urgência: busque o serviço público competente e evite confrontar pessoas suspeitas.

Famílias devem preservar a identidade das crianças

Ao buscar proteção à infância, moradores e familiares não devem divulgar fotografias, nomes, escola, endereço ou relatos que permitam identificar crianças e adolescentes. A exposição pública pode aumentar riscos e dificultar o atendimento responsável.

Mensagens, documentos e outras informações relevantes devem ser preservados para apresentação direta aos profissionais habilitados. A orientação é evitar confrontos e deixar a apuração com os órgãos que possuem competência para analisar cada situação.

O Disque 100 recebe denúncias de violações de direitos humanos e encaminha os registros aos órgãos responsáveis. O canal pode ser utilizado sem a publicação de dados em redes sociais.

A visita às comunidades amplia temporariamente o acesso às equipes, mas não substitui os serviços permanentes da rede. Após o encerramento do roteiro, os moradores devem continuar utilizando os canais oficiais disponíveis em Porto Velho e nas próprias localidades.

Prova oral de cartórios reúne 98 candidatos em Rondônia

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concurso-cartorios-rondonia-prova-oral.webpBanca avalia candidato durante prova oral do concurso de cartórios em Rondônia.
Prova oral para serventias extrajudiciais

A prova oral do VII concurso de cartórios reuniu 98 candidatos no domingo, 2 de agosto, na Escola da Magistratura do Estado de Rondônia, em Porto Velho. A etapa integra a seleção destinada às delegações de 26 serventias extrajudiciais.

O certame permanece em andamento e possui duas modalidades: provimento, destinada ao ingresso na atividade, e remoção, voltada a titulares que atendam aos requisitos do edital. A participação na prova oral não representa aprovação final, nomeação ou direito imediato à escolha de uma serventia.

Etapa do certame
Neste artigo, você vai ver
Como foi realizada a prova oral na Emeron.
Quantos candidatos e serventias integram esta fase.
Quais critérios foram considerados durante a avaliação.
Quando está prevista a publicação do resultado provisório.

Concurso de cartórios chega à prova oral

A etapa ocorreu na Emeron e representa uma fase avançada da seleção. Diferentemente de um concurso convencional para servidor público, o objetivo é outorgar delegações de serviços extrajudiciais, como registros e tabelionatos, conforme a classificação e as regras definidas pelo Poder Judiciário.

As 26 serventias estão distribuídas entre as modalidades de provimento e remoção. Como a lista pode passar por atualizações, os participantes precisam consultar os editais e comunicados mais recentes antes de considerar qualquer unidade como definitivamente disponível.

Dados da etapa oral

98 candidatos: participantes informados pelo Tribunal de Justiça de Rondônia.

26 serventias: delegações incluídas nas modalidades previstas no edital.

2 de agosto: data da realização da prova oral na Emeron.

14 de agosto: data provável para a publicação do resultado provisório.

Como os candidatos foram avaliados

Na prova oral, cada participante teve até 15 minutos para responder à banca examinadora. O edital do concurso de cartórios prevê perguntas sobre três disciplinas sorteadas conforme o procedimento estabelecido para a etapa.

A avaliação considerou tanto o conteúdo jurídico quanto a forma de apresentação das respostas. O conhecimento jurídico poderia render até 7 pontos, enquanto raciocínio, argumentação e uso correto da língua portuguesa valiam até 1 ponto cada.

Candidatos aguardam a prova oral do concurso de cartórios nos corredores da Emeron.
Certame para 26 serventias reuniu participantes das modalidades de provimento e remoção.

A imagem-faixa mostra candidatos aguardando a convocação em uma área interna da Emeron. A organização da etapa separou os participantes que ainda aguardavam daqueles que estavam em processo de avaliação.

A nota da prova oral será somada às demais exigências previstas no edital. Um bom desempenho nesta fase, isoladamente, não encerra o concurso nem garante a atribuição imediata de uma serventia.

Critérios da prova
Como funcionou a avaliação oral
Tempo: até 15 minutos por candidato.
Conhecimento jurídico: pontuação máxima de 7 pontos.
Raciocínio e argumentação: até 1 ponto para cada critério.
Língua portuguesa: até 1 ponto pelo uso correto do vernáculo.

Provimento e remoção seguem regras diferentes

No concurso de cartórios, a modalidade de provimento permite o ingresso de novos delegatários que atendam às exigências legais e obtenham classificação. Já a remoção é destinada a quem exerce uma delegação e pretende mudar de serventia.

A classificação em uma das modalidades não significa recebimento automático de uma unidade. A escolha depende da homologação do resultado, da ordem classificatória, da convocação oficial e das serventias disponíveis no momento previsto pelo edital.

Próximos passos
O que os candidatos devem acompanhar
Resultado provisório: publicação prevista para 14 de agosto.
Recursos: apresentação dentro do período definido no edital específico.
Resultado definitivo: dependerá da análise das contestações e das etapas restantes.
Escolha de serventia: somente após classificação, homologação e convocação oficial.

Resultado provisório está previsto para 14 de agosto

O cronograma indica 14 de agosto de 2026 como data provável para a divulgação do resultado provisório. A previsão pode ser modificada por novo comunicado, motivo pelo qual os candidatos precisam acompanhar as páginas oficiais do TJRO e do Cebraspe.

Após a publicação, será aberto o período de recursos conforme as regras do edital. Somente depois da análise das contestações poderá ser divulgado o resultado definitivo da etapa oral.

A página do TJRO reúne editais, retificações e comunicados do certame. O Cebraspe também disponibiliza documentos operacionais e atualizações.

No concurso de cartórios, a consulta à versão mais recente de cada documento é essencial para evitar informações desatualizadas sobre datas, classificação e serventias disponíveis.

Exposição da urna eletrônica segue até domingo em Porto Velho

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Visitantes acompanham a exposição da urna eletrônica no Porto Velho Shopping.
Programação apresenta o equipamento e explica etapas do processo eleitoral aos visitantes.

