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Rondônia mantém a segunda menor taxa de desemprego do Brasil

Panorama urbano de Porto Velho ao fundo com arte destacando que Rondônia possui a segunda menor taxa de desemprego do Brasil segundo o IBGE.
Arte mostra Porto Velho com destaque para os dados do IBGE que colocam Rondônia entre as menores taxas de desemprego do país.

Rondônia se consolidou novamente entre os estados com melhor desempenho no combate ao desemprego no país. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estado registrou 2,6% de desocupação no terceiro trimestre de 2025, ocupando assim a segunda menor taxa do Brasil. Além disso, o resultado reforça a trajetória de crescimento econômico e geração de oportunidades construída nos últimos anos.

Rondônia se destaca entre as menores taxas do país

Conforme o levantamento, apenas Santa Catarina (2,3%) e Mato Grosso (2,3%) aparecem à frente de Rondônia. Enquanto isso, estados como Pernambuco (10%), Amapá (8,7%) e Bahia (8,5%) registram os maiores índices.

Para o governador Marcos Rocha, o desempenho evidencia um ambiente favorável para negócios e investimentos.
“Rondônia está avançando e já tem uma das melhores economias do Brasil. É um estado repleto de oportunidades que geram renda e melhor qualidade de vida para a população”, afirmou.

Economia forte e políticas públicas impulsionam resultados

Além dos bons números, o governo destaca que políticas públicas consistentes contribuíram diretamente para os avanços. Dessa forma, iniciativas como:

  • atração e manutenção de novos negócios;

  • apoio a projetos inovadores;

  • simplificação na abertura de empresas;

  • fortalecimento do Proampe;

  • capacitação profissional gratuita;

  • incentivo ao desenvolvimento dos municípios;

têm impulsionado o dinamismo econômico do estado.

Segundo o secretário Lauro Fernandes, esses indicadores deixam claro que a economia rondoniense demonstra vitalidade tanto no campo quanto na cidade.
“Rondônia é um dos estados mais prósperos do país, resultado de políticas econômicas que incentivam o desenvolvimento e ampliam oportunidades de trabalho”, destacou.

Evolução do estado nos últimos trimestres

Os dados históricos mostram que Rondônia vem mantendo um padrão de excelência. Além disso, o estado liderou diversos trimestres do ranking nacional de menor taxa de desemprego.

Entre os principais resultados:

  • 3º trimestre de 2023: 1º lugar, com 2,3%;

  • 3º trimestre de 2024: 1º lugar, com 2,1% — a menor taxa da série histórica do Brasil por trimestre;

  • 2º trimestre de 2025: 2º lugar, com 2,3%;

  • 3º trimestre de 2025: 2º lugar, com 2,6%.

Além disso, Rondônia também registrou a menor taxa anual de desemprego do país em 2023, com 3,2%.

Cenário local reforça expansão do mercado de trabalho

Com a economia aquecida, o mercado de trabalho continua se expandindo. Consequentemente, setores como agronegócio, comércio, serviços e indústria seguem com ritmo forte de geração de empregos. Ao mesmo tempo, o aumento das exportações, que recentemente atingiram recordes, contribui para ampliar a oferta de trabalho.

De acordo com o governo, programas de qualificação profissional e parcerias com empresas continuarão sendo prioridade, pois isso fortalece o desenvolvimento dos 52 municípios.

Ranking das menores taxas de desemprego no Brasil

Segundo o IBGE, os estados com melhores índices no terceiro trimestre de 2025 foram:

  1. Santa Catarina – 2,3%

  2. Mato Grosso – 2,3%

  3. Rondônia – 2,6%

  4. Espírito Santo – 2,6%

  5. Mato Grosso do Sul – 3,3%

A média nacional foi de 5,6%, demonstrando que Rondônia permanece bem abaixo do índice brasileiro.

Crescimento que gera oportunidades.

Com desempenho sólido e políticas econômicas voltadas para a expansão de oportunidades, Rondônia se mantém entre os estados mais competitivos do país. Por isso, a segunda menor taxa de desemprego do Brasil reforça a capacidade econômica do estado e confirma um ciclo consistente de crescimento, impulsionado por gestão eficiente e ambiente favorável ao empreendedorismo.

Fonte: Governo de Rondônia

Dia Mundial do Combate ao Câncer de Próstata: origem do Novembro Azul

Laço azul com bigode simbolizando o Novembro Azul e o Dia Mundial do Combate ao Câncer de Próstata.
Laço azul com bigode representa o Novembro Azul, campanha global de prevenção ao câncer de próstata.

O Dia Mundial do Combate ao Câncer de Próstata, celebrado em 17 de novembro, tornou-se um marco global de mobilização pela saúde do homem. A data, além de chamar atenção para a prevenção, impulsionou a criação do movimento Novembro Azul, que se consolidou como uma das campanhas mais reconhecidas do mundo.

