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quinta-feira, julho 2, 2026
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China usa domínio sobre terras raras e pressiona Trump na guerra comercial

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Xi Jinping e Donald Trump frente a frente com explosão metálica ao centro, simbolizando disputa pelas terras raras na guerra comercial
Arte da TVdoPOVO.com mostra o confronto simbólico entre China e Estados Unidos após restrição chinesa às exportações de minerais estratégicos.

A recente decisão da China de restringir exportações de terras raras reacendeu a disputa comercial com os Estados Unidos e revelou um ponto sensível na estratégia econômica do governo Trump. O anúncio, feito pelo Ministério do Comércio chinês no Anúncio nº 62 de 2025, surpreendeu investidores e interrompeu a breve trégua tarifária entre as duas maiores potências do planeta.

A medida amplia o controle de Pequim sobre um setor essencial para a indústria global de tecnologia e defesa. As terras raras — grupo de 17 elementos químicos, como neodímio, lantânio e ítrio — são fundamentais na produção de smartphones, painéis solares, carros elétricos e caças militares. Um F-35, por exemplo, utiliza mais de 400 quilos desses minerais em seus motores, radares e revestimentos furtivos.

Dependência global e poder estratégico

Com quase o monopólio da extração e do refino, a China domina o fornecimento mundial desses materiais. Segundo a consultoria Newland Global Group, o país responde por cerca de 70% da produção global, o que o torna praticamente insubstituível no curto prazo.

De acordo com o professor Naoise McDonagh, da Universidade Edith Cowan, “essas restrições abalam o sistema ao atingir vulnerabilidades das cadeias de suprimento americanas”. Além disso, a pesquisadora Marina Zhang, da Universidade de Tecnologia de Sydney, destacou que a China está “anos à frente dos concorrentes” em pesquisa e desenvolvimento, o que reforça seu poder estratégico.

Em resposta, o presidente americano Donald Trump ameaçou impor tarifas adicionais de até 100% sobre produtos chineses, intensificando novamente o clima de tensão diplomática.

Impacto e reação internacional

As novas regras obrigam empresas estrangeiras a obter autorização do governo chinês para exportar produtos que contenham terras raras, mesmo em pequenas quantidades. Por isso, a medida é vista como uma arma de negociação, capaz de alterar o equilíbrio comercial entre Washington e Pequim.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, reagiu duramente:

“Eles apontaram uma bazuca para as cadeias de suprimentos e a base industrial do mundo livre. Não vamos permitir isso.”

Apesar do tom de confronto, Bessent afirmou que ainda existe espaço para diálogo. Em contrapartida, o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, reforçou que “ambos os lados devem manter comunicação efetiva e resolver divergências com responsabilidade”.

Brasil e o papel nas reservas globais

O Brasil também aparece nesse tabuleiro estratégico. O relatório U.S. Mineral Commodity Summaries indica que o país possui 23% das reservas conhecidas de terras raras no planeta. Entretanto, o país ainda responde por menos de 1% da produção mundial, o que demonstra o potencial inexplorado.

Segundo o professor Sidney Ribeiro, da Unesp, a exploração de novas reservas precisa ser equilibrada com a preservação ambiental, já que boa parte desses minérios está localizada na Amazônia. Além disso, ele destaca que a extração de terras raras é cara e envolve riscos radioativos, o que exige investimentos em tecnologia limpa.

O peso simbólico das terras raras

Embora as terras raras representem menos de 0,1% do PIB chinês, o impacto geopolítico é gigantesco. Conforme a pesquisadora Sophia Kalantzakos, da Universidade de Nova York, “o valor estratégico desses minerais dá à China um poder de pressão inigualável nas negociações com os EUA”.

Dessa forma, ao restringir o acesso a esses elementos, Pequim encontrou seu instrumento mais eficaz de curto prazo para pressionar Washington e consolidar uma vantagem em uma guerra comercial cada vez mais tecnológica. Ainda que os Estados Unidos tentem diversificar suas fontes de fornecimento, a China continua ditando o ritmo da disputa global.

