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domingo, maio 3, 2026
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Porto Velho ganha mais 13 ônibus escolares e recursos para asfaltamento

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O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, recebeu a boa notícia na noite de terça-feira (21), em seu gabinete, no ‘prédio do relógio. Durante a visita do deputado federal Coronel Chrisóstomo, o parlamentar informou que está destinando mais duas emendas para o Município, sendo uma para aquisição de 13 ônibus escolares e cerca de R$ 4 milhões para asfaltamento de rua.

“O deputado federal Coronel Chrisóstomo veio trazer boas notícias. Concluindo seu primeiro ano de mandato, já está mandando emendas expressivas para Porto Velho. Ele me comunicou hoje, o encaminhamento de 13 ônibus escolares para os distritos, na zona rural de Porto Velho. Isso é um reforço importantíssimo e nos ajuda a resolver um grave problema que vem se arrastando há vários anos”, comemora Hildon Chaves.

Mas a boa notícia não para por aí. “Ele (Chrisóstomo) também está destinando aproximadamente R$ 4 milhões para asfaltamento da rua Itatiaia até chegar a rua Capão da Canoa. É um novo acesso que vai contribuir muito para a melhoria da mobilidade urbana da zona Leste da nossa Capital e em nome do povo de Porto Velho, eu agradeço o empenho do deputado Coronel Chrisóstomo e o parabenizo, que nesse primeiro ano de mandato já está dando frutos e dando retorno para a cidade de Porto Velho”, acrescentou o prefeito.

“Eu destinei quase R$ 4 milhões especificamente para a zona Leste, porque eu convivi com a zona Leste no período em que era secretário e vi a grande necessidade daqueles bairros com a falta de pavimentação asfáltica. Acho que vai ajudar muito a prefeitura e também destinei 13 ônibus escolares para atender as crianças dos nossos distritos. Isso vai contribuir muito para a qualidade de vida dessas crianças e para a educação”, frisou Chrisóstimo.

Mais ônibus

De acordo com Hildon Chaves, os ônibus conquistados via emendas parlamentares vão substituir parte daqueles que a prefeitura iria comprar com recursos próprios. “Isso vai trazer uma economia para Porto Velho. A deputada federal Mariana Carvalho também está mandando ônibus juntamente com o senador Marcos Rogério, num total de 28 ônibus e mais 13 do coronel Chrisóstomo. Vamos transformar os recursos que deixamos de gastar em benfeitorias para os próprios distritos”, pontuou.

Preso na Bahia o ex-secretário de Cassol que montou academia com dinheiro da corrupção

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A Justiça de Rondônia foi informada no último dia 14 sobre a prisão do ex-secretário de Justiça do Governo Cassol, o policial militar Gilvan Cordeiro Ferro, condenado à pena de 4 anos e 8 meses de prisão, em regime inicial semiaberto, por corrupção quando era secretário de Estado da Justiça e desviou recursos para construção de uma academia de ginástica na Capital, a Adrenaline.

Gilvan Ferro foi condenado em novembro de 2014 a 3 anos de prisão, mas o MP recorreu e conseguiu aumentar a pena para 4 anos e 8 meses.

O ex-secretário do Governo Cassol foi preso em Seabra, na Bahia e teve o pedido de relaxamento da prisão negado pelo juiz da 1ª Vara Criminal, Francisco Borges Ferreira Neto no último dia 14. Agora ele deve ser transferido para Capital de Rondônia.

Segundo a denúncia do Ministério Público, a investigação se iniciou a partir de denúncias de esquema de recebimento de propinas pelo alto escalão da Sejus em troca da transferência de presos. O esquema apurado pelo Gaeco mostra que Gilvan Ferro, responsável pelo sistema penitenciário estadual até 2010, movimentou entre os anos de 2005 e 2010 mais de R$ 2 milhões, sendo que somente 27% referiam-se ao salário oficial (R$ 740 mil). O restante (cerca de R$ 1,97 milhões) foi proveniente, dentre outros, de depósitos sem identificação do depositante (cerca de R$ 750 mil), depósitos feitos por empresas com contratos com o governo estadual (incluindo a Sejus) e até mesmo por pessoa acusada de ser chefe de uma quadrilha de tráfico de drogas na região de Rolim de Moura.

