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quarta-feira, maio 6, 2026
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Laboratório da Fiocruz Rondônia realiza exame de rastreio bacteriano em gestantes

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O laboratório de Microbiologia da Fiocruz Rondônia tem realizado exame para rastreio da bactéria Streptococcus agalactiae, também conhecida como Estreptococos do Grupo B (EGB), em gestantes de Porto Velho-RO. Esta bactéria é normalmente encontrada no aparelho digestivo de seres humanos e diferentes animais, sendo que em mulheres é muito comum no canal vaginal, sem que isso cause alguma doença.

No entanto, em mulheres grávidas, colonizadas pela bactéria, pode ocorrer a transmissão deste micro-organismo para o recém-nascido, ocasionando riscos à saúde do bebê, “que poderá desenvolver doenças graves como pneumonia, meningite e sepse”, explica o pesquisador Roger Lafontaine, autor do estudo.

O pesquisador também esclarece que, atualmente, não temos na rede pública de saúde um exame específico disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), para detectar a presença desta bactéria em mulheres grávidas, sendo possível o seu diagnóstico somente na rede particular.

De acordo com o pesquisador, “na prática, o estudo evidencia a necessidade de ampliar o atendimento a todas as gestantes, uma vez que confirmada a presença desta bactéria na paciente, poderão ser tomadas medidas preventivas em relação à saúde do bebê”. Atualmente, as coletas para a pesquisa são realizadas em Unidades Básicas de Saúde, em colaboração com a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), e no Centro Comunitário de uma faculdade particular de Porto Velho.

Após a análise, os resultados são entregues à unidade na qual foi realizada a coleta. Nas gestantes colonizadas pela bactéria, a prevenção se dá por meio de antibióticos ministrados no momento do parto, sendo essa uma decisão da equipe médica. Segundo Roger, o exame consiste em coletar uma amostra do canal vaginal e retal da gestante, entre 35 e 37 semanas, por meio de um swab, cotonete específico para a coleta de material biológico.

Equipe da Friocruz Rondônia que desenvolve a pesquisa

Em casos suspeitos de infecção, as pacientes são orientadas a observar no recém-nascido sintomas como febre ou hipotermia, irritação, dificuldades na amamentação e falta de ar, durante a primeira semana de vida. Essas orientações são válidas, principalmente, para as gestantes que tiveram a presença da bactéria Estreptococos do Grupo B confirmada no organismo.

DADOS DA PESQUISA

Mesmo parciais, os dados da pesquisa são expressivos. Até o momento, foram coletadas 426 amostras de mulheres grávidas, sendo que 98 delas (23%) estavam colonizadas com a bactéria. As análises também indicaram que os micro-organismos isolados são sensíveis aos antibióticos utilizados de forma preventiva (profilaxia), que são ampicilina e penicilina, principalmente, com taxas de resistência de 2 e 6%, respectivamente.

O estudo denominado “Prevalência da colonização por Estreptococos do grupo B em gestantes do município de Porto Velho-RO” tem o financiamento da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa de Rondônia (Fapero) e do Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS). Sob a orientação da doutora Najla Benevides Matos, pesquisadora em Saúde Pública da Fiocruz RO e chefe do Laboratório de Microbiologia, a pesquisa apresenta-se como alternativa para a prevenção da infecção pela bactéria Estreptococos do Grupo B em recém-nascidos. O projeto conta ainda com a participação da enfermeira Mariana Delfino Rodrigues, doutoranda em Ciências Biomédicas. Para Najla Matos, entre os resultados obtidos com o estudo, “a partir do rastreamento da bactéria, em tempo oportuno, pode-se ter um impacto na redução de problemas de saúde pública como a sepse neonatal, por meio da adoção de medidas preventivas”.

O estudo continua com as coletas, dando grande colaboração à saúde das gestantes atendidas nas unidades básicas de saúde em Porto Velho. Roger salienta que as mulheres que fazem pré-natal na rede privada e/ou comunitária e que desejarem fazer o exame, este será realizado gratuitamente, sendo necessário apenas o agendamento da coleta pelo telefone (69) 9 9223-4620 (Roger) ou (69) 3216-5442 (Cepem/Microbiologia).

