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quarta-feira, outubro 28, 2026
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MPRO orienta reforço de saúde na prisão de Guajará-Mirim

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Saúde prisional em Guajará-Mirim é alvo de recomendação do MPRO
Recomendação prevê saúde mental, capacitação de servidores e protocolos para emergências.

O Ministério Público de Rondônia recomendou medidas para ampliar a assistência de saúde na Casa de Detenção Masculina do município. A saúde prisional em Guajará-Mirim entrou no centro da recomendação após a apuração de possíveis falhas no atendimento a pessoas custodiadas.

A orientação foi dirigida à Secretaria de Estado da Justiça e à direção da unidade. Entre as providências sugeridas estão atendimento psicológico regular, apoio psiquiátrico quando viável, capacitação anual de servidores e protocolos escritos para crises convulsivas e situações com risco à vida.

A recomendação sobre saúde prisional em Guajará-Mirim é um ato extrajudicial. Ela não equivale a sentença, condenação ou reconhecimento definitivo de responsabilidade individual. A Sejus e a direção têm 30 dias para informar quais medidas adotarão ou justificar eventual não acolhimento. O TVdoPOVO acompanha outras notícias de Justiça em Rondônia.

Neste artigo, você vai ver:
  • o que motivou a recomendação;
  • quais medidas de saúde mental foram sugeridas;
  • como deve funcionar a capacitação anual;
  • por que protocolos escritos são necessários;
  • qual é o prazo para resposta institucional.

O que motivou a recomendação sobre saúde prisional em Guajará-Mirim

A atuação começou depois da apuração de relatos sobre possível negativa de atendimento médico, manejo inadequado de uma crise epiléptica e descumprimento de orientação médica em uma ocorrência com risco à vida. Esses pontos foram apresentados como situações sob análise, e não como fatos definitivamente atribuídos a uma pessoa específica.

No caso da saúde prisional em Guajará-Mirim, a finalidade declarada é prevenir novos problemas e organizar fluxos de atendimento. A recomendação busca orientar a administração para que ocorrências de saúde recebam resposta técnica, registro e encaminhamento adequado.

Medidas recomendadas
Atendimento: acompanhamento psicológico regular e psiquiatria quando viável.
Capacitação: treinamento anual para agentes penais e integrantes do GAPE.
Emergências: protocolos escritos para crises convulsivas e risco à vida na saúde prisional em Guajará-Mirim.

Saúde mental é um dos pontos centrais

A apuração mencionada pelo MPRO indicou ausência de profissional de psicologia na unidade e falta de capacitações específicas, no período analisado, sobre saúde mental, depressão e prevenção de situações graves. Por isso, a recomendação propõe atendimento psicológico regular e acompanhamento psiquiátrico quando houver viabilidade.

O reforço da saúde prisional em Guajará-Mirim pretende favorecer a identificação precoce de sofrimento psíquico e de situações que podem evoluir para risco à própria vida. A recomendação não significa que esses profissionais já estejam disponíveis ou que o atendimento tenha começado.

Capacitação anual deve orientar servidores

Agentes penais e integrantes do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais deverão receber treinamento anual, caso a medida seja acolhida. O conteúdo deve abordar sinais de sofrimento mental, prevenção de autoagressão, identificação de risco e procedimentos adequados para acionar os serviços de saúde.

Na saúde prisional em Guajará-Mirim, a capacitação não é apresentada como punição aos servidores. O objetivo é reduzir improvisações, proteger pessoas custodiadas e oferecer maior segurança técnica às equipes que atuam diariamente na unidade.

Pontos de atenção
Crise convulsiva: deve ser tratada como ocorrência de saúde.
Sofrimento psíquico: sinais precisam ser reconhecidos antes do agravamento.
Limite: treinamento e protocolo não substituem avaliação médica.

Protocolos devem organizar a resposta a emergências

O MPRO também recomendou procedimentos padronizados para crises convulsivas e ocorrências com risco à vida. Os documentos devem orientar como agir, quando acionar a equipe de saúde, como encaminhar a pessoa custodiada e de que maneira registrar o atendimento.

Para a saúde prisional em Guajará-Mirim, o protocolo funciona como guia para a primeira resposta. Ele não substitui consulta, diagnóstico, socorro médico ou transferência para outra unidade quando o estabelecimento não tiver condições de prestar a assistência necessária.

Sejus e direção têm 30 dias para responder

A Secretaria de Estado da Justiça e a direção da Casa de Detenção Masculina devem informar ao Ministério Público quais providências serão adotadas. Caso alguma orientação não seja acolhida, a instituição deverá apresentar justificativa dentro do prazo.

O prazo relacionado à saúde prisional em Guajará-Mirim é para resposta institucional e não representa aplicação automática de sanção. Novos passos dependerão do conteúdo apresentado pela Sejus e pela direção da unidade.

Prazo e próximos passos
Sejus: deve informar as providências planejadas.
Direção: também precisa responder sobre a realidade da unidade.
Não acolhimento: deverá ser acompanhado de justificativa.

A Lei de Execução Penal estabelece que a assistência à saúde da pessoa presa deve ter caráter preventivo e curativo. Quando o estabelecimento não puder oferecer o atendimento necessário, a assistência médica deve ser prestada em outro local, mediante autorização da direção.

O fortalecimento da saúde prisional em Guajará-Mirim interessa às pessoas custodiadas, familiares, servidores, profissionais de saúde e órgãos de controle. O acompanhamento agora depende da resposta institucional e das providências que forem efetivamente implementadas.

Parque da Cidade terá feira com cerca de 20 animais para adoção

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Feira de adoção em Porto Velho reúne cães e gatos no Parque da Cidade
Evento terá cães e gatos resgatados disponíveis para adoção responsável neste sábado.

Quem deseja adotar um cão ou gato terá uma nova oportunidade neste sábado, 18 de julho, no Parque da Cidade. A feira de adoção em Porto Velho será realizada das 16h às 18h30, com entrada gratuita e cerca de 20 animais disponíveis.

Haverá filhotes e adultos de pequeno, médio e grande porte. Os animais foram resgatados de situações de abandono ou maus-tratos e passaram por recuperação médica e cuidados especializados antes de serem apresentados às famílias interessadas.