Os valores recebidos por Gilvan Ferro não foram declarados à Receita Federal e parte dos depósitos foi fragmentada em valores menores a fim de dissimular as transações. Ele também é acusado de envolvimento em atos de improbidade administrativa e crimes contra a Administração Pública, respondendo a oito ações civis públicas propostas pelo Ministério Público de Rondônia.

O dinheiro proveniente destes crimes foi utilizado para a formação do considerável patrimônio dos denunciados, donos da uma academia de ginástica em Porto Velho. A empresa foi constituída em nome de Juliana e Helena Ribeiro de Barros e, segundo os indícios colhidos na investigação, foi montada com a finalidade de lavar o dinheiro recebido ilicitamente.

Bebê arrancado da barriga da mãe morta em loteamento de RO vai para adoção, diz juíza

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O bebê que foi arrancado da barriga da mãe, assassinada em um loteamento de Porto Velho em outubro do ano passado, vai para adoção. A informação foi confirmada pela assessoria do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) nesta quarta-feira (22).

Conforme Sandra Merenda, juíza da Vara da Infância e Juventude da capital, a criança “está bem, engordou, está forte” e continua na Unidade de Acolhimento Lar do Bebê. A Justiça não revelou o porquê da decisão. O pai da criança chegou a demonstrar interesse em ficar com ela.

O menino é filho de Fabiana Pires Batista, então de 23 anos, que foi morta a facadas. Gustavo Henrique, de 7 anos, também filho da vítima, foi morto na mesma região.

A Polícia Civil concluiu que oito pessoas são suspeitas de envolvimento no crime, sendo seis adolescentes (irmã e tia das vítimas, de 13 anos) e dois maiores de idade. Porém, sete foram presas e apreendidas.

A última pessoa localizada foi uma adolescente de 16 anos, namorada de Mario Barros do Nascimento, de 18 anos. Ele é filho de Cátia Barros Rabelo, de 34 anos, mulher suspeita de tentar ficar com o bebê e fingir estar grávida de um garimpeiro. Mario e Cátia foram indiciados pelo crime. Até a última atualização desta reportagem, a defesa de mãe e filho não foi localizada.

Fabiana e Gustavo foram encontrados mortos dentro de loteamento em Porto Velho.  — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Homicídio em loteamento

O crime aconteceu no Loteamento Tropical, Zona Sul de Porto Velho. A suspeita de 13 anos teria matado Fabiana e retirado a criança do útero usando uma faca. Na ocasião, a menina ainda teria empurrado o sobrinho, de 7 anos, dentro de um lago. Ele morreu afogado.

A mulher suspeita de tentar ficar com o bebê arrancado da barriga de Fabiana foi presa na tarde de 23 de outubro.

Caso Fabiana: Cátia Barros Rabelo foi indiciada pelo crime.  — Foto: Reprodução/Rede Amazônica

Cátia Barros Rabelo foi ouvida por cerca de 5 horas na Delegacia de Homicídios da capital antes de ser detida preventivamente.

Conforme a delegada, Cátia teria não apenas participado do crime, como repassado aos filhos e aos outros envolvidos os “instrumentos” para execução do plano. Em novembro do ano passado, Cátia disse a jornalistas que se arrependia de ter participado do crime e que “só queria o bebê“.

Site da Secretaria de Educação segue fora do ar e reserva de vagas em escolas de RO é prorrogada

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site para a reserva de vagas da Secretaria de Estado da Educação (Seduc-RO) está fora do ar desde a quarta-feira (22). Em comunicado, a Seduc revela apenas que o endereço eletrônico passa por manutenção por causa de “problemas técnicos”.

