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quinta-feira, julho 16, 2026

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Obras de R$ 65 milhões ampliam rede elétrica no sul de Rondônia

As obras de energia em Espigão avançam no sul de Rondônia com investimento superior a R$ 65 milhões. O conjunto reúne uma nova subestação, uma linha de alta tensão até Pimenta Bueno e o ponto de conexão da estrutura ao sistema já existente.

Segundo as informações divulgadas pela Energisa Rondônia, as três frentes chegaram a cerca de 65% de execução. A previsão é concluir o projeto ainda em 2026, mas não foi informada uma data exata para o término das obras ou para a entrada em operação.

Quando estiver funcionando, o projeto de energia em Espigão deverá atender mais de 30 mil clientes de Espigão do Oeste e do distrito de Pacaranã. A ampliação pode criar condições para novas cargas e empreendimentos, mas não representa promessa de fornecimento sem interrupções. O TVdoPOVO acompanha outras notícias de Rondônia com impacto direto nos municípios.

Neste artigo, você vai ver:
  • quais obras formam o projeto de energia em Espigão;
  • como será a conexão com Pimenta Bueno;
  • o estágio informado de execução;
  • quem poderá ser atendido depois da entrada em operação.

O que forma o projeto de energia em Espigão

O projeto de energia em Espigão é composto por três estruturas que precisam funcionar de forma integrada. A primeira é a nova Subestação de Energia de Espigão do Oeste, responsável por receber, transformar e distribuir a eletricidade para a rede local.

A segunda frente é a implantação de 22 quilômetros de Linha de Distribuição de Alta Tensão entre Espigão do Oeste e Pimenta Bueno. A terceira é o ponto de conexão dessa linha na Subestação de Pimenta Bueno, permitindo integrar a nova estrutura ao sistema regional.

Entenda cada estrutura
Subestação: recebe, transforma e direciona a energia para a rede.
Linha de alta tensão: transporta energia entre os pontos do sistema.
Conexão: liga a nova linha à estrutura instalada em Pimenta Bueno.

Como a linha fará a ligação com Pimenta Bueno

A linha de 22 quilômetros é uma das partes centrais do projeto de energia em Espigão. Ela permitirá interligar o município à Subestação de Pimenta Bueno e ampliar a capacidade disponível para atender a demanda regional.

O índice aproximado de 65% representa avanço físico das obras, mas não significa que o sistema já possa operar. Ainda são necessárias etapas de construção, instalação de equipamentos, integração, testes e autorização técnica antes do início do serviço.

O que ainda precisa acontecer
Obras civis: estruturas e instalações precisam ser finalizadas.
Integração: a nova linha deve ser conectada ao sistema regional.
Testes: equipamentos precisam passar por verificações antes da operação.

Quando a energia em Espigão poderá entrar em operação

A previsão divulgada é concluir as obras em 2026. Como ainda não há um dia definido, moradores e empresas devem aguardar a comunicação da concessionária sobre a finalização dos testes e o início efetivo da operação da nova estrutura.

Depois da entrada em serviço, a energia em Espigão terá uma infraestrutura preparada para mais de 30 mil clientes, incluindo unidades residenciais, comerciais, industriais, de serviços e atividades localizadas no distrito de Pacaranã.

O número de clientes não deve ser interpretado como quantidade de moradores beneficiados. Uma unidade consumidora pode representar uma residência, uma empresa, uma propriedade rural ou uma instalação pública.

O que o projeto não garante
Tarifa: a obra não significa redução automática da conta de luz.
Interrupções: confiabilidade maior não representa falha zero.
Empreendimentos: novas instalações ainda dependem de demanda e viabilidade.

Ampliação pode apoiar o crescimento regional

Uma rede com maior capacidade pode facilitar o atendimento de novas cargas ligadas à expansão urbana, ao comércio, aos serviços, às propriedades rurais e a futuros empreendimentos. No caso da energia em Espigão, o impacto prático dependerá da conclusão das três frentes e do comportamento da demanda.

A Energisa também informou a construção de uma nova agência de atendimento no município. Essa unidade será voltada ao contato presencial com os clientes e não deve ser confundida com a subestação, que integra a parte técnica do sistema elétrico.

Até a conclusão, o projeto de energia em Espigão deve ser acompanhado como obra em andamento. O resultado poderá ser avaliado depois da entrada em operação, quando consumidores e empresas passarem a utilizar a capacidade adicional da rede.

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