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quinta-feira, abril 9, 2026
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Carro do ministro Ricardo Salles é atacado na Bahia

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O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, foi alvo de agressões por parte de integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST) e do Partido da Causa Operária (PCO), quando saía nesta quarta-feira, 27, de cerimônia comemorativa da concessão do Parque Nacional do Pau Brasil, em Porto Seguro (BA).

Salles disse que a Polícia Federal abriu investigação para apurar os fatos. Em mensagem no Instagram, o ministro postou fotos e até um vídeo mostrando o carro em que estava sendo cercado por manifestantes. Um deles exibia o adesivo “Fora, Bolsonaro” colado na blusa. O titular do Meio Ambiente classificou o episódio como “uma vergonha”.

Após o ataque, Salles seguiu para Brasília, onde participou da reunião do Conselho de Defesa Nacional, no Palácio do Planalto. Ele apresentou as imagens das agressões ao presidente Jair Bolsonaro e a ministros.

No vídeo, manifestantes aparecem esmurrando o carro, que tem o para-brisa trincado. Salles foi chamado de “golpista” e “desgraçado”. Ao Estado, ele disse que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, afirmou que o caso é de “atentado” contra servidor público no exercício da função.

O site Causa Operária, ligado ao PCO, também divulgou vídeo mostrando que um carro do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) tentou passar pelo protesto. “Ao chegar lá, o carro da comitiva (do ministro) se colocou contra os manifestantes. Os sem terra reagiram pulando em cima do carro do ICMBio”, diz o site. Procurado por meio de sua assessoria, o MST não se manifestou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

BBB 19: Rízia acusa Rodrigo de tentar beijá-la

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Nessa quarta-feira (27) o BBB 19 foi palco da festa ‘Sétima Arte’, que contou com muitos selinhos entre os brothers. No entanto, um caso específico chamou atenção. Após o término da festa, Rízia contou para Paula e Hariany que Rodrigo tentou beijá-la sem seu consentimento. De acordo com ela, era apenas para ser um selinho e ele “botou a língua para fora”.

A sister afirmou não ter gostado da atitude do brother e ainda chorou bastante antes de dormir, sendo consolada por Hariany e Gabriela.

Nas redes sociais, muitos internautas condenaram a atitude de Rodrigo. “Gente não interessa se o Rodrigo é gay ou se estava bêbado, ele tentou beijar a Rízia à força e isso é ASSÉDIO SIM”, escreveu um usuário no Twitter. “Rízia merece respeito”, disse outro.

A família do brother se pronunciou sobre o caso, através da conta oficial de Rodrigo no Twitter. “Pessoal, bom dia. Não ficamos acompanhando a festa durante a madrugada, mas nos surpreendemos com a repercussão aqui. Sim, nós não aprovamos a atitude do Rodrigo com a Rízia na festa passada. Temos certeza que, ao longo do dia, ele vai conversar com ela, reconhecer que exagerou e pedir desculpas”, diz o tweet.

