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quinta-feira, abril 9, 2026
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OPINIÃO: CARNAVAL É OPOSIÇÃO. O RESTO É TUITE PORNOGRÁFICO E SANTO DE CAMISA AMARELA

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Santo, para ser respeitado em escola de samba, tem que entrar com espada em punho e dragão morto no currículo. Vir com denuncismo ou romantismo para falar da vitória da Mangueira faz pouco sentido.

É contraditório uma escola cujo presidente foi detido sob suspeita de corrupção ter um enredo radicalmente de esquerda? Pode ser, mas o que seria coerente: levar para a avenida uma ode à corrupção? Seria esta, a corrupção, patrimônio (com trocadilho) da direita? Ou caberia exaltar o comércio de drogas, pois há quem diga que existem camarote e entrada reservada para traficantes na quadra da escola?

Em primeiro lugar, o presidente afastado é Chiquinho da Mangueira. Não significa que seja a Mangueira do Chiquinho. A Estação Primeira tem 90 anos; o deputado estadual afastado, 64.

Em segundo, carnaval é oposição. O resto é arrumação de confetes e serpentinas. Jair Bolsonaro mal entrou no terceiro mês de governo e foi ironizado ou hostilizado em quase todo o país ao longo de quatro dias. É do jogo democrático. Responder com imagens de fio-terra e golden shower não é.

Se presidentes de esquerda foram menos atacados no passado, é porque eram de esquerda. Além da longa prática em ser oposição, esse lado do espectro político carrega, historicamente, as bandeiras das minorias, da diversidade, das fantasias sociais e carnavalescas. Até roubam os amigos, mas não perdem as piadas. Quando perdem, caso dos militantes furibundos, ficam sem graça nenhuma.

No Brasil recente, a direita fez oposição vestindo camisa amarela – e da CBF, entidade em que santos não entram e que também tem corruptos na cadeia, ainda que nos Estados Unidos, caso de José Maria Marin.

Os românticos tendem a idealizar o passado das escolas de samba como um tempo de paz e harmonia. Nas favelas onde a maioria delas nasceu não havia luz nem saneamento básico. Havia miséria e desemprego. As escolas foram uma experiência civilizatória de representação daquelas populações marginalizadas, produzindo força coletiva para dialogar com os poderosos.

As vitórias conquistadas não aconteceram sem luta, embora com armas de boa diplomacia – não existiam blogs, WhatsApp nem Twitter. Paulo da Portela e Cartola foram líderes que estudaram pouco, mas eram muito inteligentes e usavam bem as palavras, para compor e conversar. Eram trabalhadores, não eram malandros de usar navalha, mas sabiam dialogar com a turma da pesada. A Portela é isso, a Mangueira é isso, o morro do Salgueiro escapou de ser vendido graças à mobilização coordenada pelo sambista Antenor Gargalhada.

Porém, a Portela foi comandada por décadas pelo bicheiro Natal com mão forte – uma delas só, porque ele não tinha o outro braço. Chico Porrão, fundador da Mangueira, era bicheiro. Na segunda metade do século XX, surgiram contraventores bem pouco românticos, como Capitão Guimarães, Anísio Abrahão David e Luizinho Drummond. Mas isso não apaga o brilho das histórias e vitórias de suas escolas.

Palavra de ex-julgador que não sofreu pressão de ninguém: não existe essa história de resultado ser armado. Se não todos, quase todos os jurados são honestos, procuram fazer o melhor possível. Fabricar a vitória de uma agremiação dependeria de um arranjo matemático quase impossível de ser realizado.

Torcedores comemoram 20º título da Mangueira em quadra da escola Foto: MARCELO THEOBALD / Agência O Globo

Adolescente é detida por se fantasiar de maconha durante carnaval em MG

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Uma adolescente de 17 anos foi detida durante o carnaval em Carmo da Cachoeira (MG) por usar uma fantasia que fazia apologia à maconha. O caso aconteceu na última segunda-feira (4).

