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quarta-feira, outubro 28, 2026
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Fagner Peixoto conta trajetória do campo às obras públicas

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Carlos Henrique de Oliveira participa do PodRondônia sobre Charque Riomar em Rondônia, expansão nacional e segurança alimentar
Carlos Henrique conta no PodRondônia como a Charque Riomar cresceu a partir de Cacoal e levou Rondônia a novos mercados.

Charque Riomar em Rondônia, empreendedorismo regional e expansão nacional são os temas centrais do episódio do PodRondônia com Carlos Henrique de Oliveira, gestor comercial da empresa nascida em Cacoal.

Na conversa conduzida pela jornalista Rosângela Cândido, Carlos conta como a marca cresceu ao longo de mais de 30 anos, ampliou sua produção, chegou a diferentes estados brasileiros e passou a representar o potencial da indústria alimentícia rondoniense.

O episódio mostra que a Charque Riomar em Rondônia não é apenas uma história empresarial. A pauta envolve tradição familiar, logística, segurança alimentar, valorização dos colaboradores, inovação e o desafio de levar uma marca do interior para o mercado nacional.

▶️ Ative o som e acompanhe o episódio completo

Carlos Henrique fala sobre a história da Charque Riomar, expansão nacional, segurança alimentar, logística, colaboradores e próximos passos da marca.

Charque Riomar em Rondônia começou com perseverança

No episódio, Carlos Henrique relembra que a trajetória da empresa está ligada ao fundador, conhecido como senhor Dino, e à construção de uma marca nascida em Cacoal. A história começou com cerca de 500 quilos de carne e cresceu a partir de trabalho, persistência e presença diária na produção.

Carlos afirma que esse legado ainda aparece na rotina da indústria. Ele cita o acompanhamento dos processos, desde a chegada da matéria-prima até a finalização do produto, como parte da cultura que sustenta a empresa.

A história da Charque Riomar em Rondônia aparece como exemplo de empreendimento regional que cresceu sem abandonar origem, memória e vínculo com as pessoas que ajudaram a construir a marca.

▶️ Veja o trecho sobre a origem da empresa

Carlos Henrique fala sobre o fundador, o início da produção e o legado que ainda orienta a empresa.

Pontos do episódio
A Charque Riomar em Rondônia é apresentada como marca que une origem em Cacoal, produção em escala, logística e segurança alimentar.
Origem
marca nasceu em Cacoal e manteve Rondônia como identidade
Qualidade
segurança alimentar aparece como valor inegociável
Expansão
empresa leva produto rondoniense a novos mercados

Produção cresceu com foco em segurança alimentar

Carlos explica que a empresa não atua como frigorífico, mas como indústria de beneficiamento. A matéria-prima é comprada de frigoríficos homologados e fiscalizados, passa por desossa, salga e exposição em área protegida para receber luz solar.

Segundo o gestor, o processo combina tradição e controle. Ele destaca que o produto leva carne bovina, sal e luz solar, com atenção à qualidade até chegar à mesa do consumidor.

A Charque Riomar em Rondônia também aparece como operação em escala. Carlos cita capacidade mensal de 300 toneladas e possibilidade de chegar a 400 toneladas, mantendo o compromisso com segurança alimentar.

▶️ Assista ao trecho sobre produção e qualidade

O convidado explica o processo de beneficiamento, a escala de produção e o cuidado com a segurança alimentar.

Marca de Cacoal chegou a vários estados brasileiros

A expansão nacional é um dos pontos centrais do episódio. Carlos conta que Manaus foi uma das primeiras portas de entrada fora de Rondônia. Depois, a marca avançou para regiões como Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

O gestor cita presença em estados como Amazonas, Acre, Roraima, Bahia, Pernambuco, Pará e Mato Grosso. Ele também explica que a logística é um dos maiores desafios, especialmente quando a empresa precisa atender mercados distantes e disputar espaço com concorrentes locais.

Nesse cenário, a Charque Riomar em Rondônia representa uma pauta de economia regional. A história mostra como uma empresa do interior pode superar distância, custo logístico e competição para ocupar prateleiras em outras regiões do país.

▶️ Veja o trecho sobre expansão nacional

Carlos fala sobre Manaus, Nordeste, Centro-Oeste, logística e o desafio de manter produto disponível em novos mercados.

Leitura analítica

Uma marca regional com estratégia nacional

Origem: a empresa mantém Cacoal e Rondônia como base de sua identidade.

Mercado: a expansão depende de logística, presença nos pontos de venda e confiança do consumidor.

Futuro: digitalização e e-commerce aparecem como próximos passos para alcançar novos clientes.

Colaboradores antigos sustentam cultura da empresa

Outro tema do episódio é a permanência de colaboradores por muitos anos na empresa. Carlos cita profissionais com 15, 20 e 22 anos de carreira, além de jovens aprendizes que passam a conhecer a cultura interna desde cedo.

Na Charque Riomar em Rondônia, essa continuidade é apresentada como sinal de pertencimento. A empresa busca construir carreira, valorizar pessoas e manter uma relação próxima entre lideranças, equipes e produção.

Futuro passa por inovação sem abandonar tradição

Na parte final, Carlos fala sobre os próximos passos da empresa. Entre os desafios, ele cita a digitalização da marca, o aperfeiçoamento do site, a possibilidade de e-commerce e a busca por novos canais para atender consumidores que moram longe dos mercados onde o produto já está presente.

A Charque Riomar em Rondônia também olha para inovação em embalagem, processos, comunicação e desenvolvimento de novos produtos. Ao mesmo tempo, o gestor reforça que a tradição precisa ser preservada.

O PodRondônia com Carlos Henrique mostra que a Charque Riomar em Rondônia é uma história de indústria, família, colaboradores, logística e confiança. Para Rondônia, a trajetória reforça que empresas regionais podem nascer no interior e conquistar espaço nacional sem perder sua identidade.

Gustavo Sandoval mostra bastidores da APRON no RuralCast

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Gustavo Sandoval participa do RuralCast sobre pecuária em Rondônia, APRON, regularização fundiária e futuro do campo
Gustavo Sandoval fala no RuralCast sobre a atuação da APRON nos bastidores da pecuária em Rondônia.

Pecuária em Rondônia, organização dos produtores e bastidores da APRON são os temas centrais do episódio do RuralCast com Gustavo Sandoval Leal, advogado, pecuarista e vice-presidente da Associação dos Pecuaristas de Rondônia.