Apesar do problema, a pasta reiterou que ninguém será prejudicado e aqueles que tiverem o comprovante serão realocados para instituições de ensino que tiverem vagas. O prazo de reserva será prorrogado por 48 horas, a partir do momento que o site volte a funcionar normalmente, segundo a Seduc.

No texto, a Secretaria de Educação cita que equipes do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC) e da Gerência de Controle, Avaliação e Estatística (Gcae) estão trabalhando para que a página retorne.

De acordo com a Seduc, a reserva de vaga online é voltada aos estudantes da rede privada, rede municipal, que vieram de outros estados ou que estão retornando às salas de aula.

A primeira etapa aconteceu entre os dias 15 e 18 de janeiro, quando pais ou responsáveis precisavam efetuar o cadastro no portal. Já a segunda é o período para a reserva das vagas nas escolas estaduais, que começou no dia 20 de janeiro e que deve terminar no dia 24 do mesmo mês.

Distinto do cadastro e da reserva de vagas, a matrícula deve ser feita de forma presencial na escola, em até um dia útil, após a reserva online. A previsão é que o processo para a troca de escola comece apenas no dia 27 de janeiro, caso a instituição tenha vagas disponíveis.

Veja nota da Seduc sobre o site para reserva de vagas:

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informa que o site oficial de reservas de vagas 2020 está em manutenção para solucionar problemas técnicos.

Os profissionais da Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC) e da Gerência de Controle, Avaliação e Estatística (Gcae) da Seduc estão trabalhando para efetuar as correções e manutenção no sistema.

A Seduc informa, ainda, que ninguém será prejudicado, e todos os usuários portadores do comprovante serão relocados para as escolas onde houver vagas.

O prazo de reserva de vagas será prorrogado por 48 horas para as escolas que ainda tiverem disponibilidade de vagas.

Secretaria de Estado da Educação (Seduc)

Empresa de SP é declarada inapta em licitação do transporte coletivo de Porto Velho

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A Prefeitura de Porto Velho anunciou que a única empresa que se candidatou para assumir a concessão do transporte coletivo da capital não está apta para comandar o serviço. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (22). Cabe recurso.

De acordo com o executivo local, a empresa não atende, na íntegra, os requisitos do edital de licitação “no que tange a qualificação econômica e financeira”.

Do contrário, o processo seguiria à fase técnica, onde seriam analisados itens como a maneira que a empresa iria prestar o serviço. A última fase seria a abertura da proposta de preço, com os valores da operação, incluindo a tarifa a ser cobrada dos passageiros.

No anúncio, o município cita que a empresa tem até cinco dias úteis para entrar com recurso, a contar desta quarta-feira, primeiro dia da publicação oficial do resultado. Ainda conforme a prefeitura, se o recurso for negado, o executivo terá 45 dias para organizar um novo processo licitatório.

Reabertura

edital foi relançado no dia 1° de outubro do ano passado após o Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspender o processo para análise de planilhas. Atualmente o transporte coletivo em Porto Velho é prestado sem contrato com prazo determinado resultante de licitação.

Com mais de 45 mil anos, nova espécie de peixe-boi-amazônico é registrada em Rondônia

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O fóssil de um mamífero marinho com mais de 45 mil anos, encontrado em áreas de garimpo de Rondônia, foi reconhecido como uma nova espécie de peixe-boi: o Trichechus hesperamazonicus.

Existiam, até então, três espécies de peixe-boi: Trichechus senegalensis (peixe-boi-africano), o Trichechus manatus (peixe-boi-marinho), e o Trichechus inunguis (peixe-boi-da-amazônia).

O trabalho, publicado na revista acadêmica Journal of Vertebrate Paleontology na última sexta-feira (17), descreve que a nova espécie de peixe-boi existia na bacia amazônica, mais precisamente no Rio Madeira, em Rondônia. A região atualmente não comporta mais peixes-bois, por ser um ambiente de corredeiras e águas rápidas, que não é propício para a espécie.

A publicação apresenta mais uma peça do quebra-cabeça que pesquisadores locais tentam montar para conhecer o cenário amazônico de milhares de anos atrás.