Como surgiu o Novembro Azul

O movimento começou em 1999, na Austrália, quando um grupo de amigos decidiu cultivar bigodes para provocar conversas sobre saúde masculina. A iniciativa ganhou força rapidamente e, com isso, motivou a criação da Movember Foundation Charity em 2004. O termo “Movember”, que une moustache (bigode) e november (novembro), virou símbolo de alerta e conscientização.

Com o crescimento da campanha, surgiu também o conceito No Shave November, que incentiva homens a deixarem barba e bigode crescerem como forma de lembrar a importância do autocuidado. Dessa forma, o bigode azul consolidou-se como ícone da mobilização.

No Brasil, o movimento ganhou formato oficial em 2011, em uma parceria entre o Instituto Lado a Lado Pela Vida e a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Desde então, as buscas por informações sobre prevenção, sintomas e exames aumentam significativamente no mês de novembro, conforme dados do Google Trends. Isso demonstra que a campanha, além de simbólica, estimula ações práticas.

O que é o câncer de próstata

O câncer de próstata se desenvolve na glândula localizada abaixo da bexiga masculina. Na maioria das vezes, o tumor cresce de forma lenta; no entanto, alguns casos evoluem rapidamente, exigindo intervenção imediata.

De acordo com o Ministério da Saúde, 42 homens morrem por dia em decorrência da doença no Brasil. Além disso, somente em 2020 foram registrados 65.840 novos casos, o que representa 29,2% de todos os tumores diagnosticados em homens.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) reforça essa preocupação ao apontar 15.983 mortes em 2019. Os tumores mais agressivos podem atingir outros órgãos e provocar complicações severas. Por isso, o acompanhamento regular é indispensável.

Exames e diagnóstico

O diagnóstico depende de exames específicos, já que os sintomas costumam surgir apenas em estágios mais avançados. Entre os exames disponíveis, destacam-se:

  • PSA (exame de sangue)

  • Toque retal, responsável por identificar até 20% dos casos

  • Biópsia, solicitada quando há suspeita e guiada por ultrassom transretal

O urologista Alexandre Iscaife, do Hospital das Clínicas da USP, explica que alterações no PSA ou no toque retal justificam a realização da biópsia. Além disso, ele lembra que o câncer, quando apresenta sintomas, geralmente já está avançado. Nesse sentido, a falta de sinais iniciais reforça a necessidade de um acompanhamento precoce.

Sintomas mais comuns

Quando aparecem, os sintomas incluem:

  • dificuldade para urinar;

  • diminuição da força do jato urinário;

  • sangue na urina;

  • vontade frequente de urinar;

  • dores ósseas ou fraturas.

Apesar disso, alguns desses sinais podem estar relacionados a doenças benignas, como hiperplasia prostática e prostatite. Assim, somente a avaliação médica permite um diagnóstico correto.

Chance de cura e importância do diagnóstico precoce

A chance de cura é extremamente alta quando o tumor é detectado no início. Segundo Iscaife, a sobrevida em cinco anos chega a quase 100% nos casos localizados. No entanto, quando a doença se espalha, essa taxa cai para 37,5%, o que demonstra o impacto do diagnóstico tardio.

Por isso, especialistas recomendam que homens realizem avaliação anual a partir dos 50 anos. Para pessoas negras ou com histórico familiar, a orientação é iniciar antes, já que o risco é maior. Assim, o Novembro Azul reforça um ponto essencial: o cuidado com a saúde masculina deve ser permanente, e não limitado a um único mês.

Fonte: SBT News

Localidades do Baixo Madeira serão as primeiras a receber projeto MPF na Comunidade

Vista aérea de comunidade ribeirinha do Baixo Madeira com casas de madeira, vegetação densa e barco atracado à margem do rio.
Comunidades ribeirinhas do Baixo Madeira recebem equipes do MPF entre 17 e 21 de novembro para atendimento local.

O Ministério Público Federal inicia, entre os dias 17 e 21 de novembro, uma nova etapa do projeto MPF na Comunidade no Baixo Madeira, região ribeirinha de Porto Velho (RO). Durante esse período, as equipes estarão nas localidades para escutar os moradores, compreender demandas sociais e acompanhar a rotina das famílias, além de apresentar informações sobre ações judiciais e investigações que impactam diretamente a região. Assim, o projeto reforça a aproximação do órgão com quem vive às margens do rio.

As visitas também servirão como base para propor medidas práticas, já que a presença in loco permite identificar, com mais precisão, os desafios enfrentados pelas comunidades. Dessa forma, o MPF busca fortalecer políticas de melhoria das condições de vida, de proteção ambiental e de defesa do patrimônio público.

