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Como escolher mandioca perfeita e acertar na hora da compra

Como escolher mandioca perfeita com dicas práticas para garantir mandioca macia e saborosa
Com pequenas dicas, é possível escolher a mandioca certa e preparar pratos que derretem na boca.

Quando vamos comprar mandioca — também chamada de aipim ou macaxeira — queremos que ela cozinhe rápido, fique macia e tenha sabor marcante. No entanto, nem sempre o resultado é o esperado. Com alguns cuidados simples, é possível escolher a mandioca perfeita e transformar qualquer receita em um sucesso.

A mandioca que desmancha: símbolo do sabor brasileiro

A mandioca está presente em praticamente todo o Brasil e combina com diversos tipos de preparo. Além disso, é um alimento rico em energia e faz parte da rotina de milhões de famílias. Por esse motivo, a ONU a reconheceu como o alimento do século XXI, destacando seu papel no combate à fome e na adaptação às mudanças climáticas.

Portanto, aprender a escolher mandioca de qualidade é uma forma de valorizar um alimento que representa tradição e sustentabilidade.

Como escolher mandioca perfeita na feira ou no mercado

Para acertar na escolha, observe atentamente alguns detalhes antes de comprar. Veja abaixo as principais dicas:

  • Olhe a casca: ela deve estar uniforme, lisa e sem manchas. Casca rachada ou escurecida indica produto velho.

  • Quebre um pedaço: o interior precisa ser branco ou amarelo homogêneo, conforme a variedade.

  • Analise a umidade: mandioca boa é ligeiramente úmida. Se estiver seca, já passou do ponto.

  • Teste a casca com os dedos: quando se solta facilmente, significa que o aipim está no ponto ideal.

  • Prefira as mais finas: raízes mais finas costumam ser mais macias e ideais para fritar.

Dessa forma, você evita desperdício e garante uma mandioca macia, saborosa e pronta para qualquer preparo.

Um alimento que une cultura e sustentabilidade

A mandioca é mais que um ingrediente — ela é parte da cultura brasileira. Enquanto alimenta milhões de famílias, também impulsiona a agricultura familiar e fortalece economias locais.

Além disso, trata-se de uma planta resistente, adaptável e de baixo impacto ambiental, o que a torna essencial para o futuro da alimentação. Ao escolher bem, o consumidor apoia o trabalho de pequenos produtores e incentiva uma cadeia mais justa e sustentável.

A mandioca perfeita começa na escolha certa

Com atenção e prática, qualquer pessoa aprende a reconhecer uma mandioca perfeita. Desde a casca até a textura, cada detalhe revela a qualidade do produto.

Assim, da próxima vez que for às compras, use essas orientações e perceba a diferença: mandioca que cozinha rápido, fica macia e desmancha na boca. Enfim, uma escolha simples que garante sabor e tradição à mesa.

Fonte: G1

Calçado brasileiro é o item mais desejado do mundo

Havaianas é o calçado mais desejado do mundo segundo o ranking global da Lyst 2025
O chinelo Havaianas lidera o ranking global da Lyst 2025 e confirma o destaque da moda brasileira no cenário internacional.

O símbolo do conforto e da descontração brasileira conquistou o planeta. O tradicional chinelo de dedo da Havaianas foi eleito o item mais desejado do mundo no terceiro trimestre de 2025, segundo o Lyst Index, relatório global da plataforma de moda e tecnologia Lyst, que reúne mais de 200 milhões de usuários.

A pesquisa analisou mais de 8 milhões de produtos de marcas internacionais e nacionais, avaliando volume de buscas, visualizações de páginas, interações e vendas. Como resultado, o chinelo brasileiro ficou no topo do ranking mundial, superando itens de luxo de marcas como Saint Laurent, The Row, COS e Nike.

Havaianas é o calçado mais desejado do mundo, segundo a Lyst

O relatório destaca que as marcas mais populares do trimestre “sabem quem são e transformam uma identidade clara em sucesso de mercado”. Por isso, o desempenho das Havaianas reflete essa tendência: um produto simples, mas com propósito forte e conexão emocional com o consumidor.

Com o título de produto mais desejado do planeta, a marca reafirma seu papel como referência global de estilo, conforto e autenticidade. Além disso, o resultado reforça a presença da moda brasileira entre os grandes nomes do design mundial.

