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quarta-feira, julho 1, 2026
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Tempestades atingem boa parte do país nesta terça-feira

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Tempestades atingem boa parte do país
Pessoa caminha sob chuva intensa com guarda-chuva em meio a tempestade que atinge diversas regiões do Brasil

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas de chuvas intensas e tempestades que devem atingir grande parte do Brasil nesta terça-feira (11). As regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste estão sob risco elevado, com volumes de até 50 milímetros por dia e ventos fortes acompanhados de trovoadas.

De acordo com o Climatempo, o Sul será a única região com tempo estável, apresentando sol e variação de nuvens. No entanto, uma nova frente fria pode provocar chuvas isoladas no Rio Grande do Sul entre a noite e o início da quarta-feira (12).

Regiões sob maior alerta

O alerta do Inmet abrange Acre, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins. Nesses estados, há risco de alagamentos, descargas elétricas e queda de galhos e árvores.

No Nordeste, cidades como Salvador e Ilhéus podem enfrentar temporais e pancadas isoladas. Já no Centro-Oeste, o Mato Grosso do Sul deve ter tempo firme, enquanto Mato Grosso e Goiás registram chuvas ao longo do dia.

Chuvas no Norte e estabilidade no Sudeste

No Norte, o tempo continua instável em Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima e sul do Pará, com precipitações intensas e ventos fortes. Já no Sudeste, o clima deve permanecer estável em São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Mesmo assim, há chance de chuvas isoladas em áreas de Minas Gerais e no litoral capixaba.

Além disso, os meteorologistas alertam para o risco de enchentes e deslizamentos, já que o solo encharcado aumenta a chance de ocorrências em áreas vulneráveis.

Cuidados e recomendações

O Inmet orienta que a população evite áreas abertas e locais alagados durante tempestades. Também é importante desligar aparelhos elétricos, não se abrigar debaixo de árvores e acompanhar os alertas oficiais emitidos pelos órgãos de Defesa Civil.

Essas medidas simples podem reduzir o risco de acidentes e garantir mais segurança em períodos de instabilidade.

Cenário de instabilidade deve continuar

Com o aumento da umidade e das altas temperaturas, o cenário de instabilidade climática deve persistir em boa parte do país nos próximos dias. As autoridades reforçam a necessidade de atenção redobrada e monitoramento constante das condições do tempo.

Fonte: Metrópoles

Paracetamol na gravidez é seguro, confirma ampla revisão científica

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Gestante segura a barriga com serenidade diante de fundo azul e comprimido de paracetamol, com título “Paracetamol na gravidez é seguro”.
Estudo publicado no British Medical Journal confirma que o paracetamol na gravidez é seguro e não está relacionado ao autismo infantil.

Um amplo estudo publicado nesta segunda-feira (10) na revista British Medical Journal (BMJ) reafirma que não há evidências científicas que liguem o uso de paracetamol durante a gravidez ao surgimento de autismo em crianças.
A conclusão consolida o consenso global sobre a segurança do medicamento mais indicado para gestantes, conhecido como Tylenol ou Panadol.

Revisão reforça segurança do medicamento

A publicação analisou dezenas de pesquisas e representa a avaliação mais completa sobre o tema.
Trata-se de uma “revisão guarda-chuva”, que reúne resultados de vários estudos para oferecer uma visão mais precisa do conhecimento científico atual.

Os autores destacam que trabalhos anteriores, que sugeriam possível vínculo entre paracetamol e autismo, apresentaram baixa qualidade metodológica.
Muitos não consideraram fatores genéticos ou condições de saúde da mãe. Assim, chegaram a conclusões distorcidas.
O novo levantamento ajuda a restabelecer a confiança no medicamento e reforça o que especialistas já defendiam.

OMS e especialistas reafirmam consenso

Após declarações infundadas do ex-presidente americano Donald Trump, que afirmou existir relação entre paracetamol e autismo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reiterou que não há comprovação científica dessa hipótese.
O estudo do BMJ, portanto, confirma esse posicionamento e dá respaldo a médicos e gestantes em todo o mundo.

“O trabalho é baseado em uma metodologia de alta qualidade, confirmando o que especialistas repetem há anos”, afirmou Dimitrios Sassiakos, professor de Obstetrícia da University College London, em nota ao Science Media Center.
Enquanto isso, outras entidades médicas elogiaram a revisão por trazer equilíbrio ao debate público e combater a desinformação.

