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segunda-feira, maio 4, 2026
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Solidão é tão nociva quanto fumar, diz especialista

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Pessoa sozinha em banco de praça representa que solidão faz mal quanto fumar, alerta neurologista
Uma pessoa sozinha em um banco de praça, ilustrando os riscos da solidão comparados ao cigarro, segundo neurologista.

Estudos indicam que a solidão crônica pode causar danos comparáveis ao tabagismo. Segundo o neurologista Dr. Marcelo Cunha, fortalecer vínculos é essencial para proteger corpo e mente.

Solidão faz tão mal quanto fumar 15 cigarros por dia, alerta neurologista

Estudos indicam que a solidão crônica pode causar danos ao corpo e à mente comparáveis ao tabagismo. Segundo o neurologista Dr. Marcelo Cunha, por isso, fortalecer vínculos sociais é essencial para proteger a saúde integral.

Leandro Freitas, doutor em Neurologia e Neurociências e professor da Universidade Católica de Brasília (UCB), fala sobre solidão ao CB.Poder – (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Isolamento afeta diretamente o cérebro

Quem vive sozinho, sem vínculos fortes, enfrenta um aumento constante de hormônios do estresse, como o cortisol. Além disso, o corpo passa a sofrer inflamações silenciosas, o sono piora e as defesas naturais caem. Por isso, a solidão pode fazer tão mal quanto o hábito de fumar 15 cigarros todos os dias.

Solidão favorece doenças do coração e depressão

Em um ambiente sombrio, um homem reflete em solidão, transmitindo uma atmosfera de introspecção e melancolia.

Estudos recentes confirmam que a solidão aumenta o risco de hipertensão, doenças cardíacas, depressão e até demência. Isso acontece porque o cérebro humano depende da convivência para funcionar bem. Quando faltam conversas, abraços e trocas diárias, áreas ligadas à emoção, à motivação e à memória ficam sobrecarregadas, mostrando que solidão faz tão mal quanto fumar.

Relacionamentos protegem o corpo e a mente

Segundo o neurologista, manter laços fortes protege o cérebro e garante que funções importantes se mantenham ativas. Ao contrário, quem se isola entra num ciclo de apatia que alimenta a ansiedade e a depressão. Para evitar isso, é essencial investir em vínculos saudáveis e entender que a solidão faz mal quanto fumar.

Fortalecer laços reduz os danos da solidão

Felizmente, é possível reverter os efeitos do isolamento. Dr. Cunha recomenda passar mais tempo com familiares, cultivar amizades, entrar em grupos de atividades ou até adotar um pet. Pequenos gestos de convívio protegem corpo e mente de forma natural, por reconhecer que a solidão faz mal semelhante ao tabagismo.

OMS já vê a solidão como problema global

A Organização Mundial da Saúde (OMS) trata a solidão como questão de saúde pública. Vários países criaram campanhas para incentivar encontros e reduzir o isolamento, principalmente entre idosos. No Brasil, especialistas cobram políticas públicas que incentivem o convívio comunitário, considerando que solidão faz mal como fumar.

Para o neurologista, dar atenção à saúde mental é tão importante quanto cuidar do corpo. “A solidão mata aos poucos, assim como o cigarro. Precisamos falar sobre isso e agir enquanto é tempo”, alerta Cunha.

Fonte: Correio Braziliense

Vacas produzem mais leite em Rondônia com nova alimentação

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Vacas leiteiras pastando em um campo verde ensolarado em Rondônia, Brasil.
Gado leiteiro em pastagem exuberante em Rondônia, estado conhecido por sua produção pecuária e que se destaca na bacia leiteira.

Descubra como vacas produzem mais leite em Rondônia graças à alimentação de qualidade, manejo correto e apoio técnico. Um avanço para a pecuária sustentável. Este fato ressalta que vacas produzem mais leite em Rondônia devido às práticas implementadas.