Atuação ambiental e prevenção a enchentes

Na área ambiental, o MPF pretende discutir com os moradores a criação do Fórum da Bacia do Rio Madeira, que pode se transformar em um espaço permanente de diálogo e participação social. Além disso, a equipe abordará medidas de prevenção a enchentes, tema que afeta diretamente o cotidiano das famílias ribeirinhas durante o período das cheias.

O órgão também explicará o andamento da ação civil pública relacionada ao deslocamento fluvial e ao atendimento emergencial de saúde. Com isso, o MPF pretende ampliar a transparência e facilitar o acesso às informações sobre processos em andamento.

Demandas das comunidades tradicionais

No atendimento às comunidades tradicionais, o MPF acompanha 13 procedimentos ativos, que envolvem temas essenciais para o cotidiano das famílias. Entre eles estão o abastecimento de água, a iluminação pública, os serviços de saúde, as creches, o ensino médio, os locais de aplicação do Enem, o transporte escolar, o reconhecimento do território indígena Mura, a segurança pública e a baixa qualidade da internet.

Além disso, os moradores poderão apresentar novas demandas, permitindo que o órgão amplie a escuta e defina prioridades conforme as necessidades locais. Assim, o projeto se mantém dinâmico e alinhado à realidade de cada comunidade visitada.

Roteiro das localidades atendidas

17 de novembro – Demarcação e Gleba Rio Preto
18 de novembro – Calama, Ressaca, Terra Firme e Papagaio
19 de novembro – Conceição da Galera, Santa Catarina, Pombal e Tira Fogo
20 de novembro – Nazaré e Cavalcante
21 de novembro – São Carlos

Dessa forma, o MPF garante que diferentes comunidades serão atendidas ao longo da semana, ampliando o alcance do projeto.

Canais de atendimento do MPF

  • Sala de Atendimento: www.mpf.mp.br/mpfservicos

  • WhatsApp: (69) 99213-8739

  • Telefone: (69) 3216-0500

  • Endereço: R. José Camacho, 3307 – Embratel, Porto Velho (RO)

Inflamação no cérebro pode ser peça-chave para o avanço do Alzheimer

Ilustração de um cérebro com área inflamada destacada em laranja, representando nova pesquisa sobre Alzheimer.
Arte mostra cérebro com foco em inflamação, tema central de estudo brasileiro sobre o avanço do Alzheimer.

Um estudo conduzido pelo laboratório do neurocientista Eduardo Zimmer, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), trouxe uma nova perspectiva para entender a progressão do Alzheimer. A pesquisa, publicada na revista Nature Neuroscience, indica que o cérebro precisa estar inflamado para que a doença se estabeleça e avance.

Segundo Zimmer, essa inflamação ocorre quando dois tipos de células — astrócitos e microglias — entram em estado reativo ao mesmo tempo. A descoberta ajuda a explicar a relação entre o acúmulo das proteínas beta-amiloide e tau e o declínio cognitivo.

A reação inflamatória que alimenta o Alzheimer

O Alzheimer é marcado pela formação de placas de proteínas que se acumulam no cérebro. Zimmer explica que essas placas funcionam como “pedrinhas”, capazes de provocar alterações nos astrócitos, células essenciais para a comunicação entre neurônios.

Entretanto, o estudo revelou que essa resposta inflamatória só se torna decisiva quando a microglia, célula de defesa do cérebro, também está ativada. Essa combinação potencializa o processo inflamatório e desencadeia uma cadeia de reações que contribui para a perda de memória e outras funções cognitivas.

Pela primeira vez, os cientistas conseguiram visualizar essa comunicação entre astrócitos e microglias em pacientes vivos, graças ao uso de marcadores de última geração e exames de imagem altamente sensíveis. A análise permitiu explicar até 76% da variação cognitiva observada nos participantes.

Por que as placas surgem? A resposta ainda não existe

Apesar do avanço, ainda não há definição clara sobre a origem das placas beta-amiloides. A ciência já sabe, porém, que fatores de risco como tabagismo, alcoolismo, sedentarismo e obesidade podem aumentar a vulnerabilidade ao Alzheimer.
Já hábitos como atividade física, alimentação equilibrada, sono adequado e estímulo intelectual ajudam a reduzir as chances de desenvolver a doença.

Zimmer destaca que a combinação entre genética e exposições acumuladas ao longo da vida — o chamado expossoma — exerce influência determinante sobre o risco individual.

Mudança de rota no tratamento

Durante décadas, grande parte das pesquisas focou em medicamentos que tentavam remover ou impedir a formação das placas beta-amiloides. A nova descoberta sugere que apenas eliminar essas placas pode não ser suficiente.

