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sexta-feira, abril 10, 2026
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Pesca do pirarucu é liberada acima da barragem da hidrelétrica Santo Antônio, em RO

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A pesca do pirarucu, um dos maiores peixes da Amazônia, foi liberada acima da barragem da hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira, em Porto Velho. O anúncio foi feito pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) neste mês de junho.

Segundo a Sedam, a pesca era proibida porque a população da espécie vinha diminuindo e havia risco de extinção. Porém, um estudo científico mostrou o aumento de pirarucus no rio Madeira e, diante disso, o governo autorizou a pesca fora do período de defeso.

A pesquisa de mestrado sobre a população do peixe foi conduzida por Daiana Catâneo, sob a supervisão da doutora em ciências sócio ambientais e professora da Universidade Federal de Rondônia (Unir), Carolina Doria.

O estudo começou depois de uma provocação dos próprios pescadores, que procuraram a Unir para falar desse aumento da população de pirarucus. Isso começou em 2002 e se acentuou depois da cheia de 2014, quando rios, lagos, tanques transbordaram, também no lado boliviano, vindo a trazer milhares de pirarucus para o rio em Porto Velho.

A pesquisadora Daiana entrevistou 35 pescadores do estado e também da Bolívia para o estudo. Ao todo, 162 amostras de tecidos do peixe foram coletadas nessas localidades.

Segundo a doutora em ciência, durante um ano e meio foi concentrado o monitoramento da espécie acima da barragem da hidrelétrica Santo Antônio. A pesca abaixo da barragem da usina deve ser evitada, para manter a preservação da espécie.

Carolina diz ainda que o pirarucu está no topo da cadeia alimentar e é um predador de todas as outras espécies. Com o aumento da população, o pirarucu passou a oferecer riscos na reprodução dos demais peixes, por isso é necessário ser controlado.

Instrução normativa

Para a pesca do pirarucu em Rondônia, a Sedam estipulou as seguintes regras:

  • Fora do período de defeso, a pesca em lagos e lagoas tem que ter plano de manejo. Em rios basta a carteira de pescador profissional.
  • O tamanho não peixe não pode ser inferior a um metro e meio.
  • Para pescar e transportar é preciso documentação da Sedam.
  • A fiscalização será rigorosa pelas autoridades.

Peixe ‘gigante’

Considerado o bacalhau da amazônia, o pirarucu é um dos maiores peixes de água doce do planeta. Um adulto passa de dois a três metros e pesa de 100 a 200 quilos.

Prazo para pagamento do IPTU com 10% de desconto encerra nesta sexta, 14, em Ariquemes, RO

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Termina na próxima sexta-feira (14) o prazo para os moradores de Ariquemes (RO), no Vale do Jamari, pagarem o Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) em parcela única com desconto de 10%. Os contribuintes também podem optar por efetuar o pagamento do imposto em quatro vezes, mas sem o desconto.

Os carnês já foram entregues nos imóveis do município. Os proprietários de terrenos vazios e os moradores que não receberam a guia de pagamento no imóvel, devem retirar a segunda via do carnê no balcão de atendimento da prefeitura ou pela internet.

De acordo com a prefeitura, o desconto de 10% é válido somente à taxa do IPTU e não se entende às outras taxas existentes, como iluminação pública e coleta de lixo.

Caso opte pelo pagamento parcelado, o contribuinte deve se atentar, pois a data de vencimento da primeira parcela também será na próxima sexta. As outras parcelas devem ser pagas até os dias 15 de julho, 14 de agosto e 16 de setembro.

Conforme a Secretaria Municipal da Fazenda (Semfaz), Ariquemes possui atualmente cerca de 32 mil imóveis edificados e 20 mil imóveis não edificados, que são os terrenos vazios. ​

Em Rondônia 40% das famílias ainda resistem à doação de órgãos, segundo dados da Central Estadual de Transplantes

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Em Rondônia, de 2014 até maio deste ano, cerca de 450 pacientes voltaram a enxergar após receberem de um doador uma córnea, por meio de transplante realizado em Porto Velho. Já o transplante de rins deu vida nova a mais de 80 pessoas, que voltaram a viver com mais saúde.

