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Prefeitura de Porto Velho inicia fevereiro com pacote de ações

Pacote de ações da Prefeitura de Porto Velho em educação produção e assistência social
Imagem representa ações da Prefeitura de Porto Velho nas áreas de educação produção econômica e assistência social

A Prefeitura de Porto Velho iniciou fevereiro com um conjunto de ações voltadas a áreas estratégicas do município, reunindo medidas na educação municipal, no fortalecimento da economia local e na assistência social. As iniciativas incluem a entrega de kits escolares completos, a implementação de novos uniformes, programas de incentivo ao desempenho estudantil, além de parcerias para impulsionar a piscicultura sustentável e a organização de uma força-tarefa preventiva diante da cheia do Rio Madeira.

Educação começa o ano com kits completos e estrutura reforçada

O ano letivo teve início com a garantia de kits escolares completos para estudantes da rede municipal de ensino, tanto da zona urbana quanto da zona rural. A proposta é assegurar que as famílias não precisem comprar material escolar, já que os kits incluem itens didáticos, mochila, tênis e uniforme escolar. A distribuição ocorre ao longo do mês de fevereiro, com previsão de conclusão até o fim do período.

Enquanto a entrega é finalizada, as escolas iniciam as atividades com propostas pedagógicas adaptadas, priorizando dinâmicas lúdicas para evitar prejuízo no aprendizado. Pais e responsáveis devem providenciar apenas itens de uso individual, como garrafas ou copos, além de fraldas e produtos de higiene para crianças atendidas em creches municipais.

A rede municipal conta atualmente com mais de 42 mil estudantes matriculados, distribuídos em 84 unidades escolares, incluindo alunos do Ensino de Jovens e Adultos (EJA). O funcionamento das escolas é garantido por mais de três mil professores e cerca de 2.300 servidores de apoio, com previsão de reforço no quadro docente ao longo do ano.

Novo uniforme e premiação incentivam desempenho escolar

A volta às aulas também foi marcada pela apresentação de novos uniformes escolares, com identidade visual atualizada, e por uma política de incentivo ao desempenho dos estudantes. A prefeitura anunciou a premiação de alunos com melhores resultados acadêmicos, incluindo a entrega de bicicletas como forma de reconhecimento.

A estratégia integra um conjunto de ações pedagógicas voltadas à preparação para avaliações externas e ao fortalecimento do rendimento escolar, buscando estimular o engajamento, a permanência na escola e a melhoria dos indicadores educacionais.

Piscicultura sustentável avança com tecnologia e regularização ambiental

Além da educação, a prefeitura avançou em uma agenda voltada ao desenvolvimento econômico sustentável. Uma articulação com a Universidade Federal de Rondônia fortaleceu a estratégia para expandir a piscicultura no município, com foco em assistência técnica, uso de tecnologia digital e regularização ambiental.

O programa estruturado para o setor prevê apoio direto aos piscicultores, implantação de unidades demonstrativas de produção e incentivo ao licenciamento ambiental, garantindo segurança jurídica, preservação dos recursos naturais e fortalecimento da cadeia produtiva do pescado. Atualmente, dezenas de produtores estão cadastrados, e o município conta com indústrias de beneficiamento em operação, parte delas habilitadas para comercialização em outros estados.

Cheia do Rio Madeira mobiliza resposta integrada da prefeitura

No campo da assistência social e da defesa civil, a prefeitura intensificou o planejamento para enfrentar os impactos da cheia do Rio Madeira. Secretarias estratégicas passaram a atuar de forma integrada, organizando ações preventivas e definindo protocolos de atendimento às famílias em áreas de risco, tanto na capital quanto nos distritos ribeirinhos.

Entre as medidas previstas estão a distribuição de cestas básicas, água potável, insumos de saúde e o acompanhamento social das famílias atingidas. Equipes técnicas devem atuar em campo para orientar a população, atualizar cadastros sociais e garantir acesso a benefícios assistenciais.

A operação está estruturada em frentes de trabalho distribuídas ao longo do eixo do Rio Madeira, com uso de ferramentas digitais para monitoramento em tempo real dos impactos sociais e econômicos da cheia.

Medidas em andamento e próximas etapas

Com as ações em andamento, a gestão municipal concentra esforços para concluir a entrega dos kits e uniformes escolares ainda em fevereiro e colocar em funcionamento a força-tarefa da cheia do Rio Madeira até o fim do mês. Paralelamente, a articulação com universidades e parceiros do setor produtivo busca consolidar políticas de médio prazo, com foco em sustentabilidade, organização produtiva e fortalecimento da economia local.

Governo de Rondônia amplia ações em saúde, alimentação, escolas e estradas

Ações do governo de Rondônia ampliam serviços públicos com atendimento em saúde, alimentação escolar e melhoria de estradas.
Imagem ilustra ações integradas do governo de Rondônia nas áreas de saúde, segurança alimentar, educação e infraestrutura viária.