Moradores da capital podem conhecer o equipamento utilizado nas eleições durante a exposição da urna eletrônica promovida pelo Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia. A programação segue até domingo, 9 de agosto, no Porto Velho Shopping.

O evento reúne demonstrações, equipamentos e conteúdos educativos sobre a evolução do voto, a preparação das eleições, acessibilidade e combate à desinformação. A mostra não deve ser confundida com votação oficial ou atendimento para emissão, transferência ou regularização do título eleitoral.

Guia do eleitor
Neste artigo, você vai ver
Onde está instalado o espaço educativo em Porto Velho.
O que os visitantes podem conhecer sobre a urna e o caminho do voto.
Como a programação orienta sobre informações falsas nas redes.
Quais informações precisam ser confirmadas antes da visita.

Exposição da urna eletrônica segue até domingo

O estande está instalado no 2º piso do Porto Velho Shopping, próximo à Riachuelo. A abertura foi anunciada para 3 de agosto, às 17h30, com apresentação do equipamento, abertura técnica e demonstração de funcionamento.

A programação permanece no local até 9 de agosto. O comunicado oficial, porém, não apresenta os horários diários de funcionamento entre os dias 4 e 9. Quem pretende visitar o espaço deve confirmar a agenda pelos canais do TRE-RO antes de iniciar o deslocamento.

Programação confirmada

Período: de 3 a 9 de agosto de 2026.

Local: 2º piso do Porto Velho Shopping, próximo à Riachuelo.

Atividades: apresentação do equipamento e espaços educativos.

Horários: devem ser confirmados diretamente com a Justiça Eleitoral.

Programação apresenta o caminho do voto

Um dos espaços temáticos é dedicado ao chamado caminho do voto. A proposta é mostrar como a urna é desenvolvida, quais testes são realizados e como ocorre a preparação do equipamento antes da abertura das seções eleitorais.

O conteúdo também apresenta etapas posteriores ao dia da votação, chegando até a diplomação das pessoas eleitas. A abordagem é educativa e não inclui candidatos, números, partidos, propaganda eleitoral ou orientação sobre em quem votar.

Exposição da urna eletrônica ocupa espaço educativo do TRE-RO no Porto Velho Shopping.
Espaço apresenta urnas e informações sobre a evolução da votação e o caminho do voto.

A imagem-faixa mostra o formato do estande instalado no corredor do shopping, com painéis informativos, equipamentos de demonstração e áreas destinadas à orientação dos visitantes.

A exposição da urna eletrônica também aborda a passagem do voto manual para o sistema eletrônico. Os materiais ajudam a aproximar o público das etapas técnicas e administrativas que integram o processo eleitoral.

Conteúdo educativo
O que a exposição apresenta
Evolução do voto: passagem do sistema manual para o eletrônico.
Caminho do voto: desenvolvimento, testes, votação e diplomação.
Informação oficial: orientações para identificar conteúdos confiáveis.
Inclusão: informações sobre acessibilidade, participação e sustentabilidade.

Espaço também aborda desinformação eleitoral

A área identificada como “Viralizou” foi planejada para ajudar os visitantes a diferenciar informações oficiais de conteúdos falsos. O tema aparece relacionado a mensagens, vídeos e publicações que circulam nas redes sociais durante o período eleitoral.

Informações sobre título, convocação de mesários, local de votação e calendário eleitoral devem ser verificadas nos canais oficiais do TRE-RO ou do Tribunal Superior Eleitoral. Mensagens que solicitem senha, pagamento ou dados pessoais por links desconhecidos exigem atenção.

Antes de ir
Cuidados para planejar a visita
Horário: confirme o funcionamento no dia escolhido.
Serviços: não confunda a mostra com atendimento para título ou biometria.
Segurança: não forneça dados pessoais por contatos ou páginas não oficiais.
Dúvidas: procure diretamente os canais da Justiça Eleitoral.

Mostra não substitui atendimento eleitoral

O comunicado não informa que o espaço faça cadastro biométrico, emissão de título, transferência de domicílio ou regularização da situação eleitoral. Para esses procedimentos, o cidadão deve utilizar o Autoatendimento Eleitoral ou procurar a unidade responsável pela inscrição.

Também não foram divulgadas informações sobre necessidade de inscrição, certificado ou agendamento para acompanhar as demonstrações. Esses pontos devem ser confirmados com a organização antes da visita.

A exposição da urna eletrônica oferece uma oportunidade para conhecer o equipamento e esclarecer dúvidas em ambiente educativo, sem interferência de candidatos, partidos ou campanhas.

O visitante também pode complementar as informações consultando as páginas oficiais do TRE-RO e do TSE sobre a urna eletrônica e o processo de votação.

TJRO mantém reembolso de UTI aérea negada a bebê

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Equipe prepara UTI aérea para transporte aeromédico em caso analisado pelo TJRO.
Decisão do TJRO considerou essencial o transporte aeromédico diante do quadro grave e da falta de estrutura local adequada.

Uma decisão da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Rondônia manteve a condenação de uma operadora de plano de saúde a reembolsar R$ 120 mil gastos pela família de um bebê de dois meses com uma UTI aérea. O transporte foi utilizado em uma transferência emergencial para atendimento especializado em São Paulo.

Além do reembolso, o colegiado manteve indenização de R$ 10 mil por dano moral. O bebê apresentava pneumonia necrosante e abscesso pulmonar, e a transferência ocorreu porque não havia cirurgião torácico pediátrico nem recursos locais considerados adequados para o atendimento.

Decisão judicial
O que você vai entender
Quais valores de reembolso e indenização foram mantidos pelo TJRO.
Por que o transporte aeromédico foi considerado essencial nesse caso.
Quais argumentos foram apresentados pela operadora do plano de saúde.
Por que a decisão não cria uma obrigação automática para todos os contratos.

UTI aérea: o que o TJRO decidiu

A sentença de primeiro grau foi mantida integralmente pela 1ª Câmara Cível. O julgamento eletrônico ocorreu entre 21 e 27 de julho de 2026 e teve resultado unânime entre os integrantes do colegiado.

