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quinta-feira, abril 9, 2026
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Cai N’água Vídeo 01 – Rio Madeira Invade Ruas do Cai N’água em Porto Velho

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Clubes brasileiros mais do que dobram arrecadação com exportação de jogadores

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Os clubes brasileiros mais do que dobraram nos últimos quatro anos a arrecadação com a venda de jogadores para times estrangeiros. Segundo dados da CBF sobre as negociações, entre 2015 e 2018 as equipes nacionais realizaram 2,9 mil operações nesse período, entre vendas e empréstimos, e selaram aproximadamente R$ 3,7 bilhões em acordos por esses atletas.

Desse montante total de arrecadação, cerca de 37% se concentrou na última temporada. O ano de 2018 foi o de maior movimento desde 2015, ano em que pela primeira vez a CBF divulgou um boletim anual sobre janelas de transferências. Somente na temporada passada, 792 jogadores profissionais se transferiram do Brasil para outro país e geraram uma arrecadação de R$ 1,4 bilhão para o mercado interno.

Uma das maiores negociações de 2018 foi entre o Flamengo e o Milan, da Itália. O clube europeu pagou cerca de R$ 150 milhões para contratar o atacante Lucas Paquetá. O acordo foi selado em outubro e em janeiro o jogador de 21 anos se apresentou à equipe. Até agora, ele tem 11 jogos pela equipe, com um gol marcado em partida contra o Cagliari.

Apesar de os dados da CBF não detalharem o montante recebido por cada clube, o Flamengo está entre os que mais recebeu dinheiro de vendas de jogadores. Em maio de 2017, a diretoria acertou a saída do atacante Vinícius Junior ao Real Madrid por cerca de R$ 164 milhões. O jogador só se apresentou à equipe espanhola em julho do ano seguinte, depois de completar 18 anos.

O número recorde de 792 jogadores negociados para o exterior em 2018 contempla também um número elevado de operações sem custos. Mais de 600 saídas envolveram atletas que estavam sem contrato profissional ou se destinaram a equipes de fora do Brasil com vínculos de amadores. Somente 171 operações envolveram valores, das quais 62 foram por empréstimo.

Parte 02: Rio Madeira com 17.31 e Estrada do Belmont já conta com pontos de alagação.

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Parte 01: Estrada do Belmont, faltam poucos centímetros para o Rio Madeira invadir a pista

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Veneno de aranha brasileira pode ajudar a tratar disfunção erétil

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Aranhas assustam. Essa que você vê acima, uma espécie comumente encontrada no Brasil e conhecida como armadeira ou aranha-bananeira (Phoneutria nigriventer), é uma das mais venenosas do mundo. Além do veneno letal, ela é grande (possui em média 15 cm, quase o tamanho de uma mão humana), tem grandes quelíceras (presas) avermelhadas e impressiona pela agilidade.

Mas seu veneno também pode salvar. Ou, pelo menos, melhorar a vida de muita gente. É o que afirmam cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que estão desenvolvendo uma droga baseada nesse veneno — e que promete ser mais eficaz que o Viagra.

A base de tudo é um composto chamado PnPP-19. Normalmente, a picada daPhoneutria nigriventer causa perda de controle muscular, levando a problemas respiratórios, paralisia e eventual asfixia. Mas, junto a isso, vem um efeito colateral peculiar: o priapismo, ereções anormalmente longas e doloridas que duram, em média, 4 horas — e podem levar à impotência. Segundo os pesquisadores, o veneno induz o relaxamento do tecido esponjoso nos órgãos sexuais, levando ao aumento do fluxo sanguíneo, causando uma ereção.

No estudo, publicado no Journal of Sexual Medicine, os cientistas detalham os efeitos de uma versão sintética desse princípio ativo, que não apresenta toxicidade. Em testes com ratos e camundongos, a droga foi administrada com segurança por injeção ou via gel tópico — embora o gel testado apresente baixa permeabilidade, com apenas 10% da dose aplicada penetrando na pele. Não houve sinais de desconforto ou dano e a droga apresentou mais efeito do que o sildenafil (Viagra), sugerindo que poderia funcionar para homens que não tiveram sucesso com outras drogas.

Começa hoje o prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda

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Começa nesta quinta-feira (7) o prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF) 2019. Os contribuintes terão até 30 de abril para acertar as contas com a Receita. As regras para a entrega do ajuste anual estão na Instrução Normativa 1871/2019, da Receita Federal, publicada no Diário Oficial da União de 22 de fevereiro. De acordo coma a Receita Federal, quem tem restituição para receber, quanto mais cedo enviar a declaração mais rapidamente receberá o valor.