Porto Velho e municípios do interior de Rondônia iniciaram o ano com uma série de ações voltadas à ampliação de serviços essenciais nas áreas de saúde, segurança alimentar, educação e infraestrutura viária. As medidas incluem atendimento oftalmológico com unidades móveis, distribuição de café da manhã gratuito para pessoas em situação de vulnerabilidade, obras em escolas estaduais e a revitalização de rodovia estratégica para o escoamento da produção rural.

Atendimento oftalmológico com carretas reduz fila por cirurgias

A capital passou a receber carretas totalmente equipadas para atendimento oftalmológico completo, oferecendo consultas, exames, cirurgias de catarata, acompanhamento pós-operatório e fornecimento de medicamentos, tudo pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A estrutura conta com consultórios, centro cirúrgico, farmácia e área de esterilização, permitindo que o paciente realize todas as etapas do tratamento no mesmo local, com mais agilidade e segurança.

A expectativa é atender diariamente centenas de pessoas, com consultas e procedimentos cirúrgicos realizados de forma contínua. O atendimento ocorre no Parque da Cidade e segue até meados de março. O acesso aos serviços é feito por meio de encaminhamento da Unidade Básica de Saúde (UBS), após avaliação médica e regulação.

Além de Porto Velho, a ação atende pacientes da Região Madeira Mamoré, abrangendo os distritos da capital e os municípios de Candeias do Jamari, Itapuã do Oeste, Guajará-Mirim e Nova Mamoré. Durante o processo de recuperação, os pacientes recebem acompanhamento pós-operatório, medicamentos e itens de proteção ocular, como óculos escuros, garantindo mais conforto e segurança no período pós-cirúrgico.

Programa de café da manhã gratuito ultrapassa 40 mil atendimentos

Na área social, o programa de café da manhã gratuito já superou a marca de 40 mil atendimentos em pouco mais de um mês de funcionamento em Porto Velho. A iniciativa atende pessoas em situação de vulnerabilidade social e funciona de segunda a sábado, no início da manhã, em estabelecimentos credenciados distribuídos por diferentes regiões da cidade.

Os beneficiários podem consumir no local ou levar para casa, o que amplia o alcance da política pública. O programa integra um conjunto de ações de segurança alimentar, que também inclui refeições a baixo custo no almoço, fortalecendo o combate à fome e ajudando a reduzir gastos básicos das famílias atendidas.

Escolas estaduais recebem obras, modernização e melhorias estruturais

A rede estadual de ensino passa por um amplo pacote de investimentos em infraestrutura, com obras de construção, reformas, ampliações e manutenção em centenas de escolas. As intervenções buscam adequar os espaços às necessidades pedagógicas e garantir melhores condições de ensino para estudantes e profissionais da educação.

Entre as melhorias estão a ampliação de salas de aula, refeitórios, pátios e auditórios, além da modernização de sistemas elétricos e hidráulicos. Também há ações voltadas à sustentabilidade e segurança, como implantação de energia solar, perfuração de poços, adequações contra incêndio e melhorias de acessibilidade.

As obras alcançam escolas em diversas regiões do estado, incluindo áreas urbanas, rurais e comunidades indígenas, com impacto direto no cotidiano escolar e na qualidade do ambiente de aprendizagem.

Rodovia estadual recebe revitalização para aumentar durabilidade e segurança

No setor de infraestrutura, uma rodovia estadual no Cone Sul de Rondônia passou a receber serviços de revitalização com microrrevestimento asfáltico. A técnica é considerada preventiva e tem como objetivo prolongar a vida útil do pavimento, melhorar a aderência da pista e reduzir infiltrações que causam danos estruturais.

O trecho revitalizado possui mais de 20 quilômetros e é utilizado tanto para o escoamento da produção agropecuária quanto para o transporte de insumos e o deslocamento da população. A rodovia também é importante para o acesso a áreas turísticas, especialmente ligadas à pesca.

O que muda na prática para a população

Com ações em andamento em diferentes áreas, o foco passa a ser a manutenção do ritmo de execução e a ampliação do alcance dos serviços. A expectativa é que os investimentos públicos se reflitam na redução de filas na saúde, no fortalecimento da segurança alimentar, na melhoria do ambiente escolar e na garantia de estradas mais seguras e duráveis para o desenvolvimento regional.

MPF quer repactuação de concessão e revisão do modelo de pedágio na BR-364

MPF atua para repactuação da concessão e revisão do pedágio na BR-364 em Rondônia
Atuação do MPF questiona concessão e valores de pedágio na principal rodovia de Rondônia

O Ministério Público Federal (MPF) em Rondônia atua para repactuar a concessão da BR-364 e revisar o modelo de pedágio previsto para a rodovia, considerada estratégica para o escoamento da produção, mobilidade urbana e integração regional no estado. A iniciativa questiona pontos do processo regulatório e cobra mais transparência, equilíbrio econômico e proteção ao interesse público.