Aeroportos de Rondônia recebem aval do Ministério da Infraestrutura para andamento da execução das obras

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Os projetos de melhorias nos aeroportos de Cacoal, Ji-Paraná, Vilhena e Ariquemes, que possibilitarão ampliar a logística aeroviária e que há anos têm sido trabalhados no Ministério da Infraestrutura (MI), foram tratados nesta semana durante reuniões do diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER), coronel Erasmo Meireles, em Brasília.

Na primeira audiência agendada junto ao MI, na segunda-feira (2), Meireles foi recebido pelo assessor especial do ministro, Alan de Oliveira Lopes. Ele ouviu as demandas aeroportuárias do Estado de Rondônia e detectou que a ordem de serviço para o início das obras do aeroporto de Cacoal estava bastante próxima de ser assinada. Segundo Alan, toda a análise já foi concluída e faria no mesmo dia uma cobrança ao setor para a assinatura do termo. Próximo às 22 horas, o documento do ministério foi assinado e encaminhado ao coronel. “Este estreitamento de laços com os ministérios é fundamental para que o DER possa, efetivamente, executar as demandas do governo. Visitamos o órgão às 16 horas e pouco depois já tínhamos a autorização”, comemorou o diretor.

A obra de Cacoal será a reforma e ampliação do terminal de passageiros (TPS); mobiliário e e equipamentos, ajustes do sistema viário de acesso e nas vias de serviços internas no pátio, estacionamento, reforma do sistema de balizamento luminoso entre outros.  O documento assinado pelo Secretário Nacional de Aviação Civil, Ronei Saggioro Glanzmann autoriza o Termo de Compromisso nº  7/2017, no qual o DER pode liberar o início imediato dos trabalhos.

O coronel Meireles ressaltou que já enviou a declaração ao DER em Rondônia. “É muito gratificante, porém estamos cumprindo o papel a que fomos chamados. O recursos pode ser do governo federal, por meio do presidente Jair Bolsonaro, ou de emendas parlamentares e nós, que respondemos pelo coronel Marcos Rocha, temos o dever de executar, rapidamente e com transparência”, acrescentou.

JI-PARANÁ

Em referência ao aeroporto José Coleto, que se situa no município de Ji-Paraná foi pontuado que é preciso apoio da Secretaria de Aviação Civil (SAC), pois tem ocorrido o uso particular de área pública no local. O fato  explicado, é que familiares que moram nas adjacências do aeroporto ocupam área da proximidade da pista e impedem que seja construída cerca ao redor do aeroporto. Com isso não há liberação de que sejam autorizados voos noturnos.

Meireles ressaltou que houve reunião no dia 28 de fevereiro na cidade, em que o DER convidou à participação do Advocacia Geral da União (AGU), Secretaria de Patrimônio da União (SPU), além do advogado da parte que utiliza a área. No encontro houve acordo entre as partes que definiram que cederão o uso da área. “Já temos mais de 70% da cerca construída, agora vamos finalizar”, apostou Meireles.

Além do obstáculo relacionado à cerca, conjuntamente com á área técnica foram listadas pendências e ajustes do projeto de ampliação do aeroporto de Ji-Paraná, que deve seguir em conjunto à construção da cerca.

Todos os demais projetos de logística aeroportuária, debatidos junto à área técnica da SAC têm perspectiva de contratação em curto espaço de tempo. Em especial o interesse do governo de Rondônia é que a empresa executora seja a Infraero, por sua experiência no setor. Ficou encaminhado que no dia 17 de março haverá uma nova rodada de discussões na Secretaria de Aviação Civil, na capital federal.

Também participaram da reunião, o senador Marcos Rogério, o coordenador de Infraestruturas Aeroportuárias, major Philipe Rodrigues Maia Leite e o secretário Municipal de Planejamento Pedro Sobrinho.

Comida rejeitada por presos no AC é doada para abrigos, hospitais, maternidade e moradores de rua

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Os cerca de oito mil kits de comida que foram recusadas pelos presos do Complexo Penitenciário Francisco D’ Oliveira Conde, em Rio Branco, foram doados para abrigos, hospitais, Maternidade Bárbara Heliodora e para moradores de rua da capital.

Os detentos começaram a rejeitar os alimentos na segunda-feira (2), no FOC, devido à suspensão das visitas. O movimento se espalhou para o Presídio Antônio Amaro e a Unidade Feminina. Porém, nesta terça (3), policiais penais encontraram grande quantidade de comida armazenada dentro das celas.

