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quinta-feira, abril 9, 2026
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Com PSL dominado por adversários, empresário vilhenense enfrenta “dilema partidário” para concorrer a prefeito

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O empresário Jaime Bagattoli ainda não confirmou sequer aos aliados mais próximos se será ou não candidato a prefeito de Vilhena no ano que vem. Seu nome vem sendo mencionado por causa do bom desempenho na disputa pelo Senado em 2018, quando, escorado na própria história pessoal de sucesso e empurrado pela “Onda Bolsonaro”, ele quase beliscou uma das duas vagas, ficando pouco atrás do ex-governador Confúcio Moura (MDB).
O problema enfrentado por Bagattoli, apesar da expressiva votação na cidade (acima de 80%) para senador, é de ordem partidária: além de ter todos os seus aliados expurgados da executiva do PSL no Estado, em Vilhena ele não sabe nem quem comanda a legenda.
Se quiser concorrer a prefeito, Jaime tem até março do ano que vem para decidir se permanece na sigla ou se busca abrigo em outra agremiação. Ele já teria, inclusive, recebido convite para se filiar ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), do vice-presidente Hamilton Mourão.
Mas, se mudar, o vilhenense enfrenta outro problema: perde a chance de assumir como senador, caso o senador Confúcio Moura (MDB) seja cassado por abuso de poder no pleito do ano passado, como é esperado por alguns de seus simpatizantes. Para sair sem perder o direito de herdar a cadeira de Confúcio, ele precisaria ser expulso do PSL.
FATOR MARCOS ROCHA
A maior dificuldade do empresário para viabilizar seu nome no PSL é o governador Marcos Rocha, que domina o partido em Rondônia. Os dois já trocaram afagos e palavras duras, e atualmente, continuam mutuamente amuados.
Pior: “na palavra” (porque não há diretório eleito na cidade), o atual presidente do PSL em Vilhena é o advogado Ricardo Zancan, secretário de Planejamento do prefeito Eduardo Japonês (PV), que pretende ir para a reeleição e quer Jaime fora do páreo. Aliás, o mandatário oriental tem se aproximado cada vez mais de Marcos Rocha, o que pode ajudá-lo a eliminar o adversário em potencial no ano que vem.

Donos de restaurantes de baleia celebram volta da caça para garantir ‘tradição da culinária japonesa’

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“Chef! Dois sashimis, três filés”, grita a garçonete na hora do almoço em um dos restaurantes de baleia mais famosos de Tóquio. A retomada da caça comercial de cetáceos trouxe o otimismo de volta a esses locais.

Nas mesas e no balcão do restaurante de Mitsuo Tani, de 64 anos, dos quais passou 46 cozinhando baleia, há funcionários de escritórios que têm pressa, jovens sozinhos e aposentados. Uma clientela bastante heterogênea.

O filé de baleia – 980 ienes ao meio-dia (7 euros, 7,90 dólares) – é o prato mais pedido. Há também um sortido de sashimis de diferentes partes do cetáceo (carne, pele, fígado), acompanhando de arroz e sopa.

Japão retoma a caça comercial de baleias após 30 anos de proibição

Japão retoma a caça comercial de baleias após 30 anos de proibição

Ele abriu seu restaurante em Tóquio depois de ter tido de fechar seu estabelecimento em Sendai (nordeste), devido ao tsunami de 2011. “Não conseguia mercadoria, era cada vez mais caro”, conta, enquanto prepara duas fatias de “rosbife de baleia”.

Novas receitas

Na capital, seu restaurante conquistou os paladares. Nunca houve problemas de abastecimento, nem mesmo durante as três décadas de moratória comercial (que tolerava apenas a caça com fins científicos).

Foi assim que Tani pôde continuar cozinhando baleia, mas não conseguiu transmitir sua arte.

“Com mais de 30 anos de interrupção de pesca comercial, ninguém se lançou no ofício, e isso não acontecerá da noite para o dia, de modo que a retomada não mudará as coisas de repente”, adverte Tani.

“Mesmo que alguns comecem agora, demorará 30 anos. E, se lhes parece um trabalho difícil demais, vão deixar de lado. A baleia tem que ser bem-feita, ou ninguém voltará a comê-la”, completou.