Transformações na pecuária leiteira

Em Rondônia, a pecuária leiteira tem passado por mudanças importantes. Essas transformações são impulsionadas por práticas inovadoras de alimentação. Além disso, elas aumentam a produtividade e promovem a sustentabilidade e a viabilidade econômica das pequenas propriedades rurais, onde vacas produzem mais leite em Rondônia.

Ademar Eggert é aluno do projeto do governo de Rondônia, Consultec Leite, que fortalece a produção de leite do estado
Ademar Eggert é aluno do projeto do governo de Rondônia, Consultec Leite, que fortalece a produção de leite do estado

Redução de custos com alimentação eficiente

A alimentação responde por 50% a 60% dos custos na produção de leite. No entanto, estratégias como a nutrição de precisão mostram que é possível reduzir esses gastos. Ao mesmo tempo, a produção pode aumentar, fazendo com que vacas produzam mais leite em Rondônia. Vacas com maior eficiência alimentar consomem menos para alcançar o mesmo nível produtivo. Dessa forma, a atividade se torna mais lucrativa e eleva o volume de leite por área cultivada.

Apoio do governo e programas de melhoramento

O governo de Rondônia, junto a produtores e laticínios, tem incentivado o melhoramento genético do gado leiteiro. Com isso, técnicas usadas reduzem custos e eliminam a necessidade de touros nas propriedades. Além disso, programas focados na recuperação e renovação das pastagens oferecem suporte técnico e financeiro. Esses programas promovem práticas adequadas de manejo e melhoram a qualidade do leite produzido. Isso é essencial para que vacas produzam mais leite em Rondônia.

A vaca malhada produz até 22 litros de leite por dia
A vaca malhada produz até 22 litros de leite por dia

Resultados positivos para produtores locais

Produtores locais que adotaram essas práticas têm obtido bons resultados. Por exemplo, a diversificação da alimentação, com suplementos como farelo de soja e torta de algodão, eleva a produção de leite. Isso, por sua vez, aumenta a rentabilidade das fazendas. Além disso, essas mudanças ampliam a produtividade e contribuem para a sustentabilidade ambiental e a qualidade do produto final.

Impactos da inovação na pecuária leiteira

Portanto, a combinação entre alimentação diferenciada, práticas sustentáveis e apoio institucional está transformando a pecuária leiteira em Rondônia, onde vacas produzem mais leite naturalmente. Assim, a atividade fica mais eficiente, lucrativa e ambientalmente responsável.

Fonte: Governo de Rondônia

STF impõe tornozeleira eletrônica a Bolsonaro

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Jair Bolsonaro de perfil, com a manchete “URGENTE: Bolsonaro usa tornozeleira após operação da Polícia Federal”.
Ex-presidente Jair Bolsonaro é obrigado a usar tornozeleira eletrônica por decisão do STF após operação da Polícia Federal.

Jair Bolsonaro passa a usar tornozeleira eletrônica por determinação do STF, após operação da Polícia Federal que investiga tentativa de golpe. Decisão também veta redes sociais e contatos diplomáticos.

Bolsonaro terá que usar tornozeleira eletrônica após operação da Polícia Federal

Brasília, 18 de julho de 2025 — A Polícia Federal realizou nesta quinta-feira uma nova operação que mira o ex-presidente Jair Bolsonaro. Por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), Bolsonaro deverá usar tornozeleira eletrônica, incluindo monitoramento eletrônico, e ficará proibido de acessar redes sociais ou conversar com diplomatas.

Medidas mais rígidas

Desta vez, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão na casa de Bolsonaro, em Brasília, e em outros endereços ligados a ele. Além disso, os agentes recolheram documentos e aparelhos eletrônicos. O objetivo é aprofundar a investigação sobre supostas tentativas de impedir a posse de Lula em 2023, destacando a necessidade de uma tornozeleira eletrônica.

Para garantir o monitoramento, o ministro Alexandre de Moraes determinou o uso da tornozeleira. Assim, a Justiça controlará todos os deslocamentos do ex-presidente em tempo real, com auxílio da tornozeleira eletrônica. Além disso, Bolsonaro não poderá usar redes sociais nem manter contato com outros investigados ou diplomatas.

