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sexta-feira, maio 1, 2026
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Banco Central mantém lançamento do Pix Parcelado em setembro

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Gabriel Galípolo sorri ao lado de celular com anúncio do Pix Parcelado em até 12 vezes, com título sobre lançamento em setembro.
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, lidera a implementação do Pix Parcelado mesmo após ataques hackers. Nova modalidade será lançada em setembro.

Banco Central garante lançamento do Pix Parcelado

Mesmo após ataques cibernéticos recentes, o Banco Central confirmou que o Pix Parcelado será lançado ainda em setembro. A decisão ocorre em meio a críticas internas, limitações técnicas e falhas de segurança nas empresas que operam integradas ao sistema Pix. No entanto, o BC argumenta que a medida é necessária para padronizar as operações de crédito no país.

Modalidade foca em padronização e educação financeira

O novo modelo busca uniformizar o uso do Pix em pagamentos parcelados, além de promover educação financeira e ampliar a transparência nas contratações. Com isso, os usuários terão mais segurança ao contratar crédito via Pix, especialmente em um momento em que fraudes e golpes digitais seguem crescendo.

Adiamentos anteriores refletiram limitações internas

Funcionalidades anteriores, como o Pix Automático, também enfrentaram adiamentos. Inicialmente previsto para abril de 2024, seu lançamento foi transferido para outubro e, depois, para junho de 2025. Conforme o BC explicou, a limitação da equipe técnica da Gepix — com apenas 33 servidores — influenciou diretamente esses adiamentos.

Ciber-ataques desafiaram a capacidade de resposta

Enquanto o lançamento se aproximava, ataques cibernéticos a empresas autorizadas pelo BC causaram grandes prejuízos. A C&M Software e a Sinqia, por exemplo, sofreram ataques que resultaram em um total estimado de R$ 1,6 bilhão em perdas. Contudo, parte dos valores foi bloqueada, e o BC reforçou as regras de segurança para os Provedores de Serviços de Tecnologia da Informação.

Carta de servidores alerta sobre riscos e escassez

Além disso, 31 servidores da Gepix encaminharam uma carta ao presidente Gabriel Galípolo, relatando a falta de pessoal e de recursos financeiros. Segundo o grupo, o risco operacional cresceu de forma alarmante. Por isso, solicitaram medidas emergenciais para garantir o funcionamento seguro do sistema.

Proposta de autonomia do BC volta ao debate

Diante desse cenário, surgiu a proposta da PEC da autonomia financeira do Banco Central. A mudança retiraria o BC do Regime Jurídico Único, permitindo que os servidores passassem a atuar sob a CLT. De um lado, a ANBCB apoia a proposta, pois acredita que isso traria maior agilidade na gestão. Por outro lado, o sindicato dos funcionários discorda, defendendo concursos públicos como solução.

Divergência entre Galípolo e Haddad sobre PEC

Embora o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reconheça avanços no texto da PEC, ele discorda da mudança no regime jurídico. Para ele, a pauta não deve se tornar uma reivindicação corporativa. Ainda assim, Gabriel Galípolo agradeceu o apoio do governo e afirmou esperar um consenso para que a proposta avance no Senado.

Segurança digital e continuidade institucional

Apesar das ameaças e da escassez de pessoal, o Banco Central manteve o lançamento do Pix Parcelado. Isso demonstra não apenas o esforço institucional pela modernização dos meios de pagamento, mas também a tentativa de manter a confiança da população mesmo em um ambiente de instabilidade cibernética.

Fonte: Valor Econômico

Lula lidera reunião do Brics com foco em tarifas e clima

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Lula discursa durante reunião do Brics com foco em tarifas internacionais e clima global, com bandeiras dos países do bloco ao fundo
Presidente Lula comanda encontro virtual do Brics nesta segunda-feira (8), representando o Brasil na liderança do bloco em 2025

Lula comanda reunião do Brics nesta segunda-feira

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa nesta segunda-feira (8) de uma reunião virtual com os líderes do Brics. O grupo reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O encontro está marcado para as 9h, no horário de Brasília.