Na conversa conduzida por Dhiony Costa e Silva, diretor executivo da APRON, Gustavo explica como a associação nasceu, quais desafios mobilizam os pecuaristas e por que regularização fundiária, segurança rural, crédito, rastreabilidade, leite, genética e tecnologia entraram na agenda do setor.

O episódio mostra que a pecuária em Rondônia passa por um momento de profissionalização. A pauta envolve produção, documentos, segurança no campo, valorização da arroba, acesso a mercado e união entre produtores.

▶️ Ative o som e acompanhe o episódio completo

Gustavo Sandoval fala sobre a criação da APRON, união dos pecuaristas, regularização, segurança rural, crédito, leite, genética e futuro da pecuária.

Pecuária em Rondônia ganha força com união dos produtores

Gustavo Sandoval conta que a APRON nasceu a partir da troca de informações entre pecuaristas que já conversavam sobre dificuldades comuns. Segundo ele, produtores de diferentes regiões perceberam que Rondônia precisava de uma associação formal, profissional e capaz de representar o setor.

A união surgiu porque muitos desafios são parecidos, independentemente do tamanho da propriedade. Regularização, crédito, segurança, valorização da arroba e rastreabilidade passaram a exigir uma atuação mais organizada.

A entrevista mostra que a pecuária em Rondônia depende cada vez mais de representação. Para Gustavo, uma entidade estruturada ajuda a identificar problemas, encaminhar propostas e buscar soluções junto a governos, instituições e outros atores do agro.

▶️ Veja o trecho sobre a origem da APRON

Gustavo explica como a troca entre pecuaristas levou à criação da Associação dos Pecuaristas de Rondônia.

Pontos do episódio
A pecuária em Rondônia aparece no episódio como uma atividade que busca mais organização, segurança jurídica, produtividade e acesso a mercado.
Regularização
terra documentada impacta crédito e segurança jurídica
Segurança
Patrulha Rural é citada como avanço para propriedades no interior
Genética
melhoramento pode elevar produtividade no corte e no leite

Comissões ajudam a organizar as demandas do campo

Durante a conversa, Gustavo explica que a APRON passou a atuar por comissões para organizar melhor os temas que chegam dos associados. A estratégia evita que tudo fique disperso e permite que produtores com mais afinidade por cada assunto contribuam diretamente.

Entre as frentes citadas estão regularização fundiária, regularização ambiental, segurança rural, valorização da arroba, rastreabilidade, leite, crédito e genética. Cada área toca em problemas práticos do dia a dia de quem produz.

Esse modelo mostra como a pecuária em Rondônia tenta sair da atuação improvisada para uma agenda mais técnica. A associação aparece como ponte entre produtor, instituições e soluções que precisam chegar ao interior.

▶️ Assista ao trecho sobre as comissões da APRON

O vice-presidente explica por que a associação estruturou grupos específicos para cada demanda da pecuária.

Terra, ambiente e segurança rural entram no centro do debate

Um dos temas destacados é a regularização fundiária. Gustavo afirma que muitas propriedades ainda enfrentam dificuldades documentais, o que afeta crédito, garantias, segurança jurídica e planejamento de longo prazo.

Na área ambiental, o convidado defende que é possível produzir preservando, desde que o produtor tenha orientação, regularidade e condições para organizar a propriedade. O episódio também cita cuidados no período seco, como aceiros, equipamentos e diálogo com vizinhos para prevenir incêndios.

A segurança no campo aparece com destaque por meio da Patrulha Rural. Gustavo avalia que a iniciativa trouxe mais proteção, especialmente por usar identificação das propriedades e comunicação rápida com produtores. Para a pecuária em Rondônia, a continuidade desse tipo de programa é tratada como prioridade.

▶️ Veja o trecho sobre regularização e Patrulha Rural

Gustavo fala sobre terra, segurança jurídica, prevenção no período seco e importância da Patrulha Rural.

Leitura analítica

Bastidores mostram uma pecuária mais organizada

Documentos: regularização fundiária impacta crédito, garantia e segurança jurídica.

Mercado: valorização da arroba, rastreabilidade e qualidade ampliam oportunidades.

Futuro: união dos pecuaristas é apresentada como caminho para acelerar soluções.

Mercado, rastreabilidade, leite e genética apontam novos caminhos

O episódio também aborda valorização da arroba, rastreabilidade e abertura de mercados. Gustavo afirma que Rondônia já tem qualidade produtiva e que saber a origem do gado será cada vez mais importante para o setor.

Na cadeia do leite, a conversa destaca a necessidade de fortalecer produtores, agregar valor e melhorar a comercialização por meio de produtos como queijo e derivados. O tema aparece ligado à realidade de pequenos produtores presentes em vários municípios.

Outro ponto é o melhoramento genético. Gustavo cita ganhos possíveis tanto no leite quanto no corte, com mais produtividade, melhor aproveitamento de pastagens, suplementação adequada e animais mais precoces. Para a pecuária em Rondônia, genética e tecnologia aparecem como instrumentos para competir melhor.

▶️ Assista ao trecho sobre mercado e genética

A conversa passa por valorização da arroba, rastreabilidade, leite, crédito rural e melhoramento genético.

Futuro da pecuária passa por união e produtividade

Ao projetar os próximos dez anos, Gustavo afirma que Rondônia deve avançar em integração entre pecuária e agricultura, rotação de pastagens, produção de alimento dentro da propriedade, maior lotação, ganho de peso e qualidade genética.

Ele também defende que as propriedades estejam regularizadas e que a rastreabilidade avance de forma viável para o produtor. A visão apresentada é de uma atividade mais integrada, produtiva, sustentável e preparada para mercados exigentes.

Na mensagem final, Gustavo reforça o convite para que pecuaristas conheçam e participem da APRON. O RuralCast com Gustavo Sandoval mostra que a pecuária em Rondônia depende de união, informação, regularização, tecnologia e representação para acelerar soluções nos próximos anos.

Alex Guaitolini fala sobre gestão, tecnologia e futuro do agro em RO

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Alex Guaitolini participa do RuralCast sobre agro de Rondônia, gestão rural, tecnologia no campo e associativismo
Alex Guaitolini fala no RuralCast sobre gestão, tecnologia, sucessão familiar e futuro do agro em Rondônia.

O agro de Rondônia, a gestão rural e o futuro da pecuária foram temas centrais do episódio do RuralCast com Alex Guaitolini, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Cacoal e Ministro Andreazza.

Na conversa conduzida por Dhiony Costa e Silva, diretor executivo da APRON, Alex relembra a chegada da família ao estado na década de 1980, fala sobre os desafios dos pioneiros e explica por que associativismo, capacitação, tecnologia e controle de custos são decisivos para o produtor rural.

