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sexta-feira, abril 10, 2026
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CURIOSIDADES: SUPERNATURAL

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Supernatural:

1. O conceito original da série contava com um repórter que investigava lendas urbanas e escrevia acerca delas, mas a ideia foi alterada para aquela que hoje conhecemos, com os irmãos Winchester a caçarem seres sobrenaturais.

2. Jensen Ackles fez audições para o papel de Sam Winchester, mas depois de Jared Padalecki ter feito testes, os produtores ligaram a Jensen, propondo-lhe que interpretasse Dean, dizendo-lhe que ele seria o “Han Solo” do duo. Como bem sabemos, o ator aceitou o papel e é sabido que terá mostrado interesse prévio no personagem por ser engraçado. Ainda sobre Dean, quando este foi concebido era suposto ter imensas tatuagens, mas o orçamento da série não permitiu que tal acontecesse.

3. Misha Collins fez audições para o papel de um demónio porque nessa altura os anjos ainda eram um segredo. No entanto, o ator acabou por assumir o personagem Castiel, mas era suposto que tivesse feito apenas umas participações especiais na 4.ª temporada. Contudo, devido à sua enorme popularidade junto dos fãs da série, tornou-se um membro regular do elenco e o personagem ‘escapou’ duas vezes aos planos que o criador, Eric Kripke, tinha para que morresse.

4. Outro personagem que só iria aparecer muito brevemente e acabou por se tornar importante para a história da série é Bobby Singer, interpretado por Jim Beaver. Era suposto que tivesse participado apenas num episódio da série, mas já conta com presença em mais de 60.

5. Os planos de Kripke para a série consistiam em apenas cinco temporadas e é por isso mesmo que a season finale do quinto ano da série se chama Swan Song, que é uma metáfora para o final de algo. Para além disso, este título também pode ser visto como uma homenagem a uma das bandas favoritas de Kripke, os Led Zeppelin, que lançaram uma editora discográfica chamada Swan Song Records. E já que estamos a falar dos Led Zeppelin, vale ainda a pena salientar que o criador da série os queria na banda sonora, mas o licenciamento revelou-se muito caro. No entanto, isso não impediu que o rock clássico tivesse uma grande importância na série e Kripke fez uso da sua própria coleção pessoal para Supernatural.

6. Gil McKinney (ER) fez audições para o papel de Sam, sem sucesso, mas viria a entrar na série oito anos mais tarde no papel de Henry, o avô paterno da dupla principal. Por sua vez, Marc Singer (da série V, de 1984) e Bruce Campbell (Ash vs Evil Dead) foram algumas das opções iniciais para o papel de John Winchester, que acabou por ser atribuído a Jeffrey Dean Morgan.

7. A propósito de Jeffrey, o ator é apenas doze anos mais velho do que Jensen Ackles, que dá vida ao seu filho mais velho na série. O caso de Samantha Smith, que interpreta Mary Winchester, é ainda mais flagrante, visto que a diferença de idade em relação ao filho da ficção é de menos de nove anos.

8. Jared Padalecki já teve pelo menos dois acidentes na série. O primeiro remonta à 2.ª temporada, quando o ator partiu o pulso a filmar uma das cenas. O outro foi um ombro deslocado enquanto Jared lutava com Osric Chau, que interpreta Kevin Tran. Isto obrigou os argumentistas a inventar uma história que justificasse o porquê de Sam andar com o braço ao peito no início da 10.ª temporada. Ainda acerca de Jared, o ator ganhou cerca de 16 quilos de músculo para o papel de Sam.

9. Os papéis de Ruby e Cain foram escritos para Kristen Bell e Timothy Omundson, respetivamente. Timothy aceitou interpretá-lo, mas Kristen não e acabou por ser Katie Cassidy a escolhida para dar vida à personagem.

