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segunda-feira, maio 4, 2026
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Alex Redano desmente cassação do governador e vice em RO

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Deputado Alex Redano, ao centro, com governador Marcos Rocha e vice Sérgio Gonçalves, rebate fake news de cassação
Alex Redano (centro) esclarece boatos sobre pedido de cassação de Marcos Rocha e Sérgio Gonçalves

Além de negar os boatos, o deputado Alex Redano desmente cassação e reafirma que, até o momento, não existe qualquer pedido formal em andamento na Assembleia Legislativa de Rondônia. Por isso, ele pede cautela à população e orienta que, sempre que possível, todos verifiquem informações antes de compartilhar boatos. Assim, evita-se a propagação de notícias falsas.

Boatos de cassação são desmentidos

Em meio a rumores que se espalharam rapidamente pelas redes sociais, o presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, Alex Redano, decidiu esclarecer os fatos publicamente. De acordo com ele, não existe nenhum pedido de cassação contra o governador Marcos Rocha e tampouco contra o vice-governador Sérgio Gonçalves. Por isso, ele reforçou que toda a informação divulgada sem comprovação deve ser considerada com desconfiança. Desse modo, a população sente alívio após Alex Redano desmentir qualquer cassação.

Deputado reafirma compromisso com a verdade

Ainda segundo Redano, não há qualquer tipo de protocolo ou articulação interna na Assembleia para tratar do assunto. Além disso, o deputado revelou ter recebido diversas mensagens e ligações questionando a suposta movimentação política. Diante disso, ele fez questão de tranquilizar a população: “Quero reforçar: isso é mentira. São boatos, fake news. Não existe protocolo, não existe articulação, nenhum deputado conversou sobre isso”, declarou, reafirmando seu compromisso.

Assembleia condena fake news

Por outro lado, o parlamentar enfatizou a importância de combater informações falsas com responsabilidade. Para ele, é fundamental que a população tenha acesso a dados corretos e verificados. “Informação séria a gente trata com responsabilidade. E é isso que estou fazendo aqui”, completou. De fato, Alex Redano desmentiu os rumores de cassação e reforçou seu compromisso.

Equilíbrio entre os Poderes

Consequentemente, a Assembleia Legislativa de Rondônia segue exercendo seu papel institucional, mantendo o respeito à legalidade e à harmonia entre os Poderes do Estado. Enquanto isso, a presidência reforça que boatos e notícias sem confirmação não têm respaldo dentro do Parlamento quando Alex Redano desmente cassação.

Fonte: Assembleia Legislativa de Rondônia

Carência de nutrientes atinge milhões no Brasil, aponta USP

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“Alimentos relacionados à carência de nutrientes no Brasil, segundo estudo da USP”
Com base em estudo da USP, imagem destaca os alimentos com nutrientes que faltam na dieta dos brasileiros, como leite, banana, brócolis e aveia.

Estudo da USP revela grave carência de nutrientes no Brasil, com consumo insuficiente de cálcio, potássio, zinco e fibras. Especialistas pedem ações urgentes para evitar avanço de doenças crônicas.

Estudo da USP revela déficit nutricional grave entre brasileiros

Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) revelou que a carência de nutrientes no Brasil já é uma realidade que preocupa especialistas. Com base em dados do IBGE e do Ministério da Saúde, o estudo aponta que a maioria da população consome menos cálcio, potássio, zinco e fibras do que o recomendado por órgãos internacionais. Por isso, os riscos de doenças crônicas e problemas de saúde aumentam consideravelmente.

Consumo abaixo do ideal compromete a saúde

De acordo com os pesquisadores, o consumo de cálcio está cerca de 35% abaixo do ideal. Já o déficit de potássio chega a ultrapassar 40%. Esses minerais são fundamentais para a saúde óssea, controle da pressão arterial e funções musculares. Além disso, o zinco — essencial para o sistema imunológico — está em falta em mais da metade dos brasileiros avaliados.

Consequentemente, a população fica mais exposta a doenças como hipertensão, osteoporose e infecções frequentes. Para a equipe da USP, o cenário exige atenção imediata das autoridades sanitárias.

Leia Também: Alimentos Zero Açúcar São Sempre Mais Saudáveis? Nutricionistas Esclarecem

Dieta pobre em fibras também preocupa

Outro aspecto crítico revelado pelo levantamento é o baixo consumo de fibras. Segundo o estudo, os brasileiros ingerem menos da metade do volume recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso se deve, sobretudo, à preferência por alimentos ultraprocessados e à baixa inclusão de frutas, legumes e grãos integrais nas refeições.

