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sexta-feira, abril 10, 2026
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Sanduíche de Carne Assada ao Vinagrete

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Porção: 6

Tempo: 00h15

Dificuldade: Fácil

Ingredientes

  • 6 pães franceses bem fresquinhos
  • 300 g de pernil assado (ou lagarto) fatiado
  • 2 colheres (sopa) de maionese
  • Alface (opcional)

Vinagrete

  • 1 cebola grande picadinha
  • Cheiro-verde picadinho
  • 2 tomates sem sementes em cubinhos
  • 6 azeitonas picadinhas
  • ½ xícara (chá) de vinagre branco
  • 1/3 de xícara (chá) de azeite de oliva
  • Sal e pimenta-do-reino

Modo de preparo

  1. Divida os pães ao meio e passe a maionese dos 2 lados de cada um. Se desejar, cubra com alface.
  2. Distribua a carne (escorra o excesso de líquido do vinagrete) sobre uma das metades, cubra com a outra e corte na diagonal.

Vinagrete

  1. Misture os ingredientes do vinagrete e coloque a carne para tomar gosto nele de um dia para o outro.

Eduardo Bolsonaro, as Viagens do Zero Três

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Eduardo foi o último dos filhos políticos de Jair Bolsonaro a entrar na carreira. Foi eleito pela primeira vez em 2014, depois de concluir que o pai era uma voz solitária em Brasília e precisava de uma ajuda.

Ele ganhou elogios públicos de Donald Trump e levou o pai a cogitá-lo para o cargo de embaixador nos Estados Unidos. Mas o governo vai ter muito trabalho para aprovar a indicação e carimbar o passaporte do Zero Três.

Conheça os detalhes de cada etapa da história de Eduardo Bolsonaro em mais uma edição do podcast Funcionário da Semana:

As Operações Financeiras no Exterior do Dono do Grupo Petrópolis

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O grupo Petrópolis, fabricante da cerveja Itaipava, é alvo da nova fase da Lava-Jato em Curitiba. Na mira dos investigadores estão transações financeiras suspeitas realizadas pela companhia por meio de offshores. A investigação é baseada numa farta documentação enviada pelas autoridades da Suíça para o Ministério Público Federal do Paraná. O material, obtido por VEJA, revela como foram realizadas operações que movimentaram centenas de milhões de reais — e, segundo os investigadores, tinham como objetivo pagar propinas para políticos no Brasil.

Para os procuradores da força-tarefa da Lava-Jato, há evidências de que o executivo Walter Faria, dono grupo Petrópolis, “atuou em larga escala na lavagem de ativos e desempenhou substancial papel como grande operador de propina”. O esquema, de acordo com os investigadores, funcionava com uma complexa estrutura financeira montada no exterior. As contas bancárias de offshores ligadas à companhia eram irrigadas com diversas transferências de recursos. Em contrapartida, o grupo disponibilizava dinheiro em espécie no Brasil para pagamentos de propinas.

 (Lava-Jato/VEJA)

Havia ao menos 38 contas relacionadas a Walter Faria na Suíça. Uma delas era operada pela empresa Somert AS – que recebeu 18 milhões de dólares da Odebrecht durante as eleições de 2014. Em delações premiadas, executivos da empreita disseram que utilizavam o grupo Petrópolis para arrecadar dinheiro vivo e como laranja para disfarçar repasses de propinas por meio de doações de campanha para diversos políticos. A investigação aponta que a fabricante de cerveja disponibilizou 208 milhões de reais em espécie à Odebrecht no Brasil entre junho de 2007 e fevereiro de 2011 — e repassou 121,5 milhões de reais em vantagens indevidas “travestidas de doações eleitorais” entre 2008 e 2014.

“É possível concluir que Walter Faria foi uma das engrenagens do aparato montado pela Odebrecht para movimentar valores ilícitos, destinados principalmente a pagar propina a funcionários públicos da Petrobras e da administração pública brasileira e estrangeira, por meio da troca de reais no Brasil por dólares em contas no exterior, expediente conhecido como operações dólar-cabo, e por meio de entrega de propina travestida de doação de campanha eleitoral realizada por empresas do grupo Petrópolis em nome da Odebrecht”, dizem os procuradores da Lava-Jato.

