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quinta-feira, abril 9, 2026
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Índia lança missão lunar Chandrayaan-2

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A Índia lançou nesta segunda-feira a missão lunar Chandrayaan-2, destinada a pousar em 6 de setembro um aparelho no satélite natural da Terra.

Um foguete GSLV-MkIII, o lançador mais poderoso da agência espacial indiana ISRO, decolou às 14H43 (06H13 de Brasília) da plataforma de lançamento de Sriharikota, no sudoeste da Índia, constataram jornalistas da AFP presentes no local.

Após cerca de 20 minutos, os cientistas da ISRO aplaudiram e se abraçaram.

“Estou extremamente satisfeito em anunciar que o GSLV-MkIII colocou com sucesso Chandrayaan-2 em sua órbita definida”, declarou Kailasavadivoo Sivan, presidente da ISRO.

“Este é o começo de uma viagem histórica para a Índia”, acrescentou.

O objetivo da expedição é pousar um robô móvel perto do polo sul da Lua, a cerca de 384 mil quilômetros da Terra, bem como colocar uma sonda na órbita lunar.

Se a missão for bem-sucedida, a Índia se tornará a quarta nação a pousar com sucesso um dispositivo no solo lunar, depois da União Soviética, dos Estados Unidos e da China.

Uma sonda israelense fracassou em seu pouso em abril.

Chandrayaan-2 (“Carruagem lunar” em Hindi) devia inicialmente ser lançada em 15 de julho, mas as autoridades pararam a contagem regressiva 56 minutos e 24 segundos antes da decolagem, por causa de um “problema técnico” que a ISRO não detalhou oficialmente.

De acordo com a imprensa local, tratou-se de um vazamento em um cilindro de hélio do motor criogênico do estágio superior do foguete.

Nova Delhi gastou US$ 140 milhões na Chandrayaan-2 – muito menos do que outras grandes agências espaciais para missões desse tipo – que pesa um total de 3,8 toneladas.

– Ambição e sobriedade –

Como o lançador não é poderoso o suficiente para alcançar diretamente a Lua, a missão deve ganhar impulso usando a força da gravidade.

Chandrayaan-2 vai girar em torno da Terra por quase três semanas, aumentando gradualmente sua órbita para alcançar a órbita lunar.

Neste ponto, vai gradualmente se aproximar de forma circular do satélite.

A Lua tem sido relativamente negligenciada pelos humanos desde o final do programa americano Apollo nos anos 1970, com as grandes agências espaciais preferindo estudar e explorar o sistema solar.

Mas o satélite da Terra voltou a ser alvo das atenções nos últimos anos.

O governo dos Estados Unidos pediu à Nasa que envie astronautas de volta à Lua até 2024. Este retorno é visto como um passo vital na preparação de voos tripulados para destinos mais distantes, em primeiro plano o planeta Marte.

O projeto Chandrayaan-2 é a segunda missão lunar da Índia, que colocou uma sonda em órbita ao redor da Lua durante a missão Chandrayaan-1 onze anos atrás.

O programa espacial indiano tem se destacado nos últimos anos, combinando ambição e sobriedade orçamentária, com custos operacionais bem abaixo dos de outros países.

A ISRO planeja enviar uma tripulação de três astronautas ao espaço até 2022, que seria seu primeiro voo tripulado. Seus cientistas também estão trabalhando no desenvolvimento de sua própria estação espacial, prevista para a próxima década.

Trabalho de detentos do Amazonas gera economia de mais de R$ 300 mil ao Estado, aponta Sead

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Detentos do semiaberto que participam de cursos de qualificação técnica geraram uma economia de mais de R$ 300 mil na manutenção de equipamentos do Estado. Foram consertados mais de 200 equipamentos como condicionadores de ar, bebedouros e freezers por detentos que participam do projeto “Transformar”.

O projeto é desenvolvido pela Secretaria de Estado de Administração e Gestão (Sead). Atualmente, 28 participantes estão se qualificando em manutenção e instalação desses equipamentos. O curso de 160 horas é dividido em aulas teóricas e práticas, e será encerrado nesta semana. Até o fim do ano, uma nova turma com a mesma quantidade de alunos deve ser iniciada.