Fonte: G1

Aulão Acelero Enem prepara jovens de Rondônia para o Enem 2025

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Aulão Acelero Enem reúne 600 estudantes na Assembleia Legislativa de Rondônia em evento gratuito que celebra os 42 anos da Alero e prepara jovens para o Enem 2025.
Acelero Enem acontece neste domingo (19) na Alero e reúne centenas de estudantes em preparação para o Enem 2025.

A Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) realiza neste domingo (19) o Acelero Enem, um grande aulão gratuito que deve reunir 600 estudantes no auditório da Casa, em Porto Velho. O evento integra as comemorações pelos 42 anos da Alero e busca intensificar a preparação dos jovens para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O encontro acontecerá das 8h às 13h, com revisões dinâmicas e conteúdos focados nas áreas cobradas pelo exame. Durante o aulão, professores experientes apresentarão dicas práticas, resolução de questões e estratégias para aprimorar o desempenho nas provas objetivas e na redação. Dessa forma, os estudantes terão a oportunidade de consolidar o aprendizado e aumentar a confiança antes do exame.

Educação que transforma vidas

A ação, desenvolvida pela Alero em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), reforça o compromisso da instituição com a democratização do conhecimento. Além de promover a igualdade de oportunidades, o projeto incentiva o protagonismo juvenil e amplia o acesso a uma educação pública de qualidade.

Como o evento é totalmente gratuito e acessível em Libras, pessoas com deficiência auditiva também poderão participar. Além disso, as inscrições estão disponíveis no site da Escola do Legislativo de Rondônia (Elero), de maneira simples e rápida.

Aulão reúne conteúdo, interação e incentivo

Durante o aulão, os participantes terão acesso a revisões de Biologia, Física, Química, Matemática, História e Redação, todas conduzidas por professores especializados. Ao longo das atividades, eles vão destacar os temas mais recorrentes do Enem, apresentar exemplos práticos e compartilhar estratégias para otimizar o tempo de prova.

Com isso, o projeto Acelero Enem cria um ambiente de aprendizado motivador, que une conhecimento, inclusão e incentivo emocional. Além disso, o evento reforça a importância de políticas públicas que valorizam o estudante e acreditam no poder transformador da educação.

Investimento no futuro dos jovens

De acordo com a direção da Assembleia, o Acelero Enem representa muito mais que uma revisão de conteúdos. Ele simboliza a confiança da Alero no potencial da juventude e reafirma o papel da instituição no incentivo ao crescimento intelectual e social de Rondônia.

“Nosso papel é oferecer ferramentas que ajudem esses estudantes a conquistarem o sonho da universidade. Educação é a base da transformação social”, afirmou a equipe da Escola do Legislativo.

Fonte: Alero

1,7 milhão de brasileiros têm nos aplicativos sua principal fonte de renda

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Motorista e entregador simbolizam os 1,7 milhão de brasileiros que têm nos aplicativos sua principal fonte de renda, segundo o IBGE.
O levantamento do IBGE mostra o avanço do trabalho digital e o crescimento da informalidade no Brasil.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que 1,7 milhão de brasileiros têm nos aplicativos sua principal fonte de renda. A pesquisa inédita mostra o avanço expressivo das plataformas digitais na economia do país, especialmente entre motoristas de transporte individual e entregadores de comida.

O levantamento, feito pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), indica que o trabalho mediado por aplicativos tornou-se uma alternativa de sobrevivência e, ao mesmo tempo, um símbolo da nova informalidade urbana.

Motoristas e entregadores dominam o trabalho digital

Dos 1,7 milhão de trabalhadores que dependem de aplicativos, 58,3% atuam no transporte de passageiros, enquanto 41,7% realizam entregas. A pesquisa mostra que esses profissionais estão presentes em todas as regiões do país, com maior concentração nos centros urbanos.

