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Brasil registra mais de 64 mil mortes por AVC em 2025

Ilustração mostra cérebro humano com áreas vermelha e azul simbolizando AVC e urgência na prevenção no Brasil.
Arte ilustra o impacto do AVC no Brasil, destacando a importância do controle da pressão e hábitos saudáveis.

O acidente vascular cerebral (AVC) continua sendo uma das maiores causas de morte no Brasil, ceifando uma vida a cada seis minutos. Somente entre janeiro e outubro deste ano, 64.471 pessoas morreram em decorrência da doença, segundo o Portal da Transparência dos Cartórios de Registro Civil.

No ano passado, o número chegou a 85.457 óbitos, mantendo o país entre os que mais sofrem com as consequências do AVC. Ao lado do infarto, o problema integra o grupo das doenças cardiovasculares, responsáveis por cerca de 30% das mortes anuais, de acordo com o Ministério da Saúde.

Doença grave, mas em grande parte evitável

O custo do tratamento também é alto: entre 2019 e setembro de 2024, o Sistema Único de Saúde (SUS) desembolsou R$ 910 milhões com internações e terapias ligadas ao AVC, de acordo com a consultoria Planisa. Um em cada quatro pacientes precisou de leito de UTI.

Especialistas reforçam que oito em cada dez casos poderiam ser evitados com medidas simples, como controlar a pressão arterial, abandonar o cigarro e praticar exercícios físicos regularmente.

“O AVC é súbito e devastador, mas amplamente prevenível. O problema é que fatores como hipertensão e tabagismo ainda são mal controlados”, alerta o neurocirurgião Hugo Doria, do Hospital Santa Catarina.

Os dois tipos de AVC

O AVC isquêmico, responsável por cerca de 85% dos casos, ocorre quando há entupimento de um vaso sanguíneo que leva sangue ao cérebro, geralmente causado por pressão alta ou problemas cardíacos, como a fibrilação atrial.

Já o AVC hemorrágico, que representa 15% dos casos, acontece com o rompimento de um vaso, provocando sangramento cerebral e maior risco de sequelas e morte.

“Durante o AVC isquêmico há bloqueio da artéria e morte de células cerebrais. No hemorrágico, o sangue extravasa por ruptura do vaso”, explica o neurocirurgião Feres Chaddad, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Jovens também estão em risco

Antes associada à terceira idade, a doença vem atingindo cada vez mais jovens. Dados da Sociedade Brasileira de AVC (SBAVC) mostram aumento de 66% nos casos de AVC isquêmico entre brasileiros com menos de 45 anos na última década.

Entre os principais fatores estão o uso de anabolizantes, tabagismo associado a anticoncepcionais hormonais e má alimentação.

“Hoje é comum vermos casos em pessoas de 30 e 40 anos. O estilo de vida mudou — há mais obesidade, cigarro eletrônico e dietas desbalanceadas”, observa o neurocirurgião Orlando Maia, do Hospital Quali Ipanema.

“Tempo é cérebro”: reconhecer os sinais salva vidas

Os sintomas aparecem de forma súbita e exigem ação imediata. O método SAMU ajuda a identificar os sinais de alerta:

  • Sorriso: um lado do rosto não se move;

  • Abraço: dificuldade em levantar os dois braços;

  • Música: fala enrolada ou dificuldade para repetir frases;

  • Urgente: ligue para 192 imediatamente.

“A cada minuto milhares de neurônios morrem. O tratamento precisa começar em até quatro horas”, destaca Chaddad.

Entre os sintomas também estão dor de cabeça intensa, tontura, perda de visão e fraqueza em um lado do corpo. O diagnóstico é feito por tomografia ou ressonância magnética, e o tratamento pode incluir trombolíticos ou trombectomia mecânica.

Reabilitação e prevenção

Com atendimento rápido e reabilitação multidisciplinar — que envolve fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional — muitos pacientes conseguem recuperar funções perdidas.

“O cérebro tem uma capacidade de adaptação impressionante, especialmente nos primeiros meses após o evento”, reforça Doria.

Ainda assim, o consenso entre médicos é claro: a prevenção é o melhor remédio. Evitar o primeiro AVC é o passo mais eficaz para preservar a vida e a qualidade dela.

