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quarta-feira, maio 6, 2026
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Semusa forma mais uma turma de residentes em obstetrícia e ginecologia

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A noite de quarta-feira (19) foi marcante para quatro médicos residentes e seus familiares, amigos e professores, que participaram da solenidade de conclusão da VI turma do programa de residência médica em obstetrícia e ginecologia da Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Saúde, executado na Maternidade Municipal Mãe Esperança (MMME).

Estiveram presentes a secretária titular da Semusa, Eliana Pasini e sua adjunta, Marilene Penatti. Os quatro residentes que concluíram a especialização foram: Bárbara Caminha Rodrigues, Camila Nogueira Vidal, Claudevir Marin e Sarah Frota.

O curso de residência médica da MMME foi implantado em março de 2012 e já formou 19 especialistas. São quatro vagas ao ano e a residência tem duração de três anos. Atualmente conta com quatro residentes do terceiro ano, quatro do segundo ano e quatro residentes do primeiro ano.

Receita antecipa restituição do imposto de renda

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O fim da dedução da contribuição patronal sobre empregados domésticos é a principal novidade para as declarações de Imposto de Renda deste ano. A Receita também decidiu antecipar as datas de restituição. Sem a correção da tabela do tributo, continuam valendo os mesmos valores dos anos anteriores.

Os programas para o preenchimento das declarações já estarão disponíveis para os contribuintes a partir desta quinta-feira, 20. No entanto, a Receita Federal só começará a receber as declarações às 8h (horário de Brasília) do dia 2 de março e o prazo vai até as 23h59 do dia 30 de abril.

O contribuinte que perder o prazo estipulado pela Receita estará sujeito a multa de 1% sobre o valor total do imposto devido. A cobrança mínima pelo atraso foi fixada em R$ 165,74 e poderá atingir o valor máximo de até 20% do valor do imposto devido. A multa mínima por atraso será aplicada inclusive no caso das declarações de contribuintes que não tenham de pagar o imposto.

O supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, disse que o Fisco espera receber 32 milhões de declarações neste ano. Ele lembrou que os contribuintes com renda anual a partir de R$ 200 mil terão de informar o número do recibo da declaração do ano passado.

O subsecretário-geral da Receita, Decio Rui Pialarissi, afirmou que neste ano todos os contribuintes que já têm certificado digital encontrarão as declarações pré-preenchidas, bastando apenas a validação das informações por parte do declarante

Restituição.

O saldo do imposto devido pelo contribuinte poderá ser pago em até oito cotas mensais. As parcelas não podem ser inferiores a R$ 50. O imposto com valor inferior a R$ 100 deverá ser pago em cota única. O prazo para a seleção de débito automático da primeira cota foi ampliado para 10 de abril. A Receita antecipou os lotes de restituição do imposto a partir deste ano. Até 2019, o primeiro lote era pago no fim de junho e o último apenas em dezembro. Agora, as restituições começarão a ser pagas em 29 de maio, com os seguintes lotes em 30 de junho, 31 de julho, 31 de agosto e 30 de setembro.

A declaração do IR 2019 é obrigatória para pessoas físicas residentes no Brasil que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019. Também devem declarar os contribuintes que receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte cuja soma foi superior a R$ 40 mil.

No caso dos trabalhadores rurais, a declaração é obrigatória para quem teve receita superior a R$ 142.798,50 em 2019. Também deve declarar quem é proprietário de bens com valores superiores a R$ 300 mil, e ainda as pessoas físicas que obtiveram ganhos de capital na alienação de bens, realizaram operações em Bolsas de Valores, ou passaram a ser residentes no Brasil no ano passado.

Os contribuintes com poucas despesas poderão optar pela versão simplificada da declaração, que deduz automaticamente 20% sobre os valores dos rendimentos tributáveis – até um máximo de R$ 16.754,34.

Como já havia sido anunciado no ano passado, a dedução da contribuição patronal sobre empregados domésticos deixa de existir a partir de agora. No ano passado, esse desconto era de R$ 1.200,32. A partir deste ano, a Receita exigirá informações mais detalhadas sobre a posse de imóveis, veículos, aeronaves e embarcações. Dados sobre contas correntes e aplicações financeiras também deverão constar nas declarações.

População ocupada no agronegócio alcança 18,3 mi de pessoas em 2019, diz Cepea

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São Paulo, 19 – A população ocupada no agronegócio brasileiro somou 18,3 milhões de trabalhadores em 2019, praticamente estável (ligeira alta de 0,8%, ou 145 mil pessoas) na comparação com o ano anterior. A participação do agronegócio no mercado de trabalho brasileiro foi de 19,6% em 2019 (no total, a população ocupada somou 93,4 milhões de pessoas, avanço de 2% entre 2018 e 2019). Os dados são de pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq).