As restituições são liberados prioritariamente para idosos acima de 80 anos, contribuintes entre 60 e 79 anos, pessoas com alguma deficiência física ou mental ou doença grave e contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

O programa para fazer a Declaração do Imposto de Renda deste ano está disponível desde a última semana. O Fisco espera receber neste ano 30,5 milhões de declarações. No ano passado, foram entregues 29,27 milhões. Do total previsto para 2019, a expectativa é que entre 700 mil e 800 mil declarações sejam feitas por tablets e smartphones. Em 2018, 320 mil declarações foram feitas por meio de dispositivos móveis.

A Receita promete acelerar o processamento da declaração este ano. Assim, o contribuinte pode checar no e-CAC se há alguma pendência na declaração e fazer correções.

No site da Receita, é possível conferir uma série de perguntas e respostas sobre a declaração deste ano.

Depois do Prazo

A declaração depois do prazo deve ser apresentada pela internet, utilizando o PGD IRPF 2019 ou o serviço “Meu Imposto de Renda”, ou em mídia removível, nas unidades da Receita Federal, durante o seu horário de expediente.

A multa para quem apresentar a declaração depois do prazo é de 1% ao mês ou fração de atraso, lançada de ofício e calculada sobre o Imposto sobre a Renda devido, com valor mínimo de R$ 165,74, e máximo de 20% do Imposto sobre a Renda devido.

Lotes de restituição

As restituições do Imposto de Renda serão feitas em sete lotes, a partir de junho deste ano: o primeiro sairá no dia 17 de junho; o segundo em 15 de julho; o terceiro, no dia 15 de agosto; o quarto em 16 de setembro; o quinto, no dia 15 de outubro; o sexto em 18 de novembro; e o sétimo em 16 de dezembro.

Programa

A declaração pode ser feita de três formas: pelo computador, por celular ou tablet ou por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC). Pelo computador, será utilizado o Programa Gerador da Declaração – PGD IRPF2019, disponível no site da Secretaria da Receita Federal.

Também é possível fazer a declaração com o uso de dispositivos móveis, como tablets e smartphones, por meio do aplicativo “Meu Imposto de Renda”. O serviço também está disponível no e-CAC no site da Receita, com o uso de certificado digital, e pode ser feito pelo contribuinte ou seu representante com procuração.

O contribuinte que tiver apresentado a declaração referente ao exercício de 2018, ano- calendário 2017, poderá acessar a Declaração Pré-Preenchida no e-CAC, por meio de certificado digital. Para isso, é preciso que no momento da importação do arquivo, a fonte pagadora ou pessoas jurídicas tenham enviado para a Receita informações relativas ao contribuinte referentes ao exercício de 2019, ano-calendário de 2018, por meio da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf), Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (Dmed), ou a da Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob).

Segundo a Receita, o contribuinte que fez doações, inclusive em favor de partidos políticos e candidatos a cargos eletivos, também poderá utilizar, além do Programa Gerador da Declaração (PGD) IRPF2019, o serviço “Meu Imposto de Renda”.

Para a transmissão da Declaração pelo PGD não é necessário instalar o programa de transmissão Receitanet, uma vez que essa funcionalidade está integrada ao IRPF 2019. Entretanto, continua sendo possível a utilização do Receitanet para a transmissão da declaração.

O serviço Meu Imposto de Renda não pode ser usado em tablets ou smartphones para quem tenha recebido rendimentos superiores a R$ 5 milhões.

Obrigatoriedade

Estará obrigado a apresentar a declaração anual o contribuinte que, no ano-calendário de 2018, recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70. No caso da atividade rural, quem obteve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50

Também estão obrigadas a apresentar a declaração pessoas físicas residentes no Brasil que no ano-calendário de 2018:

– Receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40.000,00;

– Obtiveram, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;

– Pretendam compensar, no ano-calendário de 2018 ou posteriores, prejuízos com a atividade rural de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2018;

– Tiveram, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00;

– Passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e nessa condição encontravam-se em 31 de dezembro; ou

– Optaram pela isenção do Imposto sobre a Renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias contados da celebração do contrato.

CPF de dependentes

Neste ano, é obrigatório o preenchimento do número do CPF de dependentes e alimentados residentes no país. A Receita vinha incluindo essa informação gradualmente na declaração. No ano passado, era obrigatório informar CPF para dependentes a partir de 8 anos.