Os vestígios do peixe-boi foram encontrados na década de 1990 por garimpeiros que trabalhavam no distrito de Araras, nas proximidades de Nova Mamoré (RO).

O mapa destaca o garimpo de Araras, em Nova Mamoré (RO), onde os fósseis de Trichechus hesperamazonicus foram encontrados. — Foto: Journal of Vertebrate Paleontology/Reprodução

Os garimpeiros entregaram os fósseis à pesquisadores do Museu da Memória Rondoniense (Mero) e Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

“O da Unisinos era de um garimpeiro que trabalhou por muito tempo em Rondônia, ele voltou pro Rio Grande do Sul e levou o material com ele. Depois que ele morreu, a família doou a peça à universidade”, comenta Ednair Nascimento, diretora do Mero.

Mario Alberto Cozzuol e Fernando Perini (veja no vídeo acima), pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), também se interessaram pela descoberta. O primeiro é especialista em mamíferos fósseis aquáticos e o outro atua na área de descrição de mamíferos. Ednair se juntou a eles e começaram a pesquisa, que conta com análise estatística, descrição anatômica e informações geológicas.

Durante os estudos, a equipe descobriu que os fósseis se tratavam de nova espécie – já extinta – de peixe-boi. O animal vivia no bioma amazônico brasileiro no período pleistoceno tardio.

Trichechus hesperamazonicus é diferente de todas as outras espécies de peixes-bois por causa da arcada dentária.

“Ele tem os dentes grandes, proporcionalmente maiores que do peixe-boi-amazônico, semelhantes ao do peixe-boi-africano e marinho. E ao mesmo tempo o perfil da parte inferior da mandíbula lembra a do peixei-boi-amazônico. Mas ele também tem diferenças na parte posterior da mandíbula que não se encontra em nenhum outro peixe-boi fóssil existente”, revelam os pesquisadores em vídeo.

Arcada dentária do Trichechus hesperamazonicus, encontrado em Rondônia — Foto: Journal Of Vertebrate Paleontology/ Reprodução

A incomum linha dentária observada pode estar relacionada a diferenças de mastigação e dieta dos animais.

“O Trichechus hesperamazonicus é consideravelmente maior do que o peixe-boi-marinho e outro peixe-boi já visto na Amazônia. O tamanho do crânio se aproxima das medições do peixe-boi-africano”, diz a pesquisa, em tradução livre.

O peixe-boi-africano, citado como parâmetro de medição, chega a 450 kg em idade adulta e pode medir até 3,5 metros.

De onde vem?

Ednair Nascimento no Museu da Memória Rondoniense, em Porto Velho — Foto: Ana Kézia Gomes/G1

Uma das hipóteses levantadas na pesquisa é que o mar é a origem do peixe-boi amazônico. “Há aproximadamente 5 milhões de anos, o Oceano Pacífico entrava na Amazônia. Com o soerguimento das Cordilheiras dos Andes muitos animais ficaram presos aqui, como por exemplo, esses Trichechus“, explica Ednair Nascimento.

“Ainda está para ser determinado se o Trichechus evoluiu inicialmente em habitats ribeirinhos e depois invadiu ambientes marinhos. Ou se o peixe-boi de água doce é resultado de uma invasão de habitats costeiros”, consta no artigo (tradução livre).

Onde estão?

Os fósseis do Trichechus amazonicos estão atualmente na UFMG, mas a previsão é que retornem para Rondônia em fevereiro. Ele será exposto no Museu da Memória Rondoniense, onde toda a população poderá contemplar a nova espécie de peixe-boi-amazônico.

“Há todo um protocolo de envio. É um material frágil e não pode ser simplesmente enviado via correio. Então um pesquisador é que vai trazê-lo no mês que vem. Já estamos na tratativa para que esse material retorne. O tombamento especifica que ele pertence ao Museu da Memória Rondoniense”, diz Ednair Nascimento.

Orgulho local

O artigo é visto com grande satisfação por pesquisadores do estado, como comenta Glenda Félix, arqueóloga da Universidade Federal de Rondônia (Unir).