10. Supernatural não é feita apenas dos seus personagens, mas também de objetos icónicos, nomeadamente armas e carros. Sabem o que significa a expressão latina “Non timebo mala”, inscrita na Colt? Algo como “Não temerei nenhum mal”. Quanto ao ’67 Chevy Impala, este esteve quase para ser um Mustang de 1965, já que essa era a ideia de Kripke. No entanto, quando um vizinho lhe disse que podia “pôr um corpo na mala” de um Impala, ele soube que seria essa a opção mais acertada.

Programa Médicos pelo Brasil vai Substituir Mais Médicos

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O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, lançam nesta quinta-feira (1º) o programa Médicos pelo Brasil, que vai substituir o Mais Médicos, criado em 2013, no governo de Dilma Rousseff. O lançamento ocorrerá em cerimônia no Palácio do Planalto, marcada para as 11h.

O principal objetivo do novo programa continua sendo a interiorização de médicos pelo país, especialmente nas regiões mais remotas e desassistidas. “O programa prevê a priorização da prestação de serviços médicos na atenção primária de saúde no Sistema Único de Saúde (SUS), principalmente em municípios pequenos e remotos do Brasil, locais de difícil provimento ou alta vulnerabilidade, além de aprimorar o modelo de atendimento médico federal. O programa objetiva também desenvolver e intensificar a formação de profissionais médicos, especialistas em medicina de família e comunidade”, afirmou o porta-voz do Palácio do Planalto, Otávio Rêgo Barros, na entrevista diária concedida ontem (30) a jornalistas.

Uma das principais novidades do Médicos pelo Brasil é a contratação dos profissionais pelo regime de Conslidação das Leis do Trabalho (CLT). Até então, os contratos eram temporários de até três anos. O valor do salário, atualmente em R$ 11,8 mil, também deve aumentar. Estão previstas gratificações de acordo com o local de lotação do médico. A seleção para o programa será feita, segundo o governo, por meio de prova objetiva. O programa também pretende intensificar a formação de profissionais médicos como especialistas em medicina de família e comunidade.

A substituição do Mais Médicos pelo Médicos pelo Brasil deverá ser gradual, respeitando os atuais contratos em vigor. A expectativa é manter as cerca de 18 mil vagas em mais de 4 mil municípios de todo o país.

O governo espera que o novo programa seja mais atrativo na alocação de profissionais médicos em áreas de baixa cobertura de saúde pública. “Eles [Ministério da Saúde] estudaram alguns aspectos que vão favorecer a chamada, a seleção desses novos médicos. Nós estamos bastante esperançosos que isso possa suplantar as dificuldades que nós tínhamos no passado”, acrescentou Rêgo Barros.

Cubanos

A incorporação dos cerca de 1,8 mil médicos cubanos que permaneceram no país, após o fim do acordo com o governo de Cuba, não está prevista no novo programa. “A situação dos médicos cubanos está sendo analisada pelo ministério, buscando alternativas para o seu exercício profissional”, disse o porta-voz do governo.

Portaria publicada essa semana pelos ministérios da Justiça e das Relações Exteriores regulamentou a residência de cubanos que participaram do programa Mais Médicos no Brasil. A apresentação do requerimento de autorização de residência em território brasileiro deverá ser feita junto à Polícia Federal.

De acordo com a portaria, o imigrante poderá requerer a autorização de residência – que poderá ter prazo indeterminado – no período de 90 dias anteriores à expiração do prazo de 2 anos, previsto para que as autoridades brasileiras concluam o processo de autorização de residência. A autorização de residência implicará na “desistência expressa e voluntária de solicitação de reconhecimento da condição de refugiado”.

Idaron Intensifica Ações de Combate à Raiva na Região de Nova Brasilândia

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A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron) intensificou as ações de prevenção e combate à raiva animal na região de Nova Brasilândia do Oeste, interior do estado.

A doença gera preocupação, uma vez que pode afetar tanto o homem quanto animais mamíferos domésticos e silvestres. No agronegócio, é responsável por grande prejuízo econômico, pois quando há evolução da doença, invariavelmente, é fatal nos animais acometidos. O maior transmissor do patógeno é o morcego hematófago, que se alimenta de sangue.