Dados sobre imóveis e carros

Em 2019, não será obrigatório o preenchimento de informações complementares em Bens e Direitos relacionadas a carros e casas. A previsão inicial da Receita era que essas informações passassem a ser obrigatória neste ano, mas devido à dificuldade de contribuintes de encontrar os dados, o preenchimento complementar não precisa ser feito.

Desconto simplificado

A pessoa física pode optar pelo desconto simplificado, correspondente à dedução de 20% do valor dos rendimentos tributáveis, limitado a R$ 16.754,34.

Deduções

O limite de dedução por contribuição patronal ficou em R$ 1.200,32, devido ao reajuste do salário mínimo. No ano passado, o limite era R$ 1.171,84. Se não houver nova lei, este é o ultimo ano em que há a possibilidade dessa dedução de contribuições pagas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por patrões de empregados domésticos com carteira assinada. Essa medida começou a valer em 2006 para incentivar a formalização dos empregados domésticos.

A dedução por dependente é de, no máximo, R$ 2.075,08 e, para instrução, de R$ 3.561,50.

Os contribuintes também podem deduzir valores gastos com saúde, sem limites, como internação, exames, consultas, aparelhos e próteses, e planos de saúde. Nesse caso é preciso ter recibos, notas fiscais e declaração do plano de saúde e informar CPF ou CNPJ de quem recebeu os pagamentos.

As chamadas doações incentivadas têm o limite de 6% do Imposto de Renda devido. As doações podem ser feitas, por exemplo, aos fundos municipais, estaduais, distrital e nacional da criança e do adolescente, que se enquadram no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Segundo a Receita, neste ano o formulário sobre as doações ao ECA vai ficar mais visível.

Aqueles que contribuem para um plano de previdência complementar – Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e Fundo de Aposentadoria Programada Individual (Fapi) – podem deduzir até o limite de 12% da renda tributável.

Senado gasta R$ 8,2 mil em quadro que retrata o ex-presidente Eunício Oliveira

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A galeria com imagens de ex-presidentes do Senado Federal ganhou um novo “morador”. Encomendado no início de novembro, o retrato a óleo sobre tela de Eunício Oliveira (MDB-CE) já está pendurado na parede do Salão Nobre da Casa. A obra que retrata o ex-presidente custou R$ 8,2 mil à Casa.

Alvo de três inquéritos por suspeitas de corrupção, Eunício não conseguiu se reeleger como senador. Disse, após a derrota nas urnas, que iria se dedicar à sua vida pessoal. Ele nega as acusações.

O retrato do ex-senador está ao lado do de seu antecessor e correligionário, Renan Calheiros (AL), também alvo de suspeitas de corrupção – responde a 14 inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF).

A obra recém-chegada, porém, é mais cara que a de Renan, que custou ao Senado R$ 6,9 mil em 2017 – R$ 7,4 mil, em valores atualizados pela inflação. Ambas foram pintadas pelo artista plástico Urbano José Pibernat Villela, de 76 anos.

No Palácio do Planalto e no STF, os ex-presidentes também são homenageados com retratos nas paredes após deixarem o posto. Nos dois casos, porém, são usadas fotografias. No Senado, a confecção de telas em óleo é uma tradição.

Filho do artista e responsável pelo ateliê de seu pai, Urbano Lago Villela Neto rebate críticas sobre o valor despendido pelo quadro. “É uma ‘judiaria’ (sic) e até um certo pecado pegar no pé de uma encomenda que o Senado faz para um artista brasileiro, renomado como meu pai é. O Senado tem tanto gasto supérfluo, às vezes uma troca de carpete do local é mais cara que a obra”, disse ele. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O que aprendi ao levantar da cama às 4h todos os dias

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Como você tem começado os seus dias? A pergunta é intencionalmente aberta, possibilitando, portanto, respostas diversas.

A ciência da produtividade demonstra que os rituais que realizamos nas primeiras horas do dia impactam e conduzem a nossa caminhada até a noite. Acontece que, por sermos seres singulares, com funções mentais e corporais singulares, fórmulas e receitas infalíveis inexistem.

Há, contudo, quem insista nelas.

No livro O Milagre da Manhã (Editora Best Seller), por exemplo, o autor norte-americano Hal Elrod propõe diversas atividades que, se praticadas antes das 8h, podem literalmente “transformar a sua vida”. Ele divide o rito por etapas, como silêncio, afirmações positivas, visualização do sucesso, exercícios físicos, leitura e escrita.

Se funciona? Só experimentando. Pelos relatos que se espalham pela rede e sobretudo pela quantidade de livros vendidos mundo afora, certamente, tem o seu valor.