O que a revisão concluiu

A pesquisa indica que os dados atuais são insuficientes para apontar qualquer vínculo entre o uso do paracetamol e o autismo infantil.
Além disso, não há provas que relacionem o medicamento ao TDAH.

Por outro lado, o estudo reforça que o paracetamol segue como o analgésico mais indicado para gestantes.
Medicamentos como aspirina e ibuprofeno continuam associados a riscos comprovados para o feto.
Assim, o paracetamol permanece como a opção mais segura quando usado sob orientação médica.

Efeitos práticos para gestantes

A revisão traz tranquilidade para milhões de mulheres em todo o mundo.
Nos Estados Unidos, o consumo anual de paracetamol supera 49 mil toneladas, o que equivale a quase 300 comprimidos por pessoa.
Com isso, a confirmação de sua segurança tem impacto direto na orientação médica e na confiança das pacientes.

Além disso, a pesquisa contribui para fortalecer políticas públicas de saúde materna e combate à desinformação.
Por fim, o estudo reforça que o uso consciente, nas doses recomendadas, é essencial para garantir a segurança do tratamento.

Paracetamol na gravidez é seguro

Com a chancela do British Medical Journal, o estudo fortalece o consenso internacional: o paracetamol é seguro para uso durante a gravidez.
Assim, a ciência confirma que o medicamento, quando usado corretamente, é uma opção confiável e eficaz.

Fonte: G1

ChatGPT médico: OpenAI mira o setor da saúde

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Médico interage com holograma de inteligência artificial representando o ChatGPT em ambiente clínico futurista
OpenAI estuda o uso do ChatGPT em diagnósticos e atendimento médico com apoio da inteligência artificial

A OpenAI, criadora do ChatGPT, estuda expandir sua atuação para o setor de saúde, abrindo caminho para o uso da inteligência artificial em diagnósticos, triagem de sintomas e apoio à tomada de decisões médicas. Além disso, a iniciativa busca aplicar o poder dos modelos de linguagem a uma das áreas mais sensíveis e estratégicas da sociedade: a medicina.

Inteligência artificial na prática médica

Segundo fontes próximas ao projeto, a proposta é integrar o ChatGPT a sistemas hospitalares e plataformas de telemedicina. Com isso, a OpenAI pretende otimizar o tempo de médicos e profissionais da saúde, oferecendo respostas rápidas com base em bancos de dados científicos atualizados.

Dessa forma, a ferramenta poderá ajudar desde a análise de prontuários eletrônicos até a identificação precoce de doenças, sempre com a supervisão de profissionais humanos. Assim, a tecnologia reduz erros e acelera o atendimento, principalmente em regiões com escassez de especialistas.

Parcerias estratégicas e expansão global

A OpenAI já iniciou conversas com empresas do ramo médico e farmacêutico para testar aplicações específicas da IA. Ao mesmo tempo, a companhia avalia a criação de protocolos de segurança e confidencialidade de dados, fundamentais para garantir conformidade com normas internacionais de privacidade, como a HIPAA e a LGPD.

Portanto, a empresa quer entrar em um mercado bilionário dominado por gigantes como Google Health e IBM Watson Health. Nesse sentido, a meta é transformar o ChatGPT em uma ferramenta de suporte clínico confiável, sem substituir o julgamento humano.

Desafios éticos e responsabilidade

Apesar do entusiasmo, especialistas alertam que a entrada de sistemas de IA na medicina exige rigor ético e transparência. Por outro lado, também há potencial para ampliar o acesso à informação e reduzir desigualdades no atendimento.

O CEO da OpenAI, Sam Altman, reconhece que o uso de IA em saúde envolve riscos. Por isso, promete priorizar segurança, precisão e responsabilidade social na implementação do projeto.

Impacto para o futuro da medicina

Se bem conduzido, o “ChatGPT médico” pode representar uma revolução no acesso à informação de saúde. Além de democratizar o conhecimento médico, a IA pode aproximar pacientes de diagnósticos mais rápidos e eficientes.

Enquanto isso, profissionais de saúde poderão se concentrar em casos complexos, deixando as tarefas repetitivas para o sistema automatizado. Por fim, a iniciativa da OpenAI reforça a tendência global de integrar a inteligência artificial como aliada da medicina do futuro.

Fonte: Olhar Digital

Rondônia participa do lançamento global da marca Amazônia em Londres

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Rondônia participa do lançamento global da marca Amazônia durante a WTM Londres, promovendo o turismo sustentável da Amazônia.
Imagem ilustra o lançamento global da marca Amazônia durante a WTM Londres, com Rondônia representando o turismo sustentável da Região Norte.