Para ela, os intercâmbios científicos que ocorrem entre várias instituições de pesquisa fazem com que a Região Norte ganhe prestígio no exterior.

Glenda Félix, arqueóloga, olhando fósseis em Porto Velho.  — Foto: Ana Kézia Gomes/G1

“A gente trabalha para que o conhecimento produzido aqui não fique só na nossa região. O conhecimento tem que ser compartilhado com o mundo inteiro. Há ciência em Rondônia. A pesquisa regional se encaixa nesse grande quebra-cabeça e traz luz pra ciência”, comenta Glenda.

Com investimento de R$ 32 mi, 5 empresas disputam licitação da rede de água em Vilhena, RO

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Cinco empresas e consórcios disputam uma licitação voltada à rede de abastecimento de água de Vilhena (RO), região do Cone Sul. A abertura do processo foi feita pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), que objetiva ampliar e readequar o fornecimento.

Segundo a prefeitura da cidade, os concorrentes entregaram a documentação para participarem do processo no início desta semana. Os candidatos são de cidades como Brasília (DF), Aparecida de Goiânia (GO), Cascavel (PR), Ananindeua (PA) e Porto Velho (RO). O investimento é de R$ 32 milhões.

Agora, o SAAE tem cinco dias úteis para apontar quais são as empresas habilitadas a seguirem no processo de licitação por meio de parecer. Os próximos passos incluem a abertura das propostas, a delimitação dos prazos para recurso e a divulgação da empresa vencedora.

A previsão é de que os pareceres sejam divulgados no próximo dia 27 de janeiro, data em que passará a contar também os pedidos de recursos. A obra deve custar R$ 32 milhões e conta com recursos do Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR).

A promessa é que Vilhena ganhe dois reservatórios: um com capacidade de 1,5 milhão de litros e outro com mais dois milhões. Ainda de acordo com a prefeitura do município, um deles será construído no Setor Pioneiro e outro no Setor 20, bairro Jardim das Oliveiras.

Ipem Rondônia fiscaliza papelarias e alerta pais sobre os cuidados na hora de comprar o material escolar

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As equipes do Instituto de Pesos e Medidas de Rondônia (Ipem –RO ) iniciaram, nesta semana (21), a fiscalização denominada “Operação Volta às Aulas” em papelarias da capital.

Segundo o especialista em metrologia do Ipem, Igor Argento, com a proximidade do período escolar, o trabalho é intensificado para proteger o cidadão. A operação vai até o dia 20 de fevereiro, e será realizada tanto em Porto Velho quanto no interior.

“Além de verificar os preços e a qualidade dos produtos, também verificamos como eles são expostos. Nós sempre orientamos que as papelarias sigam o que é previsto pelo Inmetro, que trata sobre a certificação e os devidos cuidados, dando confiabilidade ao consumidor”, explicou o especialista.

OBSERVE ANTES DE COMPRAR

Segundo o especialista, os pais devem redobrar a atenção na hora de comprar o material escolar dos filhos, pois alguns materiais podem colocar a segurança das crianças em risco. Por isso o especialista alerta sobre a importância de verificar bem os produtos que serão comprados, e até optar por deixar as crianças em casa, para uma melhor análise dos produtos.

Dentre as dicas de segurança, Igor cita algumas importantes. “O primeiro passo é sempre analisar a origem do produto, observar se possui o selo do Inmetro, verificar o tamanho, a textura, e para qual idade ele é indicado”.

No caso de matérias cortantes, como tesouras, compasso, entre outros materiais, é preferível optar pelo mais seguro. “No caso das tesouras, escolha as que possuem pontas redondas; olhe sempre as tintas, e demais materiais líquidos, que podem conter substâncias que trazem risco à saúde”, alertou o especialista.

Ele explica ainda que Inmetro divulga todos os anos listas com os nomes dos materiais escolares que foram inspecionados e que estão de acordo com as normas de segurança. Essas listas podem facilmente ser acessadas através do link.