O IBGE destacou que o trabalho por aplicativo oferece flexibilidade, mas também impõe desafios, como a ausência de garantias trabalhistas e previdenciárias. Apesar disso, muitos brasileiros veem nesse modelo uma oportunidade de autonomia financeira em meio à escassez de empregos formais.

Perfil socioeconômico e desigualdade persistente

A maioria dos trabalhadores de aplicativos é composta por homens jovens, com ensino médio completo e inseridos em faixas de renda de até dois salários mínimos.
O estudo também revela diferenças regionais: Nordeste e Sudeste concentram o maior número de trabalhadores, refletindo desigualdades estruturais no mercado de trabalho brasileiro.

Para o IBGE, o fenômeno evidencia a transformação do emprego tradicional e a expansão de novas formas de trabalho autônomo, impulsionadas pela tecnologia e pela conectividade móvel.

Economia digital cresce, mas proteção social não acompanha

O crescimento do trabalho digital evidencia uma contradição: enquanto a economia se digitaliza, as leis trabalhistas permanecem defasadas.
Especialistas apontam que a falta de regulamentação específica para profissionais de aplicativos aumenta a vulnerabilidade social e amplia a dependência econômica desses trabalhadores.

O IBGE ressalta que, apesar do dinamismo do setor, mais da metade dos trabalhadores não contribui para a Previdência Social, o que os deixa desprotegidos em casos de acidentes ou doença.

Um retrato do novo Brasil do trabalho

O relatório do IBGE é mais do que um retrato estatístico: é um espelho do novo Brasil do trabalho, em que milhões de pessoas encontram na tecnologia uma ponte entre desemprego e sobrevivência.
A expansão dos aplicativos redefine o conceito de ocupação, mas também traz à tona o debate sobre dignidade, direitos e futuro do trabalho.

Vírus no WhatsApp rouba dados bancários através de golpes

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Arte mostra um celular com o ícone do WhatsApp em verde e vermelho, simbolizando vírus digital que rouba dados bancários
Ciberataque se espalha pelo WhatsApp e coloca em risco dados bancários de usuários no Brasil

Um novo vírus que circula pelo WhatsApp está preocupando especialistas em segurança digital. Disfarçado de mensagem comum, o golpe induz o usuário a clicar em links falsos, que prometem atualizações, cupons de desconto ou acesso a novos recursos. No entanto, ao clicar, o usuário permite o roubo de dados pessoais e bancários, que são usados por criminosos para invadir contas e realizar transações indevidas.

Como o golpe funciona

O ataque começa de forma sutil, pois as mensagens parecem vir de contatos confiáveis. Ainda assim, o conteúdo contém links suspeitos que direcionam a vítima para uma página idêntica à do WhatsApp oficial.
Depois disso, ao inserir informações ou conceder permissões, o usuário acaba permitindo que malwares se instalem no aparelho. Dessa forma, senhas, histórico de conversas e aplicativos bancários ficam comprometidos.

Além disso, o vírus consegue se espalhar automaticamente, enviando novas mensagens para a lista de contatos da vítima. Assim, o golpe ganha força e velocidade de propagação.

O que especialistas recomendam

De acordo com analistas de cibersegurança, o golpe se aproveita da confiança que os usuários têm no aplicativo. Por isso, a recomendação é redobrar a atenção e seguir medidas simples, mas eficazes:

  • Evite clicar em links recebidos por mensagens, mesmo que venham de contatos conhecidos.

  • Mantenha o sistema operacional e os aplicativos sempre atualizados, pois versões recentes contêm correções de segurança.

  • Instale antivírus confiáveis e faça varreduras regulares no aparelho.

  • Ative a autenticação em dois fatores tanto no WhatsApp quanto nos aplicativos bancários.

Essas ações podem parecer básicas, contudo são as que mais reduzem o risco de infecção.