O índice de recusa familiar à doação de órgãos vem diminuindo no Estado que, atualmente, registra a média nacional de 40% de rejeição. “Em 2018 a média esteve em torno de 59%, mas já tivemos mais de 70% de recusa”, disse a coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Edcléia Gonçalves.

Edcléia Gonçalves: “Já tivemos mais de 70% de recusa”

“O transplante é uma política pública que depende de participação social de forma diferenciada, pois só há transplante se o elemento doador existir, portanto é fundamental que nossa sociedade seja doadora, e avise seus familiares do seu desejo em salvar vidas”, destacou a coordenadora.

As campanhas de conscientização das famílias para aumentar o número de doadores e diminuir a fila de espera são importantes. Atualmente, existem cerca de 170 pacientes esperando por um transplante de córnea e 103 por um de rim, e em média 800 pessoas fazem tratamento de hemodiálise, o que significa que podem entrar para a fila de transplante.

De acordo com Edcléia Gonçalves, mesmo com a redução, os trabalhos – as campanhas para enfatizar importância de ser um doador – devem continuar para que esse número diminua ainda mais. “Hoje são registradas muito mais mortes encefálicas que famílias, de possíveis doadores, entrevistadas. Para isso, a equipe está sendo orientada a melhorar a notificação ao serviço, e reduzir ainda mais essa recusa familiar. Isso mostra melhor envolvimento social e, sobretudo, o esforço que a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) tem feito para a formação profissional, tanto nos serviços de doações quanto no serviço de transplante”, enfatizou a coordenadora.

Gráfico

A Central Estadual de Transplantes funciona no Hospital de Base Ary Pinheiro e conta com uma equipe chamada de Organização para Procura de Órgãos (OPO) e a Comissão Intra Hospitalar para Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT), são profissionais que realizam a busca ativa de doadores de órgãos na Capital e no interior do Estado. As cirurgias de captação são realizadas no próprio Hospital de Base e os doadores são viabilizados nas cidades de Porto Velho, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena.

Apenas o Hospital de Base é credenciado para realizar transplante renal, e só existe uma equipe de transplante renal no Estado e duas de transplante de córnea, sendo uma do SUS e uma na rede privada.

DOAR ÓRGÃOS SALVA VIDAS

Para ser um doador de órgãos e tecidos não é necessário deixar por escrito. Basta avisar sua família, dizendo: “Quero ser doador de órgãos”. A doação só acontece após a autorização familiar documentada. Quando a pessoa não avisa, a família fica em dúvida.

Moro abandona coletiva – ‘Eu não vim ao Amazonas para falar disso’, diz Moro sobre vazamento de conversas

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Em Manaus, o ministro Sérgio Moro demonstrou irritação com as perguntas referentes ao vazamento dos diálogos entre ele e o procurador Deltan Dallagnol, durante o andamento da Operação Lava Jato, que foram divulgados neste domingo (10) em reportagens publicadas pelo site The Intercept Brasil.

“O que houve foi uma ação criminosa de invasão de celulares de procuradores. O diálogo entre juiz, polícia e procuradores é absolutamente normal. Não há crime nisso. Agora, eu não vim ao Amazonas para falar disso”, disse para, logo em seguida, se retirar da coletiva de imprensa.

Diálogos 

O site de notícias The Intercept Brasil divulgou trechos de mensagens atribuídas ao atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e a membros da força-tarefa da Lava Jato. De acordo com o site, as mensagens trocadas por meio do aplicativo Telegram foram entregues por uma fonte que pediu sigilo e apontam para uma “colaboração proibida” entre o então juiz federal responsável por julgar a Lava Jato em Curitiba e os procuradores, a quem cabe acusar os suspeitos de integrar o esquema de corrupção.