Câmara impõe condições para votar pacote de Moro

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Líderes de partidos do Centrão querem condicionar a aprovação do pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, à votação do projeto de lei que endurece a lei de abuso de autoridade. O texto foi aprovado no Senado em abril de 2017, mas não avançou na Câmara porque ganhou a pecha de anti-Lava Jato, por prever punição a juízes e integrantes do Ministério Público. Agora, deputados vão usar a crise na Receita Federal como pretexto para votar o projeto de abuso de autoridade. A articulação é estimulada por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Integrantes das duas Cortes ou até mesmo seus parentes estão entre os 134 contribuintes alvo de pente-fino da Receita. O vazamento dessas informações provocou reação do Judiciário. Já o Tribunal de Contas da União (TCU) mandou abrir uma inspeção (mais informações nesta página). O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou a interlocutores que o pacote de Moro andará no mesmo ritmo do projeto de abuso de autoridade. Procurado para falar sobre esse ponto, Maia não se manifestou. Já o líder do DEM, deputado Elmar Nascimento (BA), afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo que a investigação da Receita foi uma surpresa. “Se fizeram isso com um ministro do Supremo e com a mulher do presidente da Corte, o que se pode fazer com qualquer cidadão? Aí é que se pressiona pela votação do projeto de abuso de autoridade”, afirmou o deputado, em referência a Gilmar Mendes e a Roberta Rangel, mulher do ministro Dias Toffoli. A ministra do STJ Isabel Gallotti também entrou na mira da Receita Federal. Em nota, a Receita afirmou que “os indícios originalmente apontados não se confirmaram, razão pela qual os procedimentos de fiscalização não foram instaurados”. O secretário especial da Receita, Marcos Cintra, chegou a pedir desculpas aos contribuintes que tiveram seus dados expostos. Gilmar, por sua vez, reforçou o coro sobre a necessidade de o Congresso votar o projeto de abuso de autoridade. “Está evidente que (o vazamento) virou um festival, um pandemônio”, argumentou ele. O líder do PP, Arthur Lira (AL), definiu como “esculhambação” não apenas o vazamento de dados da Receita, como de investigações da Justiça e do Ministério Público. “Sempre defendi o projeto de abuso de autoridade.” No PT, o deputado Paulo Pimenta (RS), líder da bancada, também disse ser favorável a dar prioridade ao projeto que pune desvios de conduta de agentes públicos. “Somos a favor porque todos os setores da sociedade devem ter regras. Sejam deputados ou juízes”, declarou Pimenta. Até mesmo integrantes do partido do presidente, o PSL, admitem votar as duas propostas “casadas”. A deputada Bia Kicis (DF) ressalvou, porém, que a alternativa “não pode prejudicar o pacote de Moro”. Penas O projeto sobre abuso de autoridade prevê mais de 30 ações que podem ser assim classificadas, com penas que variam de seis meses a quatro anos de prisão. Para a força-tarefa da Lava Jato, essas medidas, se aprovadas, acabarão por restringir as investigações. Na prática, a votação conjunta das duas proposições também é uma resposta do Congresso a trechos do pacote de Moro, como o que criminaliza o caixa 2 nas campanhas eleitorais. A medida foi apartada do projeto principal justamente para evitar danos à parte do pacote que trata da segurança pública e do combate ao crime organizado. Na tentativa de obter apoio dos congressistas, o próprio Moro tem adotado discurso mais brando sobre o caixa 2. Maia ainda avalia se irá ou não instaurar uma comissão especial para analisar o pacote anticrime. Nesse caso, o conjunto de propostas teria de tramitar em diversas comissões temáticas, o que poderia prolongar por anos a análise final. “Ainda não decidi. Vamos analisar isso com calma”, disse Maia ao jornal. A preocupação é evitar que esse debate contamine a votação da reforma da Previdência. A pauta econômica é prioridade não só do governo como do presidente da Câmara. Outro “entrave” ao projeto de Moro é o ministro do Supremo Alexandre de Moraes. Ex-ministro da Justiça, ele integrou uma comissão de juristas que preparou projeto semelhante ao de Moro. Na noite desta quarta-feira, 27, os dois se reuniram para tentar uma aproximação. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Apoio à libertação da Venezuela é “incondicional”, diz Araújo

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O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, disse no Twitter que se reunirá Hoje (28) com Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino da Venezuela, e o acompanhará no encontro com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto. Segundo o chanceler, a diplomacia brasileira continua com seu “apoio irreversível e incondicional à libertação” da Venezuela.

“Receberei hoje o presidente encarregado da Venezuela, Juan Guaidó, e o acompanharei em encontro com o presidente Bolsonaro. A diplomacia brasileira segue com seu apoio irreversível e incondicional à libertação da Venezuela”, escreveu na rede social.

Após encontro com Bolsonaro, Guaidó dará entrevista coletiva no Palácio Itamaraty, às 16h.

Ernesto Araújo

@ernestofaraujo

Receberei hoje o Presidente Encarregado da Venezuela, Juan Guaidó, e o acompanharei em encontro com o PR Bolsonaro. A diplomacia brasileira segue com seu apoio irreversível e incondicional à libertação da Venezuela.

Apesar de o Brasil reconhecer Guaidó como presidente interino da Venezuela, o encontro não será tratado como uma visita de Estado. O encontro com Bolsonaro não terá formalidades de chefe de Estado. O presidente receberá Guaidó em seu gabinete.