Como o Brasil lidera o bloco neste ciclo, Lula conduz a agenda com foco no fortalecimento do multilateralismo. Além disso, o encontro serve para reagir às tarifas impostas pelos Estados Unidos e propor reformas urgentes na OMC.

Brics discute tarifas de Trump e mudanças na OMC

Durante o encontro, Lula pretende formar uma aliança internacional contra as tarifas dos EUA. Essas medidas, por sua vez, afetam diretamente os países em desenvolvimento. Por isso, o presidente quer mobilizar o Brics em defesa de novas regras para o comércio global.

Além disso, os chefes de Estado devem apresentar propostas conjuntas. O objetivo é pressionar por mais equilíbrio nas decisões da Organização Mundial do Comércio, algo que tem sido cada vez mais necessário.

COP30 e conflitos internacionais entram na pauta

Outro ponto fundamental será o convite formal para a COP30, que ocorrerá entre os dias 10 e 21 de novembro, em Belém. Como o Brasil será sede da conferência, Lula quer envolver o Brics no debate climático. Dessa forma, o país pode reforçar seu protagonismo internacional.

Os conflitos na Ucrânia e na Faixa de Gaza também entram na pauta. Nesse contexto, os líderes devem divulgar notas conjuntas, a fim de defender o diálogo e promover ações pela paz.

Reunião ocorre após cúpula no Rio de Janeiro

Este é o primeiro encontro após a cúpula presencial realizada em julho, no Rio. Na ocasião, o ex-presidente Donald Trump criticou abertamente o Brics, especialmente as pretensões econômicas do grupo. Como resultado, os países membros se articulam para reagir com mais firmeza e coesão.

Fonte: Band News

CPMI ouve Carlos Lupi sobre fraudes no INSS nesta segunda(8)

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Carlos Lupi depõe à CPMI sobre fraudes no INSS após operação da Polícia Federal
Ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi presta depoimento nesta segunda-feira (8) à CPMI que investiga fraudes milionárias no INSS

Carlos Lupi comandava a Previdência quando surgiram as denúncias

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que apura fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS, ouve nesta segunda-feira (8) o ex-ministro Carlos Lupi. Ele ocupava o cargo de ministro da Previdência Social quando a Polícia Federal revelou o esquema envolvendo fraudes no INSS.

Em abril de 2025, a PF apresentou indícios de irregularidades graves na concessão de benefícios. Como resultado, Lupi deixou o ministério em maio, poucos dias após a operação. Ainda assim, o ex-ministro afirma que não participou do esquema e nega qualquer responsabilidade.

Comissão avança com depoimentos estratégicos

Desde o início dos trabalhos, a CPMI já ouviu representantes da Polícia Federal, da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Defensoria Pública da União. A partir desses depoimentos, os parlamentares conseguiram identificar falhas na fiscalização do INSS e brechas no sistema de benefícios que permitiram as fraudes no INSS.

Além disso, os próximos dias devem trazer novos desdobramentos. Os empresários Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, e Maurício Camisotti estão convocados para depor nos dias 15 e 18 de setembro. Ambos são considerados peças-chave no funcionamento da fraude.

Caso gera impacto social e reação no Congresso

O escândalo causou indignação entre parlamentares e beneficiários. Afinal, os desvios comprometeram recursos públicos essenciais para aposentados e pensionistas. Por isso, a CPMI busca respostas claras sobre os responsáveis e as falhas de gestão no contexto do INSS.

Embora Carlos Lupi não esteja mais no governo, seu depoimento se tornou crucial. Segundo os membros da comissão, ele poderá esclarecer por que o ministério não reagiu diante dos primeiros alertas. Portanto, a sessão desta segunda-feira deve revelar novos detalhes sobre fraudes no INSS.

