A malária em Porto Velho chegou a 3.061 casos registrados entre 1º de janeiro e 15 de setembro de 2026, segundo dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). O total representa alta de 8,8% em relação ao mesmo período de 2025.
O levantamento também mostra 213 notificações por Plasmodium falciparum e 31 infecções mistas por P. vivax e P. falciparum. Esses números não significam, por si só, casos graves, internações ou mortes, e a Semusa não classificou o cenário como surto ou epidemia.
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➜ Quantos casos foram registrados
➜ O que mostram os dados de falciparum
➜ Quais localidades têm mais registros
Malária em Porto Velho soma 3.061 casos até setembro
Os dados da malária em Porto Velho cobrem o período até 15 de setembro. A comparação divulgada pela Semusa é de crescimento de 8,8% sobre o mesmo intervalo de 2025, mas o órgão não informou nessa publicação o total absoluto do ano anterior.
Em 17 de agosto, o município contabilizava 2.499 casos e, em abril, havia registrado 1.001. Esses marcos ajudam a acompanhar a evolução acumulada, mas não permitem concluir, isoladamente, que a velocidade de transmissão aumentou ou diminuiu.
Dados principais
3.061 casos até 15/09; alta de 8,8% sobre igual período de 2025; 213 notificações por P. falciparum e 31 infecções mistas.
Falciparum teve 213 notificações no período
No balanço da malária em Porto Velho, a Semusa chama atenção para as notificações por P. falciparum, espécie que exige cuidado redobrado. Foram 213 registros, além de 31 infecções mistas com P. vivax.
A publicação não apresenta número de internações, mortes ou casos graves. Por isso, não é correto somar as notificações de P. falciparum e as infecções mistas e tratá-las como ocorrências graves.
Leitura correta do dado
A espécie do parasita ajuda a orientar o cuidado clínico, mas não substitui avaliação médica e não permite classificar automaticamente a gravidade de cada caso.
Bacia Leiteira lidera localidades com mais registros
A distribuição da malária em Porto Velho não é uniforme. A Semusa informa concentração prioritária em áreas rurais, ramais e vilas, sem afirmar que somente esses locais tenham transmissão.
As dez localidades com mais registros são Bacia Leiteira (157), Terra Santa (123), KM 13/Santa Helena (96), Bairro Novo/BR-364 (91), Uberaba (71), Areia Branca (61), Vila Codaron/KM 13 (60), Fortaleza do Abunã (58), Colônia Viçosa (54) e Ramal Castanheira/KM 14 (53).
Atenção ao território
Quem mora, trabalha ou circula em áreas de mata, rios, balneários, ramais e zonas rurais deve reforçar as medidas de prevenção e procurar teste se apresentar sintomas.
Sintomas devem levar à procura por testagem
Entre os sintomas citados pela Semusa estão febre alta, calafrios e tremores, dor de cabeça, dores no corpo, cansaço e suor frio. A presença isolada de um desses sinais não confirma malária em Porto Velho nem substitui o exame.
Quem apresenta sintomas ou esteve em áreas de mata, rios e balneários deve procurar atendimento para fazer teste rápido ou gota espessa. O diagnóstico e o tratamento são oferecidos gratuitamente pelo SUS.
Prevenção recomendada
A orientação inclui uso de mosquiteiros, telas nas janelas, repelente e proteção reforçada nos horários de maior atividade do mosquito, especialmente ao entardecer e ao amanhecer.
Onde fazer o teste gratuito em Porto Velho
O exame para malária em Porto Velho está disponível gratuitamente em unidades notificantes. Entre os principais pontos estão PA Ana Adelaide, PA José Adelino, UPA Leste, UPA Sul, UPA Jaci-Paraná, CEPEM, DCV/Laboratório Base e a Maternidade Municipal Mãe Esperança, esta com atendimento direcionado a gestantes.
A rede também inclui UBS e USF urbanas, rurais e distritais. A relação completa está na publicação oficial da Prefeitura de Porto Velho. Para quem busca orientação rápida, a malária em Porto Velho exige confirmação laboratorial antes do início do tratamento.
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Fonte e estágio da informação: Secretaria Municipal de Saúde de Porto Velho, com dados acumulados de 1º de janeiro a 15 de setembro de 2026 e publicação em 24 de setembro. Os números sobre a malária em Porto Velho podem ser atualizados em novos boletins epidemiológicos.