Em sua opinião, o consumo de baleia faz parte da cultura culinária japonesa. Por isso, fica feliz com a retomada da caça comercial, embora continue preocupado: “Temo que a quantidade diminua”.

No comando de outro estabelecimento de Tóquio, Sumiko Koizumi é mais otimista.

“A retomada da caça comercial é uma coisa excelente, temos a responsabilidade de divulgar os benefícios, de propor novas receitas”, comentou.

Itadakimasu

Para os consumidores, “será mais fácil comê-la. Primeiro, porque os supermercados serão mais propensos a sugeri-la, e os distribuidores estarão mais atentos às necessidades e em condições de responder a elas”, considera Koizumi.

Aos que se opõem à caça de baleia, alegando os riscos de desaparecimento de espécies, ou por ideologia, representantes do setor e autoridades respondem que as cotas (227 capturas entre julho e dezembro) foram fixadas justamente “para manter a população de baleias de forma sustentável”.

Como não se pesca em alto-mar – na Antártica, concretamente -, “as espécies comerciais serão distintas, mas, em geral, acredito que a qualidade melhorará”, afirma Kenta Yodono, representante da companhia pesqueira de baleias Kyodo.

Aos defensores dos cetáceos que denunciam a crueldade da caça, Yodono responde que “os pescadores japoneses as capturam para reduzir o tempo de agonia”.

“Qualquer animal que se come, primeiro, é preciso matá-lo”, lembra Tani.

“Os japoneses são tão conscientes disso – afirma Yodono – que não começam nunca a comer sem antes agradecer às divindades da natureza pela comida que lhe dão”. É o que significa a expressão “itadakimasu” (eu recebo).

Veja primeiras imagens do gorilinha nascido no Zoo de BH em junho

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O mais novo filhote de gorila do Zoológico de Belo Horizonte resolveu dar as caras nesta quarta-feira (3). A reportagem da TV Globo conseguiu captar as primeiras imagens do pequeno no colo e nas costas da mamãe Lou Lou e ao lado do papai Leon.

Nascido no dia 8 de junho, o gorilinha ainda vive grudado a mãe. Quando não está no colo, fica nas costas dela. De acordo com o gerente do Zoo, Humberto Mello, este é o único ponto de reprodução de gorilas em cativeiro da América do Sul e já conta com quatro filhotes. Ele afirmou que os órgãos internacionais de proteção à espécie, que está em extinção, comemoraram a chegada de mais um filhote.

Bebê gorila no colo da mãe Lou Lou — Foto: Reprodução/TV Globo

Bebê gorila no colo da mãe Lou Lou — Foto: Reprodução/TV Globo

O sexo do bebê ainda não foi identificado, pois ele não se separou da mãe. Mas Mello disse que o Zoo está na torcida para ser uma fêmea, pois os outros três filhotes são machos.

O nascimento do gorilinha foi confirmado pela Prefeitura de Belo Horizonte nesta sexta-feira (28). O quadro de saúde do bebê gorila é estável.

No recinto, além dos quatro filhotes, vivem três adultos. O mais velho é o macho Leon, que tem 21 anos e chegou ao zoológico em 2013, mesmo ano em que chegou Lou Lou, hoje com 15 anos. A outra fêmea é a Imbi, que tem 19 anos e chegou em 2011, quando o gorila Idi Amin ainda era vivo.

O primeiro da família a nascer no zoológico foi o Sawidi, em agosto de 2014, filho de Lou Lou; em seguida nasceu Jahari, em setembro de 2014, e Ayo, em maio de 2017, ambos filhos de Imbi.

Família de gorilas tem sete membros no Zoo de BH — Foto: Reprodução/TV Globo

Família de gorilas tem sete membros no Zoo de BH — Foto: Reprodução/TV Globo

Mergulhador encontra bomba da 2ª Guerra Mundial em mar de Fortaleza

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O corretor de imóveis e mergulhador nas horas livres Oscar Moreira pensou ter avistado uma garrafa no fundo do mar do litoral de Fortaleza. O artefato foi localizado a quatro quilômetros da Praia de Iracema. Ele retirou parte da sujeira e voltou para a superfície ainda pensando se tratar de um objeto antigo, mas não esperava que fosse uma bomba.