Fonte: G1

Câmara aprova MP que isenta taxistas da taxa de verificação

MP isenta taxistas da taxa de verificação por cinco anos e reduz custos da categoria.
Aprovada pela Câmara dos Deputados, a Medida Provisória isenta taxistas da taxa de verificação dos taxímetros por cinco anos.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (27) a Medida Provisória (MP) que isenta os taxistas do pagamento da taxa de verificação dos taxímetros pelos próximos cinco anos.

Com a medida, os profissionais do setor terão menos gastos e mais segurança jurídica. Além disso, o texto autoriza que municípios com até 50 mil habitantes façam a verificação a cada dois anos, em vez de todos os anos.

Essa mudança, portanto, reduz a burocracia e estimula a formalização da categoria. O governo também reforça que a proposta mantém a concorrência justa e assegura a precisão dos equipamentos usados no transporte.

Próximos passos no Senado

Após a aprovação na Câmara, o texto segue agora para análise no Senado Federal. Caso os senadores mantenham o conteúdo, a MP passará a valer de forma permanente.

Além disso, a medida moderniza a regulamentação da profissão de taxista. A partir dela, os cursos de formação poderão ser realizados à distância (EAD). Essa alteração facilita o acesso à capacitação profissional, especialmente em cidades menores.

Benefício direto para a categoria

Para os motoristas, a isenção representa um alívio financeiro importante, principalmente diante do aumento dos custos de operação. Assim, o setor ganha competitividade em relação aos aplicativos de transporte e estimula a entrada de novos profissionais.

Líderes sindicais destacam que a decisão responde a uma antiga reivindicação da classe. Segundo eles, a MP traz mais equilíbrio e previsibilidade econômica para os taxistas em todo o país.

Contexto e repercussão

O debate sobre o tema começou ainda no início do ano. Desde então, o governo, as entidades representativas e os parlamentares discutiram formas de simplificar o sistema de verificação.

Como resultado, prevaleceu o entendimento de que a medida promove a eficiência administrativa e reduz encargos desnecessários para os trabalhadores. Além disso, fortalece o setor de transporte urbano, essencial para a mobilidade nas cidades brasileiras.

Fonte: Band News

Haddad revê cálculos da isenção do IR e fala em cautela fiscal

ernando Haddad analisa cálculos sobre a isenção do Imposto de Renda e impacto fiscal no Ministério da Fazenda
O ministro Fernando Haddad sinaliza cautela ao revisar cálculos da isenção do Imposto de Renda, em meio a preocupações com o equilíbrio fiscal.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (28) que a equipe econômica vai revisar os cálculos sobre a ampliação da isenção do Imposto de Renda (IR). O objetivo, segundo ele, é garantir que a proposta seja fiscalmente neutra e não cause desequilíbrios nas contas públicas.
Além disso, caso o novo levantamento aponte algum impacto relevante, o governo poderá apresentar um projeto complementar ainda neste ano.

De acordo com Haddad, é essencial que a faixa de isenção para quem ganha até R$ 5 mil por mês não gere perda de arrecadação significativa. “Vamos julgar a conveniência de, eventualmente, um projeto complementar, se o equilíbrio não existir”, declarou o ministro após reunião com o senador Renan Calheiros (MDB-AL).
Dessa forma, ao discutir a isenção do Imposto de Renda, o governo tenta unir responsabilidade fiscal e justiça tributária.

Dois cálculos e devolutiva rápida ao Senado

Durante a entrevista, Haddad explicou que a Fazenda fará dois estudos independentes — um com base nos dados da Instituição Fiscal Independente (IFI) e outro da Consultoria do Senado. Assim, será possível comparar resultados e eliminar dúvidas sobre a metodologia.

“Vamos passar por uma escrutina aqui na Fazenda e faremos uma devolutiva até amanhã para o senador ficar confortável”, afirmou. Em seguida, ele acrescentou que, se houver divergência entre os números, o Ministério da Fazenda poderá propor ajustes para tornar o texto totalmente neutro, especialmente ao considerar a isenção do Imposto.

“Se houver um déficit maior do que o estimado — um bilhão ou dois bilhões —, podemos levar um complemento ao Congresso até o fim do ano”, completou o ministro.

Renan cobra garantias de neutralidade fiscal

O relator da proposta, Renan Calheiros, tem insistido para que o texto preserve a neutralidade fiscal, condição que considera indispensável para a aprovação. Por isso, ele estuda apresentar o relatório ainda nesta semana.
Além disso, o parlamentar avalia diferentes estratégias de tramitação, como votar o projeto diretamente no plenário para evitar atrasos caso o texto volte à Câmara dos Deputados, sobretudo pelo potencial impacto da isenção do Imposto de Renda.