A feira de adoção em Porto Velho não funciona como entrega automática. A equipe avaliará as condições da família e o ambiente onde o animal viverá. Para conhecer resultados de uma ação anterior, o TVdoPOVO publicou uma reportagem sobre a adoção de cães e gatos no Parque da Cidade.

Neste artigo, você vai ver:
  • data, horário e local do evento;
  • quais documentos devem ser apresentados;
  • como funcionará a avaliação para adoção;
  • quais cuidados considerar antes de escolher um pet;
  • como será a distribuição de fichas para castração.

Quando será a feira de adoção em Porto Velho

A programação ocorrerá no sábado, no fim da tarde, em uma área de circulação do Parque da Cidade. A feira de adoção em Porto Velho estará aberta à comunidade das 16h às 18h30 e não terá cobrança de entrada.

Segundo a organização, estarão disponíveis aproximadamente 20 cães e gatos. O número pode variar conforme as condições dos animais e o andamento das adoções durante o evento. Por isso, a presença de determinado porte, idade ou perfil não deve ser tratada como garantida até o fim da programação.

Serviço para o público
Data: sábado, 18 de julho de 2026.
Horário: das 16h às 18h30.
Local: Parque da Cidade, em Porto Velho.

Quais animais estarão na feira de adoção em Porto Velho

Na feira de adoção em Porto Velho, os animais adultos estarão vacinados, castrados e identificados com microchip. A chipagem auxilia na identificação e no registro, mas não substitui os cuidados diários, a segurança do imóvel nem o acompanhamento veterinário.

Os filhotes terão a castração assegurada quando atingirem a idade recomendada. Isso não significa que o procedimento será realizado no dia do evento. A família deverá seguir as orientações fornecidas pela equipe e acompanhar o encaminhamento futuro.

O que levar para participar da adoção

O interessado na feira de adoção em Porto Velho deve apresentar documento oficial com foto e comprovante de residência. Também será necessário demonstrar condições adequadas para receber o animal, considerando espaço seguro, rotina, tempo disponível e capacidade de assumir os custos básicos.

A adoção precisa ser decidida por todas as pessoas que vivem na residência. Quando já existem outros animais na casa, é importante informar a equipe e conversar sobre adaptação, convivência e cuidados sanitários.

Documentos e compromisso
Identificação: leve documento oficial com foto.
Endereço: apresente comprovante de residência.
Responsabilidade: esteja preparado para explicar como será a rotina do animal.

Fichas de castração serão limitadas

Durante a feira de adoção em Porto Velho, também está prevista a distribuição de fichas para castração gratuita de cães e gatos. O atendimento dependerá da disponibilidade, e a quantidade de fichas não foi informada na publicação oficial.

Quem já possui um animal pode procurar a equipe para entender os critérios, a agenda e o encaminhamento. A entrega de uma ficha não deve ser confundida com procedimento imediato no Parque da Cidade.

Adoção responsável começa antes do evento

Participar da feira de adoção em Porto Velho exige mais do que escolher um animal pela aparência. A família deve avaliar despesas com alimentação, vacinação, medicamentos, atendimento veterinário, higiene e segurança, além do período de adaptação.

Antes de adotar
Tempo: a família consegue acompanhar a adaptação e a rotina?
Espaço: o imóvel é seguro e compatível com o porte do animal?
Custos: alimentação, saúde e prevenção foram incluídas no orçamento?

Quem decidir visitar a feira de adoção em Porto Velho deve chegar dentro do horário, levar os documentos e conversar com a equipe sobre o perfil mais adequado para sua casa. O serviço é gratuito, mas a adoção dependerá de avaliação e compromisso de longo prazo.

Zoneamento orienta janelas de menor risco para soja em Rondônia

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ZARC da soja orienta planejamento da safra 2026/2027 em Rondônia
Produtor deve conferir município, solo, cultivar, período e risco antes da semeadura.

Produtores de Rondônia já podem consultar as janelas de menor risco climático para planejar a safra 2026/2027. O ZARC da soja foi aprovado pela Portaria SPA/Mapa nº 207, de 30 de junho de 2026, com regras específicas para a cultura de sequeiro no estado.

O zoneamento não autoriza o plantio de maneira automática nem garante produtividade. Antes de semear, o produtor precisa conferir município, tipo de solo, água disponível, grupo de cultivar, período de dez dias indicado na tabela e nível de risco aceito para a propriedade.

O ZARC da soja funciona como ferramenta de planejamento e gestão de risco. Ele deve ser usado junto com assistência técnica, calendário fitossanitário e análise econômica. Quem acompanha a produção estadual pode consultar também as notícias do agro no TVdoPOVO.

Neste artigo, você vai ver:
  • o que o ZARC da soja define para Rondônia;
  • como cruzar município, solo, cultivar e período;
  • quais níveis de risco aparecem na portaria;
  • como o vazio sanitário interfere no planejamento;
  • o que o zoneamento não consegue garantir.

O que o ZARC da soja define para a safra

O ZARC da soja aponta épocas e locais em que a probabilidade de perda causada por condições climáticas tende a ser menor. O estudo considera chuva, armazenamento de água no solo, ciclo da cultivar e fases importantes da lavoura, como estabelecimento, floração e enchimento de grãos.

A portaria trabalha com faixas de risco de 20%, 30% e 40%. Isso significa que o produtor precisa escolher a combinação compatível com as regras do financiamento, do seguro rural e da própria estratégia de produção. A indicação não elimina seca, excesso de chuva, doenças ou problemas de manejo.

Dados principais da portaria
Norma: Portaria SPA/Mapa nº 207/2026.
Safra: ciclo 2026/2027 em Rondônia.
Finalidade: orientar decisões conforme o risco climático.

Como consultar o ZARC da soja corretamente

Na consulta ao ZARC da soja, não basta localizar o nome do município. O produtor deve identificar a classe de água disponível no solo, o grupo da cultivar e o decêndio de semeadura. Decêndio é cada intervalo de dez dias usado nas tabelas oficiais.

