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quarta-feira, julho 1, 2026
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Portugal suspende novos vistos de trabalho após lei anti-imigração

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Mulher segura um passaporte diante da Ponte 25 de Abril, em Lisboa, simbolizando a suspensão dos vistos de trabalho em Portugal.
Governo português suspende novos vistos de trabalho após a entrada em vigor da lei anti-imigração, que impacta milhares de brasileiros.

Portugal suspendeu temporariamente a emissão de novos vistos de trabalho. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (23) após a entrada em vigor da lei anti-imigração, que altera profundamente as regras de residência e emprego para estrangeiros.

De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, os consulados e centros de pedidos de visto só poderão analisar solicitações de trabalho qualificado. A retomada dos processos dependerá da nova regulamentação. Até lá, todos os pedidos ficam suspensos.

“Um serralheiro pode ser altamente qualificado. O que buscamos é o aperfeiçoamento técnico e o domínio da função”, afirmou o secretário de Estado Adjunto do Trabalho, Adriano Rafael Moreira, ao jornal Público.

Brasileiros são os mais afetados

O endurecimento das regras atinge diretamente os brasileiros que vivem em Portugal. Segundo o Itamaraty, cerca de 500 mil brasileiros residem legalmente no país, compondo a maior comunidade estrangeira no território português.

Além disso, a nova lei acaba com o pedido de residência para turistas, uma das rotas mais utilizadas por quem desejava permanecer legalmente no país. Assim, o processo de regularização ficará mais restrito e exigirá comprovação de qualificação profissional.

Fiscalização e controle ganham força

Com a mudança, a Polícia de Segurança Pública (PSP) assume o papel de fiscalização antes exercido pelo SEF. Agora, a instituição contará com a Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, responsável por vigiar, controlar e verificar a permanência de imigrantes em território português.

Além disso, o governo revogou trechos da lei de 2007, reforçando medidas de controle migratório. A prioridade passa a ser o recrutamento de trabalhadores qualificados, enquanto cargos menos especializados perderão espaço nas autorizações de visto.

Debate político e críticas crescentes

A nova política surge em meio a tensões internas sobre a imigração. Portugal enfrenta um aumento expressivo nos pedidos de regularização, além de dificuldades de integração de imigrantes no mercado de trabalho.

Por outro lado, o governo defende as mudanças como forma de ordenar o fluxo migratório e valorizar o trabalho técnico. Entretanto, movimentos sociais e especialistas consideram que a lei pode aumentar desigualdades e criar barreiras desnecessárias à inclusão de estrangeiros.

Enquanto isso, críticos alertam que o país corre o risco de perder mão de obra essencial em setores como construção civil, hotelaria e agricultura — justamente onde muitos brasileiros atuam.

Por fim, o tema reacende o debate sobre a identidade de Portugal como país acolhedor. A sociedade portuguesa se divide entre a necessidade de controle e o temor de retrocessos nas políticas humanitárias.

Fonte: UOL

OpenAI anuncia que o ChatGPT vai sair do WhatsApp em breve

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Ícones do ChatGPT e WhatsApp se desconectando em fundo digital escuro, simbolizando o fim da integração entre as plataformas.
Arte mostra os logotipos do ChatGPT e do WhatsApp se separando, em referência ao anúncio do fim da parceria entre as plataformas.

A OpenAI confirmou que o ChatGPT vai deixar o WhatsApp nas próximas semanas, encerrando uma das integrações mais populares da era da inteligência artificial generativa. A decisão representa uma mudança estratégica importante, voltada ao fortalecimento do ecossistema próprio da empresa e à consolidação de novas parcerias tecnológicas. Por isso, usuários estão se perguntando como será a nova fase após o ChatGPT deixar o WhatsApp.

Fim da parceria deve ocorrer em breve

Motivação pode ser pela briga no campo da IA entre startup e big tech (Imagem: Robert Way/Shutterstock)

Os usuários que utilizam o ChatGPT no WhatsApp receberão avisos gradualmente sobre o encerramento do serviço. De acordo com a OpenAI, o fim da integração deve acontecer ainda neste trimestre, embora a empresa não tenha definido uma data oficial para reativação.
Por outro lado, a companhia pretende concentrar seus esforços no aplicativo oficial do ChatGPT e em soluções vinculadas ao Microsoft Copilot, reforçando assim sua presença em plataformas próprias e ambientes corporativos. Essa transição ocorrerá após o ChatGPT deixar o WhatsApp.