O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) informou que foram recusados, desde segunda, cerca de 3,4 mil kits de café da manhã, outros 2,3 mil de almoços e 2,3 mil de janta.

Os locais que receberam as doações foram o Educandário Santa Margarida, o Lar do Vicentino, casa de abrigo de familiares de dependentes químicos, casa de recuperação, Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), venezuelanos que estão morando em um prédio abandonado em Rio Branco e moradores de rua atendidos pelo projeto ‘Amigo Solidário’. Além de acompanhantes, pacientes e funcionários de hospitais e da maternidade.

“É uma medida administrativa em face do não desperdício do material que não pode deixar de ser produzido, porque a gente tem que oferecer ao preso. Uma vez ele negando, a gente faz essa doação e escolhe os locais com base nos critérios de necessidade. A gente tem instituições de caridade, e também as pessoas em situação de rua”, afirmou o diretor-presidente do Iapen, Lucas Gomes.

Visitas suspensas

As visitas foram suspensas no último fim de semana, após bilhetes com planos de uma fuga em massa serem achados nas celas. Os detentos planejavam outra fuga semelhante a que houve no dia 20 de janeiro, quando 26 presos fugiram do pavilhão l do FOC. Destes, 14 foram recapturados e 12 segue livres.

Nesta terça (3), o instituto decidiu manter suspensas as visitas nos pavilhões onde os presos anunciaram greve de fome. Portanto, a suspensão continua nos pavilhões: B, D, E, O E P do FOC.

No Antônio Amaro, presos dos pavilhões 2 e 4 não vão receber visitas. Na Unidade Feminina apenas as detentas do pavilhão Alamanda ficam sem visitas. Nas demais unidades prisionais e pavilhões a visita segue normalmente.

Protesto

Familiares dos presos voltaram a protestar nessa terça (3) contra a suspensão das visitas. Desta vez, o ato ocorreu em frente do FOC, e terminou por volta das 19h30.

“Tem preso passando mal, desmaiando, estamos ouvindo eles batendo panelas, nas grades e gritando. Está um desespero. Os agentes disseram que não tem operação, mas quem está aqui fora viu que entraram duas viaturas, ouvimos gritos. Estamos preocupadas, só queremos uma solução. Ameaçaram a gente”, disse Jéssica Barreto.

Na segunda, mulheres, mães e outros familiares de presos exigiram a volta de alguns direitos e fizeram a manifestação para chamar atenção do governo. O Batalhão de Trânsito esteve nos pontos de protestos para tentar garantir a fluidez do tráfego, que ficou lento.

Programa Geração Emprego foi lançado e viabilizará 42 mil oportunidades de emprego em Rondônia

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Favorecendo a qualidade de vida do cidadão jovem, adulto e estrangeiro, com a capacitação profissional para melhores oportunidades de emprego, o Governo de Rondônia, em parceria com empresários e instituições educacionais e profissionalizantes, realizou na quarta-feira (4) o lançamento da primeira etapa do Programa Geração Emprego, que tem como meta a viabilização de 42 mil contratações até dezembro de 2022.

Com um cenário de desemprego real, as empresas continuam contratando, mas a massa de pessoas desempregadas não consegue colocar-se nas oportunidades de emprego em todo o Estado. Então, a Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), junto ao Sistema Nacional de Emprego (Sine) estadual, promove o projeto Geração Emprego.

O Sine estadual atende diariamente uma média de 250 pessoas em busca de emprego, onde todas respondem a uma pesquisa de mercado, bem como as empresas atendidas pelo Sistema. “Com o cruzamento de informações, foram identificadas as reais necessidades do cidadão, permitindo a definição dos cursos para o projeto e demais ações”, explicou Magna Prestes, coordenadora do Sine.

 

“Nossa ideia não é dar o peixe, mas orientar para que as pessoas possam ser boas pescadoras”, disse Sérgio Gonçalves, superintendente da Sedi.

 

Com o objetivo de diminuir o quadro atual de desemprego no Estado, onde Rondônia encontra-se com 72 mil desempregados, os cursos oferecidos têm carga horário de 20 a 60 horas, de forma que a pessoa possa concluir em menor tempo e ser inserido ao mercado de trabalho, como empregado ou empreendedor.