A portaria considera classes de água disponível de AD1 a AD6, mas a presença do município no anexo não torna toda a área automaticamente indicada. Solos muito rasos, excessivamente pedregosos, áreas de preservação permanente e várzeas com drenagem inadequada exigem atenção e podem não ser aptos.

Checklist antes de definir o plantio
Município: consulte a linha correspondente na tabela oficial.
Solo: confira profundidade, drenagem e capacidade de armazenar água.
Cultivar: identifique ciclo, grupo e período correspondente.

Municípios precisam verificar a tabela individualmente

Produtores de Vilhena, Cerejeiras, Colorado do Oeste, Chupinguaia, Pimenta Bueno, Espigão do Oeste, Ariquemes, Cacoal, Ji-Paraná, Porto Velho e outros municípios devem consultar o anexo sem generalizar uma região inteira. No ZARC da soja, a janela pode variar conforme solo, cultivar e risco escolhido.

A decisão também deve considerar histórico da área, conservação do solo, previsão climática de curto prazo, disponibilidade de máquinas, sementes, insumos e capacidade operacional. Uma janela indicada pode perder utilidade quando o manejo é inadequado ou quando a semeadura ocorre fora das condições reais da propriedade.

Vazio sanitário e calendário de semeadura continuam obrigatórios

O planejamento pelo ZARC da soja não substitui as regras de prevenção da ferrugem asiática. Em Rondônia, a norma estadual estabelece vazio sanitário de 10 de junho a 10 de setembro de 2026 e calendário de semeadura de 11 de setembro de 2026 a 9 de janeiro de 2027.

O produtor deve consultar a Instrução Normativa da Idaron, eliminar plantas voluntárias e cumprir os procedimentos de cadastro e sanidade. Plantio fora do calendário depende de autorização excepcional nas hipóteses previstas.

O que o zoneamento não garante
Produtividade: resultado depende de clima, solo, cultivar e manejo.
Crédito e seguro: contratação segue regras próprias de cada instituição.
Falha zero: eventos climáticos adversos continuam possíveis.

Planejamento deve combinar tabela e assistência técnica

Antes de comprar sementes ou contratar financiamento, o produtor deve baixar a portaria, localizar o município e confirmar a combinação de solo, cultivar, decêndio e risco. O ZARC da soja ajuda a organizar a decisão, mas não substitui agrônomo, planejamento financeiro nem acompanhamento da lavoura.

A recomendação é guardar a tabela consultada, registrar a cultivar utilizada e verificar com banco ou seguradora quais condições serão exigidas. A decisão final deve considerar as características reais da propriedade e o calendário sanitário vigente em Rondônia.

Nova unidade reunirá cuidado de gestantes de alto risco em Porto Velho

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Creami Porto Velho atenderá gestantes de alto risco encaminhadas pela UBS
Pacientes serão encaminhadas pela UBS e pela Central de Regulação conforme o risco gestacional.

Gestantes de alto risco de Porto Velho terão atendimento especializado em uma unidade municipal criada para reunir consultas, exames e apoio multiprofissional. O Creami Porto Velho, nome usado para o Centro Regional Especializado de Atenção Materno Infantil Madeira-Mamoré, tem entrega anunciada para esta sexta-feira, 17 de julho, no bairro Tancredo Neves.

O acesso não será por procura direta. A gestante deve iniciar ou manter o pré-natal na Unidade Básica de Saúde do bairro. Quando a equipe identificar uma gestação de alto risco, o encaminhamento deverá passar pela Central de Regulação, por meio do Sisreg.

O Creami Porto Velho foi planejado para concentrar etapas que hoje podem exigir deslocamentos entre diferentes pontos da rede. A paciente deve continuar seguindo as orientações da UBS e pode acompanhar outras notícias de saúde no TVdoPOVO.

Neste artigo, você vai ver:
  • quem será atendido no Creami Porto Velho;
  • como começa o encaminhamento pela UBS;
  • qual é o papel da regulação e do Sisreg;
  • quais serviços estarão reunidos na unidade;
  • quando a gestante deve buscar atendimento de urgência.

Quem será atendido no Creami Porto Velho

Gestação de alto risco é aquela em que uma condição clínica, um histórico de saúde ou uma alteração identificada durante o pré-natal exige acompanhamento diferenciado. A classificação deve ser feita pela equipe responsável, e não pela própria paciente.

A proposta do Creami Porto Velho é atender mulheres encaminhadas pela rede municipal após avaliação na Atenção Primária. A unidade não foi apresentada como porta aberta para todas as gestantes nem como substituta das consultas regulares realizadas na UBS.

Caminho antes da consulta especializada
1. Pré-natal: a gestante começa o acompanhamento na UBS do território.
2. Avaliação: a equipe verifica se há necessidade de cuidado especializado.
3. Regulação: o encaminhamento é organizado pela Central de Regulação no Sisreg.

Como acessar o Creami Porto Velho pela rede municipal

Quando a UBS identifica risco gestacional, o caso é encaminhado para a Central de Regulação. O Sisreg registra e organiza a solicitação de acordo com o fluxo municipal. Estar registrado no sistema não significa consulta imediata, pois ainda pode haver análise e definição de agenda.

Depois da primeira consulta no Creami Porto Velho, os retornos devem ser organizados pela própria equipe médica conforme a necessidade clínica e o nível de risco. A paciente deve manter documentos, exames e informações do pré-natal disponíveis para o acompanhamento.

O que conferir com a UBS
Encaminhamento: pergunte se a solicitação já foi registrada.
Contato: mantenha telefone e endereço atualizados.
Pré-natal: continue comparecendo às consultas até receber nova orientação.

Serviços previstos no Creami Porto Velho

A carteira anunciada inclui triagem, atendimento de enfermagem, assistência social, psicologia, nutrição, fisioterapia, consulta com obstetra e ultrassonografia na própria unidade. Cada paciente deverá receber apenas os atendimentos indicados para sua condição.

A estrutura conta com dez consultórios, sala de ultrassonografia, sala de estabilização, espaço Mamãe Bebê, sala de estudos, copa e banheiros. O endereço informado é Avenida José Amador dos Reis, no bairro Tancredo Neves. A presença do aparelho na unidade não significa que o exame será liberado sem avaliação e encaminhamento.