O episódio mostra que o agro de Rondônia tem força para crescer, mas precisa de entidades organizadas, jovens preparados, gestão eficiente e produtores capazes de tomar decisões com base em informação.

▶️ Ative o som e acompanhe o episódio completo

Alex Guaitolini fala sobre pecuária, gestão de custos, sucessão familiar, tecnologia, associativismo e novos caminhos para o campo rondoniense.

Agro de Rondônia passa pela história dos produtores

Alex Guaitolini conta que chegou a Rondônia ainda criança, acompanhando a família na década de 1980. A entrevista relembra viagens difíceis, estradas de chão, vida na zona rural, escolas do campo e os desafios enfrentados por famílias que vieram construir uma nova realidade no estado.

Essa trajetória ajuda a explicar o vínculo do convidado com a atividade rural. Antes de assumir funções empresariais e sindicais, Alex cresceu em meio ao trabalho no campo, acompanhando a rotina de produtores que enfrentavam limitações de infraestrutura, saúde, transporte e comercialização.

Ao recuperar essa memória, o episódio mostra que o agro de Rondônia não é apenas uma atividade econômica. Ele também carrega histórias familiares, migração, esforço coletivo e adaptação a uma região que passou por profundas transformações.

▶️ Veja o trecho sobre a chegada a Rondônia

Alex relembra a infância no estado, a vida rural e os primeiros desafios enfrentados pela família.

Pontos do episódio
O agro de Rondônia aparece como um setor que precisa unir tradição produtiva, gestão moderna e representação forte.
Entidades
sindicatos e associações ajudam o produtor da porteira para fora
Gestão
conhecer custos e números muda a tomada de decisão
Futuro
tecnologia e sucessão familiar são temas decisivos para o campo

Associativismo transforma demandas individuais em força coletiva

Um dos pontos mais fortes da entrevista é a defesa do associativismo. Alex afirma que o produtor rural costuma estar concentrado na produção, enquanto muitos problemas precisam ser enfrentados fora da porteira, em diálogo com entidades, instituições e poder público.

Na avaliação dele, sindicatos, associações e sistemas organizados permitem somar forças em torno de objetivos comuns. Isso ajuda a defender políticas públicas, melhorar a capacitação e dar mais peso às demandas do setor produtivo.

Para o agro de Rondônia, esse tipo de organização é estratégico. Quanto mais fortes forem as entidades, maior a capacidade de apresentar propostas, cobrar continuidade de projetos e mostrar ao público o que o produtor já faz de positivo.

▶️ Assista ao trecho sobre associativismo rural

Alex explica por que entidades organizadas ajudam o produtor a enfrentar problemas coletivos.

Gestão de custos define margem e competitividade

Ao falar das principais preocupações do setor, Alex aponta a gestão eficiente como uma necessidade urgente. Ele defende que o produtor precisa conhecer os números da propriedade, saber quanto custa produzir e usar essa informação para reduzir gastos ou aumentar a rentabilidade.

A entrevista também destaca a importância da capacitação profissional. Cursos, assistência técnica e orientação ajudam o produtor a tomar decisões mais seguras, especialmente em uma atividade que exige planejamento antecipado.

Para o agro de Rondônia, esse debate é essencial porque propriedades próximas podem ter níveis muito diferentes de produtividade. Quem mede custos, acompanha indicadores e planeja melhor tende a responder com mais rapidez às mudanças do mercado.

▶️ Veja o trecho sobre gestão e custos

Alex fala sobre números da propriedade, custo de produção, decisão com informação e planejamento rural.

Leitura analítica

Produtor que conhece os números decide melhor

Custos: saber quanto custa produzir ajuda a proteger margem e corrigir falhas.

Informação: capacitação e assistência técnica tornam a decisão mais segura.

Mercado: organização e qualidade ajudam Rondônia a disputar novos espaços.

Tecnologia pode aproximar a nova geração do campo

A sucessão familiar também aparece como preocupação central. Alex afirma que o campo precisa criar condições para que os jovens encontrem espaço na atividade rural, especialmente por meio da tecnologia e de soluções que dialoguem com a realidade da nova geração.

Ele cita exemplos como manejo, rastreamento, drones, aplicativos, controle de custos e outras ferramentas que podem melhorar a produção e reduzir despesas. A tecnologia, nesse sentido, não substitui o produtor, mas amplia sua capacidade de gestão.

Para o agro de Rondônia, essa mudança pode ser decisiva. Tornar a atividade mais moderna, atrativa e organizada ajuda a manter jovens no campo e prepara as propriedades para os próximos anos.

▶️ Assista ao trecho sobre juventude e tecnologia

Alex comenta o espaço dos jovens no agro e como a tecnologia pode melhorar a atividade rural.

Futuro do agro passa por união, mercado e continuidade

Ao projetar os próximos anos, Alex se mostra otimista com Rondônia. Ele afirma que o estado tem potencial produtivo, aceita inovação e pode avançar tanto na produção quanto na organização do setor.

O convidado compara o caminho da pecuária ao avanço do café rondoniense, que ganhou reconhecimento pela qualidade e pela capacidade de superar barreiras de mercado. Para ele, a pecuária ainda tem muito espaço para evoluir e pode aprender com esse movimento.

O RuralCast com Alex Guaitolini reforça que o agro de Rondônia depende de união, gestão, tecnologia, capacitação e representação forte para crescer com mais competitividade.

Transição de carreira no Vida Plena: recomeço

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Transição de carreira no Vida Plena com histórias de mudança profissional e recomeço
Vida Plena debate transição de carreira, mudança de profissão, propósito e histórias reais de recomeço.

A transição de carreira no Vida Plena é o tema deste episódio, que fala sobre mudança de profissão, recomeço, medo, planejamento e busca por propósito. O programa reúne histórias reais de pessoas que deixaram áreas tradicionais para construir novas trajetórias profissionais.

Embora o conteúdo tenha abrangência nacional, o assunto também conversa com o público de Rondônia e da Região Norte. Em Porto Velho, a presença do Hospital de Amor Amazônia aproxima famílias, pacientes, profissionais e moradores de debates sobre saúde, trabalho, propósito, acolhimento e qualidade de vida. Nesse contexto, a transição de carreira no Vida Plena ajuda a refletir sobre novos caminhos em diferentes fases da vida.

Participam do programa Paula Cruviner Seconeli, proprietária do Salão de Beleza Luiza; Emílio Carlos dos Santos, comentarista de rodeio e palestrante; e Danilo Rolim, chef de cozinha. A conversa mostra que mudar de área não significa apagar a história anterior, mas transformar experiências, aprendizados e contatos em uma nova fase.