A decisão foi tomada durante o julgamento de uma apelação. A publicação consultada não informa trânsito em julgado, pagamento dos valores ou encerramento definitivo do processo. Portanto, o dado confirmado é que a condenação foi preservada nessa etapa judicial.

UTI aérea com equipe, aeronave e ambulância durante preparação de transporte aeromédico.
Imagem ilustrativa mostra a estrutura necessária para uma transferência aeromédica de alta complexidade.

A operadora argumentou que o contrato previa somente remoção terrestre e que o transporte aéreo não constava no rol obrigatório da Agência Nacional de Saúde Suplementar. Também sustentou que a discussão era apenas contratual e não justificava indenização por dano moral.

O entendimento do Tribunal foi diferente. Para os julgadores, as condições médicas da criança e a inexistência de alternativa adequada no local demonstraram que a UTI aérea era indispensável naquele caso concreto.

O que a decisão manteve

R$ 120 mil: reembolso do valor gasto pela família com o transporte aeromédico.

R$ 10 mil: indenização por dano moral mantida no julgamento.

Sentença: manutenção integral da decisão de primeiro grau.

Colegiado: resultado unânime na 1ª Câmara Cível do TJRO.

Por que a UTI aérea foi considerada essencial

O episódio ocorreu em julho de 2024, quando a criança tinha dois meses. O bebê apresentava pneumonia necrosante e abscesso pulmonar, quadro que exigia recursos e acompanhamento especializado.

Como não havia cirurgião torácico pediátrico nem estrutura local suficiente para o atendimento, a família providenciou a transferência emergencial para São Paulo. O Tribunal avaliou a necessidade do transporte a partir do quadro clínico e da falta de uma alternativa adequada no local.

Urgência médica
Fatores considerados no julgamento
Paciente: bebê com dois meses de idade.
Quadro clínico: pneumonia necrosante e abscesso pulmonar.
Estrutura local: ausência de especialista e de recursos adequados.
Destino: unidade especializada localizada em São Paulo.

Burocracia foi considerada excessiva

Segundo o entendimento adotado no julgamento, a família não poderia ser obrigada a produzir documentos complexos que estavam sob controle da própria empresa. Exigir essa burocracia em momento de extrema aflição representaria um ônus desproporcional.

A negativa foi considerada abusiva diante das circunstâncias específicas, porque o transporte era necessário à preservação da vida. O Tribunal também levou em conta a angústia dos pais e o elevado custo assumido após a recusa da cobertura.

Decisão não cria regra automática para outros casos

O TJRO não afirmou que todo contrato de plano de saúde deve custear automaticamente uma UTI aérea. A conclusão considerou a gravidade do quadro, a recomendação médica, a falta de especialista e a ausência de alternativa adequada para a criança.

Cada negativa precisa ser analisada conforme as condições do contrato, a necessidade demonstrada pelos profissionais de saúde, a estrutura disponível e as circunstâncias concretas. Uma decisão individual não deve ser apresentada como autorização geral para qualquer transporte aéreo.

Orientação ao consumidor
O que guardar diante de uma negativa
Protocolo: guarde o número, a data, o horário e o canal utilizado no atendimento.
Negativa: solicite que a justificativa da operadora seja fornecida por escrito.
Documentos: preserve relatório médico, prescrição, recibos e comprovantes de pagamento.
Canais: procure a ANS e orientação jurídica quando a demora puder aumentar o risco.

Atenção: cada situação depende do contrato, da necessidade médica e das circunstâncias comprovadas.

Consumidor pode registrar a negativa nos canais oficiais

A Agência Nacional de Saúde Suplementar orienta que situações de urgência e emergência exigem atendimento imediato. Sem solução, o consumidor pode procurar a operadora, registrar protocolo e apresentar reclamação à agência.

Relatórios médicos, negativas por escrito, comprovantes e registros de atendimento podem demonstrar o ocorrido. Quando a demora representar risco, a família também pode procurar orientação jurídica sem aguardar a conclusão da reclamação administrativa.

A publicação do TJRO não informa cirurgia, alta, prognóstico ou estado atual da criança. Também não confirma que os valores determinados tenham sido pagos ou depositados pela operadora.

O processo é a Apelação Cível nº 7020892-42.2025.8.22.0001. A identidade do bebê, dos familiares e da empresa foi preservada na divulgação oficial do caso.

Hobbies ajudam no autocuidado, mostra Vida Plena

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Convidados do Vida Plena explicam por que hobbies fazem bem para o autocuidado e a qualidade de vida.
Programa reúne convidados para conversar sobre jardinagem, música, balé, criatividade e tempo dedicado a si.

Reservar tempo para uma atividade prazerosa pode ajudar a interromper a sobrecarga da rotina e recuperar o contato com interesses pessoais. Esse é o tema do episódio do Vida Plena que mostra por que hobbies fazem bem para o autocuidado, a criatividade e a qualidade de vida.

A conversa reúne experiências com jardinagem, hidroponia, bateria, balé, música, culinária e outras práticas realizadas fora das obrigações profissionais. O episódio reforça que hobbies fazem bem mesmo quando não exigem alto desempenho, investimento elevado ou uma rotina rígida.

Participam do episódio a jornalista e consultora de marcas Fabula Correa; Marcos Duarte de Matos, médico radioterapeuta e coordenador de Radioterapia do Hospital de Amor; e Camila de Angelis Colli, médica anestesiologista.

Primeiro bloco
Ative o som e conheça os convidados

Veja como jardinagem, bateria e balé passaram a ocupar um espaço de cuidado pessoal na rotina.

Guia do episódio
Neste vídeo, você vai entender
Como um hobby pode ajudar a sair do piloto automático.
Por que prazer, disciplina e criatividade podem caminhar juntos.
Como começar sem transformar o lazer em uma nova obrigação.