A BR-364 é a principal ligação entre municípios rondonienses e outros estados da região Norte, além de rota essencial para o agronegócio. Por isso, qualquer alteração no modelo de concessão e na política de pedágio tem impacto direto na economia e no cotidiano da população.

Questionamentos sobre o processo de concessão

O MPF aponta a necessidade de reavaliar critérios adotados no processo de concessão, incluindo estudos técnicos, definição das tarifas e contrapartidas exigidas da concessionária. Segundo o órgão, é fundamental garantir que o modelo proposto não gere custos excessivos aos usuários nem comprometa o desenvolvimento regional.

A atuação também busca assegurar que o processo siga princípios como publicidade, participação social e motivação técnica, evitando decisões que possam resultar em desequilíbrio contratual ou prejuízo coletivo.

Revisão das tarifas de pedágio

Um dos pontos centrais da atuação do MPF é a revisão do valor das tarifas de pedágio previstas para a BR-364. O órgão defende que os preços devem refletir, de forma justa, os serviços efetivamente prestados, os investimentos realizados e a capacidade econômica dos usuários da rodovia.

A preocupação é que tarifas elevadas possam onerar produtores, transportadores, comerciantes e cidadãos, encarecendo o custo do transporte e impactando diretamente o preço de produtos e serviços em Rondônia.

Transparência e controle social

O MPF também destaca a importância da transparência no processo regulatório, com ampla divulgação de informações e possibilidade de participação da sociedade nas decisões que envolvem a concessão da rodovia.

A medida reforça o papel do controle social e do acompanhamento institucional sobre contratos de grande impacto econômico, especialmente aqueles que afetam serviços públicos essenciais.

Impacto para Rondônia

A BR-364 é considerada um eixo vital para Rondônia. Qualquer mudança em seu modelo de gestão influencia o escoamento da produção agrícola, o transporte de passageiros, o acesso a serviços e a competitividade do estado.

Com a atuação do MPF, o debate sobre a concessão e o pedágio ganha um novo capítulo, abrindo espaço para ajustes no contrato, revisão de tarifas e maior equilíbrio entre investimento privado e interesse público.

Próximos passos

O MPF deve acompanhar as decisões dos órgãos reguladores e do poder concedente, avaliando eventuais ajustes no modelo de concessão. Caso sejam identificadas irregularidades ou prejuízos à coletividade, novas medidas podem ser adotadas para garantir segurança jurídica, modicidade tarifária e benefícios reais à população.

Deputados cobram obras e anunciam investimentos em Rondônia

Deputados cobram obras e anunciam investimentos em saúde, agricultura e infraestrutura em Rondônia
Investimentos em saúde, agricultura e infraestrutura entram no centro do debate político em Rondônia.

Rondônia abriu 2026 com uma série de anúncios e cobranças na agenda pública estadual, envolvendo investimentos em saúde, infraestrutura rural e fortalecimento da agricultura familiar. Ao mesmo tempo, a precariedade de uma rodovia estadual estratégica no Vale do Jamari entrou no centro do debate político, reacendendo a pressão por obras emergenciais. As iniciativas articuladas por deputados estaduais de Rondônia, em conjunto com demandas de vereadores e prefeituras, refletem problemas recorrentes do interior: mobilidade, escoamento da produção e acesso a serviços públicos essenciais.

RO-458 no Vale do Jamari entra em alerta

A RO-458, que liga Alto Paraíso a Triunfo, passou a ser tratada como prioridade após relatos de buracos, atoleiros e trechos praticamente intransitáveis. A situação afeta diretamente o transporte escolar, o deslocamento de moradores e o escoamento da produção agrícola e pecuária da região.

Além do risco de acidentes, o mau estado da rodovia estadual RO-458 eleva os custos logísticos e pode isolar comunidades durante o período chuvoso, quando as condições da estrada tendem a se agravar. A cobrança apresentada ao governo estadual pede ações imediatas, como patrolamento e encascalhamento, e questiona a existência de cronograma oficial de manutenção e estudos técnicos atualizados sobre o trecho.

Substituição de pontes de madeira avança em Nova Mamoré

No município de Nova Mamoré, a atenção se voltou para as estradas vicinais. Um investimento superior a R$ 400 mil foi anunciado para a aquisição de tubos metálicos, destinados à substituição de pontes de madeira no distrito de Nova Dimensão.

A iniciativa busca garantir mais segurança, durabilidade e melhores condições de tráfego em rotas utilizadas diariamente por moradores e produtores rurais. A ação também reforça uma política de continuidade na infraestrutura rural, já que a região havia recebido investimentos anteriores voltados à melhoria das vias e travessias.