A fantasia tinha tiara, blusa e minissaia com folhas de maconha e uma placa com os dizeres: “Não me enrola que eu não sou teus beck”.

Segundo a Polícia Militar, a adolescente disse que viu a fantasia na internet e achou bonita, vindo a confeccionar sozinha toda a produção.

Ainda conforme a PM, foi feito contato com a mãe da adolescente, que acompanhou a ocorrência. Os materiais foram apreendidos e levados para a delegacia.

É #FAKE que Xuxa e Bolsonaro discutiram no Twitter após críticas do presidente ao carnaval de rua

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Circula nas redes sociais uma imagem de uma suposta troca de alfinetadas entre a apresentadora Xuxa Meneghel e o presidente Jair Bolsonaro. A mensagem dá a entender que o conflito ocorreu após Bolsonaro divulgar um vídeo de um ato pornográfico ocorrido em um bloco em São Paulo, conhecido como “golden shower”, para criticar o carnaval de rua. A mensagem, porém, é #FAKE.

Fake — Foto: G1/ArteFake — Foto: G1/Arte

O presidente tem sofrido duras críticas ao redor do mundo por compartilhar o vídeo em seu perfil e, de acordo com a imagem, Xuxa se uniu ao coro. A imagem diz que às 10h44 desta Quarta-feira de Cinzas a apresentadora tuitou: “Que mérito tem um governo que publica golden shower nas redes sociais, com crianças podendo acessar esse tipo de conteúdo?” Não é verdade.

A resposta de Bolsonaro, citando um filme protagonizado pela atriz no início da carreira, também é falsa. “O mesmo [mérito] que você quando teve relações com um menor de idade em 1982. ‘Amor, Estranho Amor’”, diz, na imagem.

‘Governo virou República da caserna’, diz líder do DEM na Câmara

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O protagonismo dos militares no governo de Jair Bolsonaro está incomodando potenciais aliados.

Para o líder do DEM na Câmara, deputado Elmar Nascimento (BA), o presidente precisa melhorar muito sua relação com o Congresso, se não quiser ter problemas em votações consideradas prioritárias, como a reforma da Previdência.

“O governo saiu da política de sindicato e passou para a república da caserna”, afirmou o deputado, em uma referência ao número de militares no primeiro, segundo e terceiro escalões da máquina federal, em contraposição à quantidade de sindicalistas nas gestões petistas.

Além de comandar a bancada do DEM, Elmar é líder do “blocão”, grupo que reúne 301 dos 513 deputados e ajudou a reconduzir Rodrigo Maia (DEM-RJ) na presidência da Câmara.

Na avaliação do deputado, Bolsonaro precisa chamar a classe política para ser “sócia” de seu projeto. Nesta entrevista, ele negou, porém, que isso signifique um toma lá, dá cá. Confira os principais trechos:

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, disse que o DEM só não entrou na base aliada por uma questão burocrática e pediu que o partido ajude o presidente. O senhor concorda?

A agenda econômica converge com a nossa, mas um casamento só se faz quando se é pedido em casamento. Até agora não teve pedido do presidente. O governo está saindo de uma república de sindicato para uma república da caserna. Eu respeito muito os militares, são patriotas, dedicados ao Brasil, mas na política tem gente tão honesta quanto eles. É preciso se estabelecer qual o tipo de relação que o presidente quer com a classe política.

É ruim Onyx Lorenzoni (Casa Civil) ser o único ministro civil a ocupar um posto no Palácio do Planalto?

É bom. Ele é do ramo, é político. Agora, acho que para a articulação política, o presidente tem de escolher um: seja o Onyx, seja o general Santos Cruz (Secretaria de Governo). Quando o presidente escolheu o (Luiz Henrique) Mandetta para o Ministério da Saúde, não foi pela capacidade política dele. Foi porque, tecnicamente, ele (que é médico) estava preparado para ser ministro. Na política, para que inventar? Sou contra se botar um general (como articulador).

