A decisão do prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, de reduzir a tarifa do transporte coletivo urbano de R$ 6 para R$ 3 já apresenta resultados expressivos na mobilidade urbana da capital de Rondônia. Em pouco mais de um mês, o número de passageiros cresceu 34% em relação ao mês anterior.
Aumento no número de passageiros
Entre 24 de março e 24 de abril de 2025, o sistema de transporte coletivo registrou 1.138.324 passagens. Isso representa um aumento de 13,8% comparado ao mesmo período do ano passado, quando foram vendidas 1.000.090 passagens. Além disso, em relação ao mês anterior (849.880 passagens), o crescimento chegou a impressionantes 34%.
“Esse resultado mostra que, quando o transporte público é acessível, ele volta a ser a principal opção da população. Com a redução de 50% no valor da passagem, estamos devolvendo dignidade e o direito de ir e vir das pessoas”, afirmou o prefeito Léo Moraes.
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Transporte público mais acessível e sustentável
A nova tarifa torna o transporte coletivo mais acessível, especialmente para pessoas de baixa renda. Além disso, incentiva o uso coletivo e ajuda a melhorar a mobilidade sustentável.
Essa medida também reduz os custos de deslocamento. Consequentemente, alivia o orçamento de trabalhadores e estudantes. Além disso, a iniciativa estimula a economia local, pois facilita o acesso a serviços, lazer e outras atividades.
“A gente fica muito feliz em saber que vive em uma cidade que se preocupa de verdade com o bolso do cidadão mais humilde. Parabéns por essa medida”, declarou Silas Botelho, usuário do transporte coletivo.
Porto Velho tem a menor tarifa entre as capitais
Desde 24 de março, os usuários passaram a pagar R$ 3,00, uma redução de 50%. Estudantes também foram beneficiados e agora pagam apenas R$ 1,50.
Antes da redução, Porto Velho tinha a segunda passagem mais cara do Brasil entre as capitais (R$ 6). Agora, lidera o ranking nacional de tarifas mais acessíveis. Além disso, a mudança não gerou custos adicionais para a Prefeitura, reforçando o compromisso com a responsabilidade fiscal e a qualidade dos serviços públicos.