Agricultura familiar ganha reforço em Cacoal

Em Cacoal, o foco está no fortalecimento da agricultura familiar. Um investimento de R$ 410 mil viabilizou a aquisição de equipamentos agrícolas para a Associação Vida Nova, localizada na Linha 10, zona rural do município. Mais de 150 famílias foram beneficiadas com máquinas como trator cabinado, pulverizador acoplado, grade hidráulica e um trator de menor porte.

A expectativa é de aumento da produtividade, redução do esforço físico no campo e mais agilidade nas etapas do cultivo. A região se destaca pela produção de café em Rondônia, com estimativas de safra em torno de 9 mil sacas, e a mecanização tende a fortalecer a economia rural local.

Saúde recebe investimentos em transporte de pacientes e atendimento de urgência

Na área da saúde pública, dois anúncios chamaram atenção por enfrentar um dos maiores desafios do interior: a distância até centros especializados. Em Costa Marques, foi destinado um investimento de R$ 2,8 milhões para a aquisição de um ônibus rodoviário voltado ao transporte de pacientes do SUS, especialmente para o Tratamento Fora do Domicílio (TFD).

Já em Machadinho d’Oeste, foi inaugurado o novo prédio do SAMU. O investimento de R$ 225 mil foi aplicado na reforma e adequação da estrutura, com o objetivo de melhorar as condições de trabalho das equipes e garantir mais eficiência no atendimento de urgência e emergência.

Cobrança por execução e resultados concretos

Os anúncios colocam em evidência a necessidade de execução efetiva dos investimentos públicos e de acompanhamento permanente. No caso da RO-458, a expectativa recai sobre a definição de prazos claros e ações concretas de manutenção da rodovia. Nos demais municípios, o desafio será transformar os recursos anunciados em benefícios reais para a população, com obras concluídas, equipamentos em operação e serviços públicos funcionando de forma contínua.

A soma dessas iniciativas revela um esforço concentrado para reduzir gargalos históricos do interior de Rondônia, onde infraestrutura, mobilidade e acesso à saúde seguem como fatores decisivos para o desenvolvimento regional sustentável.

Câncer no Brasil expõe país dividido entre prevenção e diagnóstico tardio

Mapa do Brasil dividido simboliza desigualdade entre prevenção do câncer e diagnóstico tardio nas regiões do país
Imagem ilustra o contraste regional do câncer no Brasil, com avanço da prevenção em algumas áreas e diagnóstico tardio em outras.

O Brasil deve registrar cerca de 781 mil novos casos de câncer por ano entre 2026 e 2028, segundo a mais recente estimativa divulgada pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). Mais do que indicar o avanço da doença, os dados escancaram um país marcado por profundas desigualdades no acesso à prevenção, ao diagnóstico precoce e ao tratamento.

Enquanto parte da população convive majoritariamente com cânceres associados ao envelhecimento e ao estilo de vida urbano, outra ainda enfrenta tumores amplamente preveníveis, diagnosticados tardiamente e concentrados nas regiões mais pobres. O retrato reforça o câncer como um dos principais desafios de saúde pública do Brasil, com potencial de se tornar, em um futuro próximo, a principal causa de morte no país.

Um país, dois padrões de câncer

A Estimativa 2026 mostra que o perfil da doença varia de forma significativa entre as regiões brasileiras, refletindo desigualdades históricas em infraestrutura de saúde, cobertura vacinal, rastreamento e condições de vida.

Nas regiões Norte e Nordeste, permanecem em destaque tumores associados a falhas estruturais da saúde pública. O câncer do colo do útero, apesar de ser amplamente prevenível por vacinação contra o HPV e rastreamento adequado, aparece como a segunda neoplasia mais incidente entre mulheres nessas regiões.

Já no Sul e Sudeste, predominam cânceres relacionados ao envelhecimento populacional e ao estilo de vida urbano. Tumores de mama, próstata, cólon e reto concentram a maior parte dos casos, padrão semelhante ao observado em países de renda mais alta. Ainda assim, especialistas alertam para a mortalidade elevada do câncer colorretal, reflexo da ausência de um programa nacional estruturado de rastreamento.

Mama lidera incidência, mas colo do útero segue como alerta

Entre as mulheres, o câncer de mama permanece como o mais incidente no país, com números próximos de 80 mil novos casos por ano. Especialistas avaliam que essa tendência já está consolidada e acompanha o padrão observado em países desenvolvidos.

O cenário muda de forma preocupante quando o foco é o câncer do colo do útero. Mesmo sendo uma doença evitável, ele segue entre os tumores mais incidentes em algumas regiões do país e mantém mortalidade elevada, resultado direto da baixa cobertura vacinal contra o HPV e do diagnóstico tardio.