O que se diz é que um general foi nomeado para a Secretaria de Governo (Santos Cruz) porque nenhum parlamentar teria coragem de fazer pedidos impróprios a ele. Um general intimida?

Se um ministro aceitar que alguma proposição desse tipo seja feita, e não denunciar, está prevaricando. O presidente tem de partir do pressuposto de que nenhum aceita (pedidos impróprios), não é só o militar.

Quantas vezes o senhor já foi na Secretaria de Governo?

Nenhuma, eu não conheço o general. Eu não tenho nada contra o general, mas acho que ele não foi escolhido pelo governo para ser articulador político porque, se foi, começou muito mal. No lugar dele, a primeira coisa que eu teria feito era visitar a Câmara e cada uma das lideranças para me apresentar, me colocar à disposição e saber as demandas de cada partido.

O pacote do ministro Sérgio Moro vai ficar para depois?

O pacote do ministro Sérgio Moro é um pouco imprudente. Quem no Congresso não é a favor da lei do crime hediondo, de impedir progressão de pena para quem comete homicídio qualificado, como estuprador? Só que a nossa Constituição não permite, e isso o STF já decidiu reiteradas vezes. Seria mais prudente ele enviar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) e cada deputado que votar contra esse tema que assuma a responsabilidade perante seus eleitores.

A investigação da Receita Federal preocupa o Congresso?

Se fizeram isso com um ministro do Supremo Tribunal Federal e com a mulher do presidente do STF, o que se pode fazer com qualquer cidadão? É preciso muito cuidado. Aí é que se pressiona às vezes pela votação de projeto de abuso de autoridade. Em certos casos, é preciso ter. Não pode um grupo formado sair escolhendo a dedo, sem qualquer tipo de critério quem vai investigar.

Quais as insatisfações dos deputados com o Planalto?

O governo precisa de votos. Nos Estados, o presidente precisa compor o governo dele, em cargos de direção. Nessa composição ele vai ouvir quem: aliados ou adversários? Sou favorável a estabelecer critérios. O sujeito tem de ser ficha limpa e ter capacidade técnica. E isso tem de valer do quinto escalão ao primeiro. Com Michel Temer tínhamos o que há de melhor em termos de tratamento, a despeito de sua impopularidade. A gente ligava para o presidente e ele retornava a ligação. Hoje, a gente tem de se identificar, alguém lá em cima autorizar, colocar um crachá.

Mas a ideia que passa para a população não é a de que o Congresso só vota se receber emendas e cargos?

Não, porque o Congresso vai votar. Só não sei se vai votar como o governo quer. Temos a obrigação de votar sobretudo a pauta econômica.

Onde o governo está errando?

É preciso mais diálogo. Se agora, na reforma da Previdência, tivesse sido feito um diálogo mais aprofundado com os líderes talvez se ganhasse tempo e se evitasse alguns equívocos que terminam contaminando a comunicação da reforma. O nosso mandato não vai servir para prejudicar o trabalhador rural mais pobre, quem precisa do Benefício de Prestação Continuada.

O DEM não vai votar enquanto esses itens não forem retirados?

Nós vamos apresentar emendas e vamos tirar isso da proposta. É o nosso papel aperfeiçoar o projeto. Até porque temos três ministros lá (Casa Civil, Saúde e Agricultura), nós queremos que o governo dê certo. Os pontos que julgamos equivocados, já que não fomos chamados para opinar, nos sentimos à vontade para mudar.

Ter três ministros não torna desconfortável um movimento contra a proposta do governo?

Em nenhum momento pensamos em compor com o governo em troca de cargos. O governo que dava cargos e outras ‘coisitas’ mais a gente sabe no que deu. Os nossos estão lá porque são da cota pessoal.