Por que hobbies fazem bem à rotina

No primeiro bloco, Fabula Correa conta que começou a cuidar com mais atenção das plantas durante um período de sobrecarga. O contato com a terra, o silêncio e o afastamento temporário do celular ajudaram a criar uma pausa entre o trabalho digital e a vida pessoal.

A hidroponia apareceu depois como uma forma de levar plantas a ambientes pequenos e a pessoas que acreditavam não ter habilidade para cultivá-las. A experiência mostra que o hobby pode começar de maneira simples, com os recursos e o espaço disponíveis.

Marcos Duarte de Matos relata que a bateria era um interesse desde a infância, mas só ganhou espaço de forma estruturada quando ele já era médico e fazia residência em radioterapia. A música passou a conviver com a jardinagem, que oferece uma experiência mais silenciosa.

Camila de Angelis Colli fala sobre sua relação com o balé clássico. Depois de uma pausa prolongada, ela retomou as aulas já adulta. A dança aparece como atividade física, expressão artística e espaço de concentração, sem a necessidade de repetir o desempenho alcançado em outra fase da vida.

Experiências pessoais
Três formas de reconexão
Jardinagem: ajuda a criar uma pausa do ambiente digital e da rotina acelerada.
Bateria e música: permitem realizar um interesse antigo e desenvolver escuta e coordenação.
Balé: reúne disciplina, expressão artística, atividade física e concentração.

Prazer e disciplina podem caminhar juntos

O segundo bloco discute como atividades escolhidas por prazer podem renovar energia, criatividade e disposição para enfrentar períodos difíceis. Camila explica que o balé permite deixar temporariamente o papel profissional e entrar em um ambiente com outra linguagem e outro tipo de atenção.

Marcos relaciona a experiência de tocar em banda à necessidade de ouvir outras pessoas, respeitar limites e ajustar escolhas ao conjunto. Na prática, hobbies fazem bem também porque alguns aprendizados do lazer podem retornar ao ambiente profissional e às relações pessoais.

Assista ao segundo bloco

O bloco mostra como dança, música, jardinagem e outras práticas ajudam a mudar o foco e reorganizar a rotina.

Hobbies fazem bem sem virar desempenho

No terceiro bloco, os convidados reforçam que uma atividade de lazer não precisa ser executada com perfeição. A cobrança por resultado pode afastar pessoas de instrumentos musicais, esportes, dança, culinária ou trabalhos manuais que poderiam permanecer na rotina apenas pelo prazer de fazer.

A conversa também aborda a dificuldade de quem acredita não ter tempo ou interesse para começar. A orientação é experimentar atividades, observar quais experiências produzem concentração ou descanso e aceitar que o processo pode ser imperfeito.

Assista ao terceiro bloco

A parte final fala sobre tempo para si, autoconhecimento, limites e maneiras de começar sem transformar o lazer em obrigação.

Como começar sem criar uma nova cobrança

O episódio sugere começar por algo simples e acessível: cuidar de uma planta, cozinhar, ler, desenhar, tocar um instrumento, dançar, nadar ou realizar trabalhos manuais. O ponto central é perceber se a atividade cria presença, prazer, descanso mental ou curiosidade.

Quando respeitam os limites pessoais, hobbies fazem bem sem repetir o peso das obrigações. A atividade pode ser ajustada ao tempo, ao espaço disponível, às condições financeiras e ao momento de vida de cada pessoa.

Tempo para si
Quatro passos para experimentar
Escolha uma atividade que desperte curiosidade, não apenas uma tendência.
Comece com pouco tempo e observe como você se sente.
Aceite erros e evite comparar seu processo com o de profissionais.
Ajuste a atividade à sua rotina, ao espaço disponível e às suas condições.

Ao longo dos três blocos, o Vida Plena mostra que hobbies fazem bem quando ajudam a recuperar atenção, vínculos, criatividade e percepção dos próprios limites. Eles não substituem acompanhamento médico ou psicológico quando necessário, mas podem integrar uma rotina de bem-estar.

Reservar tempo para si não significa abandonar responsabilidades. Pode ser uma forma de retornar às tarefas com mais equilíbrio, concentração e disponibilidade para conviver com outras pessoas.

PF cumpre prisões e busca após furto em Ji-Paraná

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Agentes da PF em Ji-Paraná cumprem mandados judiciais durante investigação de furto qualificado.
Ação cumpriu duas prisões preventivas e uma busca e apreensão após investigação iniciada no fim de julho.

A PF em Ji-Paraná cumpriu dois mandados de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão após a investigação de um furto qualificado ocorrido no município. O crime foi registrado em 27 de julho de 2026 na residência de um policial federal.

Segundo a Polícia Federal, as diligências reuniram elementos que fundamentaram o pedido das medidas cautelares à Justiça. A corporação não divulgou os nomes dos investigados, os endereços alcançados nem uma relação de objetos eventualmente recolhidos durante a ação.

Investigação policial
O que você vai entender
Quais mandados foram cumpridos pela Polícia Federal em Ji-Paraná.
Qual ocorrência deu origem à investigação iniciada no fim de julho.
Por que prisão preventiva não representa condenação antecipada.
Quais etapas ainda podem ocorrer até a conclusão do inquérito.

PF em Ji-Paraná cumpre prisões e busca

A confirmação oficial é de que a investigação resultou em duas ordens de prisão preventiva e uma ordem de busca e apreensão. As medidas foram autorizadas judicialmente depois que os investigadores reuniram informações e indícios relacionados ao furto.

A nota da PF em Ji-Paraná não informa se os dois alvos foram encontrados no mesmo endereço nem apresenta detalhes sobre a forma como os mandados foram executados. Também não foram divulgadas informações sobre depoimentos ou eventual recuperação dos bens furtados.

PF em Ji-Paraná realiza diligência em rua residencial durante cumprimento de mandados judiciais.
Os mandados foram autorizados depois que a investigação reuniu elementos relacionados ao furto qualificado.

A imagem panorâmica registra a presença dos agentes em uma área residencial, mas não identifica o imóvel nem as pessoas investigadas. A preservação desses detalhes reduz a exposição indevida de moradores e evita a divulgação de informações que possam interferir na apuração.