Renan também pretende conversar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e com líderes partidários para definir o cronograma final. A expectativa é que o projeto avance sem comprometer o calendário legislativo.

Governo busca equilíbrio entre isenção e responsabilidade fiscal

Com os estudos em andamento e a questão da isenção do Imposto de Renda em mente, o governo busca equilibrar o alívio tributário à população e a responsabilidade fiscal. Assim, o Palácio do Planalto pretende garantir que a ampliação da isenção do IR beneficie milhões de brasileiros sem gerar déficit para a União.

Se o resultado confirmar os cálculos iniciais, a proposta poderá ser votada ainda antes do fim do ano legislativo. No entanto, caso os números indiquem desequilíbrio, o governo promete agir rapidamente para corrigir o rumo e preservar a estabilidade fiscal.

Fonte: SBT News

Câmara aprova licença menstrual em pacote da pauta feminina

Deputadas comemoram aprovação da licença menstrual na Câmara dos Deputados
Sessão da Câmara dos Deputados aprova a licença menstrual, que garante dois dias de afastamento para mulheres com sintomas severos.

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28) o projeto que cria a licença menstrual de dois dias por mês para mulheres que sofrem com sintomas intensos durante o ciclo. A medida faz parte do pacote da pauta feminina, que também propõe melhorias no acesso à saúde e na prevenção de doenças.

O texto original, apresentado pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), previa três dias de afastamento. Porém, após ajustes e debates técnicos, a relatora professora Marcivania (PCdoB-AP) reduziu o período para dois dias mensais. A decisão buscou equilibrar o direito das trabalhadoras e a realidade econômica das empresas. Agora, o projeto segue para o Senado Federal para nova análise.

Parlamentares no plenário da Câmara durante sessão de votação de projetos defendidos pela bancada feminina • Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados
“Este projeto não fala de conforto nem privilégio. Ele reconhece uma dor real, incapacitante, que leva mulheres a procurarem pronto-socorro para suportar o próprio corpo”, afirmou Marcivania durante a votação.

A proposta garante o afastamento mediante laudo médico e inclui estagiárias e empregadas domésticas. Além disso, o Poder Executivo definirá as regras para renovação dos laudos. Dessa forma, o texto reforça o compromisso com a dignidade e a saúde feminina.

Novo tenta barrar o texto, mas projeto avança

Durante a sessão, o partido Novo tentou adiar a votação, alegando possíveis impactos econômicos e falta de contrapartidas. Mesmo assim, a maioria dos deputados manteve o projeto em pauta e aprovou o texto.

O deputado Luiz Lima (Novo-RJ) afirmou que a medida “cria um novo direito trabalhista sem segurança jurídica”. Apesar da crítica, o plenário rejeitou o pedido de retirada e seguiu com a deliberação.

A deputada Jack Rocha (PT-ES), coordenadora da bancada feminina, presidiu a sessão e celebrou a conquista. Segundo ela, o resultado representa um avanço histórico para a saúde das mulheres brasileiras.

“As mulheres conquistam mais dignidade e respeito. Este é um passo fundamental para tornar o Estado mais sensível às nossas dores”, destacou Rocha.

Outras ações da pauta feminina aprovadas

Além da licença menstrual, a Câmara aprovou quatro projetos complementares voltados à prevenção e ao cuidado com a saúde feminina. Entre eles estão:

  • PL 5.821/2023: amplia exames preventivos e serviços de mamografia e rastreamento de câncer de mama e colo de útero;

  • PL 265/2020: assegura, pelo SUS, testes genéticos para identificar predisposição ao câncer hereditário;

  • PL 2112/2024: cria diretrizes para atenção integral à saúde materna e institui a Semana Nacional de Conscientização;

  • PL 499/2025: garante mamografia anual gratuita para mulheres a partir dos 40 anos.

Essas medidas fortalecem o protagonismo da bancada feminina e consolidam novas políticas públicas de equidade de gênero. Além disso, ampliam a rede de proteção à saúde da mulher em todo o país.

Impacto social e próximos passos

Com a aprovação, o Brasil se aproxima de países como Espanha e Japão, que já reconhecem legalmente o afastamento de mulheres com sintomas severos de menstruação. Assim, a nova norma representa um avanço social e trabalhista ao transformar a dor feminina em direito reconhecido.