Esse resultado, segundo pesquisadores do Cepea, está atrelado a comportamentos distintos entre os segmentos do setor. O número de empregados cresceu nos segmentos industriais (insumos e agroindústria) e de serviços, mas ficou estável na agropecuária (com queda não significativa).

O Cepea explica, em comunicado, que, quanto à qualificação da mão de obra (ou ao nível de instrução), a tendência de aumento verificada nos últimos anos se manteve em 2019. “Esse movimento é explicado pela redução do número de pessoas pouco instruídas trabalhando na agropecuária, reflexo da modernização e da concentração da produção, e do surgimento de oportunidades para uma mão de obra mais qualificada no segmento e também antes e depois da porteira”, diz a entidade.

Segundo o Cepea, os números de ocupados sem instrução e com até ensino fundamental (completo ou incompleto) decresceram entre 2018 e 2019: 5,91% ou 55 mil pessoas, e 2,17% ou 183 mil pessoas, respectivamente. Já os números de ocupados com até ensino médio ou com ensino superior (completo ou incompleto) aumentaram: 3,84% ou 235 mil pessoas, e 5,69% ou 150 mil pessoas, respectivamente.

Uma segunda tendência que vem sendo observada desde 2015 também se manteve em 2019: a de aumento da informalidade dos empregos.

“De 2015 a 2018 o número de empregos com carteira assinada no setor se reduziu e, de 2018 para 2019 esse número ficou estável (com alta não significativa de 0,19%). Já o número de empregados sem carteira assinada aumentou 2,7% entre 2018 e 2019, equivalente a 85 mil pessoas”, mostra a pesquisa.

Uma terceira tendência mantida foi a de elevação da participação feminina no agronegócio. Entre 2018 e 2019, enquanto o número de homens atuando no setor ficou praticamente estável (+0,25%), o total de mulheres cresceu 2,02%, com adicional de 114 mil trabalhando nos diversos segmentos do agronegócio.

Quanto aos salários, houve estabilidade real para os empregados e aumento real para os empregadores, no agronegócio e no Brasil como um todo. Para os trabalhadores por conta própria, houve alta real no agronegócio, mas estabilidade no País. A pesquisa completa está no site do Cepea (Veja aqui).

Estudantes com deficiência auditiva vão ter acesso à tecnologia do SUS

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Centrinho entrega Sistema FM para alunos com deficiência auditiva

Os estudantes com deficiência auditivo, de qualquer nível acadêmico, vão poder usar a tecnologia do Sistema de Frequência Modulada Pessoal, do Sistema Único de Saúde (SUS), para o tratamento de sua dificuldade de auditiva.

A decisão do Ministério da Saúde consta da Portaria nº 3, de 19 de fevereiro, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (20). O prazo máximo para efetivar a oferta ao SUS é de 180 dias, a contar a partir de hoje.

O relatório de recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) sobre essa tecnologia está disponível no site do Conitec.

O relatório diz que “o Sistema FM é considerado uma alternativa dentre outros materiais e recursos da tecnologia assistiva utilizados por alunos com deficiência auditiva, visando auxiliar a integração educativa-escolar”.

Programa para fazer Declaração do Imposto de Renda já está disponível

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IMPOSTO DE RENDA 201,Declaração IRPF 2019

programa gerador da Declaração de Imposto de Renda (IR) de 2020, referente ao ano-base 2019, já está disponível para ser baixado na página da Receita Federal. O prazo de entrega da declaração começará às 8h de 2 de março e irá até as 23h59min59s de 30 de abril.

Deve entregar a declaração 2020 (ano-base 2019) o contribuinte que recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado, o equivalente a R$ 2.196,90 por mês, incluído o décimo terceiro. Também deve apresentar o documento quem teve receita bruta de atividade rural superior a R$ 142.798,50; contribuintes com rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte de mais de R$ 40 mil, e contribuintes com patrimônio de mais de R$ 300 mil em 31 de dezembro.

Também deve entregar a declaração quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos ou fez operações na bolsa de valores; quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês no ano passado e quem optou pela isenção de Imposto de Renda incidente sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais e comprou outro imóvel até 180 dias depois da venda.