Presença internacional valoriza o turismo rondoniense

Rondônia marcou presença na World Travel Market (WTM) 2025, realizada em Londres. O evento foi o palco do lançamento global da marca Amazônia, que une os sete estados da Região Norte em uma iniciativa para promover o bioma de forma integrada e sustentável.

Com essa participação, o Governo de Rondônia reforça o compromisso com o turismo internacional e amplia a visibilidade das belezas naturais do estado. Além disso, a presença na WTM fortalece a imagem de Rondônia como destino autêntico e conectado à essência amazônica.

Campanha global convida o mundo a viver a Amazônia

Rondônia faz parte dos sete estados da Região Norte que somam esforços para promover o bioma de forma integrada e sustentável
Rondônia faz parte dos sete estados da Região Norte que somam esforços para promover o bioma de forma integrada e sustentável

Com o slogan “Você muda. A Amazônia muda você”, a campanha propõe experiências transformadoras. Por meio dela, o visitante é convidado a conhecer a Amazônia por dentro, explorando culturas indígenas, ribeirinhas, quilombolas e seringueiras. Dessa maneira, o turismo sustentável ganha força e valor simbólico.

Ao mesmo tempo, o projeto busca sensibilizar o viajante para a preservação ambiental, despertando um olhar mais consciente sobre o planeta. Assim, a marca Amazônia se apresenta como um elo entre natureza, cultura e emoção.

Rondônia fortalece laços e promove sustentabilidade

O governador Marcos Rocha destacou que a união entre os estados amazônicos amplia as oportunidades de desenvolvimento.

“É uma oportunidade ímpar de mostrar o que temos de melhor: nossa fauna, flora e cultura. Estamos levando a Amazônia ao mundo e gerando emprego e renda para as comunidades que fazem parte dessa riqueza natural”, afirmou.

Da mesma forma, o superintendente estadual de Turismo, Gilvan Pereira Junior, ressaltou que a cooperação entre os estados impulsiona novas estratégias.

“Somar forças amplia o alcance e consolida nossa presença internacional. Essa parceria nos permite aprender mais e criar ações duradouras para fortalecer o turismo no Norte do Brasil”, observou.

Marca Amazônia simboliza união e compromisso

A participação na WTM possibilita ao estado ir além do turismo convencional
A participação na WTM possibilita ao estado ir além do turismo convencional

Mais do que uma campanha, a marca Amazônia representa um compromisso coletivo com o futuro. Ela busca promover o turismo sustentável, valorizar os povos da floresta e inspirar atitudes de conservação ambiental.

Além disso, a proposta conecta o visitante à essência do bioma. Por consequência, estimula o respeito às tradições e o reconhecimento da Amazônia como um patrimônio mundial.

Rondônia consolida presença no turismo global

Ao participar da WTM Londres, Rondônia se posiciona entre os protagonistas da promoção turística amazônica. A presença no lançamento da marca Amazônia fortalece o estado como destino sustentável, inovador e conectado ao mundo.

Fonte: Governo de Rondônia

MPF impede remoção de famílias e garante posse pública em Ariquemes

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Famílias rurais observam agricultor ao pôr do sol em Ariquemes, simbolizando a atuação do MPF na defesa da posse pública da Terra Ubirajara.
A imagem representa a ação do MPF em Rondônia que evitou o despejo de famílias e assegurou o domínio público da Terra Ubirajara, em Ariquemes.

O Ministério Público Federal (MPF) em Rondônia atuou de forma decisiva para impedir que 65 famílias fossem retiradas de uma área de 39,6 mil hectares, em Ariquemes (RO). Nesta ação, destaca-se como o MPF impede remoção de famílias em Ariquemes. A ação de reintegração de posse, movida por particulares, ameaçava comunidades que vivem no local há mais de 15 anos.

Com isso, as diligências da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão levaram o Governo de Rondônia a reconhecer que a Terra Devoluta Ubirajara é uma área de domínio público. Dessa forma, o Estado reverteu o entendimento anterior e garantiu segurança às famílias que vivem da agricultura familiar. Com o apoio do MPF, impediu-se a remoção das famílias.

Governo suspende reintegração e inicia regularização

Após o reconhecimento da titularidade pública, o Governo de Rondônia ingressou no processo judicial e pediu a suspensão imediata da reintegração de posse. Graças a essa decisão, as famílias permaneceram na terra, o que trouxe alívio e estabilidade à comunidade.

