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quarta-feira, junho 24, 2026

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Água potável em Rondônia passa por reforço de controle

A água potável em Rondônia está com controle reforçado pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa/RO), em uma ação voltada à prevenção de doenças e à orientação de famílias que usam fontes sem tratamento.

O trabalho envolve o programa Vigiágua, ligado à Vigilância Ambiental, com acompanhamento técnico em sistemas de abastecimento, soluções coletivas e fontes individuais, como poços rasos e poços tubulares.

Segundo informações divulgadas pela Secom, o estado já contabiliza 717 mil frascos de hipoclorito de sódio a 2,5% distribuídos ou aplicados em ações de contingência ao longo de 2026.

O tema integra a cobertura de serviço público do TVdoPOVO. Veja também notícias de Rondônia, saúde e utilidade pública.

Alerta na torneira

O que está sendo reforçado

Monitoramento: ação acompanha a qualidade da água nos municípios.

Hipoclorito: produto ajuda famílias que usam água sem tratamento.

Prevenção: foco é reduzir riscos de doenças transmitidas pela água.

Água potável em Rondônia tem controle reforçado

O monitoramento da água potável é realizado nos 52 municípios de Rondônia. A atuação busca identificar riscos, orientar equipes locais e apoiar decisões preventivas em períodos de estiagem, crise hídrica ou maior vulnerabilidade sanitária.

O programa Vigiágua avalia sistemas públicos de abastecimento, soluções alternativas coletivas e soluções individuais usadas por famílias em áreas sem cobertura regular de rede pública.

A medida também faz parte de ações ligadas ao enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas, principalmente em regiões mais expostas a variações no acesso à água segura.

Entenda rápido

O que o monitoramento observa

Sistemas públicos: avaliação do abastecimento regular nos municípios.

Fontes coletivas: acompanhamento de soluções usadas por comunidades.

Poços: apoio técnico em áreas sem cobertura da rede pública.

Poços e fontes sem tratamento exigem mais cuidado

As análises de 2025 indicaram presença de Escherichia coli em 27,35% de 424 amostras de poços individuais e em 11,66% de 1.715 amostras de soluções coletivas, segundo dados divulgados pela Secom.

Esses resultados ajudam a direcionar ações de prevenção, principalmente contra doenças de veiculação hídrica, como quadros de diarreia e outros problemas associados ao consumo de água sem tratamento adequado.

Por isso, a água potável passou a ser tratada como eixo estratégico de saúde pública, com monitoramento, capacitação, análise laboratorial e orientação às famílias.

Sinal de atenção

Poços rasos: podem exigir orientação sanitária e análise periódica.
Fontes coletivas: precisam de acompanhamento para reduzir riscos.
Famílias: devem seguir a orientação das equipes de saúde.

Hipoclorito ajuda famílias em áreas vulneráveis

A distribuição de hipoclorito de sódio a 2,5% é uma medida de apoio às famílias que utilizam água de fontes sem tratamento. O produto é usado para purificação doméstica, conforme orientação sanitária.

A Agevisa informa que a operação já alcançou 717 mil frascos distribuídos ou aplicados em ações de contingência em 2026. A iniciativa busca reduzir riscos em lares que dependem de soluções alternativas.

A estratégia de controle da água potável combina distribuição do insumo com orientação de uso, para que a população saiba aplicar o produto de forma segura e aguardar o tempo necessário antes do consumo.

Atenção em casa

Orientação: siga a dosagem indicada pelas equipes de saúde.

Tempo: aguarde o período recomendado após aplicar o produto.

Dúvida: procure a unidade de saúde ou a vigilância municipal.

Famílias devem redobrar os cuidados com a água

A água potável depende de trabalho conjunto entre Estado, municípios, equipes de vigilância, laboratório e moradores. A Agevisa atua na capacitação de profissionais, na análise de amostras e na orientação da sociedade.

O diretor-geral da Agevisa/RO, Gilvander Gregório de Lima, destacou que a parceria com municípios e Lacen fortalece a identificação de riscos e ajuda a bloquear a transmissão de patógenos na origem.

Na prática, o acompanhamento serve como base para respostas rápidas em áreas afetadas por estiagem, fontes sem tratamento ou sinais de contaminação.

Cuidados simples

Armazenamento: mantenha recipientes limpos e tampados.

Fonte: observe se a água vem de local seguro ou orientado pela vigilância.

Orientação: use hipoclorito somente conforme recomendação sanitária.

Monitoramento reforça prevenção de doenças

O reforço no monitoramento da água potável tem impacto direto na prevenção de doenças de veiculação hídrica. A iniciativa ajuda a orientar famílias, identificar pontos de atenção e reduzir riscos antes que problemas se agravem.

Além da distribuição de hipoclorito, o trabalho envolve análise técnica das fontes de abastecimento e acompanhamento das condições locais. A meta é garantir que mais pessoas tenham acesso a uma água segura.

Famílias que utilizam poços, fontes alternativas ou água sem tratamento devem redobrar os cuidados e buscar orientação nos serviços de saúde. Com monitoramento e apoio aos municípios, Rondônia amplia a prevenção em comunidades mais vulneráveis.

Para acompanhar outras pautas relacionadas, acesse também as editorias de saúde, Rondônia e utilidade pública no TVdoPOVO.

Resumo final

A água potável em Rondônia está com monitoramento reforçado nos 52 municípios, com apoio técnico da Agevisa, distribuição de hipoclorito e ações preventivas para reduzir riscos à saúde das famílias.


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