Outras duas empresas offshores utilizadas pelo grupo Petrópolis para repassar propina, segundo os investigadores, são a Headliner e Gallpert Co SA. As companhias receberam, ao todo, 3,4 milhões de dólares de Julio Camargo e Jorge Luz, operadores e delatores do petrolão. De acordo com a força-tarefa de Curitiba, esses recursos seriam parte de pagamento de propina decorrente do navio-sonda Petrobras 10.000 para parlamentares do PMDB.

Investigadores da Lava-Jato apontam que o Walter Faria aderiu ao regime especial de regularização cambial e tributária (RERCT) e passou a declarar 1,3 bilhão de reais em seus impostos de renda. “Destaca-se que os ativos mantidos por Walter Faria no exterior não poderiam integrar o RERCT, pois a origem desses ativos – em grande parte ainda mantidos no exterior pelos investigados – são, em sua maioria, decorrentes dos crimes de corrupção ou faziam parte de complexa engrenagem de sistema de lavagem de dinheiro do grupo Odebrecht, principalmente relacionados a desvios na Petrobras”, diz o Ministério Público Federal.

Um relatório do Coaf, órgão de inteligência financeira ligado ao Ministério da Economia, revela que Walter Faria trouxe de volta para o país 185,8 milhões de reais e tentou adquirir em abril deste ano uma cédula de crédito bancário (CDB) junto a uma corretora. No entanto, o banco envolvido nessa operação não aceitou o dinheiro. Em parecer, disse que não concordava com a transação realizada por “falta de conformidade documental, da origem do dinheiro”. O documento ainda ressalta que havia a informação de que o empresário era investigado na Lava-Jato e utilizou a “repatriação junto à Receita Federal para legalizar contas na Suíça usadas como intermediárias do pagamento de propinas da Odebrecht no Brasil”.

 (Lava-Jato/VEJA)

Projeto Obriga Pais a Acompanharem Processo Educativo de Seus Filhos

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Pais ou responsáveis podem ser obrigados a comparecer às escolas dos filhos para acompanhamento do processo educativo. É o que propõe o PL 4.138/2019, de autoria do senador Jorge Kajuru (PSB-GO), que tramita na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde aguarda recebimento de emendas.

De acordo com o projeto, responsáveis legais ficam obrigados a comparecer periodicamente às escolas para acompanhar o desempenho dos filhos e participar do processo educativo. O comparecimento deve ocorrer pelo menos uma vez a cada dois meses letivos.

O projeto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT — Decreto-Lei 5.452, de 1943), para que responsáveis por crianças e adolescentes tenham o direito de se ausentar do trabalho uma vez a cada seis meses, pelo tempo que se fizer necessário para reuniões oficiais de pais e mestres ou para diálogo individual com os professores, devidamente atestado pela escola.

O atestado de comparecimento será emitido por funcionário ou servidor da direção da escola, ou até mesmo pelo professor da criança ou do adolescente.

O texto estabelece ainda, visitas domiciliares para apoiar e orientar a participação das famílias no acompanhamento da vida escolar dos alunos e realizar a busca ativa de crianças fora das escolas. As visitas serão promovidas em parceria com órgãos responsáveis por outras políticas públicas, entidades da sociedade civil e membros da própria comunidade.

Esforço das famílias

Jorge Kajuru diz que a proposição se baseia no PLS 189/2012, do ex-senador Cristovam Buarque, que estabelecia penalidades para os pais ou responsáveis que não comparecem às escolas de filhos para acompanhamento do desempenho deles. O projeto tramitou no Senado Federal até 2018, quando foi arquivado no final da legislatura, em dezembro passado.

O senador justifica o PL apontando que cerca de 7 milhões de crianças de zero a três anos não frequentam creche; 500 mil crianças não têm vagas na pré-escola; e, no ensino médio, cerca de 900 mil adolescentes abandonaram o ensino em algum momento da trajetória escolar. O parlamentar também observa que, com essas dificuldades, o país não conseguir melhorar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), um dos indicadores da eficiência das políticas públicas do setor.