Além disso, o Estado assumiu o compromisso de regularizar a área. O plano inclui ações administrativas e judiciais para proteger o patrimônio público e assegurar segurança jurídica às famílias que vivem da agricultura de subsistência.

MPF identifica falhas e exige correção fundiária

Durante a investigação, o MPF descobriu diversas irregularidades nas matrículas da Terra Ubirajara. Os registros foram criados com títulos provisórios inválidos, expedidos pelo Estado de Mato Grosso sem coordenadas originais ou processo legal de destaque do patrimônio público. Assim, a atuação do MPF impede remoção de famílias em Ariquemes.

Diante dessas irregularidades, a Secretaria de Estado do Patrimônio e Regularização Fundiária (Sepat) iniciou um processo administrativo. A partir dele, o governo busca arrecadar, discriminar e corrigir as matrículas irregulares. Com isso, a área voltará oficialmente ao domínio público.

Terra Ubirajara tem valor milionário e função social

De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o valor da terra nua é de R$ 112 milhões, mas pode chegar a R$ 300 milhões conforme o mercado.

Além do valor econômico, a área possui grande importância social. A atuação do MPF protege o patrimônio estadual e, ao mesmo tempo, mantém vivas as comunidades rurais que sobrevivem do próprio trabalho. Assim, a ação reforça o papel da terra como bem coletivo e instrumento de justiça social, demonstrando como o MPF impede a remoção em Ariquemes.

MPF continua acompanhando o caso

O MPF mantém o acompanhamento do processo junto ao Governo de Rondônia e ao Incra. O objetivo é garantir a conclusão dos procedimentos de regularização fundiária e assegurar que a área tenha destinação social adequada.

Com essa atuação contínua, o órgão reafirma o compromisso com a defesa do patrimônio público, a valorização da agricultura familiar e o respeito aos direitos humanos. Em síntese, o caso da Terra Ubirajara simboliza o equilíbrio entre justiça, cidadania e preservação social. MPF realmente impede remoção de famílias em Ariquemes.

Fonte: MPF

Doença silenciosa entre as que mais matam no mundo

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Silhueta humana com rins iluminados em vermelho, simbolizando o alerta sobre a doença renal crônica, uma das que mais matam no mundo.
A doença renal crônica já é a 9ª principal causa de morte no mundo, segundo estudo publicado na revista The Lancet.

A doença renal crônica (DRC) se tornou uma das principais causas de morte no mundo. O levantamento, conduzido pela NYU Langone Health, em parceria com a Universidade de Glasgow e o Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME), da Universidade de Washington, traz um alerta preocupante.
O estudo, publicado na revista The Lancet, mostra que 1,48 milhão de pessoas morreram em 2023 por causa da doença, que já atinge 14% dos adultos em todo o planeta. Além disso, o número de casos quase dobrou desde 1990, o que evidencia um crescimento acelerado e silencioso.

O perigo invisível da doença renal

Profissional de saúde conduz uma maca com paciente em direção a uma luz intensa, simbolizando a urgência médica e o limite entre vida e morte.

A doença renal crônica ocorre quando os rins perdem a capacidade de filtrar o sangue, permitindo o acúmulo de impurezas no organismo. Com o tempo, essa perda de função afeta outros órgãos e pode causar insuficiência renal.
Na maioria dos casos, os sintomas surgem apenas em estágios avançados, quando o tratamento é mais difícil. Por isso, muitos pacientes descobrem a condição tardiamente, o que reduz as chances de recuperação.

Entre os principais sinais de alerta estão fadiga, inchaço, alteração na urina, náuseas, coceira na pele e dificuldade de concentração. Em estágios graves, o paciente precisa de diálise ou transplante para sobreviver. Assim, o diagnóstico precoce se torna essencial para preservar a qualidade de vida.

Fatores que agravam o risco

O estudo indica que o envelhecimento da população e o aumento de doenças como hipertensão, diabetes tipo 2 e obesidade contribuem para o avanço da DRC. Além disso, em muitos países, especialmente os de baixa e média renda, o diagnóstico é feito somente em fases avançadas.
Os pesquisadores alertam que a doença também está relacionada a 12% das mortes por problemas cardíacos, o que amplia o impacto sobre a saúde global. Dessa forma, a doença renal crônica precisa ser encarada como um desafio de saúde pública urgente.