Moda acessível e identidade brasileira impulsionam o sucesso global

A ascensão do chinelo nacional representa a força das marcas que mantêm autenticidade e propósito. Nesse sentido, para o público internacional, as Havaianas deixaram de ser apenas um item de praia e se tornaram um ícone fashion presente em editoriais, desfiles e colaborações com grifes de luxo.

Consequentemente, esse fenômeno mostra como o estilo tropical e o conceito de simplicidade sofisticada têm ganhado espaço em um mercado que valoriza conforto, versatilidade e autenticidade cultural. Assim, o calçado brasileiro passou a ser símbolo de inovação e identidade.

Ranking reúne milhões de usuários e analisa tendências de comportamento

O Lyst Index filtra dados de comportamento digital, observando não só vendas, mas também menções nas redes sociais e crescimento nas buscas. Com essa metodologia, o levantamento identifica os produtos que geram maior desejo e engajamento global.

Entre os destaques, além das Havaianas, aparecem o loafer bordô da Saint Laurent, o moletom da COS e o loafer preto da The Row, das irmãs Mary-Kate e Ashley Olsen. Já outros produtos, como o sutiã com piercing falso da SKIMS, da empresária Kim Kardashian, e o Moon Shoe da Nike, em parceria com a Jacquemus, completam o top 10.

Brasil transforma um símbolo cotidiano em ícone de moda global

Mais do que um calçado, o chinelo brasileiro se consolidou como símbolo de identidade e leveza. Combinando design simples, funcionalidade e brasilidade, as Havaianas conquistaram o posto de referência de estilo tropical no mundo.

Desse modo, o reconhecimento internacional comprova que o Brasil é capaz de exportar mais do que produtos: exporta estilo de vida e criatividade. Por fim, o sucesso global reforça o poder da indústria criativa brasileira, agora posicionada como protagonista na moda internacional.

Fonte: CNN Brasil

Imposto de Renda 2025: quem ganha e quem perde com a reforma

Trabalhadora e empresário em contraste diante do Congresso Nacional, representando o impacto do Imposto de Renda 2025 com isenção até R$ 5 mil e taxação dos super-ricos.
Arte mostra o contraste entre quem será beneficiado pela isenção do Imposto de Renda 2025 e os contribuintes de alta renda que passarão a ser taxados.

Reforma do Imposto de Renda 2025 é aprovada pelo Congresso

O Congresso Nacional aprovou por unanimidade, no Senado, a proposta que eleva a isenção do imposto de renda 2025 para quem recebe até R$ 5 mil por mês. A medida, prometida por Luiz Inácio Lula da Silva, já passou pela Câmara dos Deputados e entra em vigor em 2026.

De acordo com o governo federal, 15 milhões de contribuintes terão isenção ou redução no imposto. O Ministério da Fazenda garante que o impacto fiscal será neutro, pois a desoneração dos mais pobres será compensada pela nova taxação dos super-ricos, que pagarão alíquota mínima de até 10% sobre a renda total.

Quem pagará menos imposto

O limite de isenção atual é de R$ 2.259. Desde 2023, o desconto simplificado já libera do imposto quem ganha até R$ 3.036. Com a nova regra, quem recebe até R$ 5 mil deixará de contribuir, o que retira 10 milhões de pessoas da base de pagadores.

Além disso, outros 5 milhões de trabalhadores com renda entre R$ 5 mil e R$ 7.350 terão redução no valor pago. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a medida estimulará o consumo e fortalecerá a economia, principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Por outro lado, a classe média — com rendas entre R$ 7.350 e R$ 50 mil — ficará fora da nova isenção. Essa faixa continuará com as mesmas alíquotas progressivas, que variam de 7,5% a 27,5%.

Quem pagará mais imposto

A taxação dos super-ricos ocorrerá por meio de um imposto mínimo progressivo. O modelo começa em 0% para rendas de R$ 50 mil por mês e chega a 10% para quem recebe mais de R$ 100 mil.

Com isso, 141 mil contribuintes, cerca de 0,06% da população, passarão a contribuir mais. Hoje, esse grupo paga média de apenas 2,5% de alíquota efetiva. A nova cobrança corrige distorções antigas, especialmente sobre dividendos e lucros empresariais, que não sofrem tributação desde 1996.