A peça foi achada no domingo (30), e o risco de ter nas mãos um material explosivo só foi dado pelos amigos oficiais de reserva da Marinha do Brasil, para quem Oscar encaminhou as imagens. A suspeita é de que se trate de uma cápsula explosiva não detonada, de uso em bateria antiaéreas. A bomba estava fincada na areia a aproximadamente 11 metros de profundidade.

“Eu mandei fotos para amigos da Marinha, só depois que percebi que estava correndo um grande risco”, afirma Oscar. Ele praticava mergulho livre com o amigo Régis. Eles estavam de caiaque e entraram na água numa área onde comumente são encontradas peças da década de 1940, quando Fortaleza era uma área estratégica de transporte marítimo tanto com fins comerciais como militares.

“Eu fiquei logo com medo, assustado, não quero passar mais nem um dia com essa peça comigo. É um risco grande”, afirma Oscar, que entrou em contato com a Capitania dos Portos, em Fortaleza, para poder entregar a bomba.

Origem da bomba

De acordo com o pesquisador Augusto Bastos, a bomba deve ter chegado ao local no período da Segunda Guerra Mundial, mas não se sabe a que equipamento militar ela pertenceu. “É cedo para dizer a origem dela, se veio de uma bateria antiaérea em terra, que havia esse equipamento em Fortaleza, ou mesmo de algum canhão em navios mercantes. Outra possibilidade é ter caído de algum avião. Uma investigação a partir do número de série da munição que poderá afirmar a origem do material. O que é mais preciso é que a peça não está detonada.”

Colegas da Marinha alertaram mergulhador sobre o risco de explosão — Foto: Camila Lima/G1

Colegas da Marinha alertaram mergulhador sobre o risco de explosão — Foto: Camila Lima/G1

Embora não tenha havido confrontos no período da Segunda Guerra Mundial, o Brasil, após a entrada na guerra ao lado dos Estados Unidos, armou a sua costa nos pontos mais estratégicos, como é o caso do litoral cearense. O historiador Henrique Braga aponta que o primeiro tiro brasileiro contra um submarino alemão ocorreu no mar do Ceará. Este submarino estaria, portanto, em águas cearenses, mas nunca foi localizado.

A bomba foi entregue na tarde desta quarta-feira (3) à Capitania dos Portos, em Fortaleza. O G1 acompanhou o recebimento pelos oficiais da Marinha, que preferiram não dar entrevista. Um dos militares chegou a sugerir, como hipótese, que se trate de uma espoleta graduada, ou seja, a bomba regularia a profundidade em que iria explodir.

A Capitania dos Portos recomenda que materiais desconhecidos encontrados no fundo do mar devem permanecer no local, devido ao risco de explosão.

Mergulhador encontra bomba da Segunda Guerra Mundial no litoral de Fortaleza — Foto: Camila Lima/G1

Mergulhador encontra bomba da Segunda Guerra Mundial no litoral de Fortaleza — Foto: Camila Lima/G1

Vírus do HIV é eliminado do genoma de animais vivos em pesquisa nos EUA

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Cientistas das universidades de Temple e Nebraska, nos Estados Unidos, eliminaram pela primeira vez o vírus responsável pela Aids do genoma de animais vivos.

A pesquisa que conseguiu realizar o experimento foi divulgada na terça-feira (2) em artigo na revista “Nature Communications”. O estudo mostra que um tratamento combinado de medicamentos e de edição genética conseguiu eliminar a presença do HIV-1 em ratos infectados pelo vírus.

“Agora nós temos um bom caminho para seguir em testes com primatas e a possibilidade de testes clínicos em pacientes humanos dentro de um ano”, disse em nota o pesquisador Kamel Khalili, da Universidade de Temple.

Como é o tratamento?

A edição genética foi aliada a uma variação da terapia antirretroviral de Longa Duração e Lenta Efetividade (Laser Art, em inglês). Ambas terapias, combinadas, conseguiram eliminar completamente o HIV em um terço das cobaias.

A equipe recorreu à tecnologia Crispr-Cas9 para uma terapia de genes que se mostrou efetiva em impedir os genomas de abrigar o vírus, mas não pôde eliminar sozinha a infecção pelo HIV.

Os medicamentos de controle da doença, usados nos tratamentos atuais, foram manipulados para serem absorvidos de maneira mais lenta pelas membranas celulares e assim acompanhar o ciclo do HIV.