Situação no Brasil e prevenção

No Brasil, o aumento de diabetes, obesidade e hipertensão vem elevando o risco de doenças renais. Diante desse cenário, especialistas reforçam que a prevenção é o caminho mais eficaz.
Manter a pressão arterial e a glicose sob controle, adotar uma alimentação equilibrada e evitar o excesso de sal e ultraprocessados são atitudes fundamentais. Além disso, não usar medicamentos sem prescrição e fazer exames regulares de sangue e urina ajudam a detectar alterações antes que o problema evolua.

Para reduzir o número de casos, os autores do estudo sugerem investimentos em políticas públicas de rastreamento e ampliação do acesso a tratamentos como diálise e transplante. Assim, é possível evitar complicações e salvar milhares de vidas.

Um alerta que não pode ser ignorado

A doença renal crônica já está entre as dez que mais matam no mundo. Apesar disso, ainda é subestimada em comparação a outras doenças crônicas, como o câncer e as cardiovasculares.
Com ações preventivas, diagnóstico precoce e acompanhamento médico constante, milhões de pessoas podem evitar o avanço dessa condição.
Por fim, é importante lembrar: a DRC é silenciosa, mas sua prevenção faz barulho quando salva vidas.

Fonte: Metrópoles

Afeto artificial: jovens substituem vínculos reais por conexões com IAs

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Jovem observa rosto digital projetado no celular, simbolizando afeto artificial entre humanos e inteligências artificiais
Especialistas alertam que vínculos emocionais com IAs podem causar isolamento e dependência afetiva

Conversar com aplicativos que simulam relacionamentos já não é uma novidade. Atualmente, tornou-se parte da rotina de muitos adolescentes. No entanto, especialistas alertam que o envolvimento com inteligências artificiais está transformando a forma como os jovens vivenciam o amor e constroem vínculos reais. É importante refletir sobre os impactos dessa “afeto artificial”.

Um estudo publicado em 2025 pela revista Computers in Human Behavior Reports revelou que adolescentes que criam laços com IAs tendem ao isolamento e à dependência emocional. Além disso, mostram menor interesse por interações humanas. A pesquisa, realizada com 324 jovens entre 13 e 17 anos, acompanhou conversas com chatbots neutros e com versões que simulavam empatia.

Os resultados foram claros: quanto maior o acolhimento percebido na IA, maior o afastamento do convívio humano. Assim, o conforto virtual acabou se tornando um obstáculo para a vida social, acentuando o “afeto artificial”.

O conforto que se transforma em isolamento

O psicólogo Eugênio Brajão, do Hospital Japonês Santa Cruz, em São Paulo, explica que a busca por esse tipo de companhia está ligada à timidez, à insegurança e ao medo de rejeição. De acordo com ele, a IA cria uma sensação ilusória de acolhimento, fazendo o jovem acreditar que é compreendido e aceito.

“O conforto dessas conversas faz o adolescente se acostumar a um ambiente previsível e controlável. Com o tempo, essa sensação se transforma em dependência emocional”, afirma Brajão.

Além disso, o especialista ressalta que o isolamento reduz a produção de serotonina e dopamina, neurotransmissores ligados ao prazer e à motivação. “Sem vínculos reais, o jovem perde o prazer de viver experiências. E, se o afastamento se prolonga, pode evoluir para quadros de depressão e ansiedade”, alerta.

Impactos cognitivos e emocionais

O contato contínuo com IAs também afeta a cognição. Segundo o estudo, adolescentes que usam a tecnologia como principal forma de expressão apresentam queda na criatividade, na memória e na autonomia, evidenciando os efeitos do afeto criado artificialmente.

Com o passar do tempo, o uso da IA para decidir o que vestir ou como agir socialmente diminui a capacidade de aprendizado pelo erro. Consequentemente, o jovem perde confiança e tem mais dificuldade de amadurecer.

Outro ponto importante é a redução da empatia. Ao se relacionar com sistemas programados para compreender sem contrariar, o adolescente deixa de exercitar a leitura de emoções humanas. Dessa forma, ele tende a reproduzir o mesmo comportamento nas relações reais, demonstrando menos sensibilidade e compreensão.

Famílias devem agir com empatia e estabelecer limites claros

A educadora parental Ana Luisa Meirelles, da Parenting Brasil, afirma que a reação das famílias precisa ser guiada pela escuta e pela empatia, e não pela proibição.
“As IAs costumam preencher lacunas emocionais, como solidão e necessidade de validação. Por isso, o diálogo é o melhor caminho para compreender o que o adolescente busca nessas interações”, orienta.