A partir de agora, o desafio pode incluir desenvolver fármacos capazes de interromper o diálogo inflamatório entre astrócitos e microglias, reduzindo a reação exagerada do cérebro.

“A ideia é que, além de remover as ‘pedrinhas’, seja necessário também acalmar a inflamação cerebral para frear o avanço da doença”, reforça Zimmer.

O estudo recebeu apoio do Instituto Serrapilheira.

Fonte: Agência Brasil

Motos elétricas exigirão CNH e emplacamento em 2026; veja o que muda

Capa com scooter elétrica e título sobre exigência de CNH e placa para motos elétricas a partir de 2026.
Ciclomotores elétricos passarão a exigir CNH, emplacamento e registro a partir de 2026, conforme novas regras do Contran.

O mercado de scooters e motos elétricas segue em forte crescimento no Brasil. De acordo com a Fenabrave, o setor deve fechar 2025 com avanço de 20% em relação ao ano anterior. Mesmo assim, os proprietários desses veículos precisarão se adaptar, porque motos elétricas exigirão CNH em 2026, já que um conjunto de novas regras entra em vigor em 1º de janeiro de 2026.

As mudanças afetam diretamente os ciclomotores, categoria que reúne a maior parte das motonetas e scooters elétricas usadas no dia a dia.

Quem entra nas novas regras

O Contran considera ciclomotor o veículo que:

  • possui potência de até 4 kW;

  • tem motor de até 50 cm³, no caso de versões a combustão;

  • alcança velocidade máxima de 50 km/h.

Essas especificações abrangem a maioria dos modelos elétricos vendidos no país. Por isso, milhares de condutores passarão a seguir novas exigências a partir do próximo ano.

O que muda a partir de 2026

A partir de janeiro, todos os ciclomotores deverão ser registrados e emplacados nos Detrans estaduais. Alguns estados, como o Rio de Janeiro, já confirmaram a cobrança de IPVA. Outros, porém, mantêm isenção.

Além disso, o condutor precisará apresentar:

  • ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotor), ou

  • CNH categoria A.

O uso de capacete e de itens de segurança volta a ser reforçado em todo o país. Além disso, o Observatório Nacional de Segurança Viária afirma que haverá maior fiscalização contra a circulação em ciclovias e ciclofaixas, já que esse tipo de trajeto continuará proibido.

Embora pareça uma novidade, as regras já estavam previstas na Resolução 996 do Contran, publicada em 2023. Houve apenas um período de adaptação até o fim de 2025.

Multas e penalidades

Quem não regularizar o veículo poderá enfrentar penalidades severas. Veja as principais:

  • Conduzir sem registro ou licenciamento resulta em multa gravíssima e remoção imediata do veículo.

  • Dirigir sem habilitação correta gera multa multiplicada e retenção.

  • Circular sem capacete deixa o condutor sujeito a multa e suspensão do direito de dirigir.

O prazo final para colocar tudo em ordem termina em 31 de dezembro de 2025, o que exige atenção dos proprietários para evitar problemas.

E as bicicletas elétricas?

As bicicletas elétricas continuam fora dessas obrigações, mas precisam respeitar regras municipais. Para serem classificadas como e-bikes, elas devem:

  • ter potência máxima de 1.000 W;

  • atingir até 32 km/h;

  • não incluir espaço para passageiro;

  • acionar o motor somente enquanto o ciclista pedala.

Essas condições diferenciam as e-bikes dos ciclomotores e mantêm o uso mais simples, porém sujeito às normas da cidade.

Fonte: UOL

Brasil terá o primeiro hospital inteligente do SUS com mais de 800 leitos

Primeiro hospital inteligente do SUS com mais de 800 leitos, ilustrado com tecnologia de inteligência artificial.
Arte ilustrativa mostra o anúncio do primeiro hospital inteligente do SUS, que terá mais de 800 leitos e sistemas avançados de inteligência artificial.

O Brasil avança na modernização da saúde pública com a criação do primeiro hospital inteligente do Sistema Único de Saúde (SUS). A nova unidade ficará em São Paulo e promete transformar o atendimento de alta complexidade. O anúncio ocorreu no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e destacou o início de um modelo que integra tecnologia, agilidade e acolhimento. A previsão de inauguração é para 2027.

Logo na apresentação, autoridades explicaram que o hospital, chamado Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI-Brasil), terá mais de 800 leitos dedicados a emergências de adultos e crianças. Além disso, o complexo atuará em áreas essenciais, como neurologia, cardiologia, neurocirurgia e terapia intensiva. Como consequência, o volume de atendimentos especializados deve aumentar de forma significativa. A unidade também adotará inteligência artificial para agilizar diagnósticos e reduzir o intervalo entre a chegada do paciente e a definição do tratamento.

