Rolim de Moura iniciou uma etapa de campo para preparar um projeto de recuperação de nascentes na bacia do D’Alencourt. A área foi definida como prioridade porque o manancial é considerado estratégico para o abastecimento de água do município.
Neste primeiro momento, porém, não há obra ambiental em execução. O trabalho na bacia do D’Alencourt começa com vistorias, mapeamento de áreas de preservação e identificação de proprietários rurais que poderão participar das próximas etapas.
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Manancial tem relação direta com o abastecimento
A Prefeitura concentra o diagnóstico inicial na bacia do D’Alencourt porque o rio integra uma área estratégica para o abastecimento de Rolim de Moura. A preservação das nascentes e das áreas associadas ao manancial está ligada à proteção da disponibilidade de água no município.
Isso não significa que exista risco imediato de desabastecimento informado pela fonte. O objetivo anunciado é estruturar um trabalho de recuperação ambiental a partir de informações coletadas no campo.
o manancial é estratégico para o abastecimento;
a etapa atual é de levantamento e planejamento;
intervenções físicas ainda não foram detalhadas.
Vistorias de campo seguem até 16 de outubro
A primeira etapa na bacia do D’Alencourt prevê vistorias de campo com prazo inicial até 16 de outubro de 2026. As equipes vão levantar informações que servirão de base para o planejamento das futuras ações ambientais.
Entre os objetivos estão mapear áreas de preservação, identificar propriedades rurais inseridas na região de interesse e reunir dados para definir como o projeto poderá avançar.
etapa: vistorias e levantamento de campo;
prazo informado: até 16 de outubro;
obra de recuperação: ainda não confirmada.
Proprietários rurais serão identificados para futura cooperação
O levantamento na bacia do D’Alencourt também busca identificar os proprietários rurais das áreas consideradas relevantes para o projeto. A intenção é formalizar termos de cooperação para permitir futuras intervenções ambientais.
A fonte não informa quantos produtores ou imóveis estão envolvidos nesta etapa. Também não detalha obrigações, contrapartidas ou medidas específicas que poderão constar nos termos.
Por isso, ainda não é possível afirmar que haverá cercamento, plantio de mudas, reflorestamento ou qualquer outra técnica determinada em cada propriedade.
proprietários serão identificados;
há previsão de termos de cooperação;
intervenções futuras ainda dependem das próximas definições técnicas.
Comissão reúne áreas ambientais, agrícolas e planejamento
O trabalho na bacia do D’Alencourt é coordenado pela SEMPLADEGE e reúne participação da SEMMADU, SEMAGRI e AGERROM. A Universidade Federal de Rondônia também integra a articulação por meio da empresa júnior do curso de Engenharia Florestal.
A participação de diferentes áreas permite reunir planejamento, conhecimento ambiental, relação com produtores e apoio técnico antes da definição das medidas de recuperação.
Nesta fase, o foco permanece no diagnóstico. Não foi divulgado contrato de obra, orçamento para intervenções ou cronograma definitivo de execução.
Quantidade de nascentes e custo ainda não foram informados
O plano para a bacia do D’Alencourt ainda não informa quantas nascentes serão priorizadas, qual área total precisará de recuperação nem quanto deverá ser investido nas próximas fases.
Também não há, até agora, prazo divulgado para o começo das intervenções físicas. O dia 16 de outubro marca o horizonte inicial das vistorias, e não uma data para conclusão da recuperação ambiental.
número de nascentes prioritárias;
área total envolvida;
orçamento;
técnicas de recuperação;
cronograma das intervenções.
Com o levantamento da bacia do D’Alencourt, Rolim de Moura inicia uma fase técnica que poderá orientar as futuras medidas de proteção das nascentes e do manancial usado no abastecimento do município.