Para reduzir os riscos, ela recomenda que o uso da IA ocorra em locais comuns da casa e com tempo definido. Além disso, é importante incentivar atividades coletivas, como esportes, música, passeios e projetos em grupo. Essas experiências ajudam o jovem a recuperar o prazer de conviver e fortalecem o vínculo familiar.

Educação emocional como antídoto

Ana Luisa também defende que pais e responsáveis conversem sobre a importância da vulnerabilidade — algo que nenhuma IA pode oferecer.
Relacionamentos reais envolvem erros, divergências e desconfortos, mas são justamente essas vivências que ensinam empatia e maturidade, mostrando o valor de um afeto além do artificial.

“A IA é previsível e sempre concorda. Mas o crescimento emocional acontece quando o jovem aprende a lidar com o que é imperfeito, real e vivo”, destaca.

Entre os principais sinais de alerta estão o isolamento social, a irritação quando o uso da IA é interrompido, a queda no desempenho escolar e a perda de empatia. Por isso, especialistas reforçam: quanto antes a família agir, menores serão os riscos de dependência afetiva pelos meios artificiais.

Amor humano continua insubstituível

Atualmente, 72% dos adolescentes já interagiram com IAs que simulam relacionamentos. Diante disso, os especialistas afirmam que o desafio não é proibir o uso da tecnologia, mas ensinar o equilíbrio. Afinal, o afeto criado pelas máquinas é apenas artificial.

Em um mundo de conexões instantâneas, o maior ato de cuidado ainda é oferecer aquilo que nenhuma máquina pode simular: afeto humano, empatia e convivência verdadeira.

Fonte: Metrópoles

Banco Central permitirá bloqueio de novas chaves Pix para evitar fraudes

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Banco Central permitirá bloqueio de novas chaves Pix para aumentar a segurança digital e prevenir fraudes.
Nova ferramenta do Banco Central permitirá ao cidadão bloquear a criação de novas chaves Pix e reduzir o risco de golpes financeiros.

O Banco Central (BC) anunciou uma nova função que dará aos brasileiros o controle para bloquear a criação de novas chaves Pix em seus nomes.
A medida reforça a segurança das transações digitais e deve ser lançada ainda neste ano no sistema Registrato, plataforma oficial do BC.

Com essa atualização, o cliente terá mais autonomia sobre seus dados bancários e poderá prevenir golpes antes que aconteçam. Além disso, a ação integra o conjunto de medidas do Banco Central voltadas ao fortalecimento da confiança no sistema financeiro.

Segundo o chefe-adjunto do Departamento de Competição e Estrutura do Mercado Financeiro, Breno Lobo, o novo modelo seguirá o mesmo padrão de um serviço previsto para dezembro. Esse recurso permitirá ao cidadão impedir a abertura de novas contas bancárias — correntes, de poupança ou de pagamento — sem sua autorização.

Como funcionará o bloqueio

O novo sistema funcionará de forma simples.
No Registrato, o usuário poderá ativar um bloqueio que impede a criação de contas e chaves Pix associadas ao seu CPF ou CNPJ.

Se desejar abrir uma nova conta, ele precisará acessar o sistema, desativar o bloqueio temporariamente e concluir a operação.
Depois disso, poderá reativar a restrição para garantir novamente a segurança.

“No Registrato, será possível marcar a opção que impede a abertura de contas no seu nome. Se quiser abrir uma, basta avisar o BC e retirar o bloqueio. Em breve, isso também valerá para as chaves Pix”, explicou Breno Lobo, do Banco Central.

Dessa maneira, o cidadão ganha o poder de decidir quando e onde autoriza novas vinculações bancárias, o que representa um avanço importante na proteção de dados pessoais.

Mais ações contra fraudes

O Banco Central tem ampliado suas iniciativas para reduzir golpes com Pix.
Desde outubro, as instituições financeiras passaram a bloquear automaticamente chaves suspeitas e disponibilizaram um botão de contestação nos aplicativos. Assim, o cliente pode questionar uma transação em segundos, sem precisar de atendimento humano.

Além disso, mais de 245 milhões de chaves Pix foram excluídas nos últimos meses, tanto por usuários quanto por bancos.
Entre os motivos estão erros de digitação, suspeita de fraude, morte do titular e mudança de agência bancária.
Essas medidas demonstram, portanto, o compromisso do BC com a segurança do sistema digital brasileiro.

Segurança digital em evolução

A criação do bloqueio de chaves Pix reforça o compromisso do Banco Central com transações seguras e transparentes.
Com o novo recurso, o cidadão passa a monitorar e limitar o uso de suas informações financeiras, o que reduz significativamente as tentativas de golpe.