Contexto das investigações

Nos últimos meses, a apuração avançou de forma significativa. Operações anteriores já haviam indiciado Bolsonaro, militares e assessores por organização criminosa, tentativa de golpe de Estado e violência contra o Estado de Direito. As penas podem ultrapassar 12 anos de prisão.

Reação e próximos passos

Após a operação, aliados de Bolsonaro afirmaram que ele colaborou sem apresentar resistência. Mesmo assim, a defesa considera a tornozeleira uma medida exagerada e promete recorrer nos próximos dias. Apesar disso, o Supremo mantém o processo ativo e pode determinar novas medidas a qualquer momento, como o uso contínuo da tornozeleira eletrônica.

O que muda daqui para frente

Com a tornozeleira eletrônica, Bolsonaro terá todos os passos monitorados. Além disso, precisará manter distância de diplomatas, embaixadas e redes sociais. O Ministério Público e a Justiça Eleitoral acompanharão o cumprimento das restrições.

Assim, o caso marca mais um capítulo da crise política que envolve suspeitas de tentativa de golpe e ataques à democracia.

Fonte: G1

Tarifa de Trump paralisa exportações de pescado do Brasil

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Exportações de pescado do Brasil paralisadas por tarifa de Trump, imagem mostra peixes frescos empilhados.
Exportações brasileiras de pescado são suspensas após nova tarifa de 50% imposta pelos EUA durante governo Trump.

As exportações brasileiras de pescado para os Estados Unidos foram suspensas após o governo de Donald Trump anunciar uma tarifa de 50% sobre produtos do Brasil. A decisão atinge em cheio a piscicultura, setor que mais crescia no agronegócio. Milhares de toneladas de peixes estão paradas em portos brasileiros.

? Escalada da crise

A nova tarifa entra em vigor em 1º de agosto. Porém, importadores norte-americanos já suspenderam pedidos e embarques. Por isso, a reação foi quase instantânea e afeta as exportações de pescado do Brasil.

Tilápias empilhadas, simbolizando a paralisação da exportação de pescado brasileiro após tarifa dos EUA.
Imagem mostra tilápias prontas para exportação, afetadas pela tarifa de 50% imposta pelo governo Trump.

Os Estados Unidos compram entre 70% e 90% do pescado brasileiro exportado. Tilápia e tambaqui lideram essa lista. Só nas primeiras semanas, 1.500 toneladas ficaram retidas. Isso significa uma perda de mais de R$ 240 milhões.

Efeitos na cadeia produtiva

Com a tarifa, cerca de 58 contêineres com pescado não saíram do país, impactando diretamente as exportações de pescado do Brasil. Os portos de Salvador, Pecém e Suape concentram grande parte dessas cargas.

As associações do setor alertam: pequenos piscicultores são os mais prejudicados. Sem vender, eles não conseguem pagar ração, energia e salários. Portanto, o impacto é imediato.

A tilápia representa até 97% das exportações de filé para os EUA. O setor movimenta milhões de dólares por ano. Agora, mais de 90% desse mercado pode desaparecer se nada for feito.

Reação do setor produtivo

Já que o setor de exportações de pescado do Brasil enfrenta problemas, produtores cobram do governo federal uma solução rápida. Querem que a tarifa seja adiada por 90 dias, no mínimo. Assim, evitariam perdas maiores.

As lideranças pedem cuidado. Para elas, retaliações duras podem piorar a situação. Por isso, defendem diálogo para reverter o bloqueio.

Empresas já buscam alternativas. Querem vender para a Europa, Japão, Emirados Árabes e América do Sul. Mas, até agora, os novos contratos são pequenos e avançam devagar.

Cenário preocupante

A interrupção das exportações freia um setor que crescia mais de 10% ao ano. A piscicultura gera mais de 1 milhão de empregos em todo o país. No entanto, sem mercado, o prejuízo pode ser bilionário. Além disso, compromete a renda de milhares de famílias envolvidas nas exportações de pescado.