No mês passado, o Tribunal Supremo de Justiça proibiu Guaidó de deixar o país e congelou suas contas. A Corte atendeu a um pedido do procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, aliado do presidente Nicolás Maduro. Apesar da decisão judicial, o presidente interino foi à Colômbia para articular a entrega de ajuda humanitária e prometeu retornar à Venezuela em breve.

Confrontos

Nos últimos dias, o clima de confronto dominou a região fronteiriça da Venezuela com o Brasil e a Colômbia. Por ordem de Maduro, a fronteira com o Brasil foi fechada. Houve dificuldades para o transporte da ajuda humanitária internacional com registros de mortos e feridos. Segundo relatos, militares venezuelanos atiraram na direção de civis desarmados.

Para Maduro, há uma orquestração internacional, liderada pelos Estados Unidos e Colômbia, com o objetivo de promover uma intervenção na Venezuela. Ele e aliados negam a existência de crise humanitária no país.

Tite convoca seleção com Vinicius Junior e Daniel Alves para amistosos em março

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O técnico Tite convocou nesta quinta-feira a seleção brasileira para os seus primeiros compromissos em 2019 e chamou o atacante Vinicius Junior para os amistosos contra Panamá e República Checa, em março. Essa é a primeira vez que o jogador, de 18 anos, é incluído em uma lista para a equipe principal. E a relação também conta com o retorno de Daniel Alves.

Vinicius Junior vem em ascensão no Real Madrid, tendo conquistado a titularidade do setor ofensivo do clube nas últimas semanas da sua primeira temporada na Europa. E, observado pela comissão técnica, agora recebe uma chance com Tite.

Após perder a Copa do Mundo por lesão, o veterano lateral-direito Daniel Alves, de 35 anos, voltou a ser lembrado por Tite. O jogador do Paris Saint-Germain tem atuado mais como meio-campista no clube, mas foi incluído em sua posição de origem na convocação desta quinta.

Como já havia sido adiantado pelo auxiliar Cleber Xavier, Tite também chamou o meia Lucas Paquetá. Ele já havia sido lembrado para os primeiros compromissos do Brasil após a Copa do Mundo, diante de El Salvador e Estados Unidos, e agora voltará a ser observado. Assim, o jovem meio-campista, de 21 anos, deve se tornar uma das “caras” da renovação da seleção, realizada paulatinamente pelo treinador, assim como o atacante Richarlison e o meio-campista Arthur.

Tite tem aproveitado os amistosos após a Copa da Rússia para realizar testes na seleção, aumentando as observações nesse início de ciclo para o Mundial no Catar, com 40 jogadores sendo convocados. Mas agora reduziu, em parte, as observações.

O treinador, porém, chamou o meia Felipe Anderson, que vem se destacando pelo West Ham, pela primeira vez – ele até já havia sido convocado para a seleção, mas por Dunga, em 2015, para um amistoso contra o México. A convocação também conta com apenas dois jogadores que atuam no futebol brasileiro, casos do goleiro Weverton, do Palmeiras, e o atacante Everton, do Grêmio.

A principal ausência da lista é, evidentemente, Neymar. O atacante do Paris Saint-Germain se lesionou no fim de janeiro. O atacante deverá voltar aos gramados antes do fim da temporada 2018/2019 europeia e também a tempo de defender a seleção brasileira na Copa América.

Outros nomes recorrentes da seleção com o treinador, como o volante Paulinho, o meia-atacante Willian e o lateral-esquerdo Marcelo ficaram de fora da lista. O jogador do Real Madrid, inclusive, está em má fase no seu clube, com Tite chamando Filipe Luís e Alex Sandro para a sua posição na seleção.

Os amistosos serão realizados no continente europeu. Em 23 de março, a seleção estará em Porto para enfrentar o Panamá. E, depois, no dia 26, enfrentará a República Checa em Praga. Esses serão os últimos compromissos do Brasil antes de Tite anunciar a lista de convocados para a Copa América, o que ocorrerá em maio, em data ainda a ser determinada.