“Todos esses problemas exigem ação imediata e coordenada dos sistemas de ensino nos três níveis da Federação, com colaboração ativa da sociedade civil. Entretanto, sem a participação ativa das famílias na vida escolar das crianças e adolescentes qualquer esforço da coletividade terá muito menos possibilidades de êxito”, afirma.

De acordo com o projeto, os pais que não cumprirem essas obrigações irão deixar de receber vencimentos, remuneração e salário; serão proibidos de participar de concorrências públicas; de obter empréstimos em bancos ou caixas econômicas federais ou estaduais; e serão proibidos de obter passaporte e carteira de identidade. As sanções serão implementadas até que a situação seja resolvida por meio da participação em duas reuniões agendadas pela escola.

”Julgamos que nossa proposição estabelece condições para reduzir a evasão escolar e promover a aprendizagem de crianças e adolescentes”, justifica o senador.

Maria Helena sob supervisão de Patrícia Oliveira

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Senado Deve Votar Pacote Anticrime no Segundo Semestre

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A análise de projetos do pacote anticrime do governo será uma das principais missões do Senado no segundo semestre. Dos três projetos que fazem parte do pacote, um já foi aprovado pelo Senado e dois aguardam votação. Os textos foram apresentados pelo Executivo à Câmara dos Deputados em fevereiro deste ano. Em março, textos idênticos foram apresentados no Senado e assinados pela senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) e outros senadores para iniciar a tramitação e agilizar a discussão no Senado.

Ao propor o início da tramitação no Senado, a senadora Eliziane Gama argumentou que o Senado poderia se dedicar imediatamente a análise dos textos, em um momento em que a Câmara se concentrava prioritariamente à análise da Reforma da Previdência (PEC 6/2019).

— Nós temos duas pautas importantes para o Brasil — a Previdência e a segurança —  e o Congresso é grande o suficiente para os dois debates — disse a senadora ao defender a apresentação dos textos no Senado.

O pacote apresentado à Câmara tem três projetos (PL 881/2019, PL 882/2019 e PLP 38/2019), que modificam 14 leis, entre elas o Código Penal e o Código de Processo Penal. Os textos do Senado reproduzem o conteúdo original dos projetos enviados à Câmara pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A análise dos textos no Senado (PL 1.865/2019PL 1.864/2019 PLP 89/2019) teve início na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Abrangência

O mais abrangente deles é o PL 1.864/2019, que estabelece medidas contra a corrupção, o crime organizado e os crimes praticados com grave violência a pessoa.

O texto, entre outros pontos, permite a prisão de condenados em segunda instância; eleva penas no caso de crimes com arma de fogo; impede o livramento condicional para integrantes de facções criminosas; e muda regras para o confisco de produto do crime para que órgãos de segurança pública possam usar os bens apreendidos. Outra mudança é permitir que o Ministério Público proponha acordo antes mesmo do recebimento da denúncia, no caso de alguns crimes.

No início de julho, o senador Marcos do Val (Cidadania-ES) apresentou o relatório ao texto na CCJ. Elaborado com o sugestões de juristas, o relatório traz diversas alterações. No total, o senador fez 33 mudanças no projeto.

— Nós fizemos um relatório que pudesse contemplar quem se considera esquerda, direita, centro. A gente não fez nada voltado para um lado ou para o outro e nem tirou a característica dele, que é o combate à criminalidade, à corrupção — explicou o relator em entrevista coletiva.

Uma das alterações relevantes é na parte que trata de legítima defesa. Pelo texto original, o juiz poderia deixar de aplicar a pena em caso de crime motivado “por escusável medo, surpresa ou violenta emoção”. Na visão de entidades de defesa das mulheres, essa regra poderia abrir precedente perigoso para justificativas de crimes de feminicídio. O senador propôs a supressão do termo “violenta emoção” e a troca de “escusável” por “insuperáveis”.

Outra mudança feita por Marcos do Val foi nas regras sobre informantes de boa-fé que denunciam crimes de corrupção. A ideia é transformar cidadãos em informantes a favor do Estado, com uma recompensa no valor de até 5% dos valores recuperados pelo erário. O senador alterou o projeto para dar proteção maior a essas pessoas e garantir seu anonimato.