A Idaron está atuando nas propriedades rurais da região, realizando diversas ações sanitárias, como coleta de material de animais suspeitos e notificação das propriedades, para, num prazo de 30 dias, vacinação de bovídeos, equídeos, caprinos e ovinos.

Também é feita investigação, para identificação de abrigos de morcegos hematófagos, além de ampla divulgação sobre a enfermidade e suas consequências, através de palestras e reuniões em escolas e associações rurais, com distribuição de material gráfico. Há ainda a divulgação em meios de comunicação.

A Secretaria Municipal de Saúde de Nova Brasilândia foi informada das ações para as devidas providências junto a pessoas que possam ter manipulado animais enfermos.

Conforme informação do Coordenador do Programa Estadual de Combate à Raivas dos Herbívoros da Idaron, Dalmo Bastos Sant’Anna, o próximo 28 de setembro será o ‘Dia de Combate à Raiva no Mundo’ e, em Rondônia, a Agência intensificará a divulgação sobre a raiva nos municípios e distritos, suas consequências e importância da vacinação anual dos rebanhos, como forma mais eficaz de controle da doença no Estado.

Dalmo alertou, ainda, que vacinar o rebanho, embora não seja obrigatório, é muito mais barato do que amargar o enorme prejuízo, quando da ocorrência da doença nos animais, devido a mortalidade.

Bolsonaro e Damares trocam integrantes da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos

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O presidente Jair Bolsonaro trocou quatro dos sete integrantes da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos. A mudança ocorreu uma semana após o colegiado declarar que a morte, durante a ditadura militar, do pai do atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi provocada pelo Estado. Segundo Bolsonaro, ele foi morto pelo grupo de esquerda do qual fazia parte.

A alteração na comissão foi publicada no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira (1º), com a assinatura do presidente e da ministra Damares Alves, da pasta da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Segundo Bolsonaro, a mudança ocorreu porque mudou o presidente da República.

“O motivo [é] que mudou o presidente, agora é o Jair Bolsonaro, de direita. Ponto final. Quando eles botavam terrorista lá [na comissão], ninguém falava nada. Agora mudou o presidente. Igual mudou a questão ambiental também”, afirmou Bolsonaro nesta manhã na saída do Palácio da Alvorada.

De acordo com o decreto publicado nesta quinta-feira, estas são as alterações feitas na composição da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos:

  • Marco Vinicius Pereira de Carvalho substitui Eugênia Augusta Gonzaga Fávero, atual presidente do colegiado
  • Weslei Antônio Maretti substitui Rosa Maria Cardoso da Cunha
  • Vital Lima Santos substitui João Batista da Silva Fagundes
  • Filipe Barros Baptista de Toledo Ribeiro substitui Paulo Roberto Severo Pimenta

No último dia 24, atestado de óbito emitido pela comissão apontou que a morte de Fernando Santa Cruz, pai do atual presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, se deu de forma “não natural, violenta, causada pelo Estado brasileiro”. Nesta segunda-feira (29), Bolsonaro afirmou que “um dia” contaria ao filho de Santa Cruz como o pai dele desapareceu durante a ditadura militar (1964-1985).

Horas após a declaração, Bolsonaro afirmou, sem apresentar provas, que a morte não foi causada pelos militares, mas pelo “grupo terrorista” — nas palavras de próprio presidente — Ação Popular do Rio de Janeiro, do qual Santa Cruz pai fazia parte. O presidente da OAB acionou o Supremo com pedido para que Bolsonaro explique a afirmação.

Além do atestado de óbito emitido pela Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, relatório da Comissão Nacional da Verdade destaca que documentos da Marinha e da Aeronáutica apontam que Fernando Santa Cruz foi preso e desapareceu enquanto estava sob custódia das Forças Armadas, em 1974.