Além disso, o BC pretende expandir as funções do Registrato, permitindo consultas mais amplas sobre empréstimos, câmbio, contas conjuntas e cheques sem fundo.
Esse conjunto de ações representa um avanço importante na governança e na segurança digital no país.

Como acessar o Registrato

O sistema está disponível no site oficial do Banco Central:
? www.bcb.gov.br/meubc/registrato

Por meio da plataforma, é possível consultar contas, financiamentos, chaves Pix e movimentações em moeda estrangeira, além de verificar registros irregulares em seu nome.
Assim, o usuário mantém-se informado, protegido e no controle de seus dados.

Impacto para o consumidor digital

Com a nova funcionalidade, o Banco Central reforça seu papel na proteção do consumidor digital.
A possibilidade de bloquear chaves Pix representa um passo decisivo na prevenção de fraudes financeiras e fortalece a confiança no sistema de pagamentos instantâneos do Brasil.

Fonte: G1

Quando montar a árvore de Natal em 2025: tradição indica data certa

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Criança com gorro de Papai Noel decorando árvore de Natal iluminada, representando o primeiro domingo do Advento em 2025.
Crianças ajudam a montar a árvore de Natal no fim de novembro, conforme a tradição cristã que marca o início do Advento.

A tradição e o dia certo

A montagem da árvore de Natal é um costume cheio de simbolismo. De acordo com a tradição cristã, o momento ideal acontece no primeiro domingo do Advento, período que marca o início da preparação para o nascimento de Jesus.
Em 2025, essa data cairá no dia 30 de novembro, explicou o padre Rafael Vieira, presidente do Instituto Casa da Ponte e ex-membro da CNBB.

Além disso, o religioso destacou que, desde o século 15, os cristãos adotaram o hábito de montar árvores iluminadas no início do Advento, inspirados em costumes do norte da Europa. Assim, a prática se transformou em um dos símbolos mais reconhecidos do Natal.

O verdadeiro sentido do Advento

O Advento representa quatro semanas de espera e esperança. Cada domingo simboliza um passo em direção ao nascimento de Cristo.
Durante esse período, as famílias se reúnem, acendem velas e refletem sobre valores como fé, solidariedade e amor ao próximo.

O presépio, por exemplo, segue outra tradição. Ele costuma ser montado no terceiro domingo do Advento, enquanto a árvore é erguida no primeiro.
Dessa forma, ambos reforçam o espírito cristão e mantêm viva uma tradição que une fé e celebração.

Um domingo em família

Montar a árvore de Natal é mais do que decorar a casa — é um momento de comunhão.
Como a data cai em um domingo, é comum que pais e filhos se reúnam para celebrar juntos. Durante a montagem, é possível explicar às crianças o verdadeiro significado do Natal, fortalecendo os laços familiares e ensinando valores que atravessam gerações.

Além disso, essa experiência desperta alegria, nostalgia e fé. Afinal, o Natal é um tempo de reencontro e renovação espiritual.

Como montar e decorar sua árvore

Para que o resultado fique ainda mais bonito e simbólico, algumas dicas podem ajudar:

  • Escolha uma árvore bem estruturada: quanto mais galhos, melhor a distribuição dos enfeites.

  • Prefira cores tradicionais: tons de vermelho, dourado e verde criam uma atmosfera clássica e acolhedora.

  • Ilumine com cuidado: o pisca-pisca deve ser colocado por último, para valorizar os detalhes.

  • Finalize com a estrela: ela representa a Estrela de Belém e simboliza o caminho até Jesus.

Com esses cuidados, o resultado se torna mais harmonioso e cheio de significado.

Tradição que se renova a cada geração

Mais do que um costume religioso, montar a árvore de Natal é um gesto de fé e esperança.
A tradição, transmitida por séculos, inspira união, gratidão e alegria.
Por isso, a cada dezembro, milhões de famílias ao redor do mundo revivem essa prática que representa o nascimento de Cristo e o amor compartilhado entre as pessoas.

Fonte: Só Notícia Boa

Cientistas alemães descobrem anticorpo que neutraliza o HIV

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Representação científica mostra anticorpo azul bloqueando vírus HIV em vermelho, simbolizando descoberta alemã que pode marcar o início do fim da doença.
Pesquisadores da Universidade de Colônia, na Alemanha, identificaram um anticorpo capaz de neutralizar quase todas as variantes conhecidas do HIV.