Sinais de que o celular pode estar infectado

Há alguns sinais de alerta que indicam a presença de um vírus. Entre eles estão:

  • Lentidão repentina do aparelho;

  • Abertura automática de aplicativos ou sites desconhecidos;

  • Envio de mensagens que o usuário não escreveu;

  • Solicitação incomum de permissões pelo sistema.

Caso perceba qualquer um desses sintomas, é essencial interromper o uso do aparelho e realizar uma verificação completa com o antivírus. Em seguida, altere suas senhas e evite realizar transações financeiras até a limpeza total do sistema.

Medidas do WhatsApp

O WhatsApp esclareceu que não envia mensagens com links de atualização e reforçou que todas as versões do aplicativo devem ser baixadas somente pelas lojas oficiais, como Google Play Store e App Store.
Além disso, a empresa destacou que nunca solicita dados bancários ou códigos de verificação fora do próprio aplicativo.

Portanto, qualquer mensagem que peça informações sensíveis deve ser considerada suspeita e imediatamente reportada.

Proteja seus dados

Diante da expansão de golpes digitais, a educação digital se torna essencial. Ainda que a tecnologia facilite a comunicação, ela também amplia as oportunidades para o crime virtual.
Por isso, é fundamental manter-se informado e agir com cautela. A prevenção continua sendo a forma mais eficaz de proteção.

Fonte: Olhar Digital

Iniciativa da deputada Sílvia Cristina, projeto Olhar de Amor registra 4.300 cirurgias de catarata

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Parceria com a fundação Pio XII assegurou cirurgia em pacientes que esperavam há anos 

O programa Olhar de Amor atingiu o número de 4.300 cirurgias de cataratas realizadas, sem nenhuma anormalidade. São milhares de pacientes de todas as regiões de Rondônia contemplados com os exames pré-operatórios, as cirurgias, o acompanhamento pós-cirúrgico, além do colírio especial e dos óculos escuros.

A deputada federal Sílvia Cristina, que idealizou e assegurou os recursos para o projeto, realizado em parceria com a fundação Pio XII, celebrou esse grande número de procedimentos cirúrgicos, que trouxeram de volta a dignidade, a autonomia e uma nova visão para pacientes, com muitos deles esperando há anos pelo serviço.

“É uma sensação maravilhosa de missão cumprida, de que estamos utilizando o nosso mandato para, de fato, beneficiar as pessoas. O Olhar de Amor tem resgatado a dignidade, a auto estima e visão de milhares de pessoas, muitas delas esperando há anos pela cirurgia. É gratificante ver que o fruto do nosso trabalho, em mais uma parceria bem sucedida com a fundação Pio XII, tem transformado vidas”, declarou a parlamentar.

Pacientes de vários municípios de Rondônia já foram atendidos, com as cirurgias sendo realizadas no Centro de Prevenção e Diagnóstico de Câncer, em Ji-Paraná, o Hospital do Amor.

É o caso do senhor Manoel de Brito, taxista em Porto Velho, mas que enfrentava dificuldades, por causa da catarata. Ele foi até JI-Paraná, acompanhado do filho, Crisley Tavares, para realizar o procedimento.

“Fui muito bem atendido e aqui é coisa de primeira. Estou muito feliz e confiante do sucesso da minha cirurgia, para que possa voltar a enxergar plenamente e agradeço à deputada Sílvia Cristina pela iniciativa”, disse seu Manoel.

As cirurgias

Os pacientes fazem os exames de avaliação, em seguida realizam a cirurgia, retornando no dia seguinte após a cirurgia para serem avaliados. Há ainda dois retornos: após sete dias, e após 30 dias, quando recebem a alta definitiva. No transcurso do tempo da cirurgia até a alta, se ocorrer algum contratempo, o paciente recebe toda a assistência necessária.

Após a cirurgia, todos recebem óculos escuros e um colírio. A equipe médica é chefiada pelo Dr. Afonso Celso das Neves e o coordenador das cirurgias é o Dr. Wagner Gomes Dias.