Crimes eleitorais

Outro texto do pacote que ainda precisará ser votado pelos senadores no segundo semestre é o Projeto de Lei Complementar (PLP) 89/2019, que determina o julgamento de crimes comuns conexos a crimes eleitorais seja feito pela justiça comum. Atualmente, o processo e o julgamento desses crimes, de acordo com decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) devem ser levados a cabo pela Justiça Eleitoral.

De acordo com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, a experiência com processos originados em grandes operações policiais deixou claro que muitas vezes os crimes conexos são de elevada complexidade e incluem, por exemplo, lavagem de dinheiro transnacional, com valores elevados. Para ele, a Justiça Eleitoral não está bem estruturada para processar e julgar esse tipo de caso.

Na CCJ, o projeto aguarda o relatório do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Caixa dois

O terceiro projeto do pacote é o que criminaliza o caixa dois eleitoral. O texto foi aprovado no dia 10 de julho pela CCJ. Como a análise na comissão era terminativa, o PL 1.865/2019 deve seguir diretamente para a Câmara dos Deputados, sem a necessidade de análise pelo Plenário. O prazo para apresentação de recurso da decisão da CCJ se encerra nesta sexta-feira (2). A três dias do fim do prazo, a Secretaria-Geral da Mesa ainda não recebeu um recurso, que deve ser assinado por pelo menos nove senadores.

Pelo texto aprovado, torna-se crime “arrecadar, receber, manter, movimentar ou utilizar” dinheiro, bens ou serviços que não estejam registrados na contabilidade oficial de campanha. A pena prevista é de dois a cinco anos de prisão. A mesma punição vale para quem doar, contribuir ou fornecer os recursos para os candidatos e integrantes de partidos. Se o autor do delito for agente público, a pena pode ser aumentada de um a dois terços.

Se o projeto virar lei, o uso de um avião na campanha, por exemplo, pode ser considerado caixa dois, ainda que dinheiro não seja usado diretamente na operação. Para isso, basta que esse serviço, que tem custos, não seja declarado corretamente na prestação de contas

O texto foi enviado à Câmara com mudanças aceitas pelo relator, senador Marcio Bittar (MDB-AC). Uma delas criou um agravante à pena, em um a dois terços, caso os recursos, valores, bens ou serviços usados em caixa dois eleitoral venham de ações criminosas, como corrupção, entre outros. Também foi aperfeiçoada a definição do crime de caixa dois para deixar o texto mais claro.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

14 Erros Que Acabam Com a Bateria do Seu Celular

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Apesar de ser uma longa história – quase mais antiga que a própria existência dos smartphones -, a bateria não se “vicia” como antigamente. Os fabricantes utilizam, atualmente, baterias com íons de lítio: isso significa que ela tem cargas parciais e não tem o chamado “efeito memória” das antecessoras.

E quais desses erros você comete – todos os dias?

1. Tirar fotos com flash

Mesmo não sendo o maior usurpador de bateria que há, quando você usa o flash para tirar suas fotos, isso requer mais energia. Prefira a luz do dia – que também deixa seus cliques mais bonitos e naturais.

2. Carregar o celular no computador

Sim, a gente sabe que o cabo é aquele formato USB, feito perfeitamente para encaixar no computador. No entanto, além de carregar muito mais lentamente, a oscilação nas correntes entre as duas entradas pode causar um aquecimento da bateria e diminuir sua vida útil.

3. Sempre deixar no “vibra”

O toque pode ser bastante incômodo – especialmente em lugares como o ambiente de trabalho -, porém, requer muito menos energia do que ficar “vibrando” toda hora.

4. Deixar o brilho da tela no máximo

Quase todos os smartphones já vêm com a opção de “brilho automático”, mas isso não significa que ele se adequa perfeitamente aos ambientes e controle o uso da bateria para iluminar ou escurecer a tela. Então, o ideal é deixar manual e controlar você mesma para não deixar a bateria morrer.