▶️ Ative o som e assista ao primeiro bloco

Veja como o programa apresenta histórias reais de mudança profissional e os primeiros passos para recomeçar.

Transição de carreira no Vida Plena começa com coragem

O episódio parte de uma pergunta direta: quem já pensou em mudar de profissão? A abertura cita pesquisas sobre brasileiros que desejam mudar de área, especialmente em busca de qualidade de vida, realização profissional e novos desafios. O ponto central é que muitas pessoas querem mudar, mas nem todas sabem como dar o primeiro passo.

No caso de Paula, a mudança veio quando ela decidiu assumir a história do salão da família, mesmo sendo formada em engenharia civil. A transição de carreira no Vida Plena aparece como uma decisão que exige preparo emocional, organização prática e disposição para aprender uma nova rotina.

Para quem acompanha o programa, o recomeço não precisa ser tratado como impulso. A mudança pode começar aos poucos, com observação do mercado, cursos, conversas com profissionais da área e testes antes de uma decisão definitiva.

Experiências antigas podem ajudar no novo caminho

A conversa mostra que a formação anterior não precisa ser descartada. Paula explica que a engenharia ajudou na organização, na solução de problemas e na parte administrativa do salão. A vivência anterior virou ferramenta para sustentar uma nova etapa.

Emílio Carlos dos Santos também relata uma trajetória construída aos poucos. Formado em engenharia civil, ele passou a atuar como comentarista de rodeio, palestrante e comunicador. A experiência em eventos, no campo, na gestão e na comunicação ajudou a abrir portas para uma atividade que, no começo, ele nem imaginava que se tornaria profissão.

▶️ Assista também ao segundo bloco

Acompanhe a história de Danilo Rolim e o debate sobre propósito, gastronomia e atuação social.

Mudança de profissão também pode revelar propósito

No segundo bloco, Danilo Rolim conta como saiu do direito para a gastronomia. Mesmo tendo estudado em uma das faculdades mais tradicionais do país, ele percebeu que sua realização estava em outro caminho. A cozinha, que já fazia parte de sua vida pessoal, passou a ser profissão e também instrumento de impacto social.

A transição de carreira no Vida Plena pode envolver mais do que troca de emprego. Em muitos casos, ela muda a forma como a pessoa se vê, se relaciona com o trabalho e contribui para o entorno. Essa dimensão também é importante para leitores de Rondônia, onde muitas famílias conciliam trabalho, cuidado, deslocamentos e desafios próprios da Região Norte.

Responsabilidade social aparece depois do recomeço

Os convidados também falam sobre atuação social. Danilo relata iniciativas ligadas à gastronomia e à formação de pessoas. Emílio destaca o envolvimento com causas do Hospital de Amor e com o universo do agronegócio e da pecuária. Paula comenta ações de acolhimento, eventos e apoio a pessoas próximas à sua comunidade.

Essa parte do programa aproxima carreira, propósito e serviço. Para o público rondoniense, a reflexão ganha força porque o trabalho também pode ser uma forma de participação social. Em áreas como saúde, comércio, serviços, educação e atendimento, recomeçar pode abrir espaço para novas formas de contribuir com a comunidade.

▶️ Assista ao terceiro bloco

Veja conselhos sobre medo, planejamento, estudo, capacitação e coragem para sair da zona de conforto.

Planejamento evita que o recomeço seja apenas impulso

No terceiro bloco, os convidados reforçam que vontade não basta. Quem deseja mudar de profissão precisa estudar, observar o mercado, buscar cursos, conversar com pessoas da área e se aproximar da rotina real do novo trabalho antes de tomar decisões definitivas.

Paula lembra que uma pessoa pode começar aos poucos, acompanhando profissionais de referência, ajudando em períodos de maior movimento e entendendo se aquela atividade realmente combina com seus objetivos. Esse cuidado torna a transição de carreira no Vida Plena mais concreta e menos baseada apenas em idealização.

Medo de mudar pode virar prisão

Na parte final, o programa aborda o medo. Os convidados reconhecem que sair da zona de conforto envolve risco, mas também lembram que permanecer em uma vida profissional sem sentido pode gerar frustração. A coragem aparece como decisão construída com preparo, não como salto sem responsabilidade.

Danilo resume a mudança como um passo em direção à felicidade possível. Emílio fala de perseverança e otimismo. Paula destaca a necessidade de trabalhar o próprio medo antes de encontrar novos caminhos. O episódio encerra com uma mensagem prática: a transição de carreira no Vida Plena exige estudo, coragem, apoio e disposição para aprender continuamente.

Para quem vive em Rondônia, o tema pode tocar trabalhadores de diferentes áreas, jovens em início de trajetória, profissionais que desejam recomeçar e pessoas ligadas direta ou indiretamente à rede de saúde, ao comércio, aos serviços e às comunidades do interior. O assunto nacional se torna próximo porque mudar de profissão também é uma forma de buscar qualidade de vida, autonomia e participação social.

A transição de carreira no Vida Plena reforça que recomeçar não significa abandonar tudo que foi construído. Muitas vezes, a experiência anterior vira base para uma nova fase, mais alinhada ao propósito, à realidade familiar e aos objetivos de vida.

Fonte da notícia:
Vida Plena no YouTube.

Caderneta de Saúde das Pessoas Trans é tema de oficina com apoio do MPRO

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Caderneta de Saúde das Pessoas Trans é tema de oficina sobre atendimento no SUS
Oficina em Porto Velho discutiu o uso da caderneta no atendimento público de saúde.

A Caderneta de Saúde das Pessoas Trans foi tema de uma oficina de qualificação realizada em Porto Velho, com promoção da Sesau e apoio do MPRO. A atividade discutiu o manejo do documento, o atendimento respeitoso no SUS e barreiras enfrentadas por pessoas trans e travestis na rede pública.

A Caderneta de Saúde das Pessoas Trans é um instrumento de registro e orientação. Ela reúne informações importantes sobre atendimento, vacinação, saúde mental, acompanhamento clínico e direitos no serviço público de saúde, sem substituir consulta, prontuário ou atendimento especializado.

Acesso com respeito

Documento reúne registros de saúde, vacinação e nome social para fortalecer o acompanhamento contínuo na rede pública.

O que é a Caderneta de Saúde das Pessoas Trans

A Caderneta de Saúde das Pessoas Trans funciona como ferramenta de acompanhamento dentro do SUS. O objetivo é facilitar o registro de informações que podem ser úteis em unidades básicas, consultas, serviços especializados e ações de cuidado continuado.