Entretanto, produtores rurais de alta renda ainda manterão parte dos ganhos livres de imposto. Uma emenda aprovada na Câmara — e confirmada no Senado — permite que fazendeiros declarem apenas 20% do faturamento, preservando o restante como isento. Esse benefício favorece grandes proprietários e reduz a arrecadação esperada.

Impacto fiscal e medidas de compensação

O governo afirma que a reforma do imposto de renda 2025 não trará prejuízos fiscais, mas órgãos independentes contestam. A Instituição Fiscal Independente (IFI) calcula déficit anual de R$ 1 bilhão, enquanto a consultoria de Orçamento do Senado prevê perdas de até R$ 4 bilhões.

Para reduzir o impacto, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) apresentou projeto que aumenta a tributação sobre apostas (bets) e fintechs. A proposta conta com apoio do governo, mas enfrenta resistência política.

Repercussões políticas e eleitorais

A reforma também tem reflexos políticos claros. Ao cumprir uma promessa de campanha, Lula reforça sua imagem junto aos trabalhadores e busca consolidar apoio entre servidores públicos.

Segundo pesquisa da Quaest, 37% dos brasileiros avaliam o governo negativamente, enquanto 33% têm visão positiva. Especialistas afirmam que a ampliação da isenção pode melhorar a percepção de justiça fiscal e aumentar o poder de compra da população.

O economista Sergio Gobetti, do Ipea, defende que o texto é “um passo importante para tornar o sistema tributário mais justo”. Já Samuel Pessôa, da FGV, considera a medida eleitoreira e alerta para riscos de pressão nas contas públicas e inflação.

Impactos e próximos passos da reforma do IR 2025

A reforma do imposto de renda 2025 representa um divisor de águas na política fiscal do país. O texto alivia a carga tributária de 15 milhões de brasileiros e aumenta a contribuição dos super-ricos, tentando equilibrar justiça social e responsabilidade fiscal.

Mesmo com divergências, o projeto marca um avanço na busca por um sistema tributário mais transparente e progressivo.

Fonte: BBC Brasil

Candidatas ao Miss Universo deixam o palco após bronca na Miss México

Miss México deixa o palco em protesto após bronca pública durante o Miss Universo 2025 na Tailândia.
Fatima Bosch, Miss México, recebeu apoio de outras candidatas após ser repreendida publicamente por um diretor do concurso, durante evento na Tailândia.

Durante uma cerimônia preparatória do Miss Universo 2025, realizada na Tailândia, diversas candidatas decidiram abandonar o palco em protesto. O motivo foi o comportamento do diretor local do concurso, Nawat Itsaragrisil, que repreendeu publicamente a Miss México, Fatima Bosch, durante um evento transmitido ao vivo. A atitude gerou revolta imediata e transformou o episódio em um ato coletivo de solidariedade feminina.

O incidente aconteceu na terça-feira (4) e viralizou rapidamente nas redes sociais. Ao ser cobrada por não divulgar conteúdos promocionais, Bosch tentou se defender. Entretanto, o organizador elevou o tom de voz, exigiu silêncio e chamou seguranças.
Como resultado, outras concorrentes se levantaram e deixaram o salão, apoiando a colega. Poucos minutos depois, os vídeos começaram a circular na internet e despertaram a atenção da imprensa internacional.

Organização do Miss Universo condena a conduta do diretor

Fatima Bosch, Miss México, sorri no palco do Miss Universo 2025, usando vestido azul brilhante durante o desfile de gala.
Fatima Bosch, representante do México, participa do desfile de gala do Miss Universo 2025 na Tailândia, antes do protesto que marcou o evento.

Após a repercussão negativa, a Organização Miss Universo condenou o comportamento do dirigente tailandês e prometeu medidas legais. O presidente da instituição, Raul Rocha, afirmou que Itsaragrisil “humilhou uma mulher indefesa” e “esqueceu o verdadeiro significado de ser anfitrião”.

“O Miss Universo é uma plataforma de empoderamento feminino. As vozes das mulheres precisam ser ouvidas”, declarou Rocha.
“A presença do organizador tailandês será reduzida ao mínimo ou encerrada completamente”, completou.