Deduções

Exceto no caso das contribuições de empregadas domésticas e de fundos para direitos de idosos, os valores de deduções não mudaram em relação a 2019. O limite de abatimentos na declaração simplificada continuará em R$ 16.754,30. As deduções por dependente, em R$ 2,275,08. As deduções de gastos com educação, em R$ 3.561,30. As contribuições para a previdência complementar poderão totalizar até 12% do rendimento tributável.

Restituição do Imposto de Renda

A partir deste ano, a Receita Federal antecipará o pagamento dos lotes de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física. Tradicionalmente paga em sete lotes, de junho a dezembro, a restituição será paga em cinco lotes, do fim de maio ao fim de setembro.

O primeiro lote será pago em 29 de maio. Os lotes seguintes serão pagos em 30 de junho, 31 de julho, 31 de agosto e 30 de setembro.

Vaticano abre arquivos do pontificado de Pio XII

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CIDADE DO VATICANO, 20 FEV (ANSA) – O Vaticano apresentou nesta quinta-feira (20) a abertura dos documentos de seu arquivo secreto relativos ao pontificado de Pio XII (1939-1958), já acusado de não ter se oposto à perseguição de judeus pelos nazistas.

A iniciativa havia sido anunciada pelo papa Francisco há cerca de um ano, e os arquivos estarão disponíveis para historiadores a partir de 2 de março, aniversário da eleição de Eugenio Pacelli para o trono de Pedro.

“A Igreja não tem medo da história”, garantiu o cardeal José Tolentino de Mendonça, arquivista e bibliotecário do Vaticano.

“Colocando à disposição dos estudiosos esse corpo de documentos, a Igreja segue a linha de um secular compartilhamento com os especialistas, sem excluir ninguém por razões ideológicas, de fé ou nacionalidade. Todos são bem-vindos”, disse.

Segundo o prefeito do Arquivo Apostólico, monsenhor Sergio Pagano, os documentos serão capazes de “esclarecer melhor” e “contextualizar” aspectos do pontificado de Pio XII, além de derrubar algumas “lendas”. “Trabalhamos para que a fumaça se dissipe”, acrescentou.

Pacelli é acusado de ter se omitido perante os horrores do Holocausto, especialmente por não ter condenado publicamente a matança de judeus na Segunda Guerra Mundial. Já o Vaticano alega que ele promoveu uma diplomacia de bastidores para salvar o maior número possível de pessoas, inclusive abrigando judeus em igrejas e conventos na Itália. (ANSA)

Bolsonaro mantém Paulo Guedes mas com ‘prazo de validade’

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SÃO PAULO, 20 FEV (ANSA) – O ministro da Economia, Paulo Guedes, pode estar com “prazo de validade” até o mês de julho no governo do presidente Jair Bolsonaro. A informação foi publicada pelo blog do Tales Faria, no UOL, nesta quarta-feira (19). De acordo com a reportagem, será no segundo semestre do ano que ocorrerão as campanhas para as próximas eleições municipais e se a economia se manter desaquecida, como está, será difícil criar um clima de otimismo para garantir a escolha de aliados do presidente no pleito. Desta forma, a partir de julho, Bolsonaro pretende limitar os “superpoderes” de Guedes, caso a economia não dê sinais de evolução, uma das promessas do ministro para 2020. Ainda segundo a publicação, o presidente teria conversado com auxiliares que nunca defendeu o liberalismo econômico, mas adotou as teses de Guedes porque foi convencido de que seriam eficazes. No entanto, Bolsonaro ainda estaria recebendo reclamações de empresários devido ao ritmo lento da economia. Apesar das especulações, na última terça-feira (18), Bolsonaro afirmou que Guedes seguirá até o fim do governo. A declaração foi dada depois que o ministro foi alvo de polêmica ao classificar os servidores públicos como “parasitas”. “Se Paulo Guedes tem alguns problemas pontuais e sofre ataques, é muito mais pela sua competência do que por possíveis deslizes, que eu também já cometi muito no passado. O Paulo não pediu para sair, tenho certeza de que ele vai continuar conosco até o último dia. Ele não é militar, mas foi um jovem aluno do colégio militar de Belo Horizonte”, disse Bolsonaro, durante a cerimônia de posse de ministros no Palácio do Planalto. (ANSA)

Só oito prefeitos de capitais chegam ao último ano do mandato com situação fiscal confortável

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A maioria dos prefeitos das capitais entrou no último ano dessa gestão com pouca margem de manobra nas contas públicas. Dos 26 municípios, apenas oito estão com uma situação fiscal confortável.