O torneio continental será disputado no País em junho, a partir do dia 14. E será uma chance para a seleção se recuperar após a queda nas quartas de final da Copa do Mundo da Rússia, para a Bélgica. Depois disso, a CBF optou por Tite à frente da equipe nacional, e venceu os seis amistosos que disputou, contra Estados Unidos, El Salvador, Arábia Saudita, Argentina, Uruguai e Camarões.

Antes da convocação, a CBF também confirmou a realização de dois amistosos no País preparatórios para a Copa América. Os jogos serão em 5 de junho, contra o Catar, no Maracanã, e um adversário ainda a ser determinado no dia 9, no Beira-Rio.

Confira a lista de convocados do Brasil para os amistosos contra Panamá e República Checa:

Goleiros – Alisson (Liverpool), Ederson (Manchester City) e Weverton (Palmeiras).

Defensores – Daniel Alves (Paris Saint-Germain), Eder Militão (Porto), Danilo (Manchester City), Alex Sandro (Juventus), Filipe Luis (Atlético de Madrid), Marquinhos (Paris Saint-Germain), Miranda (Inter de Milão) e Thiago Silva (Paris Saint-Germain).

Meio-campistas – Allan (Napoli), Arthur (Barcelona), Casemiro (Real Madrid), Fabinho (Liverpool), Felipe Anderson (West Ham), Lucas Paquetá (Milan) e Philippe Coutinho (Barcelona).

Atacantes – Vinicius Junior (Real Madrid), Roberto Firmino (Liverpool), Everton (Grêmio), Gabriel Jesus (Manchester City) e Richarlison (Everton).

Lady Gaga fala sobre ‘clima’ entra ela e Bradley Cooper no Oscar

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A performance de Lady Gaga e Bradley Cooper na música Shallow na premiação do Oscar deixou quem estava assistindo suspirando. Eles pareciam estar tão em sintonia que muitos levantaram a hipótese de que estavam apaixonados – mesmo com o ator sendo casado com a modelo Irina Shayk desde 2015. A atriz e cantora, por outro lado, terminou seu relacionamento de dois anos com Christian Carino dias antes do Oscar.

Nesta quarta-feira, 27, Lady Gaga negou os rumores e disse que tudo foi uma encenação. “Francamente, a mídia social é o banheiro da internet. O que ela fez para a cultura pop é péssimo”, disse a cantora em entrevista ao programa Jimmy Kimmel Live!.

Mais especificamente sobre a performance com o ator e diretor de Nasce Uma Estrela, Gaga afirmou que as pessoas viram o que eles queriam ver. “As pessoas viram amor e, adivinha, isso era o que nós queríamos que vocês vissem. Essa é uma música de amor, Shallow. O filme, Nasce Uma Estrela, é uma história de amor”, disse ela.

Gaga acrescentou que eles trabalharam na performance a semana inteira, e Cooper, como diretor, tomou decisões tais como garantir que a plateia fosse iluminada durante a música, entre outros detalhes que ajudaram na ilusão de amor.

Até mesmo a forma como o piano chega ao palco e a movimentação que eles fazem no palco foram ensaiadas. “Então eu sou uma artista e acho que fizemos um bom trabalho e enganamos vocês”, disse Lady Gaga.

Campos Neto toma posse como presidente do Banco Central

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O economista Roberto Campos Neto tomou posse hoje (28) como presidente do Banco Central (BC), em reunião privada no Palácio do Planalto. Ele assume o lugar de Ilan Goldfajn, que estava no comando da instituição desde junho de 2016. A transmissão do cargo ocorre depois do Carnaval, em data ainda a ser definida, quando o novo presidente deve discursar em solenidade com a presença de convidados.

Campos Neto, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, foi um dos formuladores da política econômica do governo e integrou a equipe brasileira que foi ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, em janeiro deste ano. Na última terça-feira (26), o economista passou por sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, pela manhã, e teve o nome aprovado no colegiado. À noite também foi aprovado pelo plenário da Casa.

Durante a sabatina, Campos Neto defendeu a autonomia do Banco Central e afirmou que terá como foco estabilizar o poder de compra da população e assegurar um sistema financeiro sólido e eficiente.