Com esse posicionamento, o concurso reforçou seu compromisso com respeito, inclusão e igualdade. Além disso, a nota oficial serviu como alerta para que eventos internacionais de beleza adotem práticas mais éticas em relação às participantes.

Miss México reage e inspira apoio internacional

Logo após o ocorrido, Fatima Bosch se pronunciou à imprensa e reafirmou sua postura:

“Quero que meu país saiba que não tenho medo de fazer minha voz ser ouvida. Estou mais forte do que nunca.”

Em seguida, a candidata destacou que os concursos precisam refletir os valores atuais da sociedade:

“Estamos no século 21. Não sou uma boneca. Vim aqui para representar mulheres e meninas que lutam por respeito e igualdade.”

As declarações de Bosch receberam apoio em diversos países. Ex-candidatas, jornalistas e ativistas elogiaram sua coragem. Segundo especialistas em comportamento, a reação da mexicana marca um ponto de virada no discurso sobre o papel das mulheres nos concursos de beleza, tradicionalmente vistos como ambientes de submissão e aparência.

Desculpas e continuidade do evento

Pressionado pela repercussão internacional, Itsaragrisil pediu desculpas públicas e afirmou que suas palavras foram mal interpretadas. Apesar disso, a Organização decidiu restringir sua participação nas próximas etapas.

Mesmo com o clima tenso, o evento seguiu normalmente em Bangkok, com um encontro de boas-vindas no dia seguinte. A grande final do Miss Universo 2025 está programada para 21 de novembro.

Entre as que também deixaram o palco estava a atual Miss Universo, Victoria Kjaer Theilvig, da Dinamarca.

“Trata-se de direitos das mulheres. Humilhar outra competidora é o cúmulo da falta de respeito”, afirmou a dinamarquesa.

O episódio acabou transformando um momento de constrangimento em símbolo de resistência. Dessa forma, as candidatas mostraram que o empoderamento feminino não é apenas discurso, mas atitude, principalmente em espaços onde o respeito precisa ser reafirmado constantemente.

Fonte: BBC Brasil

Mais de 4,3 mil novas moradias do Minha Casa, Minha Vida iniciam construção

Família sorri em frente a casa nova do Minha Casa Minha Vida, simbolizando o início das obras de 4,3 mil moradias em todo o Brasil.
Arte mostra família feliz em frente a novas moradias populares do programa Minha Casa Minha Vida, que beneficiará cerca de 17 mil pessoas em várias regiões do país.

O programa Minha Casa, Minha Vida iniciou a construção de 4.324 novas unidades habitacionais entre 27 de outubro e 3 de novembro. Essas obras representam um novo impulso na política nacional de habitação e devem beneficiar 17 mil brasileiros em áreas urbanas e rurais. Além disso, fortalecem o setor da construção civil e estimulam a geração de empregos em várias regiões.

Construções se espalham pelo país

De acordo com o Ministério das Cidades, 54 novos empreendimentos foram iniciados.
Desse total, 32 estão na modalidade Rural, o que equivale a 993 novas moradias voltadas a famílias do campo.
Além disso, duas obras integram a modalidade Entidades (FDS), somando 131 unidades habitacionais.
Por fim, 20 empreendimentos urbanos, realizados por meio do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), garantirão 3.200 moradias para famílias da Faixa 1, com renda mensal de até R$ 2.850.

Imagem mostra fileira de casas populares recém-construídas pelo programa Minha Casa Minha Vida, com paredes claras e céu azul.
Foto registra novas unidades habitacionais do Minha Casa Minha Vida, que farão parte das mais de 4,3 mil moradias em construção no país.

Com isso, o programa amplia o alcance das políticas habitacionais e reafirma o compromisso do governo com a redução do déficit de moradia.

Nordeste dá exemplo de avanço

No Piauí, o município de Campo Maior iniciou três conjuntos habitacionais:
Residencial João Alves Filho I, II e III, totalizando 271 moradias.
Esses projetos, portanto, representam um importante passo para famílias de baixa renda. Além disso, geram empregos e movimentam a economia local.

Centro-Oeste amplia o acesso à casa própria

No Distrito Federal, as obras começaram em dois empreendimentos:
o Residencial Joaquim Roriz e o Residencial Regina Célia, ambos localizados em Brasília.
Cada um contará com 192 moradias, o que reforça o compromisso com o acesso à habitação popular na capital do país.
Dessa forma, o programa também se consolida como uma das principais políticas sociais do governo federal.