O quadro das finanças dos municípios foi detalhado pela primeira vez num estudo realizado pela consultoria Tendências. Pelo levantamento, as prefeituras de Rio Branco, Palmas, Boa Vista, Curitiba, Porto Velho, Vitória, Aracaju e Manaus são as que estão com as contas públicas mais ajustadas.

As prefeituras receberam notas de 0 a 10 com base em seis indicadores: endividamento; poupança corrente, liquidez, resultado primário, despesa com pessoal e encargos sociais e investimentos. Cada item recebeu um peso diferente e, em seguida, foi feita uma média para cada.

Pelo levantamento, os municípios com boa capacidade fiscal precisam ter nota média igual ou acima de 6. Para ser considerado com muito boa capacidade, a nota tem de ultrapassar 8.

“No caso das capitais, o quadro é bastante heterogêneo. Dá para ver que muitas delas refletem um pouco a situação fiscal dos Estados”, afirma o economista e responsável pelo estudo, Fabio Klein.

Um levantamento similar, focado nas contas estaduais, mostrou que apenas sete governadores lidam com uma situação fiscal confortável. “Nos estados em que a situação fiscal é muito ruim, é normal que a capital também não esteja numa situação muito boa.”

A análise detalhada do levantamento mostra que os problemas dos municípios se concentram basicamente em dois eixos: no baixo gasto com investimento e na elevada despesa com pessoal.

Nos últimos anos, de 2004 a 2018, os dados da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostram que o número de servidores municipais cresceu 52,5% e chegou a 6,5 milhões.

“Existe um problema comum aos três entes (União, estados e municípios), que é o tamanho do gasto obrigatório e com pessoal em relação ao gasto total”, diz Klein. “E quando a gente fala em gasto obrigatório – que o governo tem de pagar e não consegue ter a decisão de reduzir, mudar – faz com que haja pouco espaço e recurso para o investimento.”

A baixa capacidade de investimento afeta em cheio a vida do cidadão com a piora da provisão dos serviços públicos. O estudo da Tendências ainda mostra que apenas as prefeituras de Boa Vista e Manaus tiveram uma taxa de investimento superior a 10%.

“No caso dos municípios, uma parte importante dos investimentos depende (da ajuda) da União e dos estados. Se as prefeituras não estiverem com as suas finanças em ordem, fatalmente os investimentos vão ficar muito baixos”, afirma Klein.

E o quadro dos investimentos não deve mudar tão cedo, diante do peso que o gasto com pessoal vai continuar a exercer no orçamento dos municípios. Neste ano, por exemplo, os prefeitos vão ter de lidar com o aumento de 12,84% no piso nacional dos professores.

Municípios em calamidade

Neste ano, um estudo da CNM mostrou que centenas de cidades brasileiras estão próximas do colapso financeiro. De acordo com o levantamento, 229 prefeitos devem decretar calamidade nas contas públicas em 2020.

O número esperado para este ano é bem maior do que o observado em 2019, quando 69 prefeituras emitiram esse tipo de decreto.

Na prática, o dispositivo serve para alertar governos estaduais, União e sociedade de que serviços públicos municipais serão afetados, devido à crise financeira, mas não exime o gestor local da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Tropas da Força Nacional embarcam em direção ao Ceará

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Tropas da Força Nacional embarcaram nesta quinta-feira (20) no hangar da Polícia Federal em Brasília em direção ao Ceará. Parte dos agentes viaja em um avião que decolou por volta das 8h. A chegada está prevista para 10h45. A outra parte tem embarque marcado para as 15h.

O envio da Força Nacional para o estado nordestino foi autorizado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, após pedido do governador Camilo Santana (PT). O Ceará enfrenta uma paralisação de policiais militares que reivindicam aumento salarial.

Nesta quarta (19), o senador licenciado Cid Gomes (PDT-CE) foi baleado quando tentava entrar com uma retroescavadeira em um batalhão da Polícia Militar na cidade de Sobral.

Homens e mulheres da Força Nacional baseados na cidade pernambucana de Paulista já haviam se deslocado para o Ceará nesta quarta.

O governo federal explica que, por motivos de segurança, não informa o tamanho do efetivo que vai atuar no estado.

Em 2017, decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) considerou ilegais greves de policiais militares e agentes penitenciários. A maioria dos ministros entendeu que, por se tratar de um braço armado do Estado, a polícia não pode fazer paralisação. A decisão teve repercussão geral, ou seja, vale para todos os casos de greve de polícias que cheguem à qualquer instância da Justiça.