Assessor de Damares presidirá comissão

O novo presidente da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, Marco Vinicius Pereira de Carvalho, é filiado ao PSL, partido de Bolsonaro, e assessor especial de Damares. Ele foi funcionário da prefeitura de Taió (SC).

A presidente substituída do colegiado, primeira na lista de trocas, havia criticado Bolsonaro na segunda-feira pelas declarações relacionadas a Santa Cruz. “Consideramos extremamente grave pela dor dos familiares, mas também pelo fato de ser um presidente da República de um país que vem assumindo essas mortes desde 1995, pelo menos”, afirmou Eugênia Gonzaga.

Questionada pela TV Globo sobre ter sido retirada da comissão nesta quinta-feira, Eugênia disse que “já esperava”.

“Eu ainda não tinha visto. Eu já esperava desde a caminhada do silêncio. Lamento muito também, mas ia acontecer mais cedo ou mais tarde”, declarou a presidente substituída da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos.

Comissão criada em 1995

A Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos foi criada em 1995, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

A lei nº 9.140 estabelece que o colegiado realizará o reconhecimento de desaparecidos por atividades políticas entre 1961 a 1979, período que engloba parte da ditadura militar até o ano em que foi promulgada a Lei da Anistia.

A legislação também estabelece que os sete membros da comissão devem ser de livre escolha do presidente da República, sendo que quatro deles devem ser escolhidos:

  • dentre os membros da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados
  • dentre as pessoas com vínculo com os familiares das pessoas referidas em lista divulgada pelo governo federal em 1995
  • dentre os membros do Ministério Público Federal
  • dentre os integrantes do Ministério da Defesa (este item se referia, inicialmente, a integrantes das Forças Armadas, o que foi alterado em lei de 2004)

Relembre o caso

Flamengo gasta combustível no início, cansa no fim, mas é carregado pela torcida após nove anos às quartas da Libertadores

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Para contar a história de Flamengo 2 x 0 Emelec é necessário voltar algumas horas antes do jogo. Toda a atmosfera criada ao longo desse 31 de julho influenciou no que aconteceu em campo. A torcida foi ao Ninho do Urubu apoiar a equipe à tarde. Horas depois, “corredor de fogo” na chegada ao estádio, sinalizadores… O Maracanã é acostumado com festa. Mas nessa quarta-feira foi especial. Impossível o time não se contagiar. E o Rubro-Negro deve muito a sua torcida o fato de estar classificado, após nove anos, para as quartas de final da Libertadores.

Dentro do estádio, com quase 70 mil vozes gritando e cantando sem parar, o Flamengo correspondeu. Foram 25, 30 minutos de intensidade total, em que o time praticamente não deixou o Emelec respirar. Tempo necessário para o Flamengo marcar duas vezes com Gabigol e acabar com a vantagem dos equatorianos.

Gabigol, mais uma vez, foi decisivo para o Flamengo: 22 gols em 2019 — Foto: André Durão

Fora a incrível chance perdida pelo próprio Gabigol com apenas três minutos de jogo, tudo deu muito certo para o Flamengo no primeiro tempo. Pelo lado direito, Rafinha, Gabigol e Everton Ribeiro – apesar de nitidamente ainda não estar em seu melhor ritmo – envolveram os equatorianos. Na esquerda, Gerson, cada vez mais à vontade, se entendeu com Bruno Henrique.

Em 19 minutos o Flamengo já vencia por 2 a 0 e passava a impressão de que poderia resolver a classificação no primeiro tempo. Mas não resolveu… e acabou sofrendo por isso.

Falta gás, sobra tensão

Logo nos primeiros minutos deu para perceber que o segundo tempo teria outro roteiro. O combustível queimado em excesso no primeiro tempo fez falta. Faltou gás, intensidade, e o Emelec cresceu. E assustou.

– É impossível uma equipe jogar como o Flamengo fez por 45 minutos, quando o Emelec não fez um arremate. Foram 70% de posse de bola, como que você quer que uma equipe seja, no Brasil, China ou Europa, como o Flamengo foi por 105 metros pressionando o portador da bola e chegue na segunda parte com a mesma intensidade? Sabe onde isso acontece? No PlayStation. Quero agradecer aos jogadores por fazerem tudo que deviam fazer – analisou Jorge Jesus.