PROGRAMA

Na fase inicial, o Geração Emprego foi lançado com o objetivo de aumentar a empregabilidade, através da capacitação profissional. Os cursos atenderão aos jovens a partir de 16 anos, o adulto desempregado e estrangeiros, nas áreas de comércio, serviço, indústria e agronegócio, como construção, culinária, confeitaria, beleza, informática básica entre outros. São mais de 80 cursos destinados a todos os 52 municípios de Rondônia, por meio do Sine, que é o intermediador de oportunidades.

O Programa contribui com três metas do Estado: tornar Rondônia um dos dez estados mais competitivos do Brasil, ter o maior crescimento percentual do PIB entre os estados e se integrar com o eixo da cidadania, criando oportunidades para reduzir desigualdades.

No ranking nacional, Rondônia ficou em 6° lugar, com 8% de desemprego no Brasil.

 

“A meta principal é capacitar  42 mil pessoas em três anos, posicionando Rondônia em primeiro lugar como o Estado com a menor taxa de desemprego do país”, afirmou Sérgio.

 

O superintendente também destacou que mais de 90% do mercado de trabalho em Rondônia são de microempresas e Microempreendores Individuais (MEI), sendo a massa de distribuição de empregos de maior influência.

Programa favorece a mão de obra qualificada para oportunidades de emprego em todo o Estado.

Representando os empresários do Estado, Adélio Barofaldi acrescentou que a geração de emprego em Rondônia deve aumentar com a realização das políticas públicas desenvolvidas pelo Governo de Estado. “Hoje não temos pessoas na área de inteligência artificial, informática ou desenvolvimento de sistemas. Têm vindo pessoas de outros estados e até de outros países para prestar serviços em Porto Velho”.

Segundo o presidente da Fiero, Marcelo Thomé, no mapa do trabalho, documento publicado em 2019 pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), são identificadas as demandas da indústria em nível nacional, e no que diz respeito à Rondônia, a estimativa é que até 2023 cerca 53 mil postos de trabalho sejam gerados pela indústria no Estado. “Temos ainda no mapa a identificação de qual curso, nível e município deve ser ofertado. Dialogando diretamente com a proposta (do Geração Emprego), atuando na formação profissional orientada ao mercado”, disse.

O Sine deve atender até final de 2022, cerca de 144 mil trabalhadores, onde ao menos 42 mil oportunidades de trabalho serão geradas. O programa iniciará a partir de 16 de março, com a abertura das inscrições no Sine estadual, em Porto Velho, e gradativamente será expandido para os demais municípios do Estado.

Estiveram também presentes no evento, representantes de centros universitários e instituições educacionais, empresários e autoridades da Secretaria Estadual de Finanças (Sefin), Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Federação da Agricultura e Pecuária (Faperon) e Casa Civil.

Detentos tentam cavar buraco para fugir de presídio no interior do Acre, mas são flagrados

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Um plano de fuga foi descoberto por policiais penais da Unidade Penitenciária do Quinari, em Senador Guiomard, interior do Acre, nesta quarta-feira (4). Os detentos tinham começado a escavar a parede para fazer um buraco e fugir da unidade.

Esse é o segundo plano de fuga que servidores do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) descobrem nos presídios do estado. Durante revistas no Complexo Prisional Francisco d’Oliveira (FOC), em Rio Branco, policiais penais acharam bilhetes com planos de fuga em massa, semelhante ao que houve no dia 20 de janeiro quando 26 presos fugiram da unidade. Após a descoberta, as visitas foram suspensas.

“A tentativa era de fazer um buraco e fugir. Só que, através das nossas oitivas de segurança e vistorias, conseguimos frustrar a fuga dos apenados. A equipe fica em guarda constante”, explicou o diretor da unidade, Glauber Feitoza.

A fuga foi descoberta depois que os policiais penais desconfiaram de barulhos e atitudes estranhas dos presos. Ao vistoriar uma das celas da ala 44, os policiais acharam o início de um buraco na parede.

“Além disso, escutaram sons que fogem da normalidade. Toda equipe dos policiais e a equipe de segurança se concentraram e fizeram todos os procedimentos de retirar os presos da ala, revistar cela por cela, quando chegaram à cela 456 acharam a parede escavada”, concluiu.

Três escolas municipais em reforma retomam as aulas até dia 9 de março

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De todas as escolas da rede municipal da área urbana, apenas três ainda estão em reforma. O ano letivo iniciou no dia 6 de fevereiro em 84 escolas e mais de 36 mil alunos voltaram para as salas de aula nesse início de ano de 2020. Em oito delas o ano letivo demorou um pouco mais por conta das obras que não terminaram no período das férias.