Segundo o MPRO, a caderneta foi lançada em Porto Velho em 13 de novembro de 2025. A oficina realizada em julho buscou qualificar profissionais e representantes da rede para o uso correto do material.

Para que serve
Registro
Ajuda a organizar informações de saúde em diferentes pontos da rede.
Acompanhamento
Facilita a continuidade do cuidado em consultas e serviços especializados.
Orientação
Reforça direitos no SUS, incluindo acolhimento e respeito ao nome social.

Quais informações o documento reúne

A Caderneta de Saúde das Pessoas Trans reúne informações sobre atendimentos, vacinação, saúde mental e acompanhamento clínico. O documento também pode ajudar a evitar perda de histórico quando a pessoa passa por unidades diferentes ou precisa de encaminhamento.

O cuidado deve ser entendido de forma ampla. A caderneta apoia a organização do atendimento, mas não resolve sozinha todas as barreiras de acesso. O avanço depende de profissionais capacitados, rede preparada e acolhimento sem exposição, julgamento ou constrangimento.

Registro de saúde

Atendimentos: informações sobre consultas e acompanhamento na rede.

Vacinação: registros que ajudam na organização da situação vacinal.

Saúde mental: apoio ao acompanhamento contínuo e ao cuidado integral.

Nome social e atendimento respeitoso no SUS

A Caderneta de Saúde das Pessoas Trans também orienta sobre direitos no atendimento, incluindo o uso correto do nome social nos serviços públicos. Esse ponto é essencial para reduzir barreiras e evitar constrangimentos na busca por cuidado.

A oficina reuniu representantes do poder público e da sociedade civil, com participação de Conselho Estadual de Saúde, Semusa, Sesau e Comunidade Cidadã Livre. O MPRO participou por meio da Promotoria de Direitos Humanos.

Direito no SUS

Nome social: deve ser respeitado no atendimento público de saúde.

Acolhimento: atendimento deve ocorrer sem exposição ou julgamento.

Continuidade: o registro organizado ajuda profissionais e usuários da rede.

Onde procurar um exemplar em Porto Velho

Para obter a Caderneta de Saúde das Pessoas Trans, a pessoa interessada deve procurar uma Unidade Básica de Saúde ou o ambulatório especializado em saúde integral de travestis e transexuais da rede municipal. O texto-base não informa endereço, telefone ou horário do ambulatório.

A orientação é buscar informação diretamente na rede pública. Também é importante manter documentos pessoais e dados cadastrais atualizados para facilitar o atendimento quando houver encaminhamento, registro ou acompanhamento especializado.

Onde buscar orientação

1. Unidade Básica de Saúde mais próxima.

2. Ambulatório especializado em saúde integral de travestis e transexuais.

3. Equipes da rede municipal de saúde em Porto Velho.

Acompanhamento das políticas públicas

O MPRO informou que seguirá monitorando medidas para reduzir barreiras de acesso ao SUS enfrentadas por pessoas trans e travestis. A Caderneta de Saúde das Pessoas Trans entra nesse contexto como ferramenta de apoio ao cuidado, ao registro e à orientação de direitos.

A atividade realizada em Porto Velho reforça que o documento deve ser entendido como instrumento de serviço público: útil para a pessoa atendida, para os profissionais da rede e para o acompanhamento contínuo no SUS.

Famílias de Rondônia devem conferir vale do Gás do Povo de julho

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Gás do Povo deve ser consultado por famílias de Rondônia antes da retirada do botijão
Famílias devem consultar o CPF do responsável familiar antes de procurar uma revenda credenciada.

A folha de julho do Gás do Povo já está disponível, e famílias de Rondônia que participam do programa devem consultar a situação do vale antes de procurar uma revenda credenciada. A orientação é usar somente os canais oficiais e conferir se o benefício está liberado para o CPF do responsável familiar.

O Gás do Povo não vale para todas as famílias do CadÚnico e também não é automático para todo beneficiário do Bolsa Família. O acesso depende dos critérios federais, da situação cadastral e da validação no momento da retirada do botijão.

Consulta oficial

Famílias devem consultar o CPF do responsável familiar e verificar a revenda credenciada antes de sair de casa.

Quem pode participar do Gás do Povo

No Gás do Povo, podem participar famílias com pelo menos duas pessoas na composição, renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo e Cadastro Único atualizado nos últimos 24 meses. O CPF do responsável familiar precisa estar regular.

A situação no Cadastro Único também não pode apresentar pendências, como averiguação cadastral. Por isso, antes de ir até uma revenda, a família deve conferir a situação do benefício e observar se atende aos critérios informados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Critérios principais
Família
Pelo menos duas pessoas na composição familiar.
Renda
Até meio salário mínimo por pessoa.
Cadastro
CadÚnico atualizado nos últimos 24 meses e CPF regular.

Como consultar o vale do Gás do Povo

A consulta do Gás do Povo deve ser feita no portal oficial do Gás do Povo, informando o CPF do responsável familiar cadastrado no CadÚnico. O mesmo portal permite buscar revendas por UF, município, bairro ou CEP.

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social informou que a folha de julho do Gás do Povo foi disponibilizada em 10 de julho e que as famílias participantes podem acessar os vales em revendas credenciadas ao programa.

Antes de sair de casa

CPF: confira se o vale está liberado para o responsável familiar.

Revenda: busque um ponto credenciado pelo portal oficial.

Cadastro: verifique se não há pendência no CadÚnico.

Como retirar o botijão na revenda

Quem tiver vale do Gás do Povo liberado deve procurar uma revenda credenciada. Famílias sem acesso a celular e internet podem retirar o gás usando o cartão do Programa Bolsa Família com chip ou o cartão de débito da Caixa.

Também é possível informar o CPF do responsável familiar na maquininha Azulzinha ou no aplicativo Azulzinha Aproxima, usados pelas revendas credenciadas para validar o vale. A validação deve ocorrer no atendimento da revenda, sem envio de documentos por redes sociais.

Formas de acesso ao vale

Cartão Bolsa Família: pode ser usado quando tiver chip.

Cartão da Caixa: cartão de débito pode validar a retirada.

CPF: responsável familiar pode ser validado na revenda credenciada.

Cuidado com mensagens falsas

Com o Gás do Povo, o cuidado principal é não enviar CPF, senha, foto, documentos ou códigos por WhatsApp, redes sociais ou links recebidos de terceiros. A consulta deve ser feita nos canais oficiais, e a retirada deve ocorrer em revenda credenciada.