As características do clima de Manaus fazem profissionais com capacitação serem bastante necessários no mercado de trabalho. “No nosso estado, depende-se muito de refrigeração, porque aqui é muito quente. A indústria precisa demais desse tipo de homens qualificados. Hoje são homens diferentes, têm um boa disciplina, um bom comportamento e nós temos tudo para colocar de volta esses homens no mercado”, disse o professor do curso pelo Cetam, José Orlando Freire.

Projeto é realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e com o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam). — Foto: Divulgação/ SEAD

Projeto é realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e com o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam). — Foto: Divulgação/ SEAD

‘Transformar’

O projeto é realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) e com o Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam). Além de ter o certificado de qualificação, os apenados que concluem o curso preenchem requisito para concorrer ao Reintegrar Banco do Povo, um programa da Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam).

Técnica de cultivo de cogumelos em toras de madeira pode ajudar renda de pequenos proprietários rurais no AM

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O primeiro cultivo de cogumelo comestível da espécie Lentinula raphanica, em escala experimental, no mundo, foi realizado por pesquisadores no Amazonas, com o intuito de gerar um produto alimentício a partir da biodiversidade da floresta Amazônica.

Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), a pesquisa científica, pioneira, apontou que essa espécie de cogumelo pode ser uma alternativa economicamente viável, com grande potencial de uso na indústria alimentícia, e pode se tornar uma nova fonte de produção e renda aos futuros fungicultores do Estado.

O projeto “Produção de Lentinula raphanica, um cogumelo comestível da Amazônia, utilizando substratos regionais” foi desenvolvido no laboratório de Microbiologia de Alimentos, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), na Coordenação de Biodiversidade, por meio do Programa de Apoio à Fixação de Doutores no Amazonas (Fixam/AM), edital Nº022/2013.

A coordenadora do projeto, Ruby Vargas-Isla, explica que entre as diversas possibilidades de utilização dos fungos, o cultivo de cogumelos (fungicultura), tem sido considerada uma ótima alternativa alimentar de alto valor nutricional, gastronômico e econômico.

Método

Para o estudo, primeiro os pesquisadores coletaram, identificaram, selecionaram e isolaram o fungo da espécie Lentinula raphanica. O segundo passo foi produzir um substrato, utilizando uma formulação a partir de resíduos agroflorestais regionais (serragem de madeira) enriquecidos com farelo de arroz e cascas de frutos da região.

Em seguida, os pesquisadores retiraram um fragmento do interior do cogumelo (contexto) e adicionaram esse fragmento ao meio de cultura estéril, com o objetivo de acelerar o crescimento e avaliar as condições de crescimento.

O fungo necessita dessa matéria orgânica, que é o substrato a base de resíduos agroflorestais, para desenvolver-se. A partir da junção do substrato com o fungo isolado, dá-se a origem à produção da semente-inóculo, que é o primeiro passo para o cultivo de cogumelos comestíveis.

O cultivo da espécie Lentinula raphanica baseado na inoculação da semente-inóculo do fungo em toras de madeiras. — Foto: Divulgação/Fapeam

O cultivo da espécie Lentinula raphanica baseado na inoculação da semente-inóculo do fungo em toras de madeiras. — Foto: Divulgação/Fapeam

A produção desse composto é inoculada (introduzida) em vários furos feitos previamente nas toras de madeira de reflorestamento de castanheira-do-brasil (Bertholletia excelsa), que servem como substrato ou matéria prima para o experimento.

Após a inoculação, impermeabilização e incubação, as frutificações de cogumelos ocorrem geralmente num período de colonização entre sete e oito meses.

A metodologia utilizada para o cultivo da espécie Lentinula raphanica baseado na inoculação da semente-inóculo do fungo em toras de madeiras é o mesmo método utilizado para cultivar outra espécie de fungo comestível como a Lentinula edodes (shiitake), espécie cultivada em escala industrial e em climas temperados.

Consumo

A comestibilidade dos cogumelos de algumas espécies de ocorrência natural da Amazônia foi registrada na década de 70 e 80 pelos botânicos Oswaldo Fidalgo e Guillean Prance, entretanto, a L. raphanica não havia sido registrada por estes pesquisadores.

Segundo a pesquisadora, apenas em 2016, na publicação do livro dos alimentos do povo indígena Yanomami (Sanöma) foi relatado o consumo de L. raphanica entre as 16 espécies de cogumelos comestíveis consumidos, e agora comercializados por comunidades da região do Awaris, no extremo noroeste de Roraima. Estes relatos indicam que L. raphanica apresenta potencial de uso como alimento da floresta dos trópicos.