Nova fase da OpenAI

Além do desligamento, o movimento reflete uma estratégia voltada para reduzir dependências externas e transformar o ChatGPT em uma ferramenta ainda mais independente.
Nos últimos meses, a OpenAI lançou novos recursos de voz, leitura de imagens e interação em tempo real, o que torna o aplicativo mais completo e acessível.
Consequentemente, analistas apontam que a decisão reforça o papel da empresa como líder em inovação tecnológica e referência na proteção de dados de usuários, mostrando que, mesmo após o ChatGPT deixar o WhatsApp, a OpenAI continua inovando.

Meta aposta no próprio sistema de IA

Enquanto a OpenAI avança em seu ecossistema, o WhatsApp segue investindo na expansão do Meta AI, o assistente virtual desenvolvido pela empresa de Mark Zuckerberg.
Esse sistema, que já está em fase de testes em diversos países, inclui ferramentas de resumo automático de mensagens, geração de imagens e suporte interativo.
Dessa forma, a separação entre ChatGPT e WhatsApp acentua a disputa direta entre as gigantes da tecnologia pela liderança em experiências de conversação inteligente.

O que esperar para os próximos meses

Com o encerramento da integração, os usuários precisarão migrar para o aplicativo oficial do ChatGPT ou utilizar a versão web.
Ainda assim, a OpenAI pretende manter a acessibilidade global da ferramenta, expandindo parcerias e criando novas APIs voltadas a empresas e desenvolvedores.
Portanto, o desligamento marca apenas uma mudança de rota temporária, não o fim da presença do ChatGPT em experiências conversacionais, apesar de o ChatGPT deixar o WhatsApp.

Fonte: Olhar Digital

Entre o alívio e a dependência: clonazepam expõe vício silencioso entre idosos no Brasil

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Idoso observa comprimidos brancos espalhados sobre uma mesa azul ao lado de um frasco âmbar, simbolizando a dependência de clonazepam.
Clonazepam é o calmante mais vendido do Brasil e expõe uma geração de idosos dependente de medicamentos para lidar com solidão e ansiedade.

O remédio que virou rotina no envelhecimento brasileiro

O clonazepam, princípio ativo do Rivotril, lidera o consumo de ansiolíticos no Brasil. Em 2024, foram vendidas 39 milhões de unidades, segundo a Anvisa. O medicamento, criado para crises agudas de ansiedade e distúrbios do sono, tornou-se parte do cotidiano de mais de 2 milhões de idosos, muitos deles dependentes há anos.

De uso restrito e controlado, o calmante é hoje símbolo de um problema crescente. Isso ocorre porque o uso prolongado sem acompanhamento médico provoca perda de memória, confusão mental e risco de quedas. Dentro dessa dinâmica, a clonazepam dependência entre idosos surge de forma silenciosa, tornando-se parte da rotina de quem busca alívio imediato.

Dependência disfarçada de alívio

Nos consultórios, os relatos são recorrentes: “Sem clonazepam, não durmo”. A frase, segundo especialistas, traduz a dependência silenciosa que se instala com o tempo.
O neurologista Alan Eckeli, da USP de Ribeirão Preto, explica que a banalização do uso começa na prescrição.

“A insônia é tratada como sintoma, não como doença. O tratamento se eterniza e o remédio vira parte da identidade do paciente.”

Além disso, o efeito rápido do clonazepam — que desacelera o cérebro e traz relaxamento quase imediato — reforça o ciclo de uso contínuo. “Ele funciona, mas o corpo se adapta e exige doses maiores”, alerta o psiquiatra Paulo Rogério Aguiar, da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Assim, o que parecia um alívio passageiro transforma-se em vício persistente.

Um retrato de solidão e medo

Entre os idosos, o medicamento muitas vezes vai além do tratamento médico. Isso porque ele serve para preencher o vazio emocional, lidar com o luto ou a solidão.
A psiquiatra Camilla Pinna, da UFRJ, observa que o calmante “passa a ser uma companhia diária”.

“O cérebro aprende a relaxar apenas na presença do remédio. Quando tenta parar, a ansiedade volta ainda mais forte — o chamado efeito rebote.”