Como resultado, cresce o risco de obesidade, diabetes tipo 2 e doenças intestinais, especialmente entre jovens e adultos em idade produtiva.

Especialistas pedem ações urgentes do poder público

A professora Ana Maria Coutinho, da Faculdade de Saúde Pública da USP, afirma que a solução depende de uma atuação conjunta. Para ela, o país precisa implementar campanhas de educação alimentar, melhorar a rotulagem nutricional e incentivar o consumo de alimentos saudáveis por meio de subsídios e políticas públicas.

“É preciso tornar o acesso ao alimento saudável uma prioridade nacional, sob risco de agravarmos ainda mais os índices de doenças crônicas”, alertou Coutinho.

Populações vulneráveis sofrem ainda mais

Embora o problema seja generalizado, os impactos são mais severos entre as populações de baixa renda. Essas pessoas, geralmente, dependem de alimentos industrializados mais baratos e pobres em nutrientes. Crianças e idosos estão entre os mais prejudicados, pois enfrentam maior dificuldade para absorver ou repor esses nutrientes.

Nesse contexto, programas sociais e cestas básicas também devem passar por reformulações, com foco na qualidade nutricional dos alimentos distribuídos.

Fonte: Diário do Comércio

Golpe com site falso do Enem prejudica 35 mil estudantes

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Estudante com as mãos no rosto diante de um notebook após cair em golpe com site falso do Enem
Jovem demonstra frustração após ser lesado por golpe digital durante a inscrição para o Enem 2024

Golpe com site falso do Enem prejudica milhares de estudantes

Uma quadrilha enganou mais de 35 mil candidatos ao Enem 2024 ao criar sites falsos de inscrição. O grupo copiou o layout do portal oficial do Inep e induziu os estudantes a realizarem pagamentos via Pix. Como consequência, as vítimas perderam a inscrição e a chance de participar da prova. De acordo com a Polícia Federal, os golpistas arrecadaram mais de R$ 3 milhões.

Tela do aplicativo do Enem exibindo a opção de login com conta gov.br
Aplicativo do Enem com interface de login exibindo o botão “Entrar com gov.br”

Leia Também: Aulão pré-Enem gratuito oferece 200 vagas em Porto Velho

Polícia Federal prende suspeitos e bloqueia bens

Na manhã desta quinta-feira (10), a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em Praia Grande (SP), como parte da investigação sobre o golpe aplicado em milhares de candidatos do Enem. Durante a ação, foram detidos suspeitos com extenso histórico criminal. Um deles já acumula 15 registros por estelionato.

Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio de bens dos envolvidos, com o objetivo de garantir a reparação dos prejuízos causados às vítimas.

Durante o período oficial de inscrições, entre 27 de maio e 14 de junho de 2024, a quadrilha divulgou os sites falsos em larga escala. Logo após preencherem os formulários, os candidatos realizavam o pagamento para contas ligadas a uma empresa privada. Por sinal, essa mesma empresa já enfrentava reclamações na internet por fraudes anteriores.

Campanha “Só Oficial” orienta candidatos

A operação recebeu o nome de “Só Oficial”, uma estratégia da PF para reforçar a importância do acesso seguro. Por isso, a corporação orienta que os estudantes confiram se o endereço eletrônico possui o domínio ‘gov.br’, que identifica sites oficiais do governo brasileiro. Desse modo, os candidatos podem evitar fraudes semelhantes no futuro.

O Inep confirmou que o período de inscrições para o Enem 2025 encerrou em 13 de junho. Conforme o cronograma nacional, as provas serão aplicadas nos dias 9 e 16 de novembro.

Estudantes enfrentam prejuízos acadêmicos e emocionais

Além do impacto financeiro, milhares de jovens viram seus planos educacionais comprometidos. O Enem representa a principal via de acesso ao ensino superior público, incluindo programas como Sisu, Prouni e Fies. Consequentemente, a exclusão de tantos estudantes amplia a desigualdade educacional.

Atualmente, a Polícia Federal continua com as investigações. O objetivo é identificar todos os envolvidos e aplicar as punições previstas para o crime de fraude eletrônica continuada.

Fonte: Agência Brasil

Políticos ganham força ao reagir a ataques de Trump

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Montagem editorial mostra líderes estrangeiros diante de Trump, simbolizando como ataques de Trump fortalecem esses políticos globalmente.
Líderes estrangeiros ganham força após ataques de Trump; imagem simboliza a resposta internacional ao protecionismo dos EUA.