Em Manaus, existe mercado para a produção desses cogumelos da espécie L. raphanica. A pesquisadora explica que a produção foi destinada a chefs de dois restaurantes da cidade para testes e estes receberam bem a novidade.

“A produção foi vendida aos estabelecimentos pelo proprietário do sítio onde parte do experimento foi realizado. A atividade é um dos primeiros passos para iniciar a prática da fungicultura no estado do Amazonas”, explicou.

Importância do estudo

O projeto contribuiu para avançar nos estudos de implantação de uma nova atividade produtiva, a fungicultura da espécie L. raphanica de ocorrência natural no estado do Amazonas, utilizando toras de madeira de reflorestamento, bem como na divulgação da espécie comestível principalmente no campo da gastronomia na busca de novos sabores da Amazônia.

De acordo com a pesquisadora, integrante do Grupo de Pesquisas: Cogumelos da Amazônia, foi realizada também a implantação do Fungário no Museu da Amazônia (Musa) como parte da divulgação para a sociedade sobre a biodiversidade dos fungos e para mostrar algumas espécies comestíveis encontradas no Jardim Botânico Adolpho Ducke.

“No entanto, ainda há muitos pontos a serem melhorados para chegar em uma produção autossustentável pelo produtor rural e outros trabalhos devem ser realizados para dar continuidade à produção de cogumelos como, por exemplo, avaliar a produtividade em grande escala; realizar estudos sobre os danos causados por insetos “pragas” das madeiras e dos cogumelos frutificados; estudos de pós-colheita; análises bioquímicas do cogumelo e dos substratos, entre outros”, disse Ruby.

Fixam

Estimular a fixação de recursos humanos com experiência em ciência, tecnologia e inovação e/ou reconhecida competência profissional em instituições de ensino superior e pesquisa, institutos de pesquisa, empresas públicas de pesquisa e desenvolvimento, empresas privadas e microempresas que atuem em investigação científica ou tecnológica. Propiciar o fortalecimento dos grupos de pesquisa existentes e a criação de novas linhas de pesquisa de interesse regional, mediante a contínua integração entre os setores acadêmico, científico e o Estado.

Representante comercial desaparece em Vilhena

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Em Vilhena a polícia está mobilizada a procura de José Carlos Garcia, 53 anos, que desapareceu na sexta-feira depois de sair de uma propriedade rural nas cercanias da área urbana vilhenense. Ele é esposo de uma profissional de saúde que atua no Hospital Regional, e segundo familiares foi visto pela última vez no rancho “Toca do Lobo”, e onde saiu para vir à cidade resolver alguns assuntos.

Ele estava usando a motocicleta modelo Biz de cor vermelha, placas NCI 8972. O celular dele está fora de área desde a ocasião.

José Garcia trabalha com compra e venda de gado e é representante de vendas de uma marca de rações. A situação, de acordo com informações, é incomum para o comerciante, que costuma estar sempre em contato com a família. A polícia está à procura do desaparecido, que já não dá notícias há mais de 72 horas.

Quem tiver informações que possam contribuir com a busca deve entrar em contato com a polícia ou pelo telefone (69) 9 9926-9798.

Hortaliças e artesanatos produzidos em presídios no AC vão ser vendidos na Expoacre

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A Expoacre 2019 vai contar um com um estande reservado para as atividades desenvolvidas dentro das unidades prisionais do estado. Durante os nove dias da feira agropecuária, hortaliças e artesanatos produzidos nos presídios do Acre vão ser expostos e vendidos a preços que variam de R$ 5 a R$ 300.

A gerente de Trabalho e Produção do Instituto Penitenciário do Acre (Iapen-AC), Dalvanir Azevedo, informou que os produtos que vão ser expostos são produzidos pelos detentos dos presídios de Rio Branco, Senador Guiomard e Cruzeiro do Sul.

Conforme o Iapen-Ac, ao menos 28 presos do regime fechado também estão trabalhando na limpeza e reforma do parque de exposições de segunda a sábado.

“Vamos ter amostra de hortas orgânicas, que são hortaliças produzidas dentro do complexo penitenciário, exposição de móveis confeccionados nos presídios, artesanato de bolsas, estojos, sapateiras, produzidos no presídio feminino. Além da venda de farinha produzida por presos de Cruzeiro do Sul e, em dois dias, os presos que fazem aula de violão vão se apresentar”, disse Dalvanir.