Tecnologia promete reduzir tempo de resposta e integrar serviços

Para garantir rapidez, o ITMI-Brasil reunirá diversas tecnologias em um único sistema. Assim, o hospital funcionará com plataformas digitais, telessaúde, ambulâncias conectadas e monitoramento clínico inteligente, todos integrados em tempo real. Como resultado, cada etapa do atendimento ficará mais precisa.

Segundo as projeções apresentadas, o tempo de resposta em casos graves — que hoje pode chegar a 17 horas — poderá cair para cerca de 2 horas. Isso ocorrerá porque os sistemas inteligentes acompanharão leitos, organizarão prioridades e fornecerão apoio contínuo às decisões médicas. Além disso, o projeto nasce de uma parceria entre o Ministério da Saúde, a USP e o Governo de São Paulo, o que reforça a integração institucional. Para financiar a construção, o governo solicitará ao Novo Banco de Desenvolvimento (NDB-Brics) um investimento de US$ 320 milhões.

Estrutura moderna, sustentável e voltada para a humanização

O novo complexo ocupará 150 mil m² e seguirá padrões internacionais de sustentabilidade e segurança. Dessa forma, os ambientes foram planejados para oferecer conforto tanto a pacientes quanto a profissionais. O projeto inclui áreas amplas, espaços humanizados, logística automatizada e infraestrutura preparada para tecnologias de alta complexidade.

Além disso, o ITMI-Brasil atuará como centro de pesquisa e formação, ampliando o protagonismo do Hospital das Clínicas. A unidade abrigará estudos em saúde digital, engenharia clínica, segurança cibernética e aplicações de inteligência artificial, o que fortalece o ecossistema de inovação do país.

Rede de UTIs inteligentes funcionará em dez capitais

Outro eixo do plano é a implantação de uma rede nacional de Unidades de Terapia Intensiva inteligentes. Inicialmente, as UTIs estarão presentes em Belém, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Teresina e São Paulo. Cada unidade será conectada ao Hospital das Clínicas e contará com monitoramento digital e inteligência artificial.

Consequentemente, equipes espalhadas pelo país terão suporte especializado e regulação de leitos mais eficiente. O governo, entretanto, já sinalizou que pretende expandir a rede gradualmente para outras cidades.

Investimentos fazem parte da Nova Indústria Brasil

A criação do hospital inteligente integra os investimentos do governo no Complexo Econômico-Industrial da Saúde, dentro da estratégia Nova Indústria Brasil. Nesse eixo, mais de R$ 4,4 bilhões já foram destinados a iniciativas de pesquisa, inovação e digitalização até 2033. Além disso, um grupo técnico do Ministério da Saúde acompanha todas as etapas do projeto para garantir agilidade, transparência e qualidade.

Avanços também fortalecem o atendimento oncológico

Por fim, durante a agenda em São Paulo, o ministro da Saúde visitou o Instituto do Câncer Arnaldo Vieira, que atende exclusivamente pacientes do SUS. A unidade recebeu um novo acelerador linear, avaliado em R$ 10,4 milhões, que ampliará o acesso à radioterapia. O equipamento reforça o programa Agora Tem Especialistas, criado para reduzir filas de atendimento especializado em todo o país.

Fonte: Só Notícia Boa

Abono salarial PIS/Pasep terá novas regras a partir de 2026

Arte sobre as novas regras do PIS/Pasep para 2026, com fundo azul, notas de reais e ícone de dinheiro.
A arte destaca o anúncio das novas regras do PIS/Pasep para 2026 e o ajuste do limite de renda pela inflação.

O abono salarial do PIS/Pasep terá mudanças importantes a partir de 2026. O governo alterou o critério de renda e, dessa forma, o limite deixará de acompanhar o salário mínimo. A nova regra determina que o valor máximo permitido para receber o benefício será corrigido somente pela inflação medida pelo INPC. Com isso, o programa tende a alcançar menos trabalhadores ao longo dos próximos anos.

A mudança integra o pacote fiscal aprovado no fim de 2024, que busca reduzir gastos obrigatórios e direcionar melhor os recursos. Segundo o Ministério do Trabalho, a atualização pela inflação preserva o poder de compra do benefício e, ao mesmo tempo, evita o crescimento acelerado das despesas públicas.

O que muda no PIS/Pasep

Até 2025, o abono seguiu a regra tradicional: trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos receberam o valor proporcional ao número de meses trabalhados no ano-base, desde que tivessem remuneração média de até dois salários mínimos.