? Resumo do caso

  • A PF revelou o esquema de fraudes no INSS em abril de 2025.

  • Carlos Lupi chefiava a Previdência e deixou o cargo em maio.

  • A CPMI investiga irregularidades e omissões administrativas ligadas ao INSS.

  • Empresários investigados prestarão depoimento neste mês.

  • O prejuízo pode chegar a milhões de reais.

Fonte: Band News

IA vai antecipar áreas críticas de desmatamento na Amazônia

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Floresta amazônica dividida entre vegetação preservada e área desmatada em chamas, com mapa digital de IA indicando zonas de risco ambiental
Arte mostra atuação de IA na Amazônia: tecnologia antecipa locais com risco de desmatamento e apoia ações de fiscalização do Ibama

Uma nova ferramenta com inteligência artificial já prevê, com até 15 dias de antecedência, as áreas mais ameaçadas por desmatamento na Amazônia. A tecnologia apoia o Ibama, demonstrando como a IA na Amazônia está sendo usada, e está disponível na plataforma TerraBrasilis, do INPE.

Nova IA antecipa locais com risco de desmatamento na Amazônia

A floresta amazônica agora conta com o reforço de um sistema inteligente que detecta o desmatamento antes mesmo que ele aconteça. A nova ferramenta de inteligência artificial consegue prever com até 15 dias de antecedência as áreas que apresentam maior risco de devastação. Operando na plataforma TerraBrasilis, mantida pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), ela pode ser utilizada pelo Ibama e por municípios da região para melhorar as ações na Amazônia.

O professor Raul Queiroz Feitosa, da PUC-Rio, lidera a equipe responsável pelo modelo. Segundo ele, a proposta busca aumentar a eficiência das ações de fiscalização, reduzir deslocamentos desnecessários e permitir respostas rápidas na Amazônia.

Tecnologia combina dados ambientais e históricos da floresta

A ferramenta, chamada Deforestation Prediction System, recebeu investimento de R$ 2,5 milhões da Climate and Land Use Alliance (CLUA). Para alcançar resultados precisos, o sistema cruza diferentes dados, como:

  • Mapas climáticos e rede hidrográfica, considerando o contexto da IA na Amazônia.

  • Proximidade de estradas e áreas protegidas

  • Informações sobre terras indígenas

  • Histórico de desmatamento registrado pelo INPE

Com esse conjunto, o modelo identifica padrões que indicam o risco de novas destruições, focando áreas que já sofreram pressão no passado. Assim, as equipes ambientais conseguem planejar com mais clareza e eficiência.

Ferramenta pode reduzir em até 80% os erros de previsão

Embora os resultados ainda estejam em fase inicial, a expectativa é positiva. De acordo com Feitosa, o sistema tem potencial para reduzir em até 80% os erros das previsões anteriores. Os próximos 12 meses serão fundamentais para medir o impacto real da tecnologia sobre os índices de desmatamento.

“Mesmo com fatores externos e complexos envolvidos, a inteligência artificial pode transformar a forma como protegemos a Amazônia”, afirma o professor.

Além de prever os pontos mais vulneráveis, o sistema também oferece suporte na detecção de incêndios e degradação ambiental, o que amplia ainda mais sua utilidade para políticas públicas ao abordar os desafios na Amazônia.

Fonte: Olhar Digital

Queijo Minas Artesanal é Patrimônio da Humanidade

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Arte com queijo minas artesanal cortado sobre tábua de madeira e texto anunciando o reconhecimento da Unesco como Patrimônio da Humanidade
Queijo Minas Artesanal recebe o título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, reforçando tradição mineira e saberes rurais do Brasil

Reconhecimento internacional celebra o queijo mineiro

O Queijo Minas Artesanal entrou oficialmente na lista de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, título concedido pela Unesco. A entrega do certificado ao Governo de Minas Gerais marcou um momento histórico para a cultura brasileira.