O cumprimento de um mandado indica que a Justiça autorizou uma medida solicitada durante a investigação. Isso não permite concluir, por si só, que os alvos tenham cometido o crime ou que já exista uma decisão definitiva sobre a responsabilidade de cada pessoa.

Dados confirmados

Duas prisões: mandados de prisão preventiva foram executados.

Uma busca: a operação também cumpriu mandado de busca e apreensão.

Data da ocorrência: o furto investigado aconteceu em 27 de julho de 2026.

Local: as medidas foram cumpridas no município de Ji-Paraná.

Furto ocorrido em julho deu origem à apuração

Segundo a corporação, o caso começou após um furto qualificado registrado na residência de um policial federal. Depois da ocorrência, as equipes passaram a reunir elementos para esclarecer a dinâmica do crime e identificar possíveis envolvidos.

A classificação como furto qualificado indica a investigação de circunstâncias previstas na legislação que podem aumentar a gravidade do delito. Caberá ao inquérito da PF em Ji-Paraná apontar quais circunstâncias foram identificadas e qual teria sido a participação atribuída a cada investigado.

Linha do tempo
Como a investigação avançou
27 de julho: o furto qualificado é registrado na residência de um policial federal.
Apuração: investigadores reúnem informações e representam pelas medidas cautelares.
Etapa atual: duas prisões preventivas e uma busca e apreensão são cumpridas.

Prisão preventiva não significa condenação

A prisão preventiva é uma medida cautelar determinada pela Justiça. Ela pode ser aplicada quando o Judiciário identifica requisitos legais relacionados à proteção da investigação, à aplicação da lei penal ou à necessidade de evitar interferências na apuração.

A medida não substitui o julgamento e não transforma automaticamente o investigado em condenado. A responsabilidade criminal depende da análise das provas, do direito de defesa e das decisões tomadas pelas autoridades competentes ao longo do processo.

Busca pode reunir novos elementos para o inquérito

O mandado de busca e apreensão permite que os investigadores procurem documentos, aparelhos eletrônicos, objetos ou outros materiais relacionados ao fato apurado. Tudo o que for recolhido precisa ser registrado, analisado e relacionado ao procedimento investigativo.

Neste caso, a nota da PF em Ji-Paraná não apresenta uma lista de materiais apreendidos. Também não confirma recuperação de bens, valores em dinheiro, armas ou participação de outras forças de segurança. Qualquer informação diferente disso depende de uma nova comunicação oficial.

Próximas etapas
O que ainda pode acontecer
Análise: eventuais materiais recolhidos podem passar por avaliação e perícia.
Diligências: novas medidas podem ser solicitadas se os investigadores considerarem necessário.
Conclusão: o inquérito será encaminhado às instâncias competentes quando for finalizado.

A próxima etapa pode envolver análise de materiais, oitivas e cruzamento de informações. O objetivo será verificar se os elementos reunidos confirmam ou afastam as hipóteses formuladas durante a investigação.

Até a conclusão do inquérito e eventual decisão judicial definitiva, os alvos devem ser tratados como investigados. A orientação é acompanhar os comunicados oficiais e evitar a divulgação de nomes, endereços ou acusações que não tenham sido formalmente confirmados.

Cinco viadutos de Porto Velho recebem nova iluminação

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Viadutos iluminados em Porto Velho melhoram a visibilidade noturna sob uma das estruturas da capital.
Novos pontos de iluminação destacam a pista e o mural urbano sob um dos viadutos da capital.

Os cinco viadutos iluminados de Porto Velho passaram a operar ao mesmo tempo com novos pontos de luz, recuperação de estruturas existentes e ajustes na iluminação pública. A conclusão alcançou as passagens da Prudente de Moraes, Jatuarana, Campos Sales, Rua São Paulo e Trevo do Roque.

As estruturas estão em corredores de grande circulação e são utilizadas diariamente por motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. A mudança mais perceptível ocorre durante a noite, quando a iluminação amplia a leitura da pista, dos acessos, das curvas e das áreas localizadas sob os elevados.

Guia urbano
O que você vai entender
Quais são os cinco viadutos alcançados pela iluminação pública.
O que muda para quem circula por esses trechos durante a noite.
Como a iluminação também evidencia murais e espaços urbanos.
Por que sinalização, manutenção e atenção continuam necessárias.

Quais são os cinco viadutos iluminados

A relação divulgada pela administração municipal inclui os viadutos da Prudente de Moraes, Jatuarana, Campos Sales, Rua São Paulo e Trevo do Roque. Os pontos ligam diferentes áreas da cidade e recebem fluxo de veículos ao longo de todo o dia.

De acordo com a publicação oficial, as equipes trabalharam em período noturno para reduzir interferências no trânsito. Uma etapa anterior do projeto já previa iluminação em LED, recuperação dos pontos existentes e outras intervenções relacionadas à revitalização das estruturas.

Viadutos iluminados em Porto Velho destacam mural urbano e estrutura viária durante a noite.
A iluminação também amplia a visibilidade dos painéis artísticos instalados sob os elevados.

A imagem panorâmica mostra como os pontos de luz destacam não apenas a pista, mas também pilares, paredes e painéis artísticos instalados sob as estruturas. Durante a noite, esses elementos passam a integrar com mais clareza a paisagem urbana.

A melhoria visual não elimina, porém, a necessidade de conservação. Luminárias queimadas, danos na fiação, sujeira, pichações e falhas em postes podem comprometer novamente o resultado se não houver acompanhamento periódico.

Cinco estruturas

Prudente de Moraes: passagem ligada ao acesso sob a BR-364.

Jatuarana: estrutura localizada em corredor de circulação da Zona Sul.

Campos Sales: viaduto situado em uma área de grande fluxo urbano.

Rua São Paulo e Trevo do Roque: estruturas também incluídas na conclusão do serviço.