Também é importante não acreditar em promessa de liberação para qualquer família. O benefício depende dos critérios do programa e da situação cadastral. Caso tenha dúvida, a família deve procurar os canais oficiais da Caixa e do MDS.

Use apenas canais oficiais

1. Não envie CPF, senha, foto ou documento por mensagem.

2. Não clique em links recebidos por grupos ou perfis desconhecidos.

3. Reclamações e denúncias podem ser registradas pela plataforma Fala.BR.

Onde tirar dúvidas sobre o Gás do Povo

O atendimento para dúvidas deve ser feito pelos canais oficiais da Caixa e do MDS. Manifestações, reclamações e denúncias podem ser registradas pela plataforma Fala.BR, canal oficial de ouvidoria do governo federal.

Para as famílias de Rondônia, a orientação é simples: conferir o Gás do Povo pelo CPF no portal oficial, verificar a revenda credenciada mais próxima e só entregar informações no atendimento correto, sem intermediários.

Moradores atingidos por cheia podem pedir FGTS Calamidade em Porto Velho

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FGTS Calamidade pode ser solicitado por moradores atingidos por cheia em Porto Velho
Pedido do saque por calamidade deve ser feito pelo aplicativo FGTS, sem intermediários.

Moradores de áreas atingidas por inundações em Porto Velho já podem solicitar o FGTS Calamidade pelo aplicativo FGTS. O prazo vai até 17 de setembro de 2026, conforme publicação oficial sobre a habilitação do município para o saque.

O benefício não é automático e não vale para todos os moradores da capital. O saque é destinado ao trabalhador que teve a residência atingida por desastre natural em área reconhecida oficialmente, com solicitação sujeita à análise da Caixa e ao saldo disponível na conta vinculada.

Saque por inundação

Pedido deve ser feito pelo aplicativo FGTS, com envio de documentos, análise da Caixa e limite conforme saldo disponível.

Quem pode solicitar o FGTS Calamidade

Para pedir o FGTS Calamidade, o trabalhador precisa residir em área atingida pelas inundações e reconhecida pela Defesa Civil do município. A habilitação de Porto Velho decorre do reconhecimento da situação de emergência provocada pelas cheias que afetaram comunidades locais.

A regra não libera saque para toda a cidade. A Caixa analisa a documentação enviada e verifica se o pedido se enquadra nas normas do saque por calamidade. Por isso, o trabalhador deve conferir os dados no aplicativo e anexar os documentos exigidos sem recorrer a links desconhecidos.

Critérios básicos
Residência
O imóvel deve estar em área atingida e reconhecida oficialmente.
Análise
A solicitação passa por conferência documental da Caixa.
Valor
O saque depende do saldo disponível em cada conta vinculada.

Prazo e valor do FGTS Calamidade

O FGTS Calamidade pode ser solicitado até 17 de setembro de 2026. O pedido deve ser feito pelo aplicativo FGTS, na opção de saque por calamidade pública, seguindo as instruções exibidas no sistema.

No saque por calamidade, o trabalhador pode retirar até R$ 6.220,00 por conta vinculada, limitado ao saldo disponível, conforme as regras oficiais da Caixa. Isso significa que o valor máximo não é garantido para todos. Se o saldo for menor, o saque aprovado ficará limitado ao que houver na conta.

Prazo e valor

Prazo: até 17 de setembro de 2026.

Limite: até R$ 6.220,00 por conta vinculada.

Condição: o pagamento depende de saldo e aprovação da solicitação.

Documentos para pedir o FGTS Calamidade

A documentação pode incluir documento de identidade, comprovante de residência em nome do trabalhador e foto do rosto segurando o documento. A Caixa também pode solicitar outras informações durante a análise, conforme as regras oficiais da modalidade.

Na falta de comprovante de residência, a orientação oficial permite declaração emitida pelo município ou outro procedimento aceito pela Caixa, conforme o caso. O trabalhador também pode indicar uma conta bancária para receber o valor, caso a solicitação seja aprovada.

Antes de enviar

Confira os dados: endereço, município e documentos devem estar corretos.

Use canal oficial: o pedido deve ser feito pelo aplicativo FGTS.

Acompanhe a análise: o resultado deve ser verificado no próprio aplicativo.

Como fazer o pedido com segurança

O caminho seguro é usar o aplicativo FGTS. O trabalhador deve acessar “Saques”, escolher “Solicitar Saque” e selecionar a modalidade “Calamidade Pública”. Depois, deve informar o município, anexar os documentos e acompanhar a análise no próprio aplicativo.

Não envie documentos, senhas ou fotos por WhatsApp, redes sociais, mensagens privadas ou links recebidos de terceiros. A orientação de segurança é evitar intermediários e desconfiar de promessa de liberação imediata ou valor garantido.

Cuidados contra golpes

1. Use somente o aplicativo FGTS e canais oficiais.

2. Não informe senha, CPF ou documentos em links recebidos por mensagens.

3. Desconfie de promessa de liberação imediata ou valor garantido.

Benefício depende de análise da Caixa

A solicitação do FGTS Calamidade não gera pagamento imediato. Após o envio dos documentos, a Caixa analisa o pedido e, se estiver tudo correto, credita o valor na conta indicada pelo trabalhador ou libera a forma de recebimento prevista no sistema.

A informação principal para Porto Velho é de serviço: trabalhadores atingidos por inundações, residentes em área reconhecida e com saldo disponível podem pedir o saque até o prazo final, sem intermediários e sem repassar dados fora do aplicativo oficial.

Porto Velho terá força-tarefa contra a dengue no Ulisses Guimarães

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Dia D contra a dengue terá força-tarefa no bairro Ulisses Guimarães em Porto Velho
Ação orienta moradores e recolhe materiais que podem acumular água no bairro Ulisses Guimarães.

O Dia D contra a dengue será realizado neste sábado, 11 de julho, no bairro Ulisses Guimarães, em Porto Velho. A ação ocorrerá das 8h às 11h30, com orientação aos moradores e recolhimento de materiais que podem acumular água.

A força-tarefa será conduzida pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Semusa, com apoio operacional da Seinfra, participação de agentes de combate às endemias, profissionais da saúde e militares do Exército Brasileiro. O foco é reduzir criadouros do Aedes aegypti e reforçar cuidados contra dengue, zika e chikungunya.

Prevenção no bairro

Moradores receberão orientação das equipes e poderão separar objetos que acumulam água para recolhimento durante a ação preventiva.