A aposentadoria rural e o BPC são bodes na sala?

Se são (bode), têm de sair muito rapidamente porque os mais pobres são usados como bois de piranha pelas corporações. São massa de manobra. O ganho que tem para o governo é muito pouco para poder defender esse tipo de coisa.

Para o que há consenso?

É consenso que a questão da idade mínima precisa ser verificada, que todas as classes precisam contribuir. A bancada está reclamando muito do não envio da Previdência dos militares. A maioria enxerga que não há razão para qualquer tipo de privilégio. Não vemos a questão do serviço militar como algo que imponha sacrifícios a ponto de ter tratamento diferenciado.

O vereador Carlos Bolsonaro usou as redes sociais para dizer que deputados não estão defendendo a reforma. Os filhos do presidente podem colocar as redes sociais contra o Congresso?

Eu não vejo autoridade no filho do presidente (Carlos) de estar dando pito sequer nos seus companheiros da Câmara Municipal, quanto mais em deputado federal. A gente vai votar não é porque o filho do presidente pediu. Vamos votar pelo Brasil. O Brasil precisa da aprovação dessa reforma.

Ressaca: As bebidas alcoólicas que mais geram efeito indesejável

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Quando o assunto é curar ressaca, cada um tem sua fórmula: beba Sprite, coma frutas e alimentos leves, coma comidas gordurosas, beba Coca-Cola… A lista é grande. A dura verdade, porém, é que se você não quer acordar com a cabeça latejando, sentindo náusea, cansaço e com gosto ruim na boca, a melhor alternativa é a prevenção. E as bebidas que você escolhe na noitada anterior são fundamentais para evitar este trágico destino.

Alguns estudos mostram que as bebidas escuras, como uísque, conhaque, vinho tinto, podem causar mais ressaca que as bebidas mais claras, como vodca e gim.

Isso porque, ao serem metabolizadas no nosso corpo, elas podem formar o chamado formaldeído, que é uma substância bastante tóxica. Se ingerida em bastante quantidade pode até provocar cegueira e morte.

Isso explica porque bebidas como Catuaba podem dar uma grande ressaca: além de ter vinho na composição, ela é bem “docinha” e nada diurética como a cerveja, o que pode facilmente ser ingerida em grandes quantidades ― agravando, portanto, a intoxicação.

Também não quer dizer que as bebidas claras blindam a ressaca. Gim e vodca, por serem à base de álcool puro (etanol), formam o acetaldeído ao serem metabolizadas no corpo. Essa substância é responsável pela ressaca: agride as mucosas intestinais, provocam desidratação e pode dar uma baita dor de cabeça.

A cerveja, apesar de ser mais escura e conter mais substâncias do que as bebidas claras, é uma das bebidas mais brandas, já que possui uma porcentagem menor de álcool e contém mais água na composição, o que ajuda a evitar a desidratação. Mas, se você exagerar na bebida pode, sim, acabar com uma terrível dor de cabeça e acordar com um gosto ruim na boca.

“O grande problema é que o álcool em excesso desidrata e isso agrava ainda mais a ressaca”, conta o médico nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia).

O especialista explica que o álcool é diurético, ou seja, faz você ir mais vezes ao banheiro. Isso acontece porque ele inibe a ação do hormônio ADH, antidiurético que regula o nível da água na corrente sanguínea. Assim, a bebida alcoólica promove desidratação ― o que agrava ainda mais o estado de alguém que está dançando e suando o dia todo, como acontece em festas e Carnaval. “Se as pessoas ao menos alternassem álcool com água, poderiam evitar a ressaca.”

Cuidado com o álcool adulterado

NACHO DOCE / REUTERS
Álcool adulterado também é vilão na intoxicação do corpo.

Bebidas muito baratas podem ser falsificadas e trazem riscos graves à saúde. O problema destas bebidas é que elas contêm metanol em grande quantidade ― uma substância altamente tóxica para o corpo humano.