Diariamente, serão vendidos kits de verduras a R$ 5. De acordo com a gerente, em cada kit vai ter couve, alface, rúcula, cheiro verde e chicória.

Durante a exposição, os presos não vão estar no estande do Iapen. Os produtos vão ser apresentados pelas pessoas que estão à frente dos setores. “Somente em dois dias que três presos vão tocar violão. São presos do regime fechado e vão estar aqui devidamente escoltado pelos agentes penitenciários”, contou.

Loja de dois andares ainda tem chamas após 36 horas de incêndio em Porto Velho

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Pela segunda noite seguida o Corpo de Bombeiros ficou monitorando o foco de fogo na loja de dois andares da Avenida Nações Unidas, no Centro de Porto Velho. Na noite de sábado (20), um incêndio de grandes proporções destruiu o estabelecimento especializado na venda de peças e pneus de automóveis.

Segundo os bombeiros, entre a noite de domingo (21) e a madrugada desta segunda-feira (22) foram registrados novos focos de fogo pelo prédio. As chamas são baixas, pois ainda há combustão em materiais na estrutura.

O Corpo de Bombeiros diz que está indo ao prédio de hora em hora, para evitar que o fogo tome uma grande proporção.

Nenhuma equipe dos Bombeiros conseguiu entrar dentro do prédio devido aos focos existentes nos andares.

A Avenida Nações Unidas está interditada desde o sábado, sentido Sete de Setembro, por medida de segurança aos motoristas e pedestres.

Prédio de 25 anos

Fogo ainda continua em prédio no Centro de Porto Velho — Foto: Diêgo Holanda/G1

Fogo ainda continua em prédio no Centro de Porto Velho — Foto: Diêgo Holanda/G1

Segundo o proprietário da loja, Plínio Carloto, o prédio foi erguido há 25 anos na Avenida Nações Unidas. Atualmente a loja empregava 100 funcionários.”Era minha loja xodó. Meu escritório ficava aqui”, disse ele ao G1, no domingo.

O prédio destruído tem seguro, mas Plínio diz que todo prejuízo não será coberto.

“O seguro deve cobrir cerca de 50% do que foi destruído na parte material. Seguro é algo que a gente faz pensando em nunca querer precisar usar. Fazemos porque elimina um monte de problemas, mas não cobre tudo que perdemos”, diz.

De acordo com o empresário, a loja deverá ser reconstruída no mesmo local. “Iremos fazer uma unidade mais bonita ainda e melhor”, aponta.

O que se sabe até agora:

  • As chamas começaram no último piso
  • Prédio tinha muita graxa, pneus e óleo, o que fez propagar o fogo
  • Ninguém se feriu, pois a loja já estava fechada
  • Explosões foram registradas durante a noite
  • Segundo os proprietários, houve apenas danos materiais
  • Os prejuízos ainda não foram calculados pela loja
  • A estrutura não desabou por completo, pois o prédio foi erguido com material reforçado, segundo Bombeiros
  • A perícia coletou materiais no local e uma investigação vai apontar a causa do fogo
Fogo começou no terceiro piso, segundo testemunhas — Foto: Cássia Firmino/Rede Amazônica

Fogo começou no terceiro piso, segundo testemunhas — Foto: Cássia Firmino/Rede Amazônica

Aterro feito no complexo da EFMM desmorona dentro do rio Madeira em Porto Velho

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A Defesa Civil de Porto Velho confirmou, na noite deste domingo (21), o desbarrancamento de um trecho do complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM), na margem do rio Madeira, em Porto Velho. A área está isolada, sem acesso ao público.

Segundo Marcelo Santos, coordenador da Defesa Civil, este ano o nível do rio madeira chegou a 17 metros e cobriu as pedras que foram colocadas em um trecho que margeia o complexo da Estrada de Ferro.

Uma obra está sendo feita no local. “Em cima é um peso muito grande das pedras, embaixo uma camada argilosa que não aguentou o peso e está cedendo, desbarrancando. A empresa deve emitir uma nota e fazer as devidas correções”, diz.

porto

Ainda segundo Marcelo, provavelmente a obra é de responsabilidade de uma empresa particular sob a coordenação da Santo Antônio Energia.

Aterro cedeu em Porto Velho com a baixa do rio — Foto: WhatsApp/Reprodução

Aterro cedeu em Porto Velho com a baixa do rio — Foto: WhatsApp/Reprodução

A assessoria da Santo Antônio Energia informou que vai apurar os fatos e deve se manifestar nesta segunda-feira (22).