Por essa razão, o uso prolongado é reflexo de um envelhecimento solitário, marcado por pouca rede de apoio e desinformação sobre saúde mental. Com o passar dos anos, o medicamento substitui o diálogo, o convívio e o cuidado familiar, resultando em dependencia de clonazepam entre idosos.

Desmame difícil e lenta recuperação

Parar o uso de clonazepam exige tempo e supervisão médica.
A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é a principal alternativa recomendada, embora ainda seja pouco acessível no SUS.
Mesmo assim, pequenas mudanças, como atividade física, sono regular e redução do café, também ajudam na transição, segundo o geriatra Pedro Curiati, do Hospital Sírio-Libanês.

“Suspender abruptamente pode causar crises severas. O desmame deve ser gradual e acompanhado de suporte psicológico”, reforça Curiati.

Além disso, os médicos destacam que compreender a origem da ansiedade é essencial para evitar recaídas em casos de clonazepam e sua dependência entre idosos. Por isso, o acompanhamento psicológico contínuo faz parte da recuperação.

Um alerta de saúde pública

Desde os anos 1990, a prescrição excessiva consolidou o clonazepam como sinônimo de tranquilidade. No entanto, o cenário atual mostra que essa “tranquilidade” tem um preço.
Hoje, ele representa um desafio de saúde pública, pois milhões de brasileiros dependem do calmante para funcionar no dia a dia.
Apesar de ser barato e disponível no SUS, seu uso contínuo mascara sintomas mais profundos, como depressão, luto e isolamento social.

“Esses fatores emocionais pesam muito e precisam ser acolhidos”, conclui Pinna. “Conversas e vínculos podem valer tanto quanto o remédio.”

Entre o alívio e a dependência

O caso do clonazepam expõe uma realidade urgente: o Brasil envelhece entre calmantes e solidão.
Sem acompanhamento médico adequado, o que começou como busca por alívio se transforma em dependência emocional e química, silenciosa e persistente.
Por isso, especialistas reforçam a importância de tratar as causas da ansiedade e não apenas seus sintomas.

Fonte: G1

Câmara aprova lei que torna hediondo o crime de bloquear vias

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Policial observa bloqueio de via em chamas com fundo do plenário da Câmara, representando nova lei que torna o crime hediondo.
Montagem mostra o contraste entre o Plenário da Câmara dos Deputados e uma operação policial em via bloqueada por fogo, simbolizando o endurecimento da lei contra o crime organizado.

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que transforma em crime hediondo a obstrução de vias para facilitar assaltos e ataques coordenados. A proposta, apresentada pelo deputado Coronel Assis (União-MT), recebeu parecer favorável do Capitão Alberto Neto (PL-AM) e agora segue para o Senado.

Com a nova legislação, quem ordenar, executar ou participar de bloqueios armados em ruas, estradas ou rios poderá cumprir de 18 a 30 anos de prisão. Assim, o texto busca conter o avanço de quadrilhas que desafiam o poder público e ameaçam a segurança coletiva, combatendo o crime de bloquear vias.

Endurecimento contra o crime organizado

Além disso, o projeto determina pena em dobro quando houver uso de armas restritas, explosivos, drones ou reféns. A punição também aumenta em casos de destruição de infraestruturas públicas, como redes de energia, telefonia ou abastecimento de água.

De acordo com o relator, a mudança moderniza a legislação penal e reflete a gravidade das ações coordenadas que vêm ocorrendo em várias cidades, incluindo pequenos atos de bloqueios.

“O projeto responde à realidade de uma criminalidade organizada, que desafia a reação do Estado. É um passo decisivo para reforçar a segurança da população”, afirmou Capitão Alberto Neto durante a votação.

Inclusão do crime de arrastão

O texto ainda tipifica o crime de arrastão, definido como a ação coletiva e violenta para roubar várias pessoas simultaneamente. A pena será de 6 a 15 anos, podendo chegar a 30 anos se houver morte.

Além disso, o aumento também se aplica a casos com uso de armas, ferimentos graves ou participação de dez ou mais criminosos. O mesmo enquadramento valerá para saques e pilhagens em estabelecimentos públicos ou privados, combatendo também o crime de bloquear vias ilegais.