Fato é que a melhor rotina matinal segue sendo aquela que se aplica a você. Isso não impede que haja ajustes ou pequenas mudanças de hábito, afinal, cada um de nós performa melhor em determinado período do dia (ou da noite).

Há exatamente um ano, quando estreei como comentarista na Rádio Globo, minha rotina ganhou uma boa dose de adiantamento: de 7h, passei a acordar às 4h. Como entramos no ar às 6h, as duas horas que precedem o jornal são o tempo que preciso para me preparar, me atualizar e me concentrar para uma rotina que se encerra invariavelmente às 22h30.

Nesses 12 meses, iniciar o meu dia quando parte da cidade ainda se deita tem me ensinado bastante.

Primeiro, conheci um silêncio precioso: em uma casa sempre barulhenta, com duas crianças e um vira-lata, gozar de absoluta ausência de sons vale ouro.

Despertar muito cedo me faz visualizar com clareza as metas do dia e avaliar o que espero dos meus compromissos principais. Ter uma to-do listno celular ajuda bem nesse processo. (De acordo com o Centro Médico da Universidade de Rochester, em Nova York, registrar os pensamentos e sentimentos diminui a ansiedade e reduz o estresse).

Infelizmente, minha rotina matinal não comporta exercícios físicos ou passeios com o cachorro. Mas especialistas são quase unânimes em recomendar de 10 a 15 minutos de atividades para despertar o sistema nervoso, fazer com que o sangue flua, introduzir oxigênio no cérebro e aumentar a produtividade.

Pela manhã, como pouco, normalmente uma fruta (ou duas) e um café. Às 8h20, volto ao café – dessa vez, com um carboidrato. Trabalhar de barriga vazia pode ser contraproducente e terminar em desmaio. Comer a cada três horas evita exageros no almoço e no jantar – exageros esses que dão sono e estorvam o rendimento.

Tenho tentado – e isso é novo para mim – usar cinco minutos da manhã para exercitar a minha respiração e concentração. Não chamo de meditação e nem é uma prática guiada. Apenas me concentro em inspirar e expirar como forma de clarear a mente e afastar alguns maus pensamentos. Como sugerem por aí, a prática “estimula a criatividade, melhora a memória e diminui o estresse e a ansiedade”.

Caso dê certo, eu venho aqui te contar.

Por fim, e não menos importante: procuro evitar pela manhã o flow das redes sociais. Fora consumir minutos valiosos, timelines me desconcentram e me trazem uma angústia desnecessária.

Não se esqueça: bons pensamentos se transformam em palavras, que se transformam em ações, que se transformam em hábitos.

10 dicas para estudar melhor segundo a ciência

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Estudar é mais uma das atividades em que focar na eficiência é mais benéfico do que na quantidade. Inclusive, segundo a ciência, estudar muito – prática chamada pelos especialistas de “overlearning” – prejudica o aprendizado. Isso porque a capacidade das pessoas de relembrar um conteúdo tem limite proporcionalmente menor à capacidade de estudo.

Para aumentar a produtividade na hora de aprender – e diminuir tempo e estresse – o site americano que cataloga universidades Best Colleges compilou diversas dicas para estudar melhor (e menos!), comprovadas pela ciência.

1 – Impeça a “curva do esquecimento”
Os cientistas começaram a explorar o fenômeno psicológico “curva do esquecimento” em 1885. Ainda hoje, continua sendo um fator importante a ser considerado quando se estuda. Essencialmente, ele diz que a primeira vez que você ouve uma aula ou estuda algo novo, tem a melhor chance de retenção, de até 80%, do que aprendeu apenas revendo o conteúdo novamente dentro de 24 horas.

E – bônus – isso tem um efeito cumulativo. Depois de uma semana, você terá capacidade de reter 100% das mesmas informações após apenas cinco minutos de análise. Geralmente, os psicólogos concordam que este tipo de intervalo estudando – e não estudando – é o melhor. Para otimizar seu tempo de estudo, aproxime-o mais do dia em que você teve contato com o material do que do dia da prova.

2 – Utilize material impresso
Tablets e outros meios eletrônicos são ótimos para conveniência e portabilidade. No entanto, pesquisas sugerem que, quando se trata de estudar na faculdade, os materiais impressos tradicionais ainda têm vantagem.

Mesmo que alguns pesquisadores argumentem que adotar novos hábitos ao usar uma interface digital melhora a experiência acadêmica, mais de 90% de alunos entrevistados em um estudo compreensivo disseram preferir uma cópia impressa a um dispositivo digital quando se trata de estudo e trabalho escolar.