As técnicas não conseguem acabar com a infecção individualmente e devem ser realizados em sequência. Juntos, os processos se unem para suprimir a reprodução dos vírus e eliminar completamente o DNA viral das células.

Próximos passos

Para confirmar que não houve resquício dos vírus, os cientistas inseriram células imunológicas dos animais que passaram pelo tratamento em ratos saudáveis e não foram registradas contaminações pelo HIV.

O grupo já pesquisa os efeitos do tratamento em primatas e, caso se mostre eficaz também com essa espécie, poderá ser repetido em humanos.

Os tratamentos atuais contra o HIV consistem no uso da terapia antirretroviral (TARV) que consegue suprimir a replicação do vírus, mas não consegue eliminá-lo. É um tratamento para toda a vida e se for interrompido pode ter um efeito de rebote que aumenta os riscos da Aids.

Vírus da Aids é transmitido pelo sangue, esperma e secreção vaginal

Com promessa de shows, negócios e diversão, maior festa do Cone Sul é aberta oficialmente em Vilhena

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Aconteceu na manhã desta quarta-feira, 03, a abertura oficial da primeira Rondônia Rural Sul, no Parque de Exposições de Vilhena. O evento é uma união entre a Aviagro (Associação dos Agropecuaristas de Vilhena) e a Aciv (Associação Comercial e Empresarial de Vilhena) e reuniu autoridades de todo o Estado.

Durante os cinco dias de feira, entre 03 e 07 de julho, serão ministradas palestras e feitas negociações. Os portões do parque serão abertos às 08h30minh da manhã, e as negociações acontecem até as 18h. Porém, podem também ser feitas no período da noite. São mais de 100 expositores que estão no parque para mostrar seus produtos e serviços, além dos bancos com linhas de crédito diferenciadas.

No espaço do empreendimento estão sendo expostos também os trabalhos feitos pelos artesãos de Vilhena. O diferencial da festa é que os portões serão abertos ao público, apenas a entrada na arena será cobrada.

Quanto aos shows, nesta quarta-feira, 03, a cantora Marília Mendonça será a grande atração. Já na quinta-feira o entretenimento fica por conta da banda Forró Boys. Na sexta, Lauana Prado, uma revelação da música sertaneja, se apresentará no palco da Rondônia Rural Sul, e o encerramento dos shows fica para a dupla Jads e Jadson, que fará sua apresentação no sábado.

O secretário de Estado de Agricultura, Evandro Padovani, comenta que o Governo de Rondônia tem apoiado a feira, assim como deputados estaduais, que destinaram verbas para o evento.  A Seagri estará na Rondônia Rural Sul durante os cinco dias, e a presença do vice-governador Zé Jodan (PSL) também foi confirmada. Espera-se que o governador Marcos Rocha, também do PSL, confirme sua passagem pela festa. “Todos os incentivos que houve na Rondônia Rural Show estão sendo efetivados aqui na Rondônia Rural Sul, para apoio, a comercialização, a realizarem negócios. Trazemos também palestras técnicas para qualificação, para os nossos produtores em todas as áreas: animal, vegetal, assistência técnica, acesso ao crédito. Estamos aqui atendendo e dando o apoio necessário”.

Padovani ressalta a força do agronegócio na região, e como ele representa o PIB do Estado de Rondônia.

O vice-presidente da Emater, José de Arimateia, reforça que a entidade que representa, junto com a Seagri e a Idaron (Agência de Defesa Agrosilvopastoril de Rondônia) está trabalhando a mobilização de agricultores durante a feira, e também com crédito rural, que possibilita os financiamentos. “Temos também duas linhas de ação na área de concurso leiteiro, e expondo animais do Projeto Inseminar, que é um projeto de inseminação artificial em bovinos de leite para pequenos agricultores”, disse.

Os animais estão expostos para todos os que têm interesse em conhecer o melhoramento genético, e a melhoria de raças. “Estão mobilizados todos os nossos técnicos para dar esse apoio, e estamos mobilizando agricultores não só de Vilhena, mas de todo o Cone Sul”, completou.