O texto agora segue para o Senado Federal, onde deve ser votado nas próximas semanas. Caso seja aprovado, o governo federal definirá os critérios médicos e o prazo para renovação dos laudos.

Portanto, a medida poderá beneficiar milhões de mulheres brasileiras, garantindo mais respeito, empatia e igualdade de oportunidades no ambiente de trabalho.

Fonte: CNN Brasil

Sisu 2026 permitirá uso das notas do Enem dos três últimos anos

Estudante sorridente com mochila e caderno simboliza o Sisu 2026, que aceitará notas do Enem dos três últimos anos.
Nova regra do Sisu amplia as oportunidades de ingresso no ensino superior público, aceitando notas do Enem de 2023, 2024 e 2025.

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026 chega com uma grande mudança para os estudantes que sonham com uma vaga em universidades públicas. A partir de agora, será possível usar as notas das três últimas edições do Enem — 2023, 2024 e 2025 — para disputar as oportunidades oferecidas em todo o país.

A alteração, publicada no Edital nº 22/2025 do Diário Oficial da União, tem como objetivo aumentar as chances de ingresso e beneficiar quem participou de provas anteriores. Até então, o Sisu aceitava apenas a nota mais recente do exame. Com essa mudança, quem não pôde fazer o Enem mais recente ainda poderá concorrer, ampliando o acesso e promovendo maior inclusão no ensino superior.

Como funcionará a seleção

Na prática, o sistema vai considerar automaticamente a nota mais alta entre as três disponíveis. Essa pontuação será ajustada conforme o curso escolhido, já que cada graduação define pesos específicos para as áreas do Enem — Linguagens, Matemática, Ciências Humanas, Ciências da Natureza e Redação.

Por exemplo, cursos de Engenharia valorizam mais a Matemática, enquanto graduações como Jornalismo dão peso maior às áreas de Humanas. Assim, o sistema escolherá a nota que oferecer o melhor desempenho ponderado para o candidato.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), o uso da Teoria de Resposta ao Item (TRI) garante a equivalência entre provas de diferentes anos. Esse método analisa o padrão de acertos e identifica incoerências nas respostas. Dessa forma, é possível comparar edições distintas do Enem com justiça para todos os concorrentes.

Adesão das universidades e cronograma

As instituições de ensino superior que desejam participar do Sisu 2026 precisam confirmar a adesão entre 27 de outubro e 28 de novembro, por meio da plataforma Sisu Gestão. Durante esse período, será possível revisar e ajustar os termos de participação antes da assinatura final.

Na edição anterior, em 2025, o programa ofertou 261,7 mil vagas em 6.851 cursos de 124 instituições públicas. Ao todo, 254,8 mil candidatos foram aprovados, incluindo ampla concorrência e cotas.

O que é o Sisu

O Sisu é o sistema do governo federal que reúne as vagas de universidades públicas em todo o Brasil. Ele permite inscrição gratuita com base na nota do Enem. Desde 2024, o programa passou a ter edição única anual, com ingresso no primeiro ou no segundo semestre.

Com a nova regra, o Sisu 2026 amplia as possibilidades e oferece mais uma chance para quem busca o sonho da universidade pública.

Fonte: Só Notícia Boa

Furacão Melissa atinge a Jamaica com ventos de 290 km/h

Imagem mostra o furacão Melissa atingindo a Jamaica com ventos de 290 km/h, causando destruição e alerta no Caribe.
O furacão Melissa, de categoria 5, atingiu a Jamaica com ventos de até 290 km/h, provocando apagões e evacuações em massa.

O furacão Melissa, de categoria 5, atingiu a Jamaica na madrugada desta terça-feira (28) com ventos de até 290 km/h. A tempestade provocou apagões generalizados, destruição costeira e evacuações em massa em diferentes regiões da ilha. Trata-se de um dos fenômenos mais intensos do Caribe na última década.

Kingston, capital da Jamaica, já enfrenta ordens de evacuação e aeroportos fechados (Imagem: Deron Levy / Shutterstock)

O Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos confirmou que o olho do furacão passou próximo de Kingston, capital jamaicana. Em seguida, o sistema avançou em direção ao norte de Cuba e às Bahamas. Imagens de satélite revelam nuvens densas e ondas superiores a seis metros atingindo a costa.

Destruição e evacuações em larga escala

O Departamento de Gerenciamento de Emergências da Jamaica (ODPEM) informou que milhares de pessoas deixaram áreas de risco, especialmente nas comunidades de Portmore, Montego Bay e Ocho Rios.
O governo transformou escolas e prédios públicos em abrigos temporários e declarou estado de emergência nacional para agilizar o socorro.