Visita

Na manhã desta segunda-feira (10), Moro participou em Manaus da abertura da reunião do Conselho Nacional dos Secretários de Estado da Justiça, Cidadania, Direitos Humanos e Administração Penitenciária (Consej), no Hotel Quality Manaus, na Zona Centro-Sul de Manaus.

À tarde, ele visitará acompanhado do governador do Estado do Amazonas, Wilson Lima, o Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) para inaugurar uma fábrica de panificação para os detentos. O Compaj, na última semana de maio, foi palco de 19 mortes.

Escola do Legislativo capacita servidores do Cemetron em Libras

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Um dos cursos com maior procura na Escola do Legislativo, da Assembleia Legislativa, o de Atendimento do Público em Libras, está sendo ministrado aos servidores do Núcleo de Educação Permanente Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron). A escola atendeu solicitação do deputado estadual Chiquinho da Emater (PSB).

Segundo o diretor geral da Escola, Fábio Ribeiro, a maioria dos cursos são ministrados na sede, em Porto Velho, mas também ocorrem parcerias como a com Cemetron, dentro da política do presidente da Assembleia, Laerte Gomes (PSDB), de capacitar o máximo de servidores públicos e à população.

O curso está sendo ministrado desde segunda-feira (3) com duração de dez dias, em dois turnos (manhã e tarde) com carga horária de 40 horas/aula e participação de 65 alunos, no auditório do Cemetron, na capital.

‘Muito barulho’, diz Moro sobre conversas reveladas por site

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O ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro comentou em seu perfil no Twitter na noite deste domingo, 9, que fazem “muito barulho sobre supostas mensagens obtidas por meios criminosos de celulares de procuradores da Lava Jato”. Na mesma publicação o ex-juiz da Lava Jato compartilhou íntegra de nota sobre conversas reveladas pelo site The Intercept.

O site publicou diálogos atribuídos a procuradores e também supostas conversas do coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Ministério Público Federal no Paraná, Deltan Dallagnol, com o ex-juiz Moro.

O juiz federal da 7ª Vara do Rio Marcelo Bretas compartilhou o tuíte de Moro e escreveu que há possibilidade de ‘diálogos forjados, criando fake news’. O procurador Deltan Dallagnol também chegou a compartilhar a publicação de Moro, mas antes reproduziu trechos da nota divulgada pelo Ministério Público Federal neste domingo, 9, destacando que “os procuradores da Lava Jato não vão se dobrar”.

As conversas supostamente mostrariam que Moro teria orientado investigações da Lava Jato por meio de mensagens trocadas no aplicativo Telegram. O site afirmou que recebeu de fonte anônima o material.

Anvisa discute liberação de cultivo de maconha para fins medicinais e de pesquisa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) discute nesta terça-feira, 11, a liberação do cultivo e produção de maconha no País para fins medicinais e científicos. Atualmente, o plantio de cannabis, nome científico da planta, é proibido no Brasil, mas há grupos e associações que conseguiram decisões judiciais para a produção no Brasil.

A diretoria da Anvisa discute a possibilidade de levar à consulta pública duas propostas em análise desde 2017. A primeira que cria regras o plantio de cannabis no Brasil para pesquisa e produção de medicamentos. Uma segunda sobre os critérios para registro, monitoramento e comercialização desses produtos.

Atualmente, no País, a agência já autoriza pedidos para importação de óleos e medicamentos à base principalmente de canabidiol, substrato da maconha mais comum na produção de medicamentos. Atualmente, apenas a produção de um medicamento é permitido no País.

O uso de derivados da maconha é mais comum em enfermidades degenerativas como doença de Parkinson e esclerose múltipla até a alguns níveis de autismo e tipos de câncer.

Se aprovados os dois pareceres da consultoria técnica da Anvisa, as propostas serão levadas à consulta pública. Após essa etapa, os técnicos finalizam um projeto final que terá que ser votado pela diretoria da agência novamente. Ainda não há estimativa quando a norma técnica poderia entrar em vigor.