Operação Ouro de Areia investiga corrupção na ALERO

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Operação Ouro de Areia mostra prédio da Assembleia Legislativa de Rondônia afundando na areia, representando investigação da Polícia Civil e do Ministério Público.
Arte mostra o prédio da Assembleia Legislativa parcialmente afundado em areia, simbolizando o esquema investigado pela Polícia Civil e Ministério Público em Rondônia.

A Polícia Civil de Rondônia e o Ministério Público do Estado (MP-RO) deflagraram, na madrugada desta sexta-feira (17/10/2025), a Operação Ouro de Areia em Porto Velho. A ofensiva foi liderada pela 2ª Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco 2) em parceria com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

As equipes cumpriram 1 mandado de prisão preventiva, 9 de busca e apreensão, 3 de suspensão de função pública por 90 dias e 12 de proibição de acesso à Assembleia Legislativa de Rondônia (ALERO). Além disso, os investigados estão impedidos de manter contato entre si e com uma das vítimas. Todos os mandados foram expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Capital.

Esquema de servidores fantasmas e empréstimos consignados

Agentes da Polícia Civil e do Gaeco de Rondônia durante a Operação Ouro de Areia, que investiga corrupção e servidores fantasmas na Assembleia Legislativa.

As investigações revelam que o grupo indicava pessoas para cargos comissionados na ALERO sem exigir o cumprimento das funções. Em troca, uma parte dos salários era entregue aos intermediários do esquema.

O grupo também usava os nomes dos servidores fantasmas para contratar empréstimos consignados. Depois, dividia o dinheiro entre os participantes, deixando as dívidas sob responsabilidade das vítimas.

De acordo com o relatório, a operação apura peculato, estelionato, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Assim, os investigadores buscam identificar todos os responsáveis e garantir a devolução dos recursos públicos desviados.

Mandados cumpridos na capital

As diligências ocorreram apenas em Porto Velho. Participaram da ação o Departamento de Combate ao Crime Organizado (Decco), as Dracos 1 e 2, a Delegacia Especializada em Combate à Corrupção (Decor), o Caex e o próprio Gaeco.

Os mandados atingiram residências e locais de trabalho dos suspeitos, incluindo uma estação na Gerência de Controle de Folha de Ponto da ALERO. Entre os alvos, há três servidores comissionados.

Segundo as autoridades, não há indícios de envolvimento de deputados estaduais até o momento. Entretanto, as investigações continuam para apurar eventuais ramificações.

Sentido simbólico do nome da operação

O nome “Ouro de Areia” simboliza a falsidade e a aparência de legalidade do esquema. Assim como o ouro falso, a estrutura parecia legítima, mas escondia corrupção e manipulação de recursos públicos.

A expressão também remete à instabilidade e à fragilidade de quem tenta se sustentar sobre práticas ilícitas — uma metáfora à areia movediça que engole quem busca enriquecer de forma ilegal. A operação pretende expor as fraudes e restaurar a transparência no serviço público.

Fonte: Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Deputado destina R$160 mil para minivan que atenderá pacientes renais em Triunfo

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Minivan para pacientes renais em Triunfo representa investimento de R$160 mil destinado pelo deputado Delegado Lucas.
Emenda parlamentar de R$160 mil garante minivan para transporte de pacientes renais em Candeias do Jamari, distrito de Triunfo.

O distrito de Triunfo, em Candeias do Jamari (RO), vai receber uma minivan nova destinada ao transporte de pacientes que precisam de tratamento contínuo em unidades de saúde. O deputado estadual Delegado Lucas (PP) destinou R$160 mil para a compra do veículo, que trará mais conforto, segurança e dignidade durante os deslocamentos.

O Governo de Rondônia já liberou o recurso, e a Prefeitura de Candeias iniciou os trâmites para a aquisição. Assim, o veículo deve ser entregue em breve à comunidade.