Sudeste lidera o número de novas obras

O estado de Minas Gerais concentra o maior volume de construções.
Em Belo Horizonte, sete empreendimentos estão em andamento:
Carlos Maciel, Clóvis Salgado, Comendador Wigg II, Conceição Augsten, Djalma Cassimiro de Araújo, Jordelino e Viotti.
Juntos, eles somam centenas de novas moradias populares destinadas a famílias que mais precisam.

Além disso, outras cidades mineiras também foram contempladas.
Em Bom Despacho, o Residencial Liberdade I terá 144 unidades, enquanto Santa Luzia iniciou o conjunto Curumim, com 200 casas.
Por outro lado, no estado de São Paulo, novas construções começaram em Mogi das Cruzes, com os condomínios Vitória I e II, e em Santo André, com o Caminho dos Vianas III, que contará com 200 moradias.

Região Sul também é contemplada

No Paraná, o Loteamento Menino Deus II, em Ampére, prevê 33 novas casas.
Enquanto isso, o Conjunto Habitacional de Mandaguari terá duas frentes de obras, com 41 e 47 unidades, respectivamente.
Esses empreendimentos reforçam o alcance nacional do programa e demonstram que o investimento está chegando a diferentes comunidades.

Moradia como direito e inclusão social

O Ministério das Cidades destaca que a retomada das obras do Minha Casa, Minha Vida é fundamental para reduzir o déficit habitacional e garantir dignidade às famílias brasileiras.
Com isso, o governo federal busca promover inclusão social, estimular a economia e ampliar o acesso à moradia segura.
Além disso, o foco do programa está em famílias de baixa renda e regiões com maior vulnerabilidade, reforçando o compromisso com o desenvolvimento social e urbano do país.

Fonte: Governo Federal

Aquecimento global no Pantanal expõe bioma mais afetado pelas mudanças climáticas

Fotomontagem mostra o Pantanal seco com tons alaranjados, destacando o aumento da temperatura e o impacto climático no Brasil
Imagem editorial representa o Pantanal sob efeito do aquecimento global, com solo rachado e tons quentes que simbolizam o avanço das mudanças climáticas no país.

O Pantanal é hoje o bioma mais impactado pelo aquecimento global no Brasil. Em quatro décadas, a região registrou um aumento médio de 1,9°C, conforme dados divulgados pelo MapBiomas. Já a Amazônia teve uma elevação de 1,2°C no mesmo período. As informações integram a nova plataforma MapBiomas Atmosfera, lançada nesta quarta-feira (5), com o objetivo de monitorar as mudanças climáticas no país.

Em média, a temperatura nacional subiu 0,29°C por década, totalizando 1,2°C entre 1985 e 2024. Contudo, o ritmo de aquecimento varia entre os biomas. O Pantanal, localizado no coração do continente, foi o que apresentou a maior vulnerabilidade às transformações climáticas.

Temperaturas recordes e seca sem precedentes

Segundo a professora Luciana Rizzo, da USP e integrante do MapBiomas Atmosfera, o recorde de calor ocorreu em 2024. Naquele ano, a média do Pantanal chegou a 26,2°C, ou seja, 1,8°C acima da série histórica. Essa elevação intensificou secas e queimadas, ampliando os danos à biodiversidade local.

Além disso, a falta de chuva agravou a situação. A Bacia do Alto Paraguai, que alimenta o Pantanal, registrou um déficit de 314 milímetros de precipitação em 2024. Foram 205 dias sem chuvas. Com isso, o solo ficou mais seco e o ecossistema passou a sofrer uma transformação acelerada, com perda de áreas úmidas e vegetação nativa.

Desmatamento agrava o aquecimento

De acordo com o coordenador do projeto, Tasso Azevedo, o desmatamento é um dos principais fatores da elevação das temperaturas. Desde 1985, a Amazônia perdeu 52 milhões de hectares de floresta nativa, o equivalente a 13% da cobertura original. Essa perda altera o regime de chuvas e provoca reflexos diretos no Pantanal.