A dona de casa Zaida Matos aprovou a fiscalização, e disse que o consumidor se sente mais seguro. “Eu fiquei muito feliz em ver o pessoal fiscalizando as papelarias. A gente realmente se sente mais seguro, até porque não é difícil encontrar produtos falsificados e de origem duvidosa por aí. Com esse trabalho, a gente tem mais confiança”, destacou a consumidora.

O diretor técnico do Ipem, Otoniel Maia, acrescentou ainda que as fiscalizações foram intensificadas em Rondônia, uma das metas do governo do Estado para garantir mais segurança aos consumidores.

“O presidente do Ipem, Aziz Rahal Neto, conforme pedido do governador coronel Marcos Rocha, tem dado cumprimento às fiscalizações que estão sendo realizadas em vários estabelecimentos de Rondônia. Em 2019 fizemos várias operações em parceria com outros órgãos, e prestamos todas as orientações necessárias. Este ano não será diferente”, concluiu o diretor técnico.

Campanha de conscientização marca o Dia Mundial da Luta contra a Hanseníase em Rondônia

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Tendo ostentado uma posição nada confortável em 2018, quando foi classificado de área de risco hiperendêmico, com registro de 737 casos de hanseníase (lepra), o estado de Rondônia já baixou este índice em 2019 e faz neste domingo (26) ampla campanha, com os 52 municípios, para marcar o Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase, e avançar na prevenção e combate à doença.

De acordo com a enfermeira Albanete Mendonça, coordenadora de Hanseníase da Agência de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa), o esforço do governo do Estado tem foco na prevenção de incapacidades – limitações que podem chegar até a amputações -, geradas pelos efeitos dematoneurológicos provocados pela doença, e neste sentido quer o envolvimento de todos os municípios neste trabalho.

Ela explicou que as atividades da Agevisa para marcar o Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase não prevê um grande evento, mas um reforço no trabalho contínuo de informação e orientação juntos aos 52 municípios, de modo a atingir toda a sociedade com a ampliação das atividades de “pit stop” nas áreas de maior concentração de pessoas, com palestras em todas as áreas do Sistema Penitenciário, nas unidades de saúde em todo Estado, assim como nas escolas, onde os municípios devem se encarregar e levar toda orientação aos estudantes, que por sua vez atuarão como multiplicadores junto às suas respectivas famílias.

De acordo com a Agevisa, os números da doença em Rondônia partem de 2107 com o registro de 517 casos, passando por um aumento deste número para 737 casos em 2018 – elevando a condição do Estado como área hiperendêmica da doença -, para chegar em 2019 com 464 casos, números ainda não fechados, mas que revelam uma queda considerável na incidência da hanseníase em Rondônia. “Queremos que os municípios e a sociedade rondoniense se envolvam na luta para prevenir e tratar a doença, que é responsabilidade de todos”, disse Albanete Mendonça.

QUE É HANSENÍASE

Historicamente conhecida como “lepra”, uma doença que também matava (ou mata) pela discriminação, principalmente gerada por sua condição de alta infectividade e mutilação, a hanseníase é uma doença crônica, transmissível, de notificação compulsória e investigação obrigatória em todo território nacional. Possui como agente etiológico o Micobacterium leprae, bacilo que tem a capacidade de infectar grande número de indivíduos, e atinge principalmente a pele e os nervos periféricos com capacidade de ocasionar lesões neurais, conferindo à doença um alto poder incapacitante, principal responsável pelo estigma e discriminação às pessoas acometidas pela doença.

De acordo com informações do Ministério da Saúde (MS), a infecção por hanseníase pode acometer pessoas de ambos os sexos e de qualquer idade. Entretanto, é necessário um longo período de exposição à bactéria, sendo que apenas uma pequena parcela da população infectada pode efetivamente adoecer.

Considerada uma das doenças mais antigas da humanidade, a hanseníase elevou a Brasil a uma posição desconfortavelmente de destaque, eis que atualmente ocupa a 2ª posição no mundo, entre os países que registram casos novos, motivo pelo qual é considerada um importante problema de saúde pública no País.