Atendimento reunido no mesmo local
Entrada clínica: triagem e atendimento de enfermagem.
Apoio multiprofissional: psicologia, nutrição, serviço social e fisioterapia.
Cuidado obstétrico: consulta especializada e ultrassonografia conforme indicação.

Unidade não substitui serviços de urgência

O Creami Porto Velho será destinado a consultas e acompanhamento programado. Sangramento vaginal, dor abdominal forte ou persistente, pressão elevada, alterações na visão, perda de líquido, febre ou redução dos movimentos do bebê exigem avaliação rápida no serviço indicado pela rede.

Nessas situações, a gestante deve procurar a maternidade de referência, uma unidade de urgência ou acionar o Samu 192 quando necessário. Não é recomendado aguardar uma consulta agendada no centro especializado diante de sinais de alerta.

Para o atendimento programado no Creami Porto Velho, o passo mais seguro é manter o pré-natal atualizado, seguir a orientação da UBS e acompanhar o encaminhamento pela regulação municipal.

Concurso do CREA-RO entra na reta final de inscrições

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Concurso CREA-RO recebe inscrições para cargos de nível médio e técnico
Candidatos devem concluir o cadastro até as 23h de 20 de julho pelo Instituto Quadrix.

Candidatos de nível médio e técnico têm até as 23h de 20 de julho para concluir a inscrição. O concurso CREA-RO é organizado pelo Instituto Quadrix e reúne oportunidades para Assistente Administrativo e Agente Fiscal em diferentes municípios de Rondônia.

A versão atualizada do edital apresenta 620 oportunidades, sendo 11 vagas efetivas e 609 para formação de cadastro reserva. A carga horária indicada no quadro oficial é de 44 horas semanais, com salários-base de R$ 1.621 para Assistente Administrativo e R$ 2.221,71 para Agente Fiscal.

As provas estão previstas para 16 de agosto, no período da tarde, em Ji-Paraná, Porto Velho e Vilhena. Quem acompanha outras seleções pode consultar também a página de concursos no TVdoPOVO. No concurso CREA-RO, cidade de prova e cidade de lotação são informações diferentes.

Neste artigo, você vai ver:
  • até quando é possível se inscrever;
  • quais cargos aparecem no concurso CREA-RO;
  • salários, benefícios e taxas;
  • data das provas e cuidados antes do pagamento.

Prazo de inscrição termina em 20 de julho

A inscrição no concurso CREA-RO deve ser feita exclusivamente pela internet, no site do Instituto Quadrix. O sistema ficará disponível até as 23h de 20 de julho, considerando o horário oficial de Rondônia.

O pagamento da taxa poderá ser realizado até 21 de julho. A inscrição no concurso CREA-RO somente será homologada depois da confirmação do pagamento ou do deferimento da isenção. O edital orienta o candidato a conferir se o beneficiário indicado na transação é o Instituto Quadrix e a guardar o comprovante.

Datas para não perder
Inscrição: até 20 de julho, às 23h.
Pagamento: até 21 de julho.
Provas: previstas para 16 de agosto, à tarde.

Cargos, salários e cidades de lotação

O concurso CREA-RO oferece o cargo de Assistente Administrativo para candidatos com nível médio e o cargo de Agente Fiscal para quem possui formação técnica exigida no edital. Para Agente Fiscal, também é necessária Carteira Nacional de Habilitação na categoria B ou superior, válida e regular.

As lotações abrangem Ariquemes, Cacoal, Guajará-Mirim, Jaru, Ji-Paraná, Pimenta Bueno, Porto Velho, Rolim de Moura e Vilhena, conforme o cargo. O cadastro reserva poderá ser utilizado apenas se surgirem vagas e houver interesse e necessidade do Conselho durante a validade da seleção.

Cargos e valores
Assistente Administrativo: salário-base de R$ 1.621 e taxa de R$ 60.
Agente Fiscal: salário-base de R$ 2.221,71 e taxa de R$ 62.
Vale-alimentação: R$ 1.200 mensais, além de outros benefícios condicionados às regras.

Benefícios previstos no edital atualizado

Além do salário-base, o concurso CREA-RO prevê vale-alimentação de R$ 1.200 por mês, pagamento parcial de auxílio-saúde para o titular, auxílio-faculdade para a primeira graduação e vale-transporte conforme a legislação.

Para Agente Fiscal, o edital menciona bonificação de R$ 500 por dedicação exclusiva à fiscalização e gratificação de produtividade de R$ 1.000, condicionada à entrega de 100 relatórios mensais válidos. Esses valores seguem critérios próprios e não devem ser somados como remuneração garantida em todos os meses.

Como serão as provas do concurso CREA-RO

A prova objetiva será aplicada a todos os candidatos. Para Agente Fiscal, haverá também prova discursiva. Os locais e horários devem ser divulgados em 11 de agosto, e o candidato precisará consultar individualmente o comprovante definitivo de inscrição.

O edital atualizado deve ser lido antes da inscrição porque concentra requisitos, atribuições, cidades, conteúdo das provas e regras de contratação.

Checklist antes de finalizar
Cargo: confirme escolaridade, requisitos e cidade de lotação.
Dados: revise CPF, telefone, e-mail e demais informações.
Comprovantes: guarde o registro da inscrição e o pagamento.

Quem pretende disputar uma vaga no concurso CREA-RO deve evitar deixar o cadastro para as últimas horas. Falhas técnicas, dados incompletos ou pagamento após o vencimento podem impedir a homologação da inscrição.

Após concluir o cadastro no concurso CREA-RO, o candidato deve acompanhar a página da banca, conferir a homologação e consultar o local de prova na data prevista.

TJRO mantém pena de PM flagrado armado após porte suspenso

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Condenação por porte ilegal de arma é mantida pelo TJRO em Rondônia
Câmara Criminal rejeitou o recurso da defesa e preservou a pena de dois anos.

A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia manteve a pena de um policial militar flagrado com um revólver calibre 38 na BR-364, em Jaru. A condenação por porte ilegal foi confirmada por decisão unânime após a rejeição dos pedidos apresentados pela defesa.