Trump tenta enfraquecer governos com tarifas e provocações, mas líderes estrangeiros reagem com patriotismo. No Canadá, México e agora no Brasil, ataques do presidente dos EUA impulsionam discursos de soberania e fortalecem adversários nas urnas. Os ataques de Trump fortalecem líderes estrangeiros, gerando um impulso renovado nas eleições.

Quando Trump ataca, líderes crescem com discurso patriótico

A nova tarifa de 50% imposta por Donald Trump sobre produtos brasileiros pode não ter o efeito esperado. Em vez de enfraquecer o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, ela pode fortalecê-lo. Isso já aconteceu em outros países. Assim, a estratégia de Trump, ao atacar outros países, também fortalece líderes estrangeiros.

Diversos analistas apontam para o chamado efeito Trump. Ele descreve o fenômeno em que ataques do presidente americano geram reações nacionalistas e reforço à liderança local. Assim, em vez de prejudicar, Trump acaba beneficiando seus alvos.

? Leia Também: Trump mira Brasil com tarifas e revela crise democrática nos EUA

No Canadá, Trump uniu o eleitorado contra a interferência

Em abril, o Partido Liberal venceu as eleições no Canadá após Trump voltar ao poder e hostilizar o país. O presidente americano ameaçou tarifas e fez provocações diretas. Em resposta, os liberais adotaram um discurso firme em defesa da soberania canadense. Estimular o patriotismo frente aos ataques de Trump fortalece líderes estrangeiros, como ocorreu no Canadá.

Como resultado, o orgulho nacional cresceu. Muitos eleitores rejeitaram a tentativa de interferência externa. Isso impulsionou a base governista e virou o jogo eleitoral.

Groenlândia e México responderam com firmeza — e venceram

Na Groenlândia, Trump gerou polêmica ao afirmar que queria “comprar” o território. Embora a proposta tenha sido tratada com ironia, ela reacendeu o debate sobre autonomia. Partidos que defenderam a independência se destacaram nas urnas.

Já no México, a presidente Claudia Sheinbaum viu sua aprovação crescer após ataques verbais de Trump. Ao reagir com firmeza e nacionalismo, ela conquistou ainda mais apoio popular. Esses são exemplos de como Trump, ao atacar, fortalece os líderes estrangeiros.

Austrália rejeitou estilo trumpista nas urnas

A retórica de Trump também teve efeitos indiretos na Austrália. Lá, o opositor do primeiro-ministro Anthony Albanese tentou adotar um discurso conservador e agressivo. Contudo, a estratégia fracassou.

Embora Albanese estivesse em queda nas pesquisas, ele se reelegeu. A rejeição ao estilo autoritário foi um fator importante, segundo analistas locais. Trump ataques realmente fortaleceram líderes estrangeiros.

Brasil entra no radar do efeito Trump

Com o Brasil agora como alvo, Lula pode repetir esse padrão. A nova tarifa atinge setores como aço, cobre e medicamentos. No entanto, a resposta veio rápida. Lula anunciou que vai aplicar a Lei de Reciprocidade Econômica. Patrimonialismo em resposta aos ataques de Trump fortalece líderes no exterior.

Segundo o cientista político Rafael Cortez, o impacto eleitoral dependerá da estratégia do governo. “Se Lula souber explorar o discurso de soberania, pode sair fortalecido”, afirmou.

Interferência externa costuma gerar efeito contrário

Em todos os exemplos citados, a pressão externa fortaleceu quem foi atacado. A lógica é simples: quando Trump tenta interferir, muitos países reagem com união interna.

Com isso, surge um sentimento de resistência. E é esse sentimento que pode ser decisivo nas urnas — inclusive no Brasil, caso o governo saiba aproveitá-lo. Sem dúvida, os ataques de Trump acabam por fortalecer líderes estrangeiros.

Fonte: BBC Brasil

SUS pode oferecer terapia celular contra câncer de R$ 3 milhões

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Paciente do SUS em tratamento com terapia celular contra câncer com uso de células CAR-T em hospital público
Imagem ilustrativa mostra paciente do SUS em tratamento, enquanto equipe médica prepara células CAR-T em ambiente laboratorial

O SUS pode, em breve, oferecer o tratamento CAR-T contra o câncer. Embora o custo chegue a R$ 3 milhões, a terapia já salvou vidas. Por isso, pesquisas nacionais buscam ampliar o acesso e reduzir os custos.