Mais segurança e dignidade no transporte

A minivan será usada principalmente no transporte de pacientes que realizam hemodiálise e fisioterapia. Além disso, beneficiará pessoas com mobilidade reduzida ou em situação de vulnerabilidade.

Segundo o deputado, o investimento representa um avanço importante para a saúde pública local.

“Muitas famílias enfrentam dificuldades para levar seus parentes a consultas e sessões de tratamento. Essa minivan oferece um transporte mais humanizado e adequado a quem mais precisa”, afirmou o parlamentar.

Com essa iniciativa, Triunfo ganha uma estrutura de apoio essencial, que facilitará o acesso dos pacientes aos serviços de saúde.

Fortalecimento da rede municipal de saúde

O veículo também vai reforçar a rede de transporte da saúde municipal, ampliando a capacidade de atendimento da prefeitura. Dessa forma, os pacientes poderão se deslocar com mais facilidade até a sede de Candeias do Jamari e até Porto Velho, quando necessário.

O deputado destacou que investir na saúde é prioridade em seu mandato.

“Nosso trabalho é garantir que todas as regiões de Rondônia tenham estrutura para atender com qualidade quem depende do SUS”, disse.

Etapas finais e expectativa

Com o repasse já efetivado, o município segue para a fase final de compra da minivan. A expectativa é que o veículo comece a operar ainda neste ano, fortalecendo o atendimento a pacientes crônicos e garantindo mais eficiência e cuidado no transporte de saúde pública.

Essa ação reforça o compromisso do Parlamento rondoniense com políticas voltadas ao bem-estar da população e à melhoria dos serviços essenciais.

Fonte: Alero

Pão bizantino de 1.300 anos com imagem de Jesus é descoberto na Turquia

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Pão bizantino de 1.300 anos encontrado na Turquia com imagem de Jesus Cristo gravada na superfície.
Descoberta arqueológica na Turquia revela um pão bizantino de 1.300 anos com a imagem de Jesus Cristo, preservada em solo ancestral.

Um grupo de arqueólogos da Turquia encontrou um pão bizantino de 1.300 anos com uma imagem de Jesus Cristo gravada na superfície. A descoberta ocorreu na província de Eskişehir, no coração da Anatólia, durante escavações em ruínas de um assentamento do período bizantino.

O achado surpreendeu especialistas porque reúne história, espiritualidade e ciência. O pão estava carbonizado, mas manteve o formato original graças às cinzas de um incêndio que, paradoxalmente, ajudaram a preservá-lo. Por causa dessa conservação incomum, os pesquisadores acreditam que o alimento fazia parte de um ritual cristão primitivo relacionado à Eucaristia.

Imagem sagrada revelada após séculos

Segundo a equipe da Universidade de Anadolu, a imagem representa Jesus como o “Semeador”, figura simbólica dos evangelhos. Embora parte do relevo esteja desgastada, os contornos do rosto e das mãos continuam visíveis. Além disso, a presença do halo confirma a ligação com ícones bizantinos do século VII.

Os arqueólogos explicam que o pão provavelmente foi usado em cerimônias religiosas conduzidas por monges locais. Assim, o formato circular e os símbolos gravados reforçam a hipótese de que ele era um pão litúrgico, preparado especialmente para os cultos. Desse modo, a peça se torna uma das evidências mais concretas sobre como a fé era praticada nas antigas comunidades cristãs da região.

Valor histórico e espiritual

O artefato agora integra o acervo do Museu de Arqueologia de Eskişehir, onde passa por processos de conservação e estudo químico. Graças às análises em andamento, os cientistas esperam determinar a origem do trigo e os métodos usados na produção da massa. Assim, será possível entender melhor como os bizantinos fabricavam pães sagrados e como os preservavam para os rituais religiosos.