Segundo o TJRO, o fato ocorreu em 5 de junho de 2022, no quilômetro 420 da rodovia. Durante abordagem da Polícia Rodoviária Federal, os agentes encontraram a arma carregada com cinco munições. Na época, o direito de porte estava suspenso por ato administrativo da corporação.

A condenação por porte ilegal preservou a pena de dois anos de reclusão e o regime inicial semiaberto. O processo trata de responsabilidade individual e não deve ser generalizado para a Polícia Militar. Para entender o contexto nacional do controle de armamentos, o TVdoPOVO também publicou dados sobre a redução de registros de armas para defesa pessoal.

Neste artigo, você vai ver:
  • qual decisão foi tomada pela Câmara Criminal;
  • o que a defesa pediu no recurso;
  • como a condenação por porte ilegal foi analisada pela Justiça;
  • quais fundamentos mantiveram o regime semiaberto.

O que a Câmara Criminal decidiu

O julgamento da apelação ocorreu em sessão eletrônica realizada entre 6 e 10 de julho de 2026. A condenação por porte ilegal foi mantida pelos integrantes da 1ª Câmara Criminal, que rejeitaram todos os pedidos feitos no recurso.

A relatoria foi de Francisco Borges, com participação de Osny Claro e Aldemir de Oliveira. A informação publicada pelo tribunal não deve ser interpretada como confirmação de trânsito em julgado, prisão imediata ou encerramento definitivo de todas as possibilidades processuais.

Dados principais da decisão
Resultado: recurso da defesa rejeitado por unanimidade.
Pena: dois anos de reclusão.
Regime: início no semiaberto, conforme a decisão divulgada.

Quais pedidos foram apresentados pela defesa

A defesa pediu absolvição e sustentou que a conduta não teria produzido perigo concreto. Também alegou erro de proibição, argumento usado quando se afirma que o acusado não tinha consciência da ilicitude da conduta.

De forma alternativa, foram solicitadas a redução da pena, a mudança do regime inicial para o aberto e a substituição da prisão por penas restritivas de direitos. Na análise da condenação por porte ilegal, nenhum desses pedidos foi acolhido.

Pedidos analisados no recurso
Absolvição: rejeitada pelos julgadores.
Regime aberto: alteração não concedida.
Pena alternativa: substituição também foi negada.

O que a condenação por porte ilegal considerou sobre o perigo concreto

Ao manter a condenação por porte ilegal, a Câmara Criminal aplicou o entendimento de que o delito é de perigo abstrato e de mera conduta. Em linguagem direta, isso significa que a configuração do crime não depende de disparo, ameaça específica ou utilização da arma em outro delito.

O artigo 14 do Estatuto do Desarmamento trata de portar, transportar, manter sob guarda ou ocultar arma de fogo de uso permitido sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar. No caso analisado, o tribunal considerou relevante a suspensão administrativa do porte.

Entenda o ponto jurídico
Perigo abstrato: não exige demonstração de ameaça contra pessoa determinada.
Mera conduta: o ato sem autorização válida pode configurar o delito.
Porte suspenso: a autorização administrativa não estava válida no momento do flagrante.

Como ocorreu o flagrante na BR-364

A abordagem ocorreu no município de Jaru. Conforme a publicação oficial, a PRF localizou o revólver calibre 38 com cinco munições dentro do veículo. A condenação por porte ilegal levou em conta que o policial estava afastado das funções desde 2019 e que a suspensão do porte havia sido formalizada em 2020.

Essas circunstâncias foram avaliadas no processo específico. A decisão não autoriza conclusões sobre outros integrantes da corporação e não transforma situações distintas em casos equivalentes.

Por que o regime semiaberto foi mantido

Segundo o TJRO, reincidência e antecedentes criminais foram considerados para preservar o regime inicial semiaberto. Esses fatores também impediram a substituição da prisão por penas restritivas de direitos na condenação por porte ilegal.

A decisão divulgada confirma apenas o resultado da apelação: pena mantida e pedidos rejeitados. Uma eventual nova movimentação processual dependerá das medidas cabíveis e do andamento registrado nos autos.

Para Rondônia, a condenação por porte ilegal reforça o debate sobre validade do porte funcional, cumprimento de suspensões administrativas e aplicação do Estatuto do Desarmamento. O caso também mostra que a condição profissional, isoladamente, não afasta a necessidade de autorização válida.

Bairro perto de tudo melhora a vida e muda a cidade em Rondônia

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Mariana Monteiro e Liza Maria Andrade debatem bairros sustentáveis em Rondônia no PontoDeVista
Mariana Monteiro entrevista Liza Maria Andrade sobre participação popular, jardins de chuva, mobilidade e bairros caminháveis.

Bairros sustentáveis em Rondônia começam com algo simples: ouvir quem mora no lugar. Esse é o ponto de partida do quarto episódio da série “Ocupação Urbana”, do programa PontoDeVista, produzido pela Câmara dos Deputados.

Mariana Monteiro conversa com Liza Maria Andrade, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília e coordenadora do Laboratório Periférico. A entrevista fala de ruas caminháveis, jardins de chuva, transporte público, economia local e participação popular.

Os exemplos apresentados vêm principalmente do Distrito Federal, mas ajudam a olhar para Porto Velho e o interior. Criar bairros sustentáveis em Rondônia significa aproximar casa, escola, saúde, comércio, trabalho, lazer e áreas verdes sem copiar modelos que não combinam com a realidade amazônica.

▶️ Ative o som e acompanhe o episódio completo

A professora mostra como pequenas decisões no bairro podem melhorar mobilidade, drenagem, segurança e qualidade de vida.

Como criar bairros sustentáveis em Rondônia ouvindo moradores

Liza defende que técnicos e governos escutem quem conhece a rotina da rua. O morador sabe onde falta iluminação, qual trecho alaga, quanto tempo leva até o ônibus e onde crianças e idosos enfrentam riscos.

Para criar bairros sustentáveis em Rondônia, a participação precisa ocorrer antes de a obra estar pronta. Em Porto Velho, o Plano Diretor Participativo oferece uma referência para acompanhar o crescimento e cobrar que as decisões públicas considerem território, ambiente e necessidades sociais.