Foi um segundo tempo de poucas chances e muita tensão. O Flamengo teve uma excelente chance com Thuler, outra boa oportunidade em arrancada de Bruno Henrique e só. Valente, o Emelec não se limitou a defender e tentava encaixar contra-ataques.

Thuler, 20 anos, parecia um veterano em campo — Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

Thuler, 20 anos, parecia um veterano em campo — Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

Nesse ponto, vale destacar a atuação da defesa rubro-negra. Pablo Marí e Thuler, reservas até semana passada, foram impecáveis. Em seu segundo jogo, o espanhol vai mostrando até aqui que o Flamengo fez uma aposta certeira. O jovem Thuler, de 20 anos, parecia um veterano. Que partida do garoto.

Se a defesa era sólida, o ataque perdeu força. As substituições não incendiaram o time. Faltou ritmo a Arrascaeta, que voltava de lesão. O estreante Reinier e Berrío não conseguiram manter o nível de Gabigol e Gerson, que pediram para sair. Bruno Henrique até tentava, mas estava exausto. Rafinha já não subia com a mesma frequência. O sistema ofensivo estava sem combustível. A disputa por pênaltis foi o caminho natural.

Sobriedade que faltou na Copa do Brasil sobra nos pênaltis

Diego Alves voa para defender o pênalti de Dixon Arroyo — Foto: André Durão

Nas penalidades, a tranquilidade que faltou na Copa do Brasil sobrou diante do Emelec. Arrascaeta, Bruno Henrique, Renê e Rafinha cobraram com sobriedade, calma e categoria que faltaram contra o Athletico, há duas semanas.

Coube a Diego Alves, vaiado domingo contra o Botafogo, defender a cobrança de Dixon Arroyo. Queiróz acertou o travessão, e o Maracanã explodiu. Ufa! Foi sofrido, mas após nove anos o Flamengo está de volta às quartas de final da Libertadores.

‘Velozes e furiosos: Hobbs e Shaw’ é cafona, clichê, absurdo e muito divertido

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É difícil errar ao pegar dois dos melhores e mais carismáticos astros de ação da atualidade e jogar milhões de dólares neles até sair um filme. “Velozes e furiosos: Hobbs e Shaw” é o resultado, uma mistura certeira de diálogos cafonas, clichês absurdos e momentos impossíveis, mas extremamente divertidos.

O derivado de uma das franquias de maior sucesso do cinema (fora da Disney) estreia nesta quinta-feira (1º) no Brasil. Ao deixar para trás algumas das limitações da saga estrelada por Vin Diesel, “Hobbs e Shaw” abraça de vez o ridículo e se torna tudo aquilo que a parceria entre Dwayne Johnson e Jason Statham poderia ser.

Infelizmente, nem a química incrível da dupla é suficiente para segurar as mais de duas horas da história, que em certos momentos exagera na pieguice. A tosquice das frases de efeito, dignas dos melhores filmes de duplas dos anos 1990, é mais que bem-vinda, mas escorrega em dramas pessoais ou familiares.

Golpes previsíveis…

Os dois já faziam a linha “iniamigos” (versão brasileira dos “frenemies” americanos) desde o primeiro confronto em um dos milhares de “Velozes e furiosos” – Statham estreou como Shaw no sexto, mas só se juntou à galera oficialmente no sétimo; já Johnson apareceu como Hobbs a partir do quinto. Ambos como antagonistas que se tornaram aliados.

Em “Hobbs e Shaw”, a história é velha. Uma dupla de agentes durões (mas com corações de ouro enterrados bem lá no fundo de montanhas de músculos) deve superar suas previsíveis rivalidades para salvar o mundo.

A ameaça da vez também não é das mais originais, com um grupo terrorista que busca a evolução humana através da tecnologia depois de dizimar a população com um vírus mortal.