5. Manter muitos apps abertos ao mesmo tempo

Há quem diga que, para os usuários de iOS (iPhone), essa falácia não altera no uso da bateria. Porém, para quem tem Android, os apps abertos em segundo plano consomem muita bateria para continuarem rodando.

6. Deixar a localização por GPS sempre ligada

Aplicativos de trânsito precisam da localização, mas, se você não os estiver usando, prefira deixar a localização desligada. Assim, você compartilha menos informações pessoais e também não gasta sua bateria.

7. Esquecer de atualizar seus aplicativos (e sistema operacional)

Requer um tempo e, para não comer toda sua internet, um Wi-Fi, só que ajuda a não arruinar a vida útil da bateria. Algumas atualizações têm correções que podem alterar o consumo da bateria – e, por consequência, reduzi-lo.

8. Ficar com o Bluetooth ligado o tempo todo

Bem como Wi-Fi e dados 3g e 4G, quando o celular fica buscando sinal, isso consome muita bateria. Se for viajar e não tiver sinal, deixe-o em Modo Avião para economizar.

9. Carregar a noite inteira

Esse é aquele pecado que todo mundo comete, sem exceção! O ideal é fazer recargas mais curtas quando, por exemplo, a bateria estiver entre 20 e 80%. E nem ultrapassar o período limite de 8 a 10 horas.

10. Zerar a bateria

Quando o celular “morre”, isso piora a vida útil da bateria. Até porque, ela será consumida muito mais para religar enquanto você recarrega. E nada de carregar no computador, em?

11. Ficar utilizando o celular enquanto ele carrega

Você, provavelmente, já percebeu que isso faz com que ele demore mais para carregar. O problema é que ficar usando enquanto ele está na tomada aumenta a temperatura – e acima dos 40 ºC, a vida útil vai para o espaço.

12. “Esquentar” o celular no sol

Pelo mesmo motivo de utilizá-lo enquanto carrega e usar USB do computador, deixar o celular exposto ao sol quando está muito calor aumenta a temperatura dele.

13. Tela: a maior ladra de bateria do smartphone

Pouca gente percebe o quanto a tela do celular pode “roubar” a bateria, porém, dá para controlar esse drama. Além do brilho, se tiver um Android, configure a Luz de Fundo da tela.

14. Não usar Wi-Fi

Exceto no caso de não ter um Wi-Fi, sempre que puder deixe seu celular conectado na rede e desligue os dados do celular. Isso consome menos bateria (e internet!) do que deixar os dois ligados ou só usar os dados.

Conheça Bless, o Filho de Gio Ewbank e Bruno Gagliasso – veja as fotos!

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Bless chegou ao Brasil! O filho de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso, adotado no Malawi, já veio com os pais para casa. Titi, claro, estava toda sorridente com a chegada do irmãozinho, de 4 anos.

Nesta terça (30), os papais postaram fotos em suas contas no Instagram apresentando o pequeno Bless. O nome, aliás, tem um significado bem bonito, já que em inglês, quer dizer “abençoado”. Para nós, o momento é somente de alegria e estamos focados e concentrados em dar amor ao nosso filho”, contou o casal.

A família estava viajando pela África desde o começo de julho. Era um sonho antigo levar Titi, adotada em 2016, para conhecer o lugar em que nasceu. Hoje ela tem seis anos.

O processo de adoção de Bless começou há dois anos e aconteceu com sigilo absoluto, como mandam as leis locais. Assim que souberam que a documentação estava ok, os atores viajaram ao Malawi para buscar o filho. Que família mais linda!

Olha que menino mais lindo: 

 (@gio_ewbank/Instagram)

 (@gio_ewbank/Instagram)

Cotação: Preço da Vaca Leiteira Sobe 9% em Julho e Cabeça é Vendida por R$ 3,5 mil em RO

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O preço da vaca leiteira subiu nas propriedades de Rondônia, segundo levantamento divulgado pela Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater -RO). Os valores correspondem a cotação da 4ª semana de julho.

Segundo a Emater, vários produtores estão vendendo a vaca leiteira por R$ 3,5 mil nos municípios de Rondônia. Em junho, o preço máximo da vaca leiteira era de R$ 3,2 mil, o que representa um crescimento de 9%.