▶️ Veja por que o planejamento precisa ouvir os bairros

A convidada explica por que uma única audiência nem sempre revela os problemas de cada comunidade.

Bairro bom precisa ter vida, serviço e oportunidade

A sustentabilidade apresentada no episódio não se limita a plantar árvores. Ela reúne quatro dimensões: ambiental, social, econômica e cultural. Isso envolve saneamento, moradia acessível, equipamentos públicos, emprego próximo e valorização das iniciativas locais.

Os bairros sustentáveis em Rondônia precisam evitar a lógica de cidade-dormitório, na qual o morador atravessa longas distâncias para trabalhar, estudar ou receber atendimento. Quanto mais serviços existem perto de casa, menor é o peso do deslocamento no bolso e no tempo da família.

O bairro precisa combinar

Ambiente: árvores, água, saneamento e conforto térmico.

Vida cotidiana: escola, saúde, lazer e transporte.

Renda: comércio, trabalho e economia de vizinhança.

Identidade: cultura, memória e participação comunitária.

▶️ Assista ao trecho sobre bairros sustentáveis

Liza relaciona saúde, áreas verdes, moradia, transporte e economia local.

Jardins de chuva ajudam a criar bairros sustentáveis em Rondônia

O jardim de chuva é uma área preparada para receber parte da água que escorre pela rua. Solo, vegetação e desenho adequado ajudam a reter e infiltrar água, reduzindo a pressão sobre a drenagem convencional.

Em Porto Velho, soluções desse tipo ajudam a aproximar os bairros sustentáveis em Rondônia das condições locais de chuva e calor. Elas devem funcionar junto com limpeza urbana, manutenção, galerias, saneamento e proteção dos cursos d’água.

Rondônia em foco

Solução verde precisa de cuidado contínuo

Projeto: o local deve ser escolhido com critério técnico.

Manutenção: lixo e sedimentos não podem bloquear o funcionamento.

Participação: moradores podem ajudar a preservar o paisagismo e cobrar resultados.

▶️ Entenda como funciona um jardim de chuva

O episódio mostra por que pavimentação, água e vegetação precisam ser planejadas juntas.

Caminhar só é opção quando a rua oferece segurança

Uma cidade caminhável precisa de calçada contínua, sombra, iluminação, comércio, transporte público e conexão com bicicletas. A chamada cidade de 15 minutos resume a ideia de encontrar serviços importantes perto da moradia.

Nos bairros sustentáveis em Rondônia, esse conceito deve ser adaptado ao calor, às chuvas e às distâncias de cada município. Não adianta copiar um modelo estrangeiro sem considerar quem mora no bairro e quanto custa viver ali.

▶️ Veja o trecho sobre cidades caminháveis

A professora fala sobre transporte, bicicletas, fachadas ativas e serviços próximos.

Urbanismo tático fortalece bairros sustentáveis em Rondônia

O urbanismo tático transforma ideias simples em testes reais. Uma horta, um parquinho ou a recuperação de uma área usada como depósito de lixo podem mostrar novas possibilidades para o espaço.

Essas iniciativas ajudam a fortalecer bairros sustentáveis em Rondônia, mas não substituem o dever do poder público. A comunidade pode iniciar, participar e fiscalizar; obras estruturais, segurança e manutenção continuam sendo responsabilidade governamental.

Do problema para a ação

Ouça: registre as necessidades de quem usa o espaço.

Teste: faça uma intervenção simples, segura e reversível.

Cobre: leve o resultado ao poder público e acompanhe a continuidade.

▶️ Assista ao trecho sobre urbanismo tático

Liza explica como hortas e parquinhos podem iniciar a recuperação de áreas abandonadas.

O episódio mostra que bairros sustentáveis em Rondônia não nascem apenas de grandes obras. Eles dependem de escuta, serviços próximos, mobilidade, infraestrutura verde e continuidade.

A mudança começa no bairro, mas precisa chegar ao orçamento e às políticas públicas. O programa completo está disponível no canal da Câmara dos Deputados no YouTube.

Famílias podem pedir avaliação para cuidado de idosos em casa pelo SUS

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Padi Brasil prevê cuidado domiciliar para pessoas idosas pelo SUS
Inclusão no programa depende de avaliação da Atenção Primária e da organização do município.

Famílias de Rondônia que cuidam de pessoas idosas com grande dificuldade para sair de casa podem buscar orientação na rede pública. O Padi Brasil é o programa do SUS voltado ao atendimento domiciliar de pessoas com 60 anos ou mais restritas ao domicílio.

A inclusão não é automática. O município precisa ter equipe habilitada e aderir ao programa, enquanto a pessoa idosa deve passar por avaliação da Atenção Primária. Em Porto Velho e nos demais municípios rondonienses, o caminho inicial é procurar a Unidade Básica de Saúde de referência ou conversar com o Agente Comunitário de Saúde.

O Padi Brasil oferece cuidado programado e não substitui Samu, UPA ou hospital em situações de urgência. A família também pode acompanhar outras orientações de saúde para pessoas idosas em Rondônia publicadas pelo TVdoPOVO.

Neste artigo, você vai ver:
  • quem pode ser avaliado pelo Padi Brasil;
  • como pedir orientação na UBS;
  • qual é o papel das equipes multiprofissionais;
  • por que a adesão municipal deve ser confirmada;
  • quando procurar atendimento de urgência.

Quem pode ser avaliado para o cuidado em casa

O público do Padi Brasil inclui pessoas com 60 anos ou mais que estejam restritas ao domicílio. A prioridade envolve idosos com condições crônicas estáveis ou estabilizadas, comprometimento funcional ou cognitivo, fragilidade e maior vulnerabilidade clínica ou social.

Estar restrito ao domicílio significa enfrentar grande dificuldade ou impossibilidade de sair de casa por causa da condição de saúde. Isso não significa que toda pessoa acamada ou com mobilidade reduzida será incluída automaticamente, pois a equipe precisa avaliar a situação e o fluxo disponível no município.

Antes de criar expectativa
Adesão: pergunte se o município já participa do programa.
Avaliação: confirme como a UBS encaminha o caso para a equipe responsável.
Documentos: reúna relatórios e informações de saúde já disponíveis.