Essa conquista valoriza saberes tradicionais que resistem há séculos. Além disso, ela reforça a identidade mineira e impulsiona a produção artesanal como um pilar da economia local.

Técnicas preservadas por séculos ganham o mundo

Embora o anúncio tenha ocorrido em dezembro de 2023, o reconhecimento se concretizou com a entrega do certificado em setembro de 2025. A Unesco incluiu os “Modos de Fazer o Queijo Minas Artesanal” na lista oficial de bens culturais protegidos.

Com isso, o Brasil amplia sua presença no cenário internacional da cultura alimentar. Ao mesmo tempo, fortalece as raízes que conectam o campo à mesa dos brasileiros.

Produção artesanal movimenta comunidades

A produção do queijo acontece em diferentes regiões de Minas Gerais. Por esse motivo, tornou-se essencial para a agricultura familiar, gerando renda, inclusão e permanência no campo.

Além do mais, a atividade impulsiona o desenvolvimento sustentável, promove a autonomia dos pequenos produtores e valoriza a cultura do interior mineiro.

Cultura e sabor se transformam em patrimônio

Desde 2019, o Brasil não recebia um novo título da Unesco. Agora, com a inclusão do queijo mineiro, o país reforça seu compromisso com a preservação dos saberes populares e da identidade alimentar.

Dessa maneira, o título não apenas reconhece o sabor e a tradição, mas também valoriza as comunidades que mantêm essa herança viva.

Sabor premiado e prestigiado internacionalmente

Antes mesmo do reconhecimento, o Queijo Minas Artesanal já se destacava. O TasteAtlas, por exemplo, o incluiu entre os 100 melhores queijos do mundo. Além disso, ele venceu concursos internacionais e conquistou chefs renomados.

Portanto, a certificação apenas confirma aquilo que os brasileiros sempre souberam: o queijo mineiro é um símbolo de excelência.

Fonte: Só Notícia Boa

Jaci-Paraná terá Festival de Praia em setembro

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Festival de Praia em Jaci-Paraná com música, futevôlei e barracas típicas ao pôr do sol
Arte de divulgação do Festival de Praia em Jaci-Paraná, com destaque para dançarinos, cantor e estrutura de palco no pôr do sol amazônico.

Evento terá música, esporte, cultura e comidas típicas no distrito de Porto Velho

O distrito de Jaci-Paraná, em Porto Velho (RO), se prepara para mais uma edição do Festival de Praia em Jaci-Paraná, marcada para os dias 13 e 14 de setembro. A programação será diversificada, reunindo música ao vivo, esportes na areia, atividades culturais e comidas típicas da região.

Promovido pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (Semtel), o evento tem como objetivo impulsionar o turismo local e estimular a economia do distrito. Como resultado, moradores e comerciantes devem se beneficiar com a movimentação na região.

Inscrições abertas para o Festival de Praia em Jaci-Paraná

Além das atrações culturais, o festival contará com um torneio de futevôlei masculino adulto, com inscrição gratuita e premiação em dinheiro para os três primeiros colocados. Portanto, os interessados devem se apressar: as inscrições vão até o dia 11 de setembro e devem ser feitas pelo telefone (69) 98113-4253.

Além disso, haverá vôlei recreativo, aberto ao público, criando um ambiente de lazer para todas as idades. Para acomodar os participantes com conforto, a organização disponibilizará palco para shows, arena esportiva, arquibancadas e diversas barracas de alimentação.

Festival movimenta turismo e economia do distrito

De acordo com o secretário da Semtel, Paulo Moraes Júnior, a proposta vai muito além do lazer.

“Estamos organizando tudo com dedicação justamente para que o evento seja memorável. O Festival de Praia em Jaci-Paraná é tradição, e nosso foco é apoiar o comércio e criar novas oportunidades para os moradores.”

O prefeito Léo Moraes também reforça o impacto positivo do evento.