O presidente da Aviagro, Kiko Campo Grande, disse que a grande expectativa é que a Rondônia Rural Sul se torne popular e que o comércio entenda que ela é da cidade e veio para fomentar a região durante o período da entressafra, trazendo crédito barato. “Outra expectativa é a de trazer tecnologia e que ela chegue até o produtor, ao agronegócio, e também promovemos entretenimento para a população à noite”, comentou. De acordo com o Kiko, a expectativa é que a feira movimente mais de 80 milhões de reais na geração de negócio, com um público de cerca de 50 mil pessoas.

A boa expectativa foi reforçada pelo presidente da Aciv, Olino Zoche, que disse que a perspectiva é muito boa pelos estandes que foram colocados e pelas empresas que estão na feira. “Vamos atingir o nosso objetivo, que é fortalecer o comércio da cidade e do Cone Sul. Além disse, fortalecemos também o artesanato e a agroindústria. As entradas serão liberadas durante o dia, e esperamos que sejam comercializados muitos produtos, e que também sejam utilizados os créditos que os bancos  colocaram à disposição. Uma parceira entre a Aciv e a Aviagro que foi fantástica, uma mudança de tipo de feira, e eu acho que tem tudo para dar certo”, frisou.

Vítimas de explosão de barco em Cruzeiro do Sul voltam para casa e relatam drama vivido

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Três das quatro vítimas da explosão do barco ocorrida em Cruzeiro do Sul e que estavam em tratamento em Brasília já receberam alta médica: Francisco Rodrigues de Oliveira, 70, José Francisco do Nascimento Neto, 48, e Francisco Rodrigues da Rocha, 55. A previsão é de que João Oliveira da Silva, 32, também seja liberado esta semana.

Os quatro estavam em tratamento no Departamento de Queimados do Hospital da Asa Norte (HRAN), em Brasília. Segundo o diretor do Departamento, médico José Adorno, eles chegaram ao hospital com uma média de 30% ou mais do corpo queimado, incluindo tronco, braços e, principalmente, pernas.

“São grandes queimados por fogo e desde que chegaram estavam fazendo curativos com sedação, utilização correta de curativos e coberturas, para se conseguir uma reepitelização (recuperação da pele) no tratamento deles”, explicou José Adorno. Segundo ele, o atendimento ainda inclui desde fisioterapia para reabilitação ao atendimento psicológico. Depois de liberados, eles terão que continuar o tratamento ambulatorial no Acre, como as fisioterapias.

“O encaminhamento deles é feito com referência para o Estado, para que os profissionais de lá possam atendê-los de acordo com o protocolo de atendimento a queimados”, explicou Adorno.

As vítimas da explosão do barco em Cruzeiro do Sul foram atendidas numa operação que envolveu governos estaduais, federal e a articulação da Sociedade Brasileira de Queimaduras, presidida pelo médico José Adorno. Elas foram transportadas para tratamento em Brasília, Goiás e Minas Gerais em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). Esse transporte foi articulado pelo governo do Acre, por meio da representação em Brasília.

Na sexta-feira, 28, a secretária de Saúde do Acre, Mônica Kanaan Machado, esteve no Departamento de Queimados do HRAN tratando sobre a criação de uma unidade de queimados no Acre. Ela também foi verificar a situação das vítimas do acidente no Acre internados naquela unidade. “O objetivo é fazer com que se sintam abraçados e nos colocar à disposição para recebê-los de volta”, disse.

Renasci aos 70 anos

“Quem renasce aos 70 anos como eu renasci, tem mais é que comemorar”, afirma Francisco Oliveira. Na segunda-feira,1, ele já estava em Cruzeiro do Sul, na casa do filho Jonas, onde pretende ficar uma semana e seguir depois para Marechal Thaumaturgo, onde mora.

Sobre os momentos da explosão, Francisco conta: “Ouvi o estouro e fui jogado no rio. Mergulhei e quando subi e olhei para o barco, estava estourando tudo, só via gente caindo na água. Fui nadando junto com a correnteza até chegar no barranco. Senti meu corpo quente e frio ao mesmo tempo e não vi mais nada”.

Sobre o socorro e tratamento recebidos no Acre e em Brasília, ele garante: “Só tenho a agradecer, porque fui muito bem tratado: médicos, enfermeiros, remédios e atendimento a toda hora”. Ele diz que também se esforçou muito para se curar seguindo as recomendações médicas, inclusive da fisioterapia.