Furacão atinge a região do Caribe e ainda deve chegar a Cuba e Bahamas (Imagem: BobNoah / Shutterstock)

O primeiro-ministro Andrew Holness afirmou que o país enfrenta “um evento sem precedentes”. Segundo ele, o furacão coloca à prova a infraestrutura e a capacidade de resposta da ilha.

Apagões e comunicação interrompida

Boa parte da ilha permanece sem energia elétrica, e as comunicações estão instáveis.
Companhias aéreas suspenderam os voos e os portos interromperam as operações. Em várias rodovias, árvores caídas e deslizamentos bloqueiam o tráfego.

De acordo com o NHC, o furacão deve perder força gradualmente nas próximas 24 horas, mas ainda representa alto risco de inundações súbitas e deslizamentos. Além disso, meteorologistas alertam que as condições do mar continuam extremamente perigosas.

Atenção máxima no Caribe

Os países vizinhos Cuba, Haiti e República Dominicana ativaram alertas vermelhos e reforçaram suas equipes de defesa civil.
O Melissa segue em direção ao Atlântico Norte, com possibilidade de atingir as Bahamas e a Flórida nos próximos dias.

De acordo com a meteorologista Carla Mendes, da Universidade Federal do Pará, o aquecimento anormal das águas do mar fortaleceu rapidamente o sistema. “O caso do Melissa mostra o impacto direto da crise climática global. O aumento da temperatura oceânica torna os furacões mais intensos e imprevisíveis”, explicou.

Impactos econômicos e próximos passos

As autoridades ainda calculam os prejuízos, mas estimam danos acima de US$ 1 bilhão. O turismo, a agricultura e a infraestrutura portuária sofreram fortes impactos.
Equipes internacionais de resgate e ajuda humanitária já seguem para a ilha, enquanto o governo solicita apoio ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e à ONU para a reconstrução.

O Ministério das Finanças prepara um plano emergencial para restaurar estradas, redes elétricas e moradias destruídas. Além disso, técnicos da ONU avaliam a criação de um fundo especial para o Caribe.

Furacão Melissa deixa rastro de destruição na Jamaica

O furacão Melissa entra para a história como um dos mais devastadores do Caribe, evidenciando a vulnerabilidade das ilhas tropicais diante das mudanças climáticas.
Enquanto o sistema se desloca lentamente para o norte, a Jamaica inicia a difícil tarefa de reconstruir suas cidades e recuperar a normalidade.

Fonte: Olhar Digital

Confúcio Moura assegura novos recursos federais para Rondônia

Confúcio Moura e ministro durante reunião sobre investimentos federais para Rondônia, com mapa do estado ao fundo.
O senador Confúcio Moura articulou mais de R$ 27 milhões em recursos federais para obras de infraestrutura, turismo e saúde em oito municípios rondonienses.

Desenvolvimento regional ganha novo fôlego

Oito municípios de Rondônia receberam mais de R$ 27,4 milhões em recursos federais conquistados pelo senador Confúcio Moura (MDB-RO) para fortalecer investimentos em Rondônia.
Esses valores foram articulados junto aos ministérios da Economia, Saúde e Cidades, e já estão disponíveis nas contas das prefeituras.
Assim, as cidades poderão avançar em obras e programas que impulsionam o desenvolvimento sustentável em diferentes regiões do estado.

O senador Confúcio Moura articulou mais de R$ 27 milhões em recursos federais para obras de infraestrutura, turismo e saúde em oito municípios rondonienses.

Além disso, os investimentos estimulam a geração de empregos e fortalecem a economia local, o que cria um ambiente mais favorável para o crescimento.

Obras e turismo em destaque na capital

Pelo Ministério da Economia, foram liberados R$ 7,6 milhões.
A maior parte — R$ 6,93 milhões — será aplicada em Porto Velho, na revitalização da orla do Rio Madeira, um projeto que promete transformar a paisagem urbana, impulsionar o turismo e valorizar a capital.

Enquanto isso, Cujubim recebeu R$ 693 mil para comprar um caminhão prancha, fundamental para o transporte de máquinas e apoio às ações de infraestrutura.
Dessa forma, o município poderá atuar com mais agilidade nas obras e oferecer melhores condições de tráfego para a população.