Um estudo publicado na Nature Geoscience mostra que o desmatamento responde por 74% da redução das chuvas e 16% do aumento da temperatura na Amazônia durante a estação seca. Como consequência, o Pantanal também sente os efeitos desse desequilíbrio, já que depende da umidade amazônica para se regenerar após o período seco.

Dados reforçam necessidade de políticas públicas

O físico Paulo Artaxo, também da USP, lembra que os últimos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) já apontavam esse cenário. Segundo ele, o Brasil precisa agir com base em evidências científicas, usando dados concretos para formular políticas de mitigação.

“A nova plataforma do MapBiomas permite que o país desenvolva políticas públicas ambientais baseadas em dados experimentais, indicando as regiões mais afetadas pelas mudanças do clima e do uso da terra”, explicou.

A expectativa dos pesquisadores é que o MapBiomas Atmosfera ajude o poder público e a sociedade a planejar estratégias de adaptação e reduzir os impactos do aquecimento global, sobretudo nos biomas mais sensíveis.

Fonte: Agência Brasil

Abacate escuro nunca mais com truque simples e natural

abacate cortado ao meio com limões ao fundo, representando truque natural com limão que mantém a fruta fresca
Gotas de limão ajudam a conservar o abacate verde, fresco e saboroso por mais tempo

O abacate se tornou indispensável nas dietas saudáveis porque oferece gorduras boas, fibras e antioxidantes. No entanto, logo após o corte, a polpa tende a escurecer. Essa reação acontece por causa da oxidação, quando o oxigênio entra em contato com as enzimas da fruta.

Mesmo sem alterar o sabor, o tom escuro costuma afastar quem quer guardar o restante. Por isso, aprender a preservar a cor e o frescor é essencial para aproveitar o abacate até o último pedaço.

O limão é o melhor aliado contra o escurecimento

A forma mais eficaz de conservar o abacate é aplicar gotas de limão sobre a polpa cortada. O ácido cítrico presente na fruta atua como antioxidante natural e desacelera a oxidação.
Depois de espalhar o suco com uma colher, tampe bem o recipiente e guarde-o na geladeira. Dessa forma, o abacate mantém o verde intenso, o sabor fresco e a textura cremosa por até dois dias. Além disso, o aroma cítrico combina perfeitamente com o gosto suave da fruta.

Guarde com o caroço e proteja o frescor

Outra estratégia prática é deixar o caroço na metade que sobrou. Ele reduz o contato com o ar e ajuda a preservar a aparência clara por mais tempo.
Para reforçar o resultado, envolva a polpa com filme plástico aderido à superfície antes de fechar o recipiente. Essa proteção impede a oxidação e prolonga a durabilidade, garantindo um abacate sempre apetitoso.

Armazenamento inteligente e desperdício zero

Quem prefere praticidade pode amassar o abacate com limão e guardá-lo em pote hermético. Essa solução é ideal para preparar vitaminas, guacamoles e torradas rápidas.
Além disso, é possível congelar a polpa batida com limão em pequenas porções. Assim, o sabor se mantém, e a textura continua perfeita para smoothies e sobremesas leves. Dessa maneira, você aproveita cada parte da fruta sem desperdício.

Frescor, praticidade e sabor

Com alguns cuidados simples, o abacate permanece fresco e nutritivo por mais tempo. O segredo está em proteger a polpa do ar e usar o poder antioxidante do limão. Assim, você evita o escurecimento, economiza e mantém uma rotina alimentar saudável e saborosa.

Fonte: Metrópoles

Isenção do IR até R$ 5 mil será votada pelo Senado nesta quarta-feira

Senado vota isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil, proposta confirmada por Davi Alcolumbre.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, conduz sessão que votará a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.

O Senado Federal deve votar, nesta quarta-feira (5), a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês. A confirmação veio do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que anunciou a inclusão do tema como primeiro item da pauta.
A proposta é vista como um avanço importante, já que pretende reduzir a carga tributária de trabalhadores e servidores de renda média.

Senado acelera a análise da proposta

Durante a manhã, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou o projeto em votação simbólica e autorizou a tramitação em regime de urgência. Com isso, o texto pode ser analisado e votado pelo plenário ainda hoje.

Segundo Alcolumbre, o Senado atua para modernizar o sistema tributário nacional e garantir mais justiça fiscal.