Uma descoberta que reacende a esperança

O vírus HIV desafia a medicina há mais de quatro décadas. Agora, uma equipe da University of Cologne, na Alemanha, identificou um anticorpo inovador, chamado 04_A06, que pode mudar o curso dessa história. Ele bloqueia a entrada do vírus nas células humanas e neutraliza quase todas as variantes conhecidas. Este anticorpo alemão traz esperança no combate ao HIV.

O estudo mostra que o anticorpo atua impedindo o HIV de se ligar aos receptores das células T CD4+. Esse é o ponto crucial da infecção. Por isso, o 04_A06 cria uma barreira natural, interrompendo o ciclo de multiplicação do vírus e evitando que ele se espalhe pelo organismo.

O impacto da descoberta

De acordo com o UNAIDS, mais de 88 milhões de pessoas foram diagnosticadas com HIV desde os anos 1980. Apesar dos avanços, nenhum tratamento havia conseguido neutralizar o vírus de forma tão ampla. Agora, esse cenário começa a mudar, principalmente com descobertas como a do anticorpo alemão relacionado ao HIV.

Pesquisadores afirmam que o anticorpo 04_A06 pode representar um novo marco na luta contra a AIDS. Ele mostra potencial para tratamentos preventivos, terapias duradouras e, possivelmente, vacinas universais.

“É um marco histórico. Encontrar um anticorpo que neutraliza quase todas as variantes conhecidas do HIV é um passo sem precedentes”, destacaram os cientistas responsáveis pela pesquisa.

Entenda como o HIV atua

O HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) ataca o sistema imunológico e destrói as células de defesa, especialmente os linfócitos T CD4+. Com isso, o corpo fica vulnerável a infecções graves e doenças oportunistas, aumentando a importância de anticorpos como o desenvolvido na Alemanha para combater o HIV.

Quando entra na célula, o vírus reprograma o DNA para produzir cópias de si mesmo. Aos poucos, as células são destruídas, e o organismo perde a capacidade de reagir. Esse processo dá origem à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS).

Próximos passos da pesquisa

O anticorpo 04_A06 ainda está em fase de testes laboratoriais, mas os primeiros resultados são promissores. Se os estudos clínicos confirmarem a segurança e eficácia, a descoberta poderá revolucionar o tratamento e a prevenção do HIV em todo o mundo. O interesse acadêmico no anticorpo alemão reflete a busca por novas soluções no combate ao HIV.

Além disso, universidades brasileiras, como a UNICAMP, colaboram em pesquisas semelhantes. A meta é desenvolver anticorpos e vacinas capazes de proteger populações em larga escala.

Um novo capítulo na história da medicina

A descoberta alemã vai além do campo científico. Ela simboliza esperança e superação para milhões de pessoas que vivem com o HIV. Assim, o 04_A06 pode marcar o início de uma nova era: a que aproxima a humanidade do sonho de encerrar definitivamente a epidemia. Este pode ser o marco de um novo capítulo em que anticorpos alemães desempenham papel crucial no tratamento do HIV.

Fonte: Terra

Vacinação contra sarampo em Rondônia com profissional de saúde preparando dose para criança

Sarampo acende alerta para vacinação de bebês e crianças em Rondônia

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Orientação nacional sobre dose zero não indica surto em Rondônia, mas reforça a importância de manter a caderneta em dia.
Crédito rural em Rondônia no Plano Safra

Plano Safra mira crédito para produtores rurais de Rondônia

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Plano Safra 2026/2027 reserva R$ 525,1 bilhões para agricultura empresarial e pode orientar decisões de produtores de Rondônia.
Permanência escolar em Rondônia com estudantes do ensino médio em sala de aula

Rondônia reduz abandono no ensino médio e melhora permanência escolar

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Censo Escolar 2025 aponta queda no abandono, na reprovação e na distorção idade-série no ensino médio público de Rondônia.
Remédio contra câncer em Rondônia e segurança no tratamento

Caso no RS acende alerta sobre remédio contra câncer para famílias de Rondônia

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Projeto em tramitação no Senado prevê punição mais dura para fraude com medicamentos oncológicos e reforça alerta preventivo para pacientes.
Consulta da restituição do IR em Rondônia feita por contribuinte no celular e notebook

Contribuintes de Rondônia podem consultar lote recorde da restituição do IR

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Contribuintes de Rondônia devem consultar nos canais oficiais da Receita se estão no segundo lote da restituição do IRPF 2026.