Debate em plenário

Durante o debate, o tema dividiu opiniões entre os parlamentares.
Kim Kataguiri (União-SP) e Bia Kicis (PL-DF) defenderam penas mais duras, argumentando que as facções criminosas dominam territórios e atuam com estrutura própria.

Por outro lado, Chico Alencar (Psol-RJ) alertou que o texto não deve criminalizar movimentos sociais. Segundo ele, manifestações pacíficas fazem parte da democracia.
Por isso, o relator atendeu à sugestão e garantiu que protestos legítimos não serão enquadrados na nova lei.

Próximos passos

Agora, o projeto segue para o Senado Federal, onde deve ser votado antes de ir à sanção presidencial.
Com isso, o Congresso reforça o combate ao crime organizado e aumenta o rigor das punições para ataques violentos em vias públicas.

Ao mesmo tempo, o texto mantém a proteção ao direito de manifestação, preservando o equilíbrio entre lei, ordem e liberdade democrática.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Auxílio Gás de outubro paga R$ 108 a famílias com NIS final 3

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Mulher sorri segurando botijão azul de gás, representando pagamento do Auxílio Gás de R$ 108 para famílias com NIS final 3
Beneficiários com NIS final 3 recebem nesta quarta-feira (22) o Auxílio Gás de outubro, no valor de R$ 108

Os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) final 3 recebem nesta quarta-feira (22) o Auxílio Gás de outubro, no valor de R$ 108, conforme o calendário do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

O programa atende mais de 5 milhões de famílias em todo o país e segue ativo até o fim de 2026. Desde a Emenda Constitucional da Transição, aprovada em 2022, o benefício passou a cobrir 100% do preço médio do botijão de 13 kg. Dessa forma, o valor garante alívio imediato no orçamento doméstico e fortalece a segurança energética das famílias de baixa renda.

Quem tem direito ao Auxílio Gás

Podem receber o benefício as famílias que estão inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e possuem ao menos um membro que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Além disso, a mulher responsável pela família tem prioridade, sobretudo quando é vítima de violência doméstica. Essa medida reforça a proteção social e amplia o acesso a políticas públicas voltadas à autonomia feminina.

Investimento e novos programas

Em outubro, o governo destinou R$ 542 milhões para o pagamento do Auxílio Gás. O repasse ocorre a cada dois meses, seguindo o calendário do Bolsa Família, com pagamentos programados até o dia 31, para beneficiários com NIS final 0.
Enquanto isso, o governo segue expandindo políticas sociais que garantem segurança e dignidade à população.

No mês anterior, foi lançado o programa Gás do Povo, que vai substituir gradualmente o Auxílio Gás. A nova modalidade permitirá que as famílias retirem o botijão diretamente em revendedoras credenciadas, sem precisar esperar o depósito em conta.
Com isso, a meta é triplicar o número de beneficiários, alcançando cerca de 15 milhões de famílias em todo o território nacional.

Impacto social

O Auxílio Gás representa muito mais do que um apoio financeiro. Ele garante dignidade, segurança alimentar e qualidade de vida, especialmente para famílias em situação de vulnerabilidade.
Assim, milhões de brasileiros conseguem manter o preparo dos alimentos e reduzem o impacto da inflação no orçamento doméstico.

Por fim, com a expansão do programa e a chegada do Gás do Povo, o governo pretende tornar o acesso ao gás de cozinha mais rápido, direto e inclusivo. Dessa forma, fortalece o combate à pobreza e à desigualdade, consolidando uma política pública essencial para o bem-estar social.

Fonte: Agência Brasil

Prazo de licenciamento 2025 para placa zero encerra em 31 de outubro

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Carro com placa RO-0000 em destaque simboliza o prazo de licenciamento 2025 do Detran-RO, que termina em 31 de outubro.
Detran-RO reforça que o licenciamento 2025 de veículos com placa final zero deve ser atualizado até 31 de outubro.

O Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran-RO) alerta os motoristas com placa final zero que o prazo para o Licenciamento Anual 2025 termina no dia 31 de outubro. A regra segue o calendário definido pela Portaria nº 30/2017, que organiza as datas de licenciamento em todo o estado.

Para emitir a guia de pagamento, o condutor deve acessar a Central de Serviços do Detran-RO (centralservicos.detran.ro.gov.br) e informar placa e número do Renavam. Assim que quitar todos os débitos, o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) pode ser baixado no site, no aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT) ou retirado pessoalmente em uma unidade do órgão.