De acordo com o Ministério da Cultura e Turismo da Turquia, essa descoberta representa um marco arqueológico. Para o arqueólogo Mehmet Yılmaz, responsável pela escavação, “o pão é um testemunho raro da vida religiosa bizantina e mostra como o alimento simbolizava o corpo de Cristo nas antigas liturgias”.

Símbolo da fé que atravessou os séculos

Além do valor histórico, a relíquia desperta emoção e reflexão. Para muitos estudiosos, o pão bizantino representa a resistência da fé diante do tempo. Afinal, mesmo após treze séculos, ele ainda carrega uma mensagem espiritual que transcende culturas e religiões.

Nos próximos meses, os arqueólogos devem divulgar um relatório completo com imagens detalhadas, análises laboratoriais e datações precisas. Enquanto isso, o pão permanece em exibição restrita, sob controle de temperatura, umidade e luminosidade, para garantir sua preservação.

Fonte: Super

Câmara aprova medidas de proteção digital para a primeira infância

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Criança pequena segurando um tablet com escudo digital brilhante, simbolizando proteção no ambiente online.
Câmara dos Deputados aprova novas medidas para garantir o uso seguro da tecnologia por crianças pequenas.

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1971/2025, que estabelece medidas para proteger a primeira infância no ambiente digital. A proposta, de autoria do deputado Marcos Tavares (PDT-RJ) e relatada pela deputada Flávia Morais (PDT-GO), segue agora para análise no Senado Federal.

O texto altera a Lei nº 13.257/2016, que trata das políticas públicas voltadas à primeira infância, e inclui como prioridade a proteção digital de crianças de até seis anos. Assim, o objetivo é garantir que o contato com a tecnologia ocorra de forma segura, consciente e equilibrada, respeitando sempre o melhor interesse da criança.

Uso de telas será mediado por adultos

Flávia Morais, relatora da proposta

De acordo com o projeto, as novas diretrizes deverão seguir guias de boas práticas baseados em evidências científicas. Entre as recomendações, destaca-se a proibição do uso de telas por crianças menores de dois anos, salvo em videochamadas familiares acompanhadas por adultos.

Já para o público de 2 a 6 anos, o uso de dispositivos digitais só poderá ocorrer com a mediação ativa de pais ou responsáveis, que precisam supervisionar o conteúdo e controlar o tempo de exposição. Além disso, o texto ressalta a importância das brincadeiras reais, das interações humanas e das atividades lúdicas para o desenvolvimento emocional, físico e cognitivo.

Campanhas nacionais e pesquisas sobre riscos digitais

O projeto também determina que a União será responsável por promover campanhas nacionais de conscientização e prevenção, com o intuito de alertar sobre os riscos do uso precoce e excessivo das telas.

Além disso, as ações devem incluir:

  • incentivo a pesquisas científicas sobre os impactos da tecnologia no desenvolvimento infantil;

  • promoção de boas práticas de design digital voltadas à primeira infância;

  • e restrição a recursos de interface que estimulem comportamentos compulsivos, como rolagem infinita e notificações constantes.

Dessa forma, o texto busca criar um ambiente digital mais seguro e educativo, estimulando o uso responsável da tecnologia desde cedo.

Educação infantil e combate ao bullying

Na área da educação infantil, o texto recomenda que escolas evitem o uso de dispositivos digitais como ferramenta pedagógica para crianças de até dois anos, salvo quando esses recursos forem indispensáveis à acessibilidade de alunos com deficiência.

Por outro lado, a proposta reforça o combate ao bullying e à violência virtual. Para isso, determina que as ações pedagógicas incluam participação ativa de pais e professores, metodologias interativas e integração com o currículo escolar. Além disso, os dados nacionais sobre bullying virtual serão coletados e consolidados pelo Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas (Snave).

Denúncia e protocolos de proteção

O texto inclui na Lei 13.431/2017 a obrigatoriedade de denunciar qualquer ato de violência digital contra crianças e adolescentes. Ao mesmo tempo, campanhas públicas deverão explicar de maneira simples como identificar e denunciar casos de abuso no ambiente virtual.