Esses aportes demonstram, portanto, o compromisso de Confúcio Moura com o desenvolvimento equilibrado de Rondônia e com o fortalecimento das vocações regionais.

Cidades mais estruturadas e seguras

Por meio do Ministério das Cidades, comandado por Jader Filho, o município de Itapuã do Oeste obteve R$ 8,6 milhões para o recapeamento asfáltico das vias urbanas — uma das demandas mais antigas da população.
Com essas obras, os moradores terão melhor mobilidade, menos poeira e mais conforto e segurança nas ruas.

“O senador Confúcio Moura tem sido um parceiro constante de Rondônia em Brasília. Sua atuação técnica e comprometida garante que os recursos cheguem onde as pessoas realmente precisam — nas cidades, nas ruas, nos bairros”, destacou o ministro Jader Filho.

Além do benefício direto à população, essas ações demonstram que a articulação entre o Senado e os ministérios federais está funcionando de forma eficiente e transparente.

Mais saúde e qualidade de vida

Na área da saúde, Confúcio Moura assegurou R$ 10,6 milhões junto ao Ministério da Saúde, destinados ao fortalecimento da atenção primária e especializada em seis municípios rondonienses. São eles:

  • Jaru – R$ 7,82 milhões

  • Pimenta Bueno – R$ 1 milhão

  • Cerejeiras – R$ 1 milhão

  • Alvorada do Oeste – R$ 500 mil

  • Governador Jorge Teixeira – R$ 455 mil

  • Nova Brasilândia do Oeste – R$ 400 mil

Com esses recursos, as prefeituras poderão modernizar unidades de saúde, adquirir novos equipamentos e ampliar a capacidade de atendimento.
Além disso, entre setembro e o início de outubro, o senador já havia destinado R$ 18 milhões para o setor, o que reforça ainda mais seu compromisso com o bem-estar dos rondonienses.

Portanto, o investimento em saúde representa uma conquista significativa para o interior e demonstra atenção constante às demandas municipais.

Trabalho que gera resultados reais

Ao comentar os novos investimentos, Confúcio Moura destacou que o objetivo de sua atuação é transformar cada centavo público em benefício concreto para a população:

“Meu trabalho é garantir que cada real destinado a Rondônia se transforme em benefício direto para a nossa gente. Esses recursos significam ruas melhores, hospitais equipados, cidades mais bonitas e um futuro mais digno para todos. O que fazemos em Brasília é cuidar de Rondônia com seriedade e carinho”, afirmou o senador.

Assim, a atuação parlamentar de Confúcio Moura reafirma sua postura técnica, equilibrada e comprometida com resultados visíveis para o estado.

Investimentos que transformam Rondônia

Os novos investimentos consolidam Rondônia como referência em desenvolvimento regional e confirmam a capacidade de articulação política do senador.
Com foco em infraestrutura, turismo e saúde, Confúcio Moura segue promovendo um ciclo de crescimento sustentável, que melhora a qualidade de vida e amplia as oportunidades para os rondonienses.

Fonte: Assessoria

Mel x Açúcar: o que realmente importa na escolha diária

comparativo visual entre mel e açúcar com a pergunta “qual faz melhor ao seu corpo?”
Arte comparativa mostra pote de mel e colher de açúcar lado a lado, simbolizando os efeitos e diferenças entre os dois produtos.

A comparação entre mel e açúcar vai além do sabor. Mesmo que o mel contenha compostos bioativos e apresente índice glicêmico ligeiramente menor, nutricionistas e endocrinologistas destacam que o impacto metabólico é muito parecido. Por isso, a recomendação é simples: consumir com moderação.

O que muda na composição

O mel é formado por glicose, frutose e água, com pequenas quantidades de vitaminas e minerais. Já o açúcar refinado é composto quase totalmente por sacarose, um carboidrato que o organismo precisa quebrar antes da absorção.
Por esse motivo, o mel é absorvido um pouco mais rápido, mas o efeito no corpo é o mesmo.

Além disso, a diferença calórica é pequena:

  • 50 g de mel têm cerca de 162 kcal.

  • 50 g de açúcar refinado, 197 kcal.

Entretanto, ao comparar por colheres, o mel se torna mais calórico, já que é mais denso:

  • 1 colher de mel (21 g) → 64 kcal.

  • 1 colher de açúcar (12,5 g) → 48 kcal.