Como pedir avaliação do Padi Brasil na UBS

A família deve procurar a UBS que acompanha o endereço da pessoa idosa, explicar a dificuldade de locomoção e pedir orientação sobre o atendimento domiciliar. Quando houver acompanhamento territorial, o Agente Comunitário de Saúde pode ajudar a comunicar a necessidade à equipe.

No Padi Brasil, a solicitação inicia uma análise e não representa aprovação imediata. A equipe pode considerar condição de saúde, funcionalidade, ambiente da casa, apoio de familiares ou cuidadores e necessidade de acompanhamento regular.

Caminho prático para a família
1. Procure a UBS: informe a limitação de locomoção e a rotina de cuidados.
2. Peça orientação: pergunte qual é o fluxo adotado pelo município.
3. Aguarde a avaliação: acompanhe o retorno pelos canais informados pela equipe.

O que a equipe multiprofissional pode fazer

As ações do Padi Brasil são desenvolvidas pelas equipes multiprofissionais da Atenção Primária, conhecidas como eMulti, em articulação com a UBS e outros pontos da rede. A composição reúne profissionais de diferentes áreas, conforme a organização local.

O cuidado pode incluir avaliação multidimensional, elaboração e acompanhamento de um plano de cuidados, orientação à família e apoio aos cuidadores. Isso não significa visita de todas as especialidades em todos os casos. A frequência e os profissionais envolvidos dependem das necessidades identificadas.

O que pode fazer parte do cuidado
Avaliação: análise da saúde, funcionalidade, autonomia e riscos.
Plano de cuidados: organização das ações conforme a necessidade.
Apoio familiar: orientações para cuidadores e pessoas responsáveis.

Por que o programa pode ajudar famílias de Rondônia

Em Rondônia, o Padi Brasil pode ter importância especial para famílias que enfrentam longas distâncias, estradas rurais, transporte limitado e dificuldade para levar uma pessoa idosa até a unidade de saúde. O atendimento, porém, depende da organização e da adesão de cada município.

A orientação vale para moradores de Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Vilhena e outras localidades, sem presumir que o serviço esteja disponível em todos esses lugares. A confirmação deve ser feita na UBS ou na Secretaria Municipal de Saúde.

Quando procurar atendimento de urgência

O Padi Brasil organiza cuidado programado e acompanhamento pela Atenção Primária. Em caso de piora súbita, falta de ar, dor intensa, confusão, queda com ferimento, sangramento ou outra situação urgente, a família deve procurar o serviço adequado do município.

A Portaria GM/MS nº 9.584/2025 instituiu o programa e definiu o cuidado coordenado pela Atenção Primária. Para buscar o Padi Brasil, a orientação prática é confirmar a disponibilidade local, solicitar avaliação e manter o acompanhamento regular da UBS.

Obras de R$ 65 milhões ampliam rede elétrica no sul de Rondônia

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Energia em Espigão avança com obras de subestação e linha de alta tensão
Projeto reúne nova subestação, linha de alta tensão e conexão com Pimenta Bueno.

As obras de energia em Espigão avançam no sul de Rondônia com investimento superior a R$ 65 milhões. O conjunto reúne uma nova subestação, uma linha de alta tensão até Pimenta Bueno e o ponto de conexão da estrutura ao sistema já existente.

Segundo as informações divulgadas pela Energisa Rondônia, as três frentes chegaram a cerca de 65% de execução. A previsão é concluir o projeto ainda em 2026, mas não foi informada uma data exata para o término das obras ou para a entrada em operação.

Quando estiver funcionando, o projeto de energia em Espigão deverá atender mais de 30 mil clientes de Espigão do Oeste e do distrito de Pacaranã. A ampliação pode criar condições para novas cargas e empreendimentos, mas não representa promessa de fornecimento sem interrupções. O TVdoPOVO acompanha outras notícias de Rondônia com impacto direto nos municípios.

Neste artigo, você vai ver:
  • quais obras formam o projeto de energia em Espigão;
  • como será a conexão com Pimenta Bueno;
  • o estágio informado de execução;
  • quem poderá ser atendido depois da entrada em operação.

O que forma o projeto de energia em Espigão

O projeto de energia em Espigão é composto por três estruturas que precisam funcionar de forma integrada. A primeira é a nova Subestação de Energia de Espigão do Oeste, responsável por receber, transformar e distribuir a eletricidade para a rede local.

A segunda frente é a implantação de 22 quilômetros de Linha de Distribuição de Alta Tensão entre Espigão do Oeste e Pimenta Bueno. A terceira é o ponto de conexão dessa linha na Subestação de Pimenta Bueno, permitindo integrar a nova estrutura ao sistema regional.

Entenda cada estrutura
Subestação: recebe, transforma e direciona a energia para a rede.
Linha de alta tensão: transporta energia entre os pontos do sistema.
Conexão: liga a nova linha à estrutura instalada em Pimenta Bueno.

Como a linha fará a ligação com Pimenta Bueno

A linha de 22 quilômetros é uma das partes centrais do projeto de energia em Espigão. Ela permitirá interligar o município à Subestação de Pimenta Bueno e ampliar a capacidade disponível para atender a demanda regional.

O índice aproximado de 65% representa avanço físico das obras, mas não significa que o sistema já possa operar. Ainda são necessárias etapas de construção, instalação de equipamentos, integração, testes e autorização técnica antes do início do serviço.

O que ainda precisa acontecer
Obras civis: estruturas e instalações precisam ser finalizadas.
Integração: a nova linha deve ser conectada ao sistema regional.
Testes: equipamentos precisam passar por verificações antes da operação.

Quando a energia em Espigão poderá entrar em operação

A previsão divulgada é concluir as obras em 2026. Como ainda não há um dia definido, moradores e empresas devem aguardar a comunicação da concessionária sobre a finalização dos testes e o início efetivo da operação da nova estrutura.

Depois da entrada em serviço, a energia em Espigão terá uma infraestrutura preparada para mais de 30 mil clientes, incluindo unidades residenciais, comerciais, industriais, de serviços e atividades localizadas no distrito de Pacaranã.