Uma vez ingerido, o metanol é convertido em formaldeído e ácido fórmico, que deixa o sangue ácido (acidose metabólica). Além da embriaguez, outros sintomas comuns são dificuldade de respirar, pressão arterial baixa, tontura, dor de cabeça, náusea, diarreia e até convulsões e cegueira.

O metanol, utilizado como “substituto” do álcool, pode atacar o nervo óptico e, se tomado em excesso, pode causar cegueira permanente. Foi o que aconteceu com Hanna Powell, jovem de 20 anos, em 2016. Ela ficou cega após tomar um drink batizado durante uma festa na cidade de Zante, na Grécia.

Hanna foi levada para o hospital no dia seguinte da festa após acordar com muita dor no estômago e sem enxergar nada. Ela estava com falência dos rins, e exames mostraram que ela tinha grandes quantidades de metanol no corpo.

Como evitar a ressaca, afinal?

Como o álcool é diurético, ele causa desidratação quando consumido em excesso. No dia seguinte, os sintomas de desidratação do corpo são boca seca, dor de cabeça, redução da concentração e irritabilidade.

Ao mesmo tempo, os níveis de açúcar no sangue caem porque o corpo produz muita insulina em resposta à alta concentração de álcool no sangue. Isso contribui também para os sintomas da ressaca, e com o passar dos anos, tudo tende a piorar.

O álcool também irrita o estômago e piora a qualidade do sono, o que causa cansaço e até náuseas no dia seguinte.

Portanto, a melhor maneira de evitar a temida ressaca é se hidratar entre um drink e outro. Tente beber água e nunca consuma álcool de estômago vazio.

Também estabeleça um limite: não misture diferentes bebidas alcoólicas, limite seus drinks ou estipule um horário para deixar de beber – mesmo com todos os macetes já inventados para evitar ressaca, a moderação continua sendo sua melhor aliada no dia seguinte.

Game of Thrones: O que sabemos (até agora) sobre a última temporada

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Goste-se ou não, Game of Thrones é uma série que vai entrar para a história da TV como um dos marcos que redefiniu o conceito de entretenimento seriado. Este é um dos motivos por que a oitava temporada é uma das atrações mais aguardadas de 2019 — e isso no mesmo ano de Vingadores: Ultimato e Star Wars: Episódio IX. E quanto mais próxima fica a estreia da temporada final, mais aumenta a ansiedade. Será que os últimos episódios farão jus a toda a expectativa?

Para ajudar a enganar um pouquinho a ansiedade enquanto esperamos por um trailer, o AdoroCinema resolveu reunir todas as informações concretas (ou não tão concretas assim) que já foram divulgadas. Quem será que vai terminar no Trono de Ferro? Ou melhor, será que alguém vai, de fato, terminar no Trono de Ferro?

George R.R. Martin recusou participação especial na última temporada de Game of Thrones

Com estreia marcada para 14 de abril, a oitava temporada de Game of Thrones será a menor de todas, com apenas seis episódios. Vale lembrar que, enquanto tradicionalmente as demais tiveram dez cada, a penúltima contou com sete, e a inédita terá um a menos. Inicialmente, a HBO queria finalizar a série com sete temporadas, mas dadas as impossibilidades técnicas de concluir a história tão rapidamente, os produtores decidiram estender até a oitava, sendo que ambas são ligeiramente reduzidas.

HBO/AdoroCinema

O time de roteiristas e diretores é formado por veteranos da série. A direção dos seis episódios será dividida entre quatro nomes: David Nutter (“The Rains of Castamere”, “The Dance of Dragons”, “Mother’s Mercy”) dirige os episódios 1, 2 e 4 — encerrando sua jornada na série tendo comandado 9 episódios entre a segunda temporada e a última; Miguel Sapochnik, um favorito dos fãs por ter comandado “The Battle of the Bastards” e “The Winds of Winter”, assume os episódios 3 e 5. Por fim, David Benioff e D.B. Weiss, os showrunners da atração, fecham com chave de ouro dirigindo o episódio final.