Índice glicêmico: uma vantagem relativa

O índice glicêmico (IG) mede a velocidade com que um alimento eleva a glicose no sangue. Nesse aspecto, o mel costuma ter um IG mais baixo do que o açúcar, o que indica uma elevação mais gradual da glicemia.
Mesmo assim, a endocrinologista Samille Coelho ressalta que essa diferença é pouco significativa na prática, pois o impacto depende da quantidade ingerida e do contexto alimentar.

Vitaminas e compostos bioativos

O mel contém vitaminas do complexo B, vitamina C e minerais como potássio e manganês. Contudo, essas substâncias aparecem em quantidades pequenas, insuficientes para causar benefícios reais.
Além disso, a nutricionista Marina Yazigi lembra que “os antioxidantes do mel não neutralizam os efeitos negativos do consumo em excesso”. Portanto, o valor nutricional é limitado.

Limite seguro por dia

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo de açúcares livres — categoria que inclui o mel — deve representar menos de 10% das calorias diárias. Idealmente, o limite deve ficar abaixo de 5%.
Em uma dieta de 2.000 kcal, isso equivale a até 25 gramas por dia. Assim, tanto o mel quanto o açúcar entram nessa conta e precisam ser controlados.

Quando o mel pode ser uma escolha melhor

O mel pode ser vantajoso para quem controla a porção consumida e deseja energia de liberação mais lenta, como durante o exercício físico.
Por outro lado, existem grupos que precisam evitar o consumo. Entre eles estão:

  • Diabéticos descompensados;

  • Pessoas com resistência à insulina ou pré-diabetes;

  • Pacientes com esteatose hepática (gordura no fígado);

  • Crianças menores de 1 ano, pelo risco de botulismo.

Além disso, indivíduos com sobrepeso ou alto consumo de ultraprocessados também devem ter atenção, já que o excesso de qualquer tipo de açúcar aumenta o risco cardiovascular.

Como reduzir o paladar doce

Felizmente, é possível reeducar o paladar. Com o tempo, ao reduzir o consumo, o gosto doce se torna mais sensível.
Entre as estratégias mais eficazes estão:

  • Usar frutas maduras ou especiarias como canela e noz-moscada;

  • Combinar mel ou açúcar com alimentos naturais, como iogurte, aveia ou frutas;

  • Diminuir 20% a 30% da quantidade usada em receitas caseiras.

Desse modo, a adaptação é gradual e ajuda a manter uma alimentação equilibrada.

O que realmente importa na escolha entre mel e açúcar

Apesar de o mel parecer mais saudável, ele também é um açúcar simples. Assim, o segredo está na quantidade e na frequência de consumo.
O equilíbrio alimentar — e não a substituição entre mel e açúcar — é o que realmente protege o metabolismo e a saúde.

Fonte: G1

Governo endurece regras contra bets irregulares

Homem segura celular com aplicativo de apostas esportivas enquanto assiste jogo de futebol na TV, representando o endurecimento das regras contra bets irregulares.
Medida do governo obriga bancos a encerrar contas suspeitas de apostas ilegais e comunicar o Banco Central.

Entraram em vigor nesta segunda-feira (27) as novas normas que reforçam o combate às plataformas de apostas on-line irregulares no Brasil. As regras contra bets irregulares, detalhadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), obrigam os bancos a encerrar contas suspeitas e relatar operações ilegais ao Banco Central (BC). Além disso, o conjunto de regras busca coibir fraudes financeiras, reforçar a transparência e proteger o sistema bancário nacional.

As empresas sem autorização da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), vinculada ao Ministério da Fazenda, estão entre os principais alvos. As novas regras contra bets irregulares visam, com isso, o governo pretende impedir o uso de contas bancárias em atividades ilícitas e intensificar o controle sobre o mercado de apostas.

Bancos terão que bloquear contas suspeitas

A Febraban informou que as instituições financeiras devem criar protocolos internos mais rígidos para identificar contas fraudulentas, conhecidas como “laranjas” ou “frias” — usadas para movimentar valores de origem ilegal. Quando identificarem essas contas, os bancos devem encerrá-las imediatamente e enviar os dados ao Banco Central. Dessa forma, as regras contra bets irregulares asseguram que outras instituições poderão acessar as informações e prevenir novas irregularidades.

Fiscalização será mais rigorosa

De acordo com a Febraban, as novas normas determinam que os bancos:

  • Monitorem continuamente as movimentações atípicas;

  • Recusem transações suspeitas e encerrem contas irregulares;

  • Relatem as ações ao Banco Central para garantir o cruzamento de informações;

  • Comprovem o fechamento das contas sempre que solicitados pela Febraban;

  • Trabalhem de forma conjunta com as áreas de prevenção a fraudes e jurídica.