Débitos precisam estar quitados

Além da taxa de licenciamento, é essencial que o motorista quite o IPVA, as multas de trânsito e outras pendências administrativas. Caso contrário, o sistema impede a emissão do documento, fundamental para o seu licenciamento anual de 2025.
O Detran reforça que circular com o licenciamento vencido gera multa grave, retenção do veículo e cinco pontos na CNH. Por isso, é fundamental realizar o processo com antecedência e evitar contratempos.

Calendário de licenciamento 2025 em Rondônia

Final da placaPrazo para licenciar
1, 2, 3até 31 de março
4até 30 de abril
5até 30 de maio
6até 30 de junho
7até 31 de julho
8até 29 de agosto
9até 30 de setembro
0até 31 de outubro

Ciclomotores também entram na obrigatoriedade

O Detran lembra que os ciclomotores fabricados ou importados até 3 de julho de 2023, e que não possuem Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito (CAT), devem ser registrados e licenciados até 31 de dezembro de 2025 para se adequarem ao novo licenciamento anual.
Essa exigência, prevista na Resolução nº 996/2023 do Contran, busca aumentar a segurança nas vias públicas e reduzir a circulação de veículos irregulares. Além disso, evita penalidades e garante que os condutores cumpram a legislação vigente.

Atendimento digital facilita o processo

Para tornar o serviço mais ágil, o Detran disponibiliza diversas opções digitais. O motorista pode gerar o boleto, efetuar o pagamento e baixar o CRLV em formato PDF com código QR, que substitui o documento impresso. De fato, preparar-se para o licenciamento anual de 2025 desta forma é vantajoso.
Dessa forma, o processo se torna rápido, prático e seguro, permitindo que o cidadão regularize o veículo sem sair de casa.

Orientação final

O Detran reforça que o cumprimento do prazo evita transtornos e penalidades. Portanto, os motoristas devem ficar atentos e realizar a atualização do licenciamento até 31 de outubro. Afinal, manter a documentação em dia é uma atitude que garante tranquilidade, segurança e legalidade no trânsito, especialmente ao considerar a importância do licenciamento anual de 2025.

? Prazo final: 31 de outubro de 2025
? Responsável: Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran-RO)
? Acesse: www.detran.ro.gov.br

Fonte: Detran-RO

Anvisa alerta: glitter comestível pode conter plástico

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Cupcake com cobertura branca e fundo dourado ilustra alerta da Anvisa sobre glitter comestível que pode conter plástico.
A Anvisa alerta consumidores e confeiteiros para o risco de confundir glitter comestível com glitter decorativo feito de plástico.

Anvisa alerta sobre confusão entre glitter comestível e decorativo

A Anvisa publicou um alerta nacional sobre o uso indevido de glitter decorativo em alimentos. A agência descobriu que alguns produtos contêm plástico micronizado, material proibido na alimentação humana.
Esses produtos, muitas vezes, aparecem nas prateleiras ao lado de glitters realmente comestíveis, o que gera confusão entre consumidores e confeiteiros.

O que diz a Anvisa

De acordo com o órgão, o glitter comestível deve ser fabricado exclusivamente com ingredientes alimentares e corantes autorizados.
Já o glitter decorativo é feito de polipropileno (PP) ou polietileno tereftalato (PET), usados apenas em peças não comestíveis, como cenários ou decorações de festa.
Essa distinção é fundamental, pois o consumo acidental de plástico representa risco à saúde.

Alerta viralizou nas redes sociais

O caso ganhou repercussão depois que o perfil Almanaque SOS publicou um vídeo no qual o criador de conteúdo Dario Centurione afirmou:

“Seu filho pode estar comendo plástico e você não sabia.”

O vídeo, que se tornou viral, mostrou glitters vendidos como comestíveis, mas feitos apenas de plástico.
Após a divulgação, a Anvisa reforçou as orientações sobre rótulos e ingredientes dos produtos utilizados em bolos e doces.

Como identificar o verdadeiro glitter comestível

Para evitar riscos, a Anvisa recomenda atenção redobrada ao rótulo.
Produtos seguros devem trazer expressões como “corante artificial para fins alimentícios” ou “açúcar para confeitar”.
Além disso, o consumidor deve evitar produtos sem registro, sem composição clara ou com siglas como “PP” e “PET”, que indicam presença de plástico.