O inesperado regresso do Tamagotchi, bichinho virtual que era febre nos anos 90

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Quando esteve na escola, nos anos 1990, Josiah Chua, hoje com 31 anos, diz que “todo mundo” tinha um Tamagotchi – o nome oficial do “bichinho virtual” japonês que virou febre entre crianças do mundo todo.

“Acho que era inclusive proibido levá-lo para a escola. A gente tentava ‘contrabandear’ o brinquedo na mochila”, diz o estilista de Cingapura.

Essas memórias de Josiah provavelmente são típicas entre os millenials – pessoas de sua geração.

O brinquedo tinha um formato redondinho e uma tela pixelada, e o dono precisava manter um animalzinho virtual vivo com constante cuidado e atenção. Ele se tornou uma febre no mundo todo logo depois de seu lançamento, em 1996.

E agora ele está voltando, na onda do retorno de brinquedos clássicos dos anos 1990. A fábrica japonesa Bandai relançou o Tamagotchi no Japão em 2017 e neste ano, em julho, ele será relançado também na América do Norte.

Ainda não há previsão de lançamento do brinquedo no Brasil.

No novo modelo do brinquedo, o bichinho faz mais do que comer, dormir, apitar e morrer.

A Bandai diz que o Tamagotchi “evoluiu” para ter mais personalidade, além de “viver” em diferentes habitats e se reproduzir.

“Os fãs do brinquedo já estão muito empolgados e fizeram encomendas antecipadas”, diz Tara Badie, diretora de marketing da Bandai América.

Ele se tornou uma febre no mundo todo logo depois de seu lançamento, em 1996. — Foto: Arquivo Pessoal

Ele se tornou uma febre no mundo todo logo depois de seu lançamento, em 1996. — Foto: Arquivo Pessoal

Moda retrô

O relançamento do Tamagotchi é mais um exemplo da onda de reedições de brinquedos que foram símbolos dos anos 1990 e 1980.

A analista de varejo Chana Baram diz que houve um aumento no número de produtos “retrô” porque as pessoas procuram pelo conforto “‘dos velhos tempos”.

“Costumávamos fazer isso em termos de roupas e moda, mas hoje em dia estão na moda também outros tipos de produtos antigos.”

É uma tendência também observada por Alessio Di Marco, dono da Tons-of-Toys, que vende itens vintage e brinquedos colecionáveis.

No último ano ele diz ter visto um “forte aumento no interesse em brinquedos dos anos 1990”, como as Tartarugas Ninja, os Power Rangers e a boneca Polly.

Di Marco diz que também há muita demanda por objetos da “década fabulosa da Disney”, como ficou conhecido o período entre o lançamento de A Pequena Sereia, em 1989, e Tarzan, em 1999.

“As crianças dos anos 1990 cresceram e estão cada vez mais nostálgicas pelos brinquedos de suas infâncias”, diz ele.

Uma pesquisa recente da Mintel, empresa que faz análise de varejo, diz que 57% dos compradores de brinquedos no Reino Unido compram brinquedos para os filhos com os quais também gostariam de brincar.

No Brasil esse mercado também está quente. A Estrela, por exemplo, relançou brinquedos dos anos 1970, 1980 e 1990, como o Genius, o Ferrorama, o boneco Falcon e o Pogobol.

Todo mundo que tem boas memórias da infância relembra com carinho dos objetos do período, diz Baram.

Super Nintendo Classic Edition é nova versão do console da Nintendo e vem com 21 jogos na memória — Foto: Divulgação

Super Nintendo Classic Edition é nova versão do console da Nintendo e vem com 21 jogos na memória — Foto: Divulgação

Porque a nostalgia funciona

Para as marcas, apostar na nostalgia não é algo novo. É um elemento de uma estratégia de marketing mais ampla que visa conquistar os consumidores através do escapismo.