Por fim, a proposta prevê a criação de protocolos nacionais de atendimento médico e psicossocial, que vão padronizar o suporte a vítimas de negligência, exploração e outras formas de violência digital.

Caso seja aprovada pelo Senado e sancionada, a nova lei entrará em vigor 180 dias após a publicação.

Flávia Morais: “O brincar e o convívio real são insubstituíveis”

A relatora Flávia Morais destacou que a proposta fortalece políticas públicas e prioriza o desenvolvimento integral das crianças.

“O projeto valoriza as experiências presenciais, as interações humanas e as brincadeiras reais como eixos centrais do desenvolvimento infantil”, afirmou a parlamentar.

Fonte: Agência Câmara Notícias

Governo divulga regras para instrutor autônomo da CNH

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Jovem motorista em aula prática com instrutor ao lado, representando a nova política de CNH sem autoescola
Governo propõe flexibilizar a formação de condutores e autoriza instrutores autônomos em aulas práticas

O governo federal apresentou novas regras que permitem a atuação de instrutores autônomos — profissionais independentes que poderão oferecer aulas práticas de direção sem vínculo obrigatório com autoescolas.
A proposta, ainda em consulta pública até 2 de novembro, busca baratear o custo da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e ampliar o acesso à formação de novos condutores, segundo o Ministério dos Transportes.

Durante entrevista à GloboNews, o ministro Renan Filho destacou que o governo pretende modernizar o processo de habilitação e tornar o sistema mais acessível, sem abrir mão da segurança e da qualidade no ensino de direção.

Quem pode ser instrutor autônomo

De acordo com a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), o candidato a instrutor autônomo deve cumprir todos os requisitos exigidos por lei antes de obter a certificação profissional gratuita, disponível no site da pasta.
Para atuar, ele precisará:

  • Ter no mínimo 21 anos e ensino médio completo;

  • Possuir CNH válida há pelo menos dois anos;

  • Não ter cometido infrações gravíssimas nos últimos 60 dias;

  • Ter concluído curso de formação específica com foco em pedagogia e direção segura;

  • Registrar-se oficialmente no Detran estadual e no Ministério dos Transportes.

Além disso, o profissional deverá portar credencial de instrutor, licença de aprendizagem veicular e registro atualizado de aulas e alunos.
Assim, o controle sobre as atividades será mais transparente e fácil de fiscalizar.

Veículos e exigências de segurança

Os veículos utilizados nas aulas práticas precisam estar identificados como de instrução e atender às normas de segurança previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Para garantir maior segurança e padronização, o governo definiu limites de idade para os veículos:

  • Motos: até 8 anos de fabricação;

  • Carros: até 12 anos;

  • Veículos de carga: até 20 anos.

Segundo o ministério, os órgãos de trânsito poderão realizar fiscalizações a qualquer momento, assegurando que as aulas ocorram de forma regular e segura.

Modelos aplicados em outros países

Embora pareça uma novidade, o modelo de formação sem autoescola já funciona em países como Estados Unidos, Canadá, Chile e Japão.
Neles, os candidatos podem optar por instrutores particulares, desde que passem por exames teóricos e práticos.
Com isso, o processo se torna mais flexível, mas mantém os critérios de segurança e qualificação.

Em alguns locais, como o Japão, quem escolhe fazer o curso fora de autoescolas precisa realizar todas as provas oficiais, enquanto quem frequenta instituições credenciadas pode obter dispensa de parte dos testes práticos.

O que muda no Brasil

A proposta brasileira segue o mesmo princípio: garantir liberdade ao cidadão, mas com responsabilidade e formação adequada.
Caso aprovada após a consulta pública, a medida representará uma mudança histórica no modelo de formação de motoristas.
Com isso, o país poderá criar um novo mercado para instrutores independentes e, ao mesmo tempo, reduzir o custo final da CNH.

Fonte: G1

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