SINTOMAS E SINAS DA HANSENÍASE

Segundo essas mesmas informações do MS e confirmadas pela Agevisa rondoniense, as pessoas devem ficar atentas a uma série de sinas e sintomas que podem caracterizar a hanseníase, e assim realizar o tratamento o mais rápido possível, segundo explicações da enfermeira Albanete Mendonça, visto que na fase inicial a doença pode ser tratada em seis meses, diferentemente da doença com duração maior (diagnosticada tardiamente), que exige um tratamento de 12 meses, em caráter ininterrupto.

Os sinais e sintomas da hanseníase são os seguintes: manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração de sensibilidade térmica (ao calor e frio), tátil (ao tato) e à dor, que podem estar principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas.

Também são sinais e sintomas importantes que confirmar um diagnóstico para a doença, o aparecimento de áreas com diminuição dos pelos e de suor, dor e sensação de choque, formigamento, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas, inchaço de mãos e pés, diminuição sensibilidade e/ou da força muscular da face, mãos e pés, devido à inflamação de nervos, que nesses casos podem estar engrossados e doloridos, úlceras de pernas e pés, caroços (nódulos) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos, febre, edemas e dor nas articulações, entupimento, sangramento, ferida e ressecamento do nariz, e ressecamento nos olhos.

COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO

De acordo com a literatura especializada, o diagnóstico de caso de hanseníase é essencialmente clínico e epidemiológico, realizado por meio do exame geral e dermatoneurólogico para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade e/ou comprometimento de nervos periféricos, com alterações sensitivas e/ou motoras e/ou autonômicas.

Assim, os casos com suspeita de comprometimento neural, sem lesão cutânea (suspeita de hanseníase neural pura), e aqueles que apresentam área com alteração sensitiva e/ou autonômica duvidosa e sem lesão cutânea evidente, devem ser encaminhados para unidades de saúde de maior complexidade para confirmação diagnóstica.

O Ministério da Saúde recomenda que nesses casos, os pacientes sejam levados à unidades de saúde mais preparadas para realização de exames eletrofisiológicos e/ou outros mais complexos, para identificar comprometimento cutâneo ou neural discreto e para diagnóstico diferencial com outras neuropatias periféricas, e por fim realizar o tratamento adequado.

Empresas de Ji-Paraná exigem mão de obra qualificada para contratação

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Conhecimento técnico é imprescindível na hora da contratação das empresas. O reflexo disso em Ji-Paraná é a empregabilidade de pelo menos 350 pessoas no mercado de trabalho formal no último quadrimestre de 2019. A informação, divulgada essa semana, é do Sistema Nacional de Emprego (Sine), em Ji-Paraná.

Nos últimos quatro meses do ano passado, 5544 pessoas recorreram ao Sine em busca de emprego. A falta de qualificação profissional e o despreparo para as entrevistas são as principais barreiras para o candidato conseguir emprego. “Infelizmente nem todas as pessoas consegue a ocupação profissional desejada devido à falta de conhecimento técnico na área, não saber elaborar um currículo atrativo e se portar bem na entrevista”, lamenta a gerente do órgão, Andreia Bastos.

O órgão, responsável pelos direcionamentos dos candidatos às vagas formais de trabalho na cidade, registrou o maior número de ocupações no mês de outubro com 120 pessoas empregadas.

Além de encaminhar os candidatos, Andreia Bastos orienta os interessados sobre a importância da apresentação de um currículo bem feito. “Orientações de como preparar o currículo está entre as mais recorrentes buscas nos atendimentos”.

No Sine em Ji-Paraná são oferecidos outros serviços como a entrada no pedido de Seguro Desemprego, por exemplo. A pessoa desempregada poderá requerer o benefício federal diretamente no Sine. “O interessado precisa ter em mãos os documentos pessoais e da demissão. Tudo original”, avisa, Andreia Bastos.

O Sine funciona nas dependências do Tudo Aqui (Shopping Cidadão), em Ji-Paraná.

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