“Além de gerar emprego e renda, o festival proporciona lazer com segurança e aproxima as famílias. Assim, todos poderão aproveitar o contato com a natureza e celebrar a cultura local.”

Serviço

? Local: Jaci-Paraná, distrito de Porto Velho
? Data: 13 e 14 de setembro de 2025
? Inscrições para futevôlei: (69) 98113-4253 (até 11/09)
? Atrações: Música ao vivo, esporte, cultura, gastronomia típica
?️ Entrada gratuita

Fonte: O Observador

Trump ameaça Venezuela após tensão com aviões no Caribe

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Trump ameaça abater tropas venezuelanas após incidente no Caribe
Montagem mostra navio de guerra dos EUA, caças e silhueta de Trump com mapa da Venezuela e Porto Rico, em meio a tensão militar no Caribe

Trump autorizou o abate de aeronaves venezuelanas que representem ameaça às tropas dos EUA no Caribe. Após incidente aéreo, EUA reforçam presença militar com caças e submarinos, enquanto Maduro fala em ofensiva armada.

Estados Unidos autorizam uso de força contra aeronaves venezuelanas

O presidente Donald Trump afirmou nesta sexta-feira (5) que as forças armadas dos Estados Unidos podem abater qualquer aeronave venezuelana considerada hostil. Ele fez o anúncio após um episódio que intensificou a tensão no Mar do Caribe. Aliás, essa é uma das formas de como Trump ameaça a Venezuela.

Segundo o Departamento de Defesa dos EUA, dois aviões militares da Venezuela se aproximaram perigosamente de um navio da Marinha americana em águas internacionais. O Pentágono descreveu o ato como “altamente provocativo”.

“Agiremos com força total diante de qualquer ameaça. Nossos militares, posicionados no Caribe, estão autorizados a se defender”, declarou Trump durante uma coletiva na Casa Branca.

Submarinos e caças americanos foram enviados a Porto Rico

Com o aumento da tensão, o governo dos EUA enviou oito navios de guerra e um submarino nuclear para a região. Além disso, deslocou aviões de combate para Porto Rico, fortalecendo a presença militar no sul do Caribe como parte das ameaças de Trump à Venezuela.

Logo após a declaração, o presidente Nicolás Maduro reagiu. Ele garantiu que a Venezuela está pronta para uma ofensiva militar, caso os Estados Unidos avancem sobre a soberania do país vizinho.

Operação americana mira tráfico de drogas

De acordo com autoridades americanas, a operação no Caribe busca interromper o tráfico de drogas com destino aos EUA. No entanto, a movimentação militar e a retórica agressiva de ambos os governos elevaram o risco de confronto direto.

Por essa razão, especialistas em relações internacionais passaram a alertar sobre a possibilidade de choques armados, principalmente em alto-mar, especialmente dado o contexto de como Trump ameaça a Venezuela.

Próximos passos

Até o momento, nenhum canal diplomático foi ativado entre os dois países. Por isso, analistas pedem que a Organização das Nações Unidas (ONU) atue para mediar o conflito. O temor global cresce à medida que os dois governos mantêm posições rígidas.

Fonte: Band News

Desfile de 7 de Setembro será na Avenida Santos Dumont em Porto Velho

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Desfile cívico militar de 7 de setembro em Porto Velho com escolas, bandas e forças militares
Programação reúne escolas, entidades civis e forças militares no desfile cívico de 7 de setembro em Porto Velho.

O desfile de 7 de setembro em Porto Velho será realizado pela manhã e vai reunir escolas, entidades civis e forças militares em uma das programações mais tradicionais da capital. A expectativa é de forte participação popular ao longo do percurso preparado para a celebração da Independência do Brasil.

Segundo a programação divulgada para o evento, o desfile começa às 8h e contará com apresentações de bandas militares, estudantes e instituições ao longo da manhã. A estrutura montada para receber o público inclui arquibancadas e organização especial no trânsito da região.