Agência amplia fiscalização e orienta o consumidor

Após a denúncia, a Anvisa comunicou a Rede de Alerta e Comunicação de Risco de Alimentos (Reali).
Essa rede monitora possíveis problemas de segurança alimentar e atua em casos de contaminação ou falsificação de produtos.
A agência lembra que, embora o plástico seja seguro em embalagens, ele nunca deve ser ingerido.

Recomendações práticas para confeiteiros e famílias

Para manter a segurança alimentar:

  • Compre produtos com registro da Anvisa.

  • Evite misturar glitters comestíveis e decorativos.

  • Leia sempre a composição no rótulo.

  • Descarte produtos com aparência duvidosa.

Essas medidas simples evitam a ingestão acidental de plástico e garantem doces mais seguros.

Alerta reforçado: o brilho que pode virar perigo

O glitter comestível pode continuar em bolos e sobremesas, desde que tenha autorização da Anvisa.
Por isso, consumidores e confeiteiros devem verificar as informações no rótulo antes do uso.
O brilho que parece inofensivo pode esconder substâncias plásticas perigosas para a saúde.

Fonte: O Tempo

Carreta da Saúde leva atendimento gratuito e diagnóstico precoce às mulheres de Porto Velho

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Carreta da Saúde realiza exames gratuitos e atendimento médico especializado para mulheres em Porto Velho
Ação do Ministério da Saúde e Prefeitura de Porto Velho leva atendimento gratuito e diagnóstico precoce às mulheres da capital

A Carreta da Saúde da Mulher chegou a Porto Velho e já está transformando a rotina de atendimento médico na capital. A unidade móvel, fruto do programa “Agora Tem Especialistas” do Ministério da Saúde, oferece consultas e exames gratuitos voltados à saúde feminina, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa).

Instalada em frente à Maternidade Municipal Mãe Esperança, a estrutura conta com equipamentos modernos e equipe multiprofissional. Assim, o projeto garante diagnóstico precoce e cuidado integral para mulheres que aguardavam atendimento especializado havia anos.

Unidade móvel totalmente equipada, oferece diversos exames especializados

Atendimento completo e acolhedor

A carreta oferece mamografia, ultrassonografia transvaginal, exames de colo e mama, além de consultas com ginecologistas e biópsias de mama e colo do útero.
O agendamento é feito pela Semusa, com prioridade para mulheres com histórico de câncer, sintomas suspeitos ou longos períodos sem exames preventivos.

Além disso, a ação faz parte de uma estratégia nacional que já percorreu dezenas de cidades brasileiras, levando atendimento especializado a regiões com carência de profissionais e infraestrutura. Dessa forma, o projeto aproxima o serviço público das pessoas que mais precisam.

Depoimentos que inspiram

Sineide Nunes foi a primeira beneficiada e expressou sua gratidão pelo atendimento realizado

A atendente de telemarketing Sineide Nunes foi uma das primeiras pacientes atendidas. Ela aguardava havia dois anos por uma mamografia.
“Eu achava que nunca conseguiria fazer esse exame. Quando soube da carreta, fiquei muito feliz. É uma oportunidade para todas nós mulheres cuidarmos da saúde”, relatou emocionada.

Maria Jandineide também foi chamada para realizar atendimento

Por outro lado, a pedagoga Maria Jandineide destacou a importância do projeto. Após descobrir um mioma, ela precisava de acompanhamento e elogiou a agilidade do atendimento.
“Essa iniciativa é fundamental. Eu esperava há anos e agora consegui realizar todos os exames de forma rápida e humana”, afirmou.

Enquanto isso, a aposentada Edileuza das Graças, de 61 anos, também celebrou o retorno dos cuidados. “Desde 2001 faço revisões médicas e sei como é difícil conseguir vaga. Com essa carreta, tudo ficou mais acessível. É um incentivo para continuarmos nos prevenindo”, comentou.

Prevenção e cuidado em primeiro lugar

A unidade móvel permanece em Porto Velho por 30 dias, com capacidade média de 60 atendimentos diários. Durante o período, as equipes médicas reforçam a importância da prevenção e do autocuidado para a saúde feminina.