A partir de 2026, o cálculo muda de forma gradual. O limite não acompanhará mais o salário mínimo — que cresce com a inflação e com o PIB — e será corrigido apenas pelo INPC. Dessa forma, o limite avança menos do que o salário mínimo, o que reduz o alcance do programa. O governo projeta que, por volta de 2035, apenas quem ganhou até um salário e meio por mês deve continuar dentro dos critérios.

Por que o critério mudou

O governo afirma que precisava controlar o ritmo de crescimento das despesas. Como o salário mínimo recebe aumentos reais todos os anos, o número de pessoas aptas ao abono também cresce. Esse movimento pressiona o orçamento e desequilibra o sistema.

Ao corrigir o limite pela inflação, o Executivo mantém a referência no custo de vida. Além disso, reforça o foco do programa nos trabalhadores com renda mais baixa. Dessa forma, o governo busca equilibrar responsabilidade fiscal e proteção social.

Regras que permanecem

Mesmo com a mudança no limite de renda, os demais critérios continuam iguais. O trabalhador precisa:

  • ter inscrição mínima de cinco anos no PIS/Pasep;

  • ter trabalhado com carteira assinada por ao menos 30 dias no ano-base;

  • manter a remuneração dentro do limite anual;

  • garantir que os dados enviados pelo empregador estejam corretos no eSocial ou na RAIS.

Essas regras continuam valendo para trabalhadores do setor privado e também para servidores públicos.

Calendário e consulta

O Codefat deve divulgar o calendário oficial do PIS/Pasep 2026 em dezembro. Até lá, o Ministério do Trabalho segue organizando os pagamentos de 2025. Neste ano, a pasta destinou R$ 30,7 bilhões ao programa e, com isso, atendeu aproximadamente 25,8 milhões de trabalhadores.

O último lote extra de 2025 saiu em outubro para quem teve informações enviadas fora do prazo. Todos os beneficiários podem consultar sua situação na Carteira de Trabalho Digital, no Caixa Trabalhador e no Caixa Tem. Assim, o usuário acompanha valores, datas de pagamento e eventuais pendências.

Fonte: G1

Dia D de vacinação contra a Influenza será descentralizado em Porto Velho

Profissional de saúde aplicando vacina no braço de um paciente durante campanha de vacinação contra a Influenza em Porto Velho.
A campanha de vacinação contra a Influenza em Porto Velho será descentralizada e ocorrerá em vários sábados para ampliar o acesso da população.

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) adotou uma nova estratégia para o Dia D de vacinação contra a Influenza em Porto Velho. Diferentemente dos anos anteriores, a mobilização não será realizada em apenas uma data. Agora, ela será distribuída ao longo de vários sábados, o que permite ampliar o acesso da população, melhorar a organização das equipes e, ao mesmo tempo, reduzir a concentração de pessoas nos pontos de atendimento.

A primeira etapa acontecerá neste sábado, 15 de novembro, em locais estratégicos da capital. Com isso, a Semusa espera facilitar o atendimento de públicos diversos e, especialmente, alcançar moradores que encontram dificuldades para se vacinar durante os dias úteis. Além disso, a descentralização tende a tornar o processo mais ágil, já que evita grandes filas em um único dia.

Pontos de vacinação deste sábado

  • USF Nova Floresta – Rua João Paulo I, 2450 – Novo Horizonte – 08h às 17h

  • USF Caladinho – Rua Angico, 5030 – Cohab – 08h às 12h (prédio da USF Amorim de Matos)

  • USF Agenor de Carvalho – Rua Vítor Ferreira Manaíba, 1209 – 07h às 13h

  • Porto Velho Shopping – Avenida Rio Madeira, 3288 – Flodoaldo Pontes Pinto – 10h às 21h

Segundo a Semusa, a nova estratégia oferece mais conforto aos moradores e, além disso, garante maior flexibilidade para quem trabalha durante a semana. Por esse motivo, a gestão decidiu distribuir o Dia D em várias datas. A coordenadora de Imunização, Elizeth Gomes, explica que, ao ampliar os dias de atendimento, a secretaria consegue alcançar um número maior de pessoas e, consequentemente, aumentar a cobertura vacinal. Ela destaca também que a organização em múltiplos sábados evita aglomerações e melhora a logística das equipes.

Quem pode se vacinar

A campanha segue as orientações do Ministério da Saúde e, por isso, atende os grupos prioritários, entre eles:

  • Idosos com 60 anos ou mais

  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos

  • Gestantes e puérperas

  • Profissionais de saúde

  • Povos indígenas e quilombolas

  • Pessoas em situação de rua

  • Professores dos ensinos básico e superior

  • Profissionais das Forças de Segurança, Salvamento e das Forças Armadas

  • Pessoas com deficiência permanente

  • Caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo e portuários

  • População privada de liberdade e servidores do sistema prisional

  • Pessoas com comorbidades, como doenças respiratórias, cardíacas, renais, neurológicas, diabetes, imunossupressão, transplantados e portadores de trissomias

Importância da imunização

A vacinação contra a Influenza permanece como a forma mais eficaz de prevenir casos graves da doença. Além disso, ela reduz internações e contribui para evitar a circulação do vírus, que tem alta transmissibilidade durante o período sazonal. Por essa razão, a Semusa reforça constantemente a importância de manter a caderneta de vacinação atualizada, garantindo proteção individual e coletiva.