Câncer de intestino cresce e expõe falha no rastreamento

Outro ponto de destaque na estimativa é o crescimento do câncer de cólon e reto, hoje entre os mais incidentes em homens e mulheres no Brasil. Em algumas regiões, ele já aparece como o tumor mais frequente entre os homens.

Além da incidência elevada, especialistas alertam que a mortalidade ainda é alta porque muitos diagnósticos ocorrem em estágios avançados da doença, consequência da falta de um programa nacional de rastreamento organizado.

Pulmão ainda lidera mortes por câncer no país

Embora a estimativa trate principalmente dos casos novos, os dados de mortalidade ajudam a dimensionar o impacto real da doença. Com base nos registros mais recentes, os cânceres de traqueia, brônquio e pulmão seguem como a principal causa de morte por câncer no Brasil, apesar da queda gradual observada nos últimos anos.

O contraste é claro: tumores como mama e próstata lideram em incidência, mas não em mortalidade, enquanto cânceres como pulmão e intestino permanecem entre os mais letais, em grande parte por serem diagnosticados tardiamente.

Desigualdade social amplia risco de morrer

Especialistas ouvidos na análise destacam que o avanço do câncer no Brasil resulta de uma combinação de envelhecimento populacional, aumento de fatores de risco e desigualdade social. Baixa vacinação contra o HPV e hepatite B, além do crescimento de hábitos pouco saudáveis, como sedentarismo, obesidade, alimentação inadequada, consumo de álcool e tabagismo, agravam o cenário.

Populações mais pobres tendem a receber o diagnóstico em fases mais avançadas da doença, o que piora o prognóstico e eleva a mortalidade. Em comparação com países desenvolvidos, a taxa de mortes por câncer entre grupos menos favorecidos pode ser duas a três vezes maior.

Um retrato conhecido, mas cada vez mais urgente

Para especialistas, os dados não trazem surpresas absolutas, mas reforçam a urgência de agir. A estimativa do Inca revela um retrato já conhecido, porém cada vez mais alarmante: o câncer avança de forma desigual no Brasil, e a distância entre prevenção eficaz e diagnóstico tardio continua determinando quem adoece — e quem morre.

O desafio agora é transformar os dados em políticas públicas capazes de ampliar o acesso à prevenção, fortalecer o rastreamento e reduzir desigualdades regionais que seguem custando milhares de vidas todos os anos.

Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 144 milhões

Bilhetes da Mega-Sena com caneta e bolas numeradas ilustram prêmio acumulado de R$ 144 milhões
Prêmio da Mega-Sena acumula novamente e pode pagar R$ 144 milhões no próximo sorteio.

O prêmio da Mega-Sena acumulou novamente e pode chegar a R$ 144 milhões no próximo sorteio. O concurso 2.968, realizado nesta terça-feira (3), não teve ganhadores na faixa principal, segundo informou a Caixa Econômica Federal.

As dezenas sorteadas foram: 10 – 11 – 22 – 26 – 36 – 46. Com isso, o valor principal acumulou e será disputado no próximo concurso, marcado para quinta-feira (5).

Apesar de ninguém ter acertado os seis números, outras apostas foram premiadas. Oitenta e duas apostas acertaram a quina e cada uma vai receber R$ 52.559,29. Já a quadra teve 6.705 apostas vencedoras, com prêmio individual de R$ 1.059,53.

A Mega-Sena é considerada a principal loteria do país e costuma registrar aumento no volume de apostas sempre que o prêmio ultrapassa a casa dos cem milhões de reais. As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio, em casas lotéricas credenciadas ou pelos canais digitais da Caixa.

O valor do prêmio principal é destinado aos apostadores que acertarem os seis números sorteados. Caso não haja vencedores novamente, o montante volta a acumular para o concurso seguinte.

ONG alerta que desordem mundial de Trump afeta 100 países

Manifestantes protestam contra autoritarismo enquanto mapa do mundo em chamas simboliza a desordem mundial associada a Donald Trump.
Imagem simbólica representa protestos e a instabilidade democrática global apontada pela Human Rights Watch no relatório sobre autoritarismo.

O avanço do autoritarismo e o enfraquecimento da democracia atingem atualmente mais de 100 países, segundo alerta da Human Rights Watch (HRW) em seu relatório anual sobre direitos humanos, divulgado nesta quarta-feira (4), em Nova York. O documento aponta que a administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem papel central nesse cenário, ao lado da atuação de regimes como Rússia e China.

De acordo com a organização, o sistema global de proteção aos direitos humanos vive um momento crítico, marcado pelo desmonte de salvaguardas institucionais e pela relativização do Estado de Direito em escala internacional.

