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segunda-feira, maio 4, 2026
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CNH mais barata: nova proposta reduz custo em até 80%

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Mão segurando carteira de motorista com destaque para o texto “CNH mais barata” ao lado de ícones e jovem sorrindo com CNH
Imagem mostra a proposta do governo para reduzir custos e facilitar o acesso à CNH, com foco em inclusão e tecnologia

Mais de 100 milhões de brasileiros ainda não possuem carteira de habilitação. Segundo o Ministério dos Transportes, 54% da população dirige sem habilitação ou não dirige. Por isso, o governo federal apresentou uma proposta que pretende cortar até 80% dos custos da CNH nas categorias A e B, com foco na inclusão, uso da tecnologia e flexibilização das regras para uma CNH mais barata.

Custo e burocracia afastam motoristas

Atualmente, tirar a Carteira Nacional de Habilitação custa mais de R$ 3 mil. Por esse motivo, 32% dos brasileiros apontam o valor como o maior impedimento. Diante disso, a proposta visa reduzir significativamente esse custo, ampliando o acesso ao ensino a distância, eliminando a exigência de carga horária mínima nas aulas práticas e oferecendo mais liberdade ao candidato.

Entenda o que muda na formação de condutores

A proposta do governo introduz diversas mudanças relevantes. Primeiramente, o conteúdo teórico poderá ser estudado de três formas: presencialmente, por ensino a distância em empresas credenciadas ou por meio da plataforma digital da Senatran. E, claro, tudo visando uma CNH mais barata.

Além disso, o governo eliminou a exigência das 20 horas mínimas de aulas práticas. Dessa forma, o candidato terá autonomia para escolher como deseja se preparar — seja em um Centro de Formação de Condutores (CFC), seja com um instrutor autônomo credenciado. Isso resulta em uma CNH mais barata, adaptada à realidade de cada pessoa.

Motoristas profissionais também serão beneficiados

Outro ponto importante é a simplificação para as categorias C, D e E. Agora, os serviços poderão ser realizados não apenas por CFCs, mas também por outras entidades credenciadas. Isso representa um avanço, pois torna o processo mais ágil e menos burocrático com potencial para uma CNH mais barata.

Impactos esperados com a proposta

Com essa mudança, o governo pretende:

  • Em primeiro lugar, aumentar a formalização no trânsito;

  • Além disso, ampliar o número de motoristas habilitados;

  • Também, reduzir a condução sem formação adequada;

  • Por fim, oferecer uma alternativa mais moderna e barata para quem deseja obter a CNH.

Vale destacar que essa medida beneficiará especialmente brasileiros de baixa renda, que geralmente encontram no custo o principal obstáculo para se habilitar.

Segurança continuará garantida

Mesmo com a proposta de flexibilização, os exames teórico e prático permanecem obrigatórios. De acordo com a Senatran, o novo modelo não compromete a segurança viária. Pelo contrário, ele reforça a fiscalização e contribui para reduzir a informalidade no processo de habilitação, enquanto busca uma CNH mais barata.

Tecnologia a favor do usuário

A proposta inclui o uso de plataformas digitais semelhantes a aplicativos de mobilidade, que permitirão agendar aulas, realizar pagamentos online e localizar instrutores com facilidade. Adicionalmente, cada instrutor autônomo será identificado por meio da Carteira Digital de Trânsito, com registro direto no sistema.

Um modelo inspirado em experiências internacionais

Por fim, a proposta segue modelos já adotados em países como Estados Unidos, Canadá, Japão e Reino Unido. Nesses locais, o processo é mais flexível e centrado na autonomia do cidadão. Assim, o Brasil busca se modernizar e ampliar o acesso à habilitação a preço mais barato sem comprometer a qualidade, resultando numa CNH mais barata.

Fonte: Governo Federal

Carimbo de passaporte será eliminado na Europa até 2026

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Adeus ao carimbo no passaporte: Europa vai adotar sistema eletrônico com biometria a partir de 2025
Novo sistema europeu vai substituir o carimbo de passaporte por controle digital com biometria facial e impressões digitais

A União Europeia inicia em outubro de 2025 a substituição do carimbo de passaporte por um sistema digital com biometria facial e digital. Esse novo sistema representa um passaporte sem carimbo. A medida será obrigatória em 29 países até abril de 2026.

Europa inicia substituição do carimbo de passaporte

A União Europeia lançará, a partir de outubro de 2025, o Sistema de Entrada/Saída (EES). Essa tecnologia vai substituir o carimbo físico no passaporte por um registro digital com dados biométricos, como foto facial e impressões digitais. Com a instalação desse sistema digital, o passaporte pode permanecer sem carimbo. A medida será obrigatória até abril de 2026 em 29 países europeus.

Como funcionará o novo controle de entrada

O EES coletará dados no momento do desembarque. A identificação ocorrerá por meio de equipamentos automáticos ou agentes de imigração, que registrarão as digitais e o rosto do viajante. Seu passaporte estará sem o tradicional carimbo físico, mas será necessário validar a identidade presencialmente.

Essa obrigatoriedade busca garantir maior precisão na fiscalização e impedir fraudes. Além disso, o sistema permitirá rastrear com eficiência a movimentação dos visitantes.

Turistas brasileiros devem se preparar

Cidadãos de fora da União Europeia, incluindo os brasileiros, precisarão seguir as novas exigências. O EES será aplicado a quem viajar por até 90 dias a cada 180 dias, sem visto. Isso abrange turistas, estudantes de curta duração e viajantes a negócios. O EES implica um passaporte moderno e sem carimbo.

Portanto, quem pretende visitar a Europa nos próximos meses deve acompanhar as mudanças e atualizar sua documentação.

Etias: outra exigência que virá em 2026

Além do EES, a União Europeia implantará o Etias (Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem). Esse documento será necessário para embarcar ao continente a partir do último trimestre de 2026. O Etias custará 20 euros e terá validade de três anos. Com essas novidades, o passaporte será utilizado quase sem carimbo.

A ausência dessa autorização poderá impedir o embarque antes mesmo do passageiro sair do Brasil. Assim, o planejamento com antecedência será essencial.

Objetivos do sistema digital

A principal meta da digitalização é tornar o processo de entrada mais ágil e seguro. Com os dados biométricos, os países participantes conseguirão verificar, com rapidez, o histórico de permanência dos turistas. Além disso, o sistema aumentará o controle sobre entradas repetidas e prazos ultrapassados.

Dessa forma, a União Europeia pretende unificar os controles e reduzir as filas nos pontos de imigração, especialmente nos períodos de alta temporada. O passaporte sem carimbo será parte desta evolução no controle de imigração.

Lista dos países onde a regra será aplicada

A nova regra abrangerá os seguintes países:
Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, Tchéquia, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Noruega, Polônia, Portugal, Romênia, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Suécia e Suíça.

O Reino Unido não participará da mudança, pois está fora do espaço Schengen.

Viagens à Europa serão mais controladas

Com a extinção do carimbo e a chegada da biometria, a experiência do turista será mais digital e segura. Embora a tecnologia exija novos passos, ela trará vantagens para todos: filas menores, menos burocracia e mais confiabilidade nos dados. Ter um passaporte sem carimbo, mas com biometria, maximizará a segurança.

Consequentemente, os viajantes brasileiros devem ficar atentos aos prazos de implementação e às novas exigências para garantir uma viagem tranquila.

Fonte: G1

Zambelli continua presa na Itália e aguarda extradição

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Zambelli segue presa na Itália enquanto processo de extradição avança
Imagem mostra Zambelli diante de cela, com chamada sobre prisão e extradição mantida pela Justiça italiana.

Carla Zambelli segue presa na Itália, especificamente em Roma, após condenação pelo STF por crimes digitais. Justiça italiana manteve a detenção, enquanto Câmara dos Deputados analisa cassação de mandato.

Justiça italiana mantém Zambelli presa em Roma

A Justiça da Itália decidiu manter Carla Zambelli (PL-SP) em prisão preventiva. A audiência de custódia ocorreu na sexta-feira (1º), em Roma. Após a decisão, a deputada segue detida na Itália enquanto aguarda o desenrolar do processo de extradição solicitado pelo Brasil.

O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou a parlamentar por invasão de sistemas eletrônicos e falsificação de documentos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Desde então, a Interpol passou a considerá-la foragida internacionalmente, o que possibilitou sua captura no exterior.

Deputada foi presa sem resistência

A prisão aconteceu na última terça-feira (29). Zambelli estava em um apartamento na região central de Roma, acompanhada do pai. A polícia local efetuou a prisão sem encontrar resistência.

Mesmo possuindo cidadania italiana, Zambelli pode ser extraditada enquanto está presa na Itália. O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, acionou a Advocacia-Geral da União (AGU) para conduzir as tratativas formais com o governo italiano.

Câmara avalia cassação do mandato

Enquanto permanece presa, Zambelli enfrenta um processo de cassação na Câmara dos Deputados. O caso tramita na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). O relator, Diego Garcia (Republicanos-PR), deve apresentar parecer logo após o recesso.

Se o parecer for favorável à perda de mandato, a proposta segue para votação no plenário. São necessários ao menos 257 votos favoráveis para que a cassação se concretize. Segundo o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a Casa já adota as providências cabíveis.

Partido tenta evitar extradição com pedido de asilo

A defesa da deputada tenta barrar o processo de extradição envolvendo Zambelli presa na Itália. O líder do PL na Câmara enviou solicitação às autoridades italianas, pedindo asilo político sob alegação de perseguição ideológica.

O caso teve novas repercussões. O marido de Zambelli perdeu o cargo que ocupava na Prefeitura de Caucaia (CE). Além disso, um parlamentar italiano denunciou ameaças após divulgar o paradeiro da deputada às autoridades locais.

Fonte: SBT News

Brasileira de 12 anos vai à Olimpíada Internacional de Matemática na Tailândia

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Estudante brasileira vai à Olimpíada Internacional de Matemática na Tailândia
Ana Beatriz, de São Pedro da Aldeia (RJ), representará o Brasil na Olimpíada Internacional de Matemática na Tailândia, em dezembro de 2025

Estudante de 12 anos representará o Brasil na Olimpíada Internacional de Matemática em competição internacional

A jovem Ana Beatriz, de apenas 12 anos, recebeu uma das maiores honras da sua trajetória escolar: representar o Brasil na Olimpíada Internacional de Matemática WMTC, marcada para dezembro, na Tailândia. Moradora de São Pedro da Aldeia (RJ), ela já conquistou mais de 35 medalhas em disputas nacionais e internacionais.

Além disso, Ana se destacou por seu desempenho consistente em provas de alto nível, vencendo adversários de vários países. O talento da estudante brasileira atraiu atenção inclusive fora do país.

Uma trajetória de dedicação e grandes conquistas

Desde a infância, Ana demonstrou paixão por matemática e raciocínio lógico. Com o incentivo da família e esforço diário, ela começou a competir em olimpíadas escolares. Pouco tempo depois, passou a vencer torneios em várias partes do mundo, incluindo a Olimpíada Internacional de Matemática.

Seus principais prêmios incluem:

  • Bronze na Olimpíada Copernicus (EUA)

  • Ouro na Olimpíada SingaMath (Singapura)

  • Prata na Olimpíada Brasileira de Raciocínio Lógico

  • Título internacional Criança Brilhante – Categoria Educação

Portanto, não surpreende que Ana esteja entre os talentos mais promissores da nova geração, incluindo sua participação na Olimpíada Internacional de Matemática.

Tailândia será palco do próximo desafio

A próxima parada da estudante será a WMTC Global 2025, uma das maiores competições de matemática do planeta. O evento ocorrerá entre os dias 3 e 8 de dezembro e reunirá participantes de diferentes continentes. Sem dúvida, será uma oportunidade valiosa para Ana aplicar seus conhecimentos e aprender com os melhores do mundo na Olimpíada Internacional de Matemática.

Contudo, um obstáculo precisa ser superado: os custos da viagem. A família enfrenta dificuldades para arcar com as passagens e a hospedagem da aluna e de um responsável.

Vaquinha une comunidade em torno do futuro

Para viabilizar a participação da estudante, amigos, familiares e apoiadores lançaram uma campanha de arrecadação online. O objetivo é levantar os recursos necessários e, assim, permitir que Ana realize mais esse sonho. “Essa conquista não é só minha, é de todos vocês que estão me ajudando”, afirmou a menina com gratidão.

Quem contribui, portanto, não apenas ajuda uma estudante brilhante, mas também investe no futuro da educação brasileira. Afinal, incentivar talentos como o de Ana é apostar em um país mais justo e inteligente.

Saiba como doar e apoiar a estudante

A vaquinha está disponível no site “Só Vaquinha Boa” e qualquer valor pode fazer a diferença. Acesse o link oficial e contribua:
? https://www.sovaquinhaboa.com.br/vaquinha/bia

Vamos juntos apoiar Ana Beatriz nessa missão internacional. O Brasil precisa de mais exemplos como o dela — e você pode fazer parte disso.

Fonte: Só Notícia Boa

Falha geológica no Canadá pode causar terremoto de magnitude 7,5

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Montanhas escuras com rachadura vermelha brilhante representando falha geológica no Canadá, com alerta sísmico em destaque.
Falha geológica silenciosa há 12 mil anos pode causar terremoto de grande magnitude na região do Yukon, segundo estudo.

Falha está inativa há 12 mil anos, mas sob alta pressão

A falha de Tintina, localizada na região do Rio Yukon, no Canadá, é uma das conhecidas falhas geológicas no Canadá e está silenciosa há pelo menos 12 mil anos — desde o fim da última era glacial. No entanto, um estudo recente publicado na Geophysical Research Letters indica que essa calmaria pode estar próxima do fim. A estrutura geológica está acumulando tensão há cerca de 2,6 milhões de anos, podendo gerar um terremoto com magnitude estimada de até 7,5 na escala Richter.

Esse nível de tremor representa risco real para diversas comunidades e instalações ao longo da falha, principalmente na cidade canadense de Dawson City, que tem aproximadamente 1.600 habitantes.

Paisagem de Yukon, no Canadá, com montanhas e céu nublado, representando a região da falha geológica sob risco de terremoto.
Montanhas cobertas parcialmente de neve e campo aberto representam a paisagem do Yukon, região afetada pela falha geológica de Tintina.

Pesquisadores utilizaram satélites e topografia avançada

O estudo foi conduzido com dados de satélite de alta resolução e imagens de infravermelho da topografia local. Os cientistas buscaram sinais de terremotos antigos na superfície, como escarpas e ondulações geológicas, para determinar o histórico de movimentações ao longo dos últimos milhões de anos.

A análise mostrou que, entre 2,6 milhões e 12 mil anos atrás, a falha se deslocou lateralmente por mais de 1.000 metros. Atualmente, a movimentação é de cerca de 13 milímetros por ano, indicando que a acumulação de tensão continua mesmo sem tremores visíveis.

Riscos sísmicos e consequências para a região

O geocientista Theron Finley, responsável pelo estudo, afirma que falhas costumam se romper após acúmulo entre 1 e 10 metros de deformação. A de Tintina já está dentro dessa faixa. Apesar disso, não é possível prever quando o terremoto ocorrerá — pode ser em breve ou levar milhares de anos.

O impacto de um tremor dessa magnitude pode afetar diretamente comunidades ribeirinhas do Yukon, além de causar deslizamentos de terra em áreas de mineração e infraestrutura próxima à falha.

Falha se conecta com outras formações geológicas

A falha de Tintina percorre mais de 1.000 km, indo da Colúmbia Britânica até o Alasca, passando pelo norte de Montana (EUA). Em sua extremidade sul, ela se liga à falha da Fossa das Montanhas Rochosas, o que aumenta ainda mais o potencial de riscos sísmicos interconectados.

Desde que se tornou ativa há 40 milhões de anos, a falha deslizou cerca de 430 km entre suas bordas. Apesar de pequenos terremotos localizados (entre magnitudes 3 e 4), o silêncio geológico das últimas eras preocupa a comunidade científica.

Monitoramento contínuo e vigilância preventiva

Pesquisadores continuarão monitorando a falha com tecnologia de ponta, buscando antecipar possíveis sinais de rompimento. A detecção de eventos menores e alterações na crosta terrestre pode ajudar a planejar ações emergenciais e estratégias de mitigação de risco para as cidades e atividades econômicas ao redor.

A falha geológica no Canadá representa um verdadeiro “gigante adormecido”, e sua possível reativação exige atenção científica, política e social.

Fonte: Olhar Digital

Trump envia submarinos nucleares após ameaça russa de ataque

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Trump ao lado de submarino nuclear em alerta com explosão e mapa da Rússia ao fundo
Imagem mostra Donald Trump com expressão séria e submarino nuclear em destaque, simbolizando resposta dos EUA às ameaças russas

Trump envia submarinos nucleares após ameaça russa. Movimento aumenta tensão global e pressiona por acordo de paz na guerra da Ucrânia.

Trump envia submarinos nucleares após ameaça russa

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (1º) o envio de dois submarinos nucleares para regiões estratégicas. A decisão foi tomada após ameaças diretas de Dmitry Medvedev, ex-presidente e atual vice do Conselho de Segurança da Rússia.

Medvedev alerta sobre “jogo de ultimatos”

Na quinta-feira (31), Medvedev afirmou que Trump estava conduzindo os países a um “jogo de ultimatos”, o que poderia aproximar EUA e Rússia de uma guerra. Segundo ele, Moscou está preparada para usar armamento nuclear em caso de último recurso.

Diante disso, Trump reagiu com um comunicado oficial na Truth Social:

“Ordenei o posicionamento de dois submarinos nucleares nas regiões apropriadas para o caso de essas declarações tolas e inflamatórias serem mais do que apenas isso.”

Além disso, o presidente americano enfatizou a importância do diálogo.

“Palavras são muito importantes e muitas vezes podem levar a consequências indesejadas. Espero que este não seja um desses casos”, escreveu.

Escalada do conflito Rússia-Ucrânia preocupa líderes

Desde 2022, quando a Rússia iniciou a invasão em larga escala da Ucrânia, o mundo acompanha a escalada da guerra. Embora sanções e tentativas de negociação tenham sido realizadas, os resultados permanecem limitados.

Ainda em 2022, o presidente Vladimir Putin decretou a anexação de quatro regiões ucranianas. Atualmente, cerca de 20% do território ucraniano está sob controle russo. A Ucrânia, por outro lado, tem realizado ataques cada vez mais ousados, inclusive dentro da Rússia.

EUA reforçam postura estratégica e pedem acordo

Trump reiterou que os Estados Unidos não observaram avanços significativos nas negociações de paz. Por esse motivo, além de mobilizar os submarinos, ele pressiona por um acordo imediato. O governo americano teme que a escalada verbal se transforme em conflito armado de proporções globais.

Enquanto isso, a Rússia mantém seus objetivos e não dá sinais de recuo. Apesar dos esforços da diplomacia internacional, a situação segue instável.

Mundo observa tensão com preocupação

Com a mobilização militar e o clima de hostilidade crescente, analistas alertam para o risco de um erro estratégico ou de comunicação. Caso isso ocorra, o conflito pode ultrapassar fronteiras regionais e atingir níveis sem precedentes desde a Guerra Fria.

Portanto, o envio dos submarinos não é apenas simbólico, mas representa uma mensagem clara de força militar e de dissuasão nuclear. Agora, a comunidade internacional observa atentamente os próximos movimentos de Washington e Moscou.

Fonte: CNN Brasil

Ozempic brasileiro chega às farmácias com preço menor

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Caneta de liraglutida destacada em farmácia anuncia a chegada do Ozempic brasileiro
Versão nacional do Ozempic é lançada pela EMS com produção local e valores até 40% mais baratos

Ozempic brasileiro começa a ser vendido nas farmácias

A EMS iniciou a distribuição da liraglutida nacional, uma alternativa ao Ozempic, em redes de farmácia do Sul e Sudeste. O produto chegou às prateleiras nesta semana e, segundo a empresa, estará disponível em outras regiões nos próximos dias.

Produção nacional reduz custos e amplia acesso

Para fabricar o medicamento no Brasil, a EMS investiu mais de R$ 1 bilhão em uma nova unidade industrial em Hortolândia (SP). Como resultado, o produto tem um custo até 40% menor em relação às versões importadas. Com isso, a empresa espera aumentar o acesso ao tratamento.

Os preços sugeridos são:

  • R$ 307,26 (1 caneta)

  • R$ 507,07 (Lirux com 2 canetas)

  • R$ 760,61 (Olire com 3 canetas)

Medicamento já está disponível nas grandes redes

As primeiras 100 mil canetas de Olire e 50 mil de Lirux foram entregues às redes Raia, Drogasil, Drogaria São Paulo e Pacheco. As vendas já começaram nos sites e em lojas físicas. Além disso, a empresa pretende expandir a distribuição de forma gradual para todo o Brasil.

Concorrência se movimenta com o fim da patente do Ozempic

Enquanto a EMS avança com a liraglutida, outras farmacêuticas também se preparam para disputar esse mercado. A Hypera Pharma, por exemplo, planeja lançar um medicamento com semaglutida assim que a patente do Ozempic expirar, o que deve ocorrer em março de 2026.

A EMS, por outro lado, projeta vender 500 mil canetas até agosto de 2026. Dessa forma, a empresa busca consolidar sua posição no mercado de medicamentos voltados ao controle de peso e glicemia.

Produto deve beneficiar milhares de brasileiros

Com fabricação nacional e preço reduzido, o Ozempic brasileiro pode facilitar o tratamento de obesidade e diabetes tipo 2. Além disso, a produção local deve garantir o abastecimento regular e diminuir os custos logísticos. Para muitos pacientes, essa pode ser uma alternativa mais viável e eficaz.

Fonte: CNN Brasil

Café faz bem: tomar até 6 xícaras traz vantagens na melhor idade

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Casal idoso feliz tomando café juntos em mesa de rua, com a frase “Café faz bem” destacada em letras brancas
Imagem mostra idosos sorrindo ao tomar café, representando os efeitos positivos do consumo moderado na qualidade de vida

Tomar até 6 xícaras de café por dia pode melhorar a força muscular, a cognição e a vitalidade na melhor idade, aponta um novo estudo europeu.

Estudo associa o café à saúde e ao envelhecimento ativo

Um estudo publicado pela European Journal of Nutrition indica que o café faz bem à saúde, especialmente entre idosos. A pesquisa acompanhou, por sete anos, 1.161 adultos com 55 anos ou mais, como parte do Estudo Longitudinal de Envelhecimento de Amsterdã (LASA). De acordo com os resultados, o consumo moderado da bebida está associado à melhora da força muscular, das funções cognitivas e da ação antioxidante.

Casal idoso sorridente sentado à mesa com xícaras de café e flores, em ambiente agradável
Casal de idosos desfruta café juntos, simbolizando os efeitos positivos da bebida para cognição e bem-estar

Além disso, a professora Margreet R. Olthof, principal autora do estudo, destacou que o café pode integrar estratégias para promover um envelhecimento saudável. “É importante explorar outras intervenções alimentares para garantir que os idosos vivam vidas plenas”, afirmou ao site da Vrije Universiteit Amsterdam.

Café ajuda a reduzir fraqueza, perda de peso e baixa atividade física

Segundo a nutricionista-chefe da Cleveland Clinic London, Bini Suresh, os dados reforçam que o consumo habitual de café, de moderado a alto, está ligado à redução de fragilidade. A especialista representa a British Dietetic Association (BDA) e ressalta que, além da fácil adesão ao hábito, o café é a segunda bebida mais consumida no Brasil, ficando atrás apenas da água.

Portanto, o café se consolida não apenas como um item cultural, mas como uma escolha estratégica para a saúde.

Substâncias do café auxiliam na cognição e na saúde muscular

Os principais compostos que explicam os benefícios incluem:

  • Cafeína: melhora o estado de alerta e a mobilidade;

  • Polifenóis: oferecem ação antioxidante e anti-inflamatória, evitando a perda muscular;

  • Trigonelina: favorece a memória e o funcionamento cognitivo.

Dessa forma, essas substâncias atuam em sinergia, reforçando a vitalidade de quem consome café com frequência, especialmente na melhor idade.

Consumo excessivo pode causar efeitos colaterais

Apesar dos resultados positivos, o estudo alerta para os riscos do consumo exagerado de cafeína. Segundo a British Heart Foundation, o limite diário ideal é de 400mg — o que equivale a aproximadamente 4 a 5 xícaras. Ultrapassar essa quantidade, no entanto, pode trazer efeitos adversos como ansiedade, insônia, palpitações e aumento da pressão arterial.

Além disso, é importante lembrar que o café não substitui hábitos saudáveis, como a prática regular de atividade física.

Queda no consumo de café no Brasil em 2025

Embora o café continue sendo uma das bebidas mais consumidas do país, o Brasil registrou uma redução de 5,13% no consumo em 2025. Isso ocorreu principalmente devido ao aumento de 80% nos preços entre abril de 2024 e abril de 2025.

Entre os fatores que explicam o cenário, estão as condições climáticas, a alta demanda global e a entrada da China no mercado. Mesmo assim, o consumo interno segue elevado, com tendência de estabilização após o primeiro semestre.

Café, saúde e longevidade: uma combinação promissora

Com base no estudo, fica evidente que, se consumido com moderação, o café faz bem e pode ser uma ferramenta simples e acessível para promover saúde entre os idosos. Logo, incluir o café na rotina pode contribuir para uma vida mais ativa, saudável e longeva.

Alerta de prejuízo: carne em excesso preocupa pecuaristas

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Alerta de prejuízo na pecuária brasileira com excesso de carne e queda de preços após tarifa dos EUA
Tarifa imposta pelos Estados Unidos causa alerta entre pecuaristas brasileiros diante do risco de superoferta de carne no mercado interno

Nova taxação dos EUA atinge exportações de carne bovina do Brasil e deve derrubar preços pagos ao pecuarista. Com carne em excesso no mercado, o impacto é imediato no campo.

Exportações afetadas por tarifa dos EUA

O setor pecuário brasileiro está em alerta com a nova lista de produtos tarifados pelos Estados Unidos, que inclui a carne bovina. A medida, considerada protecionista por especialistas, ameaça diretamente as exportações do Brasil e pode causar carne em excesso, gerando um efeito cascata na economia rural, principalmente entre os pequenos e médios pecuaristas.

Curral vazio em fazenda brasileira simboliza impacto da carne em excesso no mercado interno
Com a tarifa dos EUA, exportações caem e produção excedente permanece no Brasil, deixando currais e frigoríficos ociosos

Queda de preço no mercado interno

Com a carne brasileira encarecida no exterior, parte da produção destinada à exportação deve permanecer no país. Isso tende a aumentar a oferta interna e pressionar os preços para baixo. “Já estamos vendo os preços dos animais caírem. Para o produtor, isso é muito ruim”, alerta Paulo Valini, diretor-secretário do Sindicato Rural de Cascavel (PR), mencionando que carne pode ficar em excesso.

Segundo ele, 30% das exportações brasileiras aos EUA são de carne bovina, o que torna o impacto ainda mais preocupante. A mudança pode desestimular os investimentos em qualidade, já que muitos produtores haviam elevado padrões para atender mercados exigentes como o americano ao evitar carne em excesso.

Impacto imediato e perspectiva

A curto prazo, o consumidor brasileiro pode se beneficiar com a queda no preço da carne, mas o cenário é instável. “Provavelmente por um certo período o consumidor vai se beneficiar. Mas, depois, a cadeia vai acabar se ajustando”, explica Valini. Ele reforça que substituir o mercado americano não será fácil, e conviver com carne em excesso pode ser desafiador.

De acordo com a ABIEC, em 2024 o Brasil exportou cerca de 320 mil toneladas de carne bovina para os EUA, gerando US$ 1,6 bilhão. Os Estados Unidos são o segundo maior destino da carne brasileira, atrás apenas da China. Esta situação pode agravar ainda mais carne em excesso no mercado.

Pressão política e busca por soluções

Valini aponta que a atitude americana atende a pressões internas de produtores locais e revela uma postura protecionista. O governo brasileiro, por sua vez, estuda reações diplomáticas e alternativas comerciais, mas reconhece que, com carne em excesso, a substituição plena do mercado americano levará tempo.

“A situação exige atenção. Esperamos que novas oportunidades surjam no horizonte”, afirma Valini.

Fonte: Sou Agro

Ultraprocessados viciam como drogas, revela estudo da Nature

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Arte com alimentos ultraprocessados formando seringa e frase “ultraprocessados viciam como drogas”
Alimentos ultraprocessados podem viciar como álcool e cocaína, aponta estudo

Estudo global aponta riscos dos alimentos ultraprocessados

Um estudo da revista Nature Medicine revelou que alimentos ultraprocessados podem causar dependência semelhante à provocada por drogas como o álcool e a cocaína. A pesquisa, que analisou mais de 300 estudos realizados em 36 países, trouxe conclusões alarmantes. De acordo com os cientistas, esses produtos afetam diretamente o sistema de recompensa do cérebro, indicando que ultraprocessados viciam como drogas.

A investigação foi liderada por Ashley Gearhardt, psicóloga da Universidade de Michigan. Além disso, contou com a participação de pesquisadores da Universidade Drexel e do Instituto Nacional sobre o Abuso de Álcool e Alcoolismo dos Estados Unidos.

Desejo intenso e perda de controle

Segundo os pesquisadores, os ultraprocessados provocam desejo intenso, perda de controle e consumo compulsivo. Esse padrão de comportamento, portanto, se assemelha ao vício em drogas. Ou seja, mesmo diante de consequências negativas, as pessoas continuam consumindo esses alimentos. O estudo sugere que os ultraprocessados viciam como drogas.

Além disso, medicamentos como os análogos de GLP-1, utilizados para tratar obesidade e diabetes, mostraram eficácia na redução da compulsão alimentar. Curiosamente, esses fármacos também atuam no controle de vícios químicos, o que sugere um mecanismo neurobiológico compartilhado. Portanto, o vínculo entre o consumo de ultraprocessados e a dependência é cientificamente plausível.

Ambiente alimentar perigoso

As autoras do estudo fazem um alerta contundente: “Criamos um ambiente alimentar inundado por produtos que funcionam mais como nicotina do que como nutrição”. Por esse motivo, elas afirmam que as crianças são o principal alvo da indústria alimentícia. No entanto, adultos também são fortemente afetados, já que ultraprocessados muitas vezes viciam como se fossem drogas.

Segundo o artigo, ignorar esse tipo de dependência é uma omissão grave. Em outras palavras, o custo social e médico pode ser alto se medidas não forem tomadas. Por isso, os pesquisadores defendem o reconhecimento clínico do transtorno alimentar por ultraprocessados.

Consequências e próximos passos

Diante das evidências, os cientistas propõem ações imediatas. Entre elas, destacam-se campanhas educativas, políticas públicas restritivas e atualização dos manuais diagnósticos, como o DSM.

Em resumo, o estudo revela que o vício em alimentos não é uma metáfora, mas sim uma condição real e preocupante. Portanto, é fundamental que a sociedade encare essa questão com a seriedade que ela exige, reconhecendo que alimentos ultraprocessados viciam como drogas.

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