O secretário municipal de Educação, Márcio Félix, explica sobre as obras e investimentos da Prefeitura. “Praticamente todas as escolas passaram por manutenção e obras de reformas, por determinação do prefeito Hildon Chaves, para aproveitar o período de férias. Hoje temos apenas três que ainda estão em reforma aguardando finalizar para iniciar as aulas até o dia 9. O importante é deixar os ambientes confortáveis e atrativos para os alunos e aumentar a qualidade da educação. Foram investidos cerca de 3 milhões de reais para essas obras de reformas e manutenção.”

As escolas que ainda estão em reforma são: EMEF Ely Bezerra de Salles e EMEI Marise Castiel, cujas aulas começam no dia 9, e EMEIEF Padre Geovani Mendes, onde retoma as aulas no dia 6. As que estavam em obras e as aulas começaram depois foram EMEI Eduardo Valverde Araújo Alves, EMEI São Luiz Gonzaga, EMEI Canto do Uirapuru, EMEIEF Belezas do Buriti e EMEIEF Chapeuzinho Vermelho que já estão funcionando normalmente.

O objetivo é melhorar os ambientes e reforçar a qualidade de ensino nas escolas com ambientes mais confortáveis e climatizados, com ampliação, reformas e manutenção dos locais. A orientação aos pais e responsáveis que estiverem com alguma dúvida podem procurar a direção das escolas para esclarecer qualquer informação.

A Semed informa que os alunos não vão ficar prejudicados quanto ao calendário porque será feita uma reorganização e serão cumpridos os 200 dias letivos conforme previsão da Secretaria Municipal de Educação.

Acre tem a maior taxa de feminicídios do país, aponta estudo

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O Acre, novamente, aparece entre os estados brasileiros mais violentos para as mulheres. Dados do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostram que o Acre tem a maior taxa de homicídios contra mulheres e de feminicídios do país.

Os números utilizados no estudo são casos registrados em 2018 e 2019. Segundo o balanço, a taxa de homicídios dolosos de mulheres do Acre é a maior do país, com 7 mortes a cada 100 mil mulheres.

Já a de feminicídios do estado acreano é de 2,5 para cada 100 mil mulheres. Essa é a mesma taxa do registrada no estado de Alagoas (AL).

Em 2019, o Acre registrou 31 homicídios dolosos contra mulheres, e destes, 11 foram feminicídios, ou seja, casos em que mulheres foram mortas em crimes de ódio motivados pela condição de gênero.

Já em 2018, o número de homicídios dolosos de mulheres foi 35, sendo 14 de feminicídios. Neste mesmo ano, o Monitor da Violência já havia revelado que o Acre tinha a maior taxa de feminicídios do país, que era de 3,2 casos por 100 mil mulheres.

Redução

Mesmo com as maiores taxas do país, o estudo mostrou que houve redução nos casos registrados no período avaliado. A redução de homicídios dolosos de mulheres foi de 11,4% entre 2018 e 2019.

Já de feminicídios, a redução foi de 21,4% no período avaliado.

Ao G1, o Governo do Acre disse que vê com preocupação os casos de crimes contra as mulheres, mas destacou a redução nos números gerais no período. Segundo o governo, foi criado o aplicativo “Botão da Vida”, em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social, Direitos Humanos e Políticas para as Mulheres ( SEASDHM) e o gabinete da primeira-dama, Ana Paula Cameli.

A ferramenta é destinada para mulheres que sofreram violência doméstica e estão sob medida protetiva. Em caso de descumprimento do agressor, a vítima pode acionar a Patrulha Maria da Penha. Por meio da ferramenta, a equipe chega até a foto da vítima e do agressor e o número do processo.

“Se a patrulha chegar ao local e averiguar o descumprimento, a simples aproximação do agressor, caso seja essa a medida protetiva de se manter distante, é o caso de prisão imediata, flagrante de descumprimento conforme a Lei 13.641/18, em uma detenção que vai de três meses a dois anos. Antes, isso era apenas uma contravenção, mas agora é crime. Sendo assim, a patrulha, bem como o Botão da Vida, já se estabelecem como ferramentas de combate ao que se denomina de ‘absurdo fato’ de ter mulheres em situação de risco de morte, agressão física, moral, bem como cerceamento de sua liberdade emocional”, frisou o governo em nota.