Dia D contra a dengue será no Ulisses Guimarães

O Dia D contra a dengue acontecerá no sábado, 11 de julho, das 8h às 11h30, no bairro Ulisses Guimarães. A mobilização será voltada à eliminação de criadouros do mosquito e à orientação direta aos moradores.

A publicação oficial não informa ponto de concentração, ruas percorridas, número de equipes ou quantidade de imóveis a serem visitados. Por isso, a informação principal é de serviço: a ação ocorrerá no bairro, com foco preventivo e apoio às famílias.

Serviço da ação
Data
Sábado, 11 de julho.
Horário
Das 8h às 11h30.
Local
Bairro Ulisses Guimarães, em Porto Velho.

Moradores poderão separar materiais inservíveis

Durante o Dia D contra a dengue, a população poderá disponibilizar materiais inservíveis que acumulam água para recolhimento pelas equipes da Seinfra. A medida busca retirar do ambiente objetos que possam virar criadouros do mosquito.

A orientação é separar recipientes, pneus, baldes, garrafas, objetos sem uso e materiais expostos que possam acumular água. O descarte deve ser feito de forma organizada e acessível, sem bloquear calçadas, ruas ou áreas de passagem.

O que pode ser separado

Baldes e recipientes: objetos sem uso que possam acumular água.

Pneus e materiais expostos: itens que ficam em quintais ou áreas externas.

Objetos inservíveis: materiais que possam virar criadouros devem ficar acessíveis à orientação das equipes.

Dia D contra a dengue terá Semusa, Seinfra e Exército

O Dia D contra a dengue terá participação da Semusa, da Seinfra, de agentes de combate às endemias, profissionais da saúde e apoio de militares do Exército Brasileiro. O objetivo é reforçar atividades educativas e de mobilização social junto aos moradores.

A presença das equipes não deve ser tratada como sinal de surto no bairro. O material divulgado informa uma ação preventiva, com orientação e recolhimento de materiais, sem apresentar número de casos, imóveis vistoriados ou volume previsto de resíduos.

Equipes envolvidas

Semusa: orientação em saúde e prevenção contra o mosquito.

Seinfra: apoio no recolhimento de materiais inservíveis.

Exército Brasileiro: apoio às atividades educativas e de mobilização.

Cuidados contra o Aedes aegypti

A orientação no Dia D contra a dengue inclui manter caixas d’água bem fechadas, eliminar recipientes que acumulam água, limpar calhas e descartar corretamente materiais inservíveis. Esses cuidados ajudam a reduzir locais de reprodução do mosquito transmissor.

O Ministério da Saúde orienta medidas como remover recipientes que possam virar criadouros, vedar reservatórios e caixas d’água e desobstruir calhas, lajes e ralos.

Checklist rápido em casa

1. Feche bem caixas d’água e reservatórios.

2. Limpe calhas e elimine água parada.

3. Separe objetos sem uso que possam acumular água.

Dia D contra a dengue reforça prevenção sem alarmismo

O Dia D contra a dengue integra estratégias de enfrentamento à dengue, zika e chikungunya em Porto Velho. A publicação oficial não informa surto no bairro, aumento de casos, número de imóveis ou volume previsto de recolhimento.

A informação principal é de serviço: a força-tarefa será preventiva no Ulisses Guimarães, com orientação aos moradores e apoio para retirar materiais que possam acumular água.

Outras notícias sobre saúde, prevenção e serviços públicos podem ser acompanhadas na editoria de Saúde na TVdoPOVO.

Em resumo, o Dia D contra a dengue deve ajudar moradores a organizar quintais, eliminar criadouros e reforçar cuidados simples dentro de casa. A orientação é acompanhar a movimentação das equipes, separar materiais indicados com segurança e manter a prevenção como rotina.

Jaru será sede das duas fases do JIR 2026 após ajuste técnico

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JIR 2026 terá as duas fases dos Jogos Intermunicipais de Rondônia em Jaru
Jaru será sede das duas fases dos Jogos Intermunicipais de Rondônia após ajuste técnico.

O JIR 2026 terá Jaru como sede das duas fases dos Jogos Intermunicipais de Rondônia. A SEJUCEL definiu a transferência da fase final, que estava inicialmente prevista para Pimenta Bueno, após avaliação técnica e logística feita em conjunto com os municípios envolvidos.

Com a mudança, o JIR 2026 concentra em Jaru a primeira etapa, de 13 a 30 de agosto, e a segunda etapa, de 10 a 20 de setembro. A alteração busca assegurar melhores condições de realização da competição e atendimento adequado às delegações participantes, sem tratar a saída de Pimenta Bueno como punição ou falha local.

Logística esportiva ajustada

Competição estadual terá calendário reorganizado para concentrar em Jaru a recepção das delegações.

O que mudou no JIR 2026

A mudança principal está na fase final. A etapa que antes estava programada para Pimenta Bueno será realizada em Jaru, no período de 10 a 20 de setembro. A definição foi comunicada pela SEJUCEL.

JIR 2026 terá as duas fases em Jaru após ajuste técnico da competição estadual
Card informativo destaca a mudança de sede da fase final e a concentração do calendário esportivo em Jaru.

No JIR 2026, a escolha por uma sede única reorganiza o calendário operacional e centraliza a preparação da competição. A secretaria informou que segue acompanhando os preparativos em conjunto com os municípios participantes.

Mudança de sede
Antes
A fase final estava prevista para Pimenta Bueno.
Agora
A fase final será realizada em Jaru, entre 10 e 20 de setembro.
Leitura correta
A alteração é organizacional e não indica punição ao município anteriormente previsto.

Datas das fases do JIR 2026

A primeira etapa acontecerá de 13 a 30 de agosto. A segunda etapa será realizada de 10 a 20 de setembro. Com isso, Jaru passa a receber todo o ciclo competitivo dos Jogos Intermunicipais de Rondônia neste ano.

Para o JIR 2026, a concentração das fases exige planejamento de chegada das delegações, organização de equipes de apoio e alinhamento entre os municípios. A SEJUCEL não informou número de atletas, quantidade de municípios inscritos, modalidades ou locais específicos de disputa.

Calendário

1ª fase: 13 a 30 de agosto.

2ª fase: 10 a 20 de setembro.

Critérios técnicos orientaram a transferência

Segundo a SEJUCEL, o JIR 2026 passou por avaliação de aspectos operacionais, logísticos e de estrutura para receber atletas, comissões técnicas e equipes de apoio. A análise foi feita em diálogo com os municípios envolvidos.