Argila no fundo do rio Madeira  cedeu, acredita Defesa Civil — Foto: WhatsApp/Reprodução

Argila no fundo do rio Madeira cedeu, acredita Defesa Civil — Foto: WhatsApp/Reprodução

Em nota divulgada nesta segunda-feira (22), a prefeitura diz que a obra é de total responsabilidade da hidrelétrica Santo Antônio e vai acompanhar a recuperação do barranco.

” A Prefeitura Municipal de Porto Velho informa que tão logo tomou conhecimento, ainda na tarde de domingo (21) do desbarrancamento de parte da obra de enrocamento da margem direita do rio Madeira, na área do complexo turístico da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, o presidente da Funcultural, Antônio Ocampo entrou em contato com a administração da usina hidrelétrica de Santo Antonio, responsável pela obra, para relatar o corrido e pedir providências.

A obra, cabe salientar, é de responsabilidade direta da usina hidrelétrica, cabendo à Prefeitura apenas o acompanhamento dos serviços.

O prefeito Hildon Chaves determinou ao presidente da Funcultural, Antonio Ocampo, que permaneça em contato para informar sobre as providências que devem ser tomadas imediatamente, a partir desta segunda-feira.

O desbarrancamento foi detectado em dois pontos. Um na região do barracão da Marinha e outro na altura do antigo ‘deck’. A usina informou que os reparos serão feitos no menor espaço de tempo possível.

Após custar R$ 3,99, gasolina volta a subir e chega a R$ 4,89 em alguns postos de Porto Velho

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Depois de ficar abaixo de R$ 4 por uma semana, pela primeira vez no ano, o litro da gasolina voltou a subir nos postos de Porto Velho. É o que revela novos dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em uma pesquisa feita em 28 postos da capital, entre 14 e 20 de julho.

Segundo a ANP, o posto mais barato passou a vender o litro a R$ 4,17. Na semana anterior, o litro na bomba custava R$ 3,99.

Porém, um dos postos pesquisados está vendendo o litro por R$ 4,89 neste fim de semana. Este é o valor mais caro na cidade. Os nomes dos postos pesquisados não são divulgados.

A subida de preço em Porto Velho foi na contramão do registrado no restante do país, que registrou queda pela 10ª semana seguida.

Nos dados oficiais, a ANP leva em conta o valor médio do combustível. Neste novo relatório, a ANP revelou que o preço da gasolina custa, em média, R$ 4,43 nos postos da capital.

O valor do litro dos combustíveis é uma média calculada pela ANP com base em dados coletados em diversas cidades. Os preços, portanto, podem variar de acordo com a região.

Etanol

O Etanol também teve aumento no litro esta semana. Em 13 de julho o preço médio era de R$ 3,75. Já nesta semana saltou para R$ 3,77.

Diesel

Já o Diesel se manteve na mesma média de preço na capital, tendo o litro vendido a R$ R$ 3,79. O posto mais barato vende o litro do combustível por R$ 3,58 e o mais caro a R$ 3,98.

Unir lidera ranking de aprovados no exame da OAB em Rondônia; veja lista

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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nesta semana o resultado por instituição do 28º Exame de Ordem. A aprovação na prova da OAB é uma exigência para o bacharel em Direito poder exercer a profissão de advogado.

Em Rondônia, os dois primeiros lugares no índice de aprovação são da Universidade Federal de Rondônia (Unir), nos campus de Cacoal (RO) e Porto Velho, respectivamente.

A Unir de Cacoal teve 58% de aproveitamento, enquanto o aproveitamento dos egressos do campus de Porto Velho foi de 52%.

Entre as faculdades particulares, a mais bem colocada foi a Faculdade Católica de Rondônia (FCR) com 46%, seguida pela Faculdade São Lucas (FSL), com 35%. No interior do estado, os melhores índices em instituições privadas foram em faculdades de Ji-Paraná (RO) e Vilhena (RO).

Ao todo, foram 1499 inscritos no estado. Desses, 287 foram aprovados. No entanto, o número geral de aprovados chega a 364 por conta dos inscritos no reaproveitamento, que é quando o candidato reprovado na segunda fase do exame anterior, presta novamente apenas a segunda prova.