O governo garantiu ainda que tem investido em projetos e ações que mapeiam os locais onde há os maiores índicea de violência no estado. Uma das campanhas de combate é o Acre Pela Vida, lançada recentemente.

“Além disso, o governo tem constituído uma ampla rede de parceiros que atuam na persecução penal, visando não só concluir os inquéritos, pela identificação das autorias, mas ao tratamento das famílias que têm os seus direitos violados”, complementou.

Companheiros suspeitos

Maria José Dória Maciel, de 46 anos, Maria Eliete da Silva dos Santos, de 27, e Maria José Silva dos Santos, de 23 anos, são algumas das 11 vítimas de feminicídios em 2019 no Acre.

Além do primeiro nome em comum, as mulheres foram mortas brutalmente e os principais suspeitos são os companheiros.

Maria José Dória Maciel foi encontrada morta em novembro do ano passado dentro de casa no bairro da Várzea, em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre. Ela tinha marcas no pescoço, nos braços e pernas, além de sinais de violência sexual.

Ao G1, o delegado Alexnaldo Batista, responsável pelo caso, disse que o marido de Maria José se apresentou na delegacia, mas foi liberado por não estar mais no período de flagrante.

Batista acrescentou que o casal era usuário de drogas, fazia uso de bebida alcoólica, e tinha discutido no dia do crime. As investigações apontaram que Maria foi morta durante essa discussão, e o marido vai ser indiciado por feminicídio.

A mais nova das vítimas, Maria José Silva dos Santos, de 23 anos, foi morta com 45 facadas na frente dos filhos, em outubro do ano passado, no bairro Conquista, em Rio Branco. O companheiro dela chegou a ligar para a cunhada perguntando como a mulher estava e que tinha cometido o crime porque estava sendo traído.

Ele foi preso no mês de novembro em um hotel da capital acreana. Porém, ele nem chegou a ser levado para o presídio de Rio Branco e foi solto. Em janeiro deste ano foi preso novamente por ter matado o padrasto também a facadas.

Maria Eliete da Silva dos Santos, de 27 anos, morreu após ser agredida com socos e chutes e levar várias facadas. O crime ocorreu em dezembro de 2019 na Rua do Porto, em Mâncio Lima, no interior do Acre.

A Polícia Civil informou que o principal suspeito do crime era o marido da vítima. O delegado responsável pelo caso, Obetâneo dos Santos, disse que a motivação do crime seria porque o homem não aceitava o fim do relacionamento. Maria Eliete chegou a ser atendida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada para o hospital da cidade.

Por conta da gravidade dos ferimentos, ela foi transferida para o Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul, mas não resistiu e morreu. Maria tinha três filhos com o suspeito.

Mutirão de coleta para exame preventivo de colo de útero acontece nesta quinta e sexta-feira

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Nesta quinta e sexta-feira, a Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), em parceria com a Associação Assistencial e Educacional Dr. Aparício Carvalho, realiza das 7h30 às 9h30 um mutirão de coleta de material para exame preventivo do colo uterino.

O evento acontece na sede da própria associação, à rua dos Andrades, nº 10260, no bairro Mariana, região Leste da cidade.

A atividade voltada a promoção da saúde preventiva faz parte das comemorações do Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de março. Caso o número de mulheres dentro do horário seja maior que a capacidade de atendimento dos dois dias, a Unidade de Saúde da Família do bairro Mariana, responsável pela ação, fará o agendamento das que ficarem de fora.

Podem realizar o exame mulheres que já iniciaram a vida sexual desde que não tenham tido relação e não estejam usando pomada ginecológica há pelo menos 2 dias antes do exame e que não esteja menstruada. É importante ter em mãos o cartão do SUS, documento oficial com foto e comprovante de endereço.

Prefeitura prorroga inscrição para contratar motoristas de ônibus escolares

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A Prefeitura de Porto Velho prorrogou o período de inscrições do processo seletivo simplificado que visa contratar motoristas para o transporte escolar rural no Município. Os candidatos agora podem se inscrever até as 12h do dia 9 de março, sendo que pela data anterior as inscrições se encerrariam nesta quarta-feira (4/3).

Foi informado também o quadro geral de vagas para motoristas, nome da escola a ser atendida, onde ela está localizada, a quilometragem diária e a rota a ser percorrida pelo condutor todos os dias.