O objetivo informado é dar mais eficiência à organização e melhorar o atendimento às delegações participantes. A mudança deve ser compreendida como ajuste de planejamento, não como comparação pública entre cidades.

O que a decisão considerou

Técnica: condições para execução da competição estadual.

Logística: organização de chegada, circulação e atendimento às delegações.

Estrutura: suporte operacional para atletas, comissões técnicas e equipes de apoio.

Competição mobiliza municípios de Rondônia

O JIR 2026 integra o calendário esportivo estadual e é considerado a maior competição esportiva entre municípios de Rondônia. O evento reúne atletas de diversas regiões do estado em diferentes modalidades, com participação de delegações municipais, comissões técnicas e equipes de apoio.

Para atletas e equipes, a definição de sede ajuda a organizar deslocamento, programação interna e preparação. Para os municípios, a alteração exige atenção ao calendário oficial e comunicação com as respectivas delegações.

Serviço esportivo

Delegações e equipes devem acompanhar o novo calendário e aguardar orientações oficiais sobre detalhes operacionais da competição.

Preparativos seguem com os municípios

A SEJUCEL informou que continua acompanhando os preparativos com os municípios participantes. A orientação é que delegações e equipes observem o novo calendário e aguardem comunicações oficiais sobre detalhes operacionais.

Outras notícias sobre esporte, calendário estadual e eventos regionais podem ser acompanhadas na editoria de Esportes na TVdoPOVO.

A concentração do JIR 2026 em Jaru coloca o município no centro da organização das duas fases, com foco em logística, atendimento às equipes e execução do calendário definido para agosto e setembro.

Campanha de vacinação contra gripe em Rondônia segue até 31 de julho

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Vacinação contra gripe em Rondônia segue até 31 de julho na rede pública
Campanha segue até 31 de julho, com orientação para levar CPF e caderneta de vacinação.

A vacinação contra gripe em Rondônia entrou na reta final, com prazo até 31 de julho para quem ainda não procurou uma unidade de saúde. A mobilização é coordenada pela Agevisa-RO e segue aberta para grupos prioritários e para a população em geral ainda não vacinada.

A cobertura estadual está em 41,88%, abaixo da meta de 90% estipulada para a campanha. Segundo o balanço divulgado, já foram aplicadas 368.867 doses. O dado não deve ser lido como culpa da população, mas como sinal de que ainda há tempo para atualizar a proteção antes do encerramento.

Prazo perto do fim

Campanha segue até 31 de julho. Moradores devem procurar unidades de saúde levando CPF e caderneta de vacinação.

Vacinação contra gripe termina em 31 de julho

A vacinação contra gripe segue até 31 de julho em Rondônia. A orientação é que moradores procurem o posto de saúde mais próximo antes do fim da campanha, levando a caderneta de vacinação e o CPF.

Os horários de atendimento podem variar conforme cada município. Por isso, a recomendação é conferir a rotina da unidade de saúde local, principalmente em áreas onde há salas de vacina com funcionamento em dias ou períodos específicos.

O que levar ao posto
Documento
CPF deve ser apresentado no atendimento.
Caderneta
A caderneta de vacinação ajuda a conferir a situação vacinal.
Crianças
Devem estar acompanhadas por pai, mãe ou responsável.

Cobertura da vacinação está abaixo da meta

O balanço estadual mostra 41,88% de cobertura geral, com 368.867 doses aplicadas. A meta da campanha é alcançar 90%. Entre os grupos acompanhados, gestantes chegaram a 94,34%, crianças registram 51,13% e idosos aparecem com 32,30%.

Na vacinação contra gripe, esses números ajudam a orientar novas estratégias de busca e comunicação. Eles não significam que crianças ou idosos estejam totalmente desprotegidos, mas indicam que parte importante desses públicos ainda pode procurar atendimento.

Cobertura informada

Geral: 41,88%, com 368.867 doses aplicadas.

Gestantes: 94,34% de cobertura.

Crianças: 51,13% de cobertura.

Idosos: 32,30% de cobertura.

Rede tem vacina trivalente disponível

A responsável técnica da Rede de Frio da Agevisa-RO informou que os municípios rondonienses estão abastecidos com a vacina trivalente. A vacinação contra gripe está disponível para grupos prioritários e para a população em geral que ainda não recebeu a dose.

O Ministério da Saúde informa que a estratégia anual contra influenza busca reduzir internações, complicações e óbitos na população-alvo.

Quem deve procurar

Grupos prioritários: pessoas dos públicos acompanhados pela campanha devem atualizar a proteção.

População geral: quem ainda não recebeu a dose também pode procurar atendimento.

Reta final: a recomendação é não deixar para o último dia.

Espaço Saúde atende em Porto Velho

Em Porto Velho, a vacinação contra gripe também pode ser feita no Espaço Saúde, localizado no shopping. O atendimento ocorre no primeiro piso, das 10h às 21h, conforme informação da Agevisa-RO.

A alternativa amplia o acesso para quem circula pela capital, mas não substitui os postos de saúde dos bairros nem as unidades dos demais municípios. A orientação é procurar o ponto mais próximo e confirmar a rotina de atendimento local.

Porto Velho

Local: Espaço Saúde, no primeiro piso do shopping.

Horário: das 10h às 21h.

Documentos: caderneta de vacinação e CPF.

Calendário terá mudanças para crianças

Além da reta final da vacinação contra gripe, a Agevisa-RO informou mudanças no calendário vacinal. Uma delas é a introdução da Pneumo 20 para crianças menores de 5 anos, conforme diretrizes oficiais do Ministério da Saúde para o SUS.

Também há previsão de alteração no esquema da vacina contra a paralisia infantil, a VIP, com novo reforço aos 4 anos a partir de 3 de agosto de 2026. Para evitar confusão, a orientação é acompanhar a caderneta e buscar orientação na unidade de saúde.

Caderneta em dia
Conferência
Aproveite a ida ao posto para verificar outras vacinas pendentes.
Orientação
Em caso de dúvida, procure a equipe da unidade de saúde.

Vacinação contra gripe segue como prevenção

Até 31 de julho, a vacinação contra gripe segue como medida de prevenção acessível na rede pública. O morador deve levar CPF, caderneta e, no caso de crianças, comparecer com pai, mãe ou responsável.

Outras notícias sobre saúde, vacinação e serviços públicos podem ser acompanhadas na editoria de Saúde na TVdoPOVO.

Quem tiver dúvida sobre situação vacinal, grupo de atendimento ou horário deve buscar a unidade de saúde do município. A informação principal para a reta final é objetiva: a vacina continua disponível, e o prazo está perto do fim.

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