Câncer ocular e retinoblastoma exigem atenção porque muitos sinais podem passar despercebidos até que a doença avance e comprometa a visão ou até a vida do paciente.
No Prevcast, o Dr. Júlio Possati conversa com os oftalmologistas Dr. Tomás Teixeira Pinto e Dr. Roque Lima Souza, do Hospital de Amor, sobre prevenção, teste do olhinho, sinais de alerta em crianças e adultos e a importância do diagnóstico precoce.
Entenda como identificar sinais de câncer ocular e retinoblastoma antes que a doença avance.
Câncer ocular e retinoblastoma podem ter sinais precoces
Um dos principais alertas do episódio é sobre o retinoblastoma, tumor que atinge principalmente crianças abaixo de 5 anos. Segundo os especialistas, quando o diagnóstico acontece cedo, as chances de cura passam de 95%, o que reforça a importância do rastreio pediátrico e da atenção dos pais aos primeiros sinais.
Teste do olhinho é indispensável
Os médicos explicam que o teste do olhinho deve ser realizado logo após o nascimento e pode ajudar a identificar não apenas tumores, mas também outras alterações graves. O episódio reforça que pais e responsáveis precisam cobrar esse exame e manter acompanhamento oftalmológico adequado na infância.
Flash do celular pode ajudar no alerta
Outra orientação importante é observar o reflexo dos olhos da criança em fotos e vídeos com flash. Quando o reflexo aparece branco, e não avermelhado, isso pode ser um sinal de alerta. Estrabismo, dificuldade para fixar o olhar e comportamentos visuais incomuns também exigem avaliação especializada.
Adultos também precisam observar mudanças
Nos adultos, o câncer ocular pode aparecer com feridas que não cicatrizam, manchas na parte branca do olho, alterações na íris e sintomas como visão borrada ou perda visual. O episódio mostra que consulta oftalmológica não deve servir apenas para trocar grau, mas para examinar o olho de forma completa.
Prevenção e diagnóstico precoce fazem diferença
Ao longo da conversa, os especialistas reforçam que identificar câncer ocular e retinoblastoma precocemente pode mudar o tratamento, preservar o olho, reduzir sequelas e aumentar as chances de cura. A recomendação é manter acompanhamento oftalmológico regular, mesmo sem sintomas evidentes.
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