Conforme o edital, é preciso que os candidatos interessados tenham no mínimo 21 anos de idade até a data da contratação, devem estar em dia com o serviço militar e as obrigações eleitorais, estar em pleno gozo dos direitos civis e políticos, possuir aptidão física e mental, ter Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria ‘D’ e curso de condutor de veículo de transporte escolar, dentre outros.

Jaraqui é o peixe mais consumido no Amazonas, aponta levantamento

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Peixe que tem fama de arrebatar os visitantes do Amazonas pelo seu paladar, o jaraqui é também o mais pescado, comercializado e consumido no estado, de acordo com a Gerência de Apoio à Aquicultura e Pesca (Geape), do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), e a Colônia dos Pescadores de Manaus.

Depois dele vem uma lista diversa de espécies, entre elas curimatã, matrinxã, tucunaré, surubim e tambaqui.

O jaraqui e as demais espécies de pescado são a principal fonte de proteína animal para grande parte da população do Amazonas, que é o maior consumidor no Brasil e um dos maiores do mundo. Alimento básico para 500 mil habitantes da zona rural do Amazonas, o pescado tem consumo per capita por ano em comunidades ribeirinhas de até 180 quilos, segundo dados estimados do Idam.

Nas sedes municipais, o consumo estimado é de 40 quilos/pessoa/ano e, em Manaus, de 33 quilos/pessoa/ano, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, em inglês).

Os jaraquis são encontrados ao longo do rio Solimões/Amazonas e em seus principais tributários, os rios Negro, Madeira e Purus.

Segundo o gerente de Pesca da Secretaria de Pesca e Aquicultura (Sepa) da Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror), João Bosco Silva, os jaraquis sempre foram abundantes e são capturados em grandes cardumes, sendo as espécies mais emblemáticas consumidas pelos amazonenses. Ele acrescenta que existem duas espécies de jaraqui: o Semaprochilodus taeniurus e o Semaprochilodus insignis, respectivamente conhecidos como jaraquis de escama fina e de escama grossa.

Projeto Prioritário

O engenheiro de pesca do Idam, Paulo Ramos Rolim, afirma que a captura de peixes no Amazonas se dá em todos os municípios. Entretanto, 27 municípios foram eleitos para integrar o Projeto Prioritário do Idam para Pesca por sua posição estratégica no estado, uns por serem fronteiriços e outros pela grande produção de pescado. Além disso, pela capacidade de gerarem emprego e renda.

Rolim destacou que municípios fronteiriços têm por natureza boas características para o comércio e, no caso, para se investir na pesca. Sendo assim, estão inclusos no projeto os municípios de Benjamin Constant, Boca do Acre, Guajará, Humaitá, Barcelos e Parintins.

“Vale destacar que Barcelos tem expertise em peixes ornamentais, conhecido como cardinal e de nome científico Paracheirodon axelrodi. O município é o maior produtor do Brasil e do mundo da espécie na natureza, apresentando características e peculiares provenientes do cardinal”, disse o engenheiro de pesca.

Manaus, também inclusa no projeto, tem sua posição de destaque e estratégia por ter o maior porto de desembarque de pescado do estado, com oferta das mais variadas espécies, como jaraqui, branquinha, mapará e curimatã, que têm um valor comercial mais acessível à população, até peixes nobres como pescada, tucunaré, tambaqui e pirarucu.

Outros municípios que integram o Projeto Prioritário da Pesca foram escolhidos, segundo Rolim, por serem bastante piscosos e sofrerem atividade de pesca constante. São eles: Tonantins, no Alto Solimões; Fonte Boa, Maraã e Tefé, nos rios Jutaí, Solimões e Juruá; Lábrea e Tapauá, no Purus; Carauari e Eirunepé, no Juruá; Manicoré, no Madeira; Anori, Autazes, Careiro da Várzea, Coari, Codajás, Iranduba, Manacapuru e Manaquiri, no Rio Negro e Solimões; e Itacoatiara e Maués, no Médio Amazonas.

E, ainda, Novo Airão escolhido pela necessidade de se aproveitar melhor a pequena produção de pescado, para que a população tenha disponibilidade de alimento à base de pescado o ano todo.

De acordo com o relatório do Projeto Prioritário da Pesca, o projeto deve beneficiar 10.800 agricultores familiares até 2022. O crédito rural estimado para o este projeto entre 2019 e 2022 é na ordem de R$ 7.652.988,00.

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