Enquanto isso, produtores esperam uma resposta rápida de Brasília. É preciso negociar com os Estados Unidos e abrir mercados alternativos. Só assim o colapso poderá ser evitado.

Perspectivas

As tarifas de Trump escancaram a dependência do Brasil de um único comprador. Hoje, contêineres lotados, contratos congelados e criadores endividados são realidade. O setor de exportações de pescado do Brasil pede ação urgente. Se nada mudar, a piscicultura, antes orgulho do agronegócio, pode se tornar um novo problema social e econômico.

Fonte: Band News

Nova terapia faz 100% das crianças com surdez genética ouvirem

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Menina loira toca o ouvido com leve sorriso, destacando nova terapia genética que devolve audição a crianças com surdez hereditária.
Nova terapia genética devolve a audição a 100% das crianças com surdez genética, marcando avanço histórico na medicina.

Cientistas testam nova terapia genética que devolve a audição natural a 100% das crianças com surdez genética, com resultados em poucos meses.

Nova esperança para a surdez infantil

Uma terapia experimental está mudando a história da medicina. Pesquisadores conseguiram fazer todas as crianças com surdez genética congênita ouvirem poucos meses após receberem o tratamento. Essa nova terapia para surdez genética representa uma esperança real para milhares de famílias.

Primeiros testes comprovam eficácia

Nos primeiros testes, bebês com uma mutação genética rara foram tratados. Essa alteração no DNA impede o funcionamento das células auditivas. No entanto, a nova técnica de terapia genética resolve o problema de forma direta.

Com menos de seis meses, todos os bebês apresentaram respostas auditivas normais para a faixa etária. Por isso, os médicos consideram o avanço um marco na terapia de surdez genética.

Tecnologia de ponta corrige o DNA

Para corrigir a mutação, os cientistas usam o CRISPR-Cas9, uma “tesoura genética”. Essa ferramenta identifica a parte defeituosa do DNA, faz o corte e repara o gene. Assim, o procedimento atinge apenas a região do ouvido interno, sem afetar outras funções.

Além disso, o método é minimamente invasivo. A aplicação da nova terapia genética na cóclea é feita por uma injeção dentro da estrutura do ouvido responsável por captar os sons.

Mais rapidez, menos riscos

Diferente de implantes e aparelhos auditivos, essa terapia devolve a audição natural. Em questão de semanas, as crianças começam a reagir a estímulos sonoros. Para os médicos, isso reduz riscos e acelera o desenvolvimento da fala na surdez genética.

Outro ponto positivo é que o tratamento não exige manutenção constante, ao contrário dos dispositivos tradicionais.

Surdez genética ainda é um desafio

Atualmente, cerca de 1 em cada 1.000 recém-nascidos nasce com surdez hereditária. Até hoje, a única saída era usar aparelhos auditivos ou realizar implantes. Apesar de úteis, esses recursos não restauram completamente a audição.

Com a nova técnica, o cenário muda. As crianças passam a ouvir sons reais de forma espontânea, o que facilita a socialização e a aprendizagem com a terapia de surdez genética.

Próximos passos até a liberação

Mesmo com resultados promissores, a terapia ainda está em fase de testes. Os pesquisadores continuam monitorando possíveis efeitos a longo prazo. Além disso, novas fases de estudos clínicos são necessárias para garantir a segurança total.

Se tudo seguir conforme o planejado, a expectativa é que o tratamento esteja disponível em até cinco anos. Enquanto isso, cientistas de todo o mundo acompanham cada detalhe dessa inovadora terapia de surdez genética.

Ciência rompe barreiras

Para médicos e famílias, esse avanço mostra como a ciência pode resolver problemas antes considerados impossíveis de tratar. A expectativa é que, com o tempo, essa nova terapia de surdez genética e outras doenças genéticas também possam ser tratadas com edição de DNA.