Perfil

Nascido em 1969, Roberto de Oliveira Campos Neto é bacharel e mestre em economia pela Universidade da Califórnia. O novo presidente do BC tem longa trajetória no sistema financeiro, iniciou a carreira no Banco Bozano Simonsen e trabalhou no Banco Santander por vários anos.

Ele é neto do economista, diplomata e escritor Roberto Campos (1917-2001), defensor do liberalismo econômico, que participou do governo Juscelino Kubitschek e foi ministro do Planejamento do governo Castello Branco.

Secretaria desmente boato sobre abono salarial

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A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia alerta a população sobre a mensagem falsa que está circulando por aplicativos de mensagens.

Segundo a mensagem fraudulenta, o suposto abono seria perdido com o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Nova Previdência. A Secretaria informa que a mensagem é falsa e que a mudança no abono salarial proposta na PEC só produzirá efeitos a partir de 2020, não tendo qualquer relação com a situação descrita.

A Secretaria Especial reitera que todos os serviços oferecidos pela Previdência Social e pelo Trabalho assim como eventuais valores a receber, quando realmente existentes, são comunicados oficialmente pelos órgãos públicos e disponibilizados de forma gratuita aos segurados. É o caso do pagamento do abono salarial, iniciado na última quinta-feira (21), conforme calendário oficial disponível aqui.

Dados pessoais – A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho reforça, ainda, que não solicita dados pessoais dos seus segurados por e-mail ou telefone e tampouco faz qualquer tipo de cobrança para prestar atendimento ou para realizar seus serviços. A recomendação aos segurados é de que não recorram a intermediários para entrar em contato com a Previdência e, em hipótese alguma, depositem qualquer quantia para ter direito a algum benefício.
A Secretaria também orienta os segurados a não fornecer seus dados pessoais a terceiros, já que essas informações podem ser utilizadas para fins ilícitos.

Secretários estaduais mostram números, mas negociações para acordo com a Sejus não avançam

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Atendendo a convocação do deputado estadual Anderson Pereira (Pros), os secretários estaduais de Justiça (Sejus), Etelvina Rocha; de Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog), Jailson Viana de Almeida, e de Finanças (Sefin), Luís Fernando Pereira da Silva compareceram à Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira (27), para esclarecerem o acordo de realinhamento salarial dos agentes penitenciários.

O presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB), e os deputados Adelino Follador (DEM), Edson Martins (MDB), Chiquinho da Emater (PSB), Jean Oliveira (MDB), Adailton Fúria (PSD), Ismael Crispin (PSB), Eyder Brasil (PSL), Jhony Paixão (PRB), Marcelo Cruz (PTB), Alex Redano (PRB), Cássia Muleta (Pode), Aélcio da TV (PP), Jair Montes (PTC), Rosângela Donadon (PDT), Alex Silva (PRB), Geraldo da Rondônia (PSC) e Dr. Neidson (PMN), participaram das discussões no Plenarinho 2.

Etelvina Rocha fez um breve relato da situação. “Quando assumi, me reuni com a direção do Singeperon, e tomei conhecimento do realinhamento. Pedi um prazo para analisar, mas antes disso, a greve foi deflagrada. O prazo para apresentar um projeto na Assembleia, com a tabela de realinhamento, era fevereiro. Mas, esse realinhamento gerava impacto financeiro de R$ 47 milhões”.

Segundo ela, “essa tabela de cálculo não é possível. O Estado está aberto a uma proposta, desde que não gere impacto. O que foi tratado era a apresentação de um Projeto de Lei, sem impacto financeiro. O que não ocorreu. Eu sou servidora da Sejus, sou agente penitenciária e também quero essa solução”.

O deputado Anderson questionou: “não tem como haver realinhamento sem impacto. A tabela previa um acréscimo de R$ 15 milhões ao ano. Isso implicava em redução de escalas, fim da hora extra, regionalização das unidades, devolução de servidores cedidos e outras medidas. Já destinei R$ 2 milhões de emenda individual minha para atender à categoria, que é a minha base”.

“O Governo tem os números dele, que o sindicato contesta, e vice-versa. Não há avanços dessa forma e sugiro que os números sejam postos de forma transparente e que possamos chegar a um meio termo”, disse o presidente Laerte Gomes.