Além disso, um professor de psicologia da Universidade de Leicester, na Inglaterra, descobriu que os alunos precisam de mais repetição para aprender quando leem na tela do computador em comparação a quando consultam apenas material impresso.

3 –  Faça conexões
Muitos especialistas consideram que a diferença entre quem aprende rápido e devagar é a maneira como estudam: em vez de memorizar, os alunos mais rápidos fazem conexões entre as ideias.

Conhecido como aprendizagem contextual, o processo é crucial e exige que cada aluno personalize seus próprios métodos de aprendizagem, fazendo conexões que relacionem as informações para começar a se encaixar e fazer sentido.

4 – Estude quando estiver cansado – e descanse em seguida
Embora isso possa parecer contraintuitivo a princípio, de acordo com a ciência, faz sentido.

Estudar quando você está mais cansado imediatamente antes de dormir pode realmente ajudar seu cérebro a reter concentrações mais altas de habilidades novas, como falar uma língua estrangeira ou tocar um instrumento. Existe até um termo para isso: “sleep-learning” (em português, “aprendizado do sono”).

Isso porque o processo de consolidação da memória está em seu melhor momento durante o sono “de ondas lentas”. O que significa que a revisão do material antes de dormir pode realmente ajudar o cérebro a reter as informações.

5 – Não releia, relembre
Esse método de estudar foi tema em 2009, quando um professor de psicologia da Universidade de Washington em St. Louis publicou um artigo na Psychological Science aconselhando os alunos contra o hábito de leitura e releitura.

Segundo ele, ler e reler os materiais podem levar os estudantes a pensarem que conhecem bem o conteúdo, mesmo quando não é verdade.

Em vez disso, ele sugere que os alunos utilizem “recordação ativa”, fechando o livro e recitando tudo o que podem lembrar para praticar a memorização a longo prazo.

6 – Use o sistema Leitner
O sistema Leitner é o mais conhecido para utilizar “cartões de memorização”. Ele serve para que os estudantes aprendam o conteúdo com o qual estão menos familiarizados pela repetição.

Sistema Leitner de ensino e aprendizagem (Foto: Wikicommons)

Na prática, o aluno coloca todos os cartões com perguntas na caixa 1. Em seguida, pega cada cartão e tenta responder a pergunta. Se acertar a resposta, coloca-o na caixa 2. Se errar, deixa-o na caixa 1. O estudo passa para as caixas seguintes e a premissa permanece. A única diferença é que nas próximas se o estudante errar, deve voltar o cartão para a caixa anterior. Assim, os cartões na primeira caixa são estudados com mais frequência.

7 – Pense sobre o pensar
Especialistas defendem o uso do método testado e comprovado de aprendizagem chamado metacognição, ou “pensar sobre o pensar”.

Aplicado ao estudo, os alunos precisam avaliar constantemente seu nível de habilidade e progresso. Além disso, monitorar cuidadosamente seu bem-estar emocional quando realizam atividades potencialmente estressantes. A premissa é de que a metacognição ajude em uma retenção mais consciente e efetiva do conteúdo.

8 – Varie o conteúdo
Cientistas comprovaram que é melhor variar o tema ao estudar, em vez de se concentrar apenas em uma área. No entanto, é aceitável e até mesmo preferível unir campos de assuntos relacionadas ou semelhantes.

Por exemplo, em vez de apenas memorizar vocabulário em outro idioma, misture também a leitura. Se estiver estudando matemática, inclua vários conceitos juntos, em vez de apenas um.

9 – Mude de cenário
Embora isso possa ser óbvio para alguns alunos, outros podem esquecer que uma mudança tão simples quanto de cenário pode ter um grande impacto nas habilidades de aprendizado.

Um psicólogo da UCLA, por exemplo, apontou que trocar de local de estudo aumenta pode aumentar os níveis de retenção de informações e concentração.

10 – Assuma o papel de “professor”
Pesquisas mostram que os alunos têm melhor chances de recordação ao aprenderem novas informações quando têm a expectativa de ensiná-las a outra pessoa. Além disso, estudos também sugerem que os alunos se engajam mais e instintivamente buscam métodos de recordação e organização para o papel de “professor”.

Se tiver oportunidade, experimente ensinar o que aprendeu a um colega ou até a um “colega imaginário”. O importante é ter a expectativa de “ser professor” desde o momento de estudo, porque é ela que proporciona os benefícios.

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