As Unidades Básicas de Saúde estarão preparadas para aplicar as doses conforme o cronograma oficial da campanha. Dessa forma, o município reforça o compromisso com o cuidado à população e amplia o alcance das ações de prevenção. O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, destaca que a descentralização fortalece a estratégia de imunização. “Nossa meta é garantir que todas as pessoas dos grupos prioritários tenham acesso à vacina. Assim, conseguimos proteger mais moradores e reduzir os riscos de complicações”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Alero realiza sessão solene para homenagear mulheres que inspiram e transformam Rondônia

Fachada da Alero com bandeiras ao vento e título sobre homenagem a mulheres que inspiram Rondônia.
Capa da reportagem sobre a sessão solene da Alero que homenageia mulheres com atuação marcante no campo, na gestão pública e na justiça.

Reconhecimento ao protagonismo feminino

A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) realizará, na próxima segunda-feira (17), às 10h, uma sessão solene para homenagear mulheres que se destacaram em diferentes áreas no Estado. A iniciativa, proposta pela deputada estadual Ieda Chaves (União Brasil) por meio do Requerimento 2776/2025, concederá Títulos Honoríficos e Medalhas a profissionais cuja atuação contribuiu para o fortalecimento econômico, social e institucional de Rondônia. Além disso, o evento reforça o reconhecimento público de trajetórias que influenciam diretamente o desenvolvimento regional.

A solenidade ocorrerá no auditório Amizael Gomes da Silva e reunirá autoridades, familiares e representantes de diversas instituições públicas e privadas. Ao mesmo tempo, busca valorizar percursos de liderança e inspirar novas gerações, destacando o protagonismo feminino em setores historicamente marcados por desafios e desigualdades.

Deputada estadual Ieda Chaves (União Brasil) (Foto: Thyago Lorentz | Secom ALE/RO)

Segundo a deputada Ieda Chaves, o reconhecimento público fortalece a representatividade e, consequentemente, estimula outras mulheres a seguirem caminhos de excelência. Para ela, destacar essas histórias é uma forma de agradecer e incentivar, além de mostrar como essas lideranças transformam realidades e impulsionam o crescimento de Rondônia.

Destaque para diferentes áreas do Estado

No setor produtivo, a homenageada representa a força da agricultura familiar, da pecuária, da agroindústria e do cooperativismo — pilares essenciais que sustentam o agronegócio rondoniense. Por isso, o reconhecimento evidencia como o trabalho feminino no campo continua influenciando a inclusão social e o desenvolvimento econômico. Além disso, reforça a atuação de mulheres que lideram transformações relevantes no interior do Estado.

Na esfera pública e jurídica, promotoras de Justiça, uma juíza e ex-secretárias municipais de Porto Velho serão destaque pelas contribuições à cidadania, pela ética profissional e pela gestão comprometida com políticas públicas que garantem direitos essenciais. Dessa forma, a sessão solene demonstra como diferentes trajetórias femininas fortalecem a administração pública e ampliam o acesso à justiça. Adicionalmente, evidencia a importância de reconhecer iniciativas que contribuem para instituições mais eficientes e inclusivas.

Para a autora da proposta, as homenagens destacam valores fundamentais para o Estado. Segundo ela, não se tratam apenas de conquistas individuais, mas de contribuições que fortalecem o serviço público e inspiram novas gerações, reafirmando o lugar das mulheres no desenvolvimento de Rondônia.

Lista oficial das homenageadas

A relação aprovada pela Mesa Diretora inclui as seguintes homenageadas:

  • Antonielly Arce Rottoli – Produtora rural

  • Edna Antônia Capeli da Silva Oliveira – Promotora de Justiça

  • Andréa Luciana Damacena Ferreira Engel – Promotora de Justiça

  • Tânia Garcia – Promotora de Justiça

  • Tânia Mara Guirro – Juíza de Direito e ex-secretária municipal de Porto Velho

  • Glayce Anne Barros de Souza Bezerra – Ex-secretária municipal de Porto Velho

  • Gláucia Lopes Negreiros – Ex-secretária municipal de Porto Velho

  • Ivonete Gomes da Silva Costa – Ex-secretária municipal de Porto Velho

Acompanhamento público

Por fim, a solenidade será transmitida pela TV Assembleia e pelos canais oficiais da Alero, permitindo que a população acompanhe o evento em tempo real. Assim, o Parlamento reforça o compromisso com a transparência e com iniciativas que valorizam o protagonismo feminino em Rondônia.