Além disso, o projeto integra uma série de medidas que colocam a saúde da mulher como prioridade na gestão municipal. Por isso, o atendimento humanizado e o acesso facilitado tornam-se pilares de um sistema público mais inclusivo e eficiente.

Compromisso com a saúde da mulher

A Prefeitura de Porto Velho segue investindo em políticas públicas voltadas ao bem-estar e à prevenção. Assim sendo, a presença da carreta representa mais do que uma ação temporária: simboliza o esforço contínuo de aproximar o atendimento da população e garantir dignidade no cuidado com a saúde.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Câmara aprova validade permanente para laudo de diabetes tipo 1

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Mulher segura caneta de insulina sobre fundo azul com plenário da Câmara dos Deputados e logotipo da TVdoPOVO
Projeto aprovado pela Câmara dos Deputados concede validade permanente ao laudo médico de diabetes tipo 1, reduz burocracia e garante mais dignidade a pacientes do SUS.

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei que torna permanente o laudo médico de diabetes tipo 1, condição crônica e irreversível que exige acompanhamento constante.
Com essa decisão, pacientes não precisarão mais renovar o documento para ter acesso a medicamentos e insumos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A proposta segue agora para o Senado Federal, que decidirá se o texto vai à sanção presidencial.

O que muda com a nova lei

Pelo projeto, o laudo médico que comprova o diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1 (DM1) passará a ter validade indeterminada, tanto na rede pública quanto na privada.
Além disso, qualquer médico habilitado poderá emiti-lo, desde que respeite as normas legais já vigentes.

Essa alteração modifica a Lei nº 11.347/2006, que garante a distribuição gratuita de insulina e de materiais para o controle da glicemia.
De acordo com o relator, deputado Max Lemos (PDT-RJ), o texto recebeu apenas ajustes técnicos, mas mantém o objetivo de simplificar o acesso ao tratamento.

“Essa proposta representa um avanço prático e humano. Ela reduz custos, elimina filas e facilita a vida de quem depende do SUS todos os dias”, afirmou o parlamentar.

Mais dignidade para quem convive com o diabetes

O autor da proposta, deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO), destacou que a medida corrige uma distorção burocrática antiga.

“Como o diabetes tipo 1 é uma condição crônica e irreversível, não faz sentido exigir renovações periódicas apenas por formalidade. Essa mudança garante mais respeito e menos transtornos aos pacientes”, explicou.

Além disso, a iniciativa facilita o acesso a benefícios sociais, educacionais e previdenciários, já que muitos desses programas exigem comprovação médica atualizada.
Com a nova regra, as famílias poderão focar no cuidado e no controle da doença, em vez de gastar tempo com trâmites repetitivos.

Dessa forma, o projeto reforça o princípio da dignidade humana e melhora a eficiência do sistema de saúde público.

Outros avanços aprovados na sessão

Durante a mesma sessão, os deputados também aprovaram o Projeto de Lei nº 6256/2019, que cria a Política Nacional de Linguagem Simples.
A proposta determina que órgãos e entidades públicas adotem comunicações mais claras, objetivas e acessíveis.

Assim, a administração pública deverá usar frases curtas, palavras conhecidas e linguagem direta, para que todos os cidadãos consigam compreender facilmente as informações.
Segundo os autores, essa mudança aumenta a transparência e aproxima o governo da população.

Próximos passos

Após a aprovação na Câmara, o projeto segue para o Senado Federal, onde será analisado antes de ir à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Se aprovado sem mudanças, o texto se transformará em lei ainda este ano.
Com isso, o Brasil dará um passo importante rumo à desburocratização do sistema de saúde, beneficiando milhares de pessoas com diabetes tipo 1 em todo o país.

Fonte: Agência Brasil

STF publica acórdão do julgamento de Bolsonaro e abre prazo de recurso

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Jair Bolsonaro ao lado do prédio iluminado do Supremo Tribunal Federal e documento do acórdão, representando a decisão judicial.
O STF publicou o acórdão que formaliza a condenação de Jair Bolsonaro e abre prazo de cinco dias para recursos das defesas.

O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou, nesta quarta-feira (22), o acórdão do julgamento que condena o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus. Com a publicação, o tribunal inicia o prazo de cinco dias para que as defesas apresentem recurso.