O que muda para quem circula à noite

Nos viadutos iluminados, a melhoria da visibilidade ajuda motoristas e motociclistas a perceberem com mais antecedência a geometria da pista, os acessos, as curvas e a presença de outros usuários. O benefício é mais evidente nos trechos sob os elevados, onde sombras e mudanças de luminosidade podem dificultar a leitura do caminho.

Para pedestres e ciclistas, os pontos de luz também aumentam a possibilidade de serem notados por quem dirige. Isso não significa, entretanto, que a iluminação sozinha elimine os riscos existentes nesses corredores de grande circulação.

O que muda à noite
Visibilidade nos viadutos iluminados
Motoristas e motociclistas: melhor leitura da pista, das curvas e dos acessos.
Ciclistas e pedestres: maior percepção de presença nos trechos iluminados.
Espaço urbano: painéis artísticos, pilares e estruturas ficam mais visíveis.

Iluminação também destaca os espaços urbanos

Algumas das estruturas possuem murais urbanos instalados nas áreas inferiores. Com os novos pontos de luz, essas obras ficam mais perceptíveis e passam a ocupar maior destaque visual durante o período noturno.

A mudança também reduz áreas de sombra e melhora a leitura das calçadas, paredes e laterais da pista. Para que o efeito seja mantido, os viadutos iluminados precisarão continuar incluídos no calendário de inspeção e manutenção da iluminação pública.

Manutenção necessária
O que pode comprometer o resultado
Luminárias queimadas: reduzem a uniformidade da iluminação sob as estruturas.
Problemas na fiação: podem interromper o funcionamento de vários pontos ao mesmo tempo.
Sujeira e danos: comprometem a aparência e a leitura visual dos espaços.
Falta de inspeção: pode fazer com que falhas simples permaneçam por mais tempo.

Cuidados continuam necessários no trânsito noturno

A conclusão da iluminação não substitui sinalização, manutenção da pista, fiscalização e comportamento responsável. A fonte consultada não apresenta dados que comprovem redução de acidentes ou de crimes depois da intervenção.

Mesmo em trechos mais claros, faróis mal regulados, excesso de velocidade, distração ao volante e mudanças bruscas de faixa continuam aumentando o risco de colisões. A recomendação é reduzir a velocidade ao entrar em curvas, alças e acessos sob os elevados.

Direção noturna

Velocidade: reduza ao entrar em alças, curvas e acessos sob os elevados.

Faróis: mantenha o sistema do veículo regulado e em funcionamento.

Atenção: observe faixas, sinalização, pedestres, ciclistas e mudanças no fluxo.

A conclusão dos cinco viadutos iluminados representa uma melhoria concreta de visibilidade em corredores importantes da capital. O resultado também amplia a percepção dos espaços sob as estruturas e valoriza elementos urbanos que antes ficavam parcialmente escondidos pela escuridão.

O benefício deverá ser acompanhado de manutenção regular e de outras ações de mobilidade. Dessa forma, a iluminação poderá funcionar como parte de um conjunto mais amplo de organização e segurança no trânsito de Porto Velho.

PREVBarco do INSS atende Costa Marques até 21 de agosto

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Moradores se aproximam do PREVBarco em Rondônia para atendimento do INSS em Costa Marques.
PREVBarco Porto Velho II permanece em Costa Marques até 21 de agosto, conforme o calendário oficial do INSS.

O PREVBarco em Rondônia iniciou atendimento em Costa Marques nesta segunda-feira, 3 de agosto. A agenda oficial do Instituto Nacional do Seguro Social prevê que a unidade Porto Velho II permaneça no município até 21 de agosto.

A presença da embarcação aproxima o atendimento previdenciário de moradores do interior, mas a agenda consultada não informa o horário diário, o ponto exato de atracação nem uma relação completa dos serviços disponíveis. Por isso, quem pretende procurar a unidade deve confirmar os detalhes antes de sair de casa.

Guia de serviço
O que você precisa saber
Qual é o período confirmado de atendimento em Costa Marques.
Como o PREVBarco aproxima o INSS de moradores do interior.
Quais informações devem ser confirmadas antes do deslocamento.
Onde consultar a agenda e as orientações oficiais do INSS.

Como funciona o PREVBarco em Rondônia

O PREVBarco em Rondônia utiliza uma embarcação adaptada para levar a presença do INSS a municípios e localidades atendidos por rotas fluviais. A proposta é reduzir parte das dificuldades enfrentadas por quem vive longe das agências tradicionais e precisa buscar informações ou atendimento previdenciário.

Em Costa Marques, a unidade escalada é o PREVBarco Porto Velho II. O calendário confirma o município e o período de permanência, mas não deve ser interpretado como garantia de atendimento imediato para qualquer solicitação, porque cada demanda pode depender de triagem, documentação e regras específicas.

PREVBarco em Rondônia atracado em Costa Marques para atendimento previdenciário do INSS.
A unidade Porto Velho II atende Costa Marques de 3 a 21 de agosto, segundo a agenda oficial do INSS.

A imagem panorâmica mostra como a unidade flutuante permite levar atendimento público a regiões em que o deslocamento até uma estrutura fixa pode exigir viagens demoradas. A embarcação funciona como ponto temporário de aproximação entre o instituto e os moradores.

Ainda assim, o cidadão precisa verificar se o serviço pretendido poderá ser recebido pela equipe durante a passagem do PREVBarco em Rondônia. Algumas solicitações também podem ser iniciadas ou acompanhadas pelos canais digitais do INSS.

Dados confirmados

Unidade: PREVBarco Porto Velho II.

Município: Costa Marques, em Rondônia.

Período: de 3 a 21 de agosto de 2026.

Fonte: calendário oficial do Instituto Nacional do Seguro Social.

Atendimento permanece até 21 de agosto

O período confirmado para esta etapa em Costa Marques vai de 3 a 21 de agosto. Durante essas três semanas, os moradores devem acompanhar possíveis atualizações sobre o funcionamento da unidade e evitar iniciar viagens longas sem conferir as informações disponíveis.