SUS estuda oferecer terapia celular contra câncer agressivo

O Sistema Único de Saúde (SUS) avalia a adoção de uma das terapias mais modernas contra o câncer: a CAR-T, que usa células do próprio paciente para atacar tumores. A técnica já salvou vidas e pode custar até R$ 3 milhões por pessoa, mas especialistas defendem a incorporação no sistema público devido ao impacto positivo.

Terapia celular dá nova chance a pacientes sem alternativas

A terapia CAR-T modifica as células de defesa do paciente para que elas reconheçam e destruam o câncer. O tratamento já alcançou remissão completa em pessoas com leucemia, linfoma e mieloma múltiplo, especialmente em estágios avançados.

“Pacientes que não tinham mais opção conseguiram voltar a viver com qualidade”, afirma Jayr Schmidt Filho, do A.C.Camargo Cancer Center.

? Leia Também: Sete mil passos por dia podem reduzir o risco de câncer

Como funciona o tratamento?

Pesquisador manipula amostras no microscópio durante estudo sobre terapia celular contra câncer
Profissional de laboratório realiza análise celular como parte do processo de desenvolvimento da terapia CAR-T no Brasil

Os profissionais coletam as células T diretamente do sangue do paciente. Depois, os laboratórios modificam essas células com engenharia genética para reconhecer alvos específicos do tumor. Em seguida, as equipes médicas reinfundem as células no corpo do paciente.

Durante o processo, os médicos aplicam uma quimioterapia preparatória para abrir espaço no sistema imunológico. As células modificadas se multiplicam e atacam as células tumorais.

Custo elevado ainda limita o acesso

O tratamento pode custar entre R$ 2 milhões e R$ 3 milhões, pois depende de tecnologia internacional, transporte e internações especializadas. Até o momento, o SUS não oferece a terapia.

Paciente em tratamento hospitalar recebe cuidados intravenosos como parte da terapia celular contra câncer
Paciente em ambiente clínico recebe tratamento personalizado que pode incluir infusões de células CAR-T

Entretanto, centros brasileiros como Fiocruz e Instituto Butantan já trabalham no desenvolvimento de versões nacionais do CAR-T, o que pode reduzir custos e permitir o uso gratuito pelo sistema público.

SUS pode liderar inovação no combate ao câncer

Especialistas acreditam que o SUS pode liderar essa transformação ao garantir o acesso gratuito a um tratamento de ponta. Além da pesquisa nacional, o país pode aplicar modelos de remuneração por desempenho, nos quais os hospitais só recebem se o tratamento for eficaz.

“O câncer vai se tornar uma doença controlável, como o HIV, se a gente tiver acesso a terapias como essa”, afirma o oncologista Stephen Stefani, da Oncoclínicas.

Ao incorporar a terapia CAR-T, o SUS pode colocar o Brasil entre os países que democratizam o acesso à medicina de precisão e salvam vidas por meio da inovação pública.

Fonte: G1

Trump mira Brasil com tarifas e revela crise democrática nos EUA

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Trump furioso diante da Casa Branca em chamas simboliza o colapso da democracia americana
Com expressão de raiva, Trump empunha bandeira dos EUA diante da Casa Branca rachada e em chamas, simbolizando autoritarismo e retaliação contra o Brasil.

Trump impõe tarifa ao Brasil e escancara o uso autoritário do comércio. A retaliação revela como os EUA estão abandonando princípios democráticos e adotando práticas de coerção internacional contra países soberanos, que, para muitos, simboliza o colapso da democracia americana.

EUA usam tarifas como instrumento de coerção

Fachada da Casa Branca iluminada à noite, símbolo do poder político dos EUA em meio a tensões democráticas
A Casa Branca iluminada em contraste com o céu escuro representa a instabilidade política e o simbolismo do colapso democrático nos Estados Unidos

A decisão de Donald Trump de impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros ultrapassa os limites de uma política comercial. Na prática, trata-se de um gesto de intimidação que reforça um movimento mais amplo: os Estados Unidos estão abandonando a democracia como base de sua atuação internacional.

Nesse contexto, a ameaça surge como resposta à condução jurídica brasileira no caso do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em vez de utilizar a diplomacia, Trump aposta na retaliação econômica — prática recorrente sempre que enfrenta contrariedade política.