EUA no centro da “desordem mundial”

No relatório, a HRW afirma que as políticas adotadas por Trump contribuíram para reduzir mecanismos de controle do poder, enfraquecer a independência do Judiciário e desrespeitar decisões judiciais. A ONG também critica cortes drásticos em programas de ajuda humanitária, saúde pública e assistência alimentar, além do recuo em pautas ligadas aos direitos das mulheres, das pessoas trans e intersexo e da proteção à privacidade.

Segundo a organização, o governo norte-americano tem utilizado a estrutura estatal para intimidar opositores políticos, veículos de comunicação, universidades, escritórios de advocacia e organizações da sociedade civil, ampliando um ambiente de pressão institucional e política.

Política externa e enfraquecimento do direito internacional

A Human Rights Watch também aponta retrocessos significativos na política externa dos Estados Unidos. O relatório critica a retirada do país de instituições multilaterais essenciais, como o Conselho de Direitos Humanos da ONU, além do abandono de compromissos internacionais, como o Acordo de Paris sobre o clima.

Para a ONG, essas decisões minam a ordem internacional baseada em regras e estimulam outros países a tratar os direitos humanos como um obstáculo ao crescimento econômico e à segurança nacional, e não como um valor fundamental.

Imigração e uso excessivo da força

O documento dedica atenção especial às ações do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE). Segundo a HRW, agentes do órgão têm recorrido a uso excessivo da força, promovendo detenções indevidas, aterrorizando comunidades migrantes e, em casos recentes, provocando mortes durante operações.

A organização avalia que essas práticas reforçam a mensagem de que, na atual conjuntura global, o poder se impõe acima das leis, enfraquecendo a responsabilização por abusos.

Ucrânia, Rússia e concessões estratégicas

No cenário internacional, a HRW critica a postura da administração Trump em relação à guerra na Ucrânia. O relatório afirma que as iniciativas de negociação minimizaram a responsabilidade da Rússia por graves violações de direitos humanos e pressionaram o governo ucraniano a aceitar concessões territoriais e acordos considerados exploratórios.

Para a ONG, essa abordagem reforça uma lógica de acordos baseados na força, em detrimento do respeito ao direito internacional.

Democracia em retração global

Segundo o diretor executivo da Human Rights Watch, Philippe Bolopion, o mundo enfrenta uma “recessão democrática”. Estudos citados no relatório indicam que 72% da população mundial vivem atualmente sob regimes autoritários, percentual semelhante ao registrado em meados da década de 1980.

Embora o documento reconheça que o declínio democrático antecede o atual mandato de Trump, a HRW afirma que as políticas recentes aceleraram esse processo e ampliaram seus efeitos globais.

Apelo por uma aliança democrática

Diante desse cenário, a organização faz um apelo para que países comprometidos com os direitos humanos formem uma aliança estratégica, capaz de atuar como força política e econômica para conter a expansão do autoritarismo e preservar a ordem internacional baseada em leis.

Segundo a HRW, o enfrentamento dessa crise representa “o desafio de uma geração” e exigirá coordenação internacional, fortalecimento das instituições democráticas e compromisso efetivo com a proteção dos direitos fundamentais.

Caso Orelha: polícia pede internação de adolescente envolvido no crime

Cão Orelha, vítima de maus-tratos em Santa Catarina, em caso que levou polícia a pedir internação de adolescente
Caso Orelha: investigação aponta agressão fatal e pedido de internação de adolescente envolvido.

A Polícia Civil de Santa Catarina pediu à Justiça a internação de um adolescente envolvido na morte do cão Orelha, caso que gerou forte comoção nacional e mobilização por justiça. A investigação foi concluída na noite de terça-feira (3), após mais de um mês de apuração.

O crime ocorreu na madrugada de 4 de janeiro, na Praia Brava, em Santa Catarina. O animal, que era cuidado pela comunidade local, foi agredido por quatro adolescentes e morreu no dia seguinte em decorrência dos ferimentos.

Laudo aponta agressão contundente

De acordo com o laudo pericial, Orelha sofreu uma pancada contundente na cabeça, compatível com chute ou golpe com objeto rígido, como madeira ou garrafa. O cão chegou a ser socorrido e levado a um veterinário ainda com vida, mas não resistiu.

A polícia informou que analisou mais de mil horas de imagens de câmeras de segurança, ouviu 24 testemunhas e reuniu um amplo conjunto de provas técnicas e testemunhais.

Adolescente viajou ao exterior após o crime

O adolescente para o qual foi solicitada a internação é o mesmo que viajou para a Disney logo após o ataque. Ele retornou ao Brasil no dia 29 de janeiro e foi abordado pelas autoridades ainda no aeroporto.

Além do pedido de internação, três adultos, parentes dos adolescentes envolvidos, foram indiciados por coação a testemunha, por tentarem interferir no andamento das investigações.

Caso Caramelo também foi concluído

A Polícia Civil também finalizou a apuração sobre o caso do cão Caramelo, atacado por outros quatro adolescentes. Segundo a investigação, os jovens tentaram afogar o animal no mar. Caramelo conseguiu escapar e sobreviveu.