A Emater aponta valorização comercial em vários municípios neste mês. Alvorada do Oeste e Colorado do Oeste, por exemplo, vendiam a vaca leiteira por R$ 3,1 mil em junho. Agora a cabeça custa R$ 3,5 mil em ambos municípios.

Segundo a Emater, os preços da pequisa referem-se ao preço pago diretamente ao produtor rural. Abaixo, veja o atual valor da cotação:

Peso do ouro: Isaquias Domina, Milena dá Boa Esperança, e Triatlo e Caio Souza no Caminho Certo

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O desempenho do Brasil no Pan sempre dá esperança aos torcedores em relação às medalhas nas Olimpíadas no ano seguinte. Em 2020, a festa do esporte vai ser em Tóquio, no Japão. Pensando nisso, o GloboEsporte.com analisa cada medalha de ouro da delegação verde-amarela em Lima 2019 dando o peso que cada uma delas tem no cenário mundial. Em caso de esporte ou prova não olímpica, o atleta ficará sem avaliação.

 — Foto: InfoEsporte

— Foto: InfoEsporte

Isaquias é uma estrela do esporte brasileiro com muito merecimento. Medalhista olímpico e mundial, ele controlou a prova do Pan e a revelação cubana Fernando Jorge, que foi prata, para ser bicampeão no C1 1000m. Na canoagem velocidade, os tempos evoluem bastante de um ciclo olímpico para outro. O tempo de 3m47s631 seria ouro nas Olimpíadas do Rio, em 2016, e mesmo no Mundial de Montemor, em 2018, mas, para ser campeão mundial no fim do mês de agosto, na Hungria, são esperadas marcas ainda mais baixas, e o bom baiano está firme na briga.

Seus principais rivais, que já fizeram tempos na casa de 3m42s ou 3m43s, são o campeão olímpico e mundial da prova Sebastian Brendel, da Alemanha, e o tcheco Martin Fuksa. É difícil imaginar Isaquias fora do pódio em Tóquio 2020, a não ser por um imprevisto como aconteceu no próprio Pan de Lima com seu companheiro no C2 1000m Erlon Souza, que passou mal durante a prova. Com os três favoritos chegando em forma nas Olimpíadas, quem der o impulso final mais forte fica com o lugar mais alto do pódio, e Isaquias tem tudo para ser o cara na Terra do Sol Nascente.

 — Foto: InfoEsporte

— Foto: InfoEsporte

O taekwondo brasileiro provou sua evolução no Pan com campanha histórica de sete pódios, e um dos destaques é justamente Milena Titoneli. A paulista não teve vida fácil em Lima e precisou se desdobrar para superar a americana Paige McPherson, que é a número seis no ranking mundial. No caminho, ela passou ainda pela surpresa cubana Arlettys Acosta e pela colombiana Katherine Dumar, 40 do mundo, justamente as duas medalhistas de bronze, que bateram rivais mais bem ranquedas do que elas como a mexicana Victoria Tamez, 25ª, e a canadense Ashley Kraayeveld, 27ª.

Milena, que é 16ª no ranking, já havia feito uma campanha excelente ao conquistar o bronze no Mundial de Manchester, em maio deste ano. McPherson não foi a única top 10 que a brasileira venceu em 2018, já que a croata Matea Jelic (5ª) e a sul-coreana Kim Jan-Di (8ª) também não resistiram aos golpes certeiros da brasileira, que só foi parada na semifinal pela atual número 1 do mundo Nur Tatar, da Turquia. O caminho para a medalha olímpica é bem possível pelo que Milena Titoneli tem feito até agora, mas, se estiver no dia perfeito, como aconteceu no Pan, tudo pode acontecer.

 — Foto: InfoEsporte

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Foi um ouro inédito para a ginástica artística brasileira que mostra a evolução de Caio Souza. O atleta dominou a pressão, fez ótimas apresentações no salto, na barra fixa e nas argolas, mas precisa melhorar as notas nas paralelas, no solo e, principalmente, no cavalo com alças, se quiser pensar em medalhas numa competição de nível mundial como os Jogos Olímpicos. Russos e chineses dominam o cenário no momento e são os ginastas mais completos e próximos para chegar ao pódio do individual geral em Tóquio 2020.