No papel do grande vilão está outro fortão carismático, o britânico Idris Elba (“A torre negra”), que interpreta um mercenário implacável com toques de cibernéticos. Ou seja, algo como “Missão: Impossível 2”encontra “O Exterminador do Futuro”.

…mas que encaixam

Se o enredo não é lá dos mais originais, as cenas de ação valem o ingresso. O diretor David Leitch usa sua experiência demonstrada em filmes como “De volta ao jogo” (2014) e “Atômica” (2017) para construir belas sequências em que a pancadaria come solta.

Ele ainda cede aos famigerados cortes rápidos e câmeras tremidas nos momentos mais explosivos, mas os combates corpo-a-corpo fazem bom uso das experiências marciais dos protagonistas.

Já os atores, que nunca se acanharam em produções menores ou mais toscas, encontram em “Hobbs e Shaw” o melhor uso para as suas habilidades. A diversão da dupla é evidente na maior parte do filme.

Carlos Bolsonaro, os rompantes do Zero Dois

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Carlos Bolsonaro conquistou uma vaga na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro em outubro de 2000, quando tinha apenas 17 anos. Se tornou o mais jovem vereador da história do Brasil.

Dos três filhos políticos, é o mais próximo do pai. O que mais ajuda Jair Bolsonaro com as redes sociais. E o que mais tem momentos de explosão para defender o presidente da República.

Conheça os detalhes de cada etapa da história de Carlos Bolsonaro em mais uma edição do podcast Funcionário da Semana:

Grey’s Anatomy: Primeira imagem da 16ª temporada é divulgada

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E foi dada a largada! O ator Giacomo Gianniotti — novo interesse romântico da Dra. Meredith (Ellen Pompeo) em Grey’s Anatomy — anunciou em seu Instagram o início das gravações da 16ª temporada da série médica criada por Shonda Rhimes. Confira:

“Primeiro dia de volta ao trabalho com essa beleza”.

Para o desespero dos fãs, parece que o casal ainda vai passar por poucas e boas. Durante entrevista à TVLine, a showrunner Krista Vernoff avisou que eles não devem presumir que tudo “irá voltar ao normal” rapidamente e que a cirurgiã vai lidar com as consequêsncias de seus atos: “Foi um grande balanço que fizemos. Eu não posso prometer que o Grey Sloan não vai ter que ficar sem esses médicos, pelo menos por um tempo. Quero dizer, eles foram demitidos!”. Vale lembrar que Alex Karev (Justin Chambers) e Richard Webber (James Pickens Jr.) também foram expulsos do hospital.

A 16ª temporada de Grey’s Anatomy estreia dia 26 de setembro nos Estados Unidos. Outras séries produzidas por Rhimes que também foram renovadas recentemente são Station 19 e How to Get Away with Murder. No Brasil, todas são exibidas pelo canal Sony.

Espetinho de frigideira

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Porção: 4

Tempo: 00h20

Dificuldade: Fácil

Ingredientes

  • 500 g de alcatra ou contrafilé sem gordura em cubos de 4-5 cm
  • Sal e pimenta-do-reino
  • 50 ml de vinho tinto
  • 200 g de queijo coalho em cubos de 4 cm
  • ½ pimentão (verde, vermelho e amarelo) em quadrados de 4 cm
  • 1 cebola cortada em 8
  • Óleo para untar a frigideira

Modo de preparo

  1. Tempere a carne com sal e pimenta a gosto. Coloque numa tigela e regue com o vinho. Deixe tomar gosto por 10 minutos.
  2. Monte os espetinhos, alternando pedaços de carne, queijo, pimentões e cebola.
  3. Aqueça bem uma frigideira grande ou uma chapa untada com óleo e doure os espetinhos de todos os lados até o ponto desejado.