“Dói muito, mas eu fazia força. Era o mais queimado, com 32% do corpo atingido, mas saí primeiro. Agora é agradecer a Deus e seguir a vida”, orgulha-se Francisco, que não pretende ficar lembrando da tragédia.

Histórias

José Francisco também está de alta e quer matar a saudade dos filhos, em Rondônia Foto: Dilma Tavares

O autônomo José Francisco do Nascimento Neto, 48 anos, também de alta, disse que é de Cruzeiro do Sul, mas ultimamente está morando em Porto Velho (RO) com a família. Ele contou que estava no barco que explodiu por um motivo: “Fui recuperar essa embarcação, que tinha vendido para a pessoa que comandava a viagem. O pagamento estava atrasado e eu ia pra Thaumaturgo trazer a embarcação de volta”.

Sobre os momentos da explosão, conta: “Senti um impacto como se tivesse arrancado minhas pernas e que me jogou na água. Boiei perto da embarcação e vi incendiando tudo. Consegui socorro quando cheguei no barranco”. Acompanhado da mulher durante o tratamento, Francisco Neto agora só pensa em “voltar para casa e ficar perto dos filhos”.

Francisco Rodrigues teve alta e agora quer se recuperar e agradecer a Deus pela vida Foto: Dilma Tavares

Outro dos quatro sobreviventes da explosão também de alta é Francisco Rodrigues da Rocha, de 55 anos, que ainda se emociona ao lembrar do acidente, onde perdeu a filha, Simone Souza Rocha, 22. Ele disse que segundos antes da explosão ela afastou-se de onde ele estava, na popa do barco.

“Quando explodiu, pulei na água. Quando subi, vi o barco pegando fogo, fumaça subindo e gente se jogando no rio. Minha filha também estava na água. Ela pediu para segurar a mão dela e nadamos até o barranco. O socorro levou ela e depois daquela hora não vi mais a minha filha”, diz. Agora, ele quer “pensar na recuperação e agradecer a Deus por estar vivo”.

Quem continua em tratamento em Brasília é o agricultor João Oliveira da Silva, de 32 anos, também de Marechal Thaumaturgo. Mas está otimista com a possibilidade de voltar para casa esta semana. Ele diz que ainda teme entrar em outro barco para voltar para casa, mas está alegre com a notícia de que poderá sair esta semana. Sobre o acidente, conta que estava na proa do barco, quando ocorreu a explosão que o jogou na água.

“Saí nadando, uma pessoa passou com uma canoa e me ajudou a chegar do outro lado do rio. Uma mulher disse para eu olhar para as minhas pernas e, quando vi, estava caindo o couro (pele)”. Mas João não gosta de lembrar. Só quer voltar para casa, no Seringal Boa Vista, e ficar perto dos pais e dos irmãos, “cuidando da roça e fazendo farinha”.

João Oliveira continua em tratamento, mas poderá ser liberado ainda esta semana Foto: Dilma Tavares

Parque de Exposições é reestruturado para receber Expoacre

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Parque de Exposições Wildy Viana está passando pelos últimos reparos para receber a 46ª edição da Expoacre. Na manhã desta quarta-feira, 3, a primeira-dama, Ana Paula Cameli, a convite da secretária de Estado de Empreendedorismo e Turismo, Eliane Sinhasique, visitou o espaço, para conhecer a nova estrutura e os stands da feira.

A maior feira de negócios do Acre, será entre os dias 27 de julho e 4 de agosto. A população poderá apreciar também a exposição no período da manhã e da tarde, pois estará em funcionamento para palestras e negociações.

A primeira-dama Ana Paula Cameli conheceu todos os espaços e cumprimentou os servidores no local, destacando a importância do evento para o estado.

“Tenho que parabenizar a Secretaria de Estado de Empreendedorismo pelo trabalho realizado e todos os demais órgãos do governo que estão envolvidos na organização desta exposição que é fundamental para a economia acreana, sabemos da tradição dessa exposição e que certamente será a melhor edição”, ressaltou Ana Paula Cameli.

Na ocasião, a primeira-dama cumprimentou os modelos da agência Top Model, parabenizando-os pelo seu trabalho. A agência realizou uma visita oficial em razão de sua participação na Cavalgada.

Algumas secretarias do governo funcionarão dentro do parque durante a feira, com a finalidade de aumentar o número de visitantes. Com as novidades na área de acessibilidade do parque e no agronegócio, a feira contará com a Cavalgada, na abertura do evento, exposição de animais, de artesanato, além de shows musicais com artistas renomados.