Por outro lado, chegar à final olímpica está bem ao alcance de Caio. Ele vem de uma cirurgia no tornozelo há menos de três meses e pode evoluir bastante até o ano que vem. A nota de 83.500 garantiria uma posição entre os top 10 do mundo com a nona colocação na final do Mundial de Doha, em 2018. Medalhista de prata em Lima, Arthur Nory já tem a experiência da final na Rio 2016, quando foi 17º colocado. Os dois brasileiros estão no caminho certo para cravar mais bons resultados em todos os níveis.

 — Foto: InfoEsporte

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triatlo brasileiro encerrou no Pan com o segundo ouro em três possíveis em prova que vai estrear nos Jogos Olímpicos de Tóquio: o revezamento misto. As potências do esporte são Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia, mas as americanas não trouxeram sua equipe principal para Lima, que poderia ter dado trabalho ao time formado por Luisa Baptista, Vittoria Lopes, Manoel Messias e Kauê Willy.

O tempo não é o mais importante no triatlo, já que as condições climáticas influenciam bastante no rendimento dos atletas em cada prova. No entanto, as 2h20m34 de Lima estão bem dentro do que fizeram as grandes equipes nos últimos dois anos. Na final do revezamento em Edmonton, em 2018, o time do Pan seria sétimo colocado, enquanto na etapa disputada na mesma cidade canadense em julho deste ano, subiria para quarto lugar. A equipe brasileira é competitiva, mas precisa provar que pode enfrentar de igual para igual as principais forças do esporte nos eventos do circuito mundial que vão anteceder as Olimpíadas de Tóquio.

O Pan de Lima reúne cerca de 6.580 atletas de 41 países das Américas. Dos 39 esportes, 22 valem como classificação para os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. No total, o Brasil terá 485 atletas em ação na capital do Peru.

Brasil Registrou 159 Casos de Tráfico de Pessoas em 2018, diz governo

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O tráfico de pessoas é um dos crimes mais antigos da história da humanidade. Basta lembrar dos negros escravizados no Brasil.

Naquela época, porém, o transporte e a exploração dessas pessoas eram permitidos por lei. Embora hoje em dia esses atos sejam considerados criminosos, os casos de tráfico de pessoas não deixaram de existir.

Apenas em 2018, o governo federal recebeu 159 denúncias de tráfico de pessoas feitas por meio do Disque 100. Desse total, a maior parte, quase 17%, ocorreu dentro do país, com a exploração sexual como finalidade.

Mas esse não é o único fim do tráfico de pessoas. Integram essa lista a adoção, exploração de trabalho, além de remoção de órgãos.

As principais vítimas, de acordo com dados do Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, são mulheres. O balanço também mostrou que a faixa etária das vítimas é de 15 a 17 anos, seguida por crianças de 0 a 3 anos de idade.

Para o professor de Processo Penal da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Claudia Langroiva, a escravidão está diretamente ligada a maior parte dos casos de tráfico de pessoas. “Os casos em que você tem tráfico de pessoas, você encontra sim escravidão na ponta desse tráfico. Quando não estamos falando de adoção ou de tráfico de órgãos, a gente vê a chamada escravidão modernas. as pessoas são vendidas para atuar e trabalhar nesse sentindo num modelo de escravidão moderna”, afirmou o Langroiva.

E nessa vida moderna, a internet e as redes sociais facilitaram a comunicação entre os aliciadores e as vítimas, como explica a professora de Direito do Mackenzie, Ana Claudia Cardia. “A Internet acaba sendo também um meio que facilita essa negociação, essa transformação das pessoas em mercadoria. Sobretudo, temos estudado isso no nosso grupo de pesquisa da universidade, em casos da deep web, em que os órgãos são negociados a partir de conversas em locais de difícil rastreamento”, explicou ela.

No Brasil, o tráfico de pessoas é punido com a lei 13.344 de 2016, que prevê pena de quatro a oito anos de reclusão. As denúncias podem ser feitas por meio do Disque 100.

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