Bolsonaro: ‘Maior prova de que Brasil pode dar certo é confiança entre nós’

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira, 31, estar trabalhando para aumentar a confiança do setor privado no país e, assim, expandir investimentos e melhorar a economia. Ele participou no período da manhã da assinatura do contrato de concessão dos trechos central e sul da Ferrovia Norte-Sul, em Anápolis, Goiás. A empresa Rumo Logística, maior operadora logística com base ferroviária independente do Brasil, fará a operação.

Ao iniciar seu discurso no evento, Bolsonaro afirmou que o país inteiro, inclusive os Estados e municípios, ainda enfrentam dificuldades econômicas. “Nós, chefes do Executivo federal e dos executivos estaduais, estamos nessa saparia na lagoa respirando por um canudinho de junco”, disse.

Ele justificou que o contingenciamento determinado aos ministérios da Educação e da Cidadania nesta quarta-feira são necessários, voltou a repetir que, se não fizesse isso, poderia sofrer impeachment e disse que pegou o país quebrado.

Mais cedo, quando deixou o Palácio da Alvorada, em Brasília, para a viagem, ele afirmou não ser adepto do contingenciamento, mas que “entre a crítica e o impeachment, fico com o contingenciamento”, disse.

Na terça à noite, o governo publicou edição extra no Diário Oficial da União na qual distribui entres órgãos do Executivo o contingenciamento de R$ 1,4 bilhão anunciado semana passada.

O presidente ressaltou também que a confiança entre os setores é importante para fazer com que o Brasil “dê certo”. “Maior prova de que o Brasil pode dar certo é a confiança entre nós, eu confio em cada um dos 22 ministros que indiquei, são pessoas maravilhosas. Ninguém teve os ministros que eu tenho no momento, que querem buscar soluções para o país”, disse.

Aos empresários, Bolsonaro afirmou que eles estão acreditando no Brasil. “Essa obra aqui não é para empreiteiros, é para empreendedores.”, disse. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou que o governo está fazendo uma “revolução ferroviária” no País e que pretende continuar investindo, por meio de parcerias privadas, cada vez mais no setor.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, ressaltou que a concessão dos trechos da ferrovia Norte-Sul será importante para resolver o gargalo da logística agropecuária do país. De acordo com ela, 40% do custo do produção brasileira está ligada à logística de distribuição e transporte.

O objetivo da ferrovia é que ela escoe a produção industrial de São Paulo para a região Centro-Oeste e transporte grãos do Tocantins, Goiás e Mato Grosso ao porto de Santos, para exportação.

A Rumo Logística venceu a disputa do trecho que vai de Porto Nacional (TO) até Estrela D’Oeste (SP) em leilão que foi realizado em 28 de março pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A empresa ofereceu R$ 2,7 bilhões pela concessão.

Estados Unidos

Durante o evento, Bolsonaro também afirmou ter ficado feliz com o comentário do presidente norte-americano Donald Trump, que elogiou na terça o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) pela indicação a embaixada do Brasil em seu país. Segundo o presidente, o seu filho está habilitado para representar o seu país, mas fez a ressalva de que seu nome ainda precisa ser aprovado pelo Senado.

“Estive com Trump e nos interessa cada vez mais nos aproximar de grandes economias. A confiança (na gente) faz o Trump dar essas declarações”, disse.

Bolívia

O presidente brasileiro também afirmou estar “feliz” com o presidente da Bolívia, Evo Morales, por ele ter extraditado o italiano Cesare Battisti, acusado de cometer crimes de terrorismo, e por não ter participado da reunião do Foro de São Paulo, grupo que reúne os principais partidos de esquerda da América Latina e do Caribe, realizada na semana passada na Venezuela.

“Fiquei feliz com o Evo Morales que há pouco entregou o Battisti para a Itália, que era um símbolo da esquerda no Brasil. Também não participou do Foro de São Paulo, esse grupo que cada vez mais nos unia e nos transformava em iguais por baixo, além de buscar em última instância cassar a nossa liberdade. Ele (Evo) é um dos que estão aí na velha guarda da esquerda do Brasil, mas está evoluindo”, disse.

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