“O tema é prioritário. Ele representa um compromisso com o trabalhador e com o equilíbrio das contas públicas”, afirmou o presidente.

Além disso, a proposta conta com o apoio de parlamentares de diferentes partidos, o que deve facilitar sua aprovação.

O que muda para o contribuinte

O texto propõe isenção total para quem recebe até R$ 5 mil mensais e isenção parcial para rendas de até R$ 7.350.
Acima desse valor, as regras atuais permanecem válidas, sem alteração na tabela progressiva.

Por outro lado, para equilibrar as contas, o projeto cria uma tributação mínima de 10% sobre rendas anuais acima de R$ 600 mil, o equivalente a cerca de R$ 50 mil mensais.
Essa cobrança incidirá apenas sobre o valor que ultrapassar o limite, o que evita impacto direto sobre a classe média.

Dessa forma, o Senado tenta reduzir a desigualdade tributária sem comprometer a arrecadação nacional.

Taxação de lucros e dividendos

Além da isenção salarial, o texto também prevê tributação de 10% sobre lucros e dividendos enviados ao exterior.
Essa medida busca compensar a queda na arrecadação federal.

De acordo com o projeto, empresas poderão distribuir os lucros referentes ao ano de 2025 até 2028, garantindo tempo para adaptação.
No entanto, os resultados apurados até 2024 e aprovados para distribuição até 31 de dezembro continuarão isentos de Imposto de Renda na fonte.

Com isso, o Senado pretende alinhar o Brasil às boas práticas internacionais de tributação e reforçar o equilíbrio fiscal.

Expectativa de aprovação ampla

A votação deve ocorrer ainda nesta quarta-feira, e a expectativa é de aprovação quase unânime.
Se o texto passar no Senado, seguirá para sanção presidencial e poderá entrar em vigor já em 2026.

Segundo economistas, a medida deve gerar impacto positivo no consumo interno, pois amplia o poder de compra da população e alivia o orçamento familiar.
Além disso, especialistas afirmam que o projeto corrige uma defasagem histórica de mais de 150% na tabela do IR, acumulada nas últimas décadas.

Por que a mudança é relevante

A ampliação da isenção do IR até R$ 5 mil representa um passo importante na busca por justiça tributária.
Atualmente, milhões de brasileiros pagam mais imposto do que deveriam, justamente porque a tabela não acompanhou a inflação.

Com a nova faixa, o Senado tenta corrigir esse desequilíbrio e promover maior equidade fiscal.
Consequentemente, o trabalhador médio deve sentir alívio real no bolso e estímulo ao consumo interno.

O que representa essa decisão para o país

A votação da isenção do IR até R$ 5 mil marca um momento decisivo para a política fiscal do país.
O projeto mostra que o Congresso tenta equilibrar responsabilidade fiscal e sensibilidade social, ao mesmo tempo em que busca simplificar a tributação.

Se for aprovado, o texto trará alívio imediato aos contribuintes e consolidará o Senado como protagonista na reforma tributária de 2025.

Fonte: CNN Brasil

Câmara aprova projeto que cria impostos para streamings no Brasil

Capa mostra o título “Câmara aprova projeto que cria impostos para streamings no Brasil” com ícones da Netflix, Disney+, Prime Video, Globoplay e HBO Max em tela de celular.
Câmara dos Deputados aprova projeto de lei que cria impostos e cotas de conteúdo nacional para serviços de streaming no Brasil.

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 8.889/2017, que estabelece um marco regulatório para os serviços de streaming no Brasil. A proposta cria um imposto progressivo sobre o faturamento de plataformas como Netflix, Disney+, Prime Video, Globoplay e YouTube. Além disso, o texto define cotas obrigatórias de conteúdo nacional e amplia o poder de fiscalização da Agência Nacional do Cinema (Ancine).

O projeto ainda depende da aprovação do Senado. As alíquotas variam entre 0,1% e 4%, conforme o porte de cada empresa. Já os recursos arrecadados devem fortalecer o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), responsável por financiar a produção cultural brasileira.

Medida busca fortalecer a produção nacional

De acordo com o governo, a medida pretende corrigir desigualdades na concorrência entre grandes empresas estrangeiras e produtoras independentes. Com isso, o país ganha uma base de financiamento mais estável e capaz de estimular o mercado audiovisual interno.