“Especialmente voltar para as memórias idealizadas da infância”, diz Asia Benoit Wiesser, diz diretor de estratégia de mercado da agência de publicidade Ogilvy.

Ele diz que memórias dos nossos anos de formação – música, roupas, brinquedos e jogos – estão gravados em nossos cérebros como uma espécie de armazém de sentimentos felizes.

Então, diz ele, jogar com um Gameboy traz de volta essa associação. “No momento em que você pega um objeto desses na mão, ele vem junto com todas essas associações e sentimentos positivos”, diz Wiesser.

O Mega Drive, console foi sucesso nos anos 90 e relançado em 2017 — Foto: Divulgação

O Mega Drive, console foi sucesso nos anos 90 e relançado em 2017 — Foto: Divulgação

Ele diz que a nostalgia pode estar mais saliente hoje por causa da falta de otimismo dos millenials e da geração Z.

Segundo Wiesser, vivem em um clima de incerteza que ajuda a criar um ambiente propício para a nostalgia.

“Não há necessariamente um sistema de crenças sobre como seguimos em frente a partir daqui.”

“Há definitivamente uma relação entre a popularidade do marketing de nostalgia e o baixo grau de confiança, otimismo e senso de segurança de uma população”, acrescenta ele.

Novos fãs

No entanto, as marcas não estão apostando em meros relançamentos de sucessos do passado – seus produtos foram “atualizados”.

A Bandai espera que seu Tamagotchi On, cujo público alvo são garotas de 6 a 12 anos, esteja cheio de novidades o suficiente para atrair jovens fãs habituadas com tecnologia.

O fã de Tamagotchi, Chua, também está empolgado para descobrir que sentimentos o brinquedo repaginado vai despertar.

“Ter a nova versão pode ajudar a trazer de volta a criança em você”.

Médico cobra exame realizado em hospital público, é preso em flagrante e afastado do cargo

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VILHENA – O site FOLHA DO SUL ON LINE teve acesso à ocorrência policial lavrada para relatar a prisão, em flagrante, de um médico acusado de cobrar por exames particulares realizados dentro do Hospital Regional de Vilhena. O fato aconteceu ontem à noite, foi comunicado pela própria direção da unidade e a ação policial acompanhada pelo representante do Conselho Regional de Medicina no Cone Sul, o oftalmologista Marco Túlio de Freitas Teodoro.

De acordo com a narrativa policial, uma mulher de 46 anos relatou ao diretor clínico do HR, Romualdo de Andrade Kelm, 64 anos, os detalhes da cobrança ilegal que teria sido feita pelo cardiologista Charles Novaes de Almeida, 44. Ele teria cobrado do marido de uma paciente identificada como Marina de Araújo Giniu, 46 anos, Nelson Amancio de Oliveira, a quantia de 380 reais, referente à realização de um exame de ecocardiograma, que deveria ser realizado em clínica particular.

A suposta cobrança teria sido feita no período da tarde, quando o acusado emitiu até recibo no valor pago pelo marido da paciente. Já à noite, quando a mulher voltou ao hospital público, Charles a levou para uma sala dentro do próprio Regional e, usando um aparelho móvel, realizou o exame.

“O comunicante Romualdo (Diretor Clinico) ouvindo o relato da Vítima Marina de Araújo e confrontando com o prontuário médico, em que o medico Charles é plantonista no dia de hoje, fez o pedido de exame para ele mesmo realizar dentro do hospital Regional, sendo esse exame pago pelo paciente, o que é contra a ética medica”, revela um trecho da ocorrência policial, na qual Romualdo consta como comunicante dos fatos.

Conforme o relato do diretor clínico do HR, um homem de 87 anos também teria pago pela realização de exames cardiológicos dentro do hospital público. A filha dele teria relatado o fato ao médico diretor do hospital, levando-o o acionar a polícia e o CRM.