Já o texto é de Dave HillBryan Cogman e Benioff & Weiss. Hill (que assinou “The Sons of the Harpy” e “Eastwatch”, dois episódios que não são exatamente bons) responde pelo primeiro; Bryan Cogman (veterano da primeira temporada) responde pelo segundo, enquanto a dupla de showrunners escreve os outros quatro.

Quanto ao dinheiro, nada de economia: cada episódio custou à HBO US$ 15 milhões, US$ 5 milhões a mais que o investimento feito por episódio nas temporadas seis e sete. Isso tem certa relação com o tempo de duração: enquanto o episódio 8.01 deve ter os tradicionais 60 minutos, a distribuidora francesa chegou a confirmar que os demais giram em torno de 80min cada.

TÁ, MAS…?

Não é segredo para ninguém que, em anos anteriores, a HBO não conseguiu ser exatamente sigilosa com as temporadas de Game of Thrones. Roteiros inteiros foram disponibilizados no Reddit antes da estreia, paparazzi clicaram absolutamente tudo em filmagens na Espanha, e até mesmo episódios caíram na rede antes da hora — por culpa da própria HBO, diga-se de passagem.

Para a oitava temporada, houve mais cuidado. De “drones assassinos” a dicas que vieram de Rian Johnson (Star Wars: Os Últimos Jedi) e Kathleen Kennedy, Benioff e Weiss conseguiram burlar grande parte daquela galera que fica de plantão querendo pescar qualquer pedacinho de informação privilegiada.

Ainda assim, é claro que uma coisa ou outra passou. Algumas fotos clicadas no início de 2018 mostram que (ATENÇÃO PARA O SPOILER!)  spoiler: 

Game of Thrones: Imagens do Set revelam grande spoiler

Mas provavelmente ainda há muito a acontecer antes disso. O primeiro episódio da temporada vai mostrar Daenerys (Emilia Clarke) chegando a Winterfell, em um paralelo à chegada de Robert Baratheon (Mark Addy) no piloto. Haverá algumas reuniões e primeiros encontros que prometem ser, no mínimo, interessantes. E, aliás, uma das únicas cenas divulgadas da última temporada mostra exatamente o encontro entre Dany e Sansa (Sophie Turner), que parece não gostar nem um pouco da sua nova… visitante.

“O que vai motivá-la?”, questionou Turner em entrevista a respeito de sua personagem “A questão é apenas manter Winterfell neste lugar bom? É a ameaça dos não-mortos? É um lugar muito estranho para ela. Onde estão suas motivações? Agora ela não tem mais quem manipular, talvez ela esteja um pouco perdida.”

Tendo ou não motivações, a possibilidade de a Senhora de Winterfell não ter um bom primeiro encontro com a Mãe dos Dragões é mesmo gigante, mas a atriz também disse que os fãs podem se preparar para uma Sansa valente:

“Esta é a primeira vez que uso uma armadura”, contou à EW. “Tivemos a ideia no início das filmagens de [o traje] ser muito protetor e que ela vai se abotoando. Queria que ela tivesse algo do tipo e que fosse um pouco mais guerreira. É como se ela fosse a guerreira de Winterfell.”

Do outro lado do mapa, temos uma rainha não muito sã no Trono de Ferro. Embora alguns tenham especulado que a gravidez de Cersei (Lena Headey) era uma farsa, os produtores já confirmaram que a informação é verdadeira. E enquanto muitos acreditam que a Rainha Lannister esteja fadada a um trágico fim, pode ser que sejamos surpreendidos.

“Eu [presumi] que iria morrer”, disse Headey à Time, sobre quando leu o roteiro. “E então eu cheguei até o fim. Fiquei chocada. Obviamente eu acho agora que vai haver uma boa contagem de corpos até o fim da temporada.”