Após o resgate, o cão foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.

Comoção e pedidos por justiça

A morte de Orelha gerou manifestações públicas, atos por justiça e reacendeu o debate sobre maus-tratos a animais, responsabilização de adolescentes infratores e a atuação das famílias em crimes dessa natureza.

O inquérito foi encaminhado ao Judiciário, que agora deve analisar o pedido de internação e as demais medidas cabíveis.

Investimentos públicos ampliam infraestrutura, inclusão social e serviços essenciais em Rondônia

Investimentos públicos ampliam infraestrutura e serviços essenciais em Rondônia com obras viárias e transporte escolar
Obras viárias e transporte escolar simbolizam investimentos públicos em infraestrutura e serviços essenciais em Rondônia.

Municípios de Rondônia receberam, no início de fevereiro, um conjunto de investimentos públicos voltados ao fortalecimento de áreas estratégicas como educação, infraestrutura urbana e rural, segurança viária e políticas de inclusão social. As ações envolvem repasses financeiros diretos, aquisição de equipamentos e implantação de projetos com impacto direto na qualidade de vida da população.

Segurança viária e mobilidade regional

Uma das frentes em discussão é a implantação de uma pista de ciclismo ao longo da Rodovia do Café (RO-486), no trecho entre Cacoal e Espigão d’Oeste. A rodovia é utilizada diariamente por ciclistas para deslocamento e prática esportiva, mas não possui estrutura adequada para o compartilhamento seguro com o tráfego intenso de veículos.

A proposta busca reduzir o risco de acidentes e preservar vidas, promovendo uma mobilidade mais segura em uma via estratégica para a região. O projeto está em fase de análise técnica e pode representar um avanço significativo na infraestrutura viária regional.

Ressocialização com produção e alcance social

No município de Nova Mamoré, um projeto de ressocialização está sendo implantado na penitenciária regional com foco na inserção produtiva de apenados. A iniciativa prevê a instalação de uma fábrica de fraldas dentro da unidade prisional, permitindo que internos participem de atividades de trabalho como parte do processo de reintegração social.

O projeto conta com R$ 170 mil em investimentos públicos, sendo R$ 100 mil destinados à aquisição de maquinários e R$ 70 mil aplicados na reforma do espaço físico onde funcionará a fábrica. As fraldas produzidas serão destinadas a prefeituras, hospitais, pessoas em situação de vulnerabilidade e famílias com pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), ampliando o alcance social da iniciativa.

A expectativa é que, após a conclusão das adequações estruturais, a fábrica entre em funcionamento nos próximos meses.

Mais de R$ 1 milhão fortalece economia e educação em Seringueiras

O município de Seringueiras foi contemplado com mais de R$ 1 milhão em investimentos públicos, distribuídos entre os setores produtivo e educacional. Do total, R$ 496 mil foram destinados à aquisição de dois tratores agrícolas, fortalecendo a agricultura familiar e ampliando a capacidade de produção no campo.

Outros R$ 322.924 foram aplicados na compra de playgrounds para escolas municipais, promovendo lazer, inclusão e melhoria do ambiente escolar. Já R$ 184 mil foram direcionados à aquisição de um secador de café, equipamento essencial para agregar valor à produção, melhorar a qualidade do produto e fortalecer a economia local, especialmente entre pequenos produtores.

Transporte escolar recebe reforço em Cacaulândia

Em Cacaulândia, o transporte escolar foi reforçado com a entrega de dois novos ônibus, ampliando a frota municipal no início do ano letivo. A medida garante mais segurança no deslocamento dos estudantes, especialmente aqueles que vivem em áreas rurais ou mais afastadas da zona urbana.

Com o reforço, o município amplia a capacidade de atendimento, contribui para a regularidade das aulas e assegura melhores condições de acesso à educação, beneficiando diretamente alunos e famílias.

R$ 700 mil para manutenção urbana em Alvorada d’Oeste

Já em Alvorada d’Oeste, R$ 700 mil foram liberados para a Secretaria Municipal de Obras, com foco na manutenção da infraestrutura urbana. Os recursos serão aplicados na aquisição de peças e insumos para garantir a continuidade de serviços como conservação de vias, calçadas, canteiros e demais espaços públicos.

O investimento fortalece a capacidade operacional do município, melhora a mobilidade urbana e contribui para a segurança da população.

Panorama de investimentos e próximos passos

Os investimentos realizados evidenciam uma atuação integrada do poder público em diferentes regiões de Rondônia, com foco em infraestrutura, inclusão social, educação e desenvolvimento econômico. Ao atender demandas locais e direcionar recursos para áreas essenciais, as ações têm potencial para gerar impactos duradouros no cotidiano da população.