O número de clientes não deve ser interpretado como quantidade de moradores beneficiados. Uma unidade consumidora pode representar uma residência, uma empresa, uma propriedade rural ou uma instalação pública.

O que o projeto não garante
Tarifa: a obra não significa redução automática da conta de luz.
Interrupções: confiabilidade maior não representa falha zero.
Empreendimentos: novas instalações ainda dependem de demanda e viabilidade.

Ampliação pode apoiar o crescimento regional

Uma rede com maior capacidade pode facilitar o atendimento de novas cargas ligadas à expansão urbana, ao comércio, aos serviços, às propriedades rurais e a futuros empreendimentos. No caso da energia em Espigão, o impacto prático dependerá da conclusão das três frentes e do comportamento da demanda.

A Energisa também informou a construção de uma nova agência de atendimento no município. Essa unidade será voltada ao contato presencial com os clientes e não deve ser confundida com a subestação, que integra a parte técnica do sistema elétrico.

Até a conclusão, o projeto de energia em Espigão deve ser acompanhado como obra em andamento. O resultado poderá ser avaliado depois da entrada em operação, quando consumidores e empresas passarem a utilizar a capacidade adicional da rede.

Prazo para negociar dívidas de ICMS termina dia 31 em Rondônia

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Refaz ICMS Rondônia permite regularizar débitos fiscais até 31 de julho
Contribuintes devem calcular os débitos e pagar a parcela única ou inicial até 31 de julho.

Empresas e contribuintes com débitos de ICMS em Rondônia têm até 31 de julho de 2026 para concluir a adesão ao programa estadual de regularização fiscal. O Refaz ICMS Rondônia permite negociar valores ligados a fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2024.

A adesão somente é efetivada com o pagamento da parcela única ou da primeira parcela dentro do prazo legal. Emitir o Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais, o DARE, sem realizar o pagamento até a data-limite não conclui o procedimento.

O Refaz ICMS Rondônia pode interessar a empresas do comércio, indústria, transporte, atacado, varejo e outros setores de Porto Velho e do interior. Antes de aderir, porém, o contribuinte deve conferir os valores, a situação do débito e os efeitos jurídicos da negociação.

Neste artigo, você vai ver:
  • quem pode incluir débitos no programa;
  • como funcionam os descontos e parcelamentos;
  • por que o pagamento do DARE precisa ocorrer no prazo;
  • quais cuidados devem ser avaliados antes da adesão.

Quais débitos podem entrar no programa

O Refaz ICMS Rondônia alcança débitos constituídos ou não, inscritos ou não em dívida ativa e também valores em cobrança judicial, desde que relacionados a fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2024. A análise deve considerar as regras aplicáveis a cada inscrição estadual ou CNPJ.

Na prática, a medida pode atender contribuintes de Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal, Vilhena e demais municípios. Quem possui débito discutido em processo administrativo ou judicial deve avaliar os impactos da adesão antes de reconhecer definitivamente a dívida.

Antes de acessar o sistema
Período: confira se o fato gerador está dentro do limite do programa.
Situação: identifique débitos administrativos, dívida ativa e ações judiciais.
Capacidade de pagamento: avalie se a empresa conseguirá manter o acordo.

Descontos variam conforme a forma de pagamento

No Refaz ICMS Rondônia, o pagamento à vista pode reduzir até 95% das multas e dos juros. O benefício não significa redução automática do valor principal do imposto e depende do enquadramento do débito nas regras do programa.

Orientação sobre descontos para regularização de débitos de ICMS
No Refaz ICMS Rondônia, contribuintes devem comparar descontos, número de parcelas e capacidade de pagamento antes da adesão.

Também existem opções de parcelamento com reduções progressivas. Quanto maior o prazo escolhido, menor tende a ser o percentual de desconto sobre multas e juros. Empresas em recuperação judicial ou falência possuem condição específica de parcelamento mais longo.

Comparação de opções
À vista: redução de até 95% sobre multas e juros.
12, 24 ou 36 parcelas: descontos de até 85%, 80% ou 75%.
60 ou 120 parcelas: descontos de até 70% ou 65%.
180 parcelas: até 60%, para recuperação judicial ou falência.

Pagamento até 31 de julho confirma a adesão

A adesão ao Refaz ICMS Rondônia deve ser feita na Agência Virtual da Sefin, onde o contribuinte calcula os valores e emite o DARE. A Lei nº 6.483/2026 prorrogou o prazo para que a parcela única ou a primeira prestação seja paga até 31 de julho.

Prazo para pagamento do DARE na regularização de ICMS
No Refaz ICMS Rondônia, a emissão do DARE não conclui a adesão; o pagamento precisa ser realizado dentro do prazo legal.

No parcelamento, todos os débitos passíveis de inclusão devem ser considerados conforme a legislação. O contribuinte também pode consultar uma explicação anterior do TVdoPOVO sobre o programa de regularização de ICMS e comparar as condições anunciadas.

Adesão exige atenção aos efeitos jurídicos

Ao entrar no Refaz ICMS Rondônia, o contribuinte reconhece a dívida incluída e renuncia a recursos administrativos e judiciais relacionados a esses valores. Por isso, empresas com discussão em andamento devem buscar avaliação contábil ou tributária antes de confirmar a adesão.

O atraso superior a 90 dias ou o descumprimento das condições pode provocar o cancelamento do parcelamento e a perda dos descontos. A empresa deve guardar documentos, cálculos, DAREs e comprovantes de pagamento durante todo o acordo.

Antes de decidir
Valor final: confira o total após as reduções.
Recursos: verifique quais discussões serão encerradas com a adesão.
Parcelas: escolha uma opção compatível com o caixa da empresa.

Como emitir o DARE e acompanhar o acordo

Os serviços do Refaz ICMS Rondônia estão disponíveis na Agência Virtual da Sefin. O ideal é não deixar cálculo, emissão e pagamento para o último dia, porque falhas de acesso ou pendências cadastrais podem exigir tempo adicional para solução.

O Refaz ICMS Rondônia não representa perdão integral da dívida nem anistia automática do imposto principal. Trata-se de uma oportunidade de regularização com descontos condicionados ao cumprimento das regras e dos pagamentos assumidos.

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