Game of Thrones: O que a gravidez de Cersei significa para o futuro da personagem

Ainda sobre o primeiro episódio, uma descrição no site oficial da HBO encontrada por fãs revelou alguns retornos surpreendentes. Robin Arryn (Lino Facioli), Edmure Tully (Tobias Menzies), Bronn (Jerome Flynn), Tormund (Kristofer Hivju), Beric Dondarrion (Richard Dormer) e Melisandre (Carice van Houten) estão listados no elenco. Qual será a importância do pequeno Senhor do Ninho da Águia e de seu tio?

Nada de trailer por enquanto, mas a HBO divulgou algumas breves cenas da temporada. Dois comerciais mostram separadamente o primeiro encontro entre Sansa e Dany e o momento em que Arya vê Drogon, sobrevoando o exército dos Imaculados (acima). Além disso, há uma série de 20 cartazes individuais, que mostram os principais personagens ocupando o Trono de Ferro e também algumas fotos do primeiro episódio. Veja abaixo os cartazes.

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Game of Thrones: Cartazes individuais questionam quem vai assumir o Trono de Ferro
20 IMAGENS

Agora, as fotos.

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DIAPORAMA
Game of Thrones: HBO divulga as primeiras imagens oficiais da 8ª temporada!
14 IMAGENS
NÃO É O FIM

Game of Thrones chega ao fim oficialmente em 19 de maio de 2019, mas o universo criado por George R.R. Martin vai continuar na TV. A HBO está desenvolvendo a primeira série derivada, The Long Night. Conheça mais aqui!

Personagem de José Loreto morrerá afogado em ‘O Sétimo Guardião’, diz jornal

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Apesar da negativa inicial do autor Aguinaldo Silva, o personagem Júnior, interpretado por José Loreto, terá seu fim antecipado na novela “O Sétimo Guardião”. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

De acordo com a publicação, o personagem encontrará a água mágica escondida dentro do casarão, não resistirá a um mergulho e morrerá afogado. A cena deve ir ao ar nos próximos dias.

A mudança no roteiro pode ter relação com a polêmica separação do casal José Loreto e Débora Nascimento. O divórcio levantou supeitas de traição do ator e o nome de Marina Ruy Barbosa, que contracena junto com ele, foi especulado no meio dos boatos. Outas atrizes da novela também tiveram os nomes envolvidos na história.

Bolsonaro defende Lava Jato da Educação: ‘há algo de muito errado’

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Poder Ideias - Almoço com o pré -candiadato a Presidência da República, Dep. Jair Bolsonaro, no rastuatente Piantella. Brasília, 08-05-2108. Foto: Sérgio Lima/Poder 360

O presidente Jair Bolsonaro defendeu a “Lava Jato da Educação” em seu perfil do Twitter na manhã desta segunda-feira, 4. Para embasar seu ponto de vista, ele citou que o Brasil gasta mais em educação em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do que a média de países desenvolvidas, mas ocupa as últimas posições na Programa Internacional de Avaliação (PISA). Segundo ele, em 2003, o Ministério da Educação (MEC) gastava R$ 30 bilhões em Educação, e, em 2016, gastou quatro vezes mais, chegando a R$ 130 bilhões.

“Há algo de muito errado acontecendo: as prioridades a serem ensinadas e os recursos aplicados. Para investigar isso, o Ministério da Educação junto com o Ministério da Justiça, Polícia Federal, Advocacia e Controladoria Geral da União criaram a Lava-Jato da Educação.”

Segundo Bolsonaro, os dados iniciais da investigação revelam “indícios muito fortes” de que a máquina está sendo usada para a manutenção de “algo que não interessa ao Brasil”. Ele ainda completou que sabe que isso pode acarretar greves e movimentos coordenados, “prejudicando o brasileiro”.