O exame da OAB pode ser feito a partir do último ano da graduação em Direito e é realizado em duas fases. Na primeira etapa, o candidato responde questões objetivas e, se aprovado, faz a segunda fase com questões discursivas.

Confira a lista com as dez instituições com melhor desempenho em Rondônia:

Índice de aprovação na OAB por instituição de Rondônia

INSTITUIÇÃO INSCRITOS PRESENTES APROVADOS APROVEITAMENTO
UNIR – Campus Cacoal 46 27 58,70%
UNIR – Campus Porto Velho 46 24 52,17%
Faculdade Católica de Rondônia -Porto Velho 67 31 46,27%
Faculdade São Lucas – Porto Velho 114 40 35,09%
CEULJI/ULBRA – Ji-Paraná 165 44 26,67%
Faculdade AVEC – Vilhena 114 29 25,44%
Instituto de Ensino Superior de Rondônia – Ariquemes 33 8 24,24%
UnIron Unidade Shopping – Porto Velho 94 22 23,40%
ULBRA – Porto Velho 58 13 22,41%
FAAR – Ariquemes 74 16 21,62%

A migração da piscicultura familiar para uma piscicultura tecnificada em Rondônia

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A piscicultura surgiu timidamente em Rondônia como investimento de empresários com certa habilidade na produção de peixe. Mas, historicamente, a piscicultura teve seu desenvolvimento na agricultura familiar, por meio dos incentivos de hora/máquinas pelo governo do Estado para a construção de tanques escavados.

“A iniciativa surgiu como mais uma oportunidade de potencializar a cadeia produtiva e o homem no campo com mais uma fonte de renda para agricultura familiar”, lembra Francisco Hidalgo Farina, produtor e presidente da Associação dos Criadores de Peixes de Ariquemes e Região (Acripar).

Essa expansão foi assistida de perto pela Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO), que vem atuando junto aos piscicultores na regularização ambiental dos empreendimentos, na orientação quanto ao manejo produtivo e arraçoamento, e nas questões sanitárias. “Enfim, a gente acompanha desde a implantação do viveiro de produção até a comercialização,” comenta Francisco de Assis Sobrinho, gerente técnico da Emater-RO.

Maria Mirtes Pinheiro, gerente de Aquicultura e Pesca da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), destaca que o crescimento da piscicultura em Rondônia nos últimos anos vem ocorrendo, principalmente, pela entrada de médios e grandes empreendimentos e a adoção de novas tecnologias na atividade que, em pouco tempo, permite aumentar a produtividade nos tanques. “Por exemplo, se o produtor adotar aeradores nos tanques, tomar alguns cuidados com o manejo e a qualidade da água, pode subir de seis toneladas por hectares de espelho de água para oito toneladas,” exemplifica.

Sobrinho salienta que tem atuado junto às principais instituições de pesquisa sobre piscicultura no Brasil, como a Embrapa Pesca e Aquicultura, Universidade Federal do Amazonas e de Rondônia, com o objetivo de construir parcerias em busca das soluções e tecnologias para o desenvolvimento da piscicultura estadual. “Temos a preocupação tanto na qualidade da água, na questão da análise do solo e  sanidade. Os problemas surgem e a gente tem atuado em parceria atendendo a determinação do governo do Estado para solucioná-los”.

A piscicultura (criação de peixes) como especialização produtiva da pecuária, em Rondônia, vem testando a integração entre vários sistemas produtivos como o pira-cacau, o pira-leite, o piraçaí e a integração Lavoura-Pecuária (iLP) com objetivo da otimização e o engrandecimento  do desenvolvimento socioeconômico ambiental dos recursos naturais.

Farina descreve que estando em uma região de expansividade, não é barato ocupar o solo. E para ocupar o solo racionalmente, a integração é a uma grande oportunidade, pois quando planta na parte agricultável, cria o peixe na parte hídrica da fazenda e, ainda, devolve para a natureza aquilo que é de direito dela.  “ A reconstituição das áreas de preservação permanente (APPs) e a valorização da água são fundamentais. Porque você não cria peixe se não potencializar, cuidar e enriquecer a água e todo o cenário que está à sua volta. Então, estamos devolvendo para a natureza o que é da natureza,” enfatiza o produtor.

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Governo quer liberar R$ 7 bi do FGTS para 10 milhões de trabalhadores

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Pode atingir 10 milhões de trabalhadores e aliviar dívidas com acesso a recursos e crédito menos caro.
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