O deputado Jair Montes disse que, “se há dois valores de impactos, tão distintos, e a secretária reconhece que reduzindo o impacto é possível negociar a implantação do realinhamento, que o valor aproximado de R$ 15 milhões seja levado em conta e possamos resolver esse impasse na Sejus de uma vez”.

 

Orçamento 

O secretário de Orçamento e Gestão, Jailson de Almeida observou que, “conforme previsto, havia uma previsão de cortes orçamentários duros, o que incluía a redução de R$ 9 milhões nas despesas com alimentação do sistema prisional, o que poderia gerar tensões e problemas de ordem legal. Ele também questionou a necessidade de se emendar a Lei Orçamentária Anual (LOA), o que poderia gerar problemas jurídicos”.

Segundo explicou, a LOA hoje tem um déficit superior a R$ 400 milhões, que precisa ser ajustado. “Só seria possível fazer esse realinhamento, cortando o orçamento da Sejus, sem que haja prejuízos para o funcionamento da pasta, o que implicaria em R$ 16 milhões”.

Anderson Pereira questionou o secretário Jailson. “Claro que é possível modificar a LOA, basta um projeto de Lei do Executivo. Orçamento pode sofrer sim alterações. Quando houver superávit financeiro, não será encaminhada uma lei pedindo suplementação?”.

O deputado Fúria alertou para a fala do secretário da Sepog, com destaque para a informação dos mais de R$ 400 milhões de déficit. “Ou seja, mais do que a questão da legalidade, é a falta de dinheiro para se cumprir. E como ficam as demais categorias, com suas reivindicações? Ficou claro que o Governo não tem financeiro para atender”.

A afirmação foi corroborada pelo deputado Jair Montes e o deputado Follador foi além: “O Governo tem que mostrar o que pode fazer. Se não tem nada para oferecer, o que vamos ficar discutindo aqui? Sem financeiro, não se faz nada. Se não tem nada, nada avança”.

Jean Oliveira alertou para um corte tão profundo no orçamento da Sejus, o que poderia gerar um caos na pasta. “Não tem orçamento e nem financeiro. Se as emendas aprovadas por esta Casa, não têm como ser pagas, que se consiga uma alternativa. O Governo não pode ter medo de apresentar propostas, mas tem que mostrar dados reais”.

Luís Fernando Pereira, da Sefin, declarou que a LOA deixou de contemplar várias necessidades, como R$ 118 milhões para as obras do Hospital de Urgência e Emergência (Heuro), de Porto Velho, com R$ 40 milhões para este ano, para a retomada das obras.

“Temos ainda o custeio do Hospital de Guajará-Mirim e outras despesas essenciais, que não estavam previstas. Além disso, na Sesdec, outras despesas não previstas, somam mais R$ 112 milhões. Para pagamentos de dívidas, são necessários mais R$ 190 milhões. Isso somam R$ 432 milhões de déficit, com outros gastos não programados”, disse.

O titular da Sefin informou que para enfrentar esse cenário, o Governo está planejando ações que permitam chegar a essa margem. “Reduzindo gastos, otimizando recursos e outras medidas que possam implicar na redução do déficit”.

Chiquinho da Emater observou que os deputados e categoria só querem uma solução. “Não sei quanto está sendo gasto hoje com a intervenção nos presídios. Isso poderia ser revisto. Eu fui prefeito e enfrentei greves de servidores e posso afirmar que, para se resolver qualquer impasse, é preciso primeiro ter boa vontade”.

Edson Martins sugeriu que haja um enxugamento no orçamento da Sejus. “É preciso ver até onde pode ir esse enxugamento, até onde o Governo pode chegar e dar uma contraproposta a categoria”.

Após exposição de números financeiros e dos documentos já acordados, o deputado Jhony Paixão sugeriu que fosse dada uma resposta ainda hoje sobre quanto o Governo pode oferecer, para ser avaliado pela categoria.

Ao final, foi definida uma comissão de deputados, composta por Anderson Pereira, Eyder Brasil, Jair Montes, Chiquinho da Emater, Jhony Paixão, Rosângela Donadon e Alex Silva, que irão a uma reunião na Sepog, com a presença de técnicos governamentais e representantes do sindicato.

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