Segundo o texto aprovado, cada plataforma deverá destinar pelo menos 10% do catálogo a produções brasileiras, sendo metade desse total de produtoras independentes. Além disso, a Ancine passará a fiscalizar o cumprimento das cotas e a destinação correta das contribuições.

Assim, o governo espera impulsionar o conteúdo nacional, fortalecer o setor cultural e valorizar a identidade brasileira diante da forte presença de empresas internacionais.

Decisão divide o setor audiovisual

A decisão da Câmara provocou opiniões divergentes. Enquanto parte do setor comemorou o avanço, outros profissionais demonstraram preocupação com os impactos econômicos. Para muitos produtores, a medida representa um passo importante na proteção do mercado nacional e na promoção da diversidade cultural.

Por outro lado, representantes de plataformas de streaming afirmam que a nova tributação pode elevar os custos operacionais e, consequentemente, encarecer as assinaturas para os consumidores.

Além disso, roteiristas e cineastas pedem transparência na aplicação dos recursos. Eles defendem que a tributação precisa vir acompanhada de políticas claras para o incentivo ao conteúdo independente, garantindo equilíbrio e credibilidade no uso do dinheiro público.

Próximos passos no Senado

Com a aprovação na Câmara, o projeto segue agora para o Senado Federal, onde poderá sofrer ajustes antes da sanção presidencial. Caso o texto avance sem vetos significativos, o novo modelo deve entrar em vigor até o fim de 2025.

Segundo especialistas, a criação dessa política tributária representa um marco para o setor audiovisual brasileiro. Afinal, o país poderá reduzir a dependência de estúdios estrangeiros, estimular novas produções e ampliar a representatividade nas telas.

Fonte: Olhar Digital

Licença paternidade de 20 dias é aprovada na Câmara dos Deputados

Pai segura o bebê em casa, representando a aprovação da licença paternidade de 20 dias na Câmara dos Deputados
A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que amplia a licença paternidade de cinco para vinte dias, com aumento gradual até 2029.

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que amplia a licença paternidade de cinco para vinte dias. A proposta estabelece um aumento gradual e começará a valer em 1º de janeiro de 2027. Depois disso, o texto seguirá para o Senado Federal e, por fim, para sanção presidencial.

O deputado Pedro Campos (PSB-PE) conduziu as negociações e garantiu apoio de diferentes partidos. O acordo obteve ampla aprovação, pois fortalece o papel do pai na família e incentiva a divisão equilibrada dos cuidados com os filhos.

Ampliação ocorrerá em três etapas

O projeto define um cronograma de implantação simples.
Em 2027, a licença aumentará para 10 dias.
Em 2028, subirá para 15 dias.
A partir de 2029, os pais terão direito a 20 dias.

Além disso, as empresas do Programa Empresa Cidadã concederão 15 dias adicionais, totalizando 35 dias de licença. Dessa forma, os trabalhadores poderão participar mais ativamente da rotina familiar e apoiar melhor as mães durante o pós-parto.

Pais de crianças com deficiência terão tempo extra

O texto garante um terço a mais de licença para pais de crianças com deficiência. Essa ampliação ajuda no processo de adaptação e reforça o compromisso do Congresso com a inclusão. Além disso, o benefício representa um passo importante na valorização da paternidade ativa.

Direitos trabalhistas seguem preservados

Durante o período de afastamento, o trabalhador manterá o salário integral, respeitando o teto da Previdência Social. A legislação também impedirá a demissão sem justa causa por 30 dias após o retorno ao trabalho.

O benefício poderá ser dividido em duas etapas. A primeira corresponderá a metade do total, e a segunda poderá ser usada em até seis meses após o parto ou adoção. Assim, o pai terá flexibilidade para acompanhar fases diferentes do desenvolvimento da criança.

Impacto financeiro e próximos passos

O impacto estimado é de R$ 5 bilhões por ano, mas o relator considera o custo viável. Segundo ele, o retorno social será expressivo, já que a medida melhora a qualidade de vida das famílias e reduz o estresse laboral. Além disso, o projeto incentiva a participação masculina nas responsabilidades domésticas.

Agora, o texto segue para análise do Senado Federal. Caso os senadores aprovem, o presidente sancionará a nova lei, e a ampliação da licença começará a valer em 2027.

Fonte: G1

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