Dessa forma, o processo de supervisão se torna mais ágil, transparente e efetivo, reduzindo o espaço para golpes e lavagem de dinheiro. As regras contra bets irregulares não só auxiliam o controle como também exigem uma resposta rápida dos bancos.

Medidas reforçam o compromisso do setor

O presidente da Febraban, Isaac Sidney, afirmou que as medidas representam “um marco no combate ao crime organizado e ao uso indevido do sistema bancário”.

“Os bancos não podem permitir a abertura e a manutenção de contas ligadas a atividades ilícitas. A nova regulação disciplina o setor e protege o cidadão”, destacou.

Segundo ele, o pacote de regras fortalece o compromisso do setor bancário com a integridade financeira e impede o uso de contas para golpes e apostas ilegais. Portanto, as regras contra bets irregulares são fundamentais nesse processo. Além disso, a ação aumenta a confiança dos usuários e reduz prejuízos causados por fraudes digitais.

Nova fase de regulação das apostas

O Brasil vive um momento de ajuste e regulamentação das apostas esportivas, que movimentam bilhões de reais todos os anos. Por isso, o endurecimento das regras é considerado um passo decisivo para a segurança e a transparência no setor financeiro. Com as regras contra bets irregulares, o mercado passa a ter maior proteção contra abusos. Como resultado, os consumidores passam a contar com maior proteção e maior controle das operações bancárias ligadas ao mercado de apostas.

Fungo que mata mosquito da dengue é criado por cientistas

Fungo geneticamente modificado criado por cientistas elimina o mosquito da dengue de forma natural e sustentável.
Imagem ilustrativa mostra mosquito Aedes aegypti sendo afetado por fungo biotecnológico em ambiente de laboratório.

Pesquisadores criaram um fungo geneticamente modificado capaz de eliminar o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. O microrganismo atua de forma natural e eficiente, representando uma alternativa sustentável aos inseticidas químicos. Além disso, o método é seguro para o meio ambiente e de fácil aplicação em áreas urbanas.

A inovação nasce em laboratório

O grupo de cientistas da Universidade de Maryland modificou o fungo para que ele produzisse uma toxina letal exclusiva para mosquitos. Dessa forma, o microrganismo age com precisão, sem afetar outros insetos ou animais.

Além disso, os pesquisadores acrescentaram uma característica estratégica: o fungo libera um aroma floral que atrai o Aedes aegypti, o que aumenta o contato e potencializa a taxa de mortalidade. Durante os testes, os mosquitos morreram em até cinco dias, resultado que superou as expectativas da equipe.

Para garantir a segurança, todo o processo ocorreu em laboratório controlado. Assim, os cientistas puderam monitorar cada etapa, reduzindo qualquer risco ambiental.

Controle biológico e sustentável

O novo método representa um marco no combate à dengue. Enquanto os inseticidas tradicionais causam resistência e poluem o ambiente, o fungo atua como uma armadilha viva e ecológica. Por isso, ele se destaca como uma ferramenta promissora na luta contra o mosquito.

Além disso, o cultivo do fungo é simples e de baixo custo. Ele pode crescer em substratos naturais, como cascas de arroz e fezes de galinha, o que amplia o potencial de uso em países tropicais com recursos limitados. Dessa maneira, a tecnologia se torna acessível e sustentável.

Próximos passos

Com os bons resultados obtidos, a equipe já prepara os testes de campo para medir a eficácia do fungo em ambientes reais. Caso os resultados sejam positivos, o microrganismo poderá integrar políticas públicas de saúde, ajudando a reduzir os casos de dengue em larga escala.

Além disso, os pesquisadores pretendem estudar o comportamento do fungo em diferentes climas, para entender melhor sua adaptação e estabilidade. Assim, o avanço científico poderá se transformar em uma ferramenta global de controle de vetores.

Ciência e inovação contra a dengue

O uso de fungos modificados geneticamente mostra que a ciência está na linha de frente do combate à dengue. Com biotecnologia, sustentabilidade e inovação, os pesquisadores oferecem uma alternativa eficaz e segura para reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti nas cidades.

Portanto, a descoberta reforça o papel da pesquisa científica como aliada direta da saúde pública e do equilíbrio ambiental.

Fonte: Olhar Digital

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