A expectativa é que os projetos em andamento avancem para a fase de execução plena nos próximos meses, consolidando os benefícios previstos e ampliando os resultados das políticas públicas nos municípios atendidos.

Produção e exportações recordes redefinem a pecuária brasileira no mundo

Rebanho bovino em larga escala no Brasil representa recordes de produção e exportação de carne em 2025
Brasil assume liderança mundial na produção e exportação de carne bovina

A pecuária brasileira vive um dos momentos mais relevantes de sua história recente. Em 2025, o Brasil não apenas manteve a liderança como maior exportador mundial de carne bovina, como também assumiu, pela primeira vez, o posto de maior produtor global, superando os Estados Unidos após décadas de hegemonia.

Dados consolidados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, o USDA, indicam que a produção brasileira alcançou 12,35 milhões de toneladas no ano passado, enquanto os norte-americanos ficaram em 11,8 milhões de toneladas. O resultado marca uma virada estrutural no setor e reposiciona o Brasil no centro da segurança alimentar global.

Brasil responde por 20% da carne bovina produzida no mundo

Em 2025, o país foi responsável por aproximadamente 20% de toda a carne bovina produzida no planeta, um patamar inédito que reforça o peso estratégico do agronegócio brasileiro no abastecimento internacional.

Segundo análises da consultoria Athenagro, esse avanço está ligado a mudanças importantes no ciclo pecuário. O aumento da participação de fêmeas nos abates elevou a oferta no curto prazo, ao mesmo tempo em que ganhos consistentes de produtividade dentro da porteira sustentaram o crescimento.

Além disso, a produção não avançou apenas com a expansão do rebanho. Houve melhora significativa no peso médio das carcaças e redução da idade ao abate, reflexo direto da adoção de tecnologia, genética aprimorada e sistemas produtivos mais eficientes.

Exportações batem recorde e chegam a mais de 150 países

No comércio internacional, a liderança brasileira é ainda mais expressiva. Informações da Abiec mostram que o Brasil exportou mais de 3,5 milhões de toneladas de carne bovina em 2025, atendendo mais de 150 países e registrando o maior valor da história em receita cambial.

A cadeia da pecuária de corte movimenta dezenas de bilhões de dólares por ano, gera milhões de empregos diretos e indiretos e figura entre os principais pilares do superávit da balança comercial brasileira.

Estados Unidos enfrentam retração histórica do rebanho

Enquanto o Brasil avança, os Estados Unidos atravessam um dos períodos mais desafiadores das últimas décadas. O país registra o menor nível de rebanho em cerca de 70 anos, pressionado por secas severas, custos elevados de alimentação e redução de áreas de pastagem.

Esse cenário levou ao aumento das importações. Em 2025, os norte-americanos caminharam para o segundo maior volume importado de carne bovina de sua história, segundo dados da consultoria HN Agro.

Especialistas destacam que o momento lembra o início dos anos 2000, quando crises sanitárias reduziram as exportações dos EUA e abriram espaço para a expansão brasileira no mercado global.

China se consolida como principal destino da carne brasileira

A China desempenhou papel central nesse avanço. Dados da Athenagro indicam que o país asiático respondeu por quase metade do faturamento das exportações brasileiras de carne bovina em 2025 e por cerca de 48% do volume embarcado.

Foram mais de 1,5 milhão de toneladas destinadas ao mercado chinês, impulsionando investimentos, adoção de tecnologia e ajustes produtivos para atender aos padrões exigidos pelo maior importador mundial.

O chamado boi jovem, abatido com menos de 30 meses, tornou-se um dos principais vetores dessa transformação, encurtando o ciclo pecuário e aumentando o giro de capital no campo.

Tecnologia e eficiência sustentam o crescimento

O avanço da pecuária brasileira está diretamente ligado à intensificação dos sistemas produtivos. O confinamento e o semiconfinamento ganharam escala, permitindo maior produção em áreas menores e redução do tempo até o abate.

A genética tropicalizada, com destaque para o aprimoramento da raça nelore e dos cruzamentos industriais, elevou a eficiência alimentar e o rendimento de carcaça. Além disso, a integração lavoura-pecuária recuperou áreas antes degradadas, aumentou a taxa de lotação e reduziu a pressão por abertura de novas áreas.

Projeções indicam ajustes, mas liderança deve se manter

Projeções da HN Agro apontam que o Brasil pode entrar, a partir de 2026, em uma fase de ajuste do rebanho após anos de forte abate de fêmeas. Ainda assim, a diferença estrutural entre os sistemas produtivos brasileiro e norte-americano permanece significativa.

Mesmo com possíveis oscilações no curto prazo, o consenso entre analistas é que o Brasil consolidou uma posição difícil de ser revertida, tornando-se o principal fornecedor global de carne bovina em um cenário de demanda crescente e desafios climáticos em outras regiões do mundo.

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