? Leia Também: Trump anuncia novas tarifas e critica Brasil em discurso

Brasil tem autonomia e pouca dependência dos EUA

Navio com contêineres coloridos no oceano representa o comércio internacional entre Brasil e Estados Unidos
Navio de carga com dezenas de contêineres simboliza as relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos, afetadas pela política tarifária de Donald Trump

O Brasil possui mais de 200 milhões de habitantes e uma economia com múltiplos parceiros comerciais. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações para os Estados Unidos representam menos de 2% do PIB nacional.

Ainda assim, Trump insiste na ideia de que pode intimidar o Brasil por meio de tarifas. Esse comportamento revela uma visão distorcida e megalomaníaca, típica de quem não reconhece o cenário multipolar atual. Por outro lado, o Brasil demonstra independência e firmeza ao manter sua soberania diante das pressões externas.

Comércio vira arma de vingança política

Ao aplicar tarifas de forma unilateral, Trump transforma instrumentos econômicos em ferramentas de vingança pessoal. Não há qualquer disputa formal na Organização Mundial do Comércio (OMC), tampouco desequilíbrio comercial grave entre os dois países.

Portanto, a medida não tem fundamento técnico. Seu único objetivo é punir politicamente um país que age de forma independente. Isso expõe uma mudança perigosa no uso do comércio exterior, que deixa de ser um canal de cooperação para se tornar um meio de coerção autoritária.

Sinais claros de megalomania e autoritarismo

Donald Trump discursa com expressão de raiva, simbolizando seu estilo agressivo e autoritário
Com expressão de fúria, Donald Trump discursa em tom agressivo, representando o uso de retórica autoritária e coerção política durante seu governo

O comportamento de Trump reforça traços preocupantes: megalomania, instabilidade e autoritarismo. Ele age como se pudesse reescrever as decisões de uma democracia estrangeira apenas com base em sua vontade e poder econômico.

Além disso, esse padrão acompanha outros episódios graves — como ataques à imprensa, tentativas de desacreditar o sistema eleitoral e ameaças constantes às instituições americanas. Nesse sentido, Trump revela o perfil de um líder que não reconhece limites institucionais e que busca impor sua agenda a qualquer custo.

O colapso da democracia dos EUA se torna evidente

A escalada autoritária de Trump deixa evidente que os Estados Unidos estão abandonando os princípios democráticos que os sustentaram por décadas. O uso de tarifas para punir países autônomos representa uma forma de chantagem econômica, incompatível com qualquer democracia madura.

Se esse modelo se consolidar, os EUA perderão sua legitimidade como liderança global. Em vez disso, passarão a ser vistos como um agente de desestabilização internacional, disposto a sufocar outras nações quando não atendem às suas expectativas. É, portanto, o retrato do colapso prático da democracia americana.

Fonte: G1

Lua cheia do veado ilumina o céu nesta quinta-feira em todo o Brasil

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Lua cheia alaranjada do mês de julho surge no céu do Brasil ao entardecer, com silhuetas de árvores na paisagem.
A lua cheia do veado, fenômeno lunar de julho, será visível no céu brasileiro nesta quinta-feira (10), logo após o pôr do sol.

A “Lua cheia do veado” será visível em todo o Brasil nesta quinta (10). Fenômeno tradicional pode ser observado logo após o pôr do sol, com tonalidade alaranjada.

Tradições e significados

A “Lua cheia do veado” recebe esse nome por marcar a época em que veados machos do Hemisfério Norte (bucks) começam a desenvolver seus novos chifres. Esse significado simbólico tem origem em tradições indígenas da América do Norte, simbolizando a Lua cheia de renovação.

Além disso, essa Lua cheia também é chamada de “Lua do trovão”, em alusão às tempestades comuns de julho no Hemisfério Norte. Povos celtas e europeus antigos chamavam esse período de “Lua das ervas”, por considerarem ideal para colher plantas medicinais. Enquanto isso, os anglo-saxões a nomeavam “Lua do feno”, por coincidir com a colheita do pasto. A observação da Lua cheia do veado era, então, um momento de importantes atividades agrícolas.

Melhor horário e como observar

O ápice da Lua cheia ocorrerá nesta quinta-feira (10), por volta das 17h30 (horário de Brasília). No entanto, o melhor momento para observá-la será no início da noite, logo após o pôr do sol, quando a Lua cheia do veado aparece mais vibrante. Nesse período, o satélite natural surgirá no horizonte com uma coloração alaranjada marcante.