Fonte: Alero

Trump suspende tarifas de 10% sobre produtos agrícolas

Suspensão das tarifas de 10% sobre produtos agrícolas anunciada pelo governo dos EUA.
Arte de capa sobre a suspensão das tarifas de 10% em produtos agrícolas, anunciada pelo governo Trump e que afeta itens exportados pelo Brasil.

Suspensão parcial das tarifas

O governo dos EUA anunciou a suspensão de parte das tarifas de 10% aplicadas a produtos agrícolas importados. A decisão, assinada por Donald Trump, busca aliviar a pressão da inflação sobre o mercado americano. Entretanto, a medida não muda a tarifa extra de 40% aplicada exclusivamente ao Brasil, o que mantém vários setores brasileiros em desvantagem competitiva.

Além disso, a Casa Branca afirma que a mudança considera recomendações técnicas e a necessidade de maior estabilidade no comércio internacional.

Produtos brasileiros ainda afetados

Os itens brasileiros continuam entre os mais prejudicados, pois permanecem sob a tarifa adicional de 40%. Entre os produtos mais afetados estão:

  • café

  • carne bovina

  • frutas brasileiras, como banana, coco e laranja

  • açaí e castanha-do-pará

  • mandioca, tapioca e outros derivados do agro

Assim, apesar da suspensão global, o Brasil ainda enfrenta dificuldades para recuperar participação no mercado dos EUA.

Pressão interna sobre Trump

Nos últimos meses, a inflação dos alimentos nos EUA aumentou consideravelmente. O café, por exemplo, sofreu alta expressiva, já que o país depende quase integralmente de importações. Dessa forma, a tarifa contra o Brasil acabou ampliando o impacto sobre os consumidores.

Segundo dados oficiais, as exportações de café brasileiro para os EUA caíram 47% em setembro, em comparação com 2024. Esse cenário levou o governo americano a recuar parcialmente.

Além disso, durante conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Trump admitiu que o país estava “sentindo falta” de produtos brasileiros, o que reforçou a urgência da mudança.

Impacto direto no setor agrícola

O Brasil é um dos principais fornecedores de alimentos para os EUA. Por isso, qualquer alteração tarifária gera impacto imediato nas exportações. O país, inclusive, lidera o fornecimento de café, ocupa posição estratégica na venda de carne bovina e aparece entre os maiores exportadores de frutas tropicais.

Por outro lado, enquanto o Brasil permanece com tarifa elevada, países concorrentes — como Argentina, Guatemala, Equador e El Salvador — ganham vantagem imediata no acesso ao mercado americano.

Posteriormente, entidades brasileiras comemoraram a suspensão parcial, mas ressaltaram que apenas a revisão da tarifa exclusiva ao país trará alívio real ao setor.

Escassez de carne nos EUA

Os EUA atravessam o menor número de cabeças de gado em mais de 70 anos. Como consequência, o preço da carne bovina subiu, mesmo com o consumo interno mantendo-se forte. Dessa forma, a suspensão das tarifas tende a aumentar a oferta, beneficiando outros exportadores e reduzindo parcialmente a pressão sobre o consumidor americano.

Contudo, as declarações de Trump sobre comprar mais carne da Argentina irritaram produtores locais, mostrando que o tema ainda gera tensão política.

Caminho das negociações

As negociações entre Brasil e EUA avançam desde setembro. O ministro Mauro Vieira e o secretário de Estado Marco Rubio se reuniram duas vezes na última semana. Conforme o ministro, existe chance de anunciar um acordo inicial ainda neste mês.

Além disso, um eventual avanço abriria espaço para discutir a tarifa de 40%, considerada o principal impasse entre os países. O Itamaraty, portanto, aguarda a resposta oficial à proposta enviada em 4 de novembro.

Enquanto isso, diplomatas observam que o governo americano, pressionado pela inflação, tende a acelerar o diálogo para evitar desgaste econômico.

O que vem pela frente

Apesar da suspensão global, os exportadores brasileiros ainda enfrentam incertezas. Contudo, a mudança sinaliza possível flexibilização tarifária, o que aumenta o otimismo do setor. Dessa forma, empresários esperam que a revisão da tarifa direcionada ao Brasil ocorra nas próximas etapas da negociação.

Além disso, analistas afirmam que o impacto político da inflação nos EUA pode estimular novas concessões comerciais. Assim, os próximos dias serão decisivos para definir o ritmo do acordo.

Fonte: BBC Brasil

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