Para a secretária de Estado, Eliane Sinhasique, o espaço será atrativo para recepcionar a população e visitantes, fomentando o turismo de lazer e os negócios.

“Teremos o retorno das comitivas na Cavalgada e os espaços estarão bem organizados para receber a população, além do setor produtivo, pois o agronegócio, pretende ser o maior gerador de renda para a nossa economia nesta exposição. É importante a valorização desse evento para que o potencial do Acre seja divulgado para outros estados”, completou a secretária.

Alunos da Escola Flamboyant passam a contar com uma horta sustentável

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Alunos da Escola Flamboyant, localizada na Avenida José Amador dos Reis, bairro Cascalheira, na zona Leste de Porto Velho, já podem contar com uma horta sustentável do projeto ‘Escola + Sustentável’, realizado pela Prefeitura de Porto Velho através da Subsecretaria de Meio Ambiente (Sema) e Secretaria de Educação (Semed).

O projeto ‘Escola + Sustentável’ tem por objetivo apoiar ações de educação ambiental, baseando-se nos conteúdos já desenvolvidos pela unidade de ensino. O intuito é reforçar e aprimorar o conhecimento adquirido através de atividades lúdicas, como visitas educativas, jogos e brincadeiras que promovam a interação entre os alunos dos diferentes níveis de ensino.

Para o secretário Robson Damasceno, através do projeto, os alunos poderão desenvolver uma consciência mais responsável, em relação ao meio ambiente, aprendendo, desde cedo, formas sustentáveis de convivência.

“Trouxemos este projeto, para proporcionar aos alunos uma melhor qualidade de vida. O projeto não se resume a uma horta, mas traz educação ambiental, transversalidade nas disciplinas, onde são desenvolvidas atividades de coleta seletiva, destinação correta de descarte de materiais, reutilização destes materiais que seriam jogados fora”.

A horta possui diversas hortaliças como coentro, rúcula, alface, cebolinha, couve, entre outros, que serão utilizadas no preparo da merenda dos alunos, livre de agentes químicos. A Flamboyant é a quarta escola a receber o projeto, que também foi desenvolvido na Escola Rio Madeira, São Pedro e João Ribeiro.

 

Depen prevê criação de mais de 20 mil vagas no sistema penitenciário em 2019

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O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) estima que, em 2019, serão criadas 22.616 vagas no sistema penitenciário do país, utilizando-se recursos federais e estaduais. São 45 obras em execução nas unidades prisionais dos estados. Foram disponibilizados cerca de R$ 1,1 bilhões do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) para construção, ampliação, aprimoramento e reforma das instalações.

A partir desta quarta-feira (3), o Departamento Penitenciário Nacional coloca para consulta informações sobre o andamento das obras no site do Depen. O acompanhamento das obras realizadas com recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) e Contrato de Repasse podem ser acessados clicando aqui.

A ação faz parte do compromisso com a transparência e com a eficiência na gestão dos recursos públicos. A área de engenharia do Depen, criada na atual gestão, é responsável por apoiar os estados e fiscalizar a execução das obras. Em atuação desde janeiro, é constituída por uma coordenação e cinco divisões que correspondem a cada região do país. A medida provisória 885/2019, assinada pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, em junho, também prevê a contratação de mais corpo técnico para atuar nesse setor.

O Depen solicitou que cada Secretário de Estado da Justiça, Cidadania, Direitos Humanos e Administração Penitenciária disponibilizasse de até 5 profissionais de forma a constituir o corpo técnico das divisões regionais. As divisões contam com o apoio de profissionais de engenharia e arquitetura do Departamento.
As equipes da engenharia estão fazendo visitas técnicas desde o início deste ano para assistir as unidades federativas na construção e reforma dos estabelecimentos penais. Todos os estados brasileiros serão visitados até o mês de setembro.

Criação de vagas no primeiro trimestre

No primeiro trimestre de 2019 foram abertas 2.841 novas vagas no sistema prisional dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Pará e Santa Catarina. Os investimentos ultrapassam os R$ 172 milhões de reais. Desse total, mais de R$ 70 milhões são de recursos repassados pelo governo federal aos estados via Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).

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