Para observar o fenômeno, o ideal é escolher um local com boa visibilidade do céu e pouca poluição luminosa. Embora não seja necessário nenhum equipamento especial, o uso de binóculos pode ajudar a visualizar detalhes da superfície, como as manchas escuras características da Lua, durante a observação da Lua cheia do veado.

Curiosidades astronômicas

Curiosamente, esta será a Lua cheia mais distante do Sol em 2025, pois ocorre poucos dias após o afélio — ponto em que a Terra está mais afastada da estrela. Esse detalhe reforça o encanto do fenômeno para os amantes da astronomia. A Lua cheia do veado nesta posição, distante, faz com que pareça um pouco menor no céu.

Eclipses e superluas em 2025

O ano de 2025 traz outros eventos astronômicos marcantes. Entre eles, dois eclipses lunares e dois solares, além de três superluas. Assim como a Lua cheia do veado, cada evento astronômico oferece uma oportunidade única de observar o céu.

Eclipses:

  • 13-14 de março: Eclipse lunar total (foi visível no Brasil)

  • 7-8 de setembro: Eclipse lunar parcial (não será visível no Brasil)

  • 29 de março: Eclipse solar parcial (não foi visível no Brasil)

  • 21 de setembro: Eclipse solar parcial (também não será visível no Brasil)

Superluas:

  • 6 de outubro

  • 5 de novembro

  • 4 de dezembro

Durante as superluas, o satélite está em seu perigeu, ou seja, mais próximo da Terra. Por isso, aparece até 14% maior e 30% mais brilhante do que quando está no apogeu (mais distante). Quando comparadas, a Lua cheia do veado se destaca por seu brilho alaranjado no céu brasileiro.

Prepare-se para observar o espetáculo lunar

Portanto, se o céu estiver limpo nesta quinta-feira, aproveite para observar a Lua cheia do veado. Além da beleza, o fenômeno traz um rico simbolismo cultural e marca um dos momentos mais especiais do calendário astronômico de 2025. Basta olhar para o céu e apreciar esse espetáculo natural, visível em todo o Brasil. A conexão humana com a Lua cheia do veado é um exemplo de como os fenômenos astronômicos fascinam e inspiram culturas ao redor do mundo.

Fonte: G1

Feira Mulher do Norte acontece nesta sexta (11) em Porto Velho

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Mulher empreendedora expõe artesanato e roupas na Feira Mulher do Norte em Porto Velho
Expositora apresenta artesanato e produtos autorais durante a Feira Mulher do Norte, em Porto Velho

Nesta sexta-feira (11), a Feira Mulher do Norte chega à 5ª edição com foco em protagonismo feminino. Mais de 30 empreendedoras estarão reunidas para apresentar produtos locais, compartilhar histórias de superação e, além disso, fortalecer a cultura regional por meio do empreendedorismo.

Feira Mulher do Norte acontece nesta sexta em Porto Velho com mais de 30 empreendedoras

A 5ª edição da Feira Livre Mulher do Norte acontece nesta sexta-feira (11), das 10h às 17h, no espaço Multieventos do TRE/RO, em Porto Velho. O evento, idealizado pela Prefeitura de Porto Velho, reúne mais de 30 mulheres que transformaram o empreendedorismo em ferramenta de independência.

Além disso, o público poderá conhecer produtos que valorizam a identidade cultural da região. Entre os destaques estão o artesanato local e indígena, a gastronomia regional, a moda e itens de estética e decoração.

Empreendedorismo feminino e protagonismo em destaque

Visitantes observam estandes de produtos artesanais na Feira Mulher do Norte em Porto Velho
Participantes visitam estandes com produtos variados durante a Feira Mulher do Norte, que ocorre nesta sexta (11), no TRE de Porto Velho

Cada expositora compartilha uma trajetória marcada por desafios, conquistas e superação. Por isso, a feira representa mais do que um espaço de vendas — é também uma celebração da força feminina e da busca por autonomia.

De acordo com a coordenação do evento, a feira reafirma o compromisso da gestão municipal com políticas públicas voltadas à inclusão produtiva, geração de renda e fortalecimento das mulheres empreendedoras.

Política pública que impulsiona histórias reais

Com essa iniciativa, a Prefeitura de Porto Velho busca ampliar as oportunidades e a visibilidade de mulheres que lutam diariamente para manter seus negócios. Além disso, a feira fortalece o vínculo entre as empreendedoras e a comunidade local.