Fonte: Só Notícia Boa

Toffoli anula condenações da Lava Jato contra Alberto Youssef

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Dias Toffoli anula todas as condenações da Lava Jato contra Alberto Youssef, com imagem dos dois.
O ministro Dias Toffoli decidiu anular todas as sentenças da Lava Jato contra Alberto Youssef, marco jurídico que repercute na operação.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, anulou nesta terça-feira todas as condenações da Lava Jato contra Alberto Youssef. A decisão também invalida as ações da 13ª Vara Federal de Curitiba, que eram conduzidas pelo então juiz Sergio Moro.

Por que as sentenças foram anuladas

Segundo Toffoli, houve um conluio entre juiz e procuradores. Para ele, isso violou direitos básicos do réu, como o contraditório e a ampla defesa. Além disso, o ministro destacou o uso de provas obtidas de forma irregular. Entre elas, estão escutas clandestinas na cela da Polícia Federal em Curitiba.

Ministro Dias Toffoli no STF, autor da decisão que anulou Lava Jato Youssef
Ministro Dias Toffoli no STF, autor da decisão que anulou Lava Jato Youssef

O que muda na prática

Com a decisão, todas as condenações e restrições contra Youssef perdem efeito. No total, as penas somavam mais de 120 anos de prisão. Ao mesmo tempo, as provas produzidas deixam de ter validade. No entanto, o acordo de delação premiada de Youssef continua válido, como destacou o ministro.

Contexto mais amplo

A anulação amplia uma série de decisões recentes. Toffoli já anulou sentenças contra outros alvos da Lava Jato, como Marcelo Odebrecht e Antonio Palocci. Para ele, parte das investigações desrespeitou regras e usou métodos ilegais.

Alberto Youssef em audiência da Lava Jato, beneficiado por anulação de Toffoli
Alberto Youssef em audiência da Lava Jato, beneficiado por anulação de Toffoli

Além disso, o ministro reforçou que o combate à corrupção deve respeitar os limites da lei. Portanto, mesmo investigações com objetivos corretos não podem ignorar garantias fundamentais.

Reações à decisão

Sérgio Moro criticou a medida. Para ele, a anulação estimula a impunidade e sinaliza uma inversão de valores no Brasil. Segundo o ex-juiz, isso pode abrir espaço para novos escândalos, fraudes e desvios de recursos públicos.

Por outro lado, especialistas apontam que a decisão pode gerar novas ações judiciais. Assim, processos baseados em provas ligadas a Youssef podem ser revistos.

Qual é o impacto

A decisão reafirma o STF como guardião do devido processo legal. Para Toffoli, é essencial corrigir abusos, mesmo que cometidos em nome do combate à corrupção. Por isso, a anulação de atos considerados ilegais deve servir de lição para operações futuras.

O que vem a seguir

A anulação das sentenças de Alberto Youssef também coloca em xeque parte das bases da Lava Jato. Agora, o tema deve seguir em debate no Judiciário, no Congresso e na opinião pública.

Fonte: Conexão Política

Lula veta projeto que aumentaria deputados na Câmara

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Lula anuncia veto ao aumento de deputados
Lula veta proposta de aumento no número de deputados federais, alegando inconstitucionalidade e contrariedade ao interesse público.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente o projeto que aumentaria o número de deputados federais de 513 para 531. Esta foi a decisão tomada sobre o veto ao aumento de deputados, oficialmente publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira.

⚖️ Motivações do veto

O governo justificou o veto com base em questões legais e fiscais. A Presidência argumenta que o projeto viola a Constituição, a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2025. Além disso, o aumento nas cadeiras geraria despesas obrigatórias sem previsão clara de impacto financeiro, fonte de custeio ou compensações, afetando também estados e municípios.

Por isso, ministros da Justiça, Fazenda, Planejamento e a Advocacia-Geral da União recomendaram o veto ao projeto de aumento. Esse veto ao aumento de deputados foi essencial em sua análise.