O calendário do segundo semestre também apresenta novas passagens por Costa Marques em outros meses, mas a agenda tratada nesta matéria é a atual. O PREVBarco em Rondônia poderá retornar ao município em outras etapas, conforme a programação oficial do instituto.

Antes de sair de casa
O que precisa ser confirmado
Local exato: a agenda consultada não informa o ponto de atracação.
Horário: confirme o funcionamento antes de iniciar o deslocamento.
Serviço pretendido: verifique se a demanda poderá ser recebida pela equipe.
Documentos: consulte a orientação correspondente ao atendimento buscado.

Confirmação evita viagem sem atendimento

A fonte oficial não detalha todos os documentos exigidos nem informa quais solicitações serão recebidas em cada dia. Antes de procurar o PREVBarco em Rondônia, o segurado deve confirmar as exigências relacionadas ao serviço que pretende buscar.

Também é importante não confundir atendimento com concessão automática de benefício. A análise de aposentadorias, pensões, benefícios por incapacidade e outras solicitações depende das regras previdenciárias, dos documentos apresentados e das etapas previstas pelo INSS.

Canais oficiais
Onde buscar confirmação
Meu INSS: aplicativo e portal para consultas, solicitações e acompanhamento.
Central 135: canal telefônico para orientações e confirmação de informações.
Portal oficial: consulte o calendário dos PREVBarcos e eventuais atualizações.

O portal e o aplicativo Meu INSS, além da Central 135, podem ajudar o morador a verificar orientações antes do deslocamento. Parte das demandas também pode ser consultada ou encaminhada pela internet, dependendo do serviço.

Para esta passagem por Costa Marques, o principal dado confirmado é a permanência da unidade Porto Velho II até 21 de agosto. Moradores devem acompanhar os canais oficiais e desconfiar de mensagens sem origem identificada sobre horários, locais ou benefícios supostamente garantidos.

Operação inutiliza 23 acampamentos de garimpo no Parque Mapinguari

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Vista aérea de área de garimpo no Mapinguari aberta em meio à floresta amazônica.
Clareiras e estruturas improvisadas mostram o avanço do garimpo ilegal em área protegida da Amazônia.

Uma operação conjunta da Polícia Federal e do ICMBio inutilizou 23 acampamentos ligados ao garimpo no Mapinguari. A fiscalização ocorreu entre 28 de julho e 1º de agosto dentro do Parque Nacional Mapinguari, área protegida localizada entre Rondônia e Amazonas.

Batizada de Operação Caraíba IV, a ação contra o garimpo no Mapinguari também atingiu escavadeiras, trator, motores, geradores e mais de 10 mil litros de combustível usados para manter a atividade ilegal em uma região remota da floresta amazônica.

Fiscalização ambiental
O que você vai entender
O que as equipes encontraram na operação contra o garimpo no Mapinguari.
Quais máquinas, equipamentos e estruturas foram inutilizados.
Por que o combustível era importante para a logística da atividade ilegal.
Como a exploração clandestina ameaça uma área protegida da Amazônia.

Garimpo no Mapinguari tinha 23 acampamentos

Segundo a Polícia Federal, as equipes localizaram 23 acampamentos improvisados usados para apoiar o garimpo no Mapinguari. As estruturas serviam como abrigo e base de permanência para pessoas envolvidas na exploração mineral clandestina dentro da unidade de conservação.

A quantidade de acampamentos mostra que o garimpo no Mapinguari dependia de uma cadeia logística organizada. Além do local de extração, a atividade precisava de transporte, energia, armazenamento, combustível, equipamentos e estruturas para manter as frentes de trabalho funcionando.

Vista aérea de acampamentos e área de garimpo no Mapinguari em meio à floresta amazônica.
Clareiras, acampamentos e estruturas improvisadas foram identificados em meio à floresta do Parque Nacional Mapinguari.

A abertura de áreas dentro da mata facilita a circulação de pessoas e equipamentos pesados, além de ampliar a ocupação irregular de locais que deveriam permanecer preservados. Essas estruturas também podem servir como pontos de apoio para novas frentes de exploração.

Ao inutilizar os acampamentos, a operação buscou reduzir a capacidade de permanência e reorganização dos grupos que atuavam dentro do parque, dificultando a retomada imediata da atividade depois da saída das equipes de fiscalização.

Resultado da operação

23 acampamentos: estruturas improvisadas foram inutilizadas dentro da área protegida.

Máquinas pesadas: duas escavadeiras e um trator foram atingidos pela fiscalização.

Equipamentos: motores e geradores usados na atividade ilegal também foram inutilizados.

Combustível: mais de 10 mil litros usados para abastecer a atividade foram alcançados pela operação.

Como funcionava o garimpo no Mapinguari

A presença de duas escavadeiras e um trator revela o uso de maquinário de grande porte no garimpo no Mapinguari. Esses equipamentos permitem movimentar grandes quantidades de terra, abrir acessos e ampliar rapidamente as áreas atingidas pela exploração mineral.

Motores e geradores também são importantes para manter bombas, iluminação, ferramentas e outros equipamentos funcionando. Já o combustível garante o deslocamento e a operação contínua das máquinas, razão pela qual os mais de 10 mil litros encontrados representam uma parte importante da estrutura atingida.

Estrutura de apoio
O que mantinha a atividade ativa
Acampamentos: ofereciam abrigo e permanência aos ocupantes da área.
Escavadeiras e trator: movimentavam o solo e ajudavam na abertura das frentes de exploração.
Motores e geradores: forneciam energia para equipamentos utilizados no local.
Combustível: abastecia máquinas, veículos e equipamentos empregados na atividade clandestina.

Parque Nacional Mapinguari fica entre Rondônia e Amazonas

O Parque Nacional Mapinguari é uma unidade de conservação federal localizada na Amazônia, com áreas distribuídas entre Rondônia e Amazonas. O território protege floresta nativa, biodiversidade, nascentes e outros ambientes sensíveis.

Por ser uma área de proteção integral, a exploração mineral clandestina não é permitida. A abertura de clareiras, a movimentação do solo e o trânsito de máquinas aumentam a pressão sobre a vegetação e podem provocar danos aos cursos d’água e à fauna da região.