Serviço

  • Evento: 5ª edição da Feira Livre Mulher do Norte

  • Data: 11 de julho de 2025 (sexta-feira)

  • Horário: das 10h às 17h

  • Local: Espaço Multieventos do TRE/RO

  • Endereço: Av. Presidente Dutra, nº 1889 – Bairro Olaria

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Ferrovia que liga Atlântico ao Pacífico une Brasil e China

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Trem em ferrovia que liga Atlântico ao Pacífico entre Brasil e China
Trem atravessa paisagem agrícola no Brasil sob o pôr do sol, simbolizando o início da ferrovia que conectará os oceanos Atlântico e Pacífico.

Brasil e China firmam parceria técnica para construir a ferrovia bioceânica. O traçado interliga o porto peruano de Chancay ao porto de Ilhéus (BA), reduzindo o tempo de transporte de cargas para a Ásia.

Brasil e China avançam na criação da ferrovia bioceânica

O Brasil deu mais um passo importante para a integração logística da América do Sul. Na segunda-feira (7), a estatal Infra S.A. firmou um memorando com o China Railway Economic and Planning Research Institute. O acordo define a cooperação técnica para desenvolver o corredor ferroviário bioceânico, ligando o Atlântico ao Pacífico.

mapa da ferrovia que liga Atlântico ao Pacífico com destaque para FICO e FIOL
Mapa mostra os trechos em estudo e execução da ferrovia que liga o porto de Chancay (Peru) ao de Ilhéus (BA), cruzando o Acre, Rondônia, Mato Grosso e Goiás.

Traçado estratégico cruza regiões agrícolas do Brasil

A ferrovia terá início no porto de Chancay, no litoral do Peru, e passará por Cusco e Pucallpa. Em seguida, alcançará o Acre e cruzará o território brasileiro por Rondônia e Mato Grosso, onde se conecta à Fico (Ferrovia de Integração Centro-Oeste). A partir daí, seguirá até Ilhéus, na Bahia, integrando-se à Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste).

Consequentemente, esse traçado de 4.500 km ligará centros produtores do agronegócio diretamente aos portos, reduzindo gargalos logísticos e custos de transporte.

 ferrovia que liga Atlântico ao Pacífico corta região agrícola em Mato Grosso
Estrutura da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO) avança por campos produtivos de grãos no Cerrado mato-grossense.

? Leia Também: Preço de grãos varia em junho com impacto no agronegócio

Exportações podem se tornar mais rápidas e lucrativas

Atualmente, a China é o principal destino das exportações brasileiras. Estima-se que o novo corredor reduza em até dez dias o tempo necessário para enviar cargas entre os portos do Atlântico e o Pacífico. Portanto, a ferrovia deve aumentar a competitividade do Brasil no mercado internacional, especialmente na venda de soja e minério de ferro.

Segundo Leonardo Ribeiro, secretário nacional de transporte ferroviário, “essa parceria garante segurança técnica e abre espaço para novos investimentos”.

Presença chinesa cresce em obras de infraestrutura

Além disso, o envolvimento chinês não se restringe ao memorando. Delegações técnicas da China visitaram recentemente as obras das ferrovias Fico e Fiol e também o porto de Santos. O porto de Chancay, no Peru, é outro exemplo: com investimento de US$ 3,5 bilhões da Cosco Shipping, será um dos maiores da América Latina e começará a operar em 2026.

Por isso, o Brasil se tornou estratégico para os planos logísticos globais da China.

Alternativas rodoviárias ganham força paralelamente

Enquanto isso, o Brasil também investe no corredor bioceânico rodoviário, ligando o país ao Chile por meio do Paraguai e da Argentina. A principal obra é a ponte entre Porto Murtinho (MS) e Carmelo Peralta, no Paraguai, construída pela Itaipu Binacional. A previsão de entrega é maio de 2026.

Adicionalmente, o governo paraguaio executa a pavimentação de mais de 200 km, com conclusão prevista para dezembro de 2025.

Integração regional impulsiona logística continental

Desde 2023, o programa Rotas de Integração Sul-Americana tem promovido conexões entre o Brasil e os países vizinhos. A rota mais avançada liga o Peru ao Brasil por meio da hidrovia do rio Solimões, que forma o rio Amazonas.

Em resumo, o governo brasileiro aposta em múltiplas frentes para ampliar sua participação no comércio internacional e modernizar sua infraestrutura logística.