Ao ser questionando sobre o procedimento, o médico denunciado não prestou os esclarecimentos e foi levado, sem o uso de algemas, para a Unisp. Mas, enquanto ele seguia para a Delegacia de Polícia Civil, uma outra viatura da PM permaneceu no hospital, e flagrou quando uma funcionária de Charles, uma garota de 25 anos, deixava a unidade, levando o equipamento usado na realização dos exames.

Ao ser abordada, a jovem disse que havia sido chamada pelo cardiologista para auxiliar na realização dos exames dentro do hospital e que deveria levar o aparelho após o procedimento. Junto com o equipamento, que foi apreendido, estavam laudos e recibos emitidos em nomes das vítimas.

O site não teve acesso ao depoimento do médico acusado, que foi liberado após o interrogatório. Também foram ouvidos pela polícia, como comunicantes do fato, o próprio Romualdo, o diretor clínico do HR, Faiçal Ibrahim Akkari, e o representante do Conselho Regional de Medicina, Marco Túlio.

O site ainda tenta ouvir a versão do acusado, uma vez que não teve acesso ao depoimento dele na Unisp.

Prefeito manda afastar

O prefeito Eduardo Japonês (PV) determinou o afastamento preventivo do médico Charles Novaes de Almeida, 44 anos, das funções que ele exercia no Hospital Regional. O cardiologista recebeu voz de prisão, na noite de ontem, acusado de realizar e cobrar exames dentro da unidade, usando um aparelho móvel. Lembre aqui.

A comissão de ética do HRV e a comissão de ética do CRM vão apurar os fatos envolvendo o profissional, que estava atendendo em Vilhena havia apenas dois meses. Antes de chegar à cidade, por cedência, ele trabalhava em Porto Velho.

Fonte: Folha do Sul Autor

Passeio de litorina é inaugurado em Porto Velho

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Foi com uma grande festa que o prefeito Hildon Chaves e a Associação dos Ferroviários da Estrada de Ferro Madeira Mamoré (Asfemm) inauguraram, na manhã deste último domingo (9/6), o passeio de litorina. Para a solenidade, os ferroviários usaram uniformes semelhantes ao da época de origem do meio de transporte.

A Asfemm e a Prefeitura não mediram esforços para reativação do passeio que, inicialmente, percorrerá 2,3 quilômetros. Várias secretárias estiveram envolvidas neste processo, entre elas a Sema, Semdestur, Semusb, Semtran, Emdur e Funcultural.

Foram realizadas a limpeza dos trilhos e a restauração do estacionamento, a instalação de placas de sinalização e construída a estação com paisagismo. Parte do trabalho foi executada pelos ferroviários e reeducandos cedidos pelo governo do estado. Em breve, o percurso deverá ser ampliado para 5 quilômetros, compreendendo o trecho da Igreja de Santo Antônio e a Candelária.

“Foram gastos aproximadamente R$ 200 mil, pois houve um empenho de todas as secretarias para que isso acontecesse. A retomada do passeio, a ocupação do Prédio do Relógio, tudo isso faz parte do nosso projeto de resgatar o centro histórico”, disse o prefeito.

Um dos diferenciais do passeio é a disponibilidade de informações históricas aos visitantes. Um painel com QR Code foi instalado na estação, onde o cidadão que portar o aplicativo de leitura no celular, poderá obter informações sobre a origem, utilidade, entre outras informações da história do meio de transporte. Neste primeiro momento, os dados estarão em português, mas a proposta é de, no máximo em 15 dias, disponibilizar as informações também em inglês e espanhol.

O passeio com capacidade de 14 passageiros vai funcionar de terça a domingo, com uma taxa simbólica de R$5,00 recolhida pela Asfemm para custear a manutenção dos serviços. “No dia 10 de julho, faria 49 anos que essa litorina estava parada, então é um orgulho, meu e de todos os ferroviários que nos ajudaram. Nós trabalhamos pelo amor, pelo carinho, por essa máquina laranja”, comemorou José Bispo, presidente da Asfemm.

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