Na noite de domingo, o presidente também usou sua página no Twitter para cobrar a fiscalização da MP 873, editada na sexta-feira, 2, e que impede que o pagamento da contribuição sindical voluntária seja descontada diretamente do salário dos trabalhadores. Agora, o pagamento só pode ser feito mediante boleto bancário individual enviado aos trabalhadores que tenham autorizado previamente a cobrança.

Bolsonaro disse que a medida desagradou líderes sindicais e pediu a fiscalização do pleito para evitar que a MP expire ou seja derrotada no Congresso. A medida tem prazo de 120 dias para ser apreciada no Parlamento ou perde validade.

Mulher é condenada a indenizar motorista que a atropelou

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O 1.º Juizado Especial Cível de Chapecó, em Santa Catarina, condenou uma mulher atropelada a pagar R$ 2,8 mil por prejuízo provocado a uma motorista de carro ao atravessar uma rua fora da faixa de pedestre. “É importante aceitar que os pedestres também possuem deveres de trânsito que devem ser observados”, destacou o juiz André Alexandre Happke, na sentença.

Emanuelli Vanessa Harter, atropelada em junho de 2017, buscou reparação judicial pelo acidente, alegando que sofreu grave fratura no tornozelo esquerdo e precisou realizar dois procedimentos cirúrgicos e 20 sessões de fisioterapia. No pedido, ela requereu R$ 10 mil em danos morais.

Segundo a decisão, ela admitiu que “atravessou fora da faixa de pedestres porque no dia não enxergou a faixa de segurança”.

A motorista Patrícia Ratt declarou na ação que, para evitar um acidente ainda maior, desviou o carro o máximo que conseguiu e, com isso, subiu em uma mureta e chocou-se contra outro automóvel. Ela também alegou que estava grávida na data do acidente e que, em decorrência dos abalos emocionais, acabou tendo a gravidez interrompida.

Patrícia requereu a condenação de Emanuelli ao pagamento de R$ 3.728 a título de danos materiais e R$ 15 mil de danos morais.

A Justiça destacou que não houve indício de que a motorista dirigia com excesso de velocidade ou sob o efeito de álcool ou drogas. O juiz André Alexandre Happke não aceitou o pedido de danos morais, mas determinou que a pedestre pague R$ 2,8 mil à motorista pelos danos no veículo.

“Fica demonstrada a existência da gestação, bem como restou demonstrado que a gravidez não evoluiu. Porém, não há nos autos prova suficientemente fora de alguma dúvida sobre a descontinuidade da gravidez ter sido derivada diretamente do ocorrido neste processo”, apontou o magistrado.

“Houve, por parte da autora (Emanuelli), falta de cuidado ao atravessar uma rua movimentada, parando em meio à pista para tentar concluir a passagem, razão pela qual, ao ingressar na via fora da faixa de segurança destinada aos pedestres, ‘entrou na frente’ do veículo e deu azo ao acidente, restando incontroverso que a culpa pelo evento é da autora e não da ré”, concluiu o juiz.

A sentença ainda cita o artigo 254 do Código de Trânsito Brasileiro, que prevê multa de R$ 44,19 ao pedestre que cometer infrações, mas que ainda não entrou em vigor no País.

Segundo o artigo, pode ser punido o transeunte ‘que permanecer ou andar nas pistas; cruzar pistas nos viadutos, pontes ou túneis; atravessar a via dentro das áreas de cruzamento; utilizar-se da via em agrupamentos ou para a prática de qualquer folguedo, esporte, desfiles e similares sem a devida licença da autoridade competente; andar fora da faixa própria, passarela, passagem aérea ou subterrânea; e desobedecer à sinalização de trânsito específica’.

A legislação que estabelece multa para pedestres e ciclistas começaria a valer nesta sexta-feira, 1, mas o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) revogou a resolução e alegou que o assunto exige discussões sobre engenharia, educação e fiscalização de trânsito.

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