Fonte: Brasil Agro

Trump anuncia novas tarifas e critica Brasil em discurso

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Trump critica o Brasil e anuncia tarifas em 2025
“O Brasil não tem sido bom para nós”, disse Donald Trump ao anunciar novas tarifas contra o país

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o Brasil será alvo de novas tarifas comerciais. Conforme discutido nas políticas de Trump para 2025, essas tarifas podem impactar aço, cobre e medicamentos. 

Trump coloca o Brasil na linha de fogo da guerra comercial

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (9) que pretende aplicar novas tarifas contra o Brasil. “O Brasil não tem sido bom para nós”, declarou, ao criticar o comércio entre os dois países. A divulgação oficial das medidas está prevista para o final do dia ou para esta quinta-feira (10).

Trump falou com jornalistas durante um encontro com líderes da África Ocidental na Casa Branca. Ele aproveitou a ocasião para reforçar sua política de tarifas comerciais, que também atinge outras nações.

Leia Também: Trump impõe tarifa de 10% a países alinhados ao Brics

Brics na mira: Brasil é citado entre países que prejudicam os EUA

Líderes mundiais reunidos na Cúpula do BRICS Brasil 2025 no Rio de Janeiro
Cúpula do BRICS 2025 reúne chefes de Estado no Brasil para discutir comércio, desenvolvimento e relações multilaterais

Na avaliação de Trump, países alinhados ao Brics dificultam a entrada de produtos americanos em seus mercados. Como resposta, o presidente tem adotado o que chama de “tarifas recíprocas” para reequilibrar a balança comercial.

Além disso, ele citou o déficit comercial como uma preocupação central. Para Trump, a atual configuração beneficia outras economias em detrimento da americana. Por isso, ele aplicou tarifas de até 30% a países como Argélia, Filipinas e Líbia.

Produtos estratégicos devem ser os primeiros atingidos

Embora Trump ainda não tenha especificado quais bens brasileiros sofrerão sanções, os sinais indicam um padrão já conhecido. Em medidas anteriores, ele aumentou tarifas sobre aço, alumínio, automóveis e autopeças.

Além disso, os Estados Unidos anunciaram nesta semana a taxação de 50% sobre o cobre importado. O presidente também revelou planos de tarifar produtos farmacêuticos em até 200%, exigindo que as empresas levem a produção para dentro do país.

Negociações patinam e geram incerteza internacional

Apesar de ter prometido mais de 200 acordos comerciais desde abril, Trump só firmou dois até agora: com o Reino Unido e o Vietnã. Outros países demonstram ceticismo diante do modelo de negociação proposto.

A África do Sul, alvo recente de uma tarifa de 30%, criticou a decisão. Mesmo assim, manteve o canal diplomático aberto. “Não somos antiamericanos”, afirmou Kaamil Alli, porta-voz do Ministério do Comércio, à agência Reuters.

Exportadores brasileiros devem sentir os primeiros impactos

Navio cargueiro com contêineres coloridos representa as exportações do Brasil em 2025
Exportações do Brasil estão no centro do embate comercial com os EUA após anúncio de tarifas por Donald Trump

A inclusão do Brasil na lista pode afetar diretamente setores como agronegócio, siderurgia e indústria de base. O país figura entre os principais fornecedores de matérias-primas e alimentos para o mercado americano.

Além do prejuízo financeiro, o movimento pode gerar desgastes diplomáticos. A aproximação do Brasil com os países do Brics tem incomodado a Casa Branca, que vê o grupo como um bloco que limita a influência econômica dos EUA.

Fonte: CNN Brasil

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Porto Velho reúne pacote de R$ 187,8 milhões para drenagem, asfalto e mobilidade

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Investimentos miram alagamentos, ruas sem estrutura e rotas logísticas usadas por moradores e caminhoneiros.
Lula e Trump em cena diplomática na Casa Branca com bandeiras do Brasil e dos Estados Unidos

Lula e Trump devem se reunir na Casa Branca nesta quinta-feira

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Reunião em Washington pode marcar nova fase entre Brasil e EUA após atrito envolvendo Ramagem e a PF.
Atendimento oftalmológico em clínica moderna durante ação da campanha 24 Horas pelo Glaucoma

Oftalmologistas lançam mobilização nacional contra o glaucoma

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Mobilização nacional alerta para fatores de risco, acesso pelo SUS e exames que ajudam a preservar a visão.
Carteira de Identidade Nacional sendo entregue em atendimento público em Rondônia

Governo de RO dobra emissão da nova Carteira de Identidade Nacional

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Emissão mensal dobrou no estado, mas quase 58 mil documentos ainda aguardam retirada pelos titulares.