Área protegida
Por que o Mapinguari exige atenção
Proteção ambiental: o parque preserva ecossistemas amazônicos entre Rondônia e Amazonas.
Pressão sobre a floresta: o garimpo abre clareiras, remove vegetação e revolve grandes volumes de terra.
Risco para a água: a atividade pode afetar igarapés, nascentes e cursos d’água próximos.
Ocupação clandestina: acampamentos e rotas internas favorecem a permanência de grupos ilegais.

Operação tenta impedir retomada do garimpo no Mapinguari

A Polícia Federal informou que a ação foi realizada em conjunto com o ICMBio para combater o garimpo no Mapinguari e outros crimes ambientais associados. A inutilização das estruturas pretende dificultar a retomada rápida das atividades depois da retirada das equipes.

Apenas retirar pessoas do local pode não ser suficiente quando permanecem acampamentos, máquinas, geradores e combustível. Ao atingir essa base logística, a fiscalização reduz o suporte material necessário para manter novas frentes de exploração dentro da unidade de conservação.

Leitura rápida

Fiscalização contínua: a operação mirou a estrutura de apoio e não apenas os pontos de extração.

Impacto ambiental: o garimpo ilegal pressiona o solo, a vegetação e os cursos d’água.

Relevância regional: o caso envolve uma área protegida com trechos em Rondônia e Amazonas.

Para Rondônia, a operação reforça a importância da fiscalização de crimes ambientais em áreas afastadas e de difícil acesso. O uso de máquinas pesadas e de grande volume de combustível mostra que essas atividades podem alcançar uma estrutura muito maior do que pequenos pontos isolados de extração.

O caso mantém o Parque Nacional Mapinguari no centro do debate sobre proteção da Amazônia, uso ilegal de recursos naturais e necessidade de impedir que novas estruturas clandestinas sejam instaladas dentro da floresta.

Cadastro reserva dos cursos de arte terá nova chamada em Porto Velho

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Candidatos devem acompanhar a relação divulgada por cada unidade antes de procurar a matrícula.

Vagas de arte que não foram preenchidas na primeira etapa poderão ser destinadas aos candidatos do cadastro reserva nesta segunda-feira, 3 de agosto. A convocação complementar envolve os Centros Municipais de Arte e Cultura Escolar de Porto Velho.

A segunda chamada não representa abertura de novas inscrições nem garante convocação em todas as modalidades. As vagas de arte disponíveis dependerão das matrículas efetivadas, das desistências e da quantidade remanescente em cada unidade e turma.

Orientação ao candidato
O que você precisa acompanhar
Quando deverá sair a convocação complementar.
Qual unidade será responsável pela divulgação da lista.
Como confirmar a vaga depois da convocação.
Quais cursos e públicos são atendidos pelos centros.

Vagas de arte dependem das matrículas não confirmadas

As matrículas dos primeiros classificados foram realizadas nos dias 30 e 31 de julho. Depois dessa etapa, as vagas que permanecerem abertas poderão ser oferecidas aos candidatos excedentes, respeitando o cadastro reserva e as regras previstas no processo de seleção.

A existência da segunda chamada não significa que todas as unidades terão novos convocados. A quantidade de vagas de arte dependerá do preenchimento efetivo das turmas e da disponibilidade encontrada no CMACE Jorge Andrade, no CMACE Som na Leste e no CMACE Francisco Lázaro dos Santos — Laio.

Atividades dos CMACEs ilustram as vagas de arte oferecidas em Porto Velho.
As unidades oferecem formações livres em Música, Dança, Teatro e Artes Visuais, conforme a disponibilidade de cada turma.
Cronograma previsto

3 de agosto: previsão de divulgação da segunda chamada.

Depois da convocação: matrícula conforme as orientações de cada unidade.

10 de agosto: início previsto das aulas.

Cada centro deverá divulgar sua própria relação

Quem está no cadastro reserva deve acompanhar os canais da unidade escolhida durante a inscrição. Não há indicação de uma lista única que reúna automaticamente os três centros, e cada escola poderá apresentar números diferentes de vagas remanescentes.

A orientação é verificar comunicados do CMACE Jorge Andrade, do CMACE Som na Leste e do CMACE Laio. Informações gerais também podem ser consultadas na publicação oficial da Secretaria Municipal de Educação, onde também constam as regras para o preenchimento das vagas de arte.

Onde procurar
Acompanhe o centro escolhido
Jorge Andrade: consulte os avisos emitidos pela própria unidade.
Som na Leste: confira se houve liberação de vagas na modalidade escolhida.
CMACE Laio: acompanhe a convocação e as instruções para matrícula.

Cursos atendem diferentes faixas etárias

As formações incluem Música, Dança, Teatro e Artes Visuais. Nos períodos da manhã e da tarde, parte das oportunidades é destinada a estudantes das redes municipal, estadual e privada. O turno noturno pode atender jovens a partir de 17 anos e adultos da comunidade.

As vagas de arte, os horários e a manutenção das turmas dependem da organização de cada centro. Por isso, o candidato deve confirmar a modalidade, o turno e a unidade antes de reunir documentos ou se deslocar para a matrícula.

Depois da convocação
O que conferir antes da matrícula
Nome na relação: confirme se a convocação corresponde à unidade escolhida.
Prazo: verifique a data limite para comparecimento.
Documentação: leve todos os itens exigidos no edital.
Turma e horário: confirme se a opção permanece compatível com a rotina do aluno.

A inscrição feita anteriormente não substitui a matrícula. Mesmo que o nome apareça na segunda chamada, será necessário seguir as orientações da unidade e apresentar a documentação dentro do período informado para garantir o ingresso.

Quem não for convocado em 3 de agosto pode continuar acompanhando os avisos, mas sem considerar certa uma nova lista. O chamamento é complementar e existe apenas para ocupar vagas de arte que permanecerem disponíveis depois das matrículas anteriores.

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