? Custo estimado e impacto

O aumento de 18 cadeiras custaria cerca de R$ 64 milhões ao orçamento federal por ano. Esse valor poderia subir para mais de R$ 140 milhões ao incluir o efeito nos legislativos estaduais, que ajustam suas bancadas conforme o número de deputados federais. Considerando o veto ao aumento de deputados, esse custo torna-se particularmente relevante.

?️ Contexto político e reação do Congresso

O Congresso aprovou o projeto por maioria apertada na Câmara e no Senado. No entanto, o veto reacendeu tensões entre Executivo e Legislativo. Parlamentares da oposição criticaram a decisão e consideraram uma afronta à autonomia do Congresso. Já aliados do governo defenderam a medida como essencial para conter gastos públicos e evitar aumento de deputados.

Alguns veem no veto uma estratégia para evitar desgaste político em ano pré-eleitoral, enquanto outros ressaltam a necessidade de atualizar a representação parlamentar, que não muda desde o Censo de 1993. O veto aumento deputados continua a ser um tema crucial.

Próximos passos

O Congresso terá até 30 dias para decidir sobre o veto em sessão conjunta. Se mantiverem o veto, o Tribunal Superior Eleitoral realizará a redistribuição das cadeiras conforme o Censo 2022, com prazo até outubro. Caso derrubem o veto, as 18 novas vagas serão implementadas, modificando as bancadas estaduais.

? Equilíbrio institucional

Essa decisão surge em um momento de ajuste fiscal, no qual o governo tenta controlar despesas e evitar custos extras. Por outro lado, o aumento de deputados corrigiria a sub-representação de estados mais populosos. Portanto, o impasse revela o desafio de equilibrar demandas regionais, pressões políticas e responsabilidade fiscal, especialmente considerando o veto ao aumento.

Fonte: Metrópoles

Previsão: Frente Fria e Tempo Seco no Fim de Semana

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Frente fria avança com tempo seco no Brasil
Previsão do tempo indica chegada de frente fria e predominância de tempo seco para o fim de semana.

Frente fria avança pelo Sul do Brasil, enquanto tempo seco e baixa umidade dominam o restante do país neste fim de semana. Saiba como se preparar.

Alerta: Frente Fria e Tempo Seco Devem Predominar no Brasil Durante o Fim de Semana

O Brasil se prepara para um fim de semana com condições climáticas distintas em suas regiões. Enquanto uma frente fria avança pelo Sul, a maior parte do país enfrentará tempo seco e baixa umidade do ar. A situação de tempo seco Brasil destaca a necessidade de cuidados especiais.

Frente Fria no Sul

A chegada de uma frente fria ao Sul do Brasil provocará queda nas temperaturas, especialmente a partir de sexta-feira (18). Por exemplo, no Paraná, as mínimas podem chegar a 9°C, com máximas entre 15°C e 17°C. Além disso, a previsão indica céu claro e sem chuvas significativas, proporcionando assim um clima ameno para o litoral e outras regiões do estado.

Tempo Seco no Centro-Oeste, Sudeste e Norte

Enquanto o Sul experimenta o resfriamento, as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Norte enfrentarão tempo firme e seco. Em estados como São Paulo, Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais, a umidade relativa do ar deve cair abaixo dos 30%, chegando em alguns locais a índices inferiores a 20%. Essa baixa umidade pode causar desconforto e, consequentemente, aumentar os riscos à saúde, especialmente para crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios. Com o tempo seco Brasil, é crucial seguir as recomendações de saúde.

Chuva no Norte e Nordeste

Por outro lado, as regiões Norte e Nordeste apresentarão condições climáticas variadas. No litoral do Maranhão, por exemplo, há previsão de chuvas moderadas, enquanto o sertão e o agreste devem permanecer com tempo firme e calor intenso. Além disso, no Amapá, a aproximação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) pode provocar pancadas de chuva com moderada a forte intensidade.

Recomendações de Saúde

Devido à baixa umidade do ar, que pode causar ressecamento das vias respiratórias, irritação nos olhos e na pele, além de agravar problemas alérgicos e respiratórios, especialistas recomendam:

  • Evitar exercícios físicos ao ar livre entre 11h e 15h.