O documento possui 1.991 páginas e reúne os votos dos ministros da Primeira Turma do STF. O julgamento terminou em 11 de setembro de 2025. A partir dessa data, as defesas podem entrar com embargos de declaração, recurso usado para corrigir omissões ou contradições. Embora esse tipo de pedido não altere o mérito da decisão, ele costuma atrasar o cumprimento das penas.

Condenações e penas

O colegiado condenou os réus por organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Além disso, reconheceu os crimes de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Bolsonaro recebeu a maior pena — 27 anos e 3 meses de prisão. A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirma que ele liderou o grupo que tentou permanecer no poder após as eleições de 2022.

Entre os demais condenados estão:

  • Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa, sentenciado a 26 anos de prisão;

  • Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e delator, condenado a dois anos, após colaborar com a Justiça;

  • Anderson Torres, Augusto Heleno, Almir Garnier, Alexandre Ramagem e Paulo Sérgio Nogueira, com penas entre 2 e 24 anos.

Braga Netto permanece preso, acusado de financiar acampamentos golpistas e planejar atentado contra o ministro Alexandre de Moraes. Dessa forma, o STF reforça a gravidade dos atos e mantém a responsabilização de cada integrante da trama.

Decisão e votos

O julgamento terminou com 4 votos a 1 pela condenação. Votaram a favor Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Por sua vez, o ministro Luiz Fux divergiu e defendeu a absolvição de parte dos réus.

Com a publicação do acórdão, o STF formaliza a decisão e registra o resultado no sistema da Corte. Assim, o julgamento ganha caráter definitivo, mesmo que os advogados ainda possam recorrer em instâncias superiores.

Outros núcleos e processos

Na terça-feira (21), a Primeira Turma também condenou sete integrantes do núcleo de desinformação. Esse grupo espalhou fake news sobre as urnas eletrônicas e recebeu penas que chegam a 17 anos de prisão.

Paralelamente, Bolsonaro segue em prisão domiciliar em Brasília. Essa medida não se relaciona diretamente ao caso da tentativa de golpe, mas a outro inquérito. O ex-presidente é investigado por incentivar o filho, deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), a coagir autoridades nos Estados Unidos e interferir nas investigações da trama golpista.

Contexto e próximos passos

Com a publicação do acórdão, o processo entra na fase recursal. Se o STF rejeitar os embargos, as penas serão executadas de forma imediata. Além disso, a decisão pode resultar na cassação das patentes militares de Bolsonaro e dos generais condenados.

O julgamento reforça o entendimento do Supremo de que a tentativa de ruptura institucional de 2022 foi planejada e financiada no núcleo político do governo anterior. Por fim, o STF reafirma o compromisso com a defesa do Estado Democrático de Direito e a estabilidade das instituições brasileiras.

Fonte: Metrópoles

Câncer de cabeça e pescoço é tema do PrevCast com especialistas em prevenção, sinais de alerta e reabilitação

Assista: PrevCast explica prevenção do câncer de cabeça e pescoço e o papel da...

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Episódio mostra fatores de risco, sinais de alerta, HPV e recuperação da voz após o tratamento
Mulher segura spray de defesa pessoal em área urbana de Porto Velho ao entardecer

Porto Velho já autoriza spray de defesa pessoal para mulheres por lei municipal

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Lei municipal permite o equipamento para mulheres na capital, com venda controlada, registro e uso apenas em legítima defesa.
Pecuária leiteira em Rondônia ganha destaque na Expojipa

Concurso Leiteiro valoriza produtores e tecnologia no campo em Rondônia

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Assistência contínua ajuda famílias rurais a melhorar manejo, genética e renda durante a vitrine agropecuária no interior.
Criança escrevendo em sala de aula com mapa de Rondônia e elementos de crescimento educacional

Rondônia atinge 74% de crianças alfabetizadas e supera meta nacional antes do prazo

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Rondônia chegou a 74% de crianças alfabetizadas e superou a meta nacional prevista para 2027.
Montagem com cavalgada, rodeio, público em show e vista aérea da Expojipa em Ji-Paraná

Expojipa em Ji-Paraná recebe apoio federal e deve aquecer economia local

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Evento amplia fluxo de visitantes, fortalece serviços locais e coloca o agro no centro das atenções em Rondônia neste julho.