A decisão do Supremo cita o artigo 144 da Constituição Federal, que considera os seguintes órgãos como sendo de segurança pública:

A Constituição Federal aponta os seguintes órgãos como sendo de Segurança Pública:

  • Polícia Federal
  • Polícia Rodoviária Federal
  • Polícia Ferroviária Federal
  • Polícias Civis
  • Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares
  • Polícias Penais Federal, Estaduais e Distrital

Paralisação de policiais

Um projeto que tramita na Assembleia Legislativa do Ceará prevê aumento do salário de soldado militar de R$ 3,2 mil para R$ 4,5 mil, em reajuste progressivo até 2022.

Um grupo de policiais insatisfeito com a proposta realiza desde terça-feira (18) atos que a Secretaria da Segurança Pública do Ceará considera “motim” e “vandalismo”.

Ainda nesta terça, três policiais foram presos por cercarem veículo da polícia e furarem os pneus. Segundo o governo do estado, o ato é uma tentativa ilegal de impedir a atuação de policiais.

Nesta quarta-feira, pelo menos quatro batalhões da Polícia Militar do Ceará foram invadidos por homens mascarados. Eles retiraram veículos policiais das bases militares e rasgaram os pneus com objetos cortantes.

O governo do estado anunciou a abertura de processo disciplinar contra mais de 200 policiais dissidentes. Também anunciou que solicitou o reforço da Força Nacional e cortou o repasse de verba para associações policiais que, de acordo com o governo, apoiam os atos grevistas.

Com 927 presos a cada 100 mil habitantes, Acre tem maior taxa de aprisionamento do mundo

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O Acre é um dos estados que mais prende no país e no mundo. Um levantamento feito pelo G1 mostra que o estado acreano tem hoje 8.174 presos – o que equivale a 927 encarcerados a cada 100 mil habitantes.

O índice coloca o Acre em primeiro lugar no ranking do Brasil e também na 1ª colocação em uma lista com outros mais de 200 países e territórios, ficando na frente, inclusive, dos Estados Unidos, que tem 665 encarcerados a cada 100 mil habitantes.

O Brasil tem 338 pessoas presas para cada 100 mil habitantes. A taxa considera o número de presos dentro do sistema (710.240) e o de habitantes (210,1 milhões). Com esse dado, o Brasil fica na 26ª posição no ranking de aprisionamento com outros 222 países e territórios.

Os dados de pessoas encarceradas foram coletados pelo G1 dentro do Monitor da Violência, uma parceria com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, e são os mais atualizados possíveis.

Já os números dos demais países e territórios são da “World Prison Brief”, do Instituto de Pesquisa de Política Criminal da Universidade de Londres. A base de dados reúne as informações mais recentes de cada local.

O governo do Acre diz que o estado apresenta a maior taxa de aprisionamento do país há quase 11 anos, de acordo com dados do Infopen, e que o número de crimes violentos aumentou no estado nos últimos anos, o que também gerou uma alta na população carcerária.

Ainda segundo a nota, o estado “reconhece que o cenário é grave” e lançou o programa na área de Segurança Pública “Acre pela Vida”, que abrange os sistemas de segurança pública e de prevenção social.

“Um piloto do programa já foi estabelecido em uma região do estado que tem um elevado número de pessoas integrando os sistemas prisionais, onde várias ações serão estabelecidas em parceria com o sistema S, entidades religiosas, setores produtivos e de serviços, principalmente comerciais, bem como as secretarias que ofertam serviços à sociedade, permitindo avançar no sentido de atender pessoas em situação de vulnerabilidade social”, diz, em nota.

Em 2019, quando o G1 também fez esse levantamento, a taxa prisional do estado era menor, mas já era superior que a do Brasil e dos mais de 200 países analisados, com 897 presos para cada 100 mil habitantes.

O número de pessoas presas subiu na comparação de 2019 com 2020. Mais 259 pessoas engrossaram as estatísticas de encarceramento nesse período, o que representa um aumento de 3,3%. Na comparação de 2018 com 2019, o número de presos subiu 31,7%.

Taxa de presos provisórios

O levantamento do G1 também mostra que 2.345 presos ainda aguardam um julgamento – o que equivale a 28,7% do total de presos.

Os dados apontam que há hoje no Acre 8.174 presos para uma capacidade total de 4.548, um deficit de 3.626 vagas. Em 2019, quando 7.915 pessoas estão nas unidades prisionais do estado, a capacidade total era de 6.038.

Em todo país, são 212.829 presos provisórios, um percentual de 31% do total de encarcerados (sem contar Goiás, que não passa os dados). Nesse caso, o Brasil fica na 100ª posição, com uma taxa de presos provisórios próxima às de Itália, Suécia e Afeganistão.

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