  • Manter-se hidratado, ingerindo líquidos regularmente.

  • Utilizar umidificadores de ar ou recipientes com água para aumentar a umidade nos ambientes internos.

  • Proteger os olhos e a pele com óculos de sol e hidratantes.

Com a chegada da frente fria no Sul e o tempo seco predominando na maior parte do país, é essencial que a população esteja atenta às condições climáticas. Diante do tempo seco Brasil, é importante adotar medidas preventivas para garantir o bem-estar durante o fim de semana.

Fonte: Olhar Digital

Golpe hacker drena R$ 541 milhões do Pix e transforma em bitcoin

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Hacker encapuzado em frente a notebook com notas de dinheiro e texto R$ 541 milhões ataque hacker.
Imagem ilustrativa mostra hacker encapuzado operando computador, representando golpe de R$ 541 milhões desviado via Pix e convertido em criptomoedas.

Um ataque hacker desviou R$ 541 milhões via Pix em poucas horas. Parte do valor foi convertida em criptomoedas para dificultar o rastreamento, segundo a Polícia Federal. Pix foi alvo de um ataque hacker massivo que resultou em perdas de milhões.

Ataque hacker desvia R$ 541 milhões via Pix e converte parte em criptomoedas, informa PF

Na madrugada de 30 de junho de 2025, criminosos executaram um ataque hacker de grande porte que atingiu o sistema de uma empresa de tecnologia responsável por intermediar transferências via Pix. Os invasores roubaram R$ 541 milhões de uma instituição de pagamento, realizando um dos maiores golpes da história do sistema financeiro brasileiro.

Hacker obteve acesso com ajuda interna

Os investigadores descobriram que um funcionário da prestadora de serviços entregou suas credenciais — login, senha e acesso remoto — a integrantes da quadrilha. Em troca, ele recebeu cerca de R$ 15 mil. Assim, o grupo iniciou as transferências por volta das 2h da manhã. No total, os hackers enviaram dinheiro em 166 operações, distribuindo os valores para 29 entidades diferentes e movimentando contas em seis instituições financeiras. Foi por meio de um ataque hacker que houve o desvio de dinheiro via Pix.

Descoberta rápida evitou prejuízo total

Uma das instituições identificou transações atípicas logo nas primeiras horas. Ao perceber valores muito altos, que passavam de R$ 200 milhões por operação, o setor de segurança acionou as autoridades. Graças à reação rápida, os agentes bloquearam aproximadamente R$ 270 milhões antes que o grupo criminoso conseguisse retirar toda a quantia. A polícia prendeu o funcionário envolvido poucos dias depois.

Quadrilha converteu milhões em criptomoedas

Para dificultar o rastreamento, os golpistas converteram parte dos valores em criptomoedas. Assim que as transferências foram concluídas, dezenas de milhões de reais passaram para carteiras digitais de bitcoin e outras moedas virtuais. Mesmo com as tentativas de ocultação, a Polícia Federal conseguiu recuperar cerca de R$ 5,5 milhões em criptoativos. Além disso, os investigadores congelaram outros R$ 32 milhões em contas ligadas aos suspeitos. No caso Ataque hacker Pix, as criptomoedas foram usadas para esconder o dinheiro.

Fraude expõe fragilidades no sistema

Esse ataque se tornou o maior registrado contra instituições financeiras no país. Como forma de conter novas fraudes, o Banco Central suspendeu temporariamente as operações via Pix de seis instituições financeiras envolvidas na trama. Uma empresa, por exemplo, recebeu mais de R$ 270 milhões em 69 transações, valor que as autoridades já bloquearam.

Ação criminosa impulsiona novas medidas

As investigações continuam para identificar outros integrantes do grupo e recuperar o máximo de dinheiro possível. No entanto, a conversão em criptomoedas ainda representa um grande desafio. O caso também revelou vulnerabilidades nos serviços terceirizados que integram o ecossistema do Pix. Assim, o Banco Central e as instituições afetadas avaliam mudanças na fiscalização e pretendem adotar medidas de segurança mais rígidas para evitar novos golpes. Depois do ataque hacker ao serviço Pix, medidas de segurança estão sendo revistas.

