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quinta-feira, julho 9, 2026

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Coopaiter mostra força do cooperativismo indígena em RO

Cooperativismo indígena em Rondônia é o tema central do episódio do RuralCast com Naraymi Suruí, presidente da Coopaiter. A gravação ocorreu durante o Dia de Campo Paiter Suruí, na Comunidade Lapetanha, em Cacoal.

Na conversa com Adalto Costa, Naraymi explica como a cooperativa organiza produtores, fortalece a produção de café, castanha, cacau e outros produtos da floresta, além de buscar mercado para as famílias da Terra Indígena Sete de Setembro.

O episódio mostra que o cooperativismo indígena em Rondônia não trata apenas de comercialização. A pauta envolve território, cultura, sustentabilidade, geração de renda e preparo para os desafios que já afetam a agricultura indígena.

▶️ Ative o som e acompanhe o episódio completo

Naraymi Suruí fala sobre a Coopaiter, organização coletiva, produção sustentável, novos mercados e o futuro dos produtores Paiter Suruí.

Cooperativismo indígena em Rondônia ganha força com a Coopaiter

Logo no começo da entrevista, Naraymi Suruí apresenta a Coopaiter como uma experiência de organização dentro da Terra Indígena Sete de Setembro. Ele destaca que o trabalho nasceu da necessidade de planejar melhor a produção e dar mais qualidade aos produtos do território.

Na avaliação do convidado, o cooperativismo indígena em Rondônia ajuda os produtores a pensar em infraestrutura, inovação e transformação dos produtos em itens finais. Esse processo aproxima a comunidade de políticas públicas, parceiros técnicos e compradores.

▶️ Veja o trecho sobre organização produtiva

Naraymi fala sobre planejamento, qualidade e o potencial produtivo dentro do território Paiter Suruí.

Pontos do episódio
O cooperativismo indígena em Rondônia aparece como caminho para organizar produtores, agregar valor e ampliar oportunidades no território.
Cooperação
organização coletiva para planejar produção e comercialização
Produtos
café, castanha, cacau e itens da floresta ganham mais valor
Território
produção sustentável ligada à cultura, à renda e à floresta

Coopaiter transforma produção em estratégia coletiva

Durante a conversa, Naraymi explica que a cooperativa busca fortalecer cadeias produtivas já presentes entre os Paiter Suruí. A castanha é citada como uma frente organizada, enquanto o café avança com ações de torrefação e embalagem com identidade própria.

Esse movimento mostra que o cooperativismo indígena em Rondônia também depende de apresentação, qualidade e acesso a mercados que reconheçam a origem dos produtos. Para a Coopaiter, agregar valor é uma forma de melhorar o retorno para os cooperados.

▶️ Assista ao trecho sobre café, castanha e mercado

O convidado comenta o trabalho com castanha, café, torrefação, embalagem e busca por valor agregado.

Mercado, saúde e sustentabilidade entram no debate

Naraymi afirma que a produção indígena precisa caminhar com cuidado ambiental, qualidade e redução de práticas que prejudiquem a saúde. Ele relaciona o trabalho da cooperativa ao bem-estar da população e à valorização dos princípios culturais.

Nesse ponto, o cooperativismo indígena em Rondônia aparece como uma agenda de futuro. A organização produtiva não é apresentada apenas como economia, mas como forma de proteger a vida, fortalecer a alimentação e manter a relação com a natureza.

▶️ Veja o trecho sobre qualidade e sustentabilidade

Naraymi fala sobre mercado, produtos orgânicos, extrativismo e bem-estar da comunidade.

Leitura analítica

Organização conecta território, mercado e floresta

Origem: a produção ganha força quando mantém vínculo com a identidade Paiter Suruí.

Valor: organização, embalagem e qualidade ajudam os produtos a disputar novos mercados.

Futuro: a cooperativa aponta caminhos para renda, preservação e fortalecimento comunitário.

Clima exige planejamento para produzir alimentos

Outro alerta do episódio envolve as mudanças climáticas. Naraymi diz que os produtores precisam se preparar para períodos de seca mais severos, especialmente quando a produção de alimentos depende de infraestrutura e acompanhamento.

Para ele, o cooperativismo indígena em Rondônia ajuda a reunir comunidade, lideranças e parceiros em torno de respostas concretas. A produção sustentável precisa de planejamento para enfrentar clima, mercado e segurança alimentar.

▶️ Assista ao trecho sobre seca e infraestrutura

O presidente da Coopaiter fala sobre preparo climático e produção de alimentos.

Parcerias fortalecem a caminhada da Coopaiter

No encerramento, Naraymi agradece aos parceiros que apoiam as ações no território, citando Senar, Emater, Sebrae e os cooperados da Coopaiter. A mensagem final reforça a importância da união para transformar potencial produtivo em resultado.

O episódio do RuralCast mostra uma experiência de cooperativismo indígena em Rondônia com impacto regional. Em Cacoal, a Coopaiter se apresenta como exemplo de como produção, cultura, floresta e mercado podem caminhar juntos.

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