▶ Ative o som e assista: o vídeo mostra como será o desfile de 7 de setembro em Porto Velho, com a ordem das apresentações e a participação de escolas, entidades civis e forças militares.

Programação reúne escolas e autoridades

A abertura do desfile será feita por 11 escolas estaduais e 4 municipais. Em seguida, entram na programação as entidades civis, incluindo instituições religiosas, maçonaria e bombeiros civis, antes da apresentação das forças militares.

O evento também terá a presença de autoridades estaduais, incluindo o governador de Rondônia, além do acompanhamento musical das bandas durante o trajeto. A proposta é reforçar o caráter cívico da data e valorizar a participação de diferentes segmentos da sociedade.

Início
8h
Programação oficial prevista para começar pela manhã em Porto Velho.
Escolas
15
Participação prevista de 11 estaduais e 4 municipais na abertura do desfile.
Trajeto
Imigrantes
Estrutura do evento foi montada no trecho entre Jorge Teixeira e Rio Madeira.

Trânsito e estrutura especial para o público

Para receber o desfile, a região teve montagem de palcos e arquibancadas, além de mudanças temporárias no trânsito. A organização buscou garantir mais segurança para os participantes e para o público que acompanha a programação.

Com a presença de estudantes, instituições civis e militares, o desfile reforça a tradição da data em Porto Velho e mobiliza diferentes setores em torno da celebração da Independência.

Fonte da notícia: Governo de Rondônia e Prefeitura de Porto Velho, com informações sobre horário, percurso e logística do desfile cívico-militar.

STF amplia julgamento de Bolsonaro após pedido de Moraes

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Alexandre de Moraes durante sessão do STF com destaque para julgamento de Bolsonaro
Imagem de Alexandre de Moraes e ícone do STF representa julgamento de Bolsonaro, com sessões extras marcadas para 11 de setembro

STF amplia julgamento de Bolsonaro após solicitação de Moraes

O ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal contra Jair Bolsonaro (PL), solicitou sessões extras no Supremo Tribunal Federal para o julgamento de Bolsonaro no STF. O presidente da Primeira Turma, Cristiano Zanin, atendeu prontamente ao pedido e agendou duas sessões adicionais para quinta-feira, 11 de setembro.

O julgamento de Bolsonaro no STF estava inicialmente planejado em quatro sessões: terça à tarde, quarta pela manhã e duas na sexta-feira. Agora, com a nova programação, o julgamento, focado no julgamento de Bolsonaro no STF, pode totalizar dez sessões ao longo de seis dias.

Trama golpista está no centro da acusação

A ação penal em análise trata de uma tentativa de golpe de Estado, conforme apontado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo o processo, os atos investigados culminaram nos eventos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. O julgamento, centrado no STF e no processo de Bolsonaro, começou com o relatório e as manifestações orais da PGR e das defesas.

Na terça-feira seguinte, Moraes apresentará seu voto. Como antecipado por ministros do STF, é provável que essa manifestação ocupe toda a sessão da manhã, com repercussões nos votos seguintes, especialmente no julgamento de Bolsonaro.

Procurador diz que crime foi documentado

Durante sua argumentação, o procurador-geral Paulo Gonet enfatizou que não é necessária uma ordem formal para que haja a configuração do crime. Conforme ele explicou, os acusados deixaram registros claros da tentativa de golpe, vinculando diretamente ao julgamento de Bolsonaro no STF sobre o futuro do ex-presidente.

“Não é necessário haver uma ordem assinada. Quando o presidente e o ministro da Defesa convocam a cúpula militar para apresentar um plano de golpe, o crime já está em andamento”, afirmou Gonet.

Defesa nega envolvimento e tenta anular delação

Os advogados de Bolsonaro buscaram desqualificar a delação premiada do ex-ajudante de ordens Mauro Cid. O advogado Daniel Bialski alegou que o conteúdo da delação é “mentiroso” e “juridicamente inexistente”. Além disso, ele reforçou que o ex-presidente não teve qualquer participação nos atos de 8 de janeiro.

Em paralelo, a defesa do general Walter Braga Netto, feita pelo advogado José Luís Oliveira Lima, criticou a condução do processo. Para ele, não houve tempo hábil para que os advogados analisassem todas as provas. Por isso, ele solicitou a anulação da delação, classificando seu conteúdo como uma “farsa”.

Julgamento no STF pode ter impacto político direto

Com as sessões extras, o Supremo terá até dez oportunidades para avaliar o caso. Ainda que o resultado dependa da composição de votos, muitos já apontam que esse julgamento poderá influenciar o futuro político de Bolsonaro e seus aliados. Nesse contexto, o julgamento no STF, centrado na análise do comportamento de Bolsonaro, reforça a posição do tribunal em defesa da democracia, buscando responsabilizar quem atentou contra a ordem institucional.

Fonte: O Globo

Banco Central estabelece limite no Pix para combater crimes

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Celular com alerta de R$ 15 mil, logotipo do Pix, cadeado e mapa do Brasil com circuitos, representando limite no Pix
Imagem mostra alerta de transação via Pix com limite de R$ 15 mil. Medida do Banco Central visa conter lavagem de dinheiro e crimes financeiros

Regra vale para instituições terceirizadas e aumenta o controle do sistema

O Banco Central anunciou, nesta sexta-feira (5), uma nova medida para fortalecer a segurança do sistema financeiro. A partir de agora, transações via Pix e TED realizadas por instituições não autorizadas terão um limite de R$ 15 mil. O objetivo é claro: dificultar a lavagem de dinheiro e o uso indevido por organizações criminosas.

Embora a mudança seja relevante, ela não afeta bancos tradicionais, que já possuem autorização para operar diretamente com o sistema do BC.

Celular com tela do Pix sobre cédulas de 100 reais em leque
Imagem mostra celular com o logo do Pix sobre notas de R$ 100, simbolizando o volume de transações e o controle proposto pelo Banco Central

Prestadoras terceirizadas são o foco da medida

Segundo o presidente do BC, Gabriel Galípolo, muitas instituições financeiras operam por meio de prestadoras terceirizadas de tecnologia — os chamados PSTIs. No entanto, esse modelo pode abrir brechas que facilitam transações suspeitas. Por isso, o novo limite no Pix foi criado para tornar essas movimentações mais rastreáveis.

A maioria das empresas não será impactada

Mesmo com a nova limitação, o impacto prático deve ser pequeno. De acordo com o Banco Central, 99% das transações de pessoas jurídicas já são inferiores a R$ 15 mil. Portanto, o foco está em reduzir riscos e facilitar a identificação de possíveis crimes financeiros.

Além disso, as empresas que precisarem transferir valores superiores ainda poderão fazê-lo. Para isso, bastarão múltiplas operações, respeitando o teto de cada transação, dentro do limite no Pix.

Exigências aumentam para operadoras indiretas

Fachada do Banco Central do Brasil com logotipo em destaque
Placa institucional do Banco Central em sua sede oficial, representando a autoridade responsável pelas novas regras do Pix

A regra valerá até que a instituição se torne autorizada ou que o prestador de serviço comprove que atende aos novos requisitos técnicos e regulatórios.

Agora, os PSTIs terão até quatro meses para se adequar. Entre as exigências, destaca-se o capital mínimo de R$ 15 milhões. Caso não cumpram os critérios, poderão sofrer medidas cautelares ou até perder a autorização para operar.

Além disso, o prazo para que instituições de pagamento não autorizadas solicitem regularização foi antecipado. Em vez de dezembro de 2029, elas terão até maio de 2026 para se enquadrar com o novo limite no Pix.

Fonte: Olhar Digital

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