Fonte: CNN Brasil

Moraes decide validar decreto do Governo sobre IOF

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Imagem mostra fachada do STF com a estátua da Justiça em destaque, ao fundo fotos de Alexandre de Moraes, Lula e Fernando Haddad, e o título “STF: Alexandre de Moraes decide validar decreto do governo sobre IOF”.
Decisão de Alexandre de Moraes mantém decretos do governo Lula sobre o IOF e gera reação no Congresso.

Alexandre de Moraes, ministro do STF, decide validar os decretos que aumentam o IOF após tentativa de conciliação fracassar. Decisão garante arrecadação, mas gera reação no Congresso. Nesta decisão, Moraes valida decretos do IOF em um contexto de desafios políticos.

? Moraes mantém decretos do IOF após conciliação fracassada

Brasília, 16 de julho de 2025 — Em decisão monocrática proferida nesta quarta-feira (16), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu a maior parte dos decretos presidenciais que aumentaram o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Foram mantidas as alíquotas para operações de crédito, câmbio, seguros e previdência complementar, anulando apenas o trecho aplicável às chamadas “operações de risco sacado”. A decisão de Moraes valida decretos do IOF, criando assim precedentes para futuras discussões sobre o tema.

? Breve histórico do imbróglio

  1. Decretos federais: Em maio, o governo Lula elevou o IOF em diversos segmentos, justificando o aumento como necessário para ajustar o arcabouço fiscal. Moraes valida decretos do IOF, afirmando que são coerentes com os objetivos fiscais.

  2. Reação do Congresso: Em 25 de junho, o Parlamento derrubou os decretos em votação simbólica, usando decreto legislativo.

  3. Ação no STF: Em 4 de julho, Moraes suspendeu tanto os decretos do Executivo quanto o ato do Legislativo, convocando uma audiência de conciliação entre os Poderes, marcada para 15 de julho.

  4. Audiência sem acordo: O encontro terminou sem consenso. Com isso, Moraes assumiu a decisão sobre os decretos. Moraes valida decretos do IOF que ainda geram debate jurídico.

⚖️ O que a decisão diz

  • O ministro considerou que não houve desvio de finalidade nos aumentos tributários implementados via decreto presidencial, pois visavam ajustar a política macroeconômica.

  • A única exceção foi a tributação de “operações de risco sacado”, considerada uma extrapolação do alcance desse tipo de decreto, já que mesclou natureza creditícia com risco, violando a segurança jurídica.

? Repercussão no Senado

A decisão provocou reações acaloradas no Senado, com críticas de parlamentares que consideram a medida uma afronta ao Congresso e uma demonstração do excesso de poder monocrático do STF. Por outro lado, líderes governistas defenderam que o Supremo desempenhou seu papel de árbitro institucional.

? Implicações e próximos passos

Efeito Impacto
Arrecadação A manutenção do IOF deve trazer incremento aos cofres públicos, mas ainda há incerteza sobre o impacto futuro.
Precedente institucional A decisão reforça o papel do STF como árbitro em conflitos entre Executivo e Legislativo.
Debate sobre monocracias O caso reacendeu críticas à possibilidade de decisões monocráticas sem participação do colegiado.

A próxima etapa pode incluir recursos ao plenário do STF e reações no Congresso, especialmente discussões sobre limitações a decisões individuais de ministros, após edição em que Moraes valida decretos do IOF.

? Desfecho da disputa sobre o IOF

A decisão de Moraes marca uma vitória para o governo, ao salvaguardar a maior parte dos aumentos do IOF, enquanto ainda mantém um canal aberto para contestação institucional e jurídica sobre a forma como o Poder Executivo pode